240 milhões de euros de fundos europeus para apoiar investimentos de proximidade com os cidadãos
240 milhões de euros de fundos europeus para apoiar investimentos de proximidade com os cidadãos
O Programa Regional do Centro (Centro2030) abriu 14 avisos de concurso, com uma dotação de 240 milhões de euros de fundos europeus, para apoiar investimentos de âmbito local e sub-regional com proximidade à vida dos cidadãos.
Estes apoios têm como finalidade apoiar investimentos nas seguintes áreas:
– Valorização do património cultural
– Infraestruturas do ensino básico
– infraestruturas do pré-escolar
– Áreas de acolhimento empresarial de base não tecnológica
– Mobilidade ativa (pedonal e ciclável)
– Reabilitação e regeneração urbanas
– Promoção do sucesso escolar
– Refuncionalização de equipamentos coletivos e qualificação de espaços públicos
Alinhado com as prioridades da União Europeia, o Programa Centro 2030 estrutura-se em cinco objetivos estratégicos: Centro mais competitivo e inteligente, Centro mais verde, Centro mais conectado, Centro mais social e inclusivo e Centro territorialmente mais coeso e próximo dos cidadãos.
Além do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) e do Fundo Social Europeu (FSE), o programas Centro 2030 inclui o Fundo para a Transição Justa, destinado a mitigar os impactos socioeconómicos da transição para a neutralidade carbónica resultantes do encerramento da Central Termoelétrica do Pego, através do apoio à diversificação da atividade económica do território e aos trabalhadores afetados.
Os avisos de concurso podem ser consultados em https://centro2030.pt/avisos/
240 milhões de euros de fundos europeus para apoiar investimentos de proximidade com os cidadãos
240 milhões de euros de fundos europeus para apoiar investimentos de proximidade com os cidadãos
240 milhões de euros de fundos europeus para apoiar investimentos de proximidade com os cidadãos
O Programa Regional do Centro (Centro2030) abriu 14 avisos de concurso, com uma dotação de 240 milhões de euros de fundos europeus, para apoiar investimentos de âmbito local e sub-regional com proximidade à vida dos cidadãos.
Estes apoios têm como finalidade apoiar investimentos nas seguintes áreas:
– Valorização do património cultural
– Infraestruturas do ensino básico
– infraestruturas do pré-escolar
– Áreas de acolhimento empresarial de base não tecnológica
– Mobilidade ativa (pedonal e ciclável)
– Reabilitação e regeneração urbanas
– Promoção do sucesso escolar
– Refuncionalização de equipamentos coletivos e qualificação de espaços públicos
Alinhado com as prioridades da União Europeia, o Programa Centro 2030 estrutura-se em cinco objetivos estratégicos: Centro mais competitivo e inteligente, Centro mais verde, Centro mais conectado, Centro mais social e inclusivo e Centro territorialmente mais coeso e próximo dos cidadãos.
Além do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) e do Fundo Social Europeu (FSE), o programas Centro 2030 inclui o Fundo para a Transição Justa, destinado a mitigar os impactos socioeconómicos da transição para a neutralidade carbónica resultantes do encerramento da Central Termoelétrica do Pego, através do apoio à diversificação da atividade económica do território e aos trabalhadores afetados.
Os avisos de concurso podem ser consultados em https://centro2030.pt/avisos/
240 milhões de euros de fundos europeus para apoiar investimentos de proximidade com os cidadãos
O Programa Regional do Centro (Centro2030) abriu 14 avisos de concurso, com uma dotação de 240 milhões de euros de fundos europeus, para apoiar investimentos de âmbito local e sub-regional com proximidade à vida dos cidadãos.
Estes apoios têm como finalidade apoiar investimentos nas seguintes áreas:
– Valorização do património cultural
– Infraestruturas do ensino básico
– infraestruturas do pré-escolar
– Áreas de acolhimento empresarial de base não tecnológica
– Mobilidade ativa (pedonal e ciclável)
– Reabilitação e regeneração urbanas
– Promoção do sucesso escolar
– Refuncionalização de equipamentos coletivos e qualificação de espaços públicos
Alinhado com as prioridades da União Europeia, o Programa Centro 2030 estrutura-se em cinco objetivos estratégicos: Centro mais competitivo e inteligente, Centro mais verde, Centro mais conectado, Centro mais social e inclusivo e Centro territorialmente mais coeso e próximo dos cidadãos.
