Regiões de Coimbra e Aveiro entre as cinco sub-regiões do país que superam a média nacional em termos de desenvolvimento regional
Na mais recente edição do Índice Sintético de Desenvolvimento Regional, divulgada pelo Instituto Nacional de Estatística a 15 de junho de 2026, apenas cinco das 26 sub-regiões NUTS III do país superavam a média nacional, destacando-se, no Centro, a Região de Coimbra (101,09), que ocupava o terceiro lugar da hierarquia nacional, seguida da Região de Aveiro (100,97), no quarto lugar. A Grande Lisboa apresentava o índice mais elevado (107,83), seguindo-se a Área Metropolitana do Porto (103,10), ocupando o Alto Minho a quinta posição (100,49). Abaixo da média do país, mas bem posicionada na hierarquia nacional evidenciava-se também a Região de Leiria (7.ª posição, com um índice de 99,65). As sub-regiões Beiras e Serra da Estrela (96,61) e Médio Tejo (96,18) ocupavam a 12.ª e 13.º posição, respetivamente, seguindo-se o Oeste (95,35) e Viseu Dão Lafões (95,07), nas 15.ª e 16.ª posição, respetivamente. A Beira Baixa ocupava a 22.ª posição (92,67) entre as 26 sub-regiões do país.

No índice de competitividade, os resultados de 2024 voltaram a revelar que as sub-regiões com melhor desempenho se concentravam no litoral do Continente. A Região de Aveiro (com um índice de 106,84) era uma das três sub-regiões a superar a média nacional, posicionando-se na segunda posição da hierarquia nacional, atrás da Grande Lisboa (116,69), muito destacada das restantes, mas à frente da Área Metropolitana do Porto (106,64). Na Região Centro, seguia-se a Região de Coimbra (7.ª posição na hierarquia nacional – 94,92), a Região de Leiria (9.ª posição – 94,70) e as sub-regiões do Oeste (91,80), Viseu Dão Lafões (90,89) e Beiras e Serra da Estrela (90,30) nas 13.ª, 14.ª e 15.ª posição, respetivamente. A Beira Baixa era a NUTS III do Centro com o índice mais baixo (22.ª posição – 86,13).

Na dimensão da coesão, os resultados refletem um retrato territorial um pouco mais equilibrado do que o observado para a competitividade, na medida em que nove sub-regiões superavam a média nacional, ainda que sejam maioritariamente territórios do litoral continental. A Região de Coimbra (106,20) apresentava o segundo melhor desempenho no índice de coesão, após a Grande Lisboa (108,80), posicionando-se à frente do Cávado (104,25), da Área Metropolitana do Porto (102,22), do Alentejo Central (102,20) e de mais três sub-regiões do Centro: o Médio Tejo (101,87 – 6.ª posição), a Região de Leiria (101,82 – 7.ª posição) e a Região de Aveiro (101,13 – 9.ª posição). A Beira Baixa voltava a apresentar o índice mais baixo entre as oito sub-regiões do Centro (90,58), situando-se na 20.ª posição da hierarquia nacional.

No índice da qualidade ambiental, as sub-regiões com melhor desempenho concentravam-se sobretudo no interior do Continente e nas Regiões Autónomas, refletindo uma imagem territorial tendencialmente simétrica à da competitividade e que sugere um aumento progressivo da qualidade ambiental do litoral para o interior. De salientar que, neste índice, 15 das 26 sub-regiões do país superavam a média nacional, com as Beiras e Serra da Estrela a ocupar a sexta posição da hierarquia nacional (106,22), liderada pela Região Autónoma dos Açores (113,84). Acima da média nacional e pertencente ao Centro, encontrava-se ainda três sub-regiões: a Região de Leiria (10.ª posição – 102,80), a Região de Coimbra (12.ª posição – 102,46) e a Beira Baixa (13.ª posição – 102,11). A Região de Aveiro, que é a quarta sub-região mais competitiva do país, apresentava-se nesta dimensão com o pior desempenho a nível nacional (26.ª posição – 94,31).

Em suma, através do comportamento diferenciado das sub-regiões nas três dimensões do desenvolvimento, que refletem o seu carácter multidimensional e a sua complexidade, torna-se, assim, patente a diversidade territorial existente na região. A dimensão da competitividade apresentava a maior disparidade regional, concentrando-se os melhores desempenhos no litoral do Continente. O índice de coesão reflete um território um pouco mais equilibrado, ainda que os melhores resultados se verificassem novamente nas sub-regiões do litoral. Já as sub-regiões do interior continuavam a destacar-se pela qualidade ambiental, que tende a melhorar do litoral para o interior da Região Centro, evidenciando-se uma disparidade territorial menor na qualidade ambiental do que a observada para a competitividade e a coesão.

