Museu Nacional de Machado de Castro recebe exposição de fotografia do V Prémio Internacional Santiago Castelo

A presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), Isabel Damasceno, inaugurou hoje, dia 30 de março, a Exposição de Fotografia do VI Prémio Internacional “Santiago Castelo”, no Museu Nacional de Machado de Castro, em Coimbra.
Esta exposição, promovida pela Eurorregião EUROACE (Alentejo, Centro de Portugal e Extremadura) e pelo Centro Unesco da Extremadura, é composta por 28 das obras finalistas do concurso de 2022, que apresentam diferentes abordagens e perspetivas do imenso e diverso património cultural e natural desta Eurorregião transfronteiriça.
O Prémio Internacional de Fotografia Santiago Castelo, criado em 2017 pelo Centro Unesco de Extremadura, desde 2019, assume o território singular da Eurorregião EUROACE como matriz e espaço de acolhimento da expressão criativa associada à fotografia.
A fotografia afirma-se, neste contexto, como um elemento significativo na cooperação transfronteiriça e no diálogo cultural dos territórios.
A exposição tem entrada gratuita e estará patente até ao dia 21 de maio, na Sala de Exposições Temporárias do Museu Nacional de Machado de Castro, em Coimbra.

A presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), Isabel Damasceno, inaugurou hoje, dia 30 de março, a Exposição de Fotografia do VI Prémio Internacional “Santiago Castelo”, no Museu Nacional de Machado de Castro, em Coimbra.
Esta exposição, promovida pela Eurorregião EUROACE (Alentejo, Centro de Portugal e Extremadura) e pelo Centro Unesco da Extremadura, é composta por 28 das obras finalistas do concurso de 2022, que apresentam diferentes abordagens e perspetivas do imenso e diverso património cultural e natural desta Eurorregião transfronteiriça.
O Prémio Internacional de Fotografia Santiago Castelo, criado em 2017 pelo Centro Unesco de Extremadura, desde 2019, assume o território singular da Eurorregião EUROACE como matriz e espaço de acolhimento da expressão criativa associada à fotografia.
A fotografia afirma-se, neste contexto, como um elemento significativo na cooperação transfronteiriça e no diálogo cultural dos territórios.
A exposição tem entrada gratuita e estará patente até ao dia 21 de maio, na Sala de Exposições Temporárias do Museu Nacional de Machado de Castro, em Coimbra.

A presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), Isabel Damasceno, inaugurou hoje, dia 30 de março, a Exposição de Fotografia do VI Prémio Internacional “Santiago Castelo”, no Museu Nacional de Machado de Castro, em Coimbra.
Esta exposição, promovida pela Eurorregião EUROACE (Alentejo, Centro de Portugal e Extremadura) e pelo Centro Unesco da Extremadura, é composta por 28 das obras finalistas do concurso de 2022, que apresentam diferentes abordagens e perspetivas do imenso e diverso património cultural e natural desta Eurorregião transfronteiriça.
O Prémio Internacional de Fotografia Santiago Castelo, criado em 2017 pelo Centro Unesco de Extremadura, desde 2019, assume o território singular da Eurorregião EUROACE como matriz e espaço de acolhimento da expressão criativa associada à fotografia.
A fotografia afirma-se, neste contexto, como um elemento significativo na cooperação transfronteiriça e no diálogo cultural dos territórios.
A exposição tem entrada gratuita e estará patente até ao dia 21 de maio, na Sala de Exposições Temporárias do Museu Nacional de Machado de Castro, em Coimbra.
