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  • Published On: 15/07/2026

    Em 2025, na Região Centro, assistiu-se a uma diminuição das assimetrias territoriais tendo em conta a dispersão da variação da população dos seus 100 municípios. O Centro continuava a posicionar-se abaixo do valor de Portugal, ainda que tenha diminuído o diferencial face ao ano anterior. Na hierarquia nacional, o Centro assumia a terceira posição, depois do Algarve e da Região Norte. As assimetrias intrarregionais no Centro assumiam a sua expressão máxima na comparação entre Constância, o município cuja população mais cresceu (+2,88%), e Manteigas, o município que mais população perdeu (-1,41%). Estimava-se que residiam, na Região Centro, 2,4 milhões de indivíduos a 31 de dezembro de 2025, ou seja, 21,1% da população residente em Portugal. Comparativamente a 2024, verificou-se um crescimento populacional de 0,57%, superior à variação nacional de 0,32%. A população residente no Centro tem vindo a aumentar nos últimos anos, contrariando a tendência de decréscimo populacional verificada nas décadas anteriores. Ainda assim, desde 2023, tem-se assistido a uma desaceleração do crescimento populacional. Em todas as sub-regiões do Centro, a taxa de crescimento natural foi negativa e a taxa de crescimento migratório positiva, destacando-se os aumentos populacionais verificados no Médio Tejo (+0,88%), no Oeste (+0,86%) e em Viseu Dão Lafões (+0,83%). Estas são algumas das conclusões da última atualização do Barómetro do Centro de Portugal, que pode ser consultado aqui.  Nesta edição, para além da informação sobre a população residente (ficha n.º 14) e a dispersão da variação populacional (ficha n.º 21), foram ainda atualizados os indicadores referentes às exportações de bens (ficha n.º 1) e às empresas gazela (ficha n.º 6). O Barómetro do Centro de Portugal é um elemento de monitorização, produzido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, que tem como objetivo avaliar o progresso alcançado pela Região Centro em termos de crescimento e competitividade, potencial humano, qualidade de vida, coesão e sustentabilidade ambiental e energética. Contempla um conjunto de 25 indicadores-chave, objeto de permanente atualização, que identificam tendências e lacunas de progresso, permitindo desenvolver eventuais ações corretivas e preventivas.

