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Polos de Inovação

Cadeias de Valor

Como transformamos conhecimento em inovação (cadeia de valor)

  • Escutamos necessidades de agricultores, organizações da fileira, empresas, investigadores e outros agentes do setor.
  • Desenhamos protocolos de ensaio e selecionamos parcelas, variedades, tecnologias e indicadores de avaliação.
  • Instalamos e acompanhamos ensaios em condições reais, recolhendo dados agronómicos, ambientais e económicos.
  • Analisamos resultados com parceiros científicos e técnicos, identificando soluções eficazes, seguras e replicáveis.
  • Demonstramos no campo através de dias abertos, visitas técnicas, formação, publicações e materiais digitais.
  • Apoiamos a adoção, recolhemos retorno dos utilizadores e incorporamos novas questões no ciclo seguinte de experimentação.

Cadeias de Valor da CCDR Centro

Os cereais têm um papel relevante no setor agrícola da região Centro com produção total de 244 623 toneladas. A produção de milho para grão e o arroz, com 190 126 toneladas e 34 185 toneladas, respetivamente, são as culturas de maior destaque. As características climáticas do Baixo Mondego são responsáveis pela formação e maturação mais lenta do Arroz Carolino do Baixo Mondego IGP, o que potencia os mecanismos fisiológicos associados à qualidade. A cultura do arroz além de um importante fator económico para a região, é igualmente na manutenção dos ecossistemas da flora e da fauna.

A CCDR Centro dispõe de um conjunto de informação disponível relativa ao trabalho desenvolvido no Polo de Inovação de Coimbra localizado no Centro Experimental do Baixo Mondego.

Na região Centro existe uma produção de fruta de muita qualidade, com um total de 58 166 toneladas e cerca de 10 mil ha. A região da Beira Alta é conhecida pela excelência na produção de maçã. A Maçã da Beira Alta IGP continua a ser conhecida pela sua diferenciação qualitativa em relação à proveniente de outras regiões produtoras. A variedade regional Maçã Bravo de Esmolfe DOP, é igualmente apreciada encontrando-se distribuída, especialmente na Região da Beira Alta e em parte da Cova da Beira. Circunscrita aos concelhos do Fundão, Covilhã, Belmonte e Manteigas, podemos encontrar a Maçã da Cova da Beira IGP. A região da Beira Interior é a principal região de produção de prunóideas, sendo responsável por 49% da produção nacional de pêssegos e por cerca de 70 % da produção de cereja no país. A modernização da fruticultura, associada à valorização do património genético de variedades regionais e à utilização de tecnologias de produção mais competitivas, tem feito progressos na região.

Também possui excelentes condições para a produção de frutos secos, existindo já novas plantações utilizando modernas tecnologias, com boas produtividades e de qualidade superior, sendo o caso do amendoal que, atualmente, regista produções na ordem das 3 756 toneladas. A castanha, noz e avelã são igualmente frutos de elevada qualidade registando um aumento do número de explorações. O total de área plantada perfaz cerca de 11 mil ha para este conjunto de culturas.

A cultura de pequenos frutos ocupa, a nível nacional, uma área superior a 3600 hectares, dos quais 768 hectares estão instalados na área de intervenção da CCDR Centro. A maior área de framboesas encontra-se no Litoral Alentejano e a maior área de mirtilos na região Centro do país. Na região Centro a produção de pequenos frutos, em particular o mirtilo, tem hoje uma expressão importante quer em fresco quer na confeção de doces, compotas, licores, iogurtes, gelados e ainda na obtenção de aromatizantes, entre outras.
 
 

O clima e solos da região centro permitem o desenvolvimento da horticultura neste território, particularmente na faixa litoral. Os fatores edafoclimáticos oferecem a possibilidade de obter produtos de excelente qualidade, com escalonamento da produção ao longo do ano e colheitas fora da época normal, o que permite valorizar os produtos e criar mais valias para o produtor. Segundo dados provisórios do Recenseamento Agrícola de 2019 o aumento da superfície de hortícolas traduz-se em 7%, sendo sinal da dinâmica do setor nesta década, com o crescimento da área de estufas (+11%). Relativamente às explorações certificadas para a produção em Modo de Produção Biológico as áreas triplicaram em 10 anos onde as hortícolas se destacam com 1,7 mil hectares. Dados do GPP, indicam a existência em 2017, na região Centro, de 277 produtores de hortícolas ocupando uma área de 554 ha. A região Centro representa assim um peso a nível nacional de área de 20,5 % correspondendo a 31,3 % dos produtores.

