CCDRC publica a Agenda Regional para a Valorização dos Territórios Termais

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC) disponibiliza publicamente a versão final da Agenda Regional para a Valorização dos Territórios Termais.
O processo de construção desta Agenda – iniciado em maio de 2022 no contexto da Estratégia Regional de Especialização Inteligente (RIS3) do Centro, em particular no âmbito da Plataforma de Inovação “Promover a Inovação Territorial” – teve como objetivo principal garantir a maximização da valorização (económica, social e ambiental) dos territórios termais, numa perspetiva integrada dos seus diversos recursos e potencialidades. A ambição traçada propõe a Região Centro como líder na inovação e na sustentabilidade do recurso água mineral natural, tendo em vista a competitividade e atratividade da região, a fixação de população qualificada e a promoção de bem-estar e de estilos de vida saudáveis e equilibrados.
A apresentação formal deste documento decorreu no passado dia 22 de março, em São Pedro do Sul. A apresentação feita pelo Coordenador do Grupo de Trabalho constituído para a elaboração desta Agenda pode ser consultada aqui.
A implementação desta Agenda depende agora de um esforço coletivo regional, dependente do envolvimento dos agentes relevantes.

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC) disponibiliza publicamente a versão final da Agenda Regional para a Valorização dos Territórios Termais.
O processo de construção desta Agenda – iniciado em maio de 2022 no contexto da Estratégia Regional de Especialização Inteligente (RIS3) do Centro, em particular no âmbito da Plataforma de Inovação “Promover a Inovação Territorial” – teve como objetivo principal garantir a maximização da valorização (económica, social e ambiental) dos territórios termais, numa perspetiva integrada dos seus diversos recursos e potencialidades. A ambição traçada propõe a Região Centro como líder na inovação e na sustentabilidade do recurso água mineral natural, tendo em vista a competitividade e atratividade da região, a fixação de população qualificada e a promoção de bem-estar e de estilos de vida saudáveis e equilibrados.
A apresentação formal deste documento decorreu no passado dia 22 de março, em São Pedro do Sul. A apresentação feita pelo Coordenador do Grupo de Trabalho constituído para a elaboração desta Agenda pode ser consultada aqui.
A implementação desta Agenda depende agora de um esforço coletivo regional, dependente do envolvimento dos agentes relevantes.

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- Categories: Desenvolvimento regional, InformaçãoPublished On: 01/09/2026
De 01 a 30 de setembro encontram-se abertas as candidaturas ao Prémio de Boas Práticas de Envelhecimento Ativo e Saudável da Região Centro – edição 2026. Este Prémio, que vai já na sua 9.ª edição, pretende potenciar a divulgação e o reconhecimento dos projetos e práticas que promovam o envelhecimento ativo, saudável e inclusivo existentes na Região Centro. Nas oito edições já realizadas, foram submetidas mais de 1.000 iniciativas, que envolveram várias centenas de promotores e mais de mil entidades parceiras. Estas iniciativas podem ser consultadas no Catálogo de Boas Práticas em Envelhecimento ao Centro - CCDRC Esta é uma iniciativa da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P., em colaboração com os consórcios Ageing@Coimbra e AgeINfuture. O envolvimento e a participação dos nossos atores locais é fundamental! Em nome de um território mais amigo do idoso, mais coeso e inclusivo, capaz de inovar e de partilhar conhecimento, participe! Consulte as Normas e aceda ao Formulário de candidatura.