  • Published On: 13/07/2026

    Nos 100 municípios da Região Centro residiam 2,4 milhões de pessoas, em 2025, segundo as Estimativas de População Residente divulgadas recentemente pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), das quais 1,17 milhões eram homens (49%) e 1,24 milhões mulheres (51%). O Centro concentrava, assim, 21,1% da população residente em Portugal, mantendo o peso no total nacional registado nos dois anos anteriores. Comparativamente a 2024, a população do Centro cresceu 0,57% (ou seja, mais 13.611 pessoas do que no ano anterior), superando a variação nacional de 0,32%. Entre 2021 e 2025, o efetivo populacional da região aumentou 160.324 pessoas, traduzindo um acréscimo populacional de 7,1%. A população da Região Centro em 2025 é a segunda maior dos últimos 65 anos (tendo em consideração os valores dos últimos recenseamentos da população, ficando muito próxima dos valores registados em 1960.     O acréscimo populacional no Centro, em 2025, resultou de um crescimento migratório (+1,13%) que mais do que compensou o decréscimo natural (-0,56%). Isto significa que o aumento do número de imigrantes foi superior ao de emigrantes e que superou o saldo natural negativo resultante dos óbitos serem superiores aos nados-vivos. Analisando a evolução populacional recente, observa-se que o crescimento migratório tem justificado, pelo menos desde 2021, o aumento da população residente no Centro (uma vez que o crescimento natural foi sempre negativo). Em 2025, o saldo migratório manteve-se positivo e com um crescimento acima de 1%, apesar de ter desacelerado face aos quatro anos anteriores (onde sobressaem os anos de 2022, 2023 e 2024 com fluxos migratórios excecionalmente elevados).   Face ao ano anterior, o efetivo populacional cresceu na quase totalidade das sub-regiões do Centro, destacando-se o Médio Tejo (+0,88%), o Oeste (+0,86%), Viseu Dão Lafões (0,82%), a Região de Leiria (+0,68%) e a Região de Aveiro (+0,58%), com acréscimos simultaneamente acima das médias regional (0,57%) e nacional (0,32%). Ainda com aumentos populacionais superiores à média do país (mas abaixo da média da região) encontrava-se a Beira Baixa (+0,36%). Apenas nas Beiras e Serra da Estrela se registou um ligeiro decréscimo populacional (-0,17%). Assim, pode-se concluir que, em 2025, apesar de, em todas as sub-regiões do Centro, a taxa de crescimento natural ter sido negativa e a taxa de crescimento migratório positiva, apenas na sub-região Beiras e Serra da Estrela, o movimento migratório positivo não compensou a evolução negativa do saldo natural. Em 2025, as quatro sub-regiões do litoral - Região de Aveiro, Região de Coimbra, Região de Leiria e Oeste – concentravam 66,3% da população total do Centro, valor que aumenta para os 87,6% considerando o Médio Tejo e Viseu Dão Lafões. Os municípios mais populosos da região, com efetivos populacionais acima de 100.000 habitantes, continuam a ser Coimbra, Leiria e Viseu. Se consideramos também os municípios com mais de 50.000 habitantes, passaríamos a abranger mais 11 municípios: Torres Vedras, Aveiro, Figueira da Foz, Alcobaça, Caldas da Rainha, Castelo Branco, Ovar, Pombal, Covilhã, Alenquer e Águeda. Estes 14 municípios concentram praticamente metade da população regional (45,9%). Em 2025, 82 dos [...]

  • Published On: 08/07/2026

    Na mais recente edição do Índice Sintético de Desenvolvimento Regional, divulgada pelo Instituto Nacional de Estatística a 15 de junho de 2026, apenas cinco das 26 sub-regiões NUTS III do país superavam a média nacional, destacando-se, no Centro, a Região de Coimbra (101,09), que ocupava o terceiro lugar da hierarquia nacional, seguida da Região de Aveiro (100,97), no quarto lugar. A Grande Lisboa apresentava o índice mais elevado (107,83), seguindo-se a Área Metropolitana do Porto (103,10), ocupando o Alto Minho a quinta posição (100,49). Abaixo da média do país, mas bem posicionada na hierarquia nacional evidenciava-se também a Região de Leiria (7.ª posição, com um índice de 99,65). As sub-regiões Beiras e Serra da Estrela (96,61) e Médio Tejo (96,18) ocupavam a 12.ª e 13.º posição, respetivamente, seguindo-se o Oeste (95,35) e Viseu Dão Lafões (95,07), nas 15.ª e 16.ª posição, respetivamente. A Beira Baixa ocupava a 22.ª posição (92,67) entre as 26 sub-regiões do país. O Índice Sintético de Desenvolvimento Regional (ISDR) privilegia uma visão multidimensional do desenvolvimento regional, estruturando-o em três dimensões: competitividade, coesão e qualidade ambiental. O ISDR é calculado anualmente para as sub-regiões NUTS III do país, com base numa matriz de 65 indicadores estatísticos que, depois de tratados, originam quatro indicadores compósitos: competitividade, coesão, qualidade ambiental e índice global de desenvolvimento regional. Estes índices são apresentados por referência ao contexto nacional (Portugal = 100). No índice de competitividade, os resultados de 2024 voltaram a revelar que as sub-regiões com melhor desempenho se concentravam no litoral do Continente. A Região de Aveiro (com um índice de 106,84) era uma das três sub-regiões a superar a média nacional, posicionando-se na segunda posição da hierarquia nacional, atrás da Grande Lisboa (116,69), muito destacada das restantes, mas à frente da Área Metropolitana do Porto (106,64). Na Região Centro, seguia-se a Região de Coimbra (7.ª posição na hierarquia nacional – 94,92), a Região de Leiria (9.ª posição – 94,70) e as sub-regiões do Oeste (91,80), Viseu Dão Lafões (90,89) e Beiras e Serra da Estrela (90,30) nas 13.ª, 14.ª e 15.ª posição, respetivamente. A Beira Baixa era a NUTS III do Centro com o índice mais baixo (22.ª posição – 86,13). Na dimensão da coesão, os resultados refletem um retrato territorial um pouco mais equilibrado do que o observado para a competitividade, na medida em que nove sub-regiões superavam a média nacional, ainda que sejam maioritariamente territórios do litoral continental. A Região de Coimbra (106,20) apresentava o segundo melhor desempenho no índice de coesão, após a Grande Lisboa (108,80), posicionando-se à frente do Cávado (104,25), da Área Metropolitana do Porto (102,22), do Alentejo Central (102,20) e de mais três sub-regiões do Centro: o Médio Tejo (101,87 – 6.ª posição), a Região de Leiria (101,82 – 7.ª posição) e a Região de Aveiro (101,13 – 9.ª posição). A Beira Baixa voltava a apresentar o índice mais baixo entre as oito sub-regiões do Centro (90,58), situando-se na 20.ª posição da hierarquia nacional. No índice da qualidade ambiental, as sub-regiões com melhor [...]