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- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 13/10/2026
O grau de satisfação dos residentes na Região Centro aumentou em 2026. Neste ano, 69,6% dos entrevistados consideraram-se globalmente satisfeitos, contra 68,7% da recolha anterior (2025) e 61,2% em 2013 (ano em que foi realizada a primeira inquirição na região). Esta é uma das conclusões da 12.ª edição do Inquérito à Satisfação dos Residentes na Região Centro, promovido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P., no âmbito da monitorização desenvolvida no Barómetro Centro de Portugal. Esta edição do inquérito mostrou que, em 2026, 13,6% dos residentes estavam “muito satisfeitos”, 55,9% “satisfeitos”, 25,0% “não muito satisfeitos” e 5,5% “nada satisfeitos”. Face ao ano anterior, destaca-se o aumento da quota dos indivíduos “muito satisfeitos” (+1,4 pontos percentuais) e, em sentido contrário, a diminuição das quotas dos “satisfeitos” (-0,7 pontos percentuais), dos “não muito satisfeitos” (-0,1 pontos percentuais) e dos “nada satisfeitos” (-0,7 pontos percentuais), o que resultou num crescimento total da percentagem de inquiridos globalmente satisfeitos em 0,9 pontos percentuais. Entre os principais motivos de satisfação destacam-se a qualidade de vida/ter um nível de vida estável, ter saúde e a vida familiar. Relativamente aos motivos de insatisfação, as dificuldades financeiras/custo de vida elevado, as remunerações e reformas baixas e o descontentamento com o Governo/políticas foram os três principais fatores de insatisfação apontados pelos inquiridos. De destacar ainda que, nesta inquirição, os preços da habitação/falta de acesso à habitação assumiram relevância como motivo de insatisfação. O inquérito mostra que, globalmente, e ao contrário do que se verificou nas recolhas anteriores, os residentes ativos (empregados e desempregados) estão menos satisfeitos do que os inativos (estudantes, domésticos e reformados) e os homens menos satisfeitos do que as mulheres, embora os níveis de satisfação sejam bastante próximos. No que respeita aos residentes empregados, o grau de satisfação mostrou-se mais elevado nas profissões mais qualificadas. Os quadros superiores, os quadros médios e os profissionais liberais foram os que se apresentaram mais satisfeitos e, pelo contrário, os trabalhadores não qualificados e os empregados administrativos eram os mais insatisfeitos. Tal como nas vagas anteriores, os mais jovens estão globalmente mais satisfeitos do que a população mais velha ainda que, nesta edição, as diferenças entre os grupos etárias mostraram-se menos acentuadas. O grau de satisfação é, também, tendencialmente mais elevado quanto mais elevadas forem as habilitações escolares dos inquiridos. Nesta edição do Inquérito à Satisfação dos Residentes na Região Centro, foi novamente solicitado aos jovens, entre os 21 e os 34 anos, que indicassem os três principais fatores que valorizam num território para nele viverem. O fator preponderante identificado por estes jovens para se fixarem num território foi o custo de vida acessível (18,1%), seguido da proximidade à família e amigos (17,2%). Foram também valorizadas a segurança (16,8%), a facilidade de deslocação/mobilidade (15,5%), o acesso a saúde e educação (11,3%) e o emprego digno e devidamente remunerado (10,9%). Com menor relevância surgiram fatores como a oferta cultural e de espaços de lazer, a conectividade digital e, por último, o ambiente favorável ao empreendedorismo e inovação. Para informações [...]
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 12/10/2026
No segundo trimestre de 2026, a taxa de desemprego na Região Centro fixou-se nos 4,1%, refletindo uma diminuição trimestral e homóloga, mantendo-se inferior à média nacional (de 5,3%). Os restantes indicadores do mercado de trabalho da região tiveram também uma evolução favorável. Assistiu-se, ainda, na região, a uma evolução positiva do comércio internacional de bens, com o crescimento homólogo real das saídas e das entradas de bens, bem como a um aumento das empresas constituídas e dos empréstimos concedidos às empresas. Em contraste, os indicadores do licenciamento de edifícios e a atividade turística observaram contrações homólogas neste trimestre. Já a inflação acelerou face aos trimestres anteriores, superando o registo nacional. Estas são algumas das conclusões do n.