Grande Rota 22 – Aldeias Históricas de Portugal ganha dimensão ibérica

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro), representada pela vice-presidente Alexandra Rodrigues e pelo secretário técnico do Programa Centro 2030 Joaquim Felício, participou hoje, em Cáceres, na Cerimónia de assinatura Protocolo de cedência de utilização da marca GR22-Aldeias Históricas, entre a Associação Aldeias Históricas de Portugal e a Diputación de Cáceres.
A Associação Aldeias Históricas de Portugal no decurso dos últimos anos, nomeadamente através do projeto de cooperação transfronteiriça, TERPAT – Aldeias Históricas de Portugal, financiado pelo POCTEP, deu um passo na sua afirmação no contexto ibérico.
Na sequência do projeto referido, dando continuidade ao trabalho iniciado, e fruto de um processo colaborativo e de proximidade, foi possível ligar a Rede Aldeias Históricas de Portugal com a região de Cáceres através da GR22-Aldeias Históricas. Trata-se um corredor de ligação que seguramente irá angariar novos projetos no domínio da mobilidade ativa (walking e cycling), mas também potenciar a formatação de um produto turístico que vai beneficiar de maior diversidade e escala podendo assim conquistar novos mercados e dotar estes territórios de maior competitividade.

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro), representada pela vice-presidente Alexandra Rodrigues e pelo secretário técnico do Programa Centro 2030 Joaquim Felício, participou hoje, em Cáceres, na Cerimónia de assinatura Protocolo de cedência de utilização da marca GR22-Aldeias Históricas, entre a Associação Aldeias Históricas de Portugal e a Diputación de Cáceres.
A Associação Aldeias Históricas de Portugal no decurso dos últimos anos, nomeadamente através do projeto de cooperação transfronteiriça, TERPAT – Aldeias Históricas de Portugal, financiado pelo POCTEP, deu um passo na sua afirmação no contexto ibérico.
Na sequência do projeto referido, dando continuidade ao trabalho iniciado, e fruto de um processo colaborativo e de proximidade, foi possível ligar a Rede Aldeias Históricas de Portugal com a região de Cáceres através da GR22-Aldeias Históricas. Trata-se um corredor de ligação que seguramente irá angariar novos projetos no domínio da mobilidade ativa (walking e cycling), mas também potenciar a formatação de um produto turístico que vai beneficiar de maior diversidade e escala podendo assim conquistar novos mercados e dotar estes territórios de maior competitividade.

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro), representada pela vice-presidente Alexandra Rodrigues e pelo secretário técnico do Programa Centro 2030 Joaquim Felício, participou hoje, em Cáceres, na Cerimónia de assinatura Protocolo de cedência de utilização da marca GR22-Aldeias Históricas, entre a Associação Aldeias Históricas de Portugal e a Diputación de Cáceres.
A Associação Aldeias Históricas de Portugal no decurso dos últimos anos, nomeadamente através do projeto de cooperação transfronteiriça, TERPAT – Aldeias Históricas de Portugal, financiado pelo POCTEP, deu um passo na sua afirmação no contexto ibérico.
Na sequência do projeto referido, dando continuidade ao trabalho iniciado, e fruto de um processo colaborativo e de proximidade, foi possível ligar a Rede Aldeias Históricas de Portugal com a região de Cáceres através da GR22-Aldeias Históricas. Trata-se um corredor de ligação que seguramente irá angariar novos projetos no domínio da mobilidade ativa (walking e cycling), mas também potenciar a formatação de um produto turístico que vai beneficiar de maior diversidade e escala podendo assim conquistar novos mercados e dotar estes territórios de maior competitividade.
