Conheça os nossos agentes culturais | Nó de Teatro – Companhia de Teatro
CONHEÇA NOSSOS AGENTES CULTURAIS!
Esta semana vamos conhecer:
Nó de Teatro – Companhia de Teatro
No próximo domingo, dia 16 de fevereiro, nas instalações da Associação Cultural e Recreativa de Valdágua, em Ovar, o Nó de Teatro estreia “a magia das estações”, uma experiência sensorial pensada especialmente para bebés e famílias suas.
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No próximo domingo, dia 16 de fevereiro, nas instalações da Associação Cultural e Recreativa de Valdágua, em Ovar, o Nó de Teatro estreia “a magia das estações”, uma experiência sensorial pensada especialmente para bebés e famílias suas.
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No próximo domingo, dia 16 de fevereiro, nas instalações da Associação Cultural e Recreativa de Valdágua, em Ovar, o Nó de Teatro estreia “a magia das estações”, uma experiência sensorial pensada especialmente para bebés e famílias suas.
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- Categories: CulturaPublished On: 04/09/2026
A CCDR Centro apoia o DROP - Festival de Instrumentos de Sopro, um projeto da Luarky - Associação Cultural e Recreativa - no âmbito do programa Cultura ao Centro 2026 - Apoio à Ação Cultural, na medida 2 - Programação/Difusão. A iniciativa decorrerá entre 4 e 6 de setembro de 2026, no Parque de Almear, em Travassô, no concelho de Águeda, com entrada livre. Em 2026, o projeto será apresentado como DROP - Laboratório de Criação e Experimentação Sonora e colocará os instrumentos de sopro no centro de uma programação que integrará música, performances, histórias, oficinas, conversas, instalações sonoras e momentos de criação e participação. Ao longo dos três dias do festival, o programa incluirá espetáculos como "Love Against The Machine", "Anti_Medo", "Choro de Aveiro", "Roda de Choro Quinteto" e "Anima Dixie", bem como atividades dirigidas a crianças e famílias, de exploração da natureza e instalações sonoras. A edição de 2026 incluirá também a estreia da DROPestra, um projeto artístico que cruza música, teatro, movimento e criação visual, com uma presença particular dos instrumentos de sopro. A iniciativa dirige-se, entre outros públicos, a crianças e jovens ligados ao ensino da música, músicos, elementos de bandas filarmónicas e famílias. O projeto desenvolve também ações que articulam a programação cultural com as áreas da educação e do ambiente, nomeadamente através da leitura, da sensibilização ambiental, da reutilização de materiais e de atividades de contacto com a natureza. O projeto DROP desenvolve-se em colaboração com agentes culturais e entidades locais, valorizando a criação artística, a participação da comunidade e a diversidade da oferta cultural no concelho de Águeda. Através deste apoio, a CCDR Centro reforça a valorização dos agentes culturais da região e a dinamização cultural do território no âmbito do programa Cultura ao Centro 2026 - Apoio à Ação Cultural.