º 71 do “Centro de Portugal – Boletim Trimestral”, publicação que analisa a evolução conjuntural da Região Centro. No segundo trimestre de 2026, o Produto Interno Bruto registou um crescimento homólogo real de 2,5%, justificado pelo contributo positivo da procura interna, que superou o contributo negativo da procura externa líquida. A taxa de desemprego nacional diminuiu para 5,3%, valor abaixo do observado nos períodos homólogo e anterior. Já o nível de preços aumentou para os 3,3%, tendo acelerado em relação ao mesmo trimestre de 2025 e ao trimestre anterior. A confiança dos consumidores piorou, enquanto o indicador de clima económico permaneceu positivo e superior ao trimestre homólogo. O euro valorizou face ao dólar na comparação com o período homólogo, ainda que se tenha verificado uma desaceleração significativa face ao trimestre anterior. Relativamente à Região Centro, continuou a assistir-se a uma evolução favorável do mercado de trabalho, decorrente dos aumentos das taxas de atividade e de emprego e da diminuição do desemprego. O salário médio líquido mensal dos trabalhadores por conta de outrem voltou a aumentar face a igual período do ano anterior, o que se verifica há mais de dois anos consecutivos, embora a um ritmo mais moderado. No setor empresarial regional registou-se uma diminuição homóloga nas ações de insolvência de empresas, por contraste com o país, onde se verificou um aumento significativo, e um aumento das empresas constituídas, invertendo a quebra registada no trimestre anterior. Os empréstimos concedidos às empresas aumentaram na região, reforçando a trajetória do trimestre anterior. Também o peso regional dos empréstimos vencidos no total dos concedidos aumentou, ainda que ligeiramente, face ao mesmo trimestre do ano de 2025. O setor da construção regional apresentou uma evolução homóloga positiva das obras concluídas, enquanto o licenciamento evoluiu negativamente, com exceção dos novos fogos para habitação familiar. Relativamente à evolução dos empréstimos à habitação em termos homólogos reais, o crédito concedido para habitação continuou a crescer, enquanto os empréstimos vencidos registaram uma nova quebra muito significativa. Na atividade turística, os hóspedes, as dormidas e os proveitos dos estabelecimentos de alojamento turístico diminuíram na região em termos homólogos, contrariando a tendência nacional, mas prosseguindo a tendência de decréscimo que se tinha verificado no trimestre anterior. Já a estada média na região manteve-se inalterada face a igual período do ano anterior. O comércio [...]
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 22/09/2026
Casa de Artes e Cultura do Tejo, em Vila Velha de Ródão, recebe, até dia 15 de novembro de 2026, a Exposição de Fotografia do IX Prémio Internacional Santiago Castelo 2025 - EUROACE, uma iniciativa que volta a colocar a fotografia ao serviço da valorização do património, da cultura e da identidade partilhada entre o Centro, Alentejo e a Extremadura (Espanha). Esta exposição, promovida pela Eurorregião EUROACE (Alentejo, Centro de Portugal e Extremadura) e pela Associação para a Unesco da Extremadura, é composta pelas obras finalistas do concurso de 2025 e dá testemunho da riqueza do património natural e cultural do vasto território da EUROACE, com paisagens tão diversas, espaços patrimoniais e bens imateriais de relevância incontestável. O Prémio Internacional de Fotografia Santiago Castelo, criado em 2017 pelo Centro Unesco de Extremadura e que homenageia o jornalista e poeta extremenho Santiago Castelo, assume, desde 2019, o território singular da Eurorregião EUROACE como matriz e espaço de acolhimento da expressão criativa associada à fotografia. Na sessão de inauguração intervieram representantes das várias entidades parceiras desta iniciativa, designadamente António Carmona, Presidente da Câmara Municipal de Vila Velha de Ródão, Carla Coimbra, Diretora de Planeamento e Desenvolvimento Regional da CCDR Centro, Myriam Navas Reyes, Coordinadora del Plan de Fomento de la Lectura de Extremadura e Esteban Cortijo, da Asociación de Extremadura para la UNESCO. A cerimónia contou igualmente com a presença de António Veiga, de Olivença, vencedor desta edição do Prémio, que teve oportunidade