Grande Rota 22 – Aldeias Históricas de Portugal ganha dimensão ibérica

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro), representada pela vice-presidente Alexandra Rodrigues e pelo secretário técnico do Programa Centro 2030 Joaquim Felício, participou hoje, em Cáceres, na Cerimónia de assinatura Protocolo de cedência de utilização da marca GR22-Aldeias Históricas, entre a Associação Aldeias Históricas de Portugal e a Diputación de Cáceres.
A Associação Aldeias Históricas de Portugal no decurso dos últimos anos, nomeadamente através do projeto de cooperação transfronteiriça, TERPAT – Aldeias Históricas de Portugal, financiado pelo POCTEP, deu um passo na sua afirmação no contexto ibérico.
Na sequência do projeto referido, dando continuidade ao trabalho iniciado, e fruto de um processo colaborativo e de proximidade, foi possível ligar a Rede Aldeias Históricas de Portugal com a região de Cáceres através da GR22-Aldeias Históricas. Trata-se um corredor de ligação que seguramente irá angariar novos projetos no domínio da mobilidade ativa (walking e cycling), mas também potenciar a formatação de um produto turístico que vai beneficiar de maior diversidade e escala podendo assim conquistar novos mercados e dotar estes territórios de maior competitividade.

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro), representada pela vice-presidente Alexandra Rodrigues e pelo secretário técnico do Programa Centro 2030 Joaquim Felício, participou hoje, em Cáceres, na Cerimónia de assinatura Protocolo de cedência de utilização da marca GR22-Aldeias Históricas, entre a Associação Aldeias Históricas de Portugal e a Diputación de Cáceres.
A Associação Aldeias Históricas de Portugal no decurso dos últimos anos, nomeadamente através do projeto de cooperação transfronteiriça, TERPAT – Aldeias Históricas de Portugal, financiado pelo POCTEP, deu um passo na sua afirmação no contexto ibérico.
Na sequência do projeto referido, dando continuidade ao trabalho iniciado, e fruto de um processo colaborativo e de proximidade, foi possível ligar a Rede Aldeias Históricas de Portugal com a região de Cáceres através da GR22-Aldeias Históricas. Trata-se um corredor de ligação que seguramente irá angariar novos projetos no domínio da mobilidade ativa (walking e cycling), mas também potenciar a formatação de um produto turístico que vai beneficiar de maior diversidade e escala podendo assim conquistar novos mercados e dotar estes territórios de maior competitividade.

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro), representada pela vice-presidente Alexandra Rodrigues e pelo secretário técnico do Programa Centro 2030 Joaquim Felício, participou hoje, em Cáceres, na Cerimónia de assinatura Protocolo de cedência de utilização da marca GR22-Aldeias Históricas, entre a Associação Aldeias Históricas de Portugal e a Diputación de Cáceres.
A Associação Aldeias Históricas de Portugal no decurso dos últimos anos, nomeadamente através do projeto de cooperação transfronteiriça, TERPAT – Aldeias Históricas de Portugal, financiado pelo POCTEP, deu um passo na sua afirmação no contexto ibérico.
Na sequência do projeto referido, dando continuidade ao trabalho iniciado, e fruto de um processo colaborativo e de proximidade, foi possível ligar a Rede Aldeias Históricas de Portugal com a região de Cáceres através da GR22-Aldeias Históricas. Trata-se um corredor de ligação que seguramente irá angariar novos projetos no domínio da mobilidade ativa (walking e cycling), mas também potenciar a formatação de um produto turístico que vai beneficiar de maior diversidade e escala podendo assim conquistar novos mercados e dotar estes territórios de maior competitividade.
