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O Programa Regional do Centro (Centro 2030) abriu um concurso de 4 milhões de euros, do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), para apoiar micro e pequenas empresas no território do Pinhal Interior. Os apoios consistem no financiamento de investimentos produtivos de empresas nos setores da indústria, turismo, comércio e serviços, com prioridade para projetos que contribuam para a coesão territorial, a valorização de recursos endógenos, a transição verde e transição digital, bem como para a diferenciação e inovação tecnológica. Os beneficiários são micro ou pequenas empresas daqueles setores de atividade, podendo apresentar projetos de investimento até um máximo de 300.000 euros de investimento elegível, com o apoio do FEDER até 70% daquele valor. Este apoio corresponde à concretização de um instrumento de financiamento dirigido diretamente às empresas, previsto na Intervenção Integrada de Base Territorial do Pinhal Interior, que complementa outros apoios já disponibilizados pelo Centro 2030 para construir áreas de acolhimento empresarial, espaços de incubação e de cowork, que estão a ser concretizados pelos Municípios, bem como projetos de promoção do empreendedorismo, atração de investimento e incubação de ideias de negócio, concretizados pelas Comunidades Intermunicipais envolvidas no Pinhal Interior. O Pinhal Interior é um território que se estende ao longo de 24 municípios inseridos em cinco das oito Comunidades Intermunicipais da Região Centro: Região de Coimbra, Região de Leiria, Médio Tejo, Beira Baixa e Beiras e Serra da Estrela. Consulte aqui o Aviso.
Integrada no X Encontro Descampado, a iniciativa 'Políticas Culturais para o Futuro' foi promovida pela CCDR Centro e pela Associação Cultural A Descampado. A tarde foi dedicada à reflexão e ao debate sobre as políticas culturais de proximidade, que contou com a presença de especialistas nacionais e internacionais, com destaque para a importância da recolha de dados e do diagnóstico na definição de políticas públicas mais eficazes e adaptadas aos territórios, bem como para o desafio de transformar o conhecimento em ação. O programa incluiu também a apresentação da Carta de Princípios para as Políticas Culturais Municipais, construída tendo por base a participação, a inclusão, a sustentabilidade e a cooperação entre instituições, agentes culturais e comunidades. Neste âmbito, realizou-se uma dinâmica participativa com diferentes grupos de trabalho que responderam a vários desafios da Carta, tendo apresentado no final algumas linhas para reflexão futura. Este evento demonstrou a pertinência de se trabalhar coletivamente uma agenda cultural construída com base no diálogo, na evidência e na proximidade.
O Programa Regional do Centro (Centro 2030) abriu um concurso, com 4 milhões de euros do Fundo para uma Transição Justa (FTJ), para apoiar projetos de investimento empresarial de pequena dimensão, que contribuam para a criação de emprego e a diversificação da base económica dos municípios que integram o Médio Tejo. Os apoios consistem no financiamento de investimentos produtivos de empresas nos setores da indústria, turismo, comércio e serviços, com prioridade para projetos alinhados com a transição verde (onde se inclui a transição climática e energética) e a transformação digital, e assentes em atividades mais sustentáveis, inovadoras e de baixo carbono. Os beneficiários são micro ou pequenas empresas daqueles setores de atividade, podendo apresentar projetos de investimento até um máximo de 300 mil euros de investimento elegível, com o apoio do FTJ até 65% daquele valor. Estes apoios, na linha de outros que o Centro 2030 já atribuiu a várias empresas ou potenciais investidores do Médio Tejo, integram-se no Plano Territorial para a Transição Justa da região, tendo, por isso, como objetivo contribuir para reduzir os impactos negativos do encerramento da central termoelétrica do Pego, em Abrantes. Consulte aqui o Aviso.