  • Published On: 07/07/2026

    No primeiro trimestre de 2026, os edifícios concluídos aumentaram 4,2% na Região Centro, em termos homólogos, superando a evolução nacional de 1,5% e prosseguindo o crescimento dos dois trimestres precedentes. Também o mercado de trabalho, as saídas de bens do comércio internacional e os créditos concedidos às empresas e para habitação e consumo observaram evoluções homólogas favoráveis. Em contraste, as constituições e ações de insolvência de empresas, os indicadores do licenciamento e a atividade turística observaram contrações homólogas neste trimestre. Já a inflação acelerou face ao trimestre homólogo e aos trimestres anteriores. Estas são algumas das conclusões do n.º 70 do “Centro de Portugal – Boletim Trimestral”, publicação que analisa a evolução conjuntural da região Centro. No primeiro trimestre de 2026, o Produto Interno Bruto registou um crescimento homólogo real de 2,3%, justificado pelo contributo positivo da procura interna que superou o contributo negativo da procura externa líquida. A taxa de desemprego nacional foi de 6,1%, valor acima do observado no período anterior, mas inferior ao do período homólogo. Já o nível de preços permaneceu nos 2,2%, tendo desacelerado em relação ao mesmo trimestre de 2025. A confiança dos consumidores piorou, enquanto o indicador de clima económico permaneceu positivo e superou o valor do trimestre homólogo. O euro reforçou a valorização face ao dólar registada nos trimestres anteriores, contrariando a depreciação verificada no período homólogo. Relativamente à Região Centro, continuou a assistir-se a uma evolução favorável do mercado de trabalho regional, decorrente dos aumentos das taxas de atividade e de emprego e da diminuição do desemprego. Já o salário médio líquido mensal dos trabalhadores por conta de outrem voltou a aumentar face a igual período do ano anterior, o que se verifica há mais de dois anos consecutivos. No setor empresarial regional registaram-se diminuições homólogas nas constituições e nas ações de insolvência de empresas, por contraste com o país, que aumentou em ambas as variáveis. Os empréstimos concedidos às empresas aumentaram na região, o que já não sucedia desde meados de 2021. Também o peso regional dos empréstimos vencidos no total dos concedidos aumentou face ao mesmo trimestre do ano de 2025. O setor da construção regional apresentou uma evolução homóloga positiva das obras concluídas, com exceção dos novos fogos para habitação familiar, enquanto o licenciamento evoluiu negativamente. A nível nacional, todos os indicadores das obras concluídas evoluíram favoravelmente, por contraste com o licenciamento que decresceu. Relativamente à evolução dos empréstimos à habitação em termos homólogos reais, o crédito concedido para habitação continuou a acelerar, enquanto os empréstimos vencidos registaram nova quebra significativa. Na atividade turística, os hóspedes, as dormidas e os proveitos dos estabelecimentos de alojamento turístico diminuíram na região, contrariando a tendência de crescimento que se verificava nos trimestres anteriores. Já a estada média na região manteve-se inalterada face a igual período do ano anterior. O comércio internacional de bens evoluiu positivamente na região, decorrente do crescimento homólogo real das saídas e das entradas de bens. A variação regional das saídas reflete o contributo positivo tanto do [...]

