Museu Nacional de Machado de Castro recebe exposição de fotografia do V Prémio Internacional Santiago Castelo

A presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), Isabel Damasceno, inaugurou hoje, dia 30 de março, a Exposição de Fotografia do VI Prémio Internacional “Santiago Castelo”, no Museu Nacional de Machado de Castro, em Coimbra.
Esta exposição, promovida pela Eurorregião EUROACE (Alentejo, Centro de Portugal e Extremadura) e pelo Centro Unesco da Extremadura, é composta por 28 das obras finalistas do concurso de 2022, que apresentam diferentes abordagens e perspetivas do imenso e diverso património cultural e natural desta Eurorregião transfronteiriça.
O Prémio Internacional de Fotografia Santiago Castelo, criado em 2017 pelo Centro Unesco de Extremadura, desde 2019, assume o território singular da Eurorregião EUROACE como matriz e espaço de acolhimento da expressão criativa associada à fotografia.
A fotografia afirma-se, neste contexto, como um elemento significativo na cooperação transfronteiriça e no diálogo cultural dos territórios.
A exposição tem entrada gratuita e estará patente até ao dia 21 de maio, na Sala de Exposições Temporárias do Museu Nacional de Machado de Castro, em Coimbra.

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A fotografia afirma-se, neste contexto, como um elemento significativo na cooperação transfronteiriça e no diálogo cultural dos territórios.
A exposição tem entrada gratuita e estará patente até ao dia 21 de maio, na Sala de Exposições Temporárias do Museu Nacional de Machado de Castro, em Coimbra.

A presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), Isabel Damasceno, inaugurou hoje, dia 30 de março, a Exposição de Fotografia do VI Prémio Internacional “Santiago Castelo”, no Museu Nacional de Machado de Castro, em Coimbra.
Esta exposição, promovida pela Eurorregião EUROACE (Alentejo, Centro de Portugal e Extremadura) e pelo Centro Unesco da Extremadura, é composta por 28 das obras finalistas do concurso de 2022, que apresentam diferentes abordagens e perspetivas do imenso e diverso património cultural e natural desta Eurorregião transfronteiriça.
O Prémio Internacional de Fotografia Santiago Castelo, criado em 2017 pelo Centro Unesco de Extremadura, desde 2019, assume o território singular da Eurorregião EUROACE como matriz e espaço de acolhimento da expressão criativa associada à fotografia.
A fotografia afirma-se, neste contexto, como um elemento significativo na cooperação transfronteiriça e no diálogo cultural dos territórios.
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- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 15/04/2026
A Associação da Extremadura para a UNESCO lança a décima edição do Prémio Internacional de Fotografia com o nome de Santiago Castelo, em homenagem ao presidente fundador da Associação da Extremadura para a UNESCO. Este prémio, que reforça o seu carácter transfronteiriço entre Espanha e Portugal, procura premiar trabalhos que, dentro da liberdade criativa do seu autor, ofereçam novas visões da riqueza cultural, monumental, natural, ambiental, paisagística e humana dos territórios que compreendem a eurorregião EUROACE, ou seja, as regiões do Alentejo e Centro de Portugal e da Extremadura espanhola. Um território internacional amplo que ocupa um sexto da Península Ibérica e que oferece paisagens tão variadas e díspares que vão desde a costa atlântica às zonas de montado do Alentejo ou Extremadura, com espaços patrimoniais reconhecidos como Évora, Coimbra, Elvas, Mérida, Cáceres ou Guadalupe. As imagens a concurso deverão ser realizadas no território desta eurorregião EUROACE. O Prémio desta oitava edição será de 4.000€ para a obra vencedora e poderá ser atribuída uma Menção Honrosa no valor de 600€. Entre os objetivos que se pretende alcançar com este Prémio estão: · Valorizar e promover a criação artística no domínio da fotografia e o trabalho dos seus criadores, cujas obras oferecem novas formas de perceber o território da eurorregião EUROACE, ou seja: a Comunidade Autónoma da Extremadura e as regiões do Alentejo e Centro de Portugal; · Promover o legado cultural que abrange toda a eurorregião EUROACE, os seus espaços protegidos, a sua diversidade cultural e as suas paisagens naturais como cenários de criação artística; · Promover a colaboração e manutenção de ações transfronteiriças alicerçadas nos domínios da Cultura e do Património; · Promover uma Coleção de Fotografia Contemporânea que relacione a criação artística com a valorização do património e a sustentabilidade do território EUROACE. O Prémio é aberto a fotógrafos amadores ou profissionais de qualquer nacionalidade que submetam a