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- Categories: InformaçãoPublished On: 10/02/2026
O Conselho Regional da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro) elegeu, hoje, em Coimbra, a sua nova presidente. Daniela Capelo, autarca da Câmara Municipal de Pinhel, vai presidir a este órgão nos próximos quatro anos. O Conselho Regional elegeu também Jorge Conde, ex-presidente do Instituto Politécnico de Coimbra, como vice-presidente do Conselho Diretivo da CCDR Centro, de acordo com a Lei Orgânica das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (artigo 13.º, nº. 4). A nova Comissão Permanente do Conselho Regional da CCDR Centro tem agora a seguinte constituição: Presidente – presidente da Câmara Municipal de Pinhel, Daniela Patrícia Monteiro Capelo Vice-presidente – presidente da Câmara Municipal de Seia, António Luciano da Silva Ribeiro Vice-presidente – presidente da Câmara Municipal da Mealhada, António Jorge Franco Vogal – presidente da Câmara Municipal de Nelas, Joaquim Augusto Alves do Amaral Vogal - Universidade da Beira Interior, representada pela reitora Ana Paula Duarte; Vogal – Instituto Politécnico de Leiria, representado pelo presidente Carlos Rabadão Vogal – presidente da Câmara de Comércio e Indústria do Centro, representado pelo presidente da Direção José Manuel da Silva Couto Para Daniela Capelo, o momento em que ocorre esta eleição é particularmente exigente para a Região Centro, devido às consequências devastadoras da sucessão de tempestades. “A CCDR Centro tem aqui um papel determinante: apoiar os territórios na recuperação, promover soluções articuladas e contribuir para políticas públicas que reforcem a resiliência regional, a adaptação às alterações climáticas e a proteção das pessoas e dos bens”, sublinha, referindo a necessidade de cooperação institucional e coordenação entre entidades. Olhando para o futuro, Daniela Capelo explica que “o Conselho Regional pretende, no âmbito das suas competências, ser um espaço ativo de diálogo e de concertação, capaz de acompanhar as necessidades imediatas dos territórios afetados, mas também de pensar o médio e longo prazo, aprendendo com esta realidade para melhor preparar a Região Centro para o futuro”. O Conselho Regional foi presidido, até à data, por Paulo Fernandes, ex-presidente da Câmara Municipal do Fundão e atualmente líder da Estrutura de Missão “Reconstrução da região Centro do País”. “Foi uma enorme honra poder ser presidente do Conselho Regional durante tantos anos. É uma estrutura fundamental para a afirmação da região como um todo. Desejo as maiores felicidades à próxima presidente do Conselho, numa altura em que a colaboração entre todas as entidades e a luta pela recuperação da região são tão decisivas”, afirma Paulo Fernandes. O Conselho Regional é o órgão que assegura a representatividade dos vários interesses e entidades relevantes para a prossecução da missão e das atribuições da CCDR Centro, garantindo a respetiva execução e acompanhando a atividade do Conselho Diretivo. É composto pelos presidentes das câmaras municipais da região Centro, por representantes das entidades da comissão permanente de concertação social do Conselho Económico e Social, das juntas de freguesias, das instituições de ensino universitário e de ensino politécnico, das associações empresarias, das associações de desenvolvimento local e cívicas e das entidades [...]
- Categories: InformaçãoPublished On: 10/02/2026
Na sequência das recentes intempéries ocorridas na região Centro, em especial da tempestade Kristin, encontram-se disponíveis mecanismos de reporte e inventariação de prejuízos, fundamentais para a avaliação dos impactos e eventual ativação de medidas de apoio. Mais informações aqui.
