• Published On: 04/09/2026

    O Polo de Inovação de Coimbra – Unidade Experimental do Bico da Barca, em Montemor-o-Velho, dá a conhecer, através da realização do Dia Aberto – Os Cereais do Baixo Mondego, o trabalho de experimentação e inovação desenvolvido nas culturas do arroz e do milho.   O arroz e o milho assumem particular importância na agricultura do Baixo Mondego, constituindo culturas de referência na região e com relevante expressão económica e produtiva. O trabalho de experimentação desenvolvido no Polo procura contribuir para a sua sustentabilidade, eficiência e adaptação aos desafios atuais da produção agrícola.   Durante o Dia Aberto são apresentados os ensaios em curso, com destaque para novas variedades de arroz e milho, diferentes estratégias de fertilização e proteção das culturas e soluções inovadoras para a melhoria dos sistemas de produção.   Entre os trabalhos em estudo encontram-se a conservação e melhoramento do arroz, densidades de sementeira e fertilização, utilização de bioestimulantes em milho, avaliação de novas variedades de arroz, utilização de biofungicidas e regeneração produtiva dos arrozais.   A iniciativa promove a partilha de conhecimento entre a experimentação, os agricultores, técnicos e outros agentes do setor, aproximando a investigação e a inovação das necessidades concretas da produção agrícola no Baixo Mondego.   Acompanhe e fique a conhecer o trabalho de inovação e experimentação desenvolvido no Polo de Inovação de Coimbra!          

  • Published On: 04/09/2026

    No âmbito do projeto GERMallus – Programa de Conservação e Melhoramento Genético Vegetal de Macieira, encontra-se a decorrer, durante os meses de agosto e setembro, uma ação de prospeção de variedades regionais de macieira na Região Centro.   A iniciativa tem como objetivo localizar, identificar e recolher variedades referenciadas na bibliografia que ainda não integram a coleção do Polo de Inovação de Viseu, contribuindo para a conservação e valorização da diversidade genética da macieira.   A prospeção permite salvaguardar variedades tradicionais ou regionais, muitas delas associadas ao património agrícola dos territórios, criando condições para a sua posterior conservação, caracterização e estudo.   Com execução entre 2026 e 2028, o projeto GERMallus, operação PEPAC-C-115-009615, reúne o Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, I.P. (INIAV), o Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC) e a CCDR Centro, num trabalho conjunto de conservação, estudo e melhoramento genético da macieira.   Acompanhe este projeto e fique a conhecer o trabalho de inovação desenvolvido no Polo de Inovação de Viseu!  

  • Published On: 24/08/2026

    A vindima da casta Cercial do Polo de Inovação de Anadia – Estação Vitivinícola da Bairrada teve início hoje, 24 de agosto, dando continuidade ao trabalho desenvolvido no âmbito dos projetos em execução no Polo.   A Cercial é cultivada quase exclusivamente na região da Bairrada e distingue-se pela sua elevada acidez, superior à da maioria das restantes castas brancas, com exceção da Arinto. Apresenta um período de maturação semelhante ao da Bical, embora ligeiramente mais tardio.   Na Bairrada, é particularmente valorizada pela capacidade de manter uma elevada acidez mesmo no final da maturação. Esta característica torna-a especialmente adequada à produção de vinhos base para espumantes, sobretudo quando destinados a períodos de envelhecimento prolongados.   A Cercial não deve ser confundida com outras castas que apresentam a mesma sinonímia, nomeadamente o Cerceal do Dão e o Sercial, também conhecido como Esgana-Cão, da Madeira. Tendo em conta o perfil da casta e a sua importância na produção de vinhos base para espumantes, a definição da data de vindima procurou preservar a sua elevada acidez e assegurar uma matéria-prima com características adequadas à elaboração de espumantes com potencial de evolução.   A colheita integra o trabalho de seleção clonal desenvolvido em parceria com a PORVID (Associação Portuguesa para a Diversidade da Videira), que procura obter clones que conciliem maior qualidade e maior produtividade, valorizando as características enológicas próprias da Cercial.   Acompanhe esta vindima e o trabalho de inovação desenvolvido no Polo de Inovação de Anadia!    

