• Categories: Informação
    Published On: 16/07/2026

    O Programa Regional do Centro (Centro 2030), gerido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I. P. (CCDR Centro), abriu um concurso, com uma dotação de 10 milhões de euros, para apoiar investimentos das empresas focados na economia circular. Estes apoios, do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), visam apoiar as pequenas e médias empresas (PME) em investimentos centrados na reintegração de materiais (resíduos) na produção de novos produtos, no desenvolvimento de novos processos mais ajustados aos princípios da conceção eficiente e sustentável, na redução do consumo de matérias-primas, na adoção de novos modelos de negócio que promovam a circularização, nomeadamente assentes em lógicas “product-as-a-service” ou na adoção de práticas de comércio eletrónico inovadoras que otimizem os circuitos logísticos. O aviso de concurso pode ser consultado em https://centro2030.pt/avisos/.

  • Categories: Cultura, Informação
    Published On: 16/07/2026

    A CCDR Centro apoia o Festival Ti Milha, promovido pela ARCUPS – Associação Recreativa, Cultural e de Promoção Social, no âmbito do Cultura ao Centro 2026 — Apoio à Ação Cultural, através da Medida 2 | Programação/Difusão. A 9.ª edição do festival decorre entre 16 e 19 de julho de 2026, no Parque de Lazer da Ilha, na aldeia da Ilha, município de Pombal. O projeto enquadra-se na tipologia de ação multidisciplinar, integrando áreas como música, dança, cinema, artes visuais e artes circenses. A programação do Festival Ti Milha valoriza a identidade local, com referência à arte do bracejo e aos cantares tradicionais, articulando expressões culturais populares com propostas contemporâneas. O projeto é desenvolvido num contexto associativo e comunitário, com forte participação voluntária da ARCUPS e da população local. O festival prevê um conjunto diversificado de atividades culturais, incluindo atuações musicais, performances artísticas, dança, circo, cinema, artes plásticas, workshops e conversas. Com este apoio, a CCDR Centro reforça o seu compromisso com a valorização dos agentes culturais da região Centro, a diversidade da oferta cultural e a dinamização cultural dos territórios, apoiando projetos que promovem a participação das comunidades na vida cultural.

  • Published On: 15/07/2026

    Em 2025, na Região Centro, assistiu-se a uma diminuição das assimetrias territoriais tendo em conta a dispersão da variação da população dos seus 100 municípios. O Centro continuava a posicionar-se abaixo do valor de Portugal, ainda que tenha diminuído o diferencial face ao ano anterior. Na hierarquia nacional, o Centro assumia a terceira posição, depois do Algarve e da Região Norte. As assimetrias intrarregionais no Centro assumiam a sua expressão máxima na comparação entre Constância, o município cuja população mais cresceu (+2,88%), e Manteigas, o município que mais população perdeu (-1,41%). Estimava-se que residiam, na Região Centro, 2,4 milhões de indivíduos a 31 de dezembro de 2025, ou seja, 21,1% da população residente em Portugal. Comparativamente a 2024, verificou-se um crescimento populacional de 0,57%, superior à variação nacional de 0,32%. A população residente no Centro tem vindo a aumentar nos últimos anos, contrariando a tendência de decréscimo populacional verificada nas décadas anteriores. Ainda assim, desde 2023, tem-se assistido a uma desaceleração do crescimento populacional. Em todas as sub-regiões do Centro, a taxa de crescimento natural foi negativa e a taxa de crescimento migratório positiva, destacando-se os aumentos populacionais verificados no Médio Tejo (+0,88%), no Oeste (+0,86%) e em Viseu Dão Lafões (+0,83%). Estas são algumas das conclusões da última atualização do Barómetro do Centro de Portugal, que pode ser consultado aqui.  Nesta edição, para além da informação sobre a população residente (ficha n.º 14) e a dispersão da variação populacional (ficha n.º 21), foram ainda atualizados os indicadores referentes às exportações de bens (ficha n.º 1) e às empresas gazela (ficha n.º 6). O Barómetro do Centro de Portugal é um elemento de monitorização, produzido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, que tem como objetivo avaliar o progresso alcançado pela Região Centro em termos de crescimento e competitividade, potencial humano, qualidade de vida, coesão e sustentabilidade ambiental e energética. Contempla um conjunto de 25 indicadores-chave, objeto de permanente atualização, que identificam tendências e lacunas de progresso, permitindo desenvolver eventuais ações corretivas e preventivas.