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 10/02/2026
No Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), até 31 de dezembro de 2025, estavam aprovados 3,9 mil milhões de euros para aplicação na região Centro, dos quais 3,8 mil milhões de euros estavam já contratados (tratam-se apenas de investimentos aplicados diretamente na região Centro). Os projetos contratados totalizavam 75.746 e os pagamentos aos beneficiários ascendiam a 1,6 mil milhões de euros, o que corresponde a 44% do valor contratado. A dimensão Resiliência, associada a um aumento da capacidade de reação e de superação face a crises eminentes e aos desafios atuais e futuros, destaca-se pelo maior valor de montante contratado (2,9 mil milhões de euros), correspondendo a 77,5% do total da região. Segue-se a dimensão da Transição Climática, com 649,7 milhões de euros contratados (16,9%) e a dimensão da Transição Digital, com 216,3 milhões de euros contratados (5,6%). Destacam-se pelos elevados montantes contratados, os investimentos associados às Agendas/Alianças mobilizadoras e verdes para a inovação empresarial (821 milhões de euros), que representam 21,4% do total contratado na região; os investimentos para projetos de descarbonização do setor industrial e empresarial (272 milhões de euros contratados, que representam 7,1% do total da região); e os investimentos destinados à renovação ou à construção de novas escolas na região (6,3%, que correspondem a 242 milhões de euros). Montantes contratados na região Centro por Tipologia de Investimentos (M€) Em termos sub-regionais destacam-se a Região de Coimbra e a Região de Aveiro como os territórios com maior montante contratado da região, concentrando 24,2% e 21,8% do total regional, respetivamente, sendo também estas duas sub-regiões que registaram os maiores valores contratados por habitante, superando os 2.000 euros por habitante. À escala municipal, destacam-se os municípios de Coimbra, Aveiro, Leiria, Viseu, Águeda, Figueira da Foz, Marinha Grande, Ílhavo, Estarreja e Guarda pelos elevados montantes contratados e pagos. Esta informação encontra-se disponível na nova edição da infografia “Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) na região Centro”, referente ao do quarto trimestre de 2025, que acompanha os investimentos financiados pelo PRR na região Centro. Para além de sintetizar os principais agregados para a região Centro, é também apresentada informação para cada uma das oito sub-regiões. Note-se, no entanto, que, sendo o PRR um programa nacional, existem projetos de implementação nacional, com montantes significativos de fundos aplicados em investimentos transversais ao país. Esses fundos não se encontram regionalizados, pelo que não são considerados nesta análise, sendo, apenas, monitorizados os projetos com investimentos aplicados diretamente na região Centro. Consulte aqui a infografia “Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) na região Centro”.
- Categories: InformaçãoPublished On: 10/02/2026
O Conselho Regional da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro) elegeu, hoje, em Coimbra, a sua nova presidente. Daniela Capelo, autarca da Câmara Municipal de Pinhel, vai presidir a este órgão nos próximos quatro anos. O Conselho Regional elegeu também Jorge Conde, ex-presidente do Instituto Politécnico de Coimbra, como vice-presidente do Conselho Diretivo da CCDR Centro, de acordo com a Lei Orgânica das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (artigo 13.º, nº. 4). A nova Comissão Permanente do Conselho Regional da CCDR Centro tem agora a seguinte constituição: Presidente – presidente da Câmara Municipal de Pinhel, Daniela Patrícia Monteiro Capelo Vice-presidente – presidente da Câmara Municipal de Seia, António Luciano da Silva Ribeiro Vice-presidente – presidente da Câmara Municipal da Mealhada, António Jorge Franco Vogal – presidente da Câmara Municipal de Nelas, Joaquim Augusto Alves do Amaral Vogal - Universidade da Beira Interior, representada pela reitora Ana Paula Duarte; Vogal – Instituto Politécnico de Leiria, representado pelo presidente Carlos Rabadão Vogal – presidente da Câmara de Comércio e Indústria do Centro, representado pelo presidente da Direção José Manuel da Silva Couto Para Daniela Capelo, o momento em que ocorre esta eleição é particularmente exigente para a Região Centro, devido às consequências devastadoras da sucessão de tempestades. “A CCDR Centro tem aqui um papel determinante: apoiar os territórios na recuperação, promover soluções articuladas e contribuir para políticas públicas que reforcem a resiliência regional, a adaptação às alterações climáticas e a proteção das pessoas e dos bens”, sublinha, referindo a necessidade de cooperação institucional e coordenação entre entidades. Olhando para o futuro, Daniela Capelo explica que “o Conselho Regional pretende, no âmbito das suas competências, ser um espaço ativo de diálogo e de concertação, capaz de acompanhar as necessidades imediatas dos territórios afetados, mas também de pensar o médio e longo prazo, aprendendo com esta realidade para melhor preparar a Região Centro para o futuro”. O Conselho Regional foi presidido, até à data, por Paulo Fernandes, ex-presidente da Câmara Municipal do Fundão e atualmente líder da Estrutura de Missão “Reconstrução da região Centro do País”. “Foi uma enorme honra poder ser presidente do Conselho Regional durante tantos anos. É uma estrutura fundamental para a afirmação da região como um todo. Desejo as maiores felicidades à próxima presidente do Conselho, numa altura em que a colaboração entre todas as entidades e a luta pela recuperação da região são tão decisivas”, afirma Paulo Fernandes. O Conselho Regional é o órgão que assegura a representatividade dos vários interesses e entidades relevantes para a prossecução da missão e das atribuições da CCDR Centro, garantindo a respetiva execução e acompanhando a atividade do Conselho Diretivo. É composto pelos presidentes das câmaras municipais da região Centro, por representantes das entidades da comissão permanente de concertação social do Conselho Económico e Social, das juntas de freguesias, das instituições de ensino universitário e de ensino politécnico, das associações empresarias, das associações de desenvolvimento local e cívicas e das entidades [...]
