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Foi aberto o procedimento de classificação de âmbito nacional das Gravuras Rupestres de Vide, localizadas na serra do Açor, na União das Freguesias de Vide e Cabeça, concelho de Seia, distrito da Guarda. A abertura do procedimento foi determinada através do Anúncio nº 122/2026, no Diário da República, 2.ª série, n.º 103, de 28 de maio de 2026. O processo abrange os núcleos conhecidos como Gravuras do Carvalhinho, Gravuras das Ferraduras, Gravuras da Abelheira, Gravuras das Fontes e Gravuras da Ribeira, testemunhos arqueológicos associados à presença humana neste território da serra do Açor. Estes painéis encontram-se dispersos pela área geográfica da serra do Açor e incluem motivos geométrico-simbólicos e figuras antropomórficas esquemáticas, integrando uma das áreas relevantes da arte rupestre da Península Ibérica. As gravuras encontram-se agora em vias de classificação, ficando abrangidas por uma zona geral de proteção de 50 metros, contados a partir dos seus limites externos. Consulte os elementos relevantes aqui.
O Relatório do Estado das Culturas e Previsão de Colheitas referente ao mês de maio de 2026, na área de influência da CCDR Centro, encontra-se disponível para consulta. Este documento fornece uma análise detalhada sobre o estado das culturas e as previsões de colheitas na região. O Estado das Culturas e Previsão de Colheitas (ECPC) é um projeto mensal que tem como principal objetivo recolher e disponibilizar informação previsional sobre áreas cultivadas, rendimentos e produções das principais culturas agrícolas. Trata-se de uma ferramenta essencial para agricultores, técnicos e todos os interessados no setor agrícola, na medida em que lhes permite planear e gerir as atividades agrícolas de forma mais eficaz. Para obter mais informações, consulte o relatório completo aqui e fique a par das últimas atualizações sobre o estado das culturas na região.
Com o lema “Cultura à sua Porta”, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro) está a percorrer a Região para apoiar os municípios e reforçar a proximidade no domínio da cultura e do património cultural. Através de reuniões realizadas nos próprios municípios, a Unidade de Cultura da CCDR Centro procura criar um espaço de diálogo, reflexão e partilha, permitindo identificar necessidades e oportunidades. Trata-se de ação de proximidade técnica que pretende contribuir para um conhecimento mais aprofundado das realidades culturais locais e para o desenvolvimento de políticas culturais ajustadas às especificidades de cada território. A iniciativa “Cultura à Sua Porta” pretende abranger progressivamente toda a Região Centro, consolidando uma rede de trabalho de proximidade entre a CCDR Centro e todos os municípios. Desde o lançamento desta iniciativa, em março deste ano, já foram realizadas reuniões técnicas nos municípios de Castanheira de Pera, Vouzela, Oleiros, Fundão, São Pedro do Sul e Guarda. O balanço destas primeiras ações é muito positivo, refletindo a forte recetividade dos municípios e a importância da proximidade, da escuta ativa e da cooperação institucional para o fortalecimento das políticas culturais locais. “Cultura à sua Porta” no seu município Os municípios interessados em receber esta visita técnica poderão contactar a Unidade de Cultura da CCDR Centro através do endereço eletrónico cultura@ccdrc.pt ou do telefone 239 400 100. Durante as sessões são analisados diversos aspetos relacionados com a realidade cultural de cada município, nomeadamente a organização dos serviços culturais, as estratégias e prioridades de intervenção, os agentes culturais e o tecido associativo, os equipamentos e infraestruturas culturais, o património cultural material e imaterial, bem como as necessidades de financiamento, capacitação e planeamento. A iniciativa contempla igualmente apoio técnico especializado em matérias relacionadas com a salvaguarda do património cultural, incluindo projetos e intervenções promovidos pelos municípios, processos de classificação de bens culturais imóveis, inventariação e registo de manifestações culturais no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial, gestão de espólios e depósitos arqueológicos, bem como ações de valorização e planeamento patrimonial. Porque cada território tem uma cultura própria, a Cultura vai ao seu encontro.