  • Published On: 24/08/2026

    A vindima da casta Bical do Polo de Inovação de Anadia – Estação Vitivinícola da Bairrada teve início hoje, 24 de agosto, dando continuidade ao trabalho desenvolvido no âmbito dos projetos em execução no Polo.   A Bical é cultivada sobretudo nas regiões vitivinícolas da Bairrada e do Dão, onde é também conhecida como “Borrado das Moscas”, devido às pequenas pontuações características da película do bago. É uma casta de maturação precoce e com facilidade em atingir elevadas concentrações de açúcar, sendo o desavinho um dos seus principais problemas culturais. Apesar da precocidade, que poderia conduzir a um elevado teor alcoólico potencial, a elevada produtividade da Bical contribui para um maior equilíbrio entre o teor alcoólico e a acidez. A casta apresenta ainda reduzida sensibilidade à oxidação e capacidade para originar vinhos aromáticos, finos e com boa expressão alcoólica, características que lhe conferem particular aptidão para a produção de espumantes. Tendo em conta estas características e os requisitos para a produção de vinho base para espumante, a definição da data de vindima procurou assegurar o equilíbrio entre a maturação da uva e as suas características enológicas.   A colheita integra o trabalho de seleção clonal desenvolvido em parceria com a PORVID (Associação Portuguesa para a Diversidade da Videira), que tem como objetivo obter clones que conciliem maior qualidade com níveis de produtividade superiores, valorizando as características da casta e o seu potencial para a produção de espumantes.   Acompanhe esta vindima e o trabalho de inovação desenvolvido no Polo de Inovação de Anadia!  

  • Published On: 21/08/2026

    O Polo de Inovação de Anadia reforçou a capacidade experimental da sua Adega, através da aquisição de novos equipamentos destinados à microvinificação e à posterior espumantização, dando continuidade ao trabalho desenvolvido no âmbito do projeto “Espumante de Portugal”, em parceria com diversas entidades públicas e privadas. Os novos equipamentos já estão a ser utilizados na atual campanha vitivinícola. Estes equipamentos permitem experimentar diferentes estratégias e processos de vinificação à escala de adega, acompanhando de forma rigorosa as várias etapas e avaliando o seu impacto nas características dos vinhos obtidos. No âmbito do projeto, esta capacidade está a permitir estudar diferentes abordagens na produção de vinhos base para espumante, contribuindo para identificar as condições de vinificação mais adequadas às características de cada casta e ao perfil de vinho pretendido. A capacidade instalada poderá igualmente apoiar outros trabalhos de experimentação, investigação e desenvolvimento em diferentes tipologias de vinho.   A produção de um vinho base para espumante exige cuidados específicos. Tendo em conta as características de cada casta e o perfil de vinho que se pretende obter, torna-se fundamental trabalhar em condições que permitam preservar a sanidade da matéria-prima e, simultaneamente, valorizar as suas características varietais.   Um dos procedimentos utilizados é a passagem das uvas pela câmara de frio, durante um período de 12 a 24 horas. A redução da temperatura da matéria-prima antes da transformação contribui para preservar os aromas primários e a acidez, características particularmente importantes na definição do perfil dos vinhos base para espumante.   Após este período, as uvas são submetidas à prensagem, utilizando valores de pressão definidos de acordo com as características físicas de cada casta, nomeadamente a resistência da película do bago e o rendimento esperado. O controlo desta etapa permite estudar a relação entre as condições de prensagem, a extração do mosto e a qualidade do vinho obtido, procurando minimizar a extração de compostos indesejáveis. Os mostos são posteriormente vinificados como vinhos brancos e submetidos a uma decantação estática, com temperatura controlada, durante aproximadamente 24 horas. Após a trasfega e separação das borras mais grosseiras, são inoculados com leveduras selecionadas, dando início à fermentação alcoólica.   Durante a fermentação são realizados controlos regulares da densidade e da temperatura, permitindo acompanhar a evolução do processo e assegurar que este decorre de forma adequada e controlada. No final da fermentação alcoólica, os vinhos são novamente trasfegados e mantidos em condições de conservação que permitam preservar as suas características físico-químicas e organoléticas. Este trabalho permite ao Polo de Inovação de Anadia reforçar a sua capacidade de experimentação à escala de adega, criando condições para testar diferentes abordagens e avaliar o seu impacto na qualidade dos vinhos base. O objetivo é contribuir para um melhor conhecimento do comportamento das castas e para o desenvolvimento de estratégias de vinificação ajustadas à produção de espumantes de qualidade, com frescura, equilíbrio, acidez e expressão varietal.   Acompanhe o trabalho de experimentação e inovação desenvolvido no Polo de Inovação de Anadia, desde a vinha até à adega, contribuindo para o conhecimento e valorização [...]

