Agricultura e Pescas
O Encontro Anual das Ciências do Solo (EACS’ 26) terá lugar na Escola Superior Agrária de Coimbra, de 1 a 3 de julho, focado na saúde dos agroecossistemas. A Escola Superior Agrária de Coimbra (ESAC-IPC) e a Sociedade Portuguesa da Ciência do Solo (SPCS) organizam, entre 1 e 3 de julho de 2026, o Encontro Anual das Ciências do Solo. Sob o tema "Gestão sustentável do solo – base de agroecossistemas saudáveis", o evento pretende reunir a comunidade científica e técnica para discutir o papel vital do solo na resiliência agrícola e ambiental. O encontro servirá de plataforma para a partilha de soluções que respondam aos desafios das políticas públicas e da sustentabilidade rural. As sessões decorrerão nas instalações da ESAC, em Coimbra, reforçando a ligação entre a investigação académica e a prática no terreno. As inscrições e o programa detalhado podem ser consultados no portal oficial do evento - aqui
A Região Centro tem um papel determinante nos investimentos na área do mar, com um peso substancial nas candidaturas ao Programa Mar 2030. Salvador Malheiro, Secretário de Estado das Pescas e do Mar, e José Ribau Esteves, Presidente Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I. P. (CCDR Centro), apelam à execução eficiente deste instrumento financeiro da economia do Mar. O desafio foi deixado ontem, em Coimbra, na Sede da CCDR Centro, na sessão “Mar 2030 Mais Próximo”, promovida pela Autoridade de Gestão do Mar 2030 e pela CCDR Centro. A Gestora do Mar 2030, Dina Ferreira, salientou que «a Região Centro tem um papel determinante, porque é na Região Centro que estão a ser desenvolvidos os maiores investimentos produtivos, quer na transformação dos produtos de pesca quer na aquicultura». José Ribau Esteves, Presidente da CCDR Centro, destacou «a importância da economia e da cultura do Mar para a Região, apelando às entidades públicas e privadas que façam uma boa utilização deste instrumento financeiro, o que também permitirá a Portugal ter melhores condições políticas para negociar mais fundos europeus para esta área, no próximo quadro de Fundos Comunitários». O Secretário de Estado das Pescas e do Mar, Salvador Malheiro, «apelou à necessidade de executar com eficiência os 4200 projetos já aprovados, de forma a poder assegurar os 540 milhões de euros afetos ao Programa Mar 2030». Enalteceu a importância destas sessões, que se vão realizar em todas as regiões, «para aproximar os decisores dos beneficiários, ajudando na execução dos projetos». A sessão incluiu a apresentação da empresa Flatlantic, um caso de sucesso apoiado pelo Programa Mar 2030. Foi ainda apresentado o Manual do Beneficiário e aberto espaço para esclarecimento de dúvidas dos beneficiários do programa, nomeadamente os procedimentos aplicáveis para assegurar a plena execução dos seus projetos.
A Autoridade de Gestão do Mar 2030 e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I. P. (CCDR Centro) realizam a iniciativa "Mar 2030 Mais Próximo", dia 13 de maio, pelas 16h00, no Auditório Manuel Porto (CCDR Centro). A agenda de trabalhos inclui a assinatura de Termos de Aceitação de operações recentemente aprovadas e a apresentação de casos de sucesso apoiados pelo Mar 2030, com a presença do Secretário de Estado das Pescas e do Mar, Salvador Malheiro. Na sessão, será apresentado o Manual do Beneficiário e serão esclarecidas todas as dúvidas dos beneficiários do programa, nomeadamente os procedimentos aplicáveis para assegurar a plena execução dos seus projetos. Consulte aqui o programa. Faça a sua inscrição aqui.
