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Entre 10 e 30 de abril decorre o período de candidaturas à 7.ª edição da iniciativa Empreendedor 50+ da Região Centro, promovida pela CCDR Centro. Esta distinção anual visa reconhecer empreendedoras e empreendedores que tenham iniciado a sua primeira atividade empresarial com 50 ou mais anos na região, destacando-se também a importância do empreendedorismo sénior e o seu papel no envelhecimento ativo e saudável. As candidaturas são apresentadas exclusivamente através das seguintes 25 entidades parceiras da iniciativa: Associações Empresariais: AEBB – Associação Empresarial da Beira Baixa AIDA – Associação Industrial do Distrito de Aveiro AIRO – Associação Empresarial da Região do Oeste AIRV – Associação Empresarial da Região de Viseu CEC – Conselho Empresarial do Centro/CCIC – Câmara de Comércio e Indústria do Centro NERGA – Associação Empresarial da Região da Guarda NERLEI – Associação Empresarial da Região de Leiria NERSANT – Associação Empresarial da Região de Santarém Comunidades Intermunicipais (CIM): CIM da Beira Baixa CIM da Região de Aveiro CIM da Região de Coimbra CIM da Região de Leiria CIM das Beiras e Serra da Estrela CIM do Médio Tejo CIM do Oeste CIM Viseu Dão Lafões Parques de Ciência e Tecnologia: Biocant Park Coimbra iParque Instituto Pedro Nunes (IPN) Parkurbis – Parque de Ciência e Tecnologia da Covilhã PCI · Creative Science Park Aveiro Region TAGUSVALLEY – Parque de Ciência e Tecnologia Outros Parceiros: IEFP – Delegação Regional do Centro Portugal Inovação Social Turismo Centro de Portugal Conhece alguém que se enquadre nestas condições? Contacte uma das entidades parceiras e ajude-nos a dar visibilidade a histórias inspiradoras de empreendedorismo sénior! Consulte mais informações sobre a iniciativa aqui.
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, IP (CCDR Centro) promove, no próximo dia 17 de abril, uma ação de demonstração sobre “Enxertia em Aveleira”, no Polo de Inovação de Viseu – Estação Agrária. Esta ação de demonstração é gratuita, mas de inscrição obrigatória até dia 15 de abril aqui A aveleira (Corylus avellana) é uma espécie arbustiva que apresenta uma forte tendência para a emissão de rebentos de toiça (rebentação basal). Estes rebentos competem diretamente com o tronco principal por água, nutrientes e luz, além de dificultarem significativamente as operações de mecanização e a gestão do pomar. Quando se opta por sistemas de condução em tronco único, torna-se indispensável proceder à eliminação regular destes rebentos. Esta operação pode ser realizada através da aplicação de herbicidas devidamente homologados, por meios mecânicos ou manualmente. Independentemente do método utilizado, trata-se de uma prática exigente em mão de obra e/ou recursos técnicos, contribuindo para o aumento dos custos de produção e da pegada de carbono da cultura. Uma alternativa eficaz, para mitigar este problema, consiste no recurso à enxertia, utilizando porta-enxertos com reduzida ou nula capacidade de emissão de rebentos basais. Entre estes, destaca-se o “Dundee”, um híbrido interespecífico (Corylus colurna × Corylus avellana). A utilização deste tipo de porta-enxertos permite, não só, reduzir drasticamente a necessidade de controlo de rebentos, como também favorecer a uniformidade do pomar, facilitar a mecanização das operações culturais e melhorar a eficiência produtiva a longo prazo. Adicionalmente, pode contribuir para uma maior longevidade das plantas e uma melhor adaptação a diferentes condições edafoclimáticas, dependendo da combinação enxerto/porta-enxerto. Consulte aqui o programa.