A Comissão de Coordenação de Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro) informa os agricultores da região Centro que já se encontra disponível a plataforma para declaração de prejuízos agrícolas causados pelas tempestades recentes. Se foi afetado pelas recentes intempéries ocorridas na região, reporte-nos aqui os prejuízos ocorridos com vista à abertura de um aviso ao restabelecimento do potencial produtivo do PEPAC. Não se tratando de uma candidatura, mas sim de uma declaração de prejuízos nos termos referidos, aproveita-se para relembrar as despesas elegíveis na medida do restabelecimento do potencial produtivo do PEPAC: 1 - Despesas elegíveis - despesas de investimento relativas à reconstituição e ou reposição de: 1.1 - Ativos fixos tangíveis, incluindo, edifícios agrícolas, máquinas e equipamentos agrícolas, estufas e outras infraestruturas dentro da exploração; 1.2 - Ativos biológicos, incluindo a reposição de efetivos animais e plantações anuais e plurianuais; 1.3 - Despesas gerais de consultoria até 3 % do custo total elegível aprovado; 1.4 - Despesas de elaboração e acompanhamento da candidatura até 2 % da despesa elegível apurada na análise. 2 - Despesas não elegíveis: 2.1 - Bens de equipamento em estado de uso; 2.2 - IVA recuperável. Constitui critério de elegibilidade à medida de apoio do restabelecimento do potencial produtivo do PEPAC respeitar a danos superiores a 30 % do potencial produtivo, confirmados pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional da área de localização da exploração, através de visita ao local ou por teledeteção.
Tendo em conta os constrangimentos provocados pelos acontecimentos recentes associados à tempestade que afetou a região Centro, informa-se que foi prorrogado o prazo para a entrega das candidaturas ao Apoio à Ação Cultural 2026. O novo prazo limite para a submissão das candidaturas passa a ser até ao dia 9 de fevereiro, inclusive. Esta decisão visa garantir condições de equidade e permitir que todos os interessados disponham do tempo necessário para concluir e submeter as suas candidaturas. Para mais informações ou esclarecimentos adicionais, os interessados podem entrar em contacto com a Unidade de Cultura – Divisão de Promoção Cultural, através do email gaac@ccdrc.pt ou do telefone 239 701 391.
O Programa Regional de Ordenamento do Território do Centro (PROT Centro), que estabelece o quadro estratégico de referência para o desenvolvimento territorial, económico e social da Região Centro na próxima década, foi aprovado, em Conselho de Ministros, na passada quinta-feira, dia 22 de janeiro de 2026. O PROT integra, de forma articulada, áreas como a economia, a demografia e a inovação, a educação, a habitação, a saúde, a sustentabilidade ambiental, a energia, a conetividade e a organização do sistema urbano, reforçando uma visão de desenvolvimento equilibrado, coeso e sustentável do território da região. A sua elaboração assentou num processo amplamente participado e tecnicamente fundamentado. A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P (CCDR Centro) contou com o contributo dos principais polos de conhecimento da Região Centro, envolvendo especialistas das suas universidades e institutos politécnicos, e promoveu a mobilização de um vasto conjunto de agentes e entidades regionais, através de momentos formais e informais de participação. Mais informações aqui.