concurso, no máximo, dois trabalhos, dos quais deverão ser os autores materiais. Os trabalhos deverão ser submetidos em plataforma online, previamente à apresentação dos trabalhos produzidos fisicamente, através do formulário de inscrição disponibilizado aqui no site de gestão do concurso. O prazo para submissão das fotografias começa a 6 de abril de 2026 e termina a 18 de maio de 2026. A participação na convocatória é totalmente gratuita. O Júri, que terá caráter internacional com representantes de cada uma das Regiões envolvidas, fará uma pré-seleção dos trabalhos submetidos na plataforma, selecionando como finalistas um máximo de 30 trabalhos. Os trabalhos selecionados deverão ser entregues, depois de finalizados pelos respetivos autores, e serão integrados numa exposição itinerante que a Associação para a UNESCO da Extremadura, em colaboração com as regiões do Alentejo e Centro de Portugal, realizará na eurorregião e que terá início na Extremadura no último trimestre de 2026. Para facilitar o trabalho dos fotógrafos selecionados para a exposição e que são elegíveis para o Prémio, foram criados três pontos de recolha das obras já produzidas nas cidades de Cáceres, em Espanha, e de Coimbra e Évora, em Portugal. [...]
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 14/04/2026
No quarto trimestre de 2025, a taxa de desemprego da região Centro diminuiu para os 4,7%, mantendo a trajetória decrescente verificada nos restantes trimestres de 2025 e situando-se abaixo da média nacional de 5,8%. Também os restantes indicadores do mercado de trabalho, as empresas constituídas, a atividade turística, o comércio internacional de bens, a maioria dos indicadores das obras concluídas e os créditos concedidos para habitação e consumo observaram variações homólogas favoráveis. Em contraste, as ações de insolvência de empresas e a maioria dos indicadores do licenciamento evoluíram desfavoravelmente neste trimestre. Já a inflação desacelerou face ao trimestre homólogo e ao trimestre anterior. Estas são algumas das conclusões do n.º 69 do “Centro de Portugal – Boletim Trimestral”, publicação que analisa a evolução conjuntural da região Centro. No quarto trimestre de 2025, o Produto Interno Bruto registou um crescimento homólogo real de 1,9%, justificado pelo contributo positivo da procura interna que superou o contributo negativo da procura externa líquida. A taxa de desemprego nacional foi de 5,8%, valor igual ao do período anterior, mas inferior ao do período homólogo. Já o nível de preços atingiu os 2,2%, tendo desacelerado em relação ao mesmo trimestre de 2024 e ao trimestre anterior. A confiança dos consumidores manteve-se negativa, mas melhorou face aos trimestres precedentes e homólogo. O indicador de clima económico permaneceu positivo, superando o valor dos períodos homólogo e anteriores. O euro acentuou a valorização face ao dólar, contrariando a depreciação verificada no período homólogo. Relativamente à Região Centro, o mercado de trabalho regional continuou a evoluir de forma favorável, em resultado dos aumentos das taxas de atividade e de emprego e da diminuição do desemprego. Já o salário médio líquido mensal dos trabalhadores por conta de outrem aumentou face ao período homólogo, o que sucede há mais de dois anos consecutivos. No setor empresarial regional registaram-se aumentos homólogos nas constituições e nas ações de insolvência de empresas. Os empréstimos concedidos às empresas continuaram a decrescer, o que já sucede há quatro anos consecutivos. Já o peso dos empréstimos vencidos no total dos concedidos aumentou na região, após quatro trimestres sem alteração. No setor da construção, os indicadores das obras concluídas apresentaram uma evolução positiva, enquanto o licenciamento evoluiu negativamente. Em ambos os casos, os novos fogos para habitação familiar evoluíram em contra-ciclo. A nível nacional, o setor contraiu-se, com exceção dos novos fogos para habitação familiar que aumentaram. Relativamente à evolução dos empréstimos à habitação em termos homólogos reais, o crédito concedido acelerou, enquanto os empréstimos vencidos registaram uma quebra significativa. Na atividade turística, os hóspedes, as dormidas e os proveitos dos estabelecimentos de alojamento turístico continuaram a crescer na região, tendo acelerado face ao trimestre anterior, mas desacelerado bastante face ao trimestre homólogo. Já a estada média na região diminuiu face a igual período do ano anterior e aos dois períodos precedentes. O comércio internacional de bens, neste trimestre, evoluiu favoravelmente na região, decorrente do crescimento homólogo real das saídas e da contração das entradas. A variação regional [...]