A Associação dos Produtores de Azeite da Beira Interior( APABI), em colaboração com a CCDR Centro realizou, hoje, uma sessão técnica dedicada ao tema “Cadastro Predial”, a Escola Superior Agrária de Castelo Branco. Na sessão, que contou com a presença do vice-presidente da CCDR Centro, Vasco Estrela, a Divisão de Cartografia e Cadastro da CCDR Centro apresentou as oportunidades e desafios da Região Centro na aplicação do atual regime jurídico de cadastro predial. O evento contou ainda com a participação da Direção-Geral do Território – Autoridade Nacional do Cadastro Predial, tendo sido uma oportunidade para a partilha de informação e reflexão sobre as novas dinâmicas introduzidas pelo atual regime jurídico do cadastro predial (Decreto-Lei n.º 72/2023, de 23 de agosto), nas várias vertentes. Esta iniciativa teve como destinatários os agentes e as entidades promotoras das operações de cadastro predial na Região Centro, bem como os titulares cadastrais, visando apoiar a regularização predial do seu património e das suas explorações.
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, IP (CCDR Centro) promove, no próximo dia 23 de abril, uma ação de sensibilização sobre a importância das intervenções em verde na cultura da vinha, com especial enfoque na despampa, que terá lugar no Polo de Inovação de Anadia - Estação Vitivinícola da Bairrada. As operações efetuadas sobre os órgãos herbáceos durante o período ativo da videira constituem técnicas culturais de longa tradição, cuja importância nem sempre foi devidamente valorizada. Com a generalização da aramação das vinhas, tornou-se evidente a necessidade de recorrer a estas práticas, com vista à otimização da produção. Enquanto a poda lenhosa, realizada durante o período de repouso vegetativo, está sobretudo associada à regulação da quantidade de produção, as intervenções em verde assumem um papel determinante na melhoria da qualidade do produto vindimado. As primeiras intervenções em verde incluem duas operações distintas: a despampa e o desladroamento. A despampa, consiste na eliminação de pâmpanos em excesso ou mal posicionados ao longo da videira, contribuindo para o equilíbrio vegetativo e produtivo da planta. Por sua vez, o desladroamento visa a remoção dos chamados “ladrões”, ou seja, rebentos que se desenvolvem no tronco ou na base da videira e que não têm interesse produtivo. Estas operações devem ser realizadas quando os pâmpanos atingem cerca de 10 cm de comprimento e desde que não se verifiquem riscos de geada. A participação é gratuita, mas está sujeita a inscrição prévia. Inscrições até 21 de abril aqui
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, IP (CCDR Centro) promove, no próximo dia 17 de abril, uma ação de demonstração sobre “Enxertia em Aveleira”, no Polo de Inovação de Viseu – Estação Agrária. Esta ação de demonstração é gratuita, mas de inscrição obrigatória até dia 15 de abril aqui A aveleira (Corylus avellana) é uma espécie arbustiva que apresenta uma forte tendência para a emissão de rebentos de toiça (rebentação basal). Estes rebentos competem diretamente com o tronco principal por água, nutrientes e luz, além de dificultarem significativamente as operações de mecanização e a gestão do pomar. Quando se opta por sistemas de condução em tronco único, torna-se indispensável proceder à eliminação regular destes rebentos. Esta operação pode ser realizada através da aplicação de herbicidas devidamente homologados, por meios mecânicos ou manualmente. Independentemente do método utilizado, trata-se de uma prática exigente em mão de obra e/ou recursos técnicos, contribuindo para o aumento dos custos de produção e da pegada de carbono da cultura. Uma alternativa eficaz, para mitigar este problema, consiste no recurso à enxertia, utilizando porta-enxertos com reduzida ou nula capacidade de emissão de rebentos basais. Entre estes, destaca-se o “Dundee”, um híbrido interespecífico (Corylus colurna × Corylus avellana). A utilização deste tipo de porta-enxertos permite, não só, reduzir drasticamente a necessidade de controlo de rebentos, como também favorecer a uniformidade do pomar, facilitar a mecanização das operações culturais e melhorar a eficiência produtiva a longo prazo. Adicionalmente, pode contribuir para uma maior longevidade das plantas e uma melhor adaptação a diferentes condições edafoclimáticas, dependendo da combinação enxerto/porta-enxerto. Consulte aqui o programa.