  • Published On: 21/08/2026

    A colheita do grão de tremoço branco (Lupinus albus L.), da variedade “Misak”, realizada no Polo de Inovação de Coimbra - Unidade Experimental do Loreto, teve lugar no início de agosto, dando continuidade ao trabalho desenvolvido no âmbito da experimentação e valorização desta cultura no Polo. O tremoço branco é uma das espécies agrícolas mais indicadas para a prática da fertilização verde (ou sideração). Integrado na família botânica Fabaceae (Leguminosas), apresenta a capacidade de fixar azoto atmosférico e contribuir para o enriquecimento do solo, permitindo uma redução significativa das necessidades de fertilização azotada da cultura seguinte. A variedade “Misak”, obtida através de um programa de melhoramento conduzido pelo ISA – Instituto Superior de Agronomia, é a principal variedade de tremoço recomendada para cultivo em Portugal. Encontra-se inscrita no Catálogo Nacional de Variedades, após ter sido testada e avaliada no Polo de Inovação de Coimbra, através da Rede Nacional de Ensaios (RNE). Nas condições dos solos agrícolas desta unidade experimental, o tremoço integra habitualmente uma rotação em que a cultura seguinte é o milho-grão. A sua utilização como cultura de fertilização verde permite estimar uma redução da fertilização azotada do milho entre 60 e 90 unidades de azoto, em anos de condições normais, representando uma importante vantagem agronómica, económica e ambiental. Este ano, contudo, as condições meteorológicas condicionaram o desenvolvimento do ciclo cultural. A forte pluviometria registada na região de Coimbra durante o último outono-inverno e o consequente alagamento dos terrenos agrícolas em todo o Vale do Baixo Mondego obrigaram à ressementeira do campo de multiplicação de semente em meados de março, numa data bastante tardia. Esta situação inviabilizou o plano cultural inicialmente previsto para os solos agrícolas do Polo. Para além do seu valor enquanto cultura de fertilização verde e das suas utilizações na alimentação humana e animal, a semente de tremoço branco apresenta ainda potencial para outras aplicações. Após processamento industrial, pode ser utilizada na produção de um biofungicida autorizado para a prevenção de importantes doenças fúngicas em culturas como os pomares, a vinha, o arroz, o tomateiro, a beringela e o morangueiro, assumindo particular interesse no contexto da Agricultura Biológica.  

  • Published On: 18/08/2026

    A vindima da parcela de 1 hectare de Fernão Pires (Maria Gomes) do Polo de Inovação de Anadia - Estação Vitivinícola da Bairrada teve início hoje, 18 de agosto, dando continuidade ao trabalho desenvolvido no âmbito dos projetos em execução no Polo.   A Fernão Pires, conhecida na região da Bairrada como Maria Gomes, é uma das castas brancas de maior expressão em Portugal, assumindo particular relevância nos concelhos de Anadia, Mealhada e Oliveira do Bairro, onde representa mais de metade do encepamento branco.   É uma casta de maturação precoce, produtiva e de fácil acumulação de açúcar, mas que também apresenta uma rápida perda de acidez à medida que avança a maturação. Em condições de menor disponibilidade hídrica, pode ainda ocorrer o enrugamento dos bagos, com impacto no seu valor enológico.   Tendo em conta estas características e, em particular, a produção de vinho base para espumante, a estratégia passa por realizar a vindima numa fase de maturação ligeiramente mais precoce. O objetivo é obter menor graduação alcoólica e uma acidez mais marcada, preservando simultaneamente a expressão aromática característica da casta.   Esta abordagem permitirá produzir uma matéria-prima adequada à elaboração de um vinho base para espumante, procurando assegurar frescura, equilíbrio, acidez e um perfil aromático elegante, essenciais para a posterior produção de espumante. Acompanhe esta vindima e o trabalho de inovação desenvolvido no Polo de Inovação de Anadia!      