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- Categories: InformaçãoPublished On: 15/10/2026
O Presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I. P. (CCDR Centro), José Ribau Esteves, participou em alguns eventos da Semana Europeia das Cidades e Regiões, realizada em Bruxelas, de 12 a 14 de outubro, tendo aproveitado a viagem para realizar um conjunto de reuniões de grande relevância, com alguns dos mais destacados dirigentes da Comissão e do Conselho Europeu, assim como do Comité das Regiões da União Europeia. Segunda-feira, 12 de outubro de 2026 Abertura do Ponto de Contacto da CIM Região de Leiria O Presidente da CCDR Centro participou na reunião de trabalho e no ato formal de abertura do “Ponto de Contacto da CIM Região de Leiria” junto das Instituições da União Europeia”, Brussels Office IrRADIARE, associando-se com uma intervenção que saudou a iniciativa e que partilhou alguns dos desafios mais importantes da União Europeia, nomeadamente o acordo em construção para o Quadro Financeiro Plurianual 2028/2034 da União Europeia, em especial o novo Fundo Europeu para a Competitividade, assim como matérias ligadas à execução do Centro 2030 e do Portugal 2030. Reunião com Vice-Presidente da Comissão Europeia Raffaele Fitto Uma das reuniões mais importantes desta visita foi a realizada com o Vice-Presidente da Comissão Europeia, Raffaele Fitto. O primeiro objetivo desta reunião foi o de sensibilizar o Comissário para aprovar e assinar a proposta de Reprogramação extraordinária do Programa Regional Centro 2030, que lhe será entregue pelos Serviços da DG REGIO nas próximas semanas, tendo o Vice-Presidente da Comissão Europeia assumido o compromisso com o Presidente da CCDR Centro, de o fazer rapidamente. Essa proposta de reprogramação é uma componente importante da estratégia definida e em execução para que o Centro 2030 possa cumprir o objetivo de execução fixado para este ano 2026 (a chamada regra do N+3). Foram também partilhadas perspetivas sobre o Quadro Financeiro Plurianual (QFP) 2028/2034 (nomeadamente sobre a proposta da presidência irlandesa e sobre o novo Fundo Europeu para a Competitividade), sobre o funcionamento e a reforma dos Serviços da Comissão Europeia, entre outras. Terça-feira, 13 de outubro de 2026 Reunião com o Presidente do Conselho Europeu António Costa Durante cerca de uma hora, Ribau Esteves e o Presidente do Conselho Europeu, António Costa, debateram temas importantes da atualidade da União Europeia, nomeadamente sobre a negociação do QFP 2028/2034, o alargamento da União Europeia, os desafios principais da CCDR Centro, entre outros, numa perspetiva globalmente positiva sobre a evolução dos vários dossiers, mau grado a difícil situação europeia e internacional em que vivemos. Reunião com a Presidente do Comité das Regiões e o Presidente da Comissão COTER do CdR Além de contactos com membros da Delegação de Portugal no Comité das Regiões (CdR), Ribau Esteves, que pertenceu ao CdR durante 12 anos, realizou uma reunião com o Presidente da Comissão COTER do CdR, Vasco Cordeiro (e ex-Presidente do CdR), assim como com a Presidente do CdR, a húngara Kata Tutto. Nestas reuniões, o tema principal foi a defesa da continuidade [...]
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 13/10/2026
O grau de satisfação dos residentes na Região Centro aumentou em 2026. Neste ano, 69,6% dos entrevistados consideraram-se globalmente satisfeitos, contra 68,7% da recolha anterior (2025) e 61,2% em 2013 (ano em que foi realizada a primeira inquirição na região). Esta é uma das conclusões da 12.ª edição do Inquérito à Satisfação dos Residentes na Região Centro, promovido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P., no âmbito da monitorização desenvolvida no Barómetro Centro de Portugal. Esta edição do inquérito mostrou que, em 2026, 13,6% dos residentes estavam “muito satisfeitos”, 55,9% “satisfeitos”, 25,0% “não muito satisfeitos” e 5,5% “nada satisfeitos”. Face ao ano anterior, destaca-se o aumento da quota dos indivíduos “muito satisfeitos” (+1,4 pontos percentuais) e, em sentido contrário, a diminuição das quotas dos “satisfeitos” (-0,7 pontos percentuais), dos “não muito satisfeitos” (-0,1 pontos percentuais) e dos “nada satisfeitos” (-0,7 pontos percentuais), o que resultou num crescimento total da percentagem de inquiridos globalmente satisfeitos em 0,9 pontos percentuais. Entre os principais motivos de satisfação destacam-se a qualidade de vida/ter um nível de vida estável, ter saúde e a vida familiar. Relativamente aos motivos de insatisfação, as dificuldades financeiras/custo de vida elevado, as remunerações e reformas baixas e o descontentamento com o Governo/políticas foram os três principais fatores de insatisfação apontados pelos inquiridos. De destacar ainda que, nesta inquirição, os preços da habitação/falta de acesso à habitação assumiram relevância como motivo de insatisfação. O inquérito mostra que, globalmente, e ao contrário do que se verificou nas recolhas anteriores, os residentes ativos (empregados e desempregados) estão