Super Horta

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- Categories: Sem categoriaPublished On: 20/02/2026
Conheça os eventos culturais e artísticos em destaque de 6 a 8 de fevereiro de 2026. A região Centro volta a afirmar a diversidade e vitalidade da sua programação cultural, com propostas que atravessam vários concelhos e linguagens artísticas, do teatro à música, da dança à criação comunitária. Entre concertos intimistas, espetáculos de dança, projetos solidários e criações teatrais que dialogam com questões sociais contemporâneas, este fim-de-semana convida à fruição cultural em espaços de referência do território, promovendo o acesso à cultura, a valorização dos agentes culturais e o envolvimento das comunidades locais. 📍 Covilhã 5 e 6 de fevereiro de 2026 | 21h30 Local: Teatro Municipal da Covilhã Goecke / Morau — Kayzer Ballet Díptico reúne duas criações de referência da dança contemporânea europeia, propondo um diálogo entre linguagens coreográficas distintas. Em Blushing, de Marco Goecke, a dança explora emoções íntimas como a timidez e a vulnerabilidade através de uma fisicalidade intensa e nervosa. Em Valse, Marcos Morau desconstrói o imaginário da valsa, cruzando tradição e experimentação num universo visual e poético. Em conjunto, as duas peças refletem as contradições do corpo contemporâneo, afirmando a dança como espaço de expressão, emoção e transformação. Classificação etária: M/6. Duração: 70 minutos. Mais informação | Reserva de Bilhetes | Facebook | Instagram 📍 Oliveira do Bairro 6 de fevereiro de 2026 | 21h30 Local: Quartel das Artes – Oliveira do Bairro Equinócio / Solstício A dupla Equinócio, natural de Aveiro, apresenta-se no Quartel das Artes para um concerto de caráter intimista, centrado na fusão de diferentes linguagens musicais. A partir de uma abordagem livre e experimental, o projeto constrói atmosferas sonoras onde a proximidade com o público e a escuta partilhada assumem um papel central. Promovido pelo Quartel das Artes, o concerto conta com a participação dos convidados himalion e O Marta, ampliando o diálogo artístico e enriquecendo o universo criativo da dupla, numa noite marcada pela experimentação e cumplicidade musical. Classificação etária: M/10. Mais informação | Reserva de Bilhetes | Facebook | Instagram 📍 Coimbra 6 de fevereiro de 2026 | 21h30 Local: Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV) A Casa Morreu — Diário de uma República III A Casa Morreu — Diário de uma República III integra a terceira edição do projeto Diário de uma República (2020–2030), desenvolvido pela estrutura Amarelo Silvestre e dedicado, nesta fase, à temática da habitação. Partindo da casa enquanto direito fundamental e da sua crescente mercantilização, o espetáculo propõe uma reflexão crítica sobre as transformações do conceito de habitar, num contexto marcado por desigualdades sociais e territoriais. Através do cruzamento entre teatro e fotografia, a criação constrói um olhar artístico atento sobre as pessoas e as paisagens do Portugal contemporâneo, interrogando a perda da casa enquanto espaço de abrigo, identidade e pertença. A sessão inclui conversa pós-espetáculo com a equipa artística. Facebook | Instagram 📍 Castelo Branco 7 de fevereiro de 2026 | 15h00 Local: Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco Do Barro ao Som — Homenagem a [...]
- Categories: Desenvolvimento Rural, Agroalimentar e Pescas, InformaçãoPublished On: 19/02/2026
O Relatório do Estado das Culturas e Previsão de Colheitas referente ao mês de janeiro de 2026, na área de influência da CCDR Centro, encontra-se disponível para consulta. Este documento fornece uma análise detalhada sobre o estado das culturas e as previsões de colheitas na região. O Estado das Culturas e Previsão de Colheitas (ECPC) é um projeto mensal que tem como principal objetivo recolher e disponibilizar informação previsional sobre áreas cultivadas, rendimentos e produções das principais culturas agrícolas. Trata-se de uma ferramenta essencial para agricultores, técnicos e todos os interessados no setor agrícola, na medida em que lhes permite planear e gerir as atividades agrícolas de forma mais eficaz. Para obter mais informações, consulte o relatório completo aqui e fique a par das últimas atualizações sobre o estado das culturas na região.