  • Published On: 13/07/2026

    Nos 100 municípios da Região Centro residiam 2,4 milhões de pessoas, em 2025, segundo as Estimativas de População Residente divulgadas recentemente pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), das quais 1,17 milhões eram homens (49%) e 1,24 milhões mulheres (51%). O Centro concentrava, assim, 21,1% da população residente em Portugal, mantendo o peso no total nacional registado nos dois anos anteriores. Comparativamente a 2024, a população do Centro cresceu 0,57% (ou seja, mais 13.611 pessoas do que no ano anterior), superando a variação nacional de 0,32%. Entre 2021 e 2025, o efetivo populacional da região aumentou 160.324 pessoas, traduzindo um acréscimo populacional de 7,1%. A população da Região Centro em 2025 é a segunda maior dos últimos 65 anos (tendo em consideração os valores dos últimos recenseamentos da população, ficando muito próxima dos valores registados em 1960.     O acréscimo populacional no Centro, em 2025, resultou de um crescimento migratório (+1,13%) que mais do que compensou o decréscimo natural (-0,56%). Isto significa que o aumento do número de imigrantes foi superior ao de emigrantes e que superou o saldo natural negativo resultante dos óbitos serem superiores aos nados-vivos. Analisando a evolução populacional recente, observa-se que o crescimento migratório tem justificado, pelo menos desde 2021, o aumento da população residente no Centro (uma vez que o crescimento natural foi sempre negativo). Em 2025, o saldo migratório manteve-se positivo e com um crescimento acima de 1%, apesar de ter desacelerado face aos quatro anos anteriores (onde sobressaem os anos de 2022, 2023 e 2024 com fluxos migratórios excecionalmente elevados).   Face ao ano anterior, o efetivo populacional cresceu na quase totalidade das sub-regiões do Centro, destacando-se o Médio Tejo (+0,88%), o Oeste (+0,86%), Viseu Dão Lafões (0,82%), a Região de Leiria (+0,68%) e a Região de Aveiro (+0,58%), com acréscimos simultaneamente acima das médias regional (0,57%) e nacional (0,32%). Ainda com aumentos populacionais superiores à média do país (mas abaixo da média da região) encontrava-se a Beira Baixa (+0,36%). Apenas nas Beiras e Serra da Estrela se registou um ligeiro decréscimo populacional (-0,17%). Assim, pode-se concluir que, em 2025, apesar de, em todas as sub-regiões do Centro, a taxa de crescimento natural ter sido negativa e a taxa de crescimento migratório positiva, apenas na sub-região Beiras e Serra da Estrela, o movimento migratório positivo não compensou a evolução negativa do saldo natural. Em 2025, as quatro sub-regiões do litoral - Região de Aveiro, Região de Coimbra, Região de Leiria e Oeste – concentravam 66,3% da população total do Centro, valor que aumenta para os 87,6% considerando o Médio Tejo e Viseu Dão Lafões. Os municípios mais populosos da região, com efetivos populacionais acima de 100.000 habitantes, continuam a ser Coimbra, Leiria e Viseu. Se consideramos também os municípios com mais de 50.000 habitantes, passaríamos a abranger mais 11 municípios: Torres Vedras, Aveiro, Figueira da Foz, Alcobaça, Caldas da Rainha, Castelo Branco, Ovar, Pombal, Covilhã, Alenquer e Águeda. Estes 14 municípios concentram praticamente metade da população regional (45,9%). Em 2025, 82 dos [...]

  • Published On: 13/07/2026

    A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro) lança a terceira edição da “Agenda DM – Agenda da Dieta Mediterrânica”, uma revista digital, online no portal da CCDR Centro, que procura valorizar, promover e salvaguardar a Dieta Mediterrânica na Região Centro.   Consulte aqui a Agenda DM – A Dieta Mediterrânica no Centro | Edição de verão.   Esta revista tem quatro edições por ano, fazendo coincidir a sua divulgação com o início de cada nova estação, sendo esta terceira dedicada ao verão. Esta opção reflete a vontade de honrar os ciclos da natureza que, desde sempre, orientaram os agricultores nos seus cultivos, amanhos e granjeios, princípios basilares da Dieta Mediterrânica enquanto modelo de vida sustentável.   Mais do que um simples calendário de iniciativas, a Agenda DM afirma-se como uma publicação de referência que propõe uma autêntica viagem cultural, gastronómica e territorial, convidando a descobrir, saborear e experienciar a Dieta Mediterrânica nas suas múltiplas dimensões.