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 15/07/2026
Em 2025, na Região Centro, assistiu-se a uma diminuição das assimetrias territoriais tendo em conta a dispersão da variação da população dos seus 100 municípios. O Centro continuava a posicionar-se abaixo do valor de Portugal, ainda que tenha diminuído o diferencial face ao ano anterior. Na hierarquia nacional, o Centro assumia a terceira posição, depois do Algarve e da Região Norte. As assimetrias intrarregionais no Centro assumiam a sua expressão máxima na comparação entre Constância, o município cuja população mais cresceu (+2,88%), e Manteigas, o município que mais população perdeu (-1,41%). Estimava-se que residiam, na Região Centro, 2,4 milhões de indivíduos a 31 de dezembro de 2025, ou seja, 21,1% da população residente em Portugal. Comparativamente a 2024, verificou-se um crescimento populacional de 0,57%, superior à variação nacional de 0,32%. A população residente no Centro tem vindo a aumentar nos últimos anos, contrariando a tendência de decréscimo populacional verificada nas décadas anteriores. Ainda assim, desde 2023, tem-se assistido a uma desaceleração do crescimento populacional. Em todas as sub-regiões do Centro, a taxa de crescimento natural foi negativa e a taxa de crescimento migratório positiva, destacando-se os aumentos populacionais verificados no Médio Tejo (+0,88%), no Oeste (+0,86%) e em Viseu Dão Lafões (+0,83%). Estas são algumas das conclusões da última atualização do Barómetro do Centro de Portugal, que pode ser consultado aqui. Nesta edição, para além da informação sobre a população residente (ficha n.º 14) e a dispersão da variação populacional (ficha n.º 21), foram ainda atualizados os indicadores referentes às exportações de bens (ficha n.º 1) e às empresas gazela (ficha n.º 6). O Barómetro do Centro de Portugal é um elemento de monitorização, produzido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, que tem como objetivo avaliar o progresso alcançado pela Região Centro em termos de crescimento e competitividade, potencial humano, qualidade de vida, coesão e sustentabilidade ambiental e energética. Contempla um conjunto de 25 indicadores-chave, objeto de permanente atualização, que identificam tendências e lacunas de progresso, permitindo desenvolver eventuais ações corretivas e preventivas.
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 13/07/2026
Nos 100 municípios da Região Centro residiam 2,4 milhões de pessoas, em 2025, segundo as Estimativas de População Residente divulgadas recentemente pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), das quais 1,17 milhões eram homens (49%) e 1,24 milhões mulheres (51%). O Centro concentrava, assim, 21,1% da população residente em Portugal, mantendo o peso no total nacional registado nos dois anos anteriores. Comparativamente a 2024, a população do Centro cresceu 0,57% (ou seja, mais 13.611 pessoas do que no ano anterior), superando a variação nacional de 0,32%. Entre 2021 e 2025, o efetivo populacional da região aumentou 160.324 pessoas, traduzindo um acréscimo populacional de 7,1%. A população da Região Centro em 2025 é a segunda maior dos últimos 65 anos (tendo em consideração os valores dos últimos recenseamentos da população, ficando muito próxima dos valores registados em 1960. O acréscimo populacional no Centro, em 2025, resultou de um crescimento migratório (+1,13%) que mais do que compensou o decréscimo natural (-0,56%). Isto significa que o aumento do número de imigrantes foi superior ao de emigrantes e que superou o saldo natural negativo resultante dos óbitos serem superiores aos nados-vivos. Analisando a evolução populacional recente, observa-se que o crescimento migratório tem justificado, pelo menos desde 2021, o aumento da população residente no Centro (uma vez que o crescimento natural foi sempre negativo). Em 2025, o saldo migratório manteve-se positivo e com um crescimento acima de 1%, apesar de ter desacelerado face aos quatro anos anteriores (onde sobressaem os anos de 2022, 2023 e 2024 com fluxos migratórios excecionalmente elevados). Face ao ano anterior, o efetivo populacional cresceu na quase totalidade das sub-regiões do Centro, destacando-se o Médio Tejo (+0,88%), o Oeste (+0,86%), Viseu Dão Lafões (0,82%), a Região de Leiria (+0,68%) e a Região de Aveiro (+0,58%), com acréscimos simultaneamente acima das médias regional (0,57%) e nacional (0,32%). Ainda com aumentos populacionais superiores à média do país (mas abaixo da média da região) encontrava-se a Beira Baixa (+0,36%). Apenas nas Beiras e Serra da Estrela se registou um ligeiro decréscimo populacional (-0,17%). Assim, pode-se concluir que, em 2025, apesar de, em todas as sub-regiões do Centro, a taxa de crescimento natural ter sido negativa e a taxa de crescimento migratório positiva, apenas na sub-região Beiras e Serra da Estrela, o movimento migratório positivo não compensou a evolução negativa do saldo natural. Em 2025, as quatro sub-regiões do litoral - Região de Aveiro, Região de Coimbra, Região de Leiria e Oeste – concentravam 66,3% da população total do Centro, valor que aumenta para os 87,6% considerando o Médio Tejo e Viseu Dão Lafões. Os municípios mais populosos da região, com efetivos populacionais acima de 100.000 habitantes, continuam a ser Coimbra, Leiria e Viseu. Se consideramos também os municípios com mais de 50.000 habitantes, passaríamos a abranger mais 11 municípios: Torres Vedras, Aveiro, Figueira da Foz, Alcobaça, Caldas da Rainha, Castelo Branco, Ovar, Pombal, Covilhã, Alenquer e Águeda. Estes 14 municípios concentram praticamente metade da população regional (45,9%). Em 2025, 82 dos [...]