- Categories: Sem categoriaPublished On: 10/02/2026
Os fornos comunitários são estruturas de cozedura coletivas, geralmente construídas em pedra e aquecidas a lenha, utilizadas pelas comunidades rurais para cozer pão, folar, bolos e outros alimentos essenciais. Ao contrário dos fornos domésticos mais pequenos, estes fornos tinham grande capacidade de armazenamento e serviam várias famílias de uma aldeia ou povoado, refletindo uma prática de partilha de recursos e saberes próprios das sociedades agrárias pré-industriais. Durante largos períodos, o pão foi o alimento básico de subsistência nas comunidades portuguesas, e os fornos comunitários assumiam um papel central na produção desse alimento fundamental. Historicamente, muitos destes equipamentos surgiram em contextos rurais desde a Idade Média até ao início do século XX, quando os fornos privados ainda eram raros ou economicamente dispendiosos em muitas aldeias. A comunidade organizava-se em torno deles: os habitantes preparavam a massa em casa, traziam-na ao forno quando este atingia a temperatura adequada e assavam em conjunto, marcando as peças de pão para identificar a propriedade de cada família. O uso dos fornos comunitários esteve intimamente ligado à agricultura familiar e à produção de cereais como trigo, milho e centeio, cujas farinhas eram transformadas em massa para cozedura coletiva. A cozedura no forno coletivo economizava lenha e reduzia os esforços dispersos em múltiplos fornos particulares, além de reforçar laços sociais e culturais. Com a industrialização, urbanização e disseminação de fornos domésticos a partir do século XX, o uso comunitário desses equipamentos começou a diminuir. Muitos fornos caíram em desuso, tornaram-se ruínas ou foram incorporados em outras construções. Contudo, em certas regiões, a tradição sobrevive em atividades patrimoniais ou festivais culturais, onde a cozedura em forno de lenha é demonstrada como forma de preservar a memória e a identidade local. Na Guarda e na Beira Interior, aldeias como Videmonte mantêm fornos comunitários e realizam festivais locais onde se coordena a cozedura tradicional de pão de centeio, reforçando práticas entre várias gerações. Em Vilar do Boi (Castelo Branco), eventos como a “Rota dos Fornos Comunitários” celebram a tradição de cozer pão, bolos e doces nos fornos locais, preservando o seu uso enquanto elemento vivo do património rural. Estes usos afirmam que, mesmo com o declínio, os fornos comunitários continuam a funcionar como símbolos de identidade cultural e memória coletiva no centro do país, sendo frequentemente integrados em festivais e iniciativas de valorização do património rural. Os fornos comunitários não foram apenas instrumentos técnicos: eram lugares de encontro social, onde saberes, tradições culinárias e histórias de vida se cruzavam. A cozedura coletiva promovia a interação comunitária e transmitia práticas etnográficas e gastronómicas de geração em geração. Em estudos contemporâneos sobre gastronomia e património, práticas como estas são frequentemente analisadas como elementos que articulam memória, território e identidade, posicionando o ato de cozer pão em fornos comunitários não apenas como técnica de produção, mas como parte de um repertório cultural complexo que molda experiências sociais e reforça a coesão comunitária local. Referências Carvalho, D. A. S. (2017). Inventário dos 53 fornos de pão comunitários de Castro [...]