de partilhar a sua ligação à fotografia e dar as notas pessoais sobre a obra distinguida pelo júri. A fotografia, afirma-se, neste contexto, e, através da sua leitura singular e enriquecedora do nosso património natural e cultural, como elemento significativo na cooperação transfronteiriça e no diálogo cultural dos nossos territórios. A iniciativa é promovida no âmbito da colaboração entre a CCDR Centro, I.P., a CCDR Alentejo, I.P., a Junta da Extremadura, a Asociación de Extremadura para la UNESCO e o Município Vila Velha de Ródão, integrando as atividades do projeto GIT EUROACE COM VIDA, cofinanciado pelo Programa Interreg VI-A Espanha–Portugal 2021–2027. A exposição tem entrada gratuita e pode ser visitada até dia 15 de novembro, nos dias úteis entre as 9h e as 17h30, na Casa de Artes e Cultura do Tejo. Fotos: José Pio
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 13/10/2026
O grau de satisfação dos residentes na Região Centro aumentou em 2026. Neste ano, 69,6% dos entrevistados consideraram-se globalmente satisfeitos, contra 68,7% da recolha anterior (2025) e 61,2% em 2013 (ano em que foi realizada a primeira inquirição na região). Esta é uma das conclusões da 12.ª edição do Inquérito à Satisfação dos Residentes na Região Centro, promovido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P., no âmbito da monitorização desenvolvida no Barómetro Centro de Portugal. Esta edição do inquérito mostrou que, em 2026, 13,6% dos residentes estavam “muito satisfeitos”, 55,9% “satisfeitos”, 25,0% “não muito satisfeitos” e 5,5% “nada satisfeitos”. Face ao ano anterior, destaca-se o aumento da quota dos indivíduos “muito satisfeitos” (+1,4 pontos percentuais) e, em sentido contrário, a diminuição das quotas dos “satisfeitos” (-0,7 pontos percentuais), dos “não muito satisfeitos” (-0,1 pontos percentuais) e dos “nada satisfeitos” (-0,7 pontos percentuais), o que resultou num crescimento total da percentagem de inquiridos globalmente satisfeitos em 0,9 pontos percentuais. Entre os principais motivos de satisfação destacam-se a qualidade de vida/ter um nível de vida estável, ter saúde e a vida familiar. Relativamente aos motivos de insatisfação, as dificuldades financeiras/custo de vida elevado, as remunerações e reformas baixas e o descontentamento com o Governo/políticas foram os três principais fatores de insatisfação apontados pelos inquiridos. De destacar ainda que, nesta inquirição, os preços da habitação/falta de acesso à habitação assumiram relevância como motivo de insatisfação. O inquérito mostra que, globalmente, e ao contrário do que se verificou nas recolhas anteriores, os residentes ativos (empregados e desempregados) estão menos satisfeitos do que os inativos (estudantes, domésticos e reformados) e os homens menos satisfeitos do que as mulheres, embora os níveis de satisfação sejam bastante próximos. No que respeita aos residentes empregados, o grau de satisfação mostrou-se mais elevado nas profissões mais qualificadas. Os quadros superiores, os quadros médios e os profissionais liberais foram os que se apresentaram mais satisfeitos e, pelo contrário, os trabalhadores não qualificados e os empregados administrativos eram os mais insatisfeitos. Tal como nas vagas anteriores, os mais jovens estão globalmente mais satisfeitos do que a população mais velha ainda que, nesta edição, as diferenças entre os grupos etárias mostraram-se menos acentuadas. O grau de satisfação é, também, tendencialmente mais elevado quanto mais elevadas forem as habilitações escolares dos inquiridos. Nesta edição do Inquérito à Satisfação dos Residentes na Região Centro, foi novamente solicitado aos jovens, entre os 21 e os 34 anos, que indicassem os três principais fatores que valorizam num território para nele viverem. O fator preponderante identificado por estes jovens para se fixarem num território foi o custo de vida acessível (18,1%), seguido da proximidade à família e amigos (17,2%). Foram também valorizadas a segurança (16,8%), a facilidade de deslocação/mobilidade (15,5%), o acesso a saúde e educação (11,3%) e o emprego digno e devidamente remunerado (10,9%). Com menor relevância surgiram fatores como a oferta cultural e de espaços de lazer, a conectividade digital e, por último, o ambiente favorável ao empreendedorismo e inovação. Para informações [...]