menos satisfeitos do que os inativos (estudantes, domésticos e reformados) e os homens menos satisfeitos do que as mulheres, embora os níveis de satisfação sejam bastante próximos. No que respeita aos residentes empregados, o grau de satisfação mostrou-se mais elevado nas profissões mais qualificadas. Os quadros superiores, os quadros médios e os profissionais liberais foram os que se apresentaram mais satisfeitos e, pelo contrário, os trabalhadores não qualificados e os empregados administrativos eram os mais insatisfeitos. Tal como nas vagas anteriores, os mais jovens estão globalmente mais satisfeitos do que a população mais velha ainda que, nesta edição, as diferenças entre os grupos etárias mostraram-se menos acentuadas. O grau de satisfação é, também, tendencialmente mais elevado quanto mais elevadas forem as habilitações escolares dos inquiridos. Nesta edição do Inquérito à Satisfação dos Residentes na Região Centro, foi novamente solicitado aos jovens, entre os 21 e os 34 anos, que indicassem os três principais fatores que valorizam num território para nele viverem. O fator preponderante identificado por estes jovens para se fixarem num território foi o custo de vida acessível (18,1%), seguido da proximidade à família e amigos (17,2%). Foram também valorizadas a segurança (16,8%), a facilidade de deslocação/mobilidade (15,5%), o acesso a saúde e educação (11,3%) e o emprego digno e devidamente remunerado (10,9%). Com menor relevância surgiram fatores como a oferta cultural e de espaços de lazer, a conectividade digital e, por último, o ambiente favorável ao empreendedorismo e inovação. Para informações [...]
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 12/10/2026
No segundo trimestre de 2026, a taxa de desemprego na Região Centro fixou-se nos 4,1%, refletindo uma diminuição trimestral e homóloga, mantendo-se inferior à média nacional (de 5,3%). Os restantes indicadores do mercado de trabalho da região tiveram também uma evolução favorável. Assistiu-se, ainda, na região, a uma evolução positiva do comércio internacional de bens, com o crescimento homólogo real das saídas e das entradas de bens, bem como a um aumento das empresas constituídas e dos empréstimos concedidos às empresas. Em contraste, os indicadores do licenciamento de edifícios e a atividade turística observaram contrações homólogas neste trimestre. Já a inflação acelerou face aos trimestres anteriores, superando o registo nacional. Estas são algumas das conclusões do n.º 71 do “Centro de Portugal – Boletim Trimestral”, publicação que analisa a evolução conjuntural da Região Centro. No segundo trimestre de 2026, o Produto Interno Bruto registou um crescimento homólogo real de 2,5%, justificado pelo contributo positivo da procura interna, que superou o contributo negativo da procura externa líquida. A taxa de desemprego nacional diminuiu para 5,3%, valor abaixo do observado nos períodos homólogo e anterior. Já o nível de preços aumentou para os 3,3%, tendo acelerado em relação ao mesmo trimestre de 2025 e ao trimestre anterior. A confiança dos consumidores piorou, enquanto o indicador de clima económico permaneceu positivo e superior ao trimestre homólogo. O euro valorizou face ao dólar na comparação com o período homólogo, ainda que se tenha verificado uma desaceleração significativa face ao trimestre anterior. Relativamente à Região Centro, continuou a assistir-se a uma evolução favorável do mercado de trabalho, decorrente dos aumentos das taxas de atividade e de emprego e da diminuição do desemprego. O salário médio líquido mensal dos trabalhadores por conta de outrem voltou a aumentar face a igual período do ano anterior, o que se verifica há mais de dois anos consecutivos, embora a um ritmo mais moderado. No setor empresarial regional registou-se uma diminuição homóloga nas ações de insolvência de empresas, por contraste com o país, onde se verificou um aumento significativo, e um aumento das empresas constituídas, invertendo a quebra registada no trimestre anterior. Os empréstimos concedidos às empresas aumentaram na região, reforçando a trajetória do trimestre anterior. Também o peso regional dos empréstimos vencidos no total dos concedidos aumentou, ainda que ligeiramente, face ao mesmo trimestre do ano de 2025. O setor da construção regional apresentou uma evolução homóloga positiva das obras concluídas, enquanto o licenciamento evoluiu negativamente, com exceção dos novos fogos para habitação familiar. Relativamente à evolução dos empréstimos à habitação em termos homólogos reais, o crédito concedido para habitação continuou a crescer, enquanto os empréstimos vencidos registaram uma nova quebra muito significativa. Na atividade turística, os hóspedes, as dormidas e os proveitos dos estabelecimentos de alojamento turístico diminuíram na região em termos homólogos, contrariando a tendência nacional, mas prosseguindo a tendência de decréscimo que se tinha verificado no trimestre anterior. Já a estada média na região manteve-se inalterada face a igual período do ano anterior. O comércio [...]