 A CCDR Centro dispõe de um conjunto de informação disponível relativa ao trabalho desenvolvido no Polo de Inovação de Coimbra localizado no Centro Experimental do Baixo Mondego.

Na região Centro é reconhecida a capacidade da região para produzir azeites de elevada qualidade a área de olival e a tradição da cultura da azeitona e do azeite é muito antiga. A área ocupada aproxima-se dos 65 000 ha e produção de azeitona na região centro é 39 947 toneladas correspondendo a um total de azeite produzido de 53 916 hl (INE, 2020). Uma cultura familiar integrante da paisagem e de boas azeitonas pode obter-se mau azeite, mas nunca se conseguem bons azeites de azeitonas em mau estado. A variedade predominante é a Galega Vulgar que dá um azeite excelente; é pouco produtiva, alternante, com baixas fundas e sensível a algumas pragas e doenças. Entre as variedades para conserva salienta-se, para a região, a Negrinha do Freixo.

A CCDR Centro dispõe de um conjunto de informação disponível relativa ao trabalho desenvolvido no Polo de Inovação de Viseu.

Na região Centro é reconhecida a capacidade da região para produzir azeites de elevada qualidade a área de olival e a tradição da cultura da azeitona e do azeite é muito antiga. A área ocupada aproxima-se dos 65 000 ha e produção de azeitona na região centro é 39 947 toneladas correspondendo a um total de azeite produzido de 53 916 hl (INE, 2020). Uma cultura familiar integrante da paisagem e de boas azeitonas pode obter-se mau azeite, mas nunca se conseguem bons azeites de azeitonas em mau estado. A variedade predominante é a Galega Vulgar que dá um azeite excelente; é pouco produtiva, alternante, com baixas fundas e sensível a algumas pragas e doenças. Entre as variedades para conserva salienta-se, para a região, a Negrinha do Freixo.

A CCDR Centro dispõe de um conjunto de informação disponível relativa ao trabalho desenvolvido no Polo de Inovação de Viseu.

Cadeias de Valor

Cadeias de Valor

Como transformamos conhecimento em inovação (cadeia de valor)

  • Escutamos necessidades de agricultores, organizações da fileira, empresas, investigadores e outros agentes do setor.
  • Desenhamos protocolos de ensaio e selecionamos parcelas, variedades, tecnologias e indicadores de avaliação.
  • Instalamos e acompanhamos ensaios em condições reais, recolhendo dados agronómicos, ambientais e económicos.
  • Analisamos resultados com parceiros científicos e técnicos, identificando soluções eficazes, seguras e replicáveis.
  • Demonstramos no campo através de dias abertos, visitas técnicas, formação, publicações e materiais digitais.
  • Apoiamos a adoção, recolhemos retorno dos utilizadores e incorporamos novas questões no ciclo seguinte de experimentação.

Cadeias de Valor da CCDR Centro

Os cereais têm um papel relevante no setor agrícola da região Centro com produção total de 244 623 toneladas. A produção de milho para grão e o arroz, com 190 126 toneladas e 34 185 toneladas, respetivamente, são as culturas de maior destaque. As características climáticas do Baixo Mondego são responsáveis pela formação e maturação mais lenta do Arroz Carolino do Baixo Mondego IGP, o que potencia os mecanismos fisiológicos associados à qualidade. A cultura do arroz além de um importante fator económico para a região, é igualmente na manutenção dos ecossistemas da flora e da fauna.

A CCDR Centro dispõe de um conjunto de informação disponível relativa ao trabalho desenvolvido no Polo de Inovação de Coimbra localizado no Centro Experimental do Baixo Mondego.

Na região Centro existe uma produção de fruta de muita qualidade, com um total de 58 166 toneladas e cerca de 10 mil ha. A região da Beira Alta é conhecida pela excelência na produção de maçã. A Maçã da Beira Alta IGP continua a ser conhecida pela sua diferenciação qualitativa em relação à proveniente de outras regiões produtoras. A variedade regional Maçã Bravo de Esmolfe DOP, é igualmente apreciada encontrando-se distribuída, especialmente na Região da Beira Alta e em parte da Cova da Beira. Circunscrita aos concelhos do Fundão, Covilhã, Belmonte e Manteigas, podemos encontrar a Maçã da Cova da Beira IGP. A região da Beira Interior é a principal região de produção de prunóideas, sendo responsável por 49% da produção nacional de pêssegos e por cerca de 70 % da produção de cereja no país. A modernização da fruticultura, associada à valorização do património genético de variedades regionais e à utilização de tecnologias de produção mais competitivas, tem feito progressos na região.

