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Obras concluídas na região aumentam 4,2%, acima da média nacional

Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 07/07/2026

No primeiro trimestre de 2026, os edifícios concluídos aumentaram 4,2% na Região Centro, em termos homólogos, superando a evolução nacional de 1,5% e prosseguindo o crescimento dos dois trimestres precedentes. Também o mercado de trabalho, as saídas de bens do comércio internacional e os créditos concedidos às empresas e para habitação e consumo observaram evoluções homólogas favoráveis. Em contraste, as constituições e ações de insolvência de empresas, os indicadores do licenciamento e a atividade turística observaram contrações homólogas neste trimestre. Já a inflação acelerou face ao trimestre homólogo e aos trimestres anteriores. Estas são algumas das conclusões do n.º 70 do “Centro de Portugal – Boletim Trimestral”, publicação que analisa a evolução conjuntural da região Centro.

No primeiro trimestre de 2026, o Produto Interno Bruto registou um crescimento homólogo real de 2,3%, justificado pelo contributo positivo da procura interna que superou o contributo negativo da procura externa líquida. A taxa de desemprego nacional foi de 6,1%, valor acima do observado no período anterior, mas inferior ao do período homólogo. Já o nível de preços permaneceu nos 2,2%, tendo desacelerado em relação ao mesmo trimestre de 2025. A confiança dos consumidores piorou, enquanto o indicador de clima económico permaneceu positivo e superou o valor do trimestre homólogo. O euro reforçou a valorização face ao dólar registada nos trimestres anteriores, contrariando a depreciação verificada no período homólogo.

Relativamente à Região Centro, continuou a assistir-se a uma evolução favorável do mercado de trabalho regional, decorrente dos aumentos das taxas de atividade e de emprego e da diminuição do desemprego. Já o salário médio líquido mensal dos trabalhadores por conta de outrem voltou a aumentar face a igual período do ano anterior, o que se verifica há mais de dois anos consecutivos.

No setor empresarial regional registaram-se diminuições homólogas nas constituições e nas ações de insolvência de empresas, por contraste com o país, que aumentou em ambas as variáveis. Os empréstimos concedidos às empresas aumentaram na região, o que já não sucedia desde meados de 2021. Também o peso regional dos empréstimos vencidos no total dos concedidos aumentou face ao mesmo trimestre do ano de 2025. O setor da construção regional apresentou uma evolução homóloga positiva das obras concluídas, com exceção dos novos fogos para habitação familiar, enquanto o licenciamento evoluiu negativamente. A nível nacional, todos os indicadores das obras concluídas evoluíram favoravelmente, por contraste com o licenciamento que decresceu. Relativamente à evolução dos empréstimos à habitação em termos homólogos reais, o crédito concedido para habitação continuou a acelerar, enquanto os empréstimos vencidos registaram nova quebra significativa.

Na atividade turística, os hóspedes, as dormidas e os proveitos dos estabelecimentos de alojamento turístico diminuíram na região, contrariando a tendência de crescimento que se verificava nos trimestres anteriores. Já a estada média na região manteve-se inalterada face a igual período do ano anterior.

O comércio internacional de bens evoluiu positivamente na região, decorrente do crescimento homólogo real das saídas e das entradas de bens. A variação regional das saídas reflete o contributo positivo tanto do mercado intracomunitário, como do extracomunitário. Já a variação regional positiva das entradas de bens foi explicada pelo crescimento do mercado extracomunitário, uma vez que o mercado intracomunitário evoluiu negativamente. A nível nacional assistiu-se a uma diminuição das saídas e a um aumento das entradas de bens.

O Índice de Preços no Consumidor acelerou na Região Centro face ao trimestre homólogo e aos trimestres anteriores, igualando o registo nacional. Na Região Centro e em Portugal, a maioria dos indicadores representativos do consumo privado evoluiu favoravelmente face a igual período do ano anterior.

No PORTUGAL 2030, a 31 de março de 2026, estavam aprovados 2,6 mil milhões de euros de fundos europeus, para financiamento de 4,4 mil milhões de euros de investimento elegível na Região Centro (tratam-se apenas das operações com investimento integral no Centro). Estes apoios continuaram a destinar-se, sobretudo, à competitividade empresarial, cursos profissionais e mobilidade urbana sustentável. O programa temático PESSOAS 2030 era responsável por 35,2% dos apoios aprovados e o programa regional CENTRO 2030 por 33,5%. O FEDER continua a ser, desde o trimestre anterior, o fundo mais expressivo na região, financiando 47,2% dos montantes aprovados, logo seguido do FSE+ com 41,1%.

Quanto ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), a 31 de março de 2026, estavam aprovados 4.186,9 milhões de euros para aplicação na Região Centro, dos quais 3.819,2 milhões de euros estavam já contratados (tratam-se apenas de investimentos aplicados diretamente na Região Centro). Os projetos contratados totalizavam 99.330 e os pagamentos aos beneficiários ascendiam a 1.871,1milhões de euros, o que corresponde a 49,0% do valor contratado.

Consult here a versão integral do “Centro de Portugal – Boletim Trimestral n.º 70”.