- Categories: InformaçãoPublished On: 10/02/2026
Na sequência das recentes intempéries ocorridas na região Centro, em especial da tempestade Kristin, encontram-se disponíveis mecanismos de reporte e inventariação de prejuízos, fundamentais para a avaliação dos impactos e eventual ativação de medidas de apoio. Mais informações aqui.
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 10/02/2026
No Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), até 31 de dezembro de 2025, estavam aprovados 3,9 mil milhões de euros para aplicação na região Centro, dos quais 3,8 mil milhões de euros estavam já contratados (tratam-se apenas de investimentos aplicados diretamente na região Centro). Os projetos contratados totalizavam 75.746 e os pagamentos aos beneficiários ascendiam a 1,6 mil milhões de euros, o que corresponde a 44% do valor contratado. A dimensão Resiliência, associada a um aumento da capacidade de reação e de superação face a crises eminentes e aos desafios atuais e futuros, destaca-se pelo maior valor de montante contratado (2,9 mil milhões de euros), correspondendo a 77,5% do total da região. Segue-se a dimensão da Transição Climática, com 649,7 milhões de euros contratados (16,9%) e a dimensão da Transição Digital, com 216,3 milhões de euros contratados (5,6%). Destacam-se pelos elevados montantes contratados, os investimentos associados às Agendas/Alianças mobilizadoras e verdes para a inovação empresarial (821 milhões de euros), que representam 21,4% do total contratado na região; os investimentos para projetos de descarbonização do setor industrial e empresarial (272 milhões de euros contratados, que representam 7,1% do total da região); e os investimentos destinados à renovação ou à construção de novas escolas na região (6,3%, que correspondem a 242 milhões de euros). Montantes contratados na região Centro por Tipologia de Investimentos (M€) Em termos sub-regionais destacam-se a Região de Coimbra e a Região de Aveiro como os territórios com maior montante contratado da região, concentrando 24,2% e 21,8% do total regional, respetivamente, sendo também estas duas sub-regiões que registaram os maiores valores contratados por habitante, superando os 2.000 euros por habitante. À escala municipal, destacam-se os municípios de Coimbra, Aveiro, Leiria, Viseu, Águeda, Figueira da Foz, Marinha Grande, Ílhavo, Estarreja e Guarda pelos elevados montantes contratados e pagos. Esta informação encontra-se disponível na nova edição da infografia “Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) na região Centro”, referente ao do quarto trimestre de 2025, que acompanha os investimentos financiados pelo PRR na região Centro. Para além de sintetizar os principais agregados para a região Centro, é também apresentada informação para cada uma das oito sub-regiões. Note-se, no entanto, que, sendo o PRR um programa nacional, existem projetos de implementação nacional, com montantes significativos de fundos aplicados em investimentos transversais ao país. Esses fundos não se encontram regionalizados, pelo que não são considerados nesta análise, sendo, apenas, monitorizados os projetos com investimentos aplicados diretamente na região Centro. Consulte aqui a infografia “Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) na região Centro”.