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro) disponibiliza um novo domínio de informação estatística na plataforma “DataCentro – Informação para a Região” que permitirá fazer o acompanhamento da aplicação dos fundos europeus do Portugal 2030 na região Centro. Para além de apresentar informação do Programa Regional do Centro – Centro 2030, monitoriza também a implementação dos Programas Temáticos do Portugal 2030 na região: Compete 2030 (dedicado à inovação e transição digital), Pessoas 2030 (dedicado à demografia, qualificações e inclusão), Sustentável 2030 (dedicado à ação climática e sustentabilidade) e Mar 2030 (dedicado ao setor do mar). Trata-se da sistematização da informação destes programas, disponibilizada através de 96 indicadores estatísticos, que permitem acompanhar, trimestralmente, a evolução dos fundos europeus aprovados na região Centro, com informação desagregada pelas diferentes tipologias de investimento e de fundos e, no caso do Centro 2030, pelas diferentes sub-regiões do Centro. A sua atualização regular constitui uma ferramenta essencial para compreender a evolução dos grandes números do Portugal 2030 na região e os efeitos dos investimentos apoiados. Com este novo domínio de informação, reforçamos o compromisso de promover a literacia sobre políticas públicas, informar os agentes regionais e o público em geral sobre a situação da região e qualificar o debate público regional, permitindo a formação de opiniões fundamentadas. Consulte esta informação na plataforma DataCentro. Recorde-se que a publicação “Centro de Portugal – Boletim Trimestral”, disponibilizada pela CCDR Centro, no seu capítulo “Políticas Públicas no Centro”, analisa com detalhe esta informação agora disponibilizada na plataforma DataCentro, podendo ser consultada aqui.
O relatório do Prémio de Boas Práticas de Envelhecimento Ativo e Saudável na Região Centro 2025 apresenta uma análise detalhada das iniciativas submetidas à oitava edição do Prémio de Boas Práticas de Envelhecimento Ativo e Saudável da Região Centro, permitindo uma reflexão sobre o cenário atual das iniciativas nesta temática e estimulando caminhos para o futuro. São também apresentadas as 13 boas práticas finalistas desta edição de 2025 e as cinco vencedoras. Na edição de 2025 foram submetidas 161 candidaturas, promovidas por 123 entidades de 54 municípios, com impacto em 68 municípios da região Centro e envolvendo 1.030 entidades parceiras. Estas candidaturas representaram o valor mais elevado das oito edições já realizadas, traduzindo uma grande diversidade temática, institucional e geográfica. A sua distribuição por categorias foi a seguinte: cinco candidaturas na categoria Rede+ (3,1%); nove candidaturas na categoria Conhecimento+ (5,6%); 30 candidaturas na categoria Saúde+ (18,6%) e 117 candidaturas na categoria Vida+ (72,7%). De salientar que, nesta edição de 2025, foi criada a nova categoria Rede+, com o objetivo de inspirar novos projetos com base na partilha e cooperação com iniciativas já registadas no Catálogo de Boas Práticas, promovidas por diferentes entidades promotoras, e fomentar a criação de sinergias e redes colaborativas entre vários projetos e territórios. Em relação à edição anterior do Prémio, que contou com 149 Boas Práticas, verificou-se um aumento no número de candidaturas submetidas (8,1%). No total das oito edições, o Prémio de Boas Práticas de Envelhecimento Ativo e Saudável na Região Centro já totaliza 1.138 iniciativas. Todas estas iniciativas estão disponíveis no Catálogo de Boas Práticas de Envelhecimento Ativo e Saudável que visa potenciar a divulgação e reconhecimento dos projetos e iniciativas existentes na região. Distribuição das candidaturas admitidas por categoria nas várias edições do Prémio O Prémio de Boas Práticas de Envelhecimento Ativo e Saudável é uma iniciativa da CCDR Centro, em colaboração com os consórcios Ageing@Coimbra e AgeINfuture, no âmbito do Envelhecimento Ativo e Saudável e da Longevidade como prioridades regionais e tem como objetivo reconhecer e premiar projetos inovadores que promovam estilos de vida saudáveis e o bem-estar da população idosa, bem como a aprendizagem ao longo da vida, estimular o trabalho em parceria e a criação de redes e novas formas de promoção do Envelhecimento Ativo e Saudável entre agentes do território (setores público, privado e social) e realçar publicamente o trabalho realizado. O relatório do Prémio de Boas Práticas de Envelhecimento Ativo e Saudável na Região Centro 2025 pode ser consultado aqui.