Além do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) e do Fundo Social Europeu (FSE), o programas Centro 2030 inclui o Fundo para a Transição Justa, destinado a mitigar os impactos socioeconómicos da transição para a neutralidade carbónica resultantes do encerramento da Central Termoelétrica do Pego, através do apoio à diversificação da atividade económica do território e aos trabalhadores afetados.
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- Categories: Sem categoriaPublished On: 17/09/2026
Em Oiã, no concelho de Oliveira do Bairro, distrito de Aveiro, permanece a memória de um conjunto de práticas artesanais associado ao quotidiano rural da região: a arte de fazer esteiras e a cestaria. As esteiras eram tradicionalmente produzidas em bunho, matéria-prima vegetal recolhida nos pântanos. Segundo a documentação reunida no âmbito do projeto, esta atividade era realizada por mulheres e as esteiras tinham diferentes utilizações no quotidiano, nomeadamente nas camas dos trabalhadores e para cobrir o milho. A prática inscrevia-se, assim, numa economia doméstica e rural em que os recursos disponíveis no território eram transformados em objetos destinados a usos concretos. A cestaria respondia, por sua vez, a necessidades associadas aos trabalhos do campo. Os cestos eram utilizados, em particular, durante as vindimas. Entre os formatos identificados na tradição local encontram-se o cesto de aro, o canastro e o cesto poceiro, designações que fazem parte do vocabulário associado à cestaria tradicional da região. Esta produção artesanal relaciona-se com a paisagem rural de Oiã e do território envolvente, onde as atividades agrícolas e a utilização de recursos vegetais contribuíram para o desenvolvimento de diferentes formas de artesanato. O Silveiro, lugar pertencente à freguesia de Oiã, constitui um dos espaços onde esta tradição ficou particularmente associada à transformação do bunho em esteiras. A documentação sobre a localidade regista a continuidade desta prática artesanal, embora em menor escala, e assinala a existência de estruturas domésticas tradicionalmente destinadas ao trabalho do bunho. A tradição das esteiras e da cestaria insere-se, assim, numa cultura material construída a partir dos recursos disponíveis no território e das necessidades das comunidades. Estes objetos não constituíam apenas utensílios: envolviam conhecimentos relativos à obtenção e preparação da matéria-prima, às técnicas de transformação e à produção de peças adequadas a diferentes tarefas do quotidiano rural. Ao longo do tempo, a transformação das atividades agrícolas e das formas de vida contribuiu para o declínio de vários dos usos tradicionais destes objetos e para a redução das atividades artesanais que lhes estavam associadas. No concelho de Oliveira do Bairro, fontes locais continuam a identificar a cestaria e a fabricação de esteiras de bunho entre as formas de artesanato tradicional ligadas às atividades rurais. Conhecer a Arte de Esteiras e Cestaria de Oiã é, por isso, conhecer uma parte da cultura material e da memória social de Oliveira do Bairro e da Região Centro. É compreender como matérias-primas disponíveis no território foram transformadas, através de técnicas transmitidas entre gerações, em objetos destinados ao trabalho e à vida quotidiana. Valorizar esta tradição passa por documentá-la, divulgá-la e criar condições para a transmissão dos conhecimentos associados às técnicas e aos materiais. A salvaguarda de um saber-fazer desta natureza não depende apenas da conservação dos objetos produzidos, mas também da continuidade dos conhecimentos, das práticas e das relações com o território que lhes dão significado. Esta preocupação está de acordo com os objetivos do próprio projeto TERPAT e com a estratégia da Direção Regional de Cultura do Centro para a documentação, salvaguarda e valorização do [...]