  • Categories: Fundos Europeus
    Published On: 09/07/2026

    Os beneficiários ganham mais tempo para submeter os seus projetos e demonstrar o impacto dos investimentos europeus no desenvolvimento do país. As candidaturas à 2.ª edição dos Prémios dos Fundos Europeus foram prorrogadas até ao dia 31 de julho. O alargamento do prazo inicial (que terminava a 17 de julho) visa permitir um maior número de submissões por parte dos beneficiários e garantir que nenhum projeto de mérito fique de fora desta montra de reconhecimento. Esta iniciativa é promovida  pela Agência para o Desenvolvimento e Coesão, I.P. (AD&C), no âmbito da Rede de Comunicação do Portugal 2030, contando com o apoio e envolvimento direto das respetivas Autoridades de Gestão. O grande objetivo é reconhecer, premiar e dar visibilidade a boas práticas e a projetos financiados pela União Europeia que demonstrem um impacto transformador nas comunidades e nos territórios em Portugal. Quem se pode candidatar? Podem concorrer a esta edição os projetos cofinanciados não só pelos programas do Portugal 2020 e Portugal 2030, mas também pelo PO APMC, FAMI 2030 e Programas de Cooperação Territorial Europeia nos quais Portugal participe. Os projetos devem encontrar-se totalmente concluídos até à data de abertura do concurso (17 de abril de 2026). Seis categorias temáticas e Escolha do Público Os Prémios estão organizados em seis categorias alinhadas com os objetivos estratégicos da União Europeia, incluindo uma grande novidade este ano: Portugal + Inteligente: Projetos focados em investigação, inovação, digitalização, competitividade empresarial e empreendedorismo. Portugal + Verde: Iniciativas orientadas para a transição ecológica, eficiência energética, economia circular e mobilidade sustentável. Portugal + Conectado: Projetos que potenciem a mobilidade de pessoas e bens e a competitividade dos territórios. Portugal + Social: Intervenções destinadas a melhorar as qualificações, garantir o acesso à saúde e educação, e promover o emprego de qualidade. Portugal + Próximo dos Cidadãos: Iniciativas voltadas para o desenvolvimento local, coesão territorial e meio urbano. Portugal + Cooperação Territorial Europeia (Nova Categoria): Para projetos desenvolvidos no âmbito do Interreg que promovam parcerias de sucesso entre entidades portuguesas e de outros Estados-Membros. Adicionalmente, será atribuída a distinção Escolha do Público, permitindo que os cidadãos votem diretamente no seu projeto finalista favorito através de uma plataforma online dedicada. Calendário e Benefícios Os finalistas selecionados pelo júri serão anunciados até ao dia 2 de outubro de 2026, momento em que abrirá a votação pública. A grande revelação dos vencedores e a respetiva entrega de prémios acontecerá na gala oficial integrada na 3.ª edição da Mostra dos Fundos Europeus. Todos os projetos finalistas beneficiarão de uma forte campanha de comunicação e exposição mediática, associando as suas marcas a uma chancela de mérito e excelência a nível nacional e europeu. Aproveite o tempo extra! As submissões devem ser efetuadas até às 23h59 do dia 31 de julho no site oficial da iniciativa. Consulte o regulamento e submeta a sua candidatura no site oficial dos Prémios dos Fundos Europeus.

  • Published On: 08/07/2026

    Na mais recente edição do Índice Sintético de Desenvolvimento Regional, divulgada pelo Instituto Nacional de Estatística a 15 de junho de 2026, apenas cinco das 26 sub-regiões NUTS III do país superavam a média nacional, destacando-se, no Centro, a Região de Coimbra (101,09), que ocupava o terceiro lugar da hierarquia nacional, seguida da Região de Aveiro (100,97), no quarto lugar. A Grande Lisboa apresentava o índice mais elevado (107,83), seguindo-se a Área Metropolitana do Porto (103,10), ocupando o Alto Minho a quinta posição (100,49). Abaixo da média do país, mas bem posicionada na hierarquia nacional evidenciava-se também a Região de Leiria (7.ª posição, com um índice de 99,65). As sub-regiões Beiras e Serra da Estrela (96,61) e Médio Tejo (96,18) ocupavam a 12.ª e 13.º posição, respetivamente, seguindo-se o Oeste (95,35) e Viseu Dão Lafões (95,07), nas 15.ª e 16.ª posição, respetivamente. A Beira Baixa ocupava a 22.ª posição (92,67) entre as 26 sub-regiões do país. O Índice Sintético de Desenvolvimento Regional (ISDR) privilegia uma visão multidimensional do desenvolvimento regional, estruturando-o em três dimensões: competitividade, coesão e qualidade ambiental. O ISDR é calculado anualmente para as sub-regiões NUTS III do país, com base numa matriz de 65 indicadores estatísticos que, depois de tratados, originam quatro indicadores compósitos: competitividade, coesão, qualidade ambiental e índice global de desenvolvimento regional. Estes índices são apresentados por referência ao contexto nacional (Portugal = 100). No índice de competitividade, os resultados de 2024 voltaram a revelar que as sub-regiões com melhor desempenho se concentravam no litoral do Continente. A Região de Aveiro (com um índice de 106,84) era uma das três sub-regiões a superar a média nacional, posicionando-se na segunda posição da hierarquia nacional, atrás da Grande Lisboa (116,69), muito destacada das restantes, mas à frente da Área Metropolitana do Porto (106,64). Na Região Centro, seguia-se a Região de Coimbra (7.ª posição na hierarquia nacional – 94,92), a Região de Leiria (9.ª posição – 94,70) e as sub-regiões do Oeste (91,80), Viseu Dão Lafões (90,89) e Beiras e Serra da Estrela (90,30) nas 13.ª, 14.ª e 15.ª posição, respetivamente. A Beira Baixa era a NUTS III do Centro com o índice mais baixo (22.ª posição – 86,13). Na dimensão da coesão, os resultados refletem um retrato territorial um pouco mais equilibrado do que o observado para a competitividade, na medida em que nove sub-regiões superavam a média nacional, ainda que sejam maioritariamente territórios do litoral continental. A Região de Coimbra (106,20) apresentava o segundo melhor desempenho no índice de coesão, após a Grande Lisboa (108,80), posicionando-se à frente do Cávado (104,25), da Área Metropolitana do Porto (102,22), do Alentejo Central (102,20) e de mais três sub-regiões do Centro: o Médio Tejo (101,87 – 6.ª posição), a Região de Leiria (101,82 – 7.ª posição) e a Região de Aveiro (101,13 – 9.ª posição). A Beira Baixa voltava a apresentar o índice mais baixo entre as oito sub-regiões do Centro (90,58), situando-se na 20.ª posição da hierarquia nacional. No índice da qualidade ambiental, as sub-regiões com melhor [...]

