Monumento dedicado ao Barco Moliceiro valoriza Património Cultural Imaterial da Região de Aveiro

Categories: Cultura, InformaçãoPublished On: 23/10/2026

O escultor Alves André venceu o concurso público para a conceção do monumento artístico “Barco Moliceiro: Arte da Carpintaria Naval da Região de Aveiro“, promovido pela Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (CIRA). A iniciativa presta homenagem ao barco moliceiro, um património cultural imaterial que está inscrito na Lista do Património Cultural Imaterial que Necessita de Salvaguarda Urgente da UNESCO.

A apresentação do projeto vencedor decorreu no âmbito das comemorações do Dia da Região de Aveiro, a 16 de outubro de 2026, e destacou a importância cultural do barco moliceiro e dos saberes tradicionais associados à sua construção e decoração.

Intitulada “RIAFLEXUS”, a proposta vencedora consiste numa escultura de 5,5 metros de altura que estabelece uma ligação simbólica ao barco moliceiro e à arte da carpintaria naval. A estrutura vertical evoca a silhueta da embarcação a deslizar sobre as águas da Ria de Aveiro, enquanto a parte inferior evoca as ferramentas tradicionais utilizadas pelos artesãos na construção naval. Está prevista a instalação de réplicas do monumento nos 11 municípios que integram a Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro.

Um património de saberes e técnicas tradicionais

A arte da carpintaria naval da Região de Aveiro, mais concretamente a construção de barcos moliceiros, integra conhecimentos, técnicas e práticas tradicionais associados à construção e decoração destas embarcações, que estão profundamente ligadas à história e à identidade cultural da ria de Aveiro.

O barco moliceiro distingue-se pelas suas características construtivas e pelos seus painéis decorativos pintados, que incluem elementos figurativos e inscrições associadas à cultura local. A transmissão destes conhecimentos entre gerações é uma parte fundamental deste património cultural imaterial.

A sua inscrição, desde dezembro de 2025, na Lista do Património Cultural Imaterial que Necessita de Salvaguarda Urgente da UNESCO reconhece o valor cultural desta prática e evidencia a necessidade de assegurar a continuidade dos conhecimentos e das técnicas a ela associados.

No âmbito das suas competências na área da Cultura, a CCDR Centro reconhece a importância de valorizar, divulgar e salvaguardar o património cultural imaterial, enquanto expressão da identidade e da diversidade cultural da Região Centro. A publicação “Saber Ser, Saber Fazer – O Património Cultural Imaterial da Região Centro de Portugal” centra-se, precisamente, na valorização dos saberes e práticas tradicionais do território e permite aprofundar os conhecimentos sobre a diversidade do património cultural imaterial regional e a importância da sua transmissão às gerações futuras.

Fotografias: Região de Aveiro

Monumento dedicado ao Barco Moliceiro valoriza Património Cultural Imaterial da Região de Aveiro
Monumento dedicado ao Barco Moliceiro valoriza Património Cultural Imaterial da Região de Aveiro
Categories: Cultura, InformaçãoPublished On: 23/10/2026

O escultor Alves André venceu o concurso público para a conceção do monumento artístico “Barco Moliceiro: Arte da Carpintaria Naval da Região de Aveiro“, promovido pela Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (CIRA). A iniciativa presta homenagem ao barco moliceiro, um património cultural imaterial que está inscrito na Lista do Património Cultural Imaterial que Necessita de Salvaguarda Urgente da UNESCO.

A apresentação do projeto vencedor decorreu no âmbito das comemorações do Dia da Região de Aveiro, a 16 de outubro de 2026, e destacou a importância cultural do barco moliceiro e dos saberes tradicionais associados à sua construção e decoração.

Intitulada “RIAFLEXUS”, a proposta vencedora consiste numa escultura de 5,5 metros de altura que estabelece uma ligação simbólica ao barco moliceiro e à arte da carpintaria naval. A estrutura vertical evoca a silhueta da embarcação a deslizar sobre as águas da Ria de Aveiro, enquanto a parte inferior evoca as ferramentas tradicionais utilizadas pelos artesãos na construção naval. Está prevista a instalação de réplicas do monumento nos 11 municípios que integram a Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro.