Também possui excelentes condições para a produção de frutos secos, existindo já novas plantações utilizando modernas tecnologias, com boas produtividades e de qualidade superior, sendo o caso do amendoal que, atualmente, regista produções na ordem das 3 756 toneladas. A castanha, noz e avelã são igualmente frutos de elevada qualidade registando um aumento do número de explorações. O total de área plantada perfaz cerca de 11 mil ha para este conjunto de culturas.

A cultura de pequenos frutos ocupa, a nível nacional, uma área superior a 3600 hectares, dos quais 768 hectares estão instalados na área de intervenção da CCDR Centro. A maior área de framboesas encontra-se no Litoral Alentejano e a maior área de mirtilos na região Centro do país. Na região Centro a produção de pequenos frutos, em particular o mirtilo, tem hoje uma expressão importante quer em fresco quer na confeção de doces, compotas, licores, iogurtes, gelados e ainda na obtenção de aromatizantes, entre outras.
 
 

O clima e solos da região centro permitem o desenvolvimento da horticultura neste território, particularmente na faixa litoral. Os fatores edafoclimáticos oferecem a possibilidade de obter produtos de excelente qualidade, com escalonamento da produção ao longo do ano e colheitas fora da época normal, o que permite valorizar os produtos e criar mais valias para o produtor. Segundo dados provisórios do Recenseamento Agrícola de 2019 o aumento da superfície de hortícolas traduz-se em 7%, sendo sinal da dinâmica do setor nesta década, com o crescimento da área de estufas (+11%). Relativamente às explorações certificadas para a produção em Modo de Produção Biológico as áreas triplicaram em 10 anos onde as hortícolas se destacam com 1,7 mil hectares. Dados do GPP, indicam a existência em 2017, na região Centro, de 277 produtores de hortícolas ocupando uma área de 554 ha. A região Centro representa assim um peso a nível nacional de área de 20,5 % correspondendo a 31,3 % dos produtores.

 A CCDR Centro dispõe de um conjunto de informação disponível relativa ao trabalho desenvolvido no Polo de Inovação de Coimbra localizado no Centro Experimental do Baixo Mondego.

Na região Centro é reconhecida a capacidade da região para produzir azeites de elevada qualidade a área de olival e a tradição da cultura da azeitona e do azeite é muito antiga. A área ocupada aproxima-se dos 65 000 ha e produção de azeitona na região centro é 39 947 toneladas correspondendo a um total de azeite produzido de 53 916 hl (INE, 2020). Uma cultura familiar integrante da paisagem e de boas azeitonas pode obter-se mau azeite, mas nunca se conseguem bons azeites de azeitonas em mau estado. A variedade predominante é a Galega Vulgar que dá um azeite excelente; é pouco produtiva, alternante, com baixas fundas e sensível a algumas pragas e doenças. Entre as variedades para conserva salienta-se, para a região, a Negrinha do Freixo.

A CCDR Centro dispõe de um conjunto de informação disponível relativa ao trabalho desenvolvido no Polo de Inovação de Viseu.

Na região Centro é reconhecida a capacidade da região para produzir azeites de elevada qualidade a área de olival e a tradição da cultura da azeitona e do azeite é muito antiga. A área ocupada aproxima-se dos 65 000 ha e produção de azeitona na região centro é 39 947 toneladas correspondendo a um total de azeite produzido de 53 916 hl (INE, 2020). Uma cultura familiar integrante da paisagem e de boas azeitonas pode obter-se mau azeite, mas nunca se conseguem bons azeites de azeitonas em mau estado. A variedade predominante é a Galega Vulgar que dá um azeite excelente; é pouco produtiva, alternante, com baixas fundas e sensível a algumas pragas e doenças. Entre as variedades para conserva salienta-se, para a região, a Negrinha do Freixo.

A CCDR Centro dispõe de um conjunto de informação disponível relativa ao trabalho desenvolvido no Polo de Inovação de Viseu.