  • Published On: 07/07/2026

    No primeiro trimestre de 2026, os edifícios concluídos aumentaram 4,2% na Região Centro, em termos homólogos, superando a evolução nacional de 1,5% e prosseguindo o crescimento dos dois trimestres precedentes. Também o mercado de trabalho, as saídas de bens do comércio internacional e os créditos concedidos às empresas e para habitação e consumo observaram evoluções homólogas favoráveis. Em contraste, as constituições e ações de insolvência de empresas, os indicadores do licenciamento e a atividade turística observaram contrações homólogas neste trimestre. Já a inflação acelerou face ao trimestre homólogo e aos trimestres anteriores. Estas são algumas das conclusões do n.º 70 do “Centro de Portugal – Boletim Trimestral”, publicação que analisa a evolução conjuntural da região Centro. No primeiro trimestre de 2026, o Produto Interno Bruto registou um crescimento homólogo real de 2,3%, justificado pelo contributo positivo da procura interna que superou o contributo negativo da procura externa líquida. A taxa de desemprego nacional foi de 6,1%, valor acima do observado no período anterior, mas inferior ao do período homólogo. Já o nível de preços permaneceu nos 2,2%, tendo desacelerado em relação ao mesmo trimestre de 2025. A confiança dos consumidores piorou, enquanto o indicador de clima económico permaneceu positivo e superou o valor do trimestre homólogo. O euro reforçou a valorização face ao dólar registada nos trimestres anteriores, contrariando a depreciação verificada no período homólogo. Relativamente à Região Centro, continuou a assistir-se a uma evolução favorável do mercado de trabalho regional, decorrente dos aumentos das taxas de atividade e de emprego e da diminuição do desemprego. Já o salário médio líquido mensal dos trabalhadores por conta de outrem voltou a aumentar face a igual período do ano anterior, o que se verifica há mais de dois anos consecutivos. No setor empresarial regional registaram-se diminuições homólogas nas constituições e nas ações de insolvência de empresas, por contraste com o país, que aumentou em ambas as variáveis. Os empréstimos concedidos às empresas aumentaram na região, o que já não sucedia desde meados de 2021. Também o peso regional dos empréstimos vencidos no total dos concedidos aumentou face ao mesmo trimestre do ano de 2025. O setor da construção regional apresentou uma evolução homóloga positiva das obras concluídas, com exceção dos novos fogos para habitação familiar, enquanto o licenciamento evoluiu negativamente. A nível nacional, todos os indicadores das obras concluídas evoluíram favoravelmente, por contraste com o licenciamento que decresceu. Relativamente à evolução dos empréstimos à habitação em termos homólogos reais, o crédito concedido para habitação continuou a acelerar, enquanto os empréstimos vencidos registaram nova quebra significativa. Na atividade turística, os hóspedes, as dormidas e os proveitos dos estabelecimentos de alojamento turístico diminuíram na região, contrariando a tendência de crescimento que se verificava nos trimestres anteriores. Já a estada média na região manteve-se inalterada face a igual período do ano anterior. O comércio internacional de bens evoluiu positivamente na região, decorrente do crescimento homólogo real das saídas e das entradas de bens. A variação regional das saídas reflete o contributo positivo tanto do [...]

  • Categories: Informação
    Published On: 06/07/2026

    A CCDR Centro, através do seu presidente, José Ribau Esteves, manifesta o seu profundo pesar pelo falecimento do Dr. António Júlio Veiga Simão, funcionário em funções, da CCDR Centro, que ocupou os cargos de vice-presidente (2015-2019) e presidente em suplência (2019) da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro. Uma notícia muito triste para a CCDR Centro, onde será sempre recordado com saudade e com um registo de reconhecimento e agradecimento pelo seu trabalho e pela sua vida. Licenciado em Geografia, pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, e pós-graduado em Planeamento Territorial e Desenho Urbano, na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, era especialista em Sistemas de Informação Geográfica. A sua dedicação ao ambiente e ao ordenamento do território é amplamente conhecida e respeitada na Região Centro e no País. O velório realiza-se amanhã, 7 de julho, a partir das 10h00, na Igreja de Nossa Senhora de Lourdes. O funeral realiza-se às 17h00. À sua família e amigos, a CCDR Centro endereça as mais sentidas condolências. 