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No segundo trimestre de 2026, a taxa de desemprego na Região Centro fixou-se nos 4,1%, refletindo uma diminuição trimestral e homóloga, mantendo-se inferior à média nacional (de 5,3%). Os restantes indicadores do mercado de trabalho da região tiveram também uma evolução favorável. Assistiu-se, ainda, na região, a uma evolução positiva do comércio internacional de bens, com o crescimento homólogo real das saídas e das entradas de bens, bem como a um aumento das empresas constituídas e dos empréstimos concedidos às empresas. Em contraste, os indicadores do licenciamento de edifícios e a atividade turística observaram contrações homólogas neste trimestre. Já a inflação acelerou face aos trimestres anteriores, superando o registo nacional. Estas são algumas das conclusões do n.º 71 do “Centro de Portugal – Boletim Trimestral”, publicação que analisa a evolução conjuntural da Região Centro. No segundo trimestre de 2026, o Produto Interno Bruto registou um crescimento homólogo real de 2,5%, justificado pelo contributo positivo da procura interna, que superou o contributo negativo da procura externa líquida. A taxa de desemprego nacional diminuiu para 5,3%, valor abaixo do observado nos períodos homólogo e anterior. Já o nível de preços aumentou para os 3,3%, tendo acelerado em relação ao mesmo trimestre de 2025 e ao trimestre anterior. A confiança dos consumidores piorou, enquanto o indicador de clima económico permaneceu positivo e superior ao trimestre homólogo. O euro valorizou face ao dólar na comparação com o período homólogo, ainda que se tenha verificado uma desaceleração significativa face ao trimestre anterior. Relativamente à Região Centro, continuou a assistir-se a uma evolução favorável do mercado de trabalho, decorrente dos aumentos das taxas de atividade e de emprego e da diminuição do desemprego. O salário médio líquido mensal dos trabalhadores por conta de outrem voltou a aumentar face a igual período do ano anterior, o que se verifica há mais de dois anos consecutivos, embora a um ritmo mais moderado. No setor empresarial regional registou-se uma diminuição homóloga nas ações de insolvência de empresas, por contraste com o país, onde se verificou um aumento significativo, e um aumento das empresas constituídas, invertendo a quebra registada no trimestre anterior. Os empréstimos concedidos às empresas aumentaram na região, reforçando a trajetória do trimestre anterior. Também o peso regional dos empréstimos vencidos no total dos concedidos aumentou, ainda que ligeiramente, face ao mesmo trimestre do ano de 2025. O setor da construção regional apresentou uma evolução homóloga positiva das obras concluídas, enquanto o licenciamento evoluiu negativamente, com exceção dos novos fogos para habitação familiar. Relativamente à evolução dos empréstimos à habitação em termos homólogos reais, o crédito concedido para habitação continuou a crescer, enquanto os empréstimos vencidos registaram uma nova quebra muito significativa. Na atividade turística, os hóspedes, as dormidas e os proveitos dos estabelecimentos de alojamento turístico diminuíram na região em termos homólogos, contrariando a tendência nacional, mas prosseguindo a tendência de decréscimo que se tinha verificado no trimestre anterior. Já a estada média na região manteve-se inalterada face a igual período do ano anterior. O comércio [...]
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- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 20/09/2026
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. promove, no próximo dia 22 de setembro de 2026, entre as 10h30 e as 15h00, o primeiro Encontro Temático da Comunidade de Prática "Investigação Científica e Tecnológica", dedicado ao tema "Construção, Habitat e Economia Circular". A sessão terá lugar no ITeCons – Instituto de Investigação e Desenvolvimento Tecnológico para a Construção, Energia, Ambiente e Sustentabilidade - Rua Pedro Hispano, 3030-289 Coimbra - e tem como principal objetivo promover a transferência de conhecimento e de tecnologia do sistema científico para as empresas, estimulando o desenvolvimento de novas oportunidades de colaboração. O encontro abrangerá uma visita às instalações do ITeCons e momentos de networking para a partilha de projetos, processos, produtos e soluções de circularidade no setor da construção e do habitat. Esta iniciativa insere-se no âmbito do Pacto para a Economia Circular do Centro, subscrito por 210 entidades regionais. Com o objetivo de facilitar a troca de experiências e a capacitação de todas as entidades, em diferentes áreas da economia circular, a atual edição do Pacto encontra-se organizada em Comunidades de Prática. Uma dessas comunidades é dedicada à "Investigação Científica e Tecnológica", visando estimular a criação de conhecimento científico e tecnológico que permita o desenvolvimento de soluções inovadoras que contribuam para acelerar a transição para uma economia mais circular. O Encontro Temático «Construção, Habitat e Economia Circular» será, assim, o primeiro de um conjunto de encontros que procurarão reforçar a ligação entre a investigação, a inovação e o tecido empresarial da Região Centro, criando oportunidades para a partilha de conhecimento e o desenvolvimento de novas parcerias. Inscrições aqui.
