Taxa de desemprego no Centro diminuiu para 4,7%
No quarto trimestre de 2025, a taxa de desemprego da região Centro diminuiu para os 4,7%, mantendo a trajetória decrescente verificada nos restantes trimestres de 2025 e situando-se abaixo da média nacional de 5,8%. Também os restantes indicadores do mercado de trabalho, as empresas constituídas, a atividade turística, o comércio internacional de bens, a maioria dos indicadores das obras concluídas e os créditos concedidos para habitação e consumo observaram variações homólogas favoráveis. Em contraste, as ações de insolvência de empresas e a maioria dos indicadores do licenciamento evoluíram desfavoravelmente neste trimestre. Já a inflação desacelerou face ao trimestre homólogo e ao trimestre anterior. Estas são algumas das conclusões do n.º 69 do “Centro de Portugal – Boletim Trimestral”, publicação que analisa a evolução conjuntural da região Centro.
No quarto trimestre de 2025, o Produto Interno Bruto registou um crescimento homólogo real de 1,9%, justificado pelo contributo positivo da procura interna que superou o contributo negativo da procura externa líquida. A taxa de desemprego nacional foi de 5,8%, valor igual ao do período anterior, mas inferior ao do período homólogo. Já o nível de preços atingiu os 2,2%, tendo desacelerado em relação ao mesmo trimestre de 2024 e ao trimestre anterior. A confiança dos consumidores manteve-se negativa, mas melhorou face aos trimestres precedentes e homólogo. O indicador de clima económico permaneceu positivo, superando o valor dos períodos homólogo e anteriores. O euro acentuou a valorização face ao dólar, contrariando a depreciação verificada no período homólogo.
Relativamente à Região Centro, o mercado de trabalho regional continuou a evoluir de forma favorável, em resultado dos aumentos das taxas de atividade e de emprego e da diminuição do desemprego. Já o salário médio líquido mensal dos trabalhadores por conta de outrem aumentou face ao período homólogo, o que sucede há mais de dois anos consecutivos.
No setor empresarial regional registaram-se aumentos homólogos nas constituições e nas ações de insolvência de empresas. Os empréstimos concedidos às empresas continuaram a decrescer, o que já sucede há quatro anos consecutivos. Já o peso dos empréstimos vencidos no total dos concedidos aumentou na região, após quatro trimestres sem alteração. No setor da construção, os indicadores das obras concluídas apresentaram uma evolução positiva, enquanto o licenciamento evoluiu negativamente. Em ambos os casos, os novos fogos para habitação familiar evoluíram em contra-ciclo. A nível nacional, o setor contraiu-se, com exceção dos novos fogos para habitação familiar que aumentaram. Relativamente à evolução dos empréstimos à habitação em termos homólogos reais, o crédito concedido acelerou, enquanto os empréstimos vencidos registaram uma quebra significativa.
Na atividade turística, os hóspedes, as dormidas e os proveitos dos estabelecimentos de alojamento turístico continuaram a crescer na região, tendo acelerado face ao trimestre anterior, mas desacelerado bastante face ao trimestre homólogo. Já a estada média na região diminuiu face a igual período do ano anterior e aos dois períodos precedentes.
O comércio internacional de bens, neste trimestre, evoluiu favoravelmente na região, decorrente do crescimento homólogo real das saídas e da contração das entradas. A variação regional das saídas reflete o contributo positivo tanto do mercado intracomunitário, como do extracomunitário. Já a variação regional negativa das entradas de bens foi explicada pela diminuição significativa do mercado extracomunitário, uma vez que o mercado intracomunitário se manteve praticamente inalterado. A nível nacional assistiu-se a uma diminuição quer das saídas, quer das entradas de bens.
O Índice de Preços no Consumidor desacelerou na Região Centro e em Portugal face ao trimestre homólogo e ao trimestre anterior. A maioria dos indicadores representativos do consumo privado apresentou evoluções positivas face ao período homólogo de 2024.

No PORTUGAL 2030, a 31 de dezembro de 2025, estavam aprovados 2,4 mil milhões de euros de fundos europeus, para financiamento de 3,8 mil milhões de euros de investimento elegível na Região Centro (tratam-se apenas das operações com investimento integral no Centro). Estes apoios continuaram a destinar-se, sobretudo, à competitividade empresarial, cursos profissionais e mobilidade urbana sustentável. O Programa Temático PESSOAS 2030 era responsável por 37,5% dos apoios aprovados e o Programa Regional Centro 2030 por 33,4%. O FEDER passou, neste trimestre, a ser o fundo mais expressivo na região, financiando 44,3% dos montantes aprovados, logo seguido do FSE+ com 43,5%.
Quanto ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), a 31 de dezembro de 2025, estavam aprovados 3.958,2 milhões de euros para aplicação na Região Centro, dos quais 3,8 mil milhões de euros estavam já contratados (tratam-se apenas de investimentos aplicados diretamente na Região Centro). Os projetos contratados totalizavam 75.746 e os pagamentos aos beneficiários ascendiam a 1,7 mil milhões de euros, o que corresponde a 44,0% do valor contratado.
