Património ao Centro dedica sessão ao Desenho na Arqueologia em Condeixa-a-Nova
A CCDR Centro promove, no dia 5 de novembro de 2026, em Condeixa-a-Nova, mais uma sessão da iniciativa «Património ao Centro – À conversa com os arqueólogos da Região Centro», dedicada ao Desenho na Arqueologia, no âmbito das comemorações do Dia Mundial da Preservação Digital.
A CCDR Centro promove, no dia 5 de novembro de 2026, em Condeixa-a-Nova, mais uma sessão da iniciativa «Património ao Centro – À conversa com os arqueólogos da Região Centro», dedicada ao Desenho na Arqueologia, no âmbito das comemorações do Dia Mundial da Preservação Digital.
A CCDR Centro promove, no dia 5 de novembro de 2026, em Condeixa-a-Nova, mais uma sessão da iniciativa «Património ao Centro – À conversa com os arqueólogos da Região Centro», dedicada ao Desenho na Arqueologia, no âmbito das comemorações do Dia Mundial da Preservação Digital.
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- Categories: Cultura, InformaçãoPublished On: 28/10/2026
O Festival de Cinema na Beira regressa a Nelas, de 6 a 8 de novembro, para a sua 4.ª edição, com o lema “PORTUGAL! Quem fomos. Quem somos. Quem queremos ser”. Promovido pela Ganso Manso - Associação Cultural, o festival conta com o apoio da CCDR Centro no âmbito do programa "Cultura ao Centro 2026 - Apoio à Ação Cultural", na Medida 2 - "Programação/Difusão". A iniciativa apresenta uma programação de cinema português com entrada gratuita que inclui exibições, debates, encontros com cineastas e atividades dirigidas à comunidade escolar. Sob a direção artística de Paulo MilHomens, o festival propõe uma reflexão sobre a história e a memória coletiva portuguesas através de obras cinematográficas que abordam temas como o colonialismo, a ditadura, as transformações sociais e políticas, bem como a identidade nacional. A programação inclui cinco longas-metragens: "A Herdade", de Tiago Guedes; "Non, ou a Vã Glória de Mandar", de Manoel de Oliveira; "Banzo", de Margarida Cardoso; "Posto Avançado do Progresso", de Hugo Vieira da Silva; e "Lavagante", de Mário Barroso. Destaque para o debate "Portugal!", agendado para 7 de novembro, após a exibição do filme "Non, ou a Vã Glória de Mandar", que contará com a presença de Margarida Cardoso, Fernando Giestas e Odete Paiva. As sessões têm lugar no Cineteatro Municipal de Nelas e incluem momentos de conversa e debate com os realizadores e outros profissionais do cinema, oferecendo ao público a oportunidade de conhecer diferentes perspetivas sobre as obras apresentadas. Cinema, educação e participação cultural A edição de 2026 inclui também sessões destinadas aos alunos dos agrupamentos de escolas de Nelas e de Canas de Senhorim, com a participação prevista de cerca de 440 estudantes. Nestas sessões serão apresentadas três curtas-metragens portuguesas de animação: "O Homem do Lixo", de Laura Gonçalves; "Ice Merchants", de João Gonzalez; e "Tio Tomás - A Contabilidade dos Dias", de Regina Pessoa. A iniciativa tem como objetivo proporcionar aos alunos contacto com diferentes linguagens cinematográficas, contribuindo para a formação de públicos e para o desenvolvimento da literacia visual. O programa inclui ainda duas masterclasses dedicadas à história do cinema em Portugal. A primeira decorrerá no dia 7 de novembro, às 10h30, com Manuel Guerra, na Fundação Lapa do Lobo. A segunda terá lugar no dia 8, também às 10h30, com Ana Patrícia Gonçalves, no Auditório dos Bombeiros Voluntários de Canas de Senhorim. Ao apoiar o Festival de Cinema na Beira, a CCDR Centro reforça o seu compromisso com a diversidade da oferta cultural, a formação de públicos e a dinamização cultural dos territórios da região Centro, valorizando o trabalho desenvolvido pelos agentes culturais locais. Informações Úteis A participação nas atividades é gratuita, sendo que a entrada no Cineteatro Municipal de Nelas está sujeita à lotação da sala. Os interessados em mais informações ou efetuar reservas do Cine-Bus podem contactar a Fundação Lapa do Lobo através do número de telefone 232 671 084 ou do endereço de correio eletrónico: geral@fundacaolapadolobo.pt. Cine-Bus assegura transporte gratuito entre [...]