  • Categories: Informação
    Published On: 16/07/2026

    O Programa Regional do Centro (Centro 2030), gerido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I. P. (CCDR Centro), abriu um concurso, com uma dotação de 10 milhões de euros, para apoiar investimentos das empresas focados na economia circular. Estes apoios, do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), visam apoiar as pequenas e médias empresas (PME) em investimentos centrados na reintegração de materiais (resíduos) na produção de novos produtos, no desenvolvimento de novos processos mais ajustados aos princípios da conceção eficiente e sustentável, na redução do consumo de matérias-primas, na adoção de novos modelos de negócio que promovam a circularização, nomeadamente assentes em lógicas “product-as-a-service” ou na adoção de práticas de comércio eletrónico inovadoras que otimizem os circuitos logísticos. O aviso de concurso pode ser consultado em https://centro2030.pt/avisos/.

  • Categories: Cultura, Informação
    Published On: 16/07/2026

    A CCDR Centro apoia o Festival Ti Milha, promovido pela ARCUPS – Associação Recreativa, Cultural e de Promoção Social, no âmbito do Cultura ao Centro 2026 — Apoio à Ação Cultural, através da Medida 2 | Programação/Difusão. A 9.ª edição do festival decorre entre 16 e 19 de julho de 2026, no Parque de Lazer da Ilha, na aldeia da Ilha, município de Pombal. O projeto enquadra-se na tipologia de ação multidisciplinar, integrando áreas como música, dança, cinema, artes visuais e artes circenses. A programação do Festival Ti Milha valoriza a identidade local, com referência à arte do bracejo e aos cantares tradicionais, articulando expressões culturais populares com propostas contemporâneas. O projeto é desenvolvido num contexto associativo e comunitário, com forte participação voluntária da ARCUPS e da população local. O festival prevê um conjunto diversificado de atividades culturais, incluindo atuações musicais, performances artísticas, dança, circo, cinema, artes plásticas, workshops e conversas. Com este apoio, a CCDR Centro reforça o seu compromisso com a valorização dos agentes culturais da região Centro, a diversidade da oferta cultural e a dinamização cultural dos territórios, apoiando projetos que promovem a participação das comunidades na vida cultural.

  • Published On: 15/07/2026

    Em 2025, na Região Centro, assistiu-se a uma diminuição das assimetrias territoriais tendo em conta a dispersão da variação da população dos seus 100 municípios. O Centro continuava a posicionar-se abaixo do valor de Portugal, ainda que tenha diminuído o diferencial face ao ano anterior. Na hierarquia nacional, o Centro assumia a terceira posição, depois do Algarve e da Região Norte. As assimetrias intrarregionais no Centro assumiam a sua expressão máxima na comparação entre Constância, o município cuja população mais cresceu (+2,88%), e Manteigas, o município que mais população perdeu (-1,41%). Estimava-se que residiam, na Região Centro, 2,4 milhões de indivíduos a 31 de dezembro de 2025, ou seja, 21,1% da população residente em Portugal. Comparativamente a 2024, verificou-se um crescimento populacional de 0,57%, superior à variação nacional de 0,32%. A população residente no Centro tem vindo a aumentar nos últimos anos, contrariando a tendência de decréscimo populacional verificada nas décadas anteriores. Ainda assim, desde 2023, tem-se assistido a uma desaceleração do crescimento populacional. Em todas as sub-regiões do Centro, a taxa de crescimento natural foi negativa e a taxa de crescimento migratório positiva, destacando-se os aumentos populacionais verificados no Médio Tejo (+0,88%), no Oeste (+0,86%) e em Viseu Dão Lafões (+0,83%). Estas são algumas das conclusões da última atualização do Barómetro do Centro de Portugal, que pode ser consultado aqui.  Nesta edição, para além da informação sobre a população residente (ficha n.º 14) e a dispersão da variação populacional (ficha n.º 21), foram ainda atualizados os indicadores referentes às exportações de bens (ficha n.º 1) e às empresas gazela (ficha n.º 6). O Barómetro do Centro de Portugal é um elemento de monitorização, produzido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, que tem como objetivo avaliar o progresso alcançado pela Região Centro em termos de crescimento e competitividade, potencial humano, qualidade de vida, coesão e sustentabilidade ambiental e energética. Contempla um conjunto de 25 indicadores-chave, objeto de permanente atualização, que identificam tendências e lacunas de progresso, permitindo desenvolver eventuais ações corretivas e preventivas.