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 13/10/2026
O grau de satisfação dos residentes na Região Centro aumentou em 2026. Neste ano, 69,6% dos entrevistados consideraram-se globalmente satisfeitos, contra 68,7% da recolha anterior (2025) e 61,2% em 2013 (ano em que foi realizada a primeira inquirição na região). Esta é uma das conclusões da 12.ª edição do Inquérito à Satisfação dos Residentes na Região Centro, promovido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P., no âmbito da monitorização desenvolvida no Barómetro Centro de Portugal. Esta edição do inquérito mostrou que, em 2026, 13,6% dos residentes estavam “muito satisfeitos”, 55,9% “satisfeitos”, 25,0% “não muito satisfeitos” e 5,5% “nada satisfeitos”. Face ao ano anterior, destaca-se o aumento da quota dos indivíduos “muito satisfeitos” (+1,4 pontos percentuais) e, em sentido contrário, a diminuição das quotas dos “satisfeitos” (-0,7 pontos percentuais), dos “não muito satisfeitos” (-0,1 pontos percentuais) e dos “nada satisfeitos” (-0,7 pontos percentuais), o que resultou num crescimento total da percentagem de inquiridos globalmente satisfeitos em 0,9 pontos percentuais. Entre os principais motivos de satisfação destacam-se a qualidade de vida/ter um nível de vida estável, ter saúde e a vida familiar. Relativamente aos motivos de insatisfação, as dificuldades financeiras/custo de vida elevado, as remunerações e reformas baixas e o descontentamento com o Governo/políticas foram os três principais fatores de insatisfação apontados pelos inquiridos. De destacar ainda que, nesta inquirição, os preços da habitação/falta de acesso à habitação assumiram relevância como motivo de insatisfação. O inquérito mostra que, globalmente, e ao contrário do que se verificou nas recolhas anteriores, os residentes ativos (empregados e desempregados) estão menos satisfeitos do que os inativos (estudantes, domésticos e reformados) e os homens menos satisfeitos do que as mulheres, embora os níveis de satisfação sejam bastante próximos. No que respeita aos residentes empregados, o grau de satisfação mostrou-se mais elevado nas profissões mais qualificadas. Os quadros superiores, os quadros médios e os profissionais liberais foram os que se apresentaram mais satisfeitos e, pelo contrário, os trabalhadores não qualificados e os empregados administrativos eram os mais insatisfeitos. Tal como nas vagas anteriores, os mais jovens estão globalmente mais satisfeitos do que a população mais velha ainda que, nesta edição, as diferenças entre os grupos etárias mostraram-se menos acentuadas. O grau de satisfação é, também, tendencialmente mais elevado quanto mais elevadas forem as habilitações escolares dos inquiridos. Nesta edição do Inquérito à Satisfação dos Residentes na Região Centro, foi novamente solicitado aos jovens, entre os 21 e os 34 anos, que indicassem os três principais fatores que valorizam num território para nele viverem. O fator preponderante identificado por estes jovens para se fixarem num território foi o custo de vida acessível (18,1%), seguido da proximidade à família e amigos (17,2%). Foram também valorizadas a segurança (16,8%), a facilidade de deslocação/mobilidade (15,5%), o acesso a saúde e educação (11,3%) e o emprego digno e devidamente remunerado (10,9%). Com menor relevância surgiram fatores como a oferta cultural e de espaços de lazer, a conectividade digital e, por último, o ambiente favorável ao empreendedorismo e inovação. Para informações [...]
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 12/10/2026
No segundo trimestre de 2026, a taxa de desemprego na Região Centro fixou-se nos 4,1%, refletindo uma diminuição trimestral e homóloga, mantendo-se inferior à média nacional (de 5,3%). Os restantes indicadores do mercado de trabalho da região tiveram também uma evolução favorável. Assistiu-se, ainda, na região, a uma evolução positiva do comércio internacional de bens, com o crescimento homólogo real das saídas e das entradas de bens, bem como a um aumento das empresas constituídas e dos empréstimos concedidos às empresas. Em contraste, os indicadores do licenciamento de edifícios e a atividade turística observaram contrações homólogas neste trimestre. Já a inflação acelerou face aos trimestres anteriores, superando o registo nacional. Estas são algumas das conclusões do n.