A Divisão de Controlo de Ajudas Diretas (DCAD) da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDR Centro) reuniu, ontem, dia 31 de março, no Polo de Inovação de Viseu, os seus trabalhadores, num encontro técnico que visa a melhoria da prestação de serviços, através da valorização profissional e coesão interna. O sucesso do primeiro encontro, realizado em junho de 2025, levou a DCAD a apostar na formação e coesão da sua equipa através da partilha de conhecimentos, de ideias e de vivências. No encontro de ontem, para além da participação de vários intervenientes da DCAD, que realizaram pequenas apresentações sobre temas relevantes e atuais para as tarefas desenvolvidas no âmbito das competências desta divisão de serviços, a DCAD contou com a prestigiosa participação de Ana Manso e de Francisco Santos, da DGAV. Estes encontros têm, também, o objetivo de reforçar ligações, promover o alinhamento das equipas e dinamizar a cooperação entre os diversos núcleos da divisão da CCDR Centro.
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, IP (CCDR Centro) promove, no próximo dia 20 de março, uma ação de capacitação dedicada à “Monda da Macieira" que terá lugar no Polo de Inovação de Viseu – Estação Agrária. A monda da macieira é uma importante prática cultural, com um impacto económico significativo na produção, na qualidade e no calibre dos frutos exigidos pelo mercado. Uma monda eficaz garante uma boa floração no ano seguinte, prevenindo a alternância de produção, além de reduzir as necessidades de monda manual ou de outras intervenções destinadas a regular a carga frutífera das árvores. O número excessivo de frutos com sementes contribui para a alternância produtiva, devido à produção de giberelinas, hormonas que estimulam o crescimento e inibem a diferenciação dos botões florais. Graças à monda, é possível produzir maçãs de elevada qualidade e calibre adequado, em função da variedade, maximizando as receitas e reduzindo os custos de produção. A monda pode ser sintetizada em quatro etapas: Redução do número de flores. Eliminação de frutos pequenos após o vingamento. Queda fisiológica natural (durante o mês de junho). Monda manual, algumas semanas antes da colheita, para remover frutos deformados ou com alterações. Consulte o Programa. Inscrições até 18 de março aqui.
O Polo de Inovação da Covilhã - Quinta dos Lamaçais recebe, amanhã, dia 12 de março, das 14h30 às 16h00, uma sessão de capacitação sobre Poda de Formação da Cerejeira. Esta ação decorre no âmbito do projeto PRR P2-Resilis, do qual a CCDR Centro é parceira, e visa essencialmente a observação da estrutura das plantas antes do início do 3.º ciclo vegetativo. Programa 14h30 - Receção no Polo de Inovação e deslocação para ensaios - Quinta de Lamaçais 14h45 - Descrição do ensaio em curso - Paulo Gomes e Francisco Vieira (AAPIM) 15h00 - Observação da resposta das plantas à poda em verde realizada nos dois primeiros ciclos vegetativos, de acordo com diferentes porta-enxertos 15h30 - Discussão com os participantes - Maria Paula Simões (IPCB-ESA) 16h00 - Encerramento
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No próximo dia 17 de maio assinala-se o Dia Mundial da Pastelaria, uma celebração dedicada à arte de criar doces que atravessam gerações, preservam tradições e refletem a identidade cultural dos povos. Em Portugal, a pastelaria ocupa um lugar de destaque na gastronomia nacional, sendo expressão de séculos de saber, criatividade e herança conventual e popular. A região Centro distingue-se particularmente pela extraordinária riqueza da sua doçaria tradicional. De norte a sul do território, multiplicam-se receitas antigas que continuam a ser preservadas e valorizadas, mantendo vivos sabores e técnicas artesanais únicas. Entre muitos exemplos emblemáticos encontram-se os tradicionais Ovos Moles de Aveiro, o célebre Pastel de Tentúgal e o reconhecido Pão de Ló de Ovar, verdadeiros símbolos da identidade gastronómica da região. Mas a doçaria do Centro vai