  • Published On: 13/07/2026

    Nos 100 municípios da Região Centro residiam 2,4 milhões de pessoas, em 2025, segundo as Estimativas de População Residente divulgadas recentemente pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), das quais 1,17 milhões eram homens (49%) e 1,24 milhões mulheres (51%). O Centro concentrava, assim, 21,1% da população residente em Portugal, mantendo o peso no total nacional registado nos dois anos anteriores. Comparativamente a 2024, a população do Centro cresceu 0,57% (ou seja, mais 13.611 pessoas do que no ano anterior), superando a variação nacional de 0,32%. Entre 2021 e 2025, o efetivo populacional da região aumentou 160.324 pessoas, traduzindo um acréscimo populacional de 7,1%. A população da Região Centro em 2025 é a segunda maior dos últimos 65 anos (tendo em consideração os valores dos últimos recenseamentos da população, ficando muito próxima dos valores registados em 1960.     O acréscimo populacional no Centro, em 2025, resultou de um crescimento migratório (+1,13%) que mais do que compensou o decréscimo natural (-0,56%). Isto significa que o aumento do número de imigrantes foi superior ao de emigrantes e que superou o saldo natural negativo resultante dos óbitos serem superiores aos nados-vivos. Analisando a evolução populacional recente, observa-se que o crescimento migratório tem justificado, pelo menos desde 2021, o aumento da população residente no Centro (uma vez que o crescimento natural foi sempre negativo). Em 2025, o saldo migratório manteve-se positivo e com um crescimento acima de 1%, apesar de ter desacelerado face aos quatro anos anteriores (onde sobressaem os anos de 2022, 2023 e 2024 com fluxos migratórios excecionalmente elevados).   Face ao ano anterior, o efetivo populacional cresceu na quase totalidade das sub-regiões do Centro, destacando-se o Médio Tejo (+0,88%), o Oeste (+0,86%), Viseu Dão Lafões (0,82%), a Região de Leiria (+0,68%) e a Região de Aveiro (+0,58%), com acréscimos simultaneamente acima das médias regional (0,57%) e nacional (0,32%). Ainda com aumentos populacionais superiores à média do país (mas abaixo da média da região) encontrava-se a Beira Baixa (+0,36%). Apenas nas Beiras e Serra da Estrela se registou um ligeiro decréscimo populacional (-0,17%). Assim, pode-se concluir que, em 2025, apesar de, em todas as sub-regiões do Centro, a taxa de crescimento natural ter sido negativa e a taxa de crescimento migratório positiva, apenas na sub-região Beiras e Serra da Estrela, o movimento migratório positivo não compensou a evolução negativa do saldo natural. Em 2025, as quatro sub-regiões do litoral - Região de Aveiro, Região de Coimbra, Região de Leiria e Oeste – concentravam 66,3% da população total do Centro, valor que aumenta para os 87,6% considerando o Médio Tejo e Viseu Dão Lafões. Os municípios mais populosos da região, com efetivos populacionais acima de 100.000 habitantes, continuam a ser Coimbra, Leiria e Viseu. Se consideramos também os municípios com mais de 50.000 habitantes, passaríamos a abranger mais 11 municípios: Torres Vedras, Aveiro, Figueira da Foz, Alcobaça, Caldas da Rainha, Castelo Branco, Ovar, Pombal, Covilhã, Alenquer e Águeda. Estes 14 municípios concentram praticamente metade da população regional (45,9%). Em 2025, 82 dos [...]

  • Published On: 13/07/2026

    A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro) lança a terceira edição da “Agenda DM – Agenda da Dieta Mediterrânica”, uma revista digital, online no portal da CCDR Centro, que procura valorizar, promover e salvaguardar a Dieta Mediterrânica na Região Centro.   Consulte aqui a Agenda DM – A Dieta Mediterrânica no Centro | Edição de verão.   Esta revista tem quatro edições por ano, fazendo coincidir a sua divulgação com o início de cada nova estação, sendo esta terceira dedicada ao verão. Esta opção reflete a vontade de honrar os ciclos da natureza que, desde sempre, orientaram os agricultores nos seus cultivos, amanhos e granjeios, princípios basilares da Dieta Mediterrânica enquanto modelo de vida sustentável.   Mais do que um simples calendário de iniciativas, a Agenda DM afirma-se como uma publicação de referência que propõe uma autêntica viagem cultural, gastronómica e territorial, convidando a descobrir, saborear e experienciar a Dieta Mediterrânica nas suas múltiplas dimensões.