A Região Centro conta com 159 empresas Gazela, que empregam 4.604 trabalhadores. Estas empresas, localizadas em 49 municípios da Região, serão homenageadas pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro), no dia 18 de junho de 2026, no Município da Guarda. O apuramento das Empresas Gazela é realizado anualmente pela CCDR Centro e visa reconhecer empresas jovens que, num curto espaço de tempo, apresentam ritmos de crescimento muito acima da média, nomeadamente no que diz respeito ao emprego e volume de negócios. De acordo com o estudo efetuado pela CCDR Centro, destacam-se os seguintes aspetos: Em 2025, foram identificadas 159 empresas Gazela na Região Centro. O apuramento de 2025 mantém-se, pelo quarto ano consecutivo e pela sexta vez, acima da centena de empresas identificadas, correspondendo também ao segundo maior valor de toda a série (que se iniciou em 2012). Mantém-se uma presença alargada das empresas Gazela no território regional, com 49 municípios com empresas Gazela. Leiria volta a destacar-se como o município com mais empresas Gazela (16), seguindo-se Torres Vedras (10), Coimbra e Ourém (com nove empresas cada), Aveiro e Viseu (com oito empresas cada) e Caldas da Rainha (com sete empresas). Com seis empresas Gazela surge o município da Figueira da Foz, seguindo-se Castelo Branco e Oliveira do Bairro, com cinco empresas cada, e Águeda, Marinha Grande, Ovar e Pombal, com quatro empresas cada. Com três empresas Gazela surgem Albergaria-a-Velha, Alcobaça, Cadaval, Lourinhã, Montemor-o-Velho, Nazaré, Oliveira do Hospital, Penacova e Tomar. Com duas empresas Gazela apresentam-se Abrantes, Alenquer, Alvaiázere, Bombarral, Castro Daire, Óbidos e Vila Nova da Barquinha. Em 19 municípios existe apenas uma empresa Gazela: Ansião, Arruda dos Vinhos, Batalha, Condeixa-a-Nova, Covilhã, Estarreja, Fundão, Gouveia, Guarda, Idanha-a-Nova, Ílhavo, Lousã, Mangualde, Oliveira de Frades, Tondela, Torres Novas, Vagos, Vila Velha de Rodão e Vouzela. Em termos sub-regionais, destaca-se o Oeste (36 empresas), seguido da Região de Leiria (28), da Região de Aveiro (27), da Região de Coimbra (26), do Médio Tejo (17), de Viseu Dão Lafões (14), da Beira Baixa (7) e das Beiras e Serra da Estrela (4). A maioria das empresas Gazela (74%) continua concentrada nas quatro sub-regiões do litoral da Região Centro, o que decorre de uma maior densidade de empresas e, consequentemente, de uma maior dinamização empresarial nesses territórios. As 159 empresas Gazela 2025 evidenciam um crescimento expressivo no emprego, passando de 1.406 postos de trabalho, em 2021, para 4.604, em 2024, o que representa um aumento de mais do triplo, no período analisado. Isto traduz que, em média, cada empresa Gazela passou de nove pessoas ao serviço, em 2021, para cerca de 29, em 2024. O volume de negócios global das empresas Gazela 2025 revela um crescimento muito expressivo, tendo aumentado mais de seis vezes entre 2021 e 2024, passando de 70,95 milhões de euros, em 2021, para 433,34 milhões de euros, em 2024. Isto traduz que, em média, cada empresa Gazela passou de um volume de negócios de cerca de 0,4 milhões de euros, em 2021, para 2,7 milhões [...]
A Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova deliberou a abertura do procedimento de classificação da Quinta da Melhora, situada na freguesia de Anobra, como Monumento de Interesse Municipal. A deliberação foi aprovada por unanimidade em reunião ordinária realizada em 30 de março de 2026. O imóvel localiza-se na Quinta da Melhora, junto à Estrada Municipal 605, na freguesia de Anobra, concelho de Condeixa-a-Nova. De acordo com a planta de localização, a área proposta a classificar corresponde a cerca de 4.500 m². Com esta deliberação, a autarquia dá início ao procedimento administrativo de reconhecimento do valor patrimonial do imóvel, nos termos da legislação em vigor. Fotografia: patrimoniocultural.gov.pt
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I. P. (CCDR Centro) promoveu hoje, dia 18 de junho de 2026, em Coimbra, a cerimónia final do Concurso Regional das Hortas Escolares, designado por "Super Horta Escolar", onde foram conhecidas as escolas vencedoras do Ensino Pré-Escolar e do 1.º Ciclo do Ensino Básico. A cerimónia realizou-se nas instalações da Escola Superior Agrária de Coimbra (ESAC). Este concurso tem como objetivo valorizar as hortas escolares como um importante instrumento pedagógico de aprendizagem da alimentação, da natureza, da biodiversidade e do clima. Pretende-se celebrar a criatividade, o empenho e o espírito de equipa das escolas participantes, promovendo práticas sustentáveis e a valorização da agricultura e do mundo rural junto dos mais jovens. Vencedores Ensino Pré-Escolar Prémio Horta Mais Sustentável - Escola Básica José Mattoso, Leiria Prémio Horta com Maior Envolvimento da Comunidade - St. Paul's School, Coimbra Prémio Horta Mais Diversificada - Centro Social Cultural e Recreativo de Paredes do Bairro, Anadia Vencedores 1.º Ciclo do Ensino Básico Prémio Horta Mais Sustentável - Escola Básica de Vinha da Rainha, Soure Prémio Horta Mais Diversificada (ex aequo) - Escola Básica da Solum, Coimbra Prémio Horta Mais Diversificada (ex aequo) - Escola Básica e Secundária João Garcia Bacelar, Tocha - Cantanhede
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro), em colaboração com a Escola Superior Agrária de Coimbra (ESAC), promove, no dia 18 de junho, em Coimbra, a cerimónia final da 2.ª Edição do Concurso Regional das Hortas Escolares – «Super Horta Escolar», onde serão conhecidas as escolas vencedoras do Ensino Pré-Escolar e do 1º Ciclo do Ensino Básico. Os Prémios são atribuídos em três categorias temáticas para cada nível de ensino: · Horta Mais Sustentável – Para a escola que adota práticas ecológicas, como compostagem, reutilização de materiais e cultivo de espécies autóctones. · Horta com Maior Envolvimento da Comunidade – Destaca a horta que mais incentiva a participação ativa de alunos, professores, pais e a comunidade local. · Horta Mais Diversificada – Premeia a escola com a maior variedade de culturas e com um aproveitamento eficiente do espaço e da produção. Este concurso visa valorizar as hortas escolares como um instrumento pedagógico essencial na aprendizagem da alimentação, da natureza, da biodiversidade e do clima. Sob o lema «Cultivar com amor, colher com sabor», esta iniciativa reconhece o papel transformador das hortas em ambiente escolar, promovendo práticas sustentáveis e a valorização da agricultura e do mundo rural junto dos mais jovens. Esta 2.ª Edição registou uma crescente mobilização das escolas da Região Centro, com um número expressivo de candidaturas que demonstra o interesse e o entusiasmo cada vez maior das comunidades educativas por esta temática. O envolvimento de alunos, professores, famílias e parceiros locais é o reflexo de uma aposta coletiva na sustentabilidade e na educação ambiental. Cerimónia final Concurso Regional das Hortas Escolares «Super Horta Escolar» — 2.ª Edição 18 de junho l 14h30m l Anfiteatro H — Escola Superior Agrária de Coimbra (ESAC)
O Palácio do Picadeiro, em Alpedrinha, concelho do Fundão, foi classificado como Monumento de Interesse Público, através da Portaria n.º 256/2026/2, de 20 de maio , publicada no Diário da República, 2.ª série, n.º 97, de 20 de maio de 2026. O diploma fixa também a respetiva Zona Especial de Proteção (ZEP). O imóvel, situado na Rua do Professor João Mesquita Barbosa, acolhe atualmente o Centro de Interpretação das Rotas da Transumância. De acordo com a Portaria, trata-se de um edifício construído nas últimas décadas do século XVIII, sobre uma construção mais antiga conhecida como “Casa Quadrada”, mantendo características da arquitetura solarenga em granito e uma relação marcante com a paisagem envolvente de Alpedrinha e da Serra da Gardunha. A classificação reconhece o valor arquitetónico, urbanístico e patrimonial do Palácio do Picadeiro, bem como a sua relevância para a memória coletiva. A ZEP agora fixada visa salvaguardar o enquadramento urbanístico e paisagístico do imóvel, protegendo as perspetivas de contemplação e a sua bacia visual. A Portaria estabelece ainda duas Áreas de Sensibilidade Arqueológica (ASA), designadas como Zona A e Zona B. Consulte os elementos relevantes aqui. Fotografia: patrimoniocultural.gov.pt