Obras concluídas na região aumentam 4,2%, acima da média nacional
Obras concluídas na região aumentam 4,2%, acima da média nacional
Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 07/07/2026

No primeiro trimestre de 2026, os edifícios concluídos aumentaram 4,2% na Região Centro, em termos homólogos, superando a evolução nacional de 1,5% e prosseguindo o crescimento dos dois trimestres precedentes. Também o mercado de trabalho, as saídas de bens do comércio internacional e os créditos concedidos às empresas e para habitação e consumo observaram evoluções homólogas favoráveis. Em contraste, as constituições e ações de insolvência de empresas, os indicadores do licenciamento e a atividade turística observaram contrações homólogas neste trimestre. Já a inflação acelerou face ao trimestre homólogo e aos trimestres anteriores. Estas são algumas das conclusões do n.º 70 do “Centro de Portugal – Boletim Trimestral”, publicação que analisa a evolução conjuntural da região Centro.

No primeiro trimestre de 2026, o Produto Interno Bruto registou um crescimento homólogo real de 2,3%, justificado pelo contributo positivo da procura interna que superou o contributo negativo da procura externa líquida. A taxa de desemprego nacional foi de 6,1%, valor acima do observado no período anterior, mas inferior ao do período homólogo. Já o nível de preços permaneceu nos 2,2%, tendo desacelerado em relação ao mesmo trimestre de 2025. A confiança dos consumidores piorou, enquanto o indicador de clima económico permaneceu positivo e superou o valor do trimestre homólogo. O euro reforçou a valorização face ao dólar registada nos trimestres anteriores, contrariando a depreciação verificada no período homólogo.

Relativamente à Região Centro, continuou a assistir-se a uma evolução favorável do mercado de trabalho regional, decorrente dos aumentos das taxas de atividade e de emprego e da diminuição do desemprego. Já o salário médio líquido mensal dos trabalhadores por conta de outrem voltou a aumentar face a igual período do ano anterior, o que se verifica há mais de dois anos consecutivos.

No setor empresarial regional registaram-se diminuições homólogas nas constituições e nas ações de insolvência de empresas, por contraste com o país, que aumentou em ambas as variáveis. Os empréstimos concedidos às empresas aumentaram na região, o que já não sucedia desde meados de 2021. Também o peso regional dos empréstimos vencidos no total dos concedidos aumentou face ao mesmo trimestre do ano de 2025. O setor da construção regional apresentou uma evolução homóloga positiva das obras concluídas, com exceção dos novos fogos para habitação familiar, enquanto o licenciamento evoluiu negativamente. A nível nacional, todos os indicadores das obras concluídas evoluíram favoravelmente, por contraste com o licenciamento que decresceu. Relativamente à evolução dos empréstimos à habitação em termos homólogos reais, o crédito concedido para habitação continuou a acelerar, enquanto os empréstimos vencidos registaram nova quebra significativa.

Na atividade turística, os hóspedes, as dormidas e os proveitos dos estabelecimentos de alojamento turístico diminuíram na região, contrariando a tendência de crescimento que se verificava nos trimestres anteriores. Já a estada média na região manteve-se inalterada face a igual período do ano anterior.

O comércio internacional de bens evoluiu positivamente na região, decorrente do crescimento homólogo real das saídas e das entradas de bens. A variação regional das saídas reflete o contributo positivo tanto do mercado intracomunitário, como do extracomunitário. Já a variação regional positiva das entradas de bens foi explicada pelo crescimento do mercado extracomunitário, uma vez que o mercado intracomunitário evoluiu negativamente. A nível nacional assistiu-se a uma diminuição das saídas e a um aumento das entradas de bens.

O Índice de Preços no Consumidor acelerou na Região Centro face ao trimestre homólogo e aos trimestres anteriores, igualando o registo nacional. Na Região Centro e em Portugal, a maioria dos indicadores representativos do consumo privado evoluiu favoravelmente face a igual período do ano anterior.

No PORTUGAL 2030, a 31 de março de 2026, estavam aprovados 2,6 mil milhões de euros de fundos europeus, para financiamento de 4,4 mil milhões de euros de investimento elegível na Região Centro (tratam-se apenas das operações com investimento integral no Centro). Estes apoios continuaram a destinar-se, sobretudo, à competitividade empresarial, cursos profissionais e mobilidade urbana sustentável. O programa temático PESSOAS 2030 era responsável por 35,2% dos apoios aprovados e o programa regional CENTRO 2030 por 33,5%. O FEDER continua a ser, desde o trimestre anterior, o fundo mais expressivo na região, financiando 47,2% dos montantes aprovados, logo seguido do FSE+ com 41,1%.

Quanto ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), a 31 de março de 2026, estavam aprovados 4.186,9 milhões de euros para aplicação na Região Centro, dos quais 3.819,2 milhões de euros estavam já contratados (tratam-se apenas de investimentos aplicados diretamente na Região Centro). Os projetos contratados totalizavam 99.330 e os pagamentos aos beneficiários ascendiam a 1.871,1milhões de euros, o que corresponde a 49,0% do valor contratado.