  • Categories: Fundos Europeus
    Published On: 09/07/2026

    Os beneficiários ganham mais tempo para submeter os seus projetos e demonstrar o impacto dos investimentos europeus no desenvolvimento do país. As candidaturas à 2.ª edição dos Prémios dos Fundos Europeus foram prorrogadas até ao dia 31 de julho. O alargamento do prazo inicial (que terminava a 17 de julho) visa permitir um maior número de submissões por parte dos beneficiários e garantir que nenhum projeto de mérito fique de fora desta montra de reconhecimento. Esta iniciativa é promovida  pela Agência para o Desenvolvimento e Coesão, I.P. (AD&C), no âmbito da Rede de Comunicação do Portugal 2030, contando com o apoio e envolvimento direto das respetivas Autoridades de Gestão. O grande objetivo é reconhecer, premiar e dar visibilidade a boas práticas e a projetos financiados pela União Europeia que demonstrem um impacto transformador nas comunidades e nos territórios em Portugal. Quem se pode candidatar? Podem concorrer a esta edição os projetos cofinanciados não só pelos programas do Portugal 2020 e Portugal 2030, mas também pelo PO APMC, FAMI 2030 e Programas de Cooperação Territorial Europeia nos quais Portugal participe. Os projetos devem encontrar-se totalmente concluídos até à data de abertura do concurso (17 de abril de 2026). Seis categorias temáticas e Escolha do Público Os Prémios estão organizados em seis categorias alinhadas com os objetivos estratégicos da União Europeia, incluindo uma grande novidade este ano: Portugal + Inteligente: Projetos focados em investigação, inovação, digitalização, competitividade empresarial e empreendedorismo. Portugal + Verde: Iniciativas orientadas para a transição ecológica, eficiência energética, economia circular e mobilidade sustentável. Portugal + Conectado: Projetos que potenciem a mobilidade de pessoas e bens e a competitividade dos territórios. Portugal + Social: Intervenções destinadas a melhorar as qualificações, garantir o acesso à saúde e educação, e promover o emprego de qualidade. Portugal + Próximo dos Cidadãos: Iniciativas voltadas para o desenvolvimento local, coesão territorial e meio urbano. Portugal + Cooperação Territorial Europeia (Nova Categoria): Para projetos desenvolvidos no âmbito do Interreg que promovam parcerias de sucesso entre entidades portuguesas e de outros Estados-Membros. Adicionalmente, será atribuída a distinção Escolha do Público, permitindo que os cidadãos votem diretamente no seu projeto finalista favorito através de uma plataforma online dedicada. Calendário e Benefícios Os finalistas selecionados pelo júri serão anunciados até ao dia 2 de outubro de 2026, momento em que abrirá a votação pública. A grande revelação dos vencedores e a respetiva entrega de prémios acontecerá na gala oficial integrada na 3.ª edição da Mostra dos Fundos Europeus. Todos os projetos finalistas beneficiarão de uma forte campanha de comunicação e exposição mediática, associando as suas marcas a uma chancela de mérito e excelência a nível nacional e europeu. Aproveite o tempo extra! As submissões devem ser efetuadas até às 23h59 do dia 31 de julho no site oficial da iniciativa. Consulte o regulamento e submeta a sua candidatura no site oficial dos Prémios dos Fundos Europeus.

  • Published On: 08/07/2026

    Na mais recente edição do Índice Sintético de Desenvolvimento Regional, divulgada pelo Instituto Nacional de Estatística a 15 de junho de 2026, apenas cinco das 26 sub-regiões NUTS III do país superavam a média nacional, destacando-se, no Centro, a Região de Coimbra (101,09), que ocupava o terceiro lugar da hierarquia nacional, seguida da Região de Aveiro (100,97), no quarto lugar. A Grande Lisboa apresentava o índice mais elevado (107,83), seguindo-se a Área Metropolitana do Porto (103,10), ocupando o Alto Minho a quinta posição (100,49). Abaixo da média do país, mas bem posicionada na hierarquia nacional evidenciava-se também a Região de Leiria (7.ª posição, com um índice de 99,65). As sub-regiões Beiras e Serra da Estrela (96,61) e Médio Tejo (96,18) ocupavam a 12.ª e 13.º posição, respetivamente, seguindo-se o Oeste (95,35) e Viseu Dão Lafões (95,07), nas 15.ª e 16.ª posição, respetivamente. A Beira Baixa ocupava a 22.ª posição (92,67) entre as 26 sub-regiões do país. O Índice Sintético de Desenvolvimento Regional (ISDR) privilegia uma visão multidimensional do desenvolvimento regional, estruturando-o em três dimensões: competitividade, coesão e qualidade ambiental. O ISDR é calculado anualmente para as sub-regiões NUTS III do país, com base numa matriz de 65 indicadores estatísticos que, depois de tratados, originam quatro indicadores compósitos: competitividade, coesão, qualidade ambiental e índice global de desenvolvimento regional. Estes índices são apresentados por referência ao contexto nacional (Portugal = 100). No índice de competitividade, os resultados de 2024 voltaram a revelar que as sub-regiões com melhor desempenho se concentravam no litoral do Continente. A Região de Aveiro (com um índice de 106,84) era uma das três sub-regiões a superar a média nacional, posicionando-se na segunda posição da hierarquia nacional, atrás da Grande Lisboa (116,69), muito destacada das restantes, mas à frente da Área Metropolitana do Porto (106,64). Na Região Centro, seguia-se a Região de Coimbra (7.ª posição na hierarquia nacional – 94,92), a Região de Leiria (9.ª posição – 94,70) e as sub-regiões do Oeste (91,80), Viseu Dão Lafões (90,89) e Beiras e Serra da Estrela (90,30) nas 13.ª, 14.ª e 15.ª posição, respetivamente. A Beira Baixa era a NUTS III do Centro com o índice mais baixo (22.ª posição – 86,13). Na dimensão da coesão, os resultados refletem um retrato territorial um pouco mais equilibrado do que o observado para a competitividade, na medida em que nove sub-regiões superavam a média nacional, ainda que sejam maioritariamente territórios do litoral continental. A Região de Coimbra (106,20) apresentava o segundo melhor desempenho no índice de coesão, após a Grande Lisboa (108,80), posicionando-se à frente do Cávado (104,25), da Área Metropolitana do Porto (102,22), do Alentejo Central (102,20) e de mais três sub-regiões do Centro: o Médio Tejo (101,87 – 6.ª posição), a Região de Leiria (101,82 – 7.ª posição) e a Região de Aveiro (101,13 – 9.ª posição). A Beira Baixa voltava a apresentar o índice mais baixo entre as oito sub-regiões do Centro (90,58), situando-se na 20.ª posição da hierarquia nacional. No índice da qualidade ambiental, as sub-regiões com melhor [...]