- Categories: Sem categoriaPublished On: 20/02/2026
Conheça os eventos culturais e artísticos em destaque de 6 a 8 de fevereiro de 2026. A região Centro volta a afirmar a diversidade e vitalidade da sua programação cultural, com propostas que atravessam vários concelhos e linguagens artísticas, do teatro à música, da dança à criação comunitária. Entre concertos intimistas, espetáculos de dança, projetos solidários e criações teatrais que dialogam com questões sociais contemporâneas, este fim-de-semana convida à fruição cultural em espaços de referência do território, promovendo o acesso à cultura, a valorização dos agentes culturais e o envolvimento das comunidades locais. 📍 Covilhã 5 e 6 de fevereiro de 2026 | 21h30 Local: Teatro Municipal da Covilhã Goecke / Morau — Kayzer Ballet Díptico reúne duas criações de referência da dança contemporânea europeia, propondo um diálogo entre linguagens coreográficas distintas. Em Blushing, de Marco Goecke, a dança explora emoções íntimas como a timidez e a vulnerabilidade através de uma fisicalidade intensa e nervosa. Em Valse, Marcos Morau desconstrói o imaginário da valsa, cruzando tradição e experimentação num universo visual e poético. Em conjunto, as duas peças refletem as contradições do corpo contemporâneo, afirmando a dança como espaço de expressão, emoção e transformação. Classificação etária: M/6. Duração: 70 minutos. Mais informação | Reserva de Bilhetes | Facebook | Instagram 📍 Oliveira do Bairro 6 de fevereiro de 2026 | 21h30 Local: Quartel das Artes – Oliveira do Bairro Equinócio / Solstício A dupla Equinócio, natural de Aveiro, apresenta-se no Quartel das Artes para um concerto de caráter intimista, centrado na fusão de diferentes linguagens musicais. A partir de uma abordagem livre e experimental, o projeto constrói atmosferas sonoras onde a proximidade com o público e a escuta partilhada assumem um papel central. Promovido pelo Quartel das Artes, o concerto conta com a participação dos convidados himalion e O Marta, ampliando o diálogo artístico e enriquecendo o universo criativo da dupla, numa noite marcada pela experimentação e cumplicidade musical. Classificação etária: M/10. Mais informação | Reserva de Bilhetes | Facebook | Instagram 📍 Coimbra 6 de fevereiro de 2026 | 21h30 Local: Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV) A Casa Morreu — Diário de uma República III A Casa Morreu — Diário de uma República III integra a terceira edição do projeto Diário de uma República (2020–2030), desenvolvido pela estrutura Amarelo Silvestre e dedicado, nesta fase, à temática da habitação. Partindo da casa enquanto direito fundamental e da sua crescente mercantilização, o espetáculo propõe uma reflexão crítica sobre as transformações do conceito de habitar, num contexto marcado por desigualdades sociais e territoriais. Através do cruzamento entre teatro e fotografia, a criação constrói um olhar artístico atento sobre as pessoas e as paisagens do Portugal contemporâneo, interrogando a perda da casa enquanto espaço de abrigo, identidade e pertença. A sessão inclui conversa pós-espetáculo com a equipa artística. Facebook | Instagram 📍 Castelo Branco 7 de fevereiro de 2026 | 15h00 Local: Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco Do Barro ao Som — Homenagem a [...]
- Categories: Desenvolvimento Rural, Agroalimentar e Pescas, InformaçãoPublished On: 19/02/2026
O Relatório do Estado das Culturas e Previsão de Colheitas referente ao mês de janeiro de 2026, na área de influência da CCDR Centro, encontra-se disponível para consulta. Este documento fornece uma análise detalhada sobre o estado das culturas e as previsões de colheitas na região. O Estado das Culturas e Previsão de Colheitas (ECPC) é um projeto mensal que tem como principal objetivo recolher e disponibilizar informação previsional sobre áreas cultivadas, rendimentos e produções das principais culturas agrícolas. Trata-se de uma ferramenta essencial para agricultores, técnicos e todos os interessados no setor agrícola, na medida em que lhes permite planear e gerir as atividades agrícolas de forma mais eficaz. Para obter mais informações, consulte o relatório completo aqui e fique a par das últimas atualizações sobre o estado das culturas na região.