- Categories: Sem categoriaPublished On: 17/09/2026
No coração do Baixo Mondego, em Montemor-o-Velho, há um doce que se distingue pela forma, pela receita e pela ligação ao território: as Pinhas de Montemor. Com o formato de uma pinha fechada, este pequeno bolo de massa enformada integra a doçaria regional de Montemor-o-Velho e a oferta gastronómica da Região de Coimbra. Na gastronomia do concelho, surge associado a outras especialidades como o Pastel de Tentúgal, a Queijada de Pereira e o arroz doce. A própria Câmara Municipal de Montemor-o-Velho inclui as Pinhas entre as iguarias que caracterizam a gastronomia local. A Pinha de Montemor é constituída por uma massa preparada com farinha, manteiga, raspa de limão e canela, que envolve um recheio feito com água, açúcar, ovos e casca de limão. A combinação resulta numa massa crocante, semelhante a uma bolacha, com um recheio de textura cremosa e uma nota de caramelização conferida pela cozedura. A forma do doce é uma das suas características distintivas. Os moldes utilizados na produção são constituídos por duas partes, que se encaixam para permitir a confeção da Pinha sem que o recheio saia para o exterior. Segundo a Associação Fernão Mendes Pinto, os moldes são de ferro fundido e foram feitos a partir de uma pinha verdadeira. Depois de preenchidos, são colocados numa caixa de tubos e levados ao forno em posição vertical. Cada fornada demora cerca de 30 minutos e as Pinhas são desenformadas ainda quentes. No conjunto, desde a preparação da massa e do recheio até à retirada das formas, o processo demora cerca de duas horas. A história das Pinhas de Montemor está associada à Associação Fernão Mendes Pinto, instituição de solidariedade social sediada em Montemor-o-Velho. A sua criação é apresentada como resultado da iniciativa de representantes da comunidade ligados à Associação e enquadra-se na continuidade da experiência desta instituição na produção de doçaria. A Pinha foi inspirada na espiga doce, um doce tradicional montemorense cuja origem é situada em meados do século XX. A cronologia disponível deve ser apresentada com alguma precisão. De acordo com a Carta Gastronómica da Região de Coimbra, embora a criação da Pinha seja anterior, 1997 foi o ano em que se finalizou o seu registo, passando desde então a ser produzida exclusivamente pela Associação Fernão Mendes Pinto. A própria Associação informa que as Pinhas de Montemor estão patenteadas desde novembro de 1998. Assim, 1997 corresponde ao registo referido na documentação gastronómica e novembro de 1998 à patente indicada pela entidade produtora. As Pinhas de Montemor apresentam-se em três tamanhos: grande, médio e miniatura. São produzidas ao longo de todo o ano no empreendimento hoteleiro A Cadeia Velha, da Associação Fernão Mendes Pinto, em Montemor-o-Velho, e podem também ser adquiridas através de estabelecimentos comerciais que distribuem o produto pela região. A sua comercialização está associada à atividade da instituição e à prossecução da sua missão social. Mais do que uma especialidade de doçaria, a Pinha de Montemor constitui um exemplo de valorização de um produto associado à identidade gastronómica local. A sua [...]
- Categories: Sem categoriaPublished On: 17/09/2026
Conheça os eventos culturais e artísticos em destaque de 12 e 13 de setembro de 2026. As sugestões culturais da CCDR Centro privilegiam iniciativas promovidas ou protagonizadas por agentes culturais da região, evidenciando a diversidade artística e a vitalidade cultural do território. Para o próximo fim de semana, a seleção integra propostas que cruzam diferentes linguagens, territórios e públicos, incentivando a participação cultural em vários municípios da Região Centro. 📍 Castelo Branco 📅 12 de setembro | 21h30 📌 Cine-Teatro Avenida SEDE Uma criação da ASTA – Teatro e Outras Artes, estrutura sediada na Covilhã, coproduzida por A Moagem – Cidade do Engenho e das Artes / Câmara Municipal do Fundão. O espetáculo parte da obra Aldeia – Terra, Gente e Bichos, de Aquilino Ribeiro, com criação e direção de Patrick Murys. Duas mulheres chegam a uma terra seca e infértil, iniciando uma procura por água e por um lugar a que possam chamar seu, numa linguagem teatral, visual e sensorial. Mais informação | Facebook 📍 Coimbra 📅 13 de setembro | 10h00 e 11h30 📌 Convento de São Francisco Concertos para Bebés – A Bebé Curiosa A Musicalmente regressa com um novo Concerto para Bebés, criado pelo compositor Lino Guerreiro. Uma estreia absoluta com música inédita, pensada para despertar a curiosidade e a descoberta através da música. Classificação: para todos. Mais informação | Facebook 📍 Estarreja 📅 12 a 20 setembro 📌 Vários Locais 7.ª edição do festival ESTAU - Estarreja Arte Urbana Desde 2016, as ruas de Estarreja transformam-se num espaço de encontro entre arte, comunidade, património e natureza. Murais, instalações, exposições, oficinas, teatro, cinema, música, conversas e visitas guiadas integram um programa que reúne artistas nacionais e internacionais. Facebook 📍 Pombal 📅 12 de setembro 📌 Ponte Dona Maria 3.ª edição do Faz P’Arte A programação desta edição concentra-se numa única tarde, mantendo a aposta nas artes de expressão urbana e na criação artística em espaço público, com propostas multidisciplinares que cruzam teatro, dança e música. Entre as propostas, destaca-se, Estações Efémeras, uma criação site-specific da Leirena Teatro, que nasce da relação entre a Ponte Dona Maria, o rio Arunca e a Casa Varela, em Pombal, cruzando memória, território e património. Mais informação | Facebook 📍 Sertã 📅 12 de setembro 📌 Casa Da Cultura da Sertã Amazonas – O Maior Rio do Mundo Cine-concerto que recupera Amazonas – o Maior Rio do Mundo, filme de Silvino Santos realizado em 1918, acompanhado por criação musical ao vivo de Marco Figueiredo e Miguel Calhaz. Entrada livre, sujeita a lotação e levantamento prévio de bilhete. Mais informação | Facebook 📍 Vila Nova de Paiva 📅 13 de setembro | 21h30 📌 Vila Cova à Coelheira 41.º Festival de Folclore Encontro dedicado à valorização das danças, cantares, trajes e tradições populares, com a participação do Grupo Folclórico e Etnográfico de Vila Cova à Coelheira, Rancho Folclórico da Casa do Povo de Mira, Grupo Folclórico As Varinas de Ovar, Rancho Regional de [...]