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 09/02/2026
Um total de 934 empresas da região Centro foi distinguido com o estatuto PME Excelência 2024, representando 23,8% do total nacional. Em Portugal, foram reconhecidas 3.925 empresas, o que correspondeu a uma redução de 5,1% face a 2023, refletindo um contexto económico mais exigente e critérios de distinção mais seletivos. A região Centro manteve-se como a segunda região portuguesa com mais PME Excelência, em 2024, apenas atrás da região Norte. A concentração de PME Excelência na região (23,8%) continuou a superar o peso de PME existentes no Centro (cerca de 19,6%), confirmando a relevância do tecido empresarial regional de excelência no panorama nacional. Comparativamente a 2023, o número de empresas distinguidas na região registou uma variação de -11,7%, traduzindo-se em menos 124 empresas galardoadas, uma evolução negativa mais acentuada do que a observada a nível nacional. As PME Excelência da região Centro estavam presentes em 87 dos 100 municípios, evidenciando uma ampla disseminação territorial do estatuto, ainda que ligeiramente inferior à verificada no ano anterior (91 municípios em 2023). Os municípios de Leiria (com 97 empresas), Aveiro (56), Coimbra (51), Viseu (44) e Ourém (42) destacavam-se com o maior número de PME Excelência. Tal como em anos anteriores, verificava-se uma maior concentração de empresas distinguidas nos municípios do litoral, refletindo a maior densidade empresarial e a presença de polos urbanos, industriais e logísticos mais consolidados. Distribuição das PME Excelência 2024 na região Centro por municípios As PME Excelência repartiam-se por diversos setores de atividade na região, mantendo-se, contudo, a predominância de alguns setores-chave. A indústria continuou a ser o setor mais expressivo, com 269 empresas distinguidas, seguida do comércio, com 231 empresas, representando, em conjunto, mais de metade das PME Excelência regionais. Destacava-se igualmente o crescimento muito significativo registado no setor do turismo, que passou de 69 para 121 empresas, reforçando o peso setor desta atividade na estrutura regional. Considerando o peso das PME Excelência do Centro no total nacional de cada setor de atividade, sobressaíam a agricultura e pescas (36%), os transportes (32%) e a indústria (32%), setores em que a região concentrava uma parte substancial das empresas distinguidas a nível nacional. Face a 2023, verificaram-se ajustamentos diferenciados entre setores. A indústria, o comércio e os transportes registaram quebras significativas no número de PME Excelência, o que, no caso da indústria e dos transportes, levou à perda de representatividade no total nacional. Já a construção, a agricultura e pescas e, sobretudo, o turismo, evidenciaram crescimentos absolutos relevantes. No caso do turismo, apesar do aumento expressivo do número de empresas distinguidas na região, a sua representatividade no total nacional manteve-se moderada, refletindo a forte expansão do setor em todo o país. As PME Excelência assumem um papel fundamental como motor do desenvolvimento económico e como indicador das dinâmicas empresariais, pelo que [...]
- Categories: InformaçãoPublished On: 10/02/2026
O Conselho Regional da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro) elegeu, hoje, em Coimbra, a sua nova presidente. Daniela Capelo, autarca da Câmara Municipal de Pinhel, vai presidir a este órgão nos próximos quatro anos. O Conselho Regional elegeu também Jorge Conde, ex-presidente do Instituto Politécnico de Coimbra, como vice-presidente do Conselho Diretivo da CCDR Centro, de acordo com a Lei Orgânica das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (artigo 13.º, nº. 4). A nova Comissão Permanente do Conselho Regional da CCDR Centro tem agora a seguinte constituição: Presidente – presidente da Câmara Municipal de Pinhel, Daniela Patrícia Monteiro Capelo Vice-presidente – presidente da Câmara Municipal de Seia, António Luciano da Silva Ribeiro Vice-presidente – presidente da Câmara Municipal da Mealhada, António Jorge Franco Vogal – presidente da Câmara Municipal de Nelas, Joaquim Augusto Alves do Amaral Vogal - Universidade da Beira Interior, representada pela reitora Ana Paula Duarte; Vogal – Instituto Politécnico de Leiria, representado pelo presidente Carlos Rabadão Vogal – presidente da Câmara de Comércio e Indústria do Centro, representado pelo presidente da Direção José Manuel da Silva Couto Para Daniela Capelo, o momento em que ocorre esta eleição é particularmente exigente para a Região Centro, devido às consequências devastadoras da sucessão de tempestades. “A CCDR Centro tem aqui um papel determinante: apoiar os territórios na recuperação, promover soluções articuladas e contribuir para políticas públicas que reforcem a resiliência regional, a