- Categories: Sem categoriaPublished On: 10/02/2026
Os fornos comunitários são estruturas de cozedura coletivas, geralmente construídas em pedra e aquecidas a lenha, utilizadas pelas comunidades rurais para cozer pão, folar, bolos e outros alimentos essenciais. Ao contrário dos fornos domésticos mais pequenos, estes fornos tinham grande capacidade de armazenamento e serviam várias famílias de uma aldeia ou povoado, refletindo uma prática de partilha de recursos e saberes próprios das sociedades agrárias pré-industriais. Durante largos períodos, o pão foi o alimento básico de subsistência nas comunidades portuguesas, e os fornos comunitários assumiam um papel central na produção desse alimento fundamental. Historicamente, muitos destes equipamentos surgiram em contextos rurais desde a Idade Média até ao início do século XX, quando os fornos privados ainda eram raros ou economicamente dispendiosos em muitas aldeias. A comunidade organizava-se em torno deles: os habitantes preparavam a massa em casa, traziam-na ao forno quando este atingia a temperatura adequada e assavam em conjunto, marcando as peças de pão para identificar a propriedade de cada família. O uso dos fornos comunitários esteve intimamente ligado à agricultura familiar e à produção de cereais como trigo, milho e centeio, cujas farinhas eram transformadas em massa para cozedura coletiva. A cozedura no forno coletivo economizava lenha e reduzia os esforços dispersos em múltiplos fornos particulares, além de reforçar laços sociais e culturais. Com a industrialização, urbanização e disseminação de fornos domésticos a partir do século XX, o uso comunitário desses equipamentos começou a diminuir. Muitos fornos caíram em desuso, tornaram-se ruínas ou foram incorporados em outras construções. Contudo, em certas regiões, a tradição sobrevive em atividades patrimoniais ou festivais culturais, onde a cozedura em forno de lenha é demonstrada como forma de preservar a memória e a identidade local. Na Guarda e na Beira Interior, aldeias como Videmonte mantêm fornos comunitários e realizam festivais locais onde se coordena a cozedura tradicional de pão de centeio, reforçando práticas entre várias gerações. Em Vilar do Boi (Castelo Branco), eventos como a “Rota dos Fornos Comunitários” celebram a tradição de cozer pão, bolos e doces nos fornos locais, preservando o seu uso enquanto elemento vivo do património rural. Estes usos afirmam que, mesmo com o declínio, os fornos comunitários continuam a funcionar como símbolos de identidade cultural e memória coletiva no centro do país, sendo frequentemente integrados em festivais e iniciativas de valorização do património rural. Os fornos comunitários não foram apenas instrumentos técnicos: eram lugares de encontro social, onde saberes, tradições culinárias e histórias de vida se cruzavam. A cozedura coletiva promovia a interação comunitária e transmitia práticas etnográficas e gastronómicas de geração em geração. Em estudos contemporâneos sobre gastronomia e património, práticas como estas são frequentemente analisadas como elementos que articulam memória, território e identidade, posicionando o ato de cozer pão em fornos comunitários não apenas como técnica de produção, mas como parte de um repertório cultural complexo que molda experiências sociais e reforça a coesão comunitária local. Referências Carvalho, D. A. S. (2017). Inventário dos 53 fornos de pão comunitários de Castro [...]
- Categories: Sem categoriaPublished On: 10/02/2026
A Carne Marinhoa DOP afirma-se como uma das expressões mais autênticas da gastronomia portuguesa, reunindo tradição, território e qualidade certificada. Proveniente exclusivamente de bovinos da Raça Marinhoa, esta carne de Denominação de Origem Protegida reflete séculos de saber-fazer associado à região do Baixo Vouga e às áreas envolventes da bacia hidrográfica do Rio Vouga, onde a fertilidade dos solos e a abundância de vegetação natural moldam as suas características únicas. Produzida em regime tradicional, a criação dos animais combina o pastoreio direto nas zonas ribeirinhas com a alimentação “à manjedoura” noutras áreas, recorrendo a forragens locais e subprodutos agrícolas. Este sistema sustentável e enraizado no território está na origem de uma carne de textura firme, ligeiramente húmida, suculenta e de sabor intenso, cuja coloração varia do rosa claro ao vermelho escuro, de acordo com a idade e categoria do animal. A área geográfica da Carne Marinhoa DOP estende-se por diversos concelhos dos distritos de Aveiro e Coimbra, entre os quais Ovar, Murtosa, Estarreja, Albergaria-a-Velha, Águeda, Oliveira do