muito além destes ícones. Em Coimbra, as Arrufadas e as delicadas Queijadas de Pereira revelam a influência conventual e popular que marcou a história da região, enquanto os Pastéis de Lorvão mantêm viva uma tradição secular. Já no interior, os Biscoitos da Guarda, os Cascoréis e as Nevadas de Penacova testemunham a autenticidade dos sabores ligados às aldeias e às tradições locais. Também os Biscoitos de Escalhão, os Biscoitos do Louriçal, as Barrigas de Freira, o Pastel de Feijão de Viseu e as Queijadas de Tentúgal demonstram a enorme diversidade doceira existente no Centro de Portugal. Estes doces são apenas um pequeno exemplo da riqueza e variedade da doçaria regional, património cultural de enorme valor que continua a afirmar-se como elemento distintivo da identidade da região. Cada receita transporta consigo histórias, costumes e memórias coletivas, refletindo o trabalho e a dedicação de gerações que souberam preservar este legado gastronómico ao longo do tempo. A CCDR Centro não podia deixar de se associar a esta efeméride, assinalando o Dia Mundial da Pastelaria como uma oportunidade para valorizar os profissionais do setor, promover a doçaria tradicional portuguesa e reforçar a importância da preservação da identidade cultural e gastronómica da região Centro.
O Dia Internacional da Sanidade Vegetal, celebrado anualmente a 12 de maio por iniciativa da Organização das Nações Unidas, constitui uma oportunidade estratégica para reforçar a consciencialização global sobre a importância da proteção das plantas enquanto elemento essencial da segurança alimentar, da sustentabilidade ambiental e do desenvolvimento económico. Instituída na sequência do Ano Internacional da Sanidade Vegetal, celebrado em 2020, esta efeméride visa mobilizar governos, instituições, setor produtivo e sociedade civil para a adoção de práticas capazes de prevenir a introdução e disseminação de pragas e doenças vegetais. As plantas representam cerca de 80% dos alimentos consumidos pela população mundial e desempenham um papel determinante na regulação da qualidade do ar, na conservação da biodiversidade e no equilíbrio dos ecossistemas. Neste contexto, torna-se fundamental assegurar a sua sanidade face a desafios crescentes, como as alterações climáticas, a intensificação das trocas comerciais internacionais e o aumento da circulação global de vegetais e produtos vegetais. Em Portugal, a celebração de 2026 assume especial relevância com a realização de um simpósio promovido pela Direção-Geral de Alimentação e Veterinária, no Auditório da Administração do Porto de Sines, dedicado à importância da inspeção fitossanitária na importação de vegetais e produtos vegetais. A iniciativa pretende evidenciar os riscos associados à introdução de organismos nocivos e reforçar a necessidade de sistemas eficazes de controlo, monitorização e prevenção fitossanitária. Importa recordar que, nos últimos anos, os temas associados ao Dia Internacional da Sanidade Vegetal têm refletido uma abordagem cada vez mais integrada e multidisciplinar. Em 2025, destacou-se a ligação entre sanidade vegetal e o conceito One Health, enquanto em 2024 foi valorizada a articulação entre saúde vegetal, comércio seguro e tecnologia digital. Esta evolução conceptual evidencia a crescente interdependência entre saúde humana, saúde animal e saúde ambiental, em consonância com as orientações da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura. Neste enquadramento, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, através da sua Unidade de Desenvolvimento Rural e Agroalimentar, associa-se à celebração desta efeméride, reconhecendo a importância estratégica da sanidade vegetal para o território regional. A sustentabilidade dos sistemas agrícolas, a valorização dos recursos endógenos e a proteção da biodiversidade constituem prioridades fundamentais para o desenvolvimento equilibrado e resiliente da região Centro. Ao assinalar esta data, a CCDR Centro reforça o seu compromisso com a