Ordenamento
Modelo Territorial
O Modelo Territorial assenta num modelo de desenvolvimento policêntrico, que valoriza a diversidade territorial da região e reforça as complementaridades entre centros urbanos, territórios rurais e áreas de baixa densidade.
Reconhece que a Região Centro integra realidades territoriais distintas, com recursos, dinâmicas e desafios próprios, procurando potenciar relações de cooperação e interdependência entre os diferentes territórios.
O PROT Centro organiza o território em três grandes sistemas territoriais:
• Sistema Territorial do Litoral, que integra os subsistemas da Região de Aveiro, da Região de Coimbra e da Região de Leiria. Representa um eixo de forte concentração urbana, económica, industrial, logística, científica e de serviços, com um papel relevante na ligação entre o Norte e o Sul do país e na projeção externa da Região Centro.
• Sistema Territorial de Transição, que integra os subsistemas de Viseu Dão Lafões, Tábua – Oliveira do Hospital – Seia – Gouveia e Pinhal Interior. Desempenha uma função de charneira entre o litoral e o interior, sendo essencial para reforçar as relações urbano-rurais, valorizar os recursos endógenos, qualificar a base económica e contrariar processos de perda demográfica e fragilidade territorial.
• Sistema Territorial do Interior, estruturado pelo eixo urbano Guarda – Covilhã – Fundão – Castelo Branco e pelos territórios envolventes. Assume um papel estratégico na consolidação dos territórios de baixa densidade, na articulação transfronteiriça e na valorização dos recursos naturais, produtivos, científicos e urbanos do interior da Região Centro.
O Modelo Territorial identifica ainda a importância dos eixos de estruturação regional e inter-regional, que reforçam as ligações entre territórios, apoiam a cooperação entre centros urbanos e contribuem para organizar recursos, ganhar escala e afirmar a Região Centro nos contextos nacional, ibérico e europeu. Estes eixos incluem:
• Eixo Atlântico, associado à estruturação litoral e à articulação da Região Centro com o Norte, a Área Metropolitana de Lisboa e os principais corredores nacionais e internacionais;
• Eixo Aveiro – Viseu – Guarda, que reforça a ligação transversal entre o litoral, a transição e o interior, com especial relevância para a articulação com Espanha;
• Eixo Figueira da Foz – Coimbra – Covilhã, que estrutura uma ligação transversal entre o litoral, o centro da região e a Beira Interior;
• Eixo Marinha Grande – Leiria – Castelo Branco, que reforça a articulação entre o litoral sul da Região Centro, o Pinhal Interior e a Beira Baixa;
• Rota do Mar, do Vinho e da Montanha, enquanto eixo de valorização territorial associado aos recursos naturais, culturais, paisagísticos e turísticos;
• Rota do Bronze, enquanto eixo de valorização patrimonial, cultural e territorial.

Modelo Territorial
Modelo Territorial
O Modelo Territorial assenta num modelo de desenvolvimento policêntrico, que valoriza a diversidade territorial da região e reforça as complementaridades entre centros urbanos, territórios rurais e áreas de baixa densidade.
Reconhece que a Região Centro integra realidades territoriais distintas, com recursos, dinâmicas e desafios próprios, procurando potenciar relações de cooperação e interdependência entre os diferentes territórios.
O PROT Centro organiza o território em três grandes sistemas territoriais:
• Sistema Territorial do Litoral, que integra os subsistemas da Região de Aveiro, da Região de Coimbra e da Região de Leiria. Representa um eixo de forte concentração urbana, económica, industrial, logística, científica e de serviços, com um papel relevante na ligação entre o Norte e o Sul do país e na projeção externa da Região Centro.
• Sistema Territorial de Transição, que integra os subsistemas de Viseu Dão Lafões, Tábua – Oliveira do Hospital – Seia – Gouveia e Pinhal Interior. Desempenha uma função de charneira entre o litoral e o interior, sendo essencial para reforçar as relações urbano-rurais, valorizar os recursos endógenos, qualificar a base económica e contrariar processos de perda demográfica e fragilidade territorial.
• Sistema Territorial do Interior, estruturado pelo eixo urbano Guarda – Covilhã – Fundão – Castelo Branco e pelos territórios envolventes. Assume um papel estratégico na consolidação dos territórios de baixa densidade, na articulação transfronteiriça e na valorização dos recursos naturais, produtivos, científicos e urbanos do interior da Região Centro.
O Modelo Territorial identifica ainda a importância dos eixos de estruturação regional e inter-regional, que reforçam as ligações entre territórios, apoiam a cooperação entre centros urbanos e contribuem para organizar recursos, ganhar escala e afirmar a Região Centro nos contextos nacional, ibérico e europeu. Estes eixos incluem:
• Eixo Atlântico, associado à estruturação litoral e à articulação da Região Centro com o Norte, a Área Metropolitana de Lisboa e os principais corredores nacionais e internacionais;
• Eixo Aveiro – Viseu – Guarda, que reforça a ligação transversal entre o litoral, a transição e o interior, com especial relevância para a articulação com Espanha;
• Eixo Figueira da Foz – Coimbra – Covilhã, que estrutura uma ligação transversal entre o litoral, o centro da região e a Beira Interior;
• Eixo Marinha Grande – Leiria – Castelo Branco, que reforça a articulação entre o litoral sul da Região Centro, o Pinhal Interior e a Beira Baixa;
• Rota do Mar, do Vinho e da Montanha, enquanto eixo de valorização territorial associado aos recursos naturais, culturais, paisagísticos e turísticos;
• Rota do Bronze, enquanto eixo de valorização patrimonial, cultural e territorial.





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