  • Published On: 04/08/2026

    A CCDR Centro promove, de 7 a 11 de setembro, a 120.ª edição do Curso Intensivo de Vinificação, uma formação de reconhecido prestígio no setor vitivinícola nacional, que decorrerá no Polo de Inovação de Anadia – Estação Vitivinícola da Bairrada. O curso tem como objetivo dotar os participantes dos conhecimentos fundamentais sobre conceção e higienização de adegas, tecnologias de vinificação e práticas enológicas, proporcionando uma sólida preparação para a elaboração de vinhos de qualidade. Ao longo de cinco dias, os formandos participarão em sessões teórico-práticas orientadas por especialistas da área, dirigidas a técnicos, enólogos, produtores e outros profissionais do setor. Faça a sua inscrição aqui.

  • Published On: 03/08/2026

    A CCDR Centro apresenta, dia 4 de setembro, as novas variedades de arroz e milho atualmente em estudo na Unidade Experimental do Bico da Barca – Polo de Inovação de Coimbra, com potencial interesse para a região do Baixo Mondego. A sessão dará ainda a conhecer diferentes estratégias de fertilização e de proteção das culturas, centradas no controlo de infestantes, pragas e doenças, promovendo práticas agrícolas mais sustentáveis e eficientes. Programa 4 de setembro l Unidade Experimental do Bico da Barca, Montemor-o-Velho  09h00 - Receção dos participantes 09h30 - Abertura dos trabalhos Eng.º José Ribau Esteves Presidente da CCDR Centro. 10h00 - Visita comentada aos ensaios do Polo de Inovação de Coimbra/Unidade Experimental do Bico da Barca - Eng.º António José Jordão, responsável e coordenador dos ensaios, CCDR Centro, I.P. I. I. Recursos Genéticos – Conservação e melhoramento de arroz Ensaios de densidades sementeira e fertilização II. Ensaios com bioestimulantes em milho III. Projeto TRANSATION IV. Ensaio de crivagem de novas variedades de arroz V. Ensaio com biofungicidas em arroz VI. Regeneração Produtiva dos Arrozais 12h30 - Encerramento - Dr. Vasco Estrela Vice-presidente da CCDRC Centro.  

  • Published On: 02/09/2026

    A exposição de fotografia ‘Raízes de Mulher: Sementes de Futuro’, promovida pela CCDR Centro, encontra-se agora patente na EXPOMOR – Feira da Luz, em Montemor-o-Novo. Integrada nas comemorações do Ano Internacional da Mulher na Agricultura 2026, a mostra celebra as mulheres, as suas histórias e o seu lugar no mundo. A exposição reúne fotografias históricas provenientes dos espólios do Arquivo Municipal de Lisboa e da Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian, incluindo obras de fotógrafos como Artur Pastor, Mário Novais e Horácio Novais. No dia 7 de setembro, pelas 10h30, a CCDR Centro estará ainda presente na mesa-redonda do Colóquio ‘Mulheres Agricultoras – Vozes, Experiências e Desafios’, promovido pela APORMOR - Associação de Produtores do Mundo Rural da Região de Montemor-o-Novo. EXPOMOR 2026 | 2 a 7 de setembro | Parque de Leilões, Montemor-o-Novo Consulte aqui o programa completo da EXPOMOR: https://www.apormor.pt/ Saiba mais em https://www.ccdrc.pt/pt/raizes-de-mulher-sementes-de-futuro/   

  • Published On: 01/09/2026

    O Relatório do Estado das Culturas e Previsão de Colheitas referente ao mês de julho de 2026, na área de influência da CCDR Centro, encontra-se disponível para consulta. Este documento fornece uma análise detalhada sobre o estado das culturas e as previsões de colheitas na região.   O Estado das Culturas e Previsão de Colheitas (ECPC) é um projeto mensal que tem como principal objetivo recolher e disponibilizar informação previsional sobre áreas cultivadas, rendimentos e produções das principais culturas agrícolas. Trata-se de uma ferramenta essencial para agricultores, técnicos e todos os interessados no setor agrícola, na medida em que lhes permite planear e gerir as atividades agrícolas de forma mais eficaz.    Para obter mais informações, consulte o relatório completo aqui e fique a par das últimas atualizações sobre o estado das culturas na região.