- Categories: Cultura, InformaçãoPublished On: 04/09/2026
A CCDR Centro promove, no dia 28 de setembro de 2026, em Leiria, mais uma sessão da iniciativa «Património ao Centro – À conversa com os arqueólogos da Região Centro», dedicada à temática do Espólio Arqueológico e integrada nas Jornadas Europeias do Património de 2026. A iniciativa começa com uma visita guiada ao Abrigo do Lagar Velho, no Vale do Lapedo, um local de reconhecida importância arqueológica. O ponto de encontro será no Museu de Leiria. Durante a tarde, realiza-se uma visita guiada às reservas do Museu de Leiria, dedicada ao depósito e à gestão de espólio arqueológico, seguindo-se uma mesa-redonda para reflexão e debate sobre esta temática. A sessão contará com a participação de Mauro Correia, arqueólogo da CCDR Centro, Ana Sofia Gomes, arqueóloga do Património Cultural, I.P., e Vânia Carvalho, arqueóloga da Câmara Municipal de Leiria. Promovido no âmbito da iniciativa Património ao Centro, este encontro dá continuidade à estratégia de aproximação da CCDR Centro aos profissionais de arqueologia que desenvolvem a sua atividade na região, promovendo a partilha de conhecimento, a sensibilização para a proteção do património cultural e a divulgação de boas práticas. A participação é gratuita, mediante inscrição obrigatória aqui. Para mais informações, contacte a CCDR Centro através do endereço eletrónico gaac@ccdrc.pt ou do telefone 239 701 391. Programa 10h00–12h30 Visita guiada ao Abrigo do Lagar Velho, no Vale do Lapedo Ponto de encontro: Museu de Leiria 12h30–14h30 Almoço livre 14h30–16h30 Sessão temática «Espólio Arqueológico» Visita guiada às reservas do Museu de Leiria – depósito de espólio arqueológico Mesa-redonda com: Mauro Correia, arqueólogo da CCDR Centro; Ana Sofia Gomes, arqueóloga do Património Cultural, I.P.; Vânia Carvalho, arqueóloga da Câmara Municipal de Leiria. Local: Museu de Leiria
- Categories: CulturaPublished On: 01/09/2026
Uma sondagem arqueológica realizada no âmbito da requalificação de uma habitação na Rua do Castelo, no Centro Histórico do Sabugal, permitiu identificar um fosso defensivo associado à cerca da antiga vila. Escavada diretamente no substrato rochoso, a estrutura apresenta um perfil em “V”, com cerca de 2,50 metros de profundidade e uma abertura máxima de 3,50 metros. A descoberta surgiu num local onde a presença desta estrutura não era esperada. “Tratou-se de uma descoberta que nos causou alguma surpresa”, explicaram os arqueólogos Marcos Osório e Paulo Pernadas, do Gabinete de Arqueologia e Museologia da Câmara Municipal do Sabugal. A surpresa deveu-se, sobretudo, ao facto de o fosso se encontrar relativamente afastado do castelo e numa área que, pela elevada pendente da encosta voltada para o vale do rio Côa, apresenta já condições naturais de defesa. Apesar da localização inesperada, existia uma pista histórica para a possível presença de um fosso. Em 1509, Duarte d’Armas representou, no Livro das Fortalezas, junto ao pano exterior da muralha, uma linha horizontal que poderá assinalar a existência de um fosso associado à barbacã da cerca da vila. Da sondagem à descoberta A sondagem de diagnóstico começou por ocupar uma área de dois por dois metros. A identificação de um grande empedrado levou, no entanto, ao seu alargamento para poente. A poucos centímetros da superfície surgiu o substrato rochoso. À medida que os trabalhos avançaram, os arqueólogos verificaram que a rocha apresentava uma inclinação em direção ao interior da sondagem, levantando a hipótese da existência de uma estrutura escavada no terreno. Foi necessário ampliar novamente a área intervencionada para procurar a extremidade oposta da depressão. A identificação de um novo desnível no substrato rochoso, formando uma superfície inclinada e simétrica, permitiu confirmar a presença do fosso. O seu interior encontrava-se preenchido por uma grande concentração de pedras, sobretudo de xisto, mas também de granito, algumas de grandes dimensões. Foram igualmente identificados fragmentos de telha e de cerâmica de cronologia moderna, sobretudo nos níveis mais superficiais. Os dados recolhidos indicam que o enchimento do fosso terá ocorrido progressivamente. Algumas das pedras de maiores dimensões poderão ter sido lançadas deliberadamente para o seu interior, embora não seja possível determinar se pertenciam à antiga barbacã, entretanto desaparecida, ou se provinham de outras construções demolidas nas proximidades. Quando perdeu a sua função defensiva, o fosso tornou-se obsoleto. A sua colmatação poderá ter respondido à necessidade de eliminar um risco para quem habitava esta zona ou de criar espaços destinados à circulação ou ao cultivo. Um obstáculo com 2,50 metros de profundidade A conclusão da escavação permitiu conhecer melhor a configuração desta estrutura defensiva. Com um perfil em “V”, cerca de 2,50 metros de profundidade e 3,50 metros de abertura máxima, o fosso foi escavado diretamente na rocha. As paredes laterais apresentam uma inclinação acentuada em direção ao fundo, tornando a base mais estreita do que a abertura à superfície. Esta configuração fazia do fosso um obstáculo físico significativo à aproximação e à transposição da linha exterior de defesa da vila. Quanto à sua cronologia, os [...]