A CCDR Centro promoveu hoje, 15 de junho, em Celorico da Beira, mais uma sessão da iniciativa “Património ao Centro – À conversa com os arqueólogos da Região Centro”, desta vez dedicada ao Acompanhamento Arqueológico, reunindo especialistas, técnicos e participantes em torno de um tema central para a salvaguarda do património cultural. Integrada nas Jornadas Europeias da Arqueologia, a iniciativa decorreu em dois momentos complementares: durante a manhã, com uma visita técnica à Estação Arqueológica de São Gens, orientada pelos arqueólogos António Marques e Catarina Tente e, durante a tarde, com a sessão temática realizada no Auditório da Pousada do Inatel, em Linhares da Beira, com a participação dos arqueólogos da CCDR Centro Gertrudes Branco, Carlos Banha e Mauro Correia, bem como dos convidados Elisa Albuquerque, Marcos Osório, Filipe Pina e António Manuel Silva. Na sessão de abertura, Sofia Carreira, vice-presidente da CCDR Centro, sublinhou a importância deste ciclo de encontros enquanto espaço de proximidade, partilha e trabalho conjunto com o território, destacando que a instituição quer continuar a afirmar uma presença próxima dos municípios, dos profissionais e das comunidades. Na sua intervenção, assinalou ainda que já se encontram em preparação os próximos momentos da iniciativa, com novas sessões previstas para os próximos meses, reforçando a continuidade deste trabalho de contacto direto com o território. A responsável salientou também que esta proximidade traduz uma forma concreta de promover desenvolvimento, coesão e valorização das pessoas, reafirmando o compromisso da CCDR Centro com uma atuação próxima da realidade local e com a criação de espaços de reflexão sobre matérias centrais para a proteção e valorização do património cultural. A escolha de São Gens para esta edição conferiu especial significado à iniciativa. Situada a cerca de dois quilómetros a norte de Celorico da Beira, esta estação arqueológica constitui um local de elevado valor histórico e científico, revelando uma ocupação humana de longa duração. Promovida no âmbito do Património ao Centro, esta iniciativa deu continuidade à estratégia da CCDR Centro de aproximação aos profissionais e agentes que intervêm no território, favorecendo a reflexão conjunta, a divulgação de boas práticas e a valorização do património cultural da Região Centro.
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Foi aberto o procedimento de classificação de âmbito nacional das Gravuras Rupestres de Vide, localizadas na serra do Açor, na União das Freguesias de Vide e Cabeça, concelho de Seia, distrito da Guarda. A abertura do procedimento foi determinada através do Anúncio nº 122/2026, no Diário da República, 2.ª série, n.º 103, de 28 de maio de 2026. O processo abrange os núcleos conhecidos como Gravuras do Carvalhinho, Gravuras das Ferraduras, Gravuras da Abelheira, Gravuras das Fontes e Gravuras da Ribeira, testemunhos arqueológicos associados à presença humana neste território da serra do Açor. Estes painéis encontram-se dispersos pela área geográfica da serra do Açor e incluem motivos geométrico-simbólicos e figuras antropomórficas esquemáticas, integrando uma das áreas relevantes da arte rupestre da Península Ibérica. As gravuras encontram-se agora em vias de classificação, ficando abrangidas por uma zona geral de proteção de 50 metros, contados a partir dos seus limites externos. Consulte os elementos relevantes aqui.
O Relatório do Estado das Culturas e Previsão de Colheitas referente ao mês de maio de 2026, na área de influência da CCDR Centro, encontra-se disponível para consulta. Este documento fornece uma análise detalhada sobre o estado das culturas e as previsões de colheitas na região. O Estado das Culturas e Previsão de Colheitas (ECPC) é um projeto mensal que tem como principal objetivo recolher e disponibilizar informação previsional sobre áreas cultivadas, rendimentos e produções das principais culturas agrícolas. Trata-se de uma ferramenta essencial para agricultores, técnicos e todos os interessados no setor agrícola, na medida em que lhes permite planear e gerir as atividades agrícolas de forma mais eficaz. Para obter mais informações, consulte o relatório completo aqui e fique a par das últimas atualizações sobre o estado das culturas na região.