  • Published On: 06/07/2026

    A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro) promove, no próximo dia 7 de julho de 2026, pelas 15h00, uma visita técnica à empresa Balbino & Faustino, Lda., localizada na Zona Industrial do Casal da Areia, em Alcobaça. Esta será a primeira de um ciclo de visitas promovidas no âmbito do Pacto para a Economia Circular no Centro, as quais visam dar a conhecer projetos e boas práticas de economia circular desenvolvidos pelas entidades subscritoras da 3.ª edição do Pacto, promovendo a partilha de conhecimento, a inspiração e a replicação de soluções inovadoras na Região Centro. A Balbino & Faustino, Lda., empresa dedicada ao fabrico e comercialização de derivados de madeira e componentes para a indústria do mobiliário, assumiu um conjunto de compromissos relevantes no âmbito da sua adesão ao Pacto, entre os quais se destacam o alargamento do âmbito da certificação ISO 14001, o desenvolvimento da Declaração Ambiental de Produto (DAP), a melhoria da eficiência energética das suas instalações, a criação de uma Ilha de Biodiversidade e a promoção de ações de sensibilização ambiental dirigidas à comunidade. A visita proporcionará aos participantes a oportunidade de conhecer, no terreno, as iniciativas implementadas pela empresa e de contactar com soluções concretas que demonstram como a inovação, a eficiência na utilização dos recursos e a valorização de materiais podem contribuir para acelerar a transição para uma economia mais circular e sustentável. Este roteiro de visitas integra o plano de atividades do Pacto para a Economia Circular no Centro, uma iniciativa coordenada pela CCDR Centro que reúne atualmente 210 entidades comprometidas com a implementação de ações concretas de economia circular até dezembro de 2027, reforçando a cooperação entre empresas, instituições de ensino superior, centros de investigação, entidades da administração pública e outras organizações da região. Mais informações sobre o Pacto para a Economia Circular no Centro podem ser consultadas em https://pactoec.ccdrc.pt/