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDR Centro) ), em parceria com a Associação Cultural A Descampado promove, no próximo dia 30 de janeiro, uma jornada de discussão e reflexão dedicada ao tema “Políticas Culturais para o Futuro”, integrada no X Encontro Descampado. Este evento, que terá lugar no auditório da CCDR Centro, em Coimbra, pelas 14h00, constitui um espaço público de reflexão, reunindo decisores, investigadores, autarcas e agentes culturais nacionais e convidados espanhóis. O programa dará destaque à importância dos estudos, mapeamentos e dados como ferramentas fundamentais para a definição de políticas culturais ajustadas às especificidades de cada território. Paralelamente, o encontro pretende aprofundar o debate sobre os desafios da transição do desenho das políticas para a sua implementação efetiva, analisando diferentes modelos de ação cultural. O painel de convidados irá partilhar experiências e práticas inovadoras, com enfoque na participação cidadã, na sustentabilidade das políticas culturais e na construção de modelos mais inclusivos, capazes de responder aos desafios do futuro. Durante a tarde, será ainda apresentada a "Carta de Princípios para a Cultura Local", um documento elaborado pela Associação A Descampado. Este documento foi concebido como um instrumento aberto e de construção colaborativa, dirigido a decisores políticos autárquicos, técnicos municipais e agentes culturais. A entrada é gratuita, sujeita à lotação do espaço, mediante inscrição prévia. Confirmação de presença: adescampado21@gmail.com
Mais de duas centenas de entidades de toda a região Centro assinam, amanhã, dia 22 de janeiro, às 14h30, em Condeixa-a-Nova, a formalização do Pacto para a Economia Circular no Centro, uma iniciativa da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro), que tem como objetivo dar visibilidade e valorizar o trabalho que os agentes regionais já desenvolvem na área da economia circular, promovendo simultaneamente a partilha de conhecimento e a cooperação entre os diferentes atores do território. O Pacto para a Economia Circular no Centro entra, em 2026/27, na sua terceira edição com o número mais elevado de sempre de entidades subscritoras. Entre empresas, associações empresariais, instituições de ensino superior, comunidades intermunicipais, câmaras municipais, juntas de freguesia, instituições particulares de solidariedade social e associações de desenvolvimento local, são 202 as entidades que assumem este compromisso de promoção de economia circular. Na primeira edição, em 2019/20, o Pacto contou com a adesão de 86 entidades, subindo para uma centena na segunda edição, em 2023-2025. A iniciativa abrange a totalidade da região Centro, destacando-se, nesta 3.ª edição, a Região de Coimbra, com 63 entidades subscritoras, seguida da Região de Aveiro, com 35, e da Região das Beiras e Serra da Estrela com 25. Com 16 entidades subscritoras cada, surgem as regiões da Beira Baixa e de Leiria. Seguem-se as regiões do Oeste e Médio Tejo com 15 e Viseu Dão Lafões com 14 entidades. A estas juntam-se outras 10 entidades não localizadas na região Centro, mas que se comprometeram a desenvolver ações de economia circular neste território. Entidades subscritoras por Comunidade Intermunicipal Entidades da Região de Coimbra Administração do Porto da Figueira da Foz, S.A. Agrupamento de Escolas Coimbra Oeste Águas do Centro Litoral, S.A. António J Cardoso Simões, SAI, Unipessoal, Lda. Associação BLC3 – Campus de Tecnologia e Inovação Associação CECOLAB – Collaborative Laboratory towards Circular Economy Associação de Desenvolvimento Integrado de Poiares - ADIP Associação de Desenvolvimento Local da Bairrada e Mondego - AD ELO Associação Nacional de Jovens Empresários – Núcleo do Centro Associação Portuguesa de Bioindústria - P-BIO Associação Verdeviver - Sustentabilidade e Bem-estar Aurora Desperta Crl. Bluepharma Indústria Farmacêutica S.A. Câmara Municipal da Figueira da Foz Câmara Municipal da Mealhada Câmara Municipal de Arganil Câmara Municipal de Cantanhede Câmara Municipal de Coimbra Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova Câmara Municipal de Góis Câmara Municipal de Mira Câmara Municipal de Miranda do Corvo Câmara Municipal de Montemor-o-Velho Câmara Municipal de Oliveira do Hospital Câmara Municipal de Penacova Câmara Municipal de Soure Câmara Municipal de Tábua Câmara Municipal de Vila Nova de Poiares Casa da Esquina – Associação Cultural Casa do Brasil em Coimbra Centro da Biomassa para a Energia - CBE Centro de Formação Profissional para o Artesanato e Património - CEARTE Centro Tecnológico da Cerâmica e do Vidro - CTCV CERES - Chemical Engineering and Renewable Resources for Sustainability Cluster Habitat Sustentável CoimbraMaisFuturo - Associação de Desenvolvimento Local de Coimbra Colégio de São José Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra [...]
Já está disponível a última edição do Boletim mensal do Centro 2030, que inclui os principais dados sobre a execução do Programa. O Boletim mensal do Centro 2030 está disponível para consulta e download aqui.