Um património de saberes e técnicas tradicionais

A arte da carpintaria naval da Região de Aveiro, mais concretamente a construção de barcos moliceiros, integra conhecimentos, técnicas e práticas tradicionais associados à construção e decoração destas embarcações, que estão profundamente ligadas à história e à identidade cultural da ria de Aveiro.

O barco moliceiro distingue-se pelas suas características construtivas e pelos seus painéis decorativos pintados, que incluem elementos figurativos e inscrições associadas à cultura local. A transmissão destes conhecimentos entre gerações é uma parte fundamental deste património cultural imaterial.

A sua inscrição, desde dezembro de 2025, na Lista do Património Cultural Imaterial que Necessita de Salvaguarda Urgente da UNESCO reconhece o valor cultural desta prática e evidencia a necessidade de assegurar a continuidade dos conhecimentos e das técnicas a ela associados.

No âmbito das suas competências na área da Cultura, a CCDR Centro reconhece a importância de valorizar, divulgar e salvaguardar o património cultural imaterial, enquanto expressão da identidade e da diversidade cultural da Região Centro. A publicação “Saber Ser, Saber Fazer – O Património Cultural Imaterial da Região Centro de Portugal” centra-se, precisamente, na valorização dos saberes e práticas tradicionais do território e permite aprofundar os conhecimentos sobre a diversidade do património cultural imaterial regional e a importância da sua transmissão às gerações futuras.

Fotografias: Região de Aveiro

O escultor Alves André venceu o concurso público para a conceção do monumento artístico “Barco Moliceiro: Arte da Carpintaria Naval da Região de Aveiro“, promovido pela Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (CIRA). A iniciativa presta homenagem ao barco moliceiro, um património cultural imaterial que está inscrito na Lista do Património Cultural Imaterial que Necessita de Salvaguarda Urgente da UNESCO.

A apresentação do projeto vencedor decorreu no âmbito das comemorações do Dia da Região de Aveiro, a 16 de outubro de 2026, e destacou a importância cultural do barco moliceiro e dos saberes tradicionais associados à sua construção e decoração.

Intitulada “RIAFLEXUS”, a proposta vencedora consiste numa escultura de 5,5 metros de altura que estabelece uma ligação simbólica ao barco moliceiro e à arte da carpintaria naval. A estrutura vertical evoca a silhueta da embarcação a deslizar sobre as águas da Ria de Aveiro, enquanto a parte inferior evoca as ferramentas tradicionais utilizadas pelos artesãos na construção naval. Está prevista a instalação de réplicas do monumento nos 11 municípios que integram a Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro.

Um património de saberes e técnicas tradicionais

A arte da carpintaria naval da Região de Aveiro, mais concretamente a construção de barcos moliceiros, integra conhecimentos, técnicas e práticas tradicionais associados à construção e decoração destas embarcações, que estão profundamente ligadas à história e à identidade cultural da ria de Aveiro.

O barco moliceiro distingue-se pelas suas características construtivas e pelos seus painéis decorativos pintados, que incluem elementos figurativos e inscrições associadas à cultura local. A transmissão destes conhecimentos entre gerações é uma parte fundamental deste património cultural imaterial.

A sua inscrição, desde dezembro de 2025, na Lista do Património Cultural Imaterial que Necessita de Salvaguarda Urgente da UNESCO reconhece o valor cultural desta prática e evidencia a necessidade de assegurar a continuidade dos conhecimentos e das técnicas a ela associados.

No âmbito das suas competências na área da Cultura, a CCDR Centro reconhece a importância de valorizar, divulgar e salvaguardar o património cultural imaterial, enquanto expressão da identidade e da diversidade cultural da Região Centro. A publicação “Saber Ser, Saber Fazer – O Património Cultural Imaterial da Região Centro de Portugal” centra-se, precisamente, na valorização dos saberes e práticas tradicionais do território e permite aprofundar os conhecimentos sobre a diversidade do património cultural imaterial regional e a importância da sua transmissão às gerações futuras.

Fotografias: Região de Aveiro