Consult here a versão integral do “Centro de Portugal – Boletim Trimestral n.º 69”.
No quarto trimestre de 2025, a taxa de desemprego da região Centro diminuiu para os 4,7%, mantendo a trajetória decrescente verificada nos restantes trimestres de 2025 e situando-se abaixo da média nacional de 5,8%. Também os restantes indicadores do mercado de trabalho, as empresas constituídas, a atividade turística, o comércio internacional de bens, a maioria dos indicadores das obras concluídas e os créditos concedidos para habitação e consumo observaram variações homólogas favoráveis. Em contraste, as ações de insolvência de empresas e a maioria dos indicadores do licenciamento evoluíram desfavoravelmente neste trimestre. Já a inflação desacelerou face ao trimestre homólogo e ao trimestre anterior. Estas são algumas das conclusões do n.º 69 do “Centro de Portugal – Boletim Trimestral”, publicação que analisa a evolução conjuntural da região Centro.
No quarto trimestre de 2025, o Produto Interno Bruto registou um crescimento homólogo real de 1,9%, justificado pelo contributo positivo da procura interna que superou o contributo negativo da procura externa líquida. A taxa de desemprego nacional foi de 5,8%, valor igual ao do período anterior, mas inferior ao do período homólogo. Já o nível de preços atingiu os 2,2%, tendo desacelerado em relação ao mesmo trimestre de 2024 e ao trimestre anterior. A confiança dos consumidores manteve-se negativa, mas melhorou face aos trimestres precedentes e homólogo. O indicador de clima económico permaneceu positivo, superando o valor dos períodos homólogo e anteriores. O euro acentuou a valorização face ao dólar, contrariando a depreciação verificada no período homólogo.
Relativamente à Região Centro, o mercado de trabalho regional continuou a evoluir de forma favorável, em resultado dos aumentos das taxas de atividade e de emprego e da diminuição do desemprego. Já o salário médio líquido mensal dos trabalhadores por conta de outrem aumentou face ao período homólogo, o que sucede há mais de dois anos consecutivos.
No setor empresarial regional registaram-se aumentos homólogos nas constituições e nas ações de insolvência de empresas. Os empréstimos concedidos às empresas continuaram a decrescer, o que já sucede há quatro anos consecutivos. Já o peso dos empréstimos vencidos no total dos concedidos aumentou na região, após quatro trimestres sem alteração. No setor da construção, os indicadores das obras concluídas apresentaram uma evolução positiva, enquanto o licenciamento evoluiu negativamente. Em ambos os casos, os novos fogos para habitação familiar evoluíram em contra-ciclo. A nível nacional, o setor contraiu-se, com exceção dos novos fogos para habitação familiar que aumentaram. Relativamente à evolução dos empréstimos à habitação em termos homólogos reais, o crédito concedido acelerou, enquanto os empréstimos vencidos registaram uma quebra significativa.
Na atividade turística, os hóspedes, as dormidas e os proveitos dos estabelecimentos de alojamento turístico continuaram a crescer na região, tendo acelerado face ao trimestre anterior, mas desacelerado bastante face ao trimestre homólogo. Já a estada média na região diminuiu face a igual período do ano anterior e aos dois períodos precedentes.
O comércio internacional de bens, neste trimestre, evoluiu favoravelmente na região, decorrente do crescimento homólogo real das saídas e da contração das entradas. A variação regional das saídas reflete o contributo positivo tanto do mercado intracomunitário, como do extracomunitário. Já a variação regional negativa das entradas de bens foi explicada pela diminuição significativa do mercado extracomunitário, uma vez que o mercado intracomunitário se manteve praticamente inalterado. A nível nacional assistiu-se a uma diminuição quer das saídas, quer das entradas de bens.
O Índice de Preços no Consumidor desacelerou na Região Centro e em Portugal face ao trimestre homólogo e ao trimestre anterior. A maioria dos indicadores representativos do consumo privado apresentou evoluções positivas face ao período homólogo de 2024.

No PORTUGAL 2030, a 31 de dezembro de 2025, estavam aprovados 2,4 mil milhões de euros de fundos europeus, para financiamento de 3,8 mil milhões de euros de investimento elegível na Região Centro (tratam-se apenas das operações com investimento integral no Centro). Estes apoios continuaram a destinar-se, sobretudo, à competitividade empresarial, cursos profissionais e mobilidade urbana sustentável. O Programa Temático PESSOAS 2030 era responsável por 37,5% dos apoios aprovados e o Programa Regional Centro 2030 por 33,4%. O FEDER passou, neste trimestre, a ser o fundo mais expressivo na região, financiando 44,3% dos montantes aprovados, logo seguido do FSE+ com 43,5%.
Quanto ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), a 31 de dezembro de 2025, estavam aprovados 3.958,2 milhões de euros para aplicação na Região Centro, dos quais 3,8 mil milhões de euros estavam já contratados (tratam-se apenas de investimentos aplicados diretamente na Região Centro). Os projetos contratados totalizavam 75.746 e os pagamentos aos beneficiários ascendiam a 1,7 mil milhões de euros, o que corresponde a 44,0% do valor contratado.