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O Programa Regional do Centro (Centro 2030) abriu um concurso de 4 milhões de euros, do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), para apoiar micro e pequenas empresas no território do Pinhal Interior. Os apoios consistem no financiamento de investimentos produtivos de empresas nos setores da indústria, turismo, comércio e serviços, com prioridade para projetos que contribuam para a coesão territorial, a valorização de recursos endógenos, a transição verde e transição digital, bem como para a diferenciação e inovação tecnológica. Os beneficiários são micro ou pequenas empresas daqueles setores de atividade, podendo apresentar projetos de investimento até um máximo de 300.000 euros de investimento elegível, com o apoio do FEDER até 70% daquele valor. Este apoio corresponde à concretização de um instrumento de financiamento dirigido diretamente às empresas, previsto na Intervenção Integrada de Base Territorial do Pinhal Interior, que complementa outros apoios já disponibilizados pelo Centro 2030 para construir áreas de acolhimento empresarial, espaços de incubação e de cowork, que estão a ser concretizados pelos Municípios, bem como projetos de promoção do empreendedorismo, atração de investimento e incubação de ideias de negócio, concretizados pelas Comunidades Intermunicipais envolvidas no Pinhal Interior. O Pinhal Interior é um território que se estende ao longo de 24 municípios inseridos em cinco das oito Comunidades Intermunicipais da Região Centro: Região de Coimbra, Região de Leiria, Médio Tejo, Beira Baixa e Beiras e Serra da Estrela. Consulte aqui o Aviso.
Integrada no X Encontro Descampado, a iniciativa 'Políticas Culturais para o Futuro' foi promovida pela CCDR Centro e pela Associação Cultural A Descampado. A tarde foi dedicada à reflexão e ao debate sobre as políticas culturais de proximidade, que contou com a presença de especialistas nacionais e internacionais, com destaque para a importância da recolha de dados e do diagnóstico na definição de políticas públicas mais eficazes e adaptadas aos territórios, bem como para o desafio de transformar o conhecimento em ação. O programa incluiu também a apresentação da Carta de Princípios para as Políticas Culturais Municipais, construída tendo por base a participação, a inclusão, a sustentabilidade e a cooperação entre instituições, agentes culturais e comunidades. Neste âmbito, realizou-se uma dinâmica participativa com diferentes grupos de trabalho que responderam a vários desafios da Carta, tendo apresentado no final algumas linhas para reflexão futura. Este evento demonstrou a pertinência de se trabalhar coletivamente uma agenda cultural construída com base no diálogo, na evidência e na proximidade.
O Programa Regional do Centro (Centro 2030) abriu um concurso, com 4 milhões de euros do Fundo para uma Transição Justa (FTJ), para apoiar projetos de investimento empresarial de pequena dimensão, que contribuam para a criação de emprego e a diversificação da base económica dos municípios que integram o Médio Tejo. Os apoios consistem no financiamento de investimentos produtivos de empresas nos setores da indústria, turismo, comércio e serviços, com prioridade para projetos alinhados com a transição verde (onde se inclui a transição climática e energética) e a transformação digital, e assentes em atividades mais sustentáveis, inovadoras e de baixo carbono. Os beneficiários são micro ou pequenas empresas daqueles setores de atividade, podendo apresentar projetos de investimento até um máximo de 300 mil euros de investimento elegível, com o apoio do FTJ até 65% daquele valor. Estes apoios, na linha de outros que o Centro 2030 já atribuiu a várias empresas ou potenciais investidores do Médio Tejo, integram-se no Plano Territorial para a Transição Justa da região, tendo, por isso, como objetivo contribuir para reduzir os impactos negativos do encerramento da central termoelétrica do Pego, em Abrantes. Consulte aqui o Aviso.