disseminação de boas práticas fitossanitárias, a sensibilização dos agentes do território e o apoio a políticas públicas que promovam uma agricultura mais inovadora, sustentável e resiliente, contribuindo para a proteção do património natural e para o fortalecimento da segurança alimentar e ambiental. Referências Associação dos Jovens Agricultores de Portugal: ver aqui Convenção Internacional de Proteção das Plantas. (FAO): ver aqui Direção-Geral de Alimentação e Veterinária: ver aqui Nações Unidas. (2022) International Day of Plant Health: ver aqui Voz do Campo. Simpósio “Dia Internacional da Sanidade Vegetal – A importância da inspeção fitossanitária à importação”. Recuperado de: ver aqui
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro) promove, de 20 de abril a 31 de maio, a 2.ª edição do Concurso Regional das Hortas Escolares, «Super Horta Escolar», destinado às escolas do ensino pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino básico, com Hortas Escolares já instaladas e em manutenção no presente ano letivo. Esta iniciativa tem como objetivo valorizar as Hortas Escolares como um instrumento pedagógico de aprendizagem da alimentação, da natureza, da biodiversidade e do clima. Pretende-se reconhecer esta experiência educativa e proporcionar às Escolas e aos Alunos a motivação necessária para a existência das hortas em ambiente escolar. Através da mascote «Super Sementinha», os Alunos serão sensibilizados para a sustentabilidade e alimentação saudável, apreendendo conceitos de educação ambiental e nutricional e trabalhando o processo de cultivo de alimentos. Os Prémios são atribuídos em três categorias temáticas para cada nível de ensino: Horta Mais Sustentável – Para a Escola que adota práticas ecológicas, como compostagem, reutilização de materiais e cultivo de espécies autóctones. Horta com Maior Envolvimento da Comunidade – Destaca a horta que mais incentiva a participação ativa de Alunos, Professores, Pais e a Comunidade Local. Horta Mais Diversificada – Premeia a Escola com a maior variedade de culturas e com um aproveitamento eficiente do espaço e da produção. Para mais informação sobre o Concurso Regional das Hortas Escolares clique aqui .
A Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos (DGRM) publicou o novo Despacho n.º 32/DG/2026, que introduz alterações significativas na gestão da pesca com arte envolvente-arrastante, a tradicional Arte-Xávega. O diploma visa reforçar a sustentabilidade da atividade e a proteção da biodiversidade marinha em áreas específicas da costa portuguesa. O novo documento revoga e substitui o anterior Despacho n.º 26/DG/2025, atualizando as normas técnicas e operacionais que os pescadores devem seguir. Ver despacho.
Foi publicada em Diário da República a Portaria n.º 208/2026/1, de 5 de maio, que atualiza o regime aplicável ao armazenamento, comercialização e transporte de moluscos bivalves vivos, revogando a Portaria n.º 1421/2006, de 21 de dezembro. O novo diploma introduz alterações relevantes, entre as quais: - Adaptação à legislação europeia mais recente - Reforço dos mecanismos de controlo - Modernização dos procedimentos - Clarificação das competências das entidades envolvidas A nova portaria entra em vigor no dia 1 de junho de 2026. Consulte aqui a Portaria n.º 208/2026/1, de 5 de maio.
O Relatório do Estado das Culturas e Previsão de Colheitas (ECPC) é um projeto mensal que tem como principal objetivo recolher e disponibilizar informação previsional sobre áreas cultivadas, rendimentos e produções das principais culturas agrícolas. Trata-se de uma ferramenta essencial para agricultores, técnicos e todos os interessados no setor agrícola, na medida em que lhes permite planear e gerir as atividades agrícolas de forma mais eficaz. O relatório referente ao mês de março de 2026, na área de influência da CCDR Centro, já está disponível aqui para consulta. Este documento fornece uma análise detalhada sobre o estado das culturas e as previsões de colheitas na região.