  • Published On: 07/07/2026

    No primeiro trimestre de 2026, os edifícios concluídos aumentaram 4,2% na Região Centro, em termos homólogos, superando a evolução nacional de 1,5% e prosseguindo o crescimento dos dois trimestres precedentes. Também o mercado de trabalho, as saídas de bens do comércio internacional e os créditos concedidos às empresas e para habitação e consumo observaram evoluções homólogas favoráveis. Em contraste, as constituições e ações de insolvência de empresas, os indicadores do licenciamento e a atividade turística observaram contrações homólogas neste trimestre. Já a inflação acelerou face ao trimestre homólogo e aos trimestres anteriores. Estas são algumas das conclusões do n.º 70 do “Centro de Portugal – Boletim Trimestral”, publicação que analisa a evolução conjuntural da região Centro. No primeiro trimestre de 2026, o Produto Interno Bruto registou um crescimento homólogo real de 2,3%, justificado pelo contributo positivo da procura interna que superou o contributo negativo da procura externa líquida. A taxa de desemprego nacional foi de 6,1%, valor acima do observado no período anterior, mas inferior ao do período homólogo. Já o nível de preços permaneceu nos 2,2%, tendo desacelerado em relação ao mesmo trimestre de 2025. A confiança dos consumidores piorou, enquanto o indicador de clima económico permaneceu positivo e superou o valor do trimestre homólogo. O euro reforçou a valorização face ao dólar registada nos trimestres anteriores, contrariando a depreciação verificada no período homólogo. Relativamente à Região Centro, continuou a assistir-se a uma evolução favorável do mercado de trabalho regional, decorrente dos aumentos das taxas de atividade e de emprego e da diminuição do desemprego. Já o salário médio líquido mensal dos trabalhadores por conta de outrem voltou a aumentar face a igual período do ano anterior, o que se verifica há mais de dois anos consecutivos. No setor empresarial regional registaram-se diminuições homólogas nas constituições e nas ações de insolvência de empresas, por contraste com o país, que aumentou em ambas as variáveis. Os empréstimos concedidos às empresas aumentaram na região, o que já não sucedia desde meados de 2021. Também o peso regional dos empréstimos vencidos no total dos concedidos aumentou face ao mesmo trimestre do ano de 2025. O setor da construção regional apresentou uma evolução homóloga positiva das obras concluídas, com exceção dos novos fogos para habitação familiar, enquanto o licenciamento evoluiu negativamente. A nível nacional, todos os indicadores das obras concluídas evoluíram favoravelmente, por contraste com o licenciamento que decresceu. Relativamente à evolução dos empréstimos à habitação em termos homólogos reais, o crédito concedido para habitação continuou a acelerar, enquanto os empréstimos vencidos registaram nova quebra significativa. Na atividade turística, os hóspedes, as dormidas e os proveitos dos estabelecimentos de alojamento turístico diminuíram na região, contrariando a tendência de crescimento que se verificava nos trimestres anteriores. Já a estada média na região manteve-se inalterada face a igual período do ano anterior. O comércio internacional de bens evoluiu positivamente na região, decorrente do crescimento homólogo real das saídas e das entradas de bens. A variação regional das saídas reflete o contributo positivo tanto do [...]

  • Categories: Informação
    Published On: 06/07/2026

    A CCDR Centro, através do seu presidente, José Ribau Esteves, manifesta o seu profundo pesar pelo falecimento do Dr. António Júlio Veiga Simão, funcionário em funções, da CCDR Centro, que ocupou os cargos de vice-presidente (2015-2019) e presidente em suplência (2019) da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro. Uma notícia muito triste para a CCDR Centro, onde será sempre recordado com saudade e com um registo de reconhecimento e agradecimento pelo seu trabalho e pela sua vida. Licenciado em Geografia, pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, e pós-graduado em Planeamento Territorial e Desenho Urbano, na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, era especialista em Sistemas de Informação Geográfica. A sua dedicação ao ambiente e ao ordenamento do território é amplamente conhecida e respeitada na Região Centro e no País. O velório realiza-se amanhã, 7 de julho, a partir das 10h00, na Igreja de Nossa Senhora de Lourdes. O funeral realiza-se às 17h00. À sua família e amigos, a CCDR Centro endereça as mais sentidas condolências.