  • Published On: 27/08/2026

    A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I. P.  (CCDR Centro) lança, hoje, dia 27 de agosto, o desafio fotográfico “Mundo Rural: Olhares do Centro”, um convite aberto a fotógrafos amadores e profissionais para partilharem o seu olhar sobre os territórios rurais da Região Centro e sobre quem neles vive e trabalha. Em vez da lógica competitiva, a CCDR Centro pede emprestado um olhar e compromete-se a tratá-lo com critério, a selecioná-lo com curadoria cuidada, a mostrá-lo com qualidade e a creditá-lo sempre. O destino das imagens é uma mostra digital, apresentada publicamente a 27 de outubro, data em que se assinala, pela primeira vez, o Dia Nacional do AKIS - Sistema de Conhecimento e Inovação Agrícola. A participação é livre e gratuita e está aberta a qualquer idade e nacionalidade. São admitidas fotografias captadas nos 77 municípios da área de intervenção da CCDR Centro — Região de Aveiro, Região de Coimbra, Região de Leiria, Viseu Dão-Lafões, Beiras e Serra da Estrela e Beira Baixa. A curadoria organiza-se em torno de quatro eixos temáticos: Terra e Trabalho (a agricultura, a floresta, a pastorícia, a pesca artesanal, o gesto e a ferramenta); Gente do Centro (as pessoas do meio rural, dos agricultores aos jovens que ficaram ou regressaram); Paisagem e Património (mosaicos agrícolas, socalcos, moinhos, espigueiros, arquitetura rural); e Mesa e Convívio (mercados, produtos locais, festas, vindimas, a mesa partilhada). Os participantes terão os seus trabalhos integrados na mostra digital, com crédito de autoria visível, um certificado digital de participação, a divulgação individual nas redes sociais institucionais ao longo de vários meses e a possibilidade de integração na Agenda da Dieta Mediterrânica e noutros materiais da CCDR Centro. Uma seleção de destaque abrirá a mostra, enquanto distinção honorífica. Contactos e esclarecimentos • Formulário de participação: https://forms.gle/mkuuh1vHH3o2d52q7  • Pasta para envio das fotografias: AQUI • Correio eletrónico dedicado: rui.valenca@ccdrc.pt • Os pedidos de esclarecimento e o exercício dos direitos previstos no ponto 6 podem ser dirigidos ao endereço de correio eletrónico rui.valenca@ccdrc.pt ou pelo contacto 239 800 547  Consulte as normas de participação aqui

  • Published On: 31/07/2026

    Foi publicado o Despacho 9616, que institui o Dia Nacional da Vinha e do Vinho, assinalado anualmente a 31 de julho. Esta data homenageia um setor que é parte integrante da identidade, da cultura, da economia e da paisagem de Portugal.    Na Região Centro, a vinha e o vinho assumem um papel de enorme relevância, refletido na riqueza e diversidade do seu património vitivinícola.   O Centro integra quatro Denominações de Origem Protegidas (DOP): DOP Bairrada – reconhecida pelos seus espumantes de excelência e pelos vinhos de grande personalidade, onde a casta Baga assume um papel emblemático. DOP Dão – uma das mais prestigiadas regiões vitivinícolas portuguesas, conhecida pela elegância, frescura e longevidade dos seus vinhos. DOP Beira Interior – vinhos de altitude, produzidos em terroirs singulares que conferem autenticidade e carácter aos seus vinhos. DOP Lafões – uma histórica região demarcada, distinguida pelos seus vinhos brancos frescos e de identidade muito própria.   Integra ainda duas Indicações Geográficas (IG): IG Beira Atlântico – marcada pela influência atlântica e pela diversidade dos seus territórios e estilos de vinho. IG Terras da Beira – expressão da riqueza vitivinícola do interior das Beiras, aliando tradição, inovação e sustentabilidade.   A vinha molda a paisagem, preserva o património, dinamiza as economias locais, promove o turismo e cria valor para os territórios rurais. Na Região Centro, celebrar a vinha e o vinho é também celebrar a Dieta Mediterrânica, reconhecida pela UNESCO como Património Cultural Imaterial da Humanidade.   Mais do que um produto agrícola, o vinho faz parte de um património cultural vivo, simbolizando a partilha, a hospitalidade e a identidade dos nossos territórios. Na tradição mediterrânica, o seu consumo é valorizado quando feito com moderação, responsabilidade e integrado num estilo de vida saudável, reforçando o papel da alimentação como fator de cultura, bem-estar e coesão social.   Despacho 9616 Dia Nacional da Vinha e do Vinho