O Governo determinou o encerramento, a 7 de abril de 2026, das candidaturas aos apoios em matéria de habitação própria permanente, regulamentados pela Portaria n.º 63-A/2026/1, de 9 de fevereiro, que fixa o regime de apoios financeiros a atribuir para reconstrução e reparação de casas de habitação própria, na sequência da declaração da situação de calamidade, decorrente da tempestade “Kristin”. O despacho de encerramento do ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, foi assinado e publicado em Diário da República a 30 de março. A Portaria n.º 63-A/2026/1, de 9 de fevereiro, entre outros aspetos, estabelece a despesa elegível, bem como os limites do apoio a habitação própria e permanente, que poderiam chegar aos 100 % em cada operação, com o teto máximo de dez mil euros por fogo habitacional.
O Relatório do Estado das Culturas e Previsão de Colheitas referente ao mês de fevereiro de 2026, na área de influência da CCDR Centro, encontra-se disponível para consulta. Este documento fornece uma análise detalhada sobre o estado das culturas e as previsões de colheitas na região. O Estado das Culturas e Previsão de Colheitas (ECPC) é um projeto mensal que tem como principal objetivo recolher e disponibilizar informação previsional sobre áreas cultivadas, rendimentos e produções das principais culturas agrícolas. Trata-se de uma ferramenta essencial para agricultores, técnicos e todos os interessados no setor agrícola, na medida em que lhes permite planear e gerir as atividades agrícolas de forma mais eficaz. Para obter mais informações, consulte o relatório completo aqui e fique a par das últimas atualizações sobre o estado das culturas na região.
O Programa URBACT encontra-se com candidaturas abertas para Redes de Ação, dirigidas a administrações municipais interessadas em transformar estratégias urbanas em ações concretas de desenvolvimento urbano sustentável. O período de candidatura decorre até 17 de junho de 2026. Objetivo da convocatória A convocatória para Redes de Ação tem como finalidade apoiar cidades europeias na implementação de estratégias urbanas integradas, através da concretização de um conjunto de ações adaptadas aos seus contextos locais. A iniciativa promove a cooperação entre cidades, o intercâmbio de conhecimento e o reforço das capacidades institucionais para enfrentar desafios urbanos comuns. Quem pode candidatar-se? Podem participar cidades dos 27 Estados-Membros da União Europeia, bem como dos países parceiros do programa: Noruega, Suíça, Albânia, Bósnia e Herzegovina, Montenegro, Macedônia do Norte, Sérvia, Moldávia e Ucrânia. As candidaturas destinam-se a administrações municipais dispostas a testar soluções, implementar ações e fortalecer políticas públicas urbanas sustentáveis. O que são as Redes de Ação URBACT? Uma Rede de Ação URBACT é composta por 6 a 8 parceiros municipais, que colaboram durante aproximadamente 2 a 5 anos num processo estruturado de aprendizagem e cooperação europeia. Ao longo deste percurso, os parceiros irão: Desenvolver e implementar Portfólios de Ações locais; Beneficiar de apoio especializado e metodológico; Participar em atividades de capacitação e partilha de conhecimento; Trocar experiências com cidades europeias com desafios semelhantes; Aumentar a visibilidade e reconhecimento a nível europeu. Benefícios para as cidades participantes A participação numa Rede de Ação permite às cidades: Transformar estratégias urbanas em intervenções práticas; Reforçar competências técnicas e institucionais; Testar soluções inovadoras em ambiente colaborativo; Integrar redes europeias de cooperação urbana; Promover o desenvolvimento urbano sustentável de forma integrada. Todos os detalhes sobre o processo de candidatura, critérios de elegibilidade e documentação necessária estão disponíveis em: urbact.eu/get-involved As cidades interessadas são encorajadas a preparar as suas candidaturas atempadamente e a aproveitar esta oportunidade de cooperação e inovação urbana à escala europeia. Sessões Informativas - Dia 1 de abril, online, 10h00-11h30 CEST | Apresentação da convocatória e como construir uma parceria forte para uma Rede de Ação. Informações e inscrição aqui. - Dia 21 de abril, auditório da Direção-Geral do Território (DGT), 09h30-16h30 | sessão informativa sobre o 4.º Concurso Ações Inovadoras da EUI e a Convocatória para Redes de Ação URBACT. Informações e inscrição aqui.