  • Published On: 30/06/2026

    O investimento direto estrangeiro (IDE) na Região Centro aumentou 2,5% em 2025, cifrando-se em 9,2 mil milhões de euros. Este valor corresponde a 4,3% do total de IDE recebido pela economia nacional. O fluxo líquido de IDE na Região Centro foi de 340 milhões de euros em 2025, traduzindo uma melhoria na dinâmica regional de captação líquida de investimento estrangeiro face ao ano anterior. Na Região Centro, desde 2012 que se tem vindo a verificar um crescimento sustentado da posição de IDE correspondendo, atualmente, a mais do quíntuplo do valor apurado naquele ano. A Região Centro registou um forte acréscimo no investimento em Investigação e Desenvolvimento (I&D) atingindo um novo máximo de aproximadamente 921,9 milhões de euros, em 2024, após um crescimento de 12,5% face ao ano anterior. Este valor representava 18,4% do total da despesa em I&D do país e 1,76% do PIB regional, o valor mais elevado desde o início da série. As empresas foram responsáveis por 60,3% do investimento da região em I&D, mais 0,4 pontos percentuais do que no ano anterior. Finalmente, a taxa de desemprego da Região Centro, no primeiro trimestre de 2026, fixou-se nos 4,9%, aumentando ligeiramente (0,2 pontos percentuais) face ao trimestre anterior, apesar de se manter num valor historicamente baixo. O Centro registou, neste trimestre, a segunda menor taxa de desemprego entre as regiões portuguesas, apenas atrás da Região Autónoma da Madeira. Estas são algumas das conclusões da nova edição do Barómetro do Centro de Portugal, que pode ser consultado aqui.  Nesta edição, além da informação sobre o investimento direto estrangeiro (ficha n.º 2), o investimento em investigação e desenvolvimento (ficha n.º 3) e a taxa de desemprego (ficha n.º 15), foi ainda atualizado o indicador referente às exportações de bens (ficha n.º 1). O Barómetro do Centro de Portugal é um elemento de monitorização, produzido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, que tem como objetivo avaliar o progresso alcançado pela Região Centro em termos de crescimento e competitividade, potencial humano, qualidade de vida, coesão e sustentabilidade ambiental e energética. Contempla um conjunto de 25 indicadores-chave, objeto de permanente atualização, que identificam tendências e lacunas de progresso, permitindo desenvolver eventuais ações corretivas e preventivas.

  • Published On: 19/06/2026

    A Região Centro conta com 159 empresas Gazela, que empregam 4.604 trabalhadores. Estas empresas, localizadas em 49 municípios da Região, serão homenageadas pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro), no dia 18 de junho de 2026, no Município da Guarda. O apuramento das Empresas Gazela é realizado anualmente pela CCDR Centro e visa reconhecer empresas jovens que, num curto espaço de tempo, apresentam ritmos de crescimento muito acima da média, nomeadamente no que diz respeito ao emprego e volume de negócios. De acordo com o estudo efetuado pela CCDR Centro, destacam-se os seguintes aspetos: Em 2025, foram identificadas 159 empresas Gazela na Região Centro. O apuramento de 2025 mantém-se, pelo quarto ano consecutivo e pela sexta vez, acima da centena de empresas identificadas, correspondendo também ao segundo maior valor de toda a série (que se iniciou em 2012). Mantém-se uma presença alargada das empresas Gazela no território regional, com 49 municípios com empresas Gazela. Leiria volta a destacar-se como o município com mais empresas Gazela (16), seguindo-se Torres Vedras (10), Coimbra e Ourém (com nove empresas cada), Aveiro e Viseu (com oito empresas cada) e Caldas da Rainha (com sete empresas). Com seis empresas Gazela surge o município da Figueira da Foz, seguindo-se Castelo Branco e Oliveira do Bairro, com cinco empresas cada, e Águeda, Marinha Grande, Ovar e Pombal, com quatro empresas cada. Com três empresas Gazela surgem Albergaria-a-Velha, Alcobaça, Cadaval, Lourinhã, Montemor-o-Velho, Nazaré, Oliveira do Hospital, Penacova e Tomar. Com duas empresas Gazela apresentam-se Abrantes, Alenquer, Alvaiázere, Bombarral, Castro Daire, Óbidos e Vila Nova da Barquinha. Em 19 municípios existe apenas uma empresa Gazela: Ansião, Arruda dos Vinhos, Batalha, Condeixa-a-Nova, Covilhã, Estarreja, Fundão, Gouveia, Guarda, Idanha-a-Nova, Ílhavo, Lousã, Mangualde, Oliveira de Frades, Tondela, Torres Novas, Vagos, Vila Velha de Rodão e Vouzela. Em termos sub-regionais, destaca-se o Oeste (36 empresas), seguido da Região de Leiria (28), da Região de Aveiro (27), da Região de Coimbra (26), do Médio Tejo (17), de Viseu Dão Lafões (14), da Beira Baixa (7) e das Beiras e Serra da Estrela (4). A maioria das empresas Gazela (74%) continua concentrada nas quatro sub-regiões do litoral da Região Centro, o que decorre de uma maior densidade de empresas e, consequentemente, de uma maior dinamização empresarial nesses territórios. As 159 empresas Gazela 2025 evidenciam um crescimento expressivo no emprego, passando de 1.406 postos de trabalho, em 2021, para 4.604, em 2024, o que representa um aumento de mais do triplo, no período analisado. Isto traduz que, em média, cada empresa Gazela passou de nove pessoas ao serviço, em 2021, para cerca de 29, em 2024. O volume de negócios global das empresas Gazela 2025 revela um crescimento muito expressivo, tendo aumentado mais de seis vezes entre 2021 e 2024, passando de 70,95 milhões de euros, em 2021, para 433,34 milhões de euros, em 2024. Isto traduz que, em média, cada empresa Gazela passou de um volume de negócios de cerca de 0,4 milhões de euros, em 2021, para 2,7 milhões [...]