Consult here a versão integral do “Centro de Portugal – Boletim Trimestral n.º 69”.
No quarto trimestre de 2025, a taxa de desemprego da região Centro diminuiu para os 4,7%, mantendo a trajetória decrescente verificada nos restantes trimestres de 2025 e situando-se abaixo da média nacional de 5,8%. Também os restantes indicadores do mercado de trabalho, as empresas constituídas, a atividade turística, o comércio internacional de bens, a maioria dos indicadores das obras concluídas e os créditos concedidos para habitação e consumo observaram variações homólogas favoráveis. Em contraste, as ações de insolvência de empresas e a maioria dos indicadores do licenciamento evoluíram desfavoravelmente neste trimestre. Já a inflação desacelerou face ao trimestre homólogo e ao trimestre anterior. Estas são algumas das conclusões do n.º 69 do “Centro de Portugal – Boletim Trimestral”, publicação que analisa a evolução conjuntural da região Centro.
No quarto trimestre de 2025, o Produto Interno Bruto registou um crescimento homólogo real de 1,9%, justificado pelo contributo positivo da procura interna que superou o contributo negativo da procura externa líquida. A taxa de desemprego nacional foi de 5,8%, valor igual ao do período anterior, mas inferior ao do período homólogo. Já o nível de preços atingiu os 2,2%, tendo desacelerado em relação ao mesmo trimestre de 2024 e ao trimestre anterior. A confiança dos consumidores manteve-se negativa, mas melhorou face aos trimestres precedentes e homólogo. O indicador de clima económico permaneceu positivo, superando o valor dos períodos homólogo e anteriores. O euro acentuou a valorização face ao dólar, contrariando a depreciação verificada no período homólogo.
Relativamente à Região Centro, o mercado de trabalho regional continuou a evoluir de forma favorável, em resultado dos aumentos das taxas de atividade e de emprego e da diminuição do desemprego. Já o salário médio líquido mensal dos trabalhadores por conta de outrem aumentou face ao período homólogo, o que sucede há mais de dois anos consecutivos.
No setor empresarial regional registaram-se aumentos homólogos nas constituições e nas ações de insolvência de empresas. Os empréstimos concedidos às empresas continuaram a decrescer, o que já sucede há quatro anos consecutivos. Já o peso dos empréstimos vencidos no total dos concedidos aumentou na região, após quatro trimestres sem alteração. No setor da construção, os indicadores das obras concluídas apresentaram uma evolução positiva, enquanto o licenciamento evoluiu negativamente. Em ambos os casos, os novos fogos para habitação familiar evoluíram em contra-ciclo. A nível nacional, o setor contraiu-se, com exceção dos novos fogos para habitação familiar que aumentaram. Relativamente à evolução dos empréstimos à habitação em termos homólogos reais, o crédito concedido acelerou, enquanto os empréstimos vencidos registaram uma quebra significativa.
Na atividade turística, os hóspedes, as dormidas e os proveitos dos estabelecimentos de alojamento turístico continuaram a crescer na região, tendo acelerado face ao trimestre anterior, mas desacelerado bastante face ao trimestre homólogo. Já a estada média na região diminuiu face a igual período do ano anterior e aos dois períodos precedentes.
O comércio internacional de bens, neste trimestre, evoluiu favoravelmente na região, decorrente do crescimento homólogo real das saídas e da contração das entradas. A variação regional das saídas reflete o contributo positivo tanto do mercado intracomunitário, como do extracomunitário. Já a variação regional negativa das entradas de bens foi explicada pela diminuição significativa do mercado extracomunitário, uma vez que o mercado intracomunitário se manteve praticamente inalterado. A nível nacional assistiu-se a uma diminuição quer das saídas, quer das entradas de bens.
O Índice de Preços no Consumidor desacelerou na Região Centro e em Portugal face ao trimestre homólogo e ao trimestre anterior. A maioria dos indicadores representativos do consumo privado apresentou evoluções positivas face ao período homólogo de 2024.

No PORTUGAL 2030, a 31 de dezembro de 2025, estavam aprovados 2,4 mil milhões de euros de fundos europeus, para financiamento de 3,8 mil milhões de euros de investimento elegível na Região Centro (tratam-se apenas das operações com investimento integral no Centro). Estes apoios continuaram a destinar-se, sobretudo, à competitividade empresarial, cursos profissionais e mobilidade urbana sustentável. O Programa Temático PESSOAS 2030 era responsável por 37,5% dos apoios aprovados e o Programa Regional Centro 2030 por 33,4%. O FEDER passou, neste trimestre, a ser o fundo mais expressivo na região, financiando 44,3% dos montantes aprovados, logo seguido do FSE+ com 43,5%.
Quanto ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), a 31 de dezembro de 2025, estavam aprovados 3.958,2 milhões de euros para aplicação na Região Centro, dos quais 3,8 mil milhões de euros estavam já contratados (tratam-se apenas de investimentos aplicados diretamente na Região Centro). Os projetos contratados totalizavam 75.746 e os pagamentos aos beneficiários ascendiam a 1,7 mil milhões de euros, o que corresponde a 44,0% do valor contratado.
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