A Comissão de Coordenação de Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro) informa os agricultores da região Centro que já se encontra disponível a plataforma para declaração de prejuízos agrícolas causados pelas tempestades recentes. Se foi afetado pelas recentes intempéries ocorridas na região, reporte-nos aqui os prejuízos ocorridos com vista à abertura de um aviso ao restabelecimento do potencial produtivo do PEPAC. Não se tratando de uma candidatura, mas sim de uma declaração de prejuízos nos termos referidos, aproveita-se para relembrar as despesas elegíveis na medida do restabelecimento do potencial produtivo do PEPAC: 1 - Despesas elegíveis - despesas de investimento relativas à reconstituição e ou reposição de: 1.1 - Ativos fixos tangíveis, incluindo, edifícios agrícolas, máquinas e equipamentos agrícolas, estufas e outras infraestruturas dentro da exploração; 1.2 - Ativos biológicos, incluindo a reposição de efetivos animais e plantações anuais e plurianuais; 1.3 - Despesas gerais de consultoria até 3 % do custo total elegível aprovado; 1.4 - Despesas de elaboração e acompanhamento da candidatura até 2 % da despesa elegível apurada na análise. 2 - Despesas não elegíveis: 2.1 - Bens de equipamento em estado de uso; 2.2 - IVA recuperável. Constitui critério de elegibilidade à medida de apoio do restabelecimento do potencial produtivo do PEPAC respeitar a danos superiores a 30 % do potencial produtivo, confirmados pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional da área de localização da exploração, através de visita ao local ou por teledeteção.
Tendo em conta os constrangimentos provocados pelos acontecimentos recentes associados à tempestade que afetou a região Centro, informa-se que foi prorrogado o prazo para a entrega das candidaturas ao Apoio à Ação Cultural 2026. O novo prazo limite para a submissão das candidaturas passa a ser até ao dia 9 de fevereiro, inclusive. Esta decisão visa garantir condições de equidade e permitir que todos os interessados disponham do tempo necessário para concluir e submeter as suas candidaturas. Para mais informações ou esclarecimentos adicionais, os interessados podem entrar em contacto com a Unidade de Cultura – Divisão de Promoção Cultural, através do email gaac@ccdrc.pt ou do telefone 239 701 391.
O Programa Regional de Ordenamento do Território do Centro (PROT Centro), que estabelece o quadro estratégico de referência para o desenvolvimento territorial, económico e social da Região Centro na próxima década, foi aprovado, em Conselho de Ministros, na passada quinta-feira, dia 22 de janeiro de 2026. O PROT integra, de forma articulada, áreas como a economia, a demografia e a inovação, a educação, a habitação, a saúde, a sustentabilidade ambiental, a energia, a conetividade e a organização do sistema urbano, reforçando uma visão de desenvolvimento equilibrado, coeso e sustentável do território da região. A sua elaboração assentou num processo amplamente participado e tecnicamente fundamentado. A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P (CCDR Centro) contou com o contributo dos principais polos de conhecimento da Região Centro, envolvendo especialistas das suas universidades e institutos politécnicos, e promoveu a mobilização de um vasto conjunto de agentes e entidades regionais, através de momentos formais e informais de participação. Mais informações aqui.