Bairro, Anadia, Mealhada, Cantanhede, Montemor-o-Velho, Soure e Figueira da Foz, consolidando-se como um produto profundamente ligado à identidade rural e económica desta região. Para além do seu valor gastronómico, a Carne Marinhoa assume-se como património cultural, celebrada em pratos tradicionais como assados, grelhados e estufados, e promovida através de iniciativas territoriais, como o Roteiro Gastronómico da Carne Marinhoa, que mobiliza restaurantes e produtores locais, reforçando a notoriedade do produto junto de consumidores e visitantes. Reconhecida pela sua qualidade, a Carne Marinhoa DOP integra o conjunto de produtos portugueses certificados que valorizam as raças autóctones, assim, cada peça de Carne Marinhoa DOP representa não apenas excelência à mesa, mas também a preservação de um território, de uma raça e de uma herança coletiva. Referências Albergaria-Velha apresenta VII Roteiro Gastronómico. Recuperado em https://mundialfm.sapo.pt/albergaria-velha-apresenta-vii-roteiro-gastronomico/ Associação de Criadores de Bovinos da Raça Marinhoa. (s.d.). Carne Marinhoa DOP – identidade e produção - https://carnemarinhoa.pt/ Direção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural. (s.d.). Carne Marinhoa DOP - https://tradicional.dgadr.gov.pt/pt/cat/carne/carne-de-bovino/231-carne-marinhoa-dop
- Categories: Sem categoriaPublished On: 20/02/2026
Conheça os eventos culturais e artísticos em destaque de 6 a 8 de fevereiro de 2026. A região Centro volta a afirmar a diversidade e vitalidade da sua programação cultural, com propostas que atravessam vários concelhos e linguagens artísticas, do teatro à música, da dança à criação comunitária. Entre concertos intimistas, espetáculos de dança, projetos solidários e criações teatrais que dialogam com questões sociais contemporâneas, este fim-de-semana convida à fruição cultural em espaços de referência do território, promovendo o acesso à cultura, a valorização dos agentes culturais e o envolvimento das comunidades locais. 📍 Covilhã 5 e 6 de fevereiro de 2026 | 21h30 Local: Teatro Municipal da Covilhã Goecke / Morau — Kayzer Ballet Díptico reúne duas criações de referência da dança contemporânea europeia, propondo um diálogo entre linguagens coreográficas distintas. Em Blushing, de Marco Goecke, a dança explora emoções íntimas como a timidez e a vulnerabilidade através de uma fisicalidade intensa e nervosa. Em Valse, Marcos Morau desconstrói o imaginário da valsa, cruzando tradição e experimentação num universo visual e poético. Em conjunto, as duas peças refletem as contradições do corpo contemporâneo, afirmando a dança como espaço de expressão, emoção e transformação. Classificação etária: M/6. Duração: 70 minutos. Mais informação | Reserva de Bilhetes | Facebook | Instagram 📍 Oliveira do Bairro 6 de fevereiro de 2026 | 21h30 Local: Quartel das Artes – Oliveira do Bairro Equinócio / Solstício A dupla Equinócio, natural de Aveiro, apresenta-se no Quartel das Artes para um concerto de caráter intimista, centrado na fusão de diferentes linguagens musicais. A partir de uma abordagem livre e experimental, o projeto constrói atmosferas sonoras onde a proximidade com o público e a escuta partilhada assumem um papel central. Promovido pelo Quartel das Artes, o concerto conta com a participação dos convidados himalion e O Marta, ampliando o diálogo artístico e enriquecendo o universo criativo da dupla, numa noite marcada pela experimentação e cumplicidade musical. Classificação etária: M/10. Mais informação | Reserva de Bilhetes | Facebook | Instagram 📍 Coimbra 6 de fevereiro de 2026 | 21h30 Local: Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV) A Casa Morreu — Diário de uma República III A Casa Morreu — Diário de uma República III integra a terceira edição do projeto Diário de uma República (2020–2030), desenvolvido pela estrutura Amarelo Silvestre e dedicado, nesta fase, à temática da habitação. Partindo da casa enquanto direito fundamental e da sua crescente mercantilização, o espetáculo propõe uma reflexão crítica sobre as transformações do conceito de habitar, num contexto marcado por desigualdades sociais e territoriais. Através do cruzamento entre teatro e fotografia, a criação constrói um olhar artístico atento sobre as pessoas e as paisagens do Portugal contemporâneo, interrogando a perda da casa enquanto espaço de abrigo, identidade e pertença. A sessão inclui conversa pós-espetáculo com a equipa artística. Facebook | Instagram 📍 Castelo Branco 7 de fevereiro de 2026 | 15h00 Local: Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco Do Barro ao Som — Homenagem a [...]