  • Published On: 24/07/2026

    No dia 25 de julho assinala-se o Dia Internacional da Agricultura Familiar, uma data que celebra o papel determinante dos agricultores familiares na produção de alimentos, na preservação dos recursos naturais, na valorização dos territórios rurais e na promoção de sistemas alimentares mais sustentáveis. A celebração enquadra-se na Década das Nações Unidas para a Agricultura Familiar (2019–2028), coordenada pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), que visa reforçar o reconhecimento deste setor e incentivar políticas públicas que promovam o seu desenvolvimento sustentável. Em Portugal, a agricultura familiar continua a constituir a base da estrutura produtiva agrícola nacional. De acordo com os dados oficiais, representa cerca de 94% das explorações agrícolas, abrangendo aproximadamente 242 500 explorações, responsáveis por mais de 80% do trabalho agrícola e por cerca de 54% da Superfície Agrícola Utilizada (SAU). Estes números evidenciam a importância das explorações familiares para a produção de alimentos, a manutenção da paisagem, a preservação da biodiversidade, a dinamização das economias locais e a coesão territorial, particularmente nas regiões do interior. A agricultura familiar é igualmente um elemento fundamental na conservação dos conhecimentos tradicionais, na valorização dos produtos locais, na promoção dos circuitos curtos de comercialização e na adoção de práticas agrícolas compatíveis com a utilização sustentável dos recursos naturais. O seu contributo revela-se essencial para enfrentar desafios como as alterações climáticas, o despovoamento dos territórios rurais e a renovação geracional da atividade agrícola. A celebração do Dia Internacional da Agricultura Familiar constitui, assim, uma oportunidade para reconhecer o trabalho, a dedicação e a resiliência dos milhares de agricultores familiares que, diariamente, asseguram a produção de alimentos de qualidade, preservam o património agrícola e paisagístico e contribuem para um território mais coeso, sustentável e preparado para os desafios do futuro.

  • Published On: 16/07/2026

    O Relatório do Estado das Culturas e Previsão de Colheitas referente ao mês de junho de 2026, na área de influência da CCDR Centro, encontra-se disponível para consulta. Este documento fornece uma análise detalhada sobre o estado das culturas e as previsões de colheitas na região.   O Estado das Culturas e Previsão de Colheitas (ECPC) é um projeto mensal que tem como principal objetivo recolher e disponibilizar informação previsional sobre áreas cultivadas, rendimentos e produções das principais culturas agrícolas. Trata-se de uma ferramenta essencial para agricultores, técnicos e todos os interessados no setor agrícola, na medida em que lhes permite planear e gerir as atividades agrícolas de forma mais eficaz.    Para obter mais informações, consulte o relatório completo aqui e fique a par das últimas atualizações sobre o estado das culturas na região.

  • Published On: 13/07/2026

    A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro) lança a terceira edição da “Agenda DM – Agenda da Dieta Mediterrânica”, uma revista digital, online no portal da CCDR Centro, que procura valorizar, promover e salvaguardar a Dieta Mediterrânica na Região Centro.   Consulte aqui a Agenda DM – A Dieta Mediterrânica no Centro | Edição de verão.   Esta revista tem quatro edições por ano, fazendo coincidir a sua divulgação com o início de cada nova estação, sendo esta terceira dedicada ao verão. Esta opção reflete a vontade de honrar os ciclos da natureza que, desde sempre, orientaram os agricultores nos seus cultivos, amanhos e granjeios, princípios basilares da Dieta Mediterrânica enquanto modelo de vida sustentável.   Mais do que um simples calendário de iniciativas, a Agenda DM afirma-se como uma publicação de referência que propõe uma autêntica viagem cultural, gastronómica e territorial, convidando a descobrir, saborear e experienciar a Dieta Mediterrânica nas suas múltiplas dimensões.