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDR Centro) ), em parceria com a Associação Cultural A Descampado promove, no próximo dia 30 de janeiro, uma jornada de discussão e reflexão dedicada ao tema “Políticas Culturais para o Futuro”, integrada no X Encontro Descampado. Este evento, que terá lugar no auditório da CCDR Centro, em Coimbra, pelas 14h00, constitui um espaço público de reflexão, reunindo decisores, investigadores, autarcas e agentes culturais nacionais e convidados espanhóis. O programa dará destaque à importância dos estudos, mapeamentos e dados como ferramentas fundamentais para a definição de políticas culturais ajustadas às especificidades de cada território. Paralelamente, o encontro pretende aprofundar o debate sobre os desafios da transição do desenho das políticas para a sua implementação efetiva, analisando diferentes modelos de ação cultural. O painel de convidados irá partilhar experiências e práticas inovadoras, com enfoque na participação cidadã, na sustentabilidade das políticas culturais e na construção de modelos mais inclusivos, capazes de responder aos desafios do futuro. Durante a tarde, será ainda apresentada a "Carta de Princípios para a Cultura Local", um documento elaborado pela Associação A Descampado. Este documento foi concebido como um instrumento aberto e de construção colaborativa, dirigido a decisores políticos autárquicos, técnicos municipais e agentes culturais. A entrada é gratuita, sujeita à lotação do espaço, mediante inscrição prévia. Confirmação de presença: adescampado21@gmail.com
Mais de duas centenas de entidades de toda a região Centro assinam, amanhã, dia 22 de janeiro, às 14h30, em Condeixa-a-Nova, a formalização do Pacto para a Economia Circular no Centro, uma iniciativa da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro), que tem como objetivo dar visibilidade e valorizar o trabalho que os agentes regionais já desenvolvem na área da economia circular, promovendo simultaneamente a partilha de conhecimento e a cooperação entre os diferentes atores do território. O Pacto para a Economia Circular no Centro entra, em 2026/27, na sua terceira edição com o número mais elevado de sempre de entidades subscritoras. Entre empresas, associações empresariais, instituições de ensino superior, comunidades intermunicipais, câmaras municipais, juntas de freguesia, instituições particulares de solidariedade social e associações de desenvolvimento local, são 202 as entidades que assumem este compromisso de promoção de economia circular. Na primeira edição, em 2019/20, o Pacto contou com a adesão de 86 entidades, subindo para uma centena na segunda edição, em 2023-2025. A iniciativa abrange a totalidade da região Centro, destacando-se, nesta 3.ª edição, a Região de Coimbra, com 63 entidades subscritoras, seguida da Região de Aveiro, com 35, e da Região das Beiras e Serra da Estrela com 25. Com 16 entidades subscritoras cada, surgem as regiões da Beira Baixa e de Leiria. Seguem-se as regiões do Oeste e Médio Tejo com 15 e Viseu Dão Lafões com 14 entidades. A estas juntam-se outras 10 entidades não localizadas na região Centro, mas que se comprometeram a desenvolver ações de economia circular neste território. Entidades subscritoras por Comunidade Intermunicipal Entidades da Região de Coimbra Administração do Porto da Figueira da Foz, S.A. Agrupamento de Escolas Coimbra Oeste Águas do Centro Litoral, S.A. António J Cardoso Simões, SAI, Unipessoal, Lda. Associação BLC3 – Campus de Tecnologia e Inovação Associação CECOLAB – Collaborative Laboratory towards Circular Economy Associação de Desenvolvimento Integrado de Poiares - ADIP Associação de Desenvolvimento Local da Bairrada e Mondego - AD ELO Associação Nacional de Jovens Empresários – Núcleo do Centro Associação Portuguesa de Bioindústria - P-BIO Associação Verdeviver - Sustentabilidade e Bem-estar Aurora Desperta Crl. Bluepharma Indústria Farmacêutica S.A. Câmara Municipal da Figueira da Foz Câmara Municipal da Mealhada Câmara Municipal de Arganil Câmara Municipal de Cantanhede Câmara Municipal de Coimbra Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova Câmara Municipal de Góis Câmara Municipal de Mira Câmara Municipal de Miranda do Corvo Câmara Municipal de Montemor-o-Velho Câmara Municipal de Oliveira do Hospital Câmara Municipal de Penacova Câmara Municipal de Soure Câmara Municipal de Tábua Câmara Municipal de Vila Nova de Poiares Casa da Esquina – Associação Cultural Casa do Brasil em Coimbra Centro da Biomassa para a Energia - CBE Centro de Formação Profissional para o Artesanato e Património - CEARTE Centro Tecnológico da Cerâmica e do Vidro - CTCV CERES - Chemical Engineering and Renewable Resources for Sustainability Cluster Habitat Sustentável CoimbraMaisFuturo - Associação de Desenvolvimento Local de Coimbra Colégio de São José Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra [...]
Já está disponível a última edição do Boletim mensal do Centro 2030, que inclui os principais dados sobre a execução do Programa. O Boletim mensal do Centro 2030 está disponível para consulta e download aqui.




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