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- Categories: Fundos Europeus, InformaçãoPublished On: 15/09/2026
O novo plano anual de avisos do Portugal 2030 prevê a abertura de 85 avisos (dos quais 27 convites e 58 concursos) entre setembro e dezembro de 2026, com uma dotação de quase 852 milhões de euros, o que permitirá aumentar para 19,3 mil milhões de euros o volume de fundos colocados a concurso, equivalente a 93% da dotação. Destes cerca de 852 milhões de euros de fundos disponíveis, os programas com maior dotação são o Compete 2030 (com 311 milhões de euros), o Sustentável 2030 (com 198 milhões de euros) e o Alentejo 2030 (com 147 milhões de euros). Os concursos vão abranger diversas áreas como habitação a custos acessíveis, alojamento para estudantes, descarbonização, operações de internacionalização, eficiência energética, inovação produtiva e digitalização da Administração Pública. Em termos globais, se forem considerados os programas do Portugal 2030, nacionais e regionais, e o programa FAMI (Fundo para o Asilo, a Migração e a Integração), este novo plano de avisos, que abarca o período entre setembro de 2026 e agosto de 2027, integra 172 concursos que mobilizam cerca de 2 mil milhões de euros de fundos europeus. No final do período abrangido por este plano anual de avisos (agosto de 2027), a dotação a concurso corresponderá a 97% (20,2 mil milhões de euros) da dotação do fundo. Fonte: MECT Consulte os avisos do Programa Regional Centro 2030 aqui.
- Categories: Sem categoriaPublished On: 17/09/2026
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- Categories: Sem categoriaPublished On: 17/09/2026
No coração do Baixo Mondego, em Montemor-o-Velho, há um doce que se distingue pela forma, pela receita e pela ligação ao território: as Pinhas de Montemor. Com o formato de uma pinha fechada, este pequeno bolo de massa enformada integra a doçaria regional de Montemor-o-Velho e a oferta gastronómica da Região de Coimbra. Na gastronomia do concelho, surge associado a outras especialidades como o Pastel de Tentúgal, a Queijada de Pereira e o arroz doce. A própria Câmara Municipal de Montemor-o-Velho inclui as Pinhas entre as iguarias que caracterizam a gastronomia local. A Pinha de Montemor é constituída por uma massa preparada com farinha, manteiga, raspa de limão e canela, que envolve um recheio feito com água, açúcar, ovos e casca de limão. A combinação resulta numa massa crocante, semelhante a uma bolacha, com um recheio de textura cremosa e uma nota de caramelização conferida pela cozedura. A forma do doce é uma das suas características distintivas. Os moldes utilizados na produção são constituídos por duas partes, que se encaixam para permitir a confeção da Pinha sem que o recheio saia para o exterior. Segundo a Associação Fernão Mendes Pinto, os moldes são de ferro fundido e foram feitos a partir de uma pinha verdadeira. Depois de preenchidos, são colocados numa caixa de tubos e levados ao forno em posição vertical. Cada fornada demora cerca de 30 minutos e as Pinhas são desenformadas ainda quentes. No conjunto, desde a preparação da massa e do recheio até à retirada das formas, o processo demora cerca de duas horas. A história das Pinhas de Montemor está associada à Associação Fernão Mendes Pinto, instituição de solidariedade social sediada em Montemor-o-Velho. A sua criação é apresentada como resultado da iniciativa de representantes da comunidade ligados à Associação e enquadra-se na continuidade da experiência desta instituição na produção de doçaria. A Pinha foi inspirada na espiga doce, um doce tradicional montemorense cuja origem é situada em meados do século XX. A cronologia disponível deve ser apresentada com alguma precisão. De acordo com a Carta Gastronómica da Região de Coimbra, embora a criação da Pinha seja anterior, 1997 foi o ano em que se finalizou o seu registo, passando desde então a ser produzida exclusivamente pela Associação Fernão Mendes Pinto. A própria Associação informa que as Pinhas de Montemor estão patenteadas desde novembro de 1998. Assim, 1997 corresponde ao registo referido na documentação gastronómica e novembro de 1998 à patente indicada pela entidade produtora. As Pinhas de Montemor apresentam-se em três tamanhos: grande, médio e miniatura. São produzidas ao longo de todo o ano no empreendimento hoteleiro A Cadeia Velha, da Associação Fernão Mendes Pinto, em Montemor-o-Velho, e podem também ser adquiridas através de estabelecimentos comerciais que distribuem o produto pela região. A sua comercialização está associada à atividade da instituição e à prossecução da sua missão social. Mais do que uma especialidade de doçaria, a Pinha de Montemor constitui um exemplo de valorização de um produto associado à identidade gastronómica local. A sua [...]