- Categories: CulturaPublished On: 04/09/2026
A CCDR Centro apoia o DROP - Festival de Instrumentos de Sopro, um projeto da Luarky - Associação Cultural e Recreativa - no âmbito do programa Cultura ao Centro 2026 - Apoio à Ação Cultural, na medida 2 - Programação/Difusão. A iniciativa decorrerá entre 4 e 6 de setembro de 2026, no Parque de Almear, em Travassô, no concelho de Águeda, com entrada livre. Em 2026, o projeto será apresentado como DROP - Laboratório de Criação e Experimentação Sonora e colocará os instrumentos de sopro no centro de uma programação que integrará música, performances, histórias, oficinas, conversas, instalações sonoras e momentos de criação e participação. Ao longo dos três dias do festival, o programa incluirá espetáculos como "Love Against The Machine", "Anti_Medo", "Choro de Aveiro", "Roda de Choro Quinteto" e "Anima Dixie", bem como atividades dirigidas a crianças e famílias, de exploração da natureza e instalações sonoras. A edição de 2026 incluirá também a estreia da DROPestra, um projeto artístico que cruza música, teatro, movimento e criação visual, com uma presença particular dos instrumentos de sopro. A iniciativa dirige-se, entre outros públicos, a crianças e jovens ligados ao ensino da música, músicos, elementos de bandas filarmónicas e famílias. O projeto desenvolve também ações que articulam a programação cultural com as áreas da educação e do ambiente, nomeadamente através da leitura, da sensibilização ambiental, da reutilização de materiais e de atividades de contacto com a natureza. O projeto DROP desenvolve-se em colaboração com agentes culturais e entidades locais, valorizando a criação artística, a participação da comunidade e a diversidade da oferta cultural no concelho de Águeda. Através deste apoio, a CCDR Centro reforça a valorização dos agentes culturais da região e a dinamização cultural do território no âmbito do programa Cultura ao Centro 2026 - Apoio à Ação Cultural.
- Categories: Cultura, InformaçãoPublished On: 04/09/2026
A CCDR Centro promove, no dia 28 de setembro de 2026, em Leiria, mais uma sessão da iniciativa «Património ao Centro – À conversa com os arqueólogos da Região Centro», dedicada à temática do Espólio Arqueológico e integrada nas Jornadas Europeias do Património de 2026. A iniciativa começa com uma visita guiada ao Abrigo do Lagar Velho, no Vale do Lapedo, um local de reconhecida importância arqueológica. O ponto de encontro será no Museu de Leiria. Durante a tarde, realiza-se uma visita guiada às reservas do Museu de Leiria, dedicada ao depósito e à gestão de espólio arqueológico, seguindo-se uma mesa-redonda para reflexão e debate sobre esta temática. A sessão contará com a participação de Mauro Correia, arqueólogo da CCDR Centro, Ana Sofia Gomes, arqueóloga do Património Cultural, I.P., e Vânia Carvalho, arqueóloga da Câmara Municipal de Leiria. Promovido no âmbito da iniciativa Património ao Centro, este encontro dá continuidade à estratégia de aproximação da CCDR Centro aos profissionais de arqueologia que desenvolvem a sua atividade na região, promovendo a partilha de conhecimento, a sensibilização para a proteção do património cultural e a divulgação de boas práticas. A participação é gratuita, mediante inscrição obrigatória aqui. Para mais informações, contacte a CCDR Centro através do endereço eletrónico gaac@ccdrc.pt ou do telefone 239 701 391. Programa 10h00–12h30 Visita guiada ao Abrigo do Lagar Velho, no Vale do Lapedo Ponto de encontro: Museu de Leiria 12h30–14h30 Almoço livre 14h30–16h30 Sessão temática «Espólio Arqueológico» Visita guiada às reservas do Museu de Leiria – depósito de espólio arqueológico Mesa-redonda com: Mauro Correia, arqueólogo da CCDR Centro; Ana Sofia Gomes, arqueóloga do Património Cultural, I.P.; Vânia Carvalho, arqueóloga da Câmara Municipal de Leiria. Local: Museu de Leiria
- Categories: CulturaPublished On: 01/09/2026