- Categories: Desenvolvimento regional, InformaçãoPublished On: 01/09/2026
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- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 08/07/2026
Na mais recente edição do Índice Sintético de Desenvolvimento Regional, divulgada pelo Instituto Nacional de Estatística a 15 de junho de 2026, apenas cinco das 26 sub-regiões NUTS III do país superavam a média nacional, destacando-se, no Centro, a Região de Coimbra (101,09), que ocupava o terceiro lugar da hierarquia nacional, seguida da Região de Aveiro (100,97), no quarto lugar. A Grande Lisboa apresentava o índice mais elevado (107,83), seguindo-se a Área Metropolitana do Porto (103,10), ocupando o Alto Minho a quinta posição (100,49). Abaixo da média do país, mas bem posicionada na hierarquia nacional evidenciava-se também a Região de Leiria (7.ª posição, com um índice de 99,65). As sub-regiões Beiras e Serra da Estrela (96,61) e Médio Tejo (96,18) ocupavam a 12.ª e 13.º posição, respetivamente, seguindo-se o Oeste (95,35) e Viseu Dão Lafões (95,07), nas 15.ª e 16.ª posição, respetivamente. A Beira Baixa ocupava a 22.ª posição (92,67) entre as 26 sub-regiões do país. O Índice Sintético de Desenvolvimento Regional (ISDR) privilegia uma visão multidimensional do desenvolvimento regional, estruturando-o em três dimensões: competitividade, coesão e qualidade ambiental. O ISDR é calculado anualmente para as sub-regiões NUTS III do país, com base numa matriz de 65 indicadores estatísticos que, depois de tratados, originam quatro indicadores compósitos: competitividade, coesão, qualidade ambiental e índice global de desenvolvimento regional. Estes índices são apresentados por referência ao contexto nacional (Portugal = 100). No índice de competitividade, os resultados de 2024 voltaram a revelar que as sub-regiões com melhor desempenho se concentravam no litoral do Continente. A Região de Aveiro (com um índice de 106,84) era uma das três sub-regiões a superar a média nacional, posicionando-se na segunda posição da hierarquia nacional, atrás da Grande Lisboa (116,69), muito destacada das restantes, mas à frente da Área Metropolitana do Porto (106,64). Na Região Centro, seguia-se a Região de Coimbra (7.ª posição na hierarquia nacional – 94,92), a Região de Leiria (9.ª posição – 94,70) e as sub-regiões do Oeste (91,80), Viseu Dão Lafões (90,89) e Beiras e Serra da Estrela (90,30) nas 13.ª, 14.ª e 15.ª posição, respetivamente. A Beira Baixa era a NUTS III do Centro com o índice mais baixo (22.ª posição – 86,13). Na dimensão da coesão, os resultados refletem um retrato territorial um pouco mais equilibrado do que o observado para a competitividade, na medida em que nove sub-regiões superavam a média nacional, ainda que sejam maioritariamente territórios do litoral continental. A Região de Coimbra (106,20) apresentava o segundo melhor desempenho no índice de coesão, após a Grande Lisboa (108,80), posicionando-se à frente do Cávado (104,25), da Área Metropolitana do Porto (102,22), do Alentejo Central (102,20) e de mais três sub-regiões do Centro: o Médio Tejo (101,87 – 6.ª posição), a Região de Leiria (101,82 – 7.ª posição) e a Região de Aveiro (101,13 – 9.ª posição). A Beira Baixa voltava a apresentar o índice mais baixo entre as oito sub-regiões do Centro (90,58), situando-se na 20.ª posição da hierarquia nacional. No índice da qualidade ambiental, as sub-regiões com melhor [...]
- Categories: Desenvolvimento regional, InformaçãoPublished On: 01/09/2026
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- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 13/07/2026
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