- Categories: Sem categoriaPublished On: 17/09/2026
Conheça os eventos culturais e artísticos em destaque de 12 e 13 de setembro de 2026. As sugestões culturais da CCDR Centro privilegiam iniciativas promovidas ou protagonizadas por agentes culturais da região, evidenciando a diversidade artística e a vitalidade cultural do território. Para o próximo fim de semana, a seleção integra propostas que cruzam diferentes linguagens, territórios e públicos, incentivando a participação cultural em vários municípios da Região Centro. 📍 Castelo Branco 📅 12 de setembro | 21h30 📌 Cine-Teatro Avenida SEDE Uma criação da ASTA – Teatro e Outras Artes, estrutura sediada na Covilhã, coproduzida por A Moagem – Cidade do Engenho e das Artes / Câmara Municipal do Fundão. O espetáculo parte da obra Aldeia – Terra, Gente e Bichos, de Aquilino Ribeiro, com criação e direção de Patrick Murys. Duas mulheres chegam a uma terra seca e infértil, iniciando uma procura por água e por um lugar a que possam chamar seu, numa linguagem teatral, visual e sensorial. Mais informação | Facebook 📍 Coimbra 📅 13 de setembro | 10h00 e 11h30 📌 Convento de São Francisco Concertos para Bebés – A Bebé Curiosa A Musicalmente regressa com um novo Concerto para Bebés, criado pelo compositor Lino Guerreiro. Uma estreia absoluta com música inédita, pensada para despertar a curiosidade e a descoberta através da música. Classificação: para todos. Mais informação | Facebook 📍 Estarreja 📅 12 a 20 setembro 📌 Vários Locais 7.ª edição do festival ESTAU - Estarreja Arte Urbana Desde 2016, as ruas de Estarreja transformam-se num espaço de encontro entre arte, comunidade, património e natureza. Murais, instalações, exposições, oficinas, teatro, cinema, música, conversas e visitas guiadas integram um programa que reúne artistas nacionais e internacionais. Facebook 📍 Pombal 📅 12 de setembro 📌 Ponte Dona Maria 3.ª edição do Faz P’Arte A programação desta edição concentra-se numa única tarde, mantendo a aposta nas artes de expressão urbana e na criação artística em espaço público, com propostas multidisciplinares que cruzam teatro, dança e música. Entre as propostas, destaca-se, Estações Efémeras, uma criação site-specific da Leirena Teatro, que nasce da relação entre a Ponte Dona Maria, o rio Arunca e a Casa Varela, em Pombal, cruzando memória, território e património. Mais informação | Facebook 📍 Sertã 📅 12 de setembro 📌 Casa Da Cultura da Sertã Amazonas – O Maior Rio do Mundo Cine-concerto que recupera Amazonas – o Maior Rio do Mundo, filme de Silvino Santos realizado em 1918, acompanhado por criação musical ao vivo de Marco Figueiredo e Miguel Calhaz. Entrada livre, sujeita a lotação e levantamento prévio de bilhete. Mais informação | Facebook 📍 Vila Nova de Paiva 📅 13 de setembro | 21h30 📌 Vila Cova à Coelheira 41.º Festival de Folclore Encontro dedicado à valorização das danças, cantares, trajes e tradições populares, com a participação do Grupo Folclórico e Etnográfico de Vila Cova à Coelheira, Rancho Folclórico da Casa do Povo de Mira, Grupo Folclórico As Varinas de Ovar, Rancho Regional de [...]





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