  • Published On: 09/06/2026

    “Croquis”, um snack crocante e saudável desenvolvido com ingredientes naturais, locais e sazonais, desenvolvido pela Escola de Hotelaria de Coimbra, é o vencedor da décima primeira edição do Concurso Regional de Ideias de Negócio nas Escolas. Em segundo e terceiro lugares ficaram os projetos “Bandoor”, da Escola Secundária Padre José Augusto da Fonseca, de Aguiar da Beira, e “VisionSafe Interlock”, da Escola Profissional de Aveiro – Polo de Sever do Vouga. O vencedor foi anunciado, na final realizada, esta tarde, nas Caldas da Rainha, após a apresentação dos sete projetos finalistas. O júri, composto por individualidades com reconhecido mérito na promoção do empreendedorismo na Região Centro, avaliou cada ideia de negócio, tendo em consideração o grau de inovação, a exequibilidade, o impacte para o território e a sua estruturação e desenvolvimento. Este concurso, promovida pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional, I. P., pretende sensibilizar os jovens para o empreendedorismo, promover a criação de ideias de negócio viáveis, bem como contribuir para a formação de uma cultura empreendedora nos jovens da Região Centro. Elege, anualmente, o “Aluno Empreendedor da Região Centro 2026” entre os representantes das Comunidades Intermunicipais da Região.  Os três vencedores Ideia de Negócio: Croquis Escola de Hotelaria e Turismo de Coimbra | Município de Coimbra Região de Coimbra O Croquis é um snack crocante e saudável desenvolvido com ingredientes naturais, locais e sazonais, que procura responder à crescente procura por alternativas alimentares nutritivas e sustentáveis. O projeto assenta nos princípios da economia circular, valorizando produtos biológicos e o reaproveitamento de ingredientes para reduzir o desperdício alimentar, ao mesmo tempo que incentiva o consumo de frutas e legumes de forma mais apelativa, especialmente junto das crianças. Com uma forte preocupação ambiental e social, a marca aposta em materiais recicláveis, produção responsável e parcerias locais, distribuindo os seus produtos através de escolas, ginásios, máquinas de venda automática, mercados locais e plataformas digitais. Desta forma, o Croquis posiciona-se como uma solução alimentar inovadora que combina saúde, sabor, sustentabilidade e impacto positivo na comunidade e no território. Ideia de Negócio: Bandoor Escola Secundária Padre José Augusto da Fonseca | Município de Aguiar da Beira Viseu Dão Lafões Bandoor é uma plataforma que permite, de forma simples, conectar músicos a bandas e bandas a comissões/pessoas que as pretendem contratar. Nela podem incluir um portfólio, definir preços e gerir a sua disponibilidade através de um calendário integrado. Os clientes podem pesquisar, comparar e reservar bandas/músicos de forma direta, com comunicação fácil e pagamentos simplificados. Funciona, no fundo, como uma porta aberta à tua música, conectando talentos a eventos de forma rápida e eficiente. Ideia de Negócio: VisionSafe Interlock Escola Profissional de Aveiro – Polo de Sever do Vouga| Município de Sever do Vouga Região de Aveiro A VisionSafe Interlock é uma solução inovadora para aumentar a segurança industrial, integrando óculos de proteção inteligentes a máquinas como rebarbadoras. Através de sensores e comunicação automática, o equipamento apenas funciona quando os óculos estão corretamente colocados. Esta tecnologia reduz acidentes oculares, promove o uso adequado [...]