O Relatório do Estado das Culturas e Previsão de Colheitas referente ao mês de fevereiro de 2026, na área de influência da CCDR Centro, encontra-se disponível para consulta. Este documento fornece uma análise detalhada sobre o estado das culturas e as previsões de colheitas na região. O Estado das Culturas e Previsão de Colheitas (ECPC) é um projeto mensal que tem como principal objetivo recolher e disponibilizar informação previsional sobre áreas cultivadas, rendimentos e produções das principais culturas agrícolas. Trata-se de uma ferramenta essencial para agricultores, técnicos e todos os interessados no setor agrícola, na medida em que lhes permite planear e gerir as atividades agrícolas de forma mais eficaz. Para obter mais informações, consulte o relatório completo aqui e fique a par das últimas atualizações sobre o estado das culturas na região.
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDR Centro) lança, hoje, 20 de março, a segunda edição da “Agenda DM – Agenda da Dieta Mediterrânica”, uma revista digital, online no portal da CCDR Centro, que procura valorizar, promover e salvaguardar a Dieta Mediterrânica na Região Centro. Consulte aqui a Agenda DM – A Dieta Mediterrânica no Centro | Edição de primavera. Esta revista tem quatro edições por ano, fazendo coincidir a sua divulgação com o início de cada nova estação, sendo esta segunda dedicada à primavera. Esta opção reflete a vontade de honrar os ciclos da natureza que, desde sempre, orientaram os agricultores nos seus cultivos, amanhos e granjeios, princípios basilares da Dieta Mediterrânica enquanto modelo de vida sustentável.Mais do que um simples calendário de iniciativas, a Agenda DM afirma-se como uma publicação de referência que propõe uma autêntica viagem cultural, gastronómica e territorial, convidando a descobrir, saborear e experienciar a Dieta Mediterrânica nas suas múltiplas dimensões.
A exposição “Raízes de Mulher: Sementes de Futuro”, promovida pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I. P. (CCDR Centro), no âmbito da Ano Internacional da Mulher na Agricultura, será inaugurada, dia 8 de março, às 11h00, no Agromuseu Municipal Dona Julinha, assinalando o Dia Internacional da Mulher com um momento de particular significado institucional e simbólico. “Raízes de Mulher: Sementes de Futuro” cruza memória, testemunho e contemporaneidade, dando voz às mulheres que, ao longo dos séculos, sustentaram a agricultura como modo de vida, saber e resistência. Entre imagens e palavras, constrói-se um percurso sensível sobre o trabalho feminino na terra, revelando gestos muitas vezes invisibilizados, conhecimentos transmitidos entre gerações e contributos decisivos para a sustentabilidade alimentar e territorial. O projeto integra materiais iconográficos de elevado valor histórico e reúne testemunhos de mulheres que hoje afirmam a agricultura portuguesa em diferentes domínios, da produção à investigação, da tradição à inovação. Entre as participantes encontram-se Ana Maria Rasteiro, Catarina Manique, Filipa Pato, Luísa Cruz, Mafalda Perdigão, Marije Passos, Paula Simões e Sofia Costa, cujos percursos evidenciam liderança, conhecimento técnico, ligação à terra e capacidade de transformação num setor historicamente marcado por desigualdades de género. Mais do que uma homenagem, esta iniciativa, que iniciou em Coimbra e integra um circuito regional que envolve vários municípios da região Centro, afirma-se como um espaço de reflexão sobre igualdade, dignidade e sustentabilidade, sublinhando que o futuro da agricultura passa, inevitavelmente, pelo reconhecimento pleno do contributo das mulheres. A sessão de inauguração conta com a presença do vice-presidente da CCDR Centro, Vasco Estrela, e da vice-presidente da Câmara Municipal de Leiria, Anabela Fernandes da Graça, reforçando a importância desta iniciativa dedicada à valorização do papel das mulheres na agricultura.




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