  • Published On: 08/07/2026

    O mundo rural continua a ser um dos pilares mais determinantes para a concretização da Agenda 2030 e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Foi este o entendimento que levou a Assembleia Geral das Nações Unidas a instituir, em setembro de 2024, o Dia Mundial do Desenvolvimento Rural, a assinalar anualmente a 6 de julho.   Na resolução que consagra esta data, a ONU sublinha que a erradicação da pobreza e da fome nas zonas rurais é indispensável para o desenvolvimento sustentável, e que este deve ser prosseguido através de uma abordagem integrada, que cruze as dimensões económica, social e ambiental. O documento destaca ainda o papel central das mulheres rurais, das organizações de agricultores, das comunidades locais e das instituições de base comunitária, como cooperativas, na promoção da segurança alimentar, da inclusão financeira digital e da criação de emprego e de empresas nos territórios rurais.   Para a Região Centro de Portugal, marcada por uma extensa base territorial rural e por uma agricultura diversa e identitária, esta efeméride assume um significado particular. É no quotidiano dos territórios rurais que se joga grande parte dos desafios da renovação geracional, da fixação de população, da valorização da produção local e da salvaguarda do património alimentar e cultural, dimensões que têm norteado o trabalho da Unidade de Desenvolvimento Rural e Agroalimentar (UDRA) da CCDR Centro, I.P.   O desenvolvimento rural não é um tema periférico: é uma condição para a coesão territorial, para a segurança alimentar e para a sustentabilidade da Região Centro. Esta é também uma data para reconhecer o trabalho de quem, todos os dias, nas explorações agrícolas, nas organizações de produtores e nas comunidades rurais, sustenta os territórios do interior.   A CCDR Centro reitera o seu compromisso com os territórios rurais da região, através dos instrumentos e projetos em curso, de que são exemplo a Agenda de Valorização e Salvaguarda da Dieta Mediterrânica no Centro e a articulação permanente com as organizações de produtores, os municípios e as comunidades intermunicipais da região.   Saiba mais sobre a Resolução 78/326 da Assembleia Geral das Nações Unidas, que institui o Dia Mundial do Desenvolvimento Rural. Resolução 78_326 da Assembleia Geral da ONU que implementa o Dia Mundial do Desenvolvimento Rural _ ONU [en]  

  • Published On: 03/07/2026

    No âmbito do AKIS – Sistema de Conhecimento e Inovação da Agricultura, a DGADR – Direção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural, em cooperação com o COTR – Centro de Competências para o Regadio Nacional, promove uma ação de capacitação dedicada ao tema "Uso Eficiente da Água de Rega em Contexto de Escassez".   O objetivo desta ação é capacitar os participantes para a gestão eficiente da água de rega em contextos de escassez hídrica, através da compreensão dos fatores que influenciam as necessidades hídricas das culturas, da utilização de informação agrometeorológica, da monitorização do solo e das culturas, da avaliação do desempenho dos sistemas de rega e da aplicação de ferramentas de planeamento, gestão e digitalização da rega. Pretende-se ainda promover a adoção de estratégias que aumentem a produtividade da água, apoiem a tomada de decisão e contribuam para uma utilização sustentável dos recursos hídricos na agricultura.   Conteúdos programáticos: Introdução ao Uso Eficiente da Água de Rega Digitalização na Gestão da Rega Agrometeorologia Aplicada à Rega Determinação das Necessidades Hídricas das Culturas Planeamento e Programação da Rega Estratégias de Rega em Contexto de Escassez Monitorização e Apoio à Decisão Avaliação do Desempenho dos Sistemas de Rega Produtividade da Água Casos Práticos e Discussão Destinatários: Técnicos/as com formação superior na área das ciências agrárias, preferencialmente envolvidos/as em serviços de aconselhamento agrícola.   Modalidade e data: Formato: e-learning | webinar Data: 9 de julho de 2026 Horário: 14h30 – 16h30 Inscrição: Os/as interessados/as deverão efetuar a sua inscrição até ao final do dia 8 de julho de 2026, através do Formulário de Inscrição. Consulte, em anexo, o programa.