- Categories: Desenvolvimento Rural e Agroalimentar, InformaçãoPublished On: 23/10/2026
A 27 de outubro assinala-se o Dia Nacional do AKIS, o Sistema de Conhecimento e Inovação Agrícola (Agricultural Knowledge and Innovation System). O AKIS é a rede que liga agricultores, investigadores, técnicos, escolas, empresas e organizações do setor, para que o conhecimento circule nos dois sentidos: da ciência para o campo e do campo para a ciência. É um dos pilares da Política Agrícola Comum e uma ferramenta essencial para um desenvolvimento rural mais competitivo, sustentável e capaz de fixar pessoas no território. Para assinalar a data, a CCDR Centro apresenta a rubrica «Elas Sabem. Elas Inovam.». São oito mulheres da Região Centro que mostram, cada uma à sua maneira, como o conhecimento se transforma em inovação e a inovação em futuro para os territórios rurais. Ana Rasteiro: da pequena exploração à produção moderna Ana Maria Rasteiro define-se como uma mulher dedicada ao trabalho, à evolução constante e ao crescimento profissional. Ao longo do seu percurso no setor pecuário, procurou sempre progredir através da dedicação, da persistência e da vontade de melhorar continuamente a atividade que escolheu para a sua vida. A ligação à suinicultura surgiu da vontade de investir numa área que, na altura, apresentava oportunidades de crescimento. Na região de Leiria existia sobretudo atividade ligada à engorda de suínos, mas havia pouca produção de leitão. Foi precisamente aí que Ana decidiu apostar, iniciando um projeto de produção suína com apenas sete ou oito porcas reprodutoras. Com trabalho contínuo e uma visão de crescimento sustentado, a exploração foi evoluindo gradualmente. “Fui crescendo… um pavilhão de cada vez, uma exploração de cada vez.” Ao longo dos anos, a empresa expandiu-se até atingir cerca de 700 reprodutoras distribuídas por diferentes unidades de produção. Para Ana Rasteiro, este crescimento representa não apenas uma conquista empresarial, mas também a concretização de um percurso construído com muito esforço e dedicação. Apesar das dificuldades inerentes ao setor pecuário, onde os lucros nem sempre são garantidos, sente-se realizada pelo caminho que conseguiu construir. A gestão da exploração assenta em princípios de organização, divisão de tarefas e modernização constante. Ana considera fundamental que todos os elementos da equipa assumam responsabilidades e trabalhem em conjunto para garantir o bom funcionamento da produção. Paralelamente, procura acompanhar a evolução tecnológica e introduzir melhorias que permitam otimizar as condições de trabalho e de produção. O bem-estar animal ocupa um lugar central na sua forma de gerir a atividade. A segurança, a sanidade e as boas condições de alojamento dos animais são prioridades permanentes, desde as reprodutoras até aos leitões. Destaca, por exemplo, a importância de boas maternidades dentro da exploração, capazes de assegurar conforto e condições adequadas para os animais durante todas as fases de produção. “A segurança e o bem-estar animal são fundamentais.” Ao refletir sobre o papel da mulher na pecuária, Ana Rasteiro considera que as mulheres têm uma importância crescente no setor e que trazem uma sensibilidade particular ao trabalho com os animais e à gestão das explorações. Para si, a presença feminina representa uma mais-valia não apenas [...]