  • Published On: 08/06/2026

    A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro) promove, no próximo dia 9 de junho, nas Caldas da Rainha, a final da décima primeira edição do Concurso Regional de Ideias de Negócio nas Escolas. Este concurso, que elege o “Aluno Empreendedor da Região Centro 2026” entre os representantes das Comunidades Intermunicipais da Região, pretende sensibilizar os jovens para o empreendedorismo, promover a criação de ideias de negócio viáveis, bem como contribuir para a formação de uma cultura empreendedora nos jovens da Região Centro.   Durante o ano letivo 2025/2026, várias escolas básicas, secundárias e profissionais promoveram diversas ações de sensibilização para o empreendedorismo, junto da população escolar, com o acompanhamento dos respetivos professores. As ações ao nível de escola culminaram na realização de concursos intermunicipais, com a indispensável colaboração das Comunidades Intermunicipais. Na final regional irão ser apresentadas as ideias de negócio que representam cada uma das Comunidades Intermunicipais da Região Centro. O júri que selecionará os premiados é composto por individualidades com reconhecido mérito na promoção do empreendedorismo na Região Centro. A avaliação de cada ideia de negócio apresentada terá em consideração o grau de inovação, a exequibilidade, o impacte para o território e a sua estruturação e desenvolvimento.   Programa 14h30 – Boas Vindas 14h45 – Apresentação das Ideias de Negócio 15h15 – Testemunho das Empreendedoras 15h30 – Apresentação das Ideias de Negócio 16h00 – Lanche 16h30 – Entrega dos Prémios 16h45 – Sessão de Encerramento   Resumo das Ideias Finalistas a concurso Beira Baixa Escola Secundária Amato Lusitano | Município de Castelo Branco Ideia de Negócio: OliCut A ideia de negócio é criar e vender uma máquina elétrica portátil para retalhar azeitonas, destinada ao uso doméstico. O objetivo é automatizar um processo manual, demorado, cansativo, oferecendo segurança, rapidez e uniformidade. O produto é pensado para pequenos e médios produtores familiares e para o setor da restauração. O modelo de negócio inclui venda direta, distribuição através de cooperativas e lojas agrícolas, além de aluguer e assistência técnica.   Beiras e Serra da Estrela Escola Profissional de Trancoso | Município de Trancoso Ideia de Negócio: ReflorAI - Sistema Inteligente de Reflorestação Rápida aos Incêndios O projeto consiste num sistema inteligente de prevenção de incêndios , monitorização ambiental e reflorestação que combina sensores no terreno, drones, comunicações sem fios e uma plataforma digital com inteligência artificial. Através da recolha e análise de dados em tempo real, a solução permite detetar riscos, emitir alertas precoces, apoiar a tomada de decisão e contribuir para uma gestão mais eficiente e sustentável do território. Mais do que uma solução tecnológica, este projeto procura proteger pessoas, preservar florestas e reduzir os impactos dos incêndios, demonstrando como a inovação pode ser colocada ao serviço da sustentabilidade e da segurança das comunidades    Oeste Escola Básica e Secundária Joaquim Inácio da Cruz Sobral | Município de Sobral de Monte Agraço Ideia de Negócio: "Womenity - By your side" Criação de uma pulseira inteligente de segurança, com um design discreto e minimalista, que [...]