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I. P. (CCDR Centro) promoveu, ontem, 24 de março de 2026, em Oliveira de Frades, a iniciativa “À conversa com… os arqueólogos da região Centro”, integrada no ciclo “Património ao Centro - Arqueologia”. A iniciativa reuniu cerca de 50 profissionais de arqueologia da região, num momento de partilha de conhecimentos, reflexão conjunta e valorização do património cultural arqueológico. O programa teve início durante a manhã com uma visita técnica ao Dólmen de Antelas, conduzida pelo arqueólogo Filipe Soares, do Município de Oliveira de Frades, proporcionando o contacto direto com um dos mais relevantes monumentos megalíticos da região, classificado como Monumento Nacional. Durante a tarde, os trabalhos tiveram início com as boas-vindas do presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Frades, João Valério, e da vice-presidente da CCDR Centro, Sofia Carreira, seguindo-se a sessão de debate subordinada ao tema “A importância dos planos diretores municipais na salvaguarda do património arqueológico”, que contou com a participação de especialistas de diversas entidades e municípios da região. Integrado no ciclo “Património ao Centro — Arqueologia”, este encontro reforçou a importância da articulação entre entidades e profissionais, contribuindo para a salvaguarda, valorização e divulgação do património arqueológico na região Centro.
O Programa Regional de Ordenamento do Território do Centro (PROT Centro) foi publicado no Diário da República a 23 de março de 2026 através Resolução do Conselho de Ministros n.º 57/2026 (Diário da República n.º 57/2026, Série I). A versão integral final do PROT Centro encontra-se disponível para consulta aqui. Os restantes documentos que integram o PROT Centro podem ser consultados aqui.
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Entre 10 e 30 de abril decorre o período de candidaturas à 7.ª edição da iniciativa Empreendedor 50+ da Região Centro, promovida pela CCDR Centro. Esta distinção anual visa reconhecer empreendedoras e empreendedores que tenham iniciado a sua primeira atividade empresarial com 50 ou mais anos na região, destacando-se também a importância do empreendedorismo sénior e o seu papel no envelhecimento ativo e saudável. As candidaturas são apresentadas exclusivamente através das seguintes 25 entidades parceiras da iniciativa: Associações Empresariais: AEBB – Associação Empresarial da Beira Baixa AIDA – Associação Industrial do Distrito de Aveiro AIRO – Associação Empresarial da Região do Oeste AIRV – Associação Empresarial da Região de Viseu CEC – Conselho Empresarial do Centro/CCIC – Câmara de Comércio e Indústria do Centro NERGA – Associação Empresarial da Região da Guarda NERLEI – Associação Empresarial da Região de Leiria NERSANT – Associação Empresarial da Região de Santarém Comunidades Intermunicipais (CIM): CIM da Beira Baixa CIM da Região de Aveiro CIM da Região de Coimbra CIM da Região de Leiria CIM das Beiras e Serra da Estrela CIM do Médio Tejo CIM do Oeste CIM Viseu Dão Lafões Parques de Ciência e Tecnologia: Biocant Park Coimbra iParque Instituto Pedro Nunes (IPN) Parkurbis – Parque de Ciência e Tecnologia da Covilhã PCI · Creative Science Park Aveiro Region TAGUSVALLEY – Parque de Ciência e Tecnologia Outros Parceiros: IEFP – Delegação Regional do Centro Portugal Inovação Social Turismo Centro de Portugal Conhece alguém que se enquadre nestas condições? Contacte uma das entidades parceiras e ajude-nos a dar visibilidade a histórias inspiradoras de empreendedorismo sénior! Consulte mais informações sobre a iniciativa aqui.