- Categories: InformaçãoPublished On: 15/10/2026
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O grau de satisfação dos residentes na Região Centro aumentou em 2026. Neste ano, 69,6% dos entrevistados consideraram-se globalmente satisfeitos, contra 68,7% da recolha anterior (2025) e 61,2% em 2013 (ano em que foi realizada a primeira inquirição na região). Esta é uma das conclusões da 12.ª edição do Inquérito à Satisfação dos Residentes na Região Centro, promovido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P., no âmbito da monitorização desenvolvida no Barómetro Centro de Portugal. Esta edição do inquérito mostrou que, em 2026, 13,6% dos residentes estavam “muito satisfeitos”, 55,9% “satisfeitos”, 25,0% “não muito satisfeitos” e 5,5% “nada satisfeitos”. Face ao ano anterior, destaca-se o aumento da quota dos indivíduos “muito satisfeitos” (+1,4 pontos percentuais) e, em sentido contrário, a diminuição das quotas dos “satisfeitos” (-0,7 pontos percentuais), dos “não muito satisfeitos” (-0,1 pontos percentuais) e dos “nada satisfeitos” (-0,7 pontos percentuais), o que resultou num crescimento total da percentagem de inquiridos globalmente satisfeitos em 0,9 pontos percentuais. Entre os principais motivos de satisfação destacam-se a qualidade de vida/ter um nível de vida estável, ter saúde e a vida familiar. Relativamente aos motivos de insatisfação, as dificuldades financeiras/custo de vida elevado, as remunerações e reformas baixas e o descontentamento com o Governo/políticas foram os três principais fatores de insatisfação apontados pelos inquiridos. De destacar ainda que, nesta inquirição, os preços da habitação/falta de acesso à habitação assumiram relevância como motivo de insatisfação. O inquérito mostra que, globalmente, e ao contrário do que se verificou nas recolhas anteriores, os residentes ativos (empregados e desempregados) estão menos satisfeitos do que os inativos (estudantes, domésticos e reformados) e os homens menos satisfeitos do que as mulheres, embora os níveis de satisfação sejam bastante próximos. No que respeita aos residentes empregados, o grau de satisfação mostrou-se mais elevado nas profissões mais qualificadas. Os quadros superiores, os quadros médios e os profissionais liberais foram os que se apresentaram mais satisfeitos e, pelo contrário, os trabalhadores não qualificados e os empregados administrativos eram os mais insatisfeitos. Tal como nas vagas anteriores, os mais jovens estão globalmente mais satisfeitos do que a população mais velha ainda que, nesta edição, as diferenças entre os grupos etárias mostraram-se menos acentuadas. O grau de satisfação é, também, tendencialmente mais elevado quanto mais elevadas forem as habilitações escolares dos inquiridos. Nesta edição do Inquérito à Satisfação dos Residentes na Região Centro, foi novamente solicitado aos jovens, entre os 21 e os 34 anos, que indicassem os três principais fatores que valorizam num território para nele viverem. O fator preponderante identificado por estes jovens para se fixarem num território foi o custo de vida acessível (18,1%), seguido da proximidade à família e amigos (17,2%). Foram também valorizadas a segurança (16,8%), a facilidade de deslocação/mobilidade (15,5%), o acesso a saúde e educação (11,3%) e o emprego digno e devidamente remunerado (10,9%). Com menor relevância surgiram fatores como a oferta cultural e de espaços de lazer, a conectividade digital e, por último, o ambiente favorável ao empreendedorismo e inovação. Para informações [...]