º 71 do “Centro de Portugal – Boletim Trimestral”, publicação que analisa a evolução conjuntural da Região Centro. No segundo trimestre de 2026, o Produto Interno Bruto registou um crescimento homólogo real de 2,5%, justificado pelo contributo positivo da procura interna, que superou o contributo negativo da procura externa líquida. A taxa de desemprego nacional diminuiu para 5,3%, valor abaixo do observado nos períodos homólogo e anterior. Já o nível de preços aumentou para os 3,3%, tendo acelerado em relação ao mesmo trimestre de 2025 e ao trimestre anterior. A confiança dos consumidores piorou, enquanto o indicador de clima económico permaneceu positivo e superior ao trimestre homólogo. O euro valorizou face ao dólar na comparação com o período homólogo, ainda que se tenha verificado uma desaceleração significativa face ao trimestre anterior. Relativamente à Região Centro, continuou a assistir-se a uma evolução favorável do mercado de trabalho, decorrente dos aumentos das taxas de atividade e de emprego e da diminuição do desemprego. O salário médio líquido mensal dos trabalhadores por conta de outrem voltou a aumentar face a igual período do ano anterior, o que se verifica há mais de dois anos consecutivos, embora a um ritmo mais moderado. No setor empresarial regional registou-se uma diminuição homóloga nas ações de insolvência de empresas, por contraste com o país, onde se verificou um aumento significativo, e um aumento das empresas constituídas, invertendo a quebra registada no trimestre anterior. Os empréstimos concedidos às empresas aumentaram na região, reforçando a trajetória do trimestre anterior. Também o peso regional dos empréstimos vencidos no total dos concedidos aumentou, ainda que ligeiramente, face ao mesmo trimestre do ano de 2025. O setor da construção regional apresentou uma evolução homóloga positiva das obras concluídas, enquanto o licenciamento evoluiu negativamente, com exceção dos novos fogos para habitação familiar. Relativamente à evolução dos empréstimos à habitação em termos homólogos reais, o crédito concedido para habitação continuou a crescer, enquanto os empréstimos vencidos registaram uma nova quebra muito significativa. Na atividade turística, os hóspedes, as dormidas e os proveitos dos estabelecimentos de alojamento turístico diminuíram na região em termos homólogos, contrariando a tendência nacional, mas prosseguindo a tendência de decréscimo que se tinha verificado no trimestre anterior. Já a estada média na região manteve-se inalterada face a igual período do ano anterior. O comércio [...]
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 22/09/2026
Casa de Artes e Cultura do Tejo, em Vila Velha de Ródão, recebe, até dia 15 de novembro de 2026, a Exposição de Fotografia do IX Prémio Internacional Santiago Castelo 2025 - EUROACE, uma iniciativa que volta a colocar a fotografia ao serviço da valorização do património, da cultura e da identidade partilhada entre o Centro, Alentejo e a Extremadura (Espanha). Esta exposição, promovida pela Eurorregião EUROACE (Alentejo, Centro de Portugal e Extremadura) e pela Associação para a Unesco da Extremadura, é composta pelas obras finalistas do concurso de 2025 e dá testemunho da riqueza do património natural e cultural do vasto território da EUROACE, com paisagens tão diversas, espaços patrimoniais e bens imateriais de relevância incontestável. O Prémio Internacional de Fotografia Santiago Castelo, criado em 2017 pelo Centro Unesco de Extremadura e que homenageia o jornalista e poeta extremenho Santiago Castelo, assume, desde 2019, o território singular da Eurorregião EUROACE como matriz e espaço de acolhimento da expressão criativa associada à fotografia. Na sessão de inauguração intervieram representantes das várias entidades parceiras desta iniciativa, designadamente António Carmona, Presidente da Câmara Municipal de Vila Velha de Ródão, Carla Coimbra, Diretora de Planeamento e Desenvolvimento Regional da CCDR Centro, Myriam Navas Reyes, Coordinadora del Plan de Fomento de la Lectura de Extremadura e Esteban Cortijo, da Asociación de Extremadura para la UNESCO. A cerimónia contou igualmente com a presença de António Veiga, de Olivença, vencedor desta edição do Prémio, que teve oportunidade de partilhar a sua ligação à fotografia e dar as notas pessoais sobre a obra distinguida pelo júri. A fotografia, afirma-se, neste contexto, e, através da sua leitura singular e enriquecedora do nosso património natural e cultural, como elemento significativo na cooperação transfronteiriça e no diálogo cultural dos nossos territórios. A iniciativa é promovida no âmbito da colaboração entre a CCDR Centro, I.P., a CCDR Alentejo, I.P., a Junta da Extremadura, a Asociación de Extremadura para la UNESCO e o Município Vila Velha de Ródão, integrando as atividades do projeto GIT EUROACE COM VIDA, cofinanciado pelo Programa Interreg VI-A Espanha–Portugal 2021–2027. A exposição tem entrada gratuita e pode ser visitada até dia 15 de novembro, nos dias úteis entre as 9h e as 17h30, na Casa de Artes e Cultura do Tejo. Fotos: José Pio





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