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, IP (CCDR Centro) promove, no próximo dia 17 de abril, uma ação de demonstração sobre “Enxertia em Aveleira”, no Polo de Inovação de Viseu – Estação Agrária. Esta ação de demonstração é gratuita, mas de inscrição obrigatória até dia 15 de abril aqui A aveleira (Corylus avellana) é uma espécie arbustiva que apresenta uma forte tendência para a emissão de rebentos de toiça (rebentação basal). Estes rebentos competem diretamente com o tronco principal por água, nutrientes e luz, além de dificultarem significativamente as operações de mecanização e a gestão do pomar. Quando se opta por sistemas de condução em tronco único, torna-se indispensável proceder à eliminação regular destes rebentos. Esta operação pode ser realizada através da aplicação de herbicidas devidamente homologados, por meios mecânicos ou manualmente. Independentemente do método utilizado, trata-se de uma prática exigente em mão de obra e/ou recursos técnicos, contribuindo para o aumento dos custos de produção e da pegada de carbono da cultura. Uma alternativa eficaz, para mitigar este problema, consiste no recurso à enxertia, utilizando porta-enxertos com reduzida ou nula capacidade de emissão de rebentos basais. Entre estes, destaca-se o “Dundee”, um híbrido interespecífico (Corylus colurna × Corylus avellana). A utilização deste tipo de porta-enxertos permite, não só, reduzir drasticamente a necessidade de controlo de rebentos, como também favorecer a uniformidade do pomar, facilitar a mecanização das operações culturais e melhorar a eficiência produtiva a longo prazo. Adicionalmente, pode contribuir para uma maior longevidade das plantas e uma melhor adaptação a diferentes condições edafoclimáticas, dependendo da combinação enxerto/porta-enxerto. Consulte aqui o programa.
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro) disponibiliza um novo domínio de informação estatística na plataforma “DataCentro – Informação para a Região” que permitirá fazer o acompanhamento da aplicação dos fundos europeus do Portugal 2030 na região Centro. Para além de apresentar informação do Programa Regional do Centro – Centro 2030, monitoriza também a implementação dos Programas Temáticos do Portugal 2030 na região: Compete 2030 (dedicado à inovação e transição digital), Pessoas 2030 (dedicado à demografia, qualificações e inclusão), Sustentável 2030 (dedicado à ação climática e sustentabilidade) e Mar 2030 (dedicado ao setor do mar). Trata-se da sistematização da informação destes programas, disponibilizada através de 96 indicadores estatísticos, que permitem acompanhar, trimestralmente, a evolução dos fundos europeus aprovados na região Centro, com informação desagregada pelas diferentes tipologias de investimento e de fundos e, no caso do Centro 2030, pelas diferentes sub-regiões do Centro. A sua atualização regular constitui uma ferramenta essencial para compreender a evolução dos grandes números do Portugal 2030 na região e os efeitos dos investimentos apoiados. Com este novo domínio de informação, reforçamos o compromisso de promover a literacia sobre políticas públicas, informar os agentes regionais e o público em geral sobre a situação da região e qualificar o debate público regional, permitindo a formação de opiniões fundamentadas. Consulte esta informação na plataforma DataCentro. Recorde-se que a publicação “Centro de Portugal – Boletim Trimestral”, disponibilizada pela CCDR Centro, no seu capítulo “Políticas Públicas no Centro”, analisa com detalhe esta informação agora disponibilizada na plataforma DataCentro, podendo ser consultada aqui.