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 13/04/2026
Em 2025, 17,4% da população com idade entre os 25 e os 64 anos da região Centro participou em atividades de educação e formação, registando-se um aumento de 0,7 pontos percentuais face a 2024 e atingindo o valor mais elevado de toda a série (que se iniciou em 1998). A região, que ocupava o segundo lugar na hierarquia nacional depois da Área Metropolitana de Lisboa, continuou, à semelhança de anos anteriores, a posicionar-se acima da média nacional neste indicador. Atualmente, mais do quíntuplo da população regional com idade entre os 25 e os 64 anos participa em atividades de educação e formação face ao registado em 1998. Destaque também para o aumento da população entre os 30 e os 34 anos na região Centro com o ensino superior completo que, após três anos de diminuições consecutivas, aumentou para 44,8% em 2025, superando a média nacional (de 41,7%) e recuperando 6,0 pontos percentuais face a 2024. O Centro foi a segunda região portuguesa com melhor desempenho, depois da Área Metropolitana de Lisboa. Em 2025, as exportações de bens da região Centro cifraram-se em 14,9 mil milhões de euros, valor ligeiramente superior ao registado em 2024 (14,8 mil milhões de euros). A região manteve a sua importância a nível nacional, com um peso de 18,7% no total nacional. A importância das exportações de bens de alta tecnologia da Região Centro aumentou para 4,4%, tendo sido atingido um máximo histórico, com a região a convergir para a média nacional (de 5,1%). A taxa de desemprego regional foi de 5,0% em 2025, tendo o Centro sido a região portuguesa com o melhor desempenho a nível nacional. Já a taxa de desemprego jovem foi de 19,7%, traduzindo uma redução de 3,3 pontos percentuais face a 2024, mas mantendo-se, ainda assim, superior à média do país (de 19,5%). A taxa de emprego dos 20 aos 64 anos da Região Centro fixou-se nos 79,9% em 2025, valor acima da meta estabelecida pela União Europeia para 2030, no Plano de Ação para o Pilar Europeu dos Direitos Sociais, de aumentar a taxa de emprego da população entre os 20 e os 64 anos para, pelo menos, 78% e em linha com a meta nacional fixada por Portugal de, pelo menos, 80%. De salientar ainda que, em 2024, assistiu-se a uma redução das desigualdades na distribuição do rendimento na região, registando-se a menor assimetria de rendimentos desde 2017 e uma distribuição menos desigual do que a média nacional. Estas são algumas das conclusões da nova edição do Barómetro do Centro de Portugal, que pode ser consultado aqui. Nesta edição, além da informação sobre as exportações de bens (ficha n.º 1), a população jovem com formação superior (ficha n.º 11), a formação ao longo da vida (ficha n.º 13), a taxa de desemprego (ficha n.º 15), a taxa de desemprego jovem (ficha n.º 16) e a distribuição do rendimento (ficha n.º 20), foram ainda atualizados os indicadores referentes ao abandono escolar precoce (ficha n.º 10). O Barómetro do Centro de [...]