- Categories: Cultura, InformaçãoPublished On: 23/10/2026
O escultor Alves André venceu o concurso público para a conceção do monumento artístico "Barco Moliceiro: Arte da Carpintaria Naval da Região de Aveiro", promovido pela Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (CIRA). A iniciativa presta homenagem ao barco moliceiro, um património cultural imaterial que está inscrito na Lista do Património Cultural Imaterial que Necessita de Salvaguarda Urgente da UNESCO. A apresentação do projeto vencedor decorreu no âmbito das comemorações do Dia da Região de Aveiro, a 16 de outubro de 2026, e destacou a importância cultural do barco moliceiro e dos saberes tradicionais associados à sua construção e decoração. Intitulada "RIAFLEXUS", a proposta vencedora consiste numa escultura de 5,5 metros de altura que estabelece uma ligação simbólica ao barco moliceiro e à arte da carpintaria naval. A estrutura vertical evoca a silhueta da embarcação a deslizar sobre as águas da Ria de Aveiro, enquanto a parte inferior evoca as ferramentas tradicionais utilizadas pelos artesãos na construção naval. Está prevista a instalação de réplicas do monumento nos 11 municípios que integram a Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro. Um património de saberes e técnicas tradicionais A arte da carpintaria naval da Região de Aveiro, mais concretamente a construção de barcos moliceiros, integra conhecimentos, técnicas e práticas tradicionais associados à construção e decoração destas embarcações, que estão profundamente ligadas à história e à identidade cultural da ria de Aveiro. O barco moliceiro distingue-se pelas suas características construtivas e pelos seus painéis decorativos pintados, que incluem elementos figurativos e inscrições associadas à cultura local. A transmissão destes conhecimentos entre gerações é uma parte fundamental deste património cultural imaterial. A sua inscrição, desde dezembro de 2025, na Lista do Património Cultural Imaterial que Necessita de Salvaguarda Urgente da UNESCO reconhece o valor cultural desta prática e evidencia a necessidade de assegurar a continuidade dos conhecimentos e das técnicas a ela associados. No âmbito das suas competências na área da Cultura, a CCDR Centro reconhece a importância de valorizar, divulgar e salvaguardar o património cultural imaterial, enquanto expressão da identidade e da diversidade cultural da Região Centro. A publicação "Saber Ser, Saber Fazer - O Património Cultural Imaterial da Região Centro de Portugal" centra-se, precisamente, na valorização dos saberes e práticas tradicionais do território e permite aprofundar os conhecimentos sobre a diversidade do património cultural imaterial regional e a importância da sua transmissão às gerações futuras. Fotografias: Região de Aveiro
- Categories: Cultura, InformaçãoPublished On: 28/10/2026
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- Categories: Cultura, InformaçãoPublished On: 23/10/2026
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- Categories: CulturaPublished On: 22/10/2026
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I. P. (CCDR Centro) promoveu, em parceria com a Secção Regional do Centro da Ordem dos Arquitectos, uma visita técnica à Burel Factory, em Manteigas, no dia 17 de outubro, no âmbito do ciclo “Património ao Centro - Construções de uma Identidade”. Acompanhados pelo arquiteto Pedro Brígida e pela proprietária Isabel Costa, os participantes puderam conhecer os desafios enfrentados na intervenção num espaço industrial, bem como um projeto que associa a continuidade da produção à preservação das máquinas, das técnicas e dos saberes associados à transformação da lã. Pedro Brígida destacou, entre os principais desafios do projeto, o prazo disponível para intervir numa fábrica em funcionamento e as limitações orçamentais. O arquiteto salientou também a necessidade de compreender as especificidades da atividade industrial, dos equipamentos e sistemas aos percursos de produção, a fim de poder responder às exigências funcionais do espaço. A intervenção exigiu, por conseguinte, um processo de aprendizagem sobre a organização da fábrica e o funcionamento dos respetivos dispositivos, num contexto em que as opções arquitetónicas tiveram de ser articuladas com as necessidades da produção. Isabel Costa realçou o compromisso do projeto com a recuperação do património e a valorização da lã como recurso local. Destacou ainda a importância da continuidade das técnicas, das máquinas e do conhecimento ancestral, aliada à inovação e à procura de soluções mais sustentáveis. Na sua opinião, este percurso contribui para valorizar a indústria e a vida no interior do país. Da Lanifícios Império à Burel Factory A história da Burel Factory está ligada à dos Lanifícios Império, que foram fundados em Manteigas em 1947. Em 2011, a recuperação da fábrica, que se encontrava em situação de insolvência, permitiu não só dar continuidade à atividade, como também preservar um valioso património industrial, que incluía teares, cardas e outros equipamentos históricos. O projeto manteve máquinas do século XIX e recuperou padrões de antigos livros de desenho. A transmissão de conhecimentos entre os mestres dos teares e os trabalhadores mais novos foi também uma parte importante da recuperação, tendo como objetivo assegurar a continuidade dos saberes associados à produção. O burel, um tecido tradicional de lã associado à Serra da Estrela, passou a apresentar novas cores e aplicações contemporâneas. Para além de produtos de decoração e vestuário, a marca desenvolve soluções para a arquitetura de interiores, como revestimentos e painéis acústicos. Esta diversificação articula a herança têxtil com o design e novas utilizações do material. A visita a Manteigas permitiu abordar a preservação do património industrial através da sua utilização produtiva e da transmissão dos conhecimentos que lhe conferem significado. Ciclo encerra com homenagem em Coimbra Após as visitas à Cava de Viriato, em Viseu, e ao Centro Interpretativo do Cereal, em Penela, a sessão na Burel Factory aprofundou a relação entre a arquitetura, o património industrial e os saberes associados à lã. O ciclo de 2026 do programa "Património ao Centro - Construções de uma Identidade" termina no dia 24 de outubro, às 15h, [...]
- Categories: Cultura, InformaçãoPublished On: 28/10/2026
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