Com o lema “Cultura à sua Porta”, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro) está a percorrer a Região para apoiar os municípios e reforçar a proximidade no domínio da cultura e do património cultural. Através de reuniões realizadas nos próprios municípios, a Unidade de Cultura da CCDR Centro procura criar um espaço de diálogo, reflexão e partilha, permitindo identificar necessidades e oportunidades. Trata-se de ação de proximidade técnica que pretende contribuir para um conhecimento mais aprofundado das realidades culturais locais e para o desenvolvimento de políticas culturais ajustadas às especificidades de cada território. A iniciativa “Cultura à Sua Porta” pretende abranger progressivamente toda a Região Centro, consolidando uma rede de trabalho de proximidade entre a CCDR Centro e todos os municípios. Desde o lançamento desta iniciativa, em março deste ano, já foram realizadas reuniões técnicas nos municípios de Castanheira de Pera, Vouzela, Oleiros, Fundão, São Pedro do Sul e Guarda. O balanço destas primeiras ações é muito positivo, refletindo a forte recetividade dos municípios e a importância da proximidade, da escuta ativa e da cooperação institucional para o fortalecimento das políticas culturais locais. “Cultura à sua Porta” no seu município Os municípios interessados em receber esta visita técnica poderão contactar a Unidade de Cultura da CCDR Centro através do endereço eletrónico cultura@ccdrc.pt ou do telefone 239 400 100. Durante as sessões são analisados diversos aspetos relacionados com a realidade cultural de cada município, nomeadamente a organização dos serviços culturais, as estratégias e prioridades de intervenção, os agentes culturais e o tecido associativo, os equipamentos e infraestruturas culturais, o património cultural material e imaterial, bem como as necessidades de financiamento, capacitação e planeamento. A iniciativa contempla igualmente apoio técnico especializado em matérias relacionadas com a salvaguarda do património cultural, incluindo projetos e intervenções promovidos pelos municípios, processos de classificação de bens culturais imóveis, inventariação e registo de manifestações culturais no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial, gestão de espólios e depósitos arqueológicos, bem como ações de valorização e planeamento patrimonial. Porque cada território tem uma cultura própria, a Cultura vai ao seu encontro.
A Região Centro conta com 159 empresas Gazela, que empregam 4.604 trabalhadores. Estas empresas, localizadas em 49 municípios da Região, serão homenageadas pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro), no dia 18 de junho de 2026, no Município da Guarda. O apuramento das Empresas Gazela é realizado anualmente pela CCDR Centro e visa reconhecer empresas jovens que, num curto espaço de tempo, apresentam ritmos de crescimento muito acima da média, nomeadamente no que diz respeito ao emprego e volume de negócios. De acordo com o estudo efetuado pela CCDR Centro, destacam-se os seguintes aspetos: Em 2025, foram identificadas 159 empresas Gazela na Região Centro. O apuramento de 2025 mantém-se, pelo quarto ano consecutivo e pela sexta vez, acima da centena de empresas identificadas, correspondendo também ao segundo maior valor de toda a série (que se iniciou em 2012). Mantém-se uma presença alargada das empresas Gazela no território regional, com 49 municípios com empresas Gazela. Leiria volta a destacar-se como o município com mais empresas Gazela (16), seguindo-se Torres Vedras (10), Coimbra e Ourém (com nove empresas cada), Aveiro e Viseu (com oito empresas cada) e Caldas da Rainha (com sete empresas). Com seis empresas Gazela surge o município da Figueira da Foz, seguindo-se Castelo Branco e Oliveira do Bairro, com cinco empresas cada, e Águeda, Marinha Grande, Ovar e Pombal, com quatro empresas cada. Com três empresas Gazela surgem Albergaria-a-Velha, Alcobaça, Cadaval, Lourinhã, Montemor-o-Velho, Nazaré, Oliveira do Hospital, Penacova e Tomar. Com duas empresas Gazela apresentam-se Abrantes, Alenquer, Alvaiázere, Bombarral, Castro Daire, Óbidos e Vila Nova da Barquinha. Em 19 municípios existe apenas uma empresa Gazela: Ansião, Arruda dos Vinhos, Batalha, Condeixa-a-Nova, Covilhã, Estarreja, Fundão, Gouveia, Guarda, Idanha-a-Nova, Ílhavo, Lousã, Mangualde, Oliveira de Frades, Tondela, Torres Novas, Vagos, Vila Velha de Rodão e Vouzela. Em termos sub-regionais, destaca-se o Oeste (36 empresas), seguido da Região de Leiria (28), da Região de Aveiro (27), da Região de Coimbra (26), do Médio Tejo (17), de Viseu Dão Lafões (14), da Beira Baixa (7) e das Beiras e Serra da Estrela (4). A maioria das empresas Gazela (74%) continua concentrada nas quatro sub-regiões do litoral da Região Centro, o que decorre de uma maior densidade de empresas e, consequentemente, de uma maior dinamização empresarial nesses territórios. As 159 empresas Gazela 2025 evidenciam um crescimento expressivo no emprego, passando de 1.406 postos de trabalho, em 2021, para 4.604, em 2024, o que representa um aumento de mais do triplo, no período analisado. Isto traduz que, em média, cada empresa Gazela passou de nove pessoas ao serviço, em 2021, para cerca de 29, em 2024. O volume de negócios global das empresas Gazela 2025 revela um crescimento muito expressivo, tendo aumentado mais de seis vezes entre 2021 e 2024, passando de 70,95 milhões de euros, em 2021, para 433,34 milhões de euros, em 2024. Isto traduz que, em média, cada empresa Gazela passou de um volume de negócios de cerca de 0,4 milhões de euros, em 2021, para 2,7 milhões [...]
A Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova deliberou a abertura do procedimento de classificação da Quinta da Melhora, situada na freguesia de Anobra, como Monumento de Interesse Municipal. A deliberação foi aprovada por unanimidade em reunião ordinária realizada em 30 de março de 2026. O imóvel localiza-se na Quinta da Melhora, junto à Estrada Municipal 605, na freguesia de Anobra, concelho de Condeixa-a-Nova. De acordo com a planta de localização, a área proposta a classificar corresponde a cerca de 4.500 m². Com esta deliberação, a autarquia dá início ao procedimento administrativo de reconhecimento do valor patrimonial do imóvel, nos termos da legislação em vigor. Fotografia: patrimoniocultural.gov.pt
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I. P. (CCDR Centro) promoveu hoje, dia 18 de junho de 2026, em Coimbra, a cerimónia final do Concurso Regional das Hortas Escolares, designado por "Super Horta Escolar", onde foram conhecidas as escolas vencedoras do Ensino Pré-Escolar e do 1.º Ciclo do Ensino Básico. A cerimónia realizou-se nas instalações da Escola Superior Agrária de Coimbra (ESAC). Este concurso tem como objetivo valorizar as hortas escolares como um importante instrumento pedagógico de aprendizagem da alimentação, da natureza, da biodiversidade e do clima. Pretende-se celebrar a criatividade, o empenho e o espírito de equipa das escolas participantes, promovendo práticas sustentáveis e a valorização da agricultura e do mundo rural junto dos mais jovens. Vencedores Ensino Pré-Escolar Prémio Horta Mais Sustentável - Escola Básica José Mattoso, Leiria Prémio Horta com Maior Envolvimento da Comunidade - St. Paul's School, Coimbra Prémio Horta Mais Diversificada - Centro Social Cultural e Recreativo de Paredes do Bairro, Anadia Vencedores 1.º Ciclo do Ensino Básico Prémio Horta Mais Sustentável - Escola Básica de Vinha da Rainha, Soure Prémio Horta Mais Diversificada (ex aequo) - Escola Básica da Solum, Coimbra Prémio Horta Mais Diversificada (ex aequo) - Escola Básica e Secundária João Garcia Bacelar, Tocha - Cantanhede
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro), em colaboração com a Escola Superior Agrária de Coimbra (ESAC), promove, no dia 18 de junho, em Coimbra, a cerimónia final da 2.ª Edição do Concurso Regional das Hortas Escolares – «Super Horta Escolar», onde serão conhecidas as escolas vencedoras do Ensino Pré-Escolar e do 1º Ciclo do Ensino Básico. Os Prémios são atribuídos em três categorias temáticas para cada nível de ensino: · Horta Mais Sustentável – Para a escola que adota práticas ecológicas, como compostagem, reutilização de materiais e cultivo de espécies autóctones. · Horta com Maior Envolvimento da Comunidade – Destaca a horta que mais incentiva a participação ativa de alunos, professores, pais e a comunidade local. · Horta Mais Diversificada – Premeia a escola com a maior variedade de culturas e com um aproveitamento eficiente do espaço e da produção. Este concurso visa valorizar as hortas escolares como um instrumento pedagógico essencial na aprendizagem da alimentação, da natureza, da biodiversidade e do clima. Sob o lema «Cultivar com amor, colher com sabor», esta iniciativa reconhece o papel transformador das hortas em ambiente escolar, promovendo práticas sustentáveis e a valorização da agricultura e do mundo rural junto dos mais jovens. Esta 2.ª Edição registou uma crescente mobilização das escolas da Região Centro, com um número expressivo de candidaturas que demonstra o interesse e o entusiasmo cada vez maior das comunidades educativas por esta temática. O envolvimento de alunos, professores, famílias e parceiros locais é o reflexo de uma aposta coletiva na sustentabilidade e na educação ambiental. Cerimónia final Concurso Regional das Hortas Escolares «Super Horta Escolar» — 2.ª Edição 18 de junho l 14h30m l Anfiteatro H — Escola Superior Agrária de Coimbra (ESAC)