- Categories: Desenvolvimento Rural, Agroalimentar e Pescas, InformaçãoPublished On: 19/02/2026
O Relatório do Estado das Culturas e Previsão de Colheitas referente ao mês de janeiro de 2026, na área de influência da CCDR Centro, encontra-se disponível para consulta. Este documento fornece uma análise detalhada sobre o estado das culturas e as previsões de colheitas na região. O Estado das Culturas e Previsão de Colheitas (ECPC) é um projeto mensal que tem como principal objetivo recolher e disponibilizar informação previsional sobre áreas cultivadas, rendimentos e produções das principais culturas agrícolas. Trata-se de uma ferramenta essencial para agricultores, técnicos e todos os interessados no setor agrícola, na medida em que lhes permite planear e gerir as atividades agrícolas de forma mais eficaz. Para obter mais informações, consulte o relatório completo aqui e fique a par das últimas atualizações sobre o estado das culturas na região.
- Categories: Sem categoriaPublished On: 10/02/2026
Os fornos comunitários são estruturas de cozedura coletivas, geralmente construídas em pedra e aquecidas a lenha, utilizadas pelas comunidades rurais para cozer pão, folar, bolos e outros alimentos essenciais. Ao contrário dos fornos domésticos mais pequenos, estes fornos tinham grande capacidade de armazenamento e serviam várias famílias de uma aldeia ou povoado, refletindo uma prática de partilha de recursos e saberes próprios das sociedades agrárias pré-industriais. Durante largos períodos, o pão foi o alimento básico de subsistência nas comunidades portuguesas, e os fornos comunitários assumiam um papel central na produção desse alimento fundamental. Historicamente, muitos destes equipamentos surgiram em contextos rurais desde a Idade Média até ao início do século XX, quando os fornos privados ainda eram raros ou economicamente dispendiosos em muitas aldeias. A comunidade organizava-se em torno deles: os habitantes preparavam a massa em casa, traziam-na ao forno quando este atingia a temperatura adequada e assavam em conjunto, marcando as peças de pão para identificar a propriedade de cada família. O uso dos fornos comunitários esteve intimamente ligado à agricultura familiar e à produção de cereais como trigo, milho e centeio, cujas farinhas eram transformadas em massa para cozedura coletiva. A cozedura no forno coletivo economizava lenha e reduzia os esforços dispersos em múltiplos fornos particulares, além de reforçar laços sociais e culturais. Com a industrialização, urbanização e disseminação de fornos domésticos a partir do século XX, o uso comunitário desses equipamentos começou a diminuir. Muitos fornos caíram em desuso, tornaram-se ruínas ou foram incorporados em outras construções. Contudo, em certas regiões, a tradição sobrevive em atividades patrimoniais ou festivais culturais, onde a cozedura em forno de lenha é demonstrada como forma de preservar a memória e a identidade local. Na Guarda e na Beira Interior, aldeias como Videmonte mantêm fornos comunitários e realizam festivais locais onde se coordena a cozedura tradicional de pão de centeio, reforçando práticas entre várias gerações. Em Vilar do Boi (Castelo Branco), eventos como a “Rota dos Fornos Comunitários” celebram a tradição de cozer pão, bolos e doces nos fornos locais, preservando o seu uso enquanto elemento vivo do património rural. Estes usos afirmam que, mesmo com o declínio, os fornos comunitários continuam a funcionar como símbolos de identidade cultural e memória coletiva no centro do país, sendo frequentemente integrados em festivais e iniciativas de valorização do património rural. Os fornos comunitários não foram apenas instrumentos técnicos: eram lugares de encontro social, onde saberes, tradições culinárias e histórias de vida se cruzavam. A cozedura coletiva promovia a interação comunitária e transmitia práticas etnográficas e gastronómicas de geração em geração. Em estudos contemporâneos sobre gastronomia e património, práticas como estas são frequentemente analisadas como elementos que articulam memória, território e identidade, posicionando o ato de cozer pão em fornos comunitários não apenas como técnica de produção, mas como parte de um repertório cultural complexo que molda experiências sociais e reforça a coesão comunitária local. Referências Carvalho, D. A. S. (2017). Inventário dos 53 fornos de pão comunitários de Castro [...]





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