Consult here a versão integral do “Centro de Portugal – Boletim Trimestral n.º 70”.

No primeiro trimestre de 2026, os edifícios concluídos aumentaram 4,2% na Região Centro, em termos homólogos, superando a evolução nacional de 1,5% e prosseguindo o crescimento dos dois trimestres precedentes. Também o mercado de trabalho, as saídas de bens do comércio internacional e os créditos concedidos às empresas e para habitação e consumo observaram evoluções homólogas favoráveis. Em contraste, as constituições e ações de insolvência de empresas, os indicadores do licenciamento e a atividade turística observaram contrações homólogas neste trimestre. Já a inflação acelerou face ao trimestre homólogo e aos trimestres anteriores. Estas são algumas das conclusões do n.º 70 do “Centro de Portugal – Boletim Trimestral”, publicação que analisa a evolução conjuntural da região Centro.

No primeiro trimestre de 2026, o Produto Interno Bruto registou um crescimento homólogo real de 2,3%, justificado pelo contributo positivo da procura interna que superou o contributo negativo da procura externa líquida. A taxa de desemprego nacional foi de 6,1%, valor acima do observado no período anterior, mas inferior ao do período homólogo. Já o nível de preços permaneceu nos 2,2%, tendo desacelerado em relação ao mesmo trimestre de 2025. A confiança dos consumidores piorou, enquanto o indicador de clima económico permaneceu positivo e superou o valor do trimestre homólogo. O euro reforçou a valorização face ao dólar registada nos trimestres anteriores, contrariando a depreciação verificada no período homólogo.

Relativamente à Região Centro, continuou a assistir-se a uma evolução favorável do mercado de trabalho regional, decorrente dos aumentos das taxas de atividade e de emprego e da diminuição do desemprego. Já o salário médio líquido mensal dos trabalhadores por conta de outrem voltou a aumentar face a igual período do ano anterior, o que se verifica há mais de dois anos consecutivos.

No setor empresarial regional registaram-se diminuições homólogas nas constituições e nas ações de insolvência de empresas, por contraste com o país, que aumentou em ambas as variáveis. Os empréstimos concedidos às empresas aumentaram na região, o que já não sucedia desde meados de 2021. Também o peso regional dos empréstimos vencidos no total dos concedidos aumentou face ao mesmo trimestre do ano de 2025. O setor da construção regional apresentou uma evolução homóloga positiva das obras concluídas, com exceção dos novos fogos para habitação familiar, enquanto o licenciamento evoluiu negativamente. A nível nacional, todos os indicadores das obras concluídas evoluíram favoravelmente, por contraste com o licenciamento que decresceu. Relativamente à evolução dos empréstimos à habitação em termos homólogos reais, o crédito concedido para habitação continuou a acelerar, enquanto os empréstimos vencidos registaram nova quebra significativa.

Na atividade turística, os hóspedes, as dormidas e os proveitos dos estabelecimentos de alojamento turístico diminuíram na região, contrariando a tendência de crescimento que se verificava nos trimestres anteriores. Já a estada média na região manteve-se inalterada face a igual período do ano anterior.

O comércio internacional de bens evoluiu positivamente na região, decorrente do crescimento homólogo real das saídas e das entradas de bens. A variação regional das saídas reflete o contributo positivo tanto do mercado intracomunitário, como do extracomunitário. Já a variação regional positiva das entradas de bens foi explicada pelo crescimento do mercado extracomunitário, uma vez que o mercado intracomunitário evoluiu negativamente. A nível nacional assistiu-se a uma diminuição das saídas e a um aumento das entradas de bens.

O Índice de Preços no Consumidor acelerou na Região Centro face ao trimestre homólogo e aos trimestres anteriores, igualando o registo nacional. Na Região Centro e em Portugal, a maioria dos indicadores representativos do consumo privado evoluiu favoravelmente face a igual período do ano anterior.

No PORTUGAL 2030, a 31 de março de 2026, estavam aprovados 2,6 mil milhões de euros de fundos europeus, para financiamento de 4,4 mil milhões de euros de investimento elegível na Região Centro (tratam-se apenas das operações com investimento integral no Centro). Estes apoios continuaram a destinar-se, sobretudo, à competitividade empresarial, cursos profissionais e mobilidade urbana sustentável. O programa temático PESSOAS 2030 era responsável por 35,2% dos apoios aprovados e o programa regional CENTRO 2030 por 33,5%. O FEDER continua a ser, desde o trimestre anterior, o fundo mais expressivo na região, financiando 47,2% dos montantes aprovados, logo seguido do FSE+ com 41,1%.

Quanto ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), a 31 de março de 2026, estavam aprovados 4.186,9 milhões de euros para aplicação na Região Centro, dos quais 3.819,2 milhões de euros estavam já contratados (tratam-se apenas de investimentos aplicados diretamente na Região Centro). Os projetos contratados totalizavam 99.330 e os pagamentos aos beneficiários ascendiam a 1.871,1milhões de euros, o que corresponde a 49,0% do valor contratado.

Consult here a versão integral do “Centro de Portugal – Boletim Trimestral n.º 70”.