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- Categories: InformaçãoPublished On: 06/10/2026
O Conselho Diretivo da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDR Centro) aprovou, na sua reunião de 30 de setembro de 2026, a nova versão da Estratégia para Semicondutores e Microeletrónica da Região Centro. Fruto de um processo participativo e continuado com instituições de ensino superior, empresas, unidades de investigação e as associações Inova-Ria e TICE.PT, o documento consolida a primeira versão, aprovada em dezembro de 2024, e concretiza as ações para a sua implementação. Deste trabalho resulta um ecossistema organizado em seis Hubs Tecnológicos (AMPERE, EmbedAll, MiRI-HUB, QuantuM, SCAPE e GreenUpPCB), distribuídos pela Região Centro, com especializações que vão da fotónica integrada e da validação pós-silício às radiofrequências, às tecnologias quânticas e à economia circular. Os Hubs são suportados por ações transversais, que visam formar e atrair quadros especializados, apoiar a criação de startups, atrair investimento e despertar nos estudantes do ensino secundário o interesse pelo setor dos semicondutores e microeletrónica. Com um modelo de governação próprio, a Estratégia reforça o papel da Região Centro no setor dos semicondutores e da microeletrónica em Portugal, alinhando-se com as prioridades nacionais e europeias. Adesão à ESRA – European Semiconductor Regions Alliance CCDR Centro subscreve posição da ESRA sobre o European Chips Act 2.0 Na mesma reunião do Conselho Diretivo foi deliberada a subscrição pela CCDR Centro da posição da European Semiconductor Regions Alliance (ESRA) sobre o European Chips Act 2.0, reforçando o compromisso da Região Centro com o desenvolvimento do setor dos semicondutores na Europa. A Região Centro é membro fundador da ESRA, criada em 2023, que reúne atualmente 43 Regiões Europeias com atividade no setor dos semicondutores. A posição da ESRA valoriza o papel das regiões na governação europeia dos semicondutores e apoia o selo «Região Europeia de Excelência em Semicondutores», previsto na proposta do European Chips Act 2.0, com condições de acesso adaptadas às diferentes organizações territoriais dos Estados-Membros. Entre as prioridades estão o acesso das empresas, sobretudo das PME, a infraestruturas tecnológicas e linhas-piloto, a continuidade do financiamento no próximo quadro financeiro europeu e a formação de profissionais especializados. Destaca ainda a fotónica como área de aposta específica. Ao subscrever esta posição, a CCDR Centro reforça as orientações da Estratégia para os Semicondutores e a Microeletrónica da Região Centro e reafirma o seu alinhamento com as prioridades europeias para o setor. A participação na ESRA dá maior visibilidade às competências da Região Centro e abre oportunidades de cooperação entre as empresas e entidades de investigação da região e os seus congéneres europeus.
- Categories: InformaçãoPublished On: 15/10/2026
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- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 13/10/2026
O grau de satisfação dos residentes na Região Centro aumentou em 2026. Neste ano, 69,6% dos entrevistados consideraram-se globalmente satisfeitos, contra 68,7% da recolha anterior (2025) e 61,2% em 2013 (ano em que foi realizada a primeira inquirição na região). Esta é uma das conclusões da 12.ª edição do Inquérito à Satisfação dos Residentes na Região Centro, promovido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P., no âmbito da monitorização desenvolvida no Barómetro Centro de Portugal. Esta edição do inquérito mostrou que, em 2026, 13,6% dos residentes estavam “muito satisfeitos”, 55,9% “satisfeitos”, 25,0% “não muito satisfeitos” e 5,5% “nada satisfeitos”. Face ao ano anterior, destaca-se o aumento da quota dos indivíduos “muito satisfeitos” (+1,4 pontos percentuais) e, em sentido contrário, a diminuição das quotas dos “satisfeitos” (-0,7 pontos percentuais), dos “não muito satisfeitos” (-0,1 pontos percentuais) e dos “nada satisfeitos” (-0,7 pontos percentuais), o que resultou num crescimento total da percentagem de inquiridos globalmente satisfeitos em 0,9 pontos percentuais. Entre os principais motivos de satisfação destacam-se a qualidade de vida/ter um nível de vida estável, ter saúde e a vida familiar. Relativamente aos motivos de insatisfação, as dificuldades financeiras/custo de vida elevado, as remunerações e reformas baixas e o descontentamento com o Governo/políticas foram os três principais fatores de insatisfação apontados pelos inquiridos. De destacar ainda que, nesta inquirição, os preços da habitação/falta de acesso à habitação assumiram relevância como motivo de insatisfação. O inquérito mostra que, globalmente, e ao contrário do que se verificou nas recolhas anteriores, os residentes ativos (empregados e desempregados) estão menos satisfeitos do que os inativos (estudantes, domésticos e reformados) e os homens menos satisfeitos do que as mulheres, embora os níveis de satisfação sejam bastante próximos. No que respeita aos residentes empregados, o grau de satisfação mostrou-se mais elevado nas profissões mais qualificadas. Os quadros superiores, os quadros médios e os profissionais liberais foram os que se apresentaram mais satisfeitos e, pelo contrário, os trabalhadores não qualificados e os empregados administrativos eram os mais insatisfeitos. Tal como nas vagas anteriores, os mais jovens estão globalmente mais satisfeitos do que a população mais velha ainda que, nesta edição, as diferenças entre os grupos etárias mostraram-se menos acentuadas. O grau de satisfação é, também, tendencialmente mais elevado quanto mais elevadas forem as habilitações escolares dos inquiridos. Nesta edição do Inquérito à Satisfação dos Residentes na Região Centro, foi novamente solicitado aos jovens, entre os 21 e os 34 anos, que indicassem os três principais fatores que valorizam num território para nele viverem. O fator preponderante identificado por estes jovens para se fixarem num território foi o custo de vida acessível (18,1%), seguido da proximidade à família e amigos (17,2%). Foram também valorizadas a segurança (16,8%), a facilidade de deslocação/mobilidade (15,5%), o acesso a saúde e educação (11,3%) e o emprego digno e devidamente remunerado (10,9%). Com menor relevância surgiram fatores como a oferta cultural e de espaços de lazer, a conectividade digital e, por último, o ambiente favorável ao empreendedorismo e inovação. Para informações [...]