O Palácio do Picadeiro, em Alpedrinha, concelho do Fundão, foi classificado como Monumento de Interesse Público, através da Portaria n.º 256/2026/2, de 20 de maio , publicada no Diário da República, 2.ª série, n.º 97, de 20 de maio de 2026. O diploma fixa também a respetiva Zona Especial de Proteção (ZEP). O imóvel, situado na Rua do Professor João Mesquita Barbosa, acolhe atualmente o Centro de Interpretação das Rotas da Transumância. De acordo com a Portaria, trata-se de um edifício construído nas últimas décadas do século XVIII, sobre uma construção mais antiga conhecida como “Casa Quadrada”, mantendo características da arquitetura solarenga em granito e uma relação marcante com a paisagem envolvente de Alpedrinha e da Serra da Gardunha. A classificação reconhece o valor arquitetónico, urbanístico e patrimonial do Palácio do Picadeiro, bem como a sua relevância para a memória coletiva. A ZEP agora fixada visa salvaguardar o enquadramento urbanístico e paisagístico do imóvel, protegendo as perspetivas de contemplação e a sua bacia visual. A Portaria estabelece ainda duas Áreas de Sensibilidade Arqueológica (ASA), designadas como Zona A e Zona B. Consulte os elementos relevantes aqui. Fotografia: patrimoniocultural.gov.pt
A CCDR Centro promoveu hoje, 15 de junho, em Celorico da Beira, mais uma sessão da iniciativa “Património ao Centro – À conversa com os arqueólogos da Região Centro”, desta vez dedicada ao Acompanhamento Arqueológico, reunindo especialistas, técnicos e participantes em torno de um tema central para a salvaguarda do património cultural. Integrada nas Jornadas Europeias da Arqueologia, a iniciativa decorreu em dois momentos complementares: durante a manhã, com uma visita técnica à Estação Arqueológica de São Gens, orientada pelos arqueólogos António Marques e Catarina Tente e, durante a tarde, com a sessão temática realizada no Auditório da Pousada do Inatel, em Linhares da Beira, com a participação dos arqueólogos da CCDR Centro Gertrudes Branco, Carlos Banha e Mauro Correia, bem como dos convidados Elisa Albuquerque, Marcos Osório, Filipe Pina e António Manuel Silva. Na sessão de abertura, Sofia Carreira, vice-presidente da CCDR Centro, sublinhou a importância deste ciclo de encontros enquanto espaço de proximidade, partilha e trabalho conjunto com o território, destacando que a instituição quer continuar a afirmar uma presença próxima dos municípios, dos profissionais e das comunidades. Na sua intervenção, assinalou ainda que já se encontram em preparação os próximos momentos da iniciativa, com novas sessões previstas para os próximos meses, reforçando a continuidade deste trabalho de contacto direto com o território. A responsável salientou também que esta proximidade traduz uma forma concreta de promover desenvolvimento, coesão e valorização das pessoas, reafirmando o compromisso da CCDR Centro com uma atuação próxima da realidade local e com a criação de espaços de reflexão sobre matérias centrais para a proteção e valorização do património cultural. A escolha de São Gens para esta edição conferiu especial significado à iniciativa. Situada a cerca de dois quilómetros a norte de Celorico da Beira, esta estação arqueológica constitui um local de elevado valor histórico e científico, revelando uma ocupação humana de longa duração. Promovida no âmbito do Património ao Centro, esta iniciativa deu continuidade à estratégia da CCDR Centro de aproximação aos profissionais e agentes que intervêm no território, favorecendo a reflexão conjunta, a divulgação de boas práticas e a valorização do património cultural da Região Centro.




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