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Entre 10 e 30 de abril decorre o período de candidaturas à 7.ª edição da iniciativa Empreendedor 50+ da Região Centro, promovida pela CCDR Centro. Esta distinção anual visa reconhecer empreendedoras e empreendedores que tenham iniciado a sua primeira atividade empresarial com 50 ou mais anos na região, destacando-se também a importância do empreendedorismo sénior e o seu papel no envelhecimento ativo e saudável. As candidaturas são apresentadas exclusivamente através das seguintes 25 entidades parceiras da iniciativa: Associações Empresariais: AEBB – Associação Empresarial da Beira Baixa AIDA – Associação Industrial do Distrito de Aveiro AIRO – Associação Empresarial da Região do Oeste AIRV – Associação Empresarial da Região de Viseu CEC – Conselho Empresarial do Centro/CCIC – Câmara de Comércio e Indústria do Centro NERGA – Associação Empresarial da Região da Guarda NERLEI – Associação Empresarial da Região de Leiria NERSANT – Associação Empresarial da Região de Santarém Comunidades Intermunicipais (CIM): CIM da Beira Baixa CIM da Região de Aveiro CIM da Região de Coimbra CIM da Região de Leiria CIM das Beiras e Serra da Estrela CIM do Médio Tejo CIM do Oeste CIM Viseu Dão Lafões Parques de Ciência e Tecnologia: Biocant Park Coimbra iParque Instituto Pedro Nunes (IPN) Parkurbis – Parque de Ciência e Tecnologia da Covilhã PCI · Creative Science Park Aveiro Region TAGUSVALLEY – Parque de Ciência e Tecnologia Outros Parceiros: IEFP – Delegação Regional do Centro Portugal Inovação Social Turismo Centro de Portugal Conhece alguém que se enquadre nestas condições? Contacte uma das entidades parceiras e ajude-nos a dar visibilidade a histórias inspiradoras de empreendedorismo sénior! Consulte mais informações sobre a iniciativa aqui.
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No quarto trimestre de 2025, a taxa de desemprego da região Centro diminuiu para os 4,7%, mantendo a trajetória decrescente verificada nos restantes trimestres de 2025 e situando-se abaixo da média nacional de 5,8%. Também os restantes indicadores do mercado de trabalho, as empresas constituídas, a atividade turística, o comércio internacional de bens, a maioria dos indicadores das obras concluídas e os créditos concedidos para habitação e consumo observaram variações homólogas favoráveis. Em contraste, as ações de insolvência de empresas e a maioria dos indicadores do licenciamento evoluíram desfavoravelmente neste trimestre. Já a inflação desacelerou face ao trimestre homólogo e ao trimestre anterior. Estas são algumas das conclusões do n.º 69 do “Centro de Portugal – Boletim Trimestral”, publicação que analisa a evolução conjuntural da região Centro. No quarto trimestre de 2025, o Produto Interno Bruto registou um crescimento homólogo real de 1,9%, justificado pelo contributo positivo da procura interna que superou o contributo negativo da procura externa líquida. A taxa de desemprego nacional foi de 5,8%, valor igual ao do período anterior, mas inferior ao do período homólogo. Já o nível de preços atingiu os 2,2%, tendo desacelerado em relação ao mesmo trimestre de 2024 e ao trimestre anterior. A confiança dos consumidores manteve-se negativa, mas melhorou face aos trimestres precedentes e homólogo. O indicador de clima económico permaneceu positivo, superando o valor dos períodos homólogo e anteriores. O euro acentuou a valorização face ao dólar, contrariando a depreciação verificada no período homólogo. Relativamente à Região Centro, o mercado de trabalho regional continuou a evoluir de forma favorável, em resultado dos aumentos das taxas de atividade e de emprego e da diminuição do desemprego. Já o salário médio líquido mensal dos trabalhadores por conta de outrem aumentou face ao período homólogo, o que sucede há mais de dois anos consecutivos. No setor empresarial regional registaram-se aumentos homólogos nas constituições e nas ações de insolvência de empresas. Os empréstimos concedidos às empresas continuaram a decrescer, o que já sucede há quatro anos consecutivos. Já o peso dos empréstimos vencidos no total dos concedidos aumentou na região, após quatro trimestres sem alteração. No setor da construção, os indicadores das obras concluídas apresentaram uma evolução positiva, enquanto o licenciamento evoluiu negativamente. Em ambos os casos, os novos fogos para habitação familiar evoluíram em contra-ciclo. A nível nacional, o setor contraiu-se, com exceção dos novos fogos para habitação familiar que aumentaram. Relativamente à evolução dos empréstimos à habitação em termos homólogos reais, o crédito concedido acelerou, enquanto os empréstimos vencidos registaram uma quebra significativa. Na atividade turística, os hóspedes, as dormidas e os proveitos dos estabelecimentos de alojamento turístico continuaram a crescer na região, tendo acelerado face ao trimestre anterior, mas desacelerado bastante face ao trimestre homólogo. Já a estada média na região diminuiu face a igual período do ano anterior e aos dois períodos precedentes. O comércio internacional de bens, neste trimestre, evoluiu favoravelmente na região, decorrente do crescimento homólogo real das saídas e da contração das entradas. A variação regional [...]