O relatório do Prémio de Boas Práticas de Envelhecimento Ativo e Saudável na Região Centro 2025 apresenta uma análise detalhada das iniciativas submetidas à oitava edição do Prémio de Boas Práticas de Envelhecimento Ativo e Saudável da Região Centro, permitindo uma reflexão sobre o cenário atual das iniciativas nesta temática e estimulando caminhos para o futuro. São também apresentadas as 13 boas práticas finalistas desta edição de 2025 e as cinco vencedoras. Na edição de 2025 foram submetidas 161 candidaturas, promovidas por 123 entidades de 54 municípios, com impacto em 68 municípios da região Centro e envolvendo 1.030 entidades parceiras. Estas candidaturas representaram o valor mais elevado das oito edições já realizadas, traduzindo uma grande diversidade temática, institucional e geográfica. A sua distribuição por categorias foi a seguinte: cinco candidaturas na categoria Rede+ (3,1%); nove candidaturas na categoria Conhecimento+ (5,6%); 30 candidaturas na categoria Saúde+ (18,6%) e 117 candidaturas na categoria Vida+ (72,7%). De salientar que, nesta edição de 2025, foi criada a nova categoria Rede+, com o objetivo de inspirar novos projetos com base na partilha e cooperação com iniciativas já registadas no Catálogo de Boas Práticas, promovidas por diferentes entidades promotoras, e fomentar a criação de sinergias e redes colaborativas entre vários projetos e territórios. Em relação à edição anterior do Prémio, que contou com 149 Boas Práticas, verificou-se um aumento no número de candidaturas submetidas (8,1%). No total das oito edições, o Prémio de Boas Práticas de Envelhecimento Ativo e Saudável na Região Centro já totaliza 1.138 iniciativas. Todas estas iniciativas estão disponíveis no Catálogo de Boas Práticas de Envelhecimento Ativo e Saudável que visa potenciar a divulgação e reconhecimento dos projetos e iniciativas existentes na região. Distribuição das candidaturas admitidas por categoria nas várias edições do Prémio O Prémio de Boas Práticas de Envelhecimento Ativo e Saudável é uma iniciativa da CCDR Centro, em colaboração com os consórcios Ageing@Coimbra e AgeINfuture, no âmbito do Envelhecimento Ativo e Saudável e da Longevidade como prioridades regionais e tem como objetivo reconhecer e premiar projetos inovadores que promovam estilos de vida saudáveis e o bem-estar da população idosa, bem como a aprendizagem ao longo da vida, estimular o trabalho em parceria e a criação de redes e novas formas de promoção do Envelhecimento Ativo e Saudável entre agentes do território (setores público, privado e social) e realçar publicamente o trabalho realizado. O relatório do Prémio de Boas Práticas de Envelhecimento Ativo e Saudável na Região Centro 2025 pode ser consultado aqui.
O Governo determinou o encerramento, a 7 de abril de 2026, das candidaturas aos apoios em matéria de habitação própria permanente, regulamentados pela Portaria n.º 63-A/2026/1, de 9 de fevereiro, que fixa o regime de apoios financeiros a atribuir para reconstrução e reparação de casas de habitação própria, na sequência da declaração da situação de calamidade, decorrente da tempestade “Kristin”. O despacho de encerramento do ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, foi assinado e publicado em Diário da República a 30 de março. A Portaria n.º 63-A/2026/1, de 9 de fevereiro, entre outros aspetos, estabelece a despesa elegível, bem como os limites do apoio a habitação própria e permanente, que poderiam chegar aos 100 % em cada operação, com o teto máximo de dez mil euros por fogo habitacional.
O Relatório do Estado das Culturas e Previsão de Colheitas referente ao mês de fevereiro de 2026, na área de influência da CCDR Centro, encontra-se disponível para consulta. Este documento fornece uma análise detalhada sobre o estado das culturas e as previsões de colheitas na região. O Estado das Culturas e Previsão de Colheitas (ECPC) é um projeto mensal que tem como principal objetivo recolher e disponibilizar informação previsional sobre áreas cultivadas, rendimentos e produções das principais culturas agrícolas. Trata-se de uma ferramenta essencial para agricultores, técnicos e todos os interessados no setor agrícola, na medida em que lhes permite planear e gerir as atividades agrícolas de forma mais eficaz. Para obter mais informações, consulte o relatório completo aqui e fique a par das últimas atualizações sobre o estado das culturas na região.