adaptação às alterações climáticas e a proteção das pessoas e dos bens”, sublinha, referindo a necessidade de cooperação institucional e coordenação entre entidades. Olhando para o futuro, Daniela Capelo explica que “o Conselho Regional pretende, no âmbito das suas competências, ser um espaço ativo de diálogo e de concertação, capaz de acompanhar as necessidades imediatas dos territórios afetados, mas também de pensar o médio e longo prazo, aprendendo com esta realidade para melhor preparar a Região Centro para o futuro”. O Conselho Regional foi presidido, até à data, por Paulo Fernandes, ex-presidente da Câmara Municipal do Fundão e atualmente líder da Estrutura de Missão “Reconstrução da região Centro do País”. “Foi uma enorme honra poder ser presidente do Conselho Regional durante tantos anos. É uma estrutura fundamental para a afirmação da região como um todo. Desejo as maiores felicidades à próxima presidente do Conselho, numa altura em que a colaboração entre todas as entidades e a luta pela recuperação da região são tão decisivas”, afirma Paulo Fernandes. O Conselho Regional é o órgão que assegura a representatividade dos vários interesses e entidades relevantes para a prossecução da missão e das atribuições da CCDR Centro, garantindo a respetiva execução e acompanhando a atividade do Conselho Diretivo. É composto pelos presidentes das câmaras municipais da região Centro, por representantes das entidades da comissão permanente de concertação social do Conselho Económico e Social, das juntas de freguesias, das instituições de ensino universitário e de ensino politécnico, das associações empresarias, das associações de desenvolvimento local e cívicas e das entidades [...]
- Categories: InformaçãoPublished On: 10/02/2026
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- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 10/02/2026
No Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), até 31 de dezembro de 2025, estavam aprovados 3,9 mil milhões de euros para aplicação na região Centro, dos quais 3,8 mil milhões de euros estavam já contratados (tratam-se apenas de investimentos aplicados diretamente na região Centro). Os projetos contratados totalizavam 75.746 e os pagamentos aos beneficiários ascendiam a 1,6 mil milhões de euros, o que corresponde a 44% do valor contratado. A dimensão Resiliência, associada a um aumento da capacidade de reação e de superação face a crises eminentes e aos desafios atuais e futuros, destaca-se pelo maior valor de montante contratado (2,9 mil milhões de euros), correspondendo a 77,5% do total da região. Segue-se a dimensão da Transição Climática, com 649,7 milhões de euros contratados (16,9%) e a dimensão da Transição Digital, com 216,3 milhões de euros contratados (5,6%). Destacam-se pelos elevados montantes contratados, os investimentos associados às Agendas/Alianças mobilizadoras e verdes para a inovação empresarial (821 milhões de euros), que representam 21,4% do total contratado na região; os investimentos para projetos de descarbonização do setor industrial e empresarial (272 milhões de euros contratados, que representam 7,1% do total da região); e os investimentos destinados à renovação ou à construção de novas escolas na região (6,3%, que correspondem a 242 milhões de euros). Montantes contratados na região Centro por Tipologia de Investimentos (M€) Em termos sub-regionais destacam-se a Região de Coimbra e a Região de Aveiro como os territórios com maior montante contratado da região, concentrando 24,2% e 21,8% do total regional, respetivamente, sendo também estas duas sub-regiões que registaram os maiores valores contratados por habitante, superando os 2.000 euros por habitante. À escala municipal, destacam-se os municípios de Coimbra, Aveiro, Leiria, Viseu, Águeda, Figueira da Foz, Marinha Grande, Ílhavo, Estarreja e Guarda pelos elevados montantes contratados e pagos. Esta informação encontra-se disponível na nova edição da infografia “Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) na região Centro”, referente ao do quarto trimestre de 2025, que acompanha os investimentos financiados pelo PRR na região Centro. Para além de sintetizar os principais agregados para a região Centro, é também apresentada informação para cada uma das oito sub-regiões. Note-se, no entanto, que, sendo o PRR um programa nacional, existem projetos de implementação nacional, com montantes significativos de fundos aplicados em investimentos transversais ao país. Esses fundos não se encontram regionalizados, pelo que não são considerados nesta análise, sendo, apenas, monitorizados os projetos com investimentos aplicados diretamente na região Centro. Consulte aqui a infografia “Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) na região Centro”.




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