Uma sondagem arqueológica realizada no âmbito da requalificação de uma habitação na Rua do Castelo, no Centro Histórico do Sabugal, permitiu identificar um fosso defensivo associado à cerca da antiga vila. Escavada diretamente no substrato rochoso, a estrutura apresenta um perfil em “V”, com cerca de 2,50 metros de profundidade e uma abertura máxima de 3,50 metros. A descoberta surgiu num local onde a presença desta estrutura não era esperada. “Tratou-se de uma descoberta que nos causou alguma surpresa”, explicaram os arqueólogos Marcos Osório e Paulo Pernadas, do Gabinete de Arqueologia e Museologia da Câmara Municipal do Sabugal. A surpresa deveu-se, sobretudo, ao facto de o fosso se encontrar relativamente afastado do castelo e numa área que, pela elevada pendente da encosta voltada para o vale do rio Côa, apresenta já condições naturais de defesa. Apesar da localização inesperada, existia uma pista histórica para a possível presença de um fosso. Em 1509, Duarte d’Armas representou, no Livro das Fortalezas, junto ao pano exterior da muralha, uma linha horizontal que poderá assinalar a existência de um fosso associado à barbacã da cerca da vila. Da sondagem à descoberta A sondagem de diagnóstico começou por ocupar uma área de dois por dois metros. A identificação de um grande empedrado levou, no entanto, ao seu alargamento para poente. A poucos centímetros da superfície surgiu o substrato rochoso. À medida que os trabalhos avançaram, os arqueólogos verificaram que a rocha apresentava uma inclinação em direção ao interior da sondagem, levantando a hipótese da existência de uma estrutura escavada no terreno. Foi necessário ampliar novamente a área intervencionada para procurar a extremidade oposta da depressão. A identificação de um novo desnível no substrato rochoso, formando uma superfície inclinada e simétrica, permitiu confirmar a presença do fosso. O seu interior encontrava-se preenchido por uma grande concentração de pedras, sobretudo de xisto, mas também de granito, algumas de grandes dimensões. Foram igualmente identificados fragmentos de telha e de cerâmica de cronologia moderna, sobretudo nos níveis mais superficiais. Os dados recolhidos indicam que o enchimento do fosso terá ocorrido progressivamente. Algumas das pedras de maiores dimensões poderão ter sido lançadas deliberadamente para o seu interior, embora não seja possível determinar se pertenciam à antiga barbacã, entretanto desaparecida, ou se provinham de outras construções demolidas nas proximidades. Quando perdeu a sua função defensiva, o fosso tornou-se obsoleto. A sua colmatação poderá ter respondido à necessidade de eliminar um risco para quem habitava esta zona ou de criar espaços destinados à circulação ou ao cultivo. Um obstáculo com 2,50 metros de profundidade A conclusão da escavação permitiu conhecer melhor a configuração desta estrutura defensiva. Com um perfil em “V”, cerca de 2,50 metros de profundidade e 3,50 metros de abertura máxima, o fosso foi escavado diretamente na rocha. As paredes laterais apresentam uma inclinação acentuada em direção ao fundo, tornando a base mais estreita do que a abertura à superfície. Esta configuração fazia do fosso um obstáculo físico significativo à aproximação e à transposição da linha exterior de defesa da vila. Quanto à sua cronologia, os [...]
- Categories: CulturaPublished On: 01/09/2026
A Câmara Municipal de Vouzela deu início ao procedimento de classificação do Sítio Arqueológico da Senhora do Castelo, situado no Monte do Castelo, como Sítio de Interesse Municipal. A proposta, deliberada pela Câmara Municipal de Vouzela em reunião ordinária de 15 de maio de 2026, foi aprovada por unanimidade pela Assembleia Municipal, em reunião realizada a 20 de junho de 2026. O sítio arqueológico localiza-se no Monte do Castelo, União das Freguesias de Vouzela e Paços de Vilharigues, concelho de Vouzela, encontrando-se a área em vias de classificação identificada na respetiva planta de localização - Planta Senhora do Castelo Com esta deliberação, o Município de Vouzela dá início ao procedimento administrativo de classificação do Sítio Arqueológico da Senhora do Castelo como Sítio de Interesse Municipal, nos termos da legislação em vigor.