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 12/10/2026
No segundo trimestre de 2026, a taxa de desemprego na Região Centro fixou-se nos 4,1%, refletindo uma diminuição trimestral e homóloga, mantendo-se inferior à média nacional (de 5,3%). Os restantes indicadores do mercado de trabalho da região tiveram também uma evolução favorável. Assistiu-se, ainda, na região, a uma evolução positiva do comércio internacional de bens, com o crescimento homólogo real das saídas e das entradas de bens, bem como a um aumento das empresas constituídas e dos empréstimos concedidos às empresas. Em contraste, os indicadores do licenciamento de edifícios e a atividade turística observaram contrações homólogas neste trimestre. Já a inflação acelerou face aos trimestres anteriores, superando o registo nacional. Estas são algumas das conclusões do n.º 71 do “Centro de Portugal – Boletim Trimestral”, publicação que analisa a evolução conjuntural da Região Centro. No segundo trimestre de 2026, o Produto Interno Bruto registou um crescimento homólogo real de 2,5%, justificado pelo contributo positivo da procura interna, que superou o contributo negativo da procura externa líquida. A taxa de desemprego nacional diminuiu para 5,3%, valor abaixo do observado nos períodos homólogo e anterior. Já o nível de preços aumentou para os 3,3%, tendo acelerado em relação ao mesmo trimestre de 2025 e ao trimestre anterior. A confiança dos consumidores piorou, enquanto o indicador de clima económico permaneceu positivo e superior ao trimestre homólogo. O euro valorizou face ao dólar na comparação com o período homólogo, ainda que se tenha verificado uma desaceleração significativa face ao trimestre anterior. Relativamente à Região Centro, continuou a assistir-se a uma evolução favorável do mercado de trabalho, decorrente dos aumentos das taxas de atividade e de emprego e da diminuição do desemprego. O salário médio líquido mensal dos trabalhadores por conta de outrem voltou a aumentar face a igual período do ano anterior, o que se verifica há mais de dois anos consecutivos, embora a um ritmo mais moderado. No setor empresarial regional registou-se uma diminuição homóloga nas ações de insolvência de empresas, por contraste com o país, onde se verificou um aumento significativo, e um aumento das empresas constituídas, invertendo a quebra registada no trimestre anterior. Os empréstimos concedidos às empresas aumentaram na região, reforçando a trajetória do trimestre anterior. Também o peso regional dos empréstimos vencidos no total dos concedidos aumentou, ainda que ligeiramente, face ao mesmo trimestre do ano de 2025. O setor da construção regional apresentou uma evolução homóloga positiva das obras concluídas, enquanto o licenciamento evoluiu negativamente, com exceção dos novos fogos para habitação familiar. Relativamente à evolução dos empréstimos à habitação em termos homólogos reais, o crédito concedido para habitação continuou a crescer, enquanto os empréstimos vencidos registaram uma nova quebra muito significativa. Na atividade turística, os hóspedes, as dormidas e os proveitos dos estabelecimentos de alojamento turístico diminuíram na região em termos homólogos, contrariando a tendência nacional, mas prosseguindo a tendência de decréscimo que se tinha verificado no trimestre anterior. Já a estada média na região manteve-se inalterada face a igual período do ano anterior. O comércio [...]




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