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 13/04/2026
Em 2025, 17,4% da população com idade entre os 25 e os 64 anos da região Centro participou em atividades de educação e formação, registando-se um aumento de 0,7 pontos percentuais face a 2024 e atingindo o valor mais elevado de toda a série (que se iniciou em 1998). A região, que ocupava o segundo lugar na hierarquia nacional depois da Área Metropolitana de Lisboa, continuou, à semelhança de anos anteriores, a posicionar-se acima da média nacional neste indicador. Atualmente, mais do quíntuplo da população regional com idade entre os 25 e os 64 anos participa em atividades de educação e formação face ao registado em 1998. Destaque também para o aumento da população entre os 30 e os 34 anos na região Centro com o ensino superior completo que, após três anos de diminuições consecutivas, aumentou para 44,8% em 2025, superando a média nacional (de 41,7%) e recuperando 6,0 pontos percentuais face a 2024. O Centro foi a segunda região portuguesa com melhor desempenho, depois da Área Metropolitana de Lisboa. Em 2025, as exportações de bens da região Centro cifraram-se em 14,9 mil milhões de euros, valor ligeiramente superior ao registado em 2024 (14,8 mil milhões de euros). A região manteve a sua importância a nível nacional, com um peso de 18,7% no total nacional. A importância das exportações de bens de alta tecnologia da Região Centro aumentou para 4,4%, tendo sido atingido um máximo histórico, com a região a convergir para a média nacional (de 5,1%). A taxa de desemprego regional foi de 5,0% em 2025, tendo o Centro sido a região portuguesa com o melhor desempenho a nível nacional. Já a taxa de desemprego jovem foi de 19,7%, traduzindo uma redução de 3,3 pontos percentuais face a 2024, mas mantendo-se, ainda assim, superior à média do país (de 19,5%). A taxa de emprego dos 20 aos 64 anos da Região Centro fixou-se nos 79,9% em 2025, valor acima da meta estabelecida pela União Europeia para 2030, no Plano de Ação para o Pilar Europeu dos Direitos Sociais, de aumentar a taxa de emprego da população entre os 20 e os 64 anos para, pelo menos, 78% e em linha com a meta nacional fixada por Portugal de, pelo menos, 80%. De salientar ainda que, em 2024, assistiu-se a uma redução das desigualdades na distribuição do rendimento na região, registando-se a menor assimetria de rendimentos desde 2017 e uma distribuição menos desigual do que a média nacional. Estas são algumas das conclusões da nova edição do Barómetro do Centro de Portugal, que pode ser consultado aqui. Nesta edição, além da informação sobre as exportações de bens (ficha n.º 1), a população jovem com formação superior (ficha n.º 11), a formação ao longo da vida (ficha n.º 13), a taxa de desemprego (ficha n.º 15), a taxa de desemprego jovem (ficha n.º 16) e a distribuição do rendimento (ficha n.º 20), foram ainda atualizados os indicadores referentes ao abandono escolar precoce (ficha n.º 10). O Barómetro do Centro de [...]





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