O Programa URBACT encontra-se com candidaturas abertas para Redes de Ação, dirigidas a administrações municipais interessadas em transformar estratégias urbanas em ações concretas de desenvolvimento urbano sustentável. O período de candidatura decorre até 17 de junho de 2026. Objetivo da convocatória A convocatória para Redes de Ação tem como finalidade apoiar cidades europeias na implementação de estratégias urbanas integradas, através da concretização de um conjunto de ações adaptadas aos seus contextos locais. A iniciativa promove a cooperação entre cidades, o intercâmbio de conhecimento e o reforço das capacidades institucionais para enfrentar desafios urbanos comuns. Quem pode candidatar-se? Podem participar cidades dos 27 Estados-Membros da União Europeia, bem como dos países parceiros do programa: Noruega, Suíça, Albânia, Bósnia e Herzegovina, Montenegro, Macedônia do Norte, Sérvia, Moldávia e Ucrânia. As candidaturas destinam-se a administrações municipais dispostas a testar soluções, implementar ações e fortalecer políticas públicas urbanas sustentáveis. O que são as Redes de Ação URBACT? Uma Rede de Ação URBACT é composta por 6 a 8 parceiros municipais, que colaboram durante aproximadamente 2 a 5 anos num processo estruturado de aprendizagem e cooperação europeia. Ao longo deste percurso, os parceiros irão: Desenvolver e implementar Portfólios de Ações locais; Beneficiar de apoio especializado e metodológico; Participar em atividades de capacitação e partilha de conhecimento; Trocar experiências com cidades europeias com desafios semelhantes; Aumentar a visibilidade e reconhecimento a nível europeu. Benefícios para as cidades participantes A participação numa Rede de Ação permite às cidades: Transformar estratégias urbanas em intervenções práticas; Reforçar competências técnicas e institucionais; Testar soluções inovadoras em ambiente colaborativo; Integrar redes europeias de cooperação urbana; Promover o desenvolvimento urbano sustentável de forma integrada. Todos os detalhes sobre o processo de candidatura, critérios de elegibilidade e documentação necessária estão disponíveis em: urbact.eu/get-involved As cidades interessadas são encorajadas a preparar as suas candidaturas atempadamente e a aproveitar esta oportunidade de cooperação e inovação urbana à escala europeia. Sessões Informativas - Dia 1 de abril, online, 10h00-11h30 CEST | Apresentação da convocatória e como construir uma parceria forte para uma Rede de Ação. Informações e inscrição aqui. - Dia 21 de abril, auditório da Direção-Geral do Território (DGT), 09h30-16h30 | sessão informativa sobre o 4.º Concurso Ações Inovadoras da EUI e a Convocatória para Redes de Ação URBACT. Informações e inscrição aqui.
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I. P. (CCDR Centro) promoveu, ontem, 24 de março de 2026, em Oliveira de Frades, a iniciativa “À conversa com… os arqueólogos da região Centro”, integrada no ciclo “Património ao Centro - Arqueologia”. A iniciativa reuniu cerca de 50 profissionais de arqueologia da região, num momento de partilha de conhecimentos, reflexão conjunta e valorização do património cultural arqueológico. O programa teve início durante a manhã com uma visita técnica ao Dólmen de Antelas, conduzida pelo arqueólogo Filipe Soares, do Município de Oliveira de Frades, proporcionando o contacto direto com um dos mais relevantes monumentos megalíticos da região, classificado como Monumento Nacional. Durante a tarde, os trabalhos tiveram início com as boas-vindas do presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Frades, João Valério, e da vice-presidente da CCDR Centro, Sofia Carreira, seguindo-se a sessão de debate subordinada ao tema “A importância dos planos diretores municipais na salvaguarda do património arqueológico”, que contou com a participação de especialistas de diversas entidades e municípios da região. Integrado no ciclo “Património ao Centro — Arqueologia”, este encontro reforçou a importância da articulação entre entidades e profissionais, contribuindo para a salvaguarda, valorização e divulgação do património arqueológico na região Centro.
O Programa Regional de Ordenamento do Território do Centro (PROT Centro) foi publicado no Diário da República a 23 de março de 2026 através Resolução do Conselho de Ministros n.º 57/2026 (Diário da República n.º 57/2026, Série I). A versão integral final do PROT Centro encontra-se disponível para consulta aqui. Os restantes documentos que integram o PROT Centro podem ser consultados aqui.




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