- Categories: CulturaPublished On: 04/09/2026
A CCDR Centro apoia o DROP - Festival de Instrumentos de Sopro, um projeto da Luarky - Associação Cultural e Recreativa - no âmbito do programa Cultura ao Centro 2026 - Apoio à Ação Cultural, na medida 2 - Programação/Difusão. A iniciativa decorrerá entre 4 e 6 de setembro de 2026, no Parque de Almear, em Travassô, no concelho de Águeda, com entrada livre. Em 2026, o projeto será apresentado como DROP - Laboratório de Criação e Experimentação Sonora e colocará os instrumentos de sopro no centro de uma programação que integrará música, performances, histórias, oficinas, conversas, instalações sonoras e momentos de criação e participação. Ao longo dos três dias do festival, o programa incluirá espetáculos como "Love Against The Machine", "Anti_Medo", "Choro de Aveiro", "Roda de Choro Quinteto" e "Anima Dixie", bem como atividades dirigidas a crianças e famílias, de exploração da natureza e instalações sonoras. A edição de 2026 incluirá também a estreia da DROPestra, um projeto artístico que cruza música, teatro, movimento e criação visual, com uma presença particular dos instrumentos de sopro. A iniciativa dirige-se, entre outros públicos, a crianças e jovens ligados ao ensino da música, músicos, elementos de bandas filarmónicas e famílias. O projeto desenvolve também ações que articulam a programação cultural com as áreas da educação e do ambiente, nomeadamente através da leitura, da sensibilização ambiental, da reutilização de materiais e de atividades de contacto com a natureza. O projeto DROP desenvolve-se em colaboração com agentes culturais e entidades locais, valorizando a criação artística, a participação da comunidade e a diversidade da oferta cultural no concelho de Águeda. Através deste apoio, a CCDR Centro reforça a valorização dos agentes culturais da região e a dinamização cultural do território no âmbito do programa Cultura ao Centro 2026 - Apoio à Ação Cultural.
- Categories: Cultura, InformaçãoPublished On: 04/09/2026
A CCDR Centro promove, no dia 28 de setembro de 2026, em Leiria, mais uma sessão da iniciativa «Património ao Centro – À conversa com os arqueólogos da Região Centro», dedicada à temática do Espólio Arqueológico e integrada nas Jornadas Europeias do Património de 2026. A iniciativa começa com uma visita guiada ao Abrigo do Lagar Velho, no Vale do Lapedo, um local de reconhecida importância arqueológica. O ponto de encontro será no Museu de Leiria. Durante a tarde, realiza-se uma visita guiada às reservas do Museu de Leiria, dedicada ao depósito e à gestão de espólio arqueológico, seguindo-se uma mesa-redonda para reflexão e debate sobre esta temática. A sessão contará com a participação de Mauro Correia, arqueólogo da CCDR Centro, Ana Sofia Gomes, arqueóloga do Património Cultural, I.P., e Vânia Carvalho, arqueóloga da Câmara Municipal de Leiria. Promovido no âmbito da iniciativa Património ao Centro, este encontro dá continuidade à estratégia de aproximação da CCDR Centro aos profissionais de arqueologia que desenvolvem a sua atividade na região, promovendo a partilha de conhecimento, a sensibilização para a proteção do património cultural e a divulgação de boas práticas. A participação é gratuita, mediante inscrição obrigatória aqui. Para mais informações, contacte a CCDR Centro através do endereço eletrónico gaac@ccdrc.pt ou do telefone 239 701 391. Programa 10h00–12h30 Visita guiada ao Abrigo do Lagar Velho, no Vale do Lapedo Ponto de encontro: Museu de Leiria 12h30–14h30 Almoço livre 14h30–16h30 Sessão temática «Espólio Arqueológico» Visita guiada às reservas do Museu de Leiria – depósito de espólio arqueológico Mesa-redonda com: Mauro Correia, arqueólogo da CCDR Centro; Ana Sofia Gomes, arqueóloga do Património Cultural, I.P.; Vânia Carvalho, arqueóloga da Câmara Municipal de Leiria. Local: Museu de Leiria
- Categories: CulturaPublished On: 01/09/2026
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