Assim, conjugando a análise das várias dimensões consideradas, verifica-se que, em 2024, nenhuma sub-região do Centro apresentava um desempenho acima da média nacional simultaneamente nos quatro índices compósitos. A Região de Aveiro e a Região de Coimbra situavam-se acima da média nacional no índice global, estando aquém daquele referencial num dos índices parciais. No extremo oposto, com desempenhos abaixo da média nacional nos quatro índices, encontravam-se as sub-regiões Oeste e Viseu Dão Lafões. A Região de Coimbra e a Região de Leiria apresentavam um desempenho acima da média regional nos quatro índices compósitos.
Consult here os dados do ISDR 2024 na plataforma DataCentro.
Na mais recente edição do Índice Sintético de Desenvolvimento Regional, divulgada pelo Instituto Nacional de Estatística a 15 de junho de 2026, apenas cinco das 26 sub-regiões NUTS III do país superavam a média nacional, destacando-se, no Centro, a Região de Coimbra (101,09), que ocupava o terceiro lugar da hierarquia nacional, seguida da Região de Aveiro (100,97), no quarto lugar. A Grande Lisboa apresentava o índice mais elevado (107,83), seguindo-se a Área Metropolitana do Porto (103,10), ocupando o Alto Minho a quinta posição (100,49). Abaixo da média do país, mas bem posicionada na hierarquia nacional evidenciava-se também a Região de Leiria (7.ª posição, com um índice de 99,65). As sub-regiões Beiras e Serra da Estrela (96,61) e Médio Tejo (96,18) ocupavam a 12.ª e 13.º posição, respetivamente, seguindo-se o Oeste (95,35) e Viseu Dão Lafões (95,07), nas 15.ª e 16.ª posição, respetivamente. A Beira Baixa ocupava a 22.ª posição (92,67) entre as 26 sub-regiões do país.

No índice de competitividade, os resultados de 2024 voltaram a revelar que as sub-regiões com melhor desempenho se concentravam no litoral do Continente. A Região de Aveiro (com um índice de 106,84) era uma das três sub-regiões a superar a média nacional, posicionando-se na segunda posição da hierarquia nacional, atrás da Grande Lisboa (116,69), muito destacada das restantes, mas à frente da Área Metropolitana do Porto (106,64). Na Região Centro, seguia-se a Região de Coimbra (7.ª posição na hierarquia nacional – 94,92), a Região de Leiria (9.ª posição – 94,70) e as sub-regiões do Oeste (91,80), Viseu Dão Lafões (90,89) e Beiras e Serra da Estrela (90,30) nas 13.ª, 14.ª e 15.ª posição, respetivamente. A Beira Baixa era a NUTS III do Centro com o índice mais baixo (22.ª posição – 86,13).

Na dimensão da coesão, os resultados refletem um retrato territorial um pouco mais equilibrado do que o observado para a competitividade, na medida em que nove sub-regiões superavam a média nacional, ainda que sejam maioritariamente territórios do litoral continental. A Região de Coimbra (106,20) apresentava o segundo melhor desempenho no índice de coesão, após a Grande Lisboa (108,80), posicionando-se à frente do Cávado (104,25), da Área Metropolitana do Porto (102,22), do Alentejo Central (102,20) e de mais três sub-regiões do Centro: o Médio Tejo (101,87 – 6.ª posição), a Região de Leiria (101,82 – 7.ª posição) e a Região de Aveiro (101,13 – 9.ª posição). A Beira Baixa voltava a apresentar o índice mais baixo entre as oito sub-regiões do Centro (90,58), situando-se na 20.ª posição da hierarquia nacional.

No índice da qualidade ambiental, as sub-regiões com melhor desempenho concentravam-se sobretudo no interior do Continente e nas Regiões Autónomas, refletindo uma imagem territorial tendencialmente simétrica à da competitividade e que sugere um aumento progressivo da qualidade ambiental do litoral para o interior. De salientar que, neste índice, 15 das 26 sub-regiões do país superavam a média nacional, com as Beiras e Serra da Estrela a ocupar a sexta posição da hierarquia nacional (106,22), liderada pela Região Autónoma dos Açores (113,84). Acima da média nacional e pertencente ao Centro, encontrava-se ainda três sub-regiões: a Região de Leiria (10.ª posição – 102,80), a Região de Coimbra (12.ª posição – 102,46) e a Beira Baixa (13.ª posição – 102,11). A Região de Aveiro, que é a quarta sub-região mais competitiva do país, apresentava-se nesta dimensão com o pior desempenho a nível nacional (26.ª posição – 94,31).

Em suma, através do comportamento diferenciado das sub-regiões nas três dimensões do desenvolvimento, que refletem o seu carácter multidimensional e a sua complexidade, torna-se, assim, patente a diversidade territorial existente na região. A dimensão da competitividade apresentava a maior disparidade regional, concentrando-se os melhores desempenhos no litoral do Continente. O índice de coesão reflete um território um pouco mais equilibrado, ainda que os melhores resultados se verificassem novamente nas sub-regiões do litoral. Já as sub-regiões do interior continuavam a destacar-se pela qualidade ambiental, que tende a melhorar do litoral para o interior da Região Centro, evidenciando-se uma disparidade territorial menor na qualidade ambiental do que a observada para a competitividade e a coesão.

Assim, conjugando a análise das várias dimensões consideradas, verifica-se que, em 2024, nenhuma sub-região do Centro apresentava um desempenho acima da média nacional simultaneamente nos quatro índices compósitos. A Região de Aveiro e a Região de Coimbra situavam-se acima da média nacional no índice global, estando aquém daquele referencial num dos índices parciais. No extremo oposto, com desempenhos abaixo da média nacional nos quatro índices, encontravam-se as sub-regiões Oeste e Viseu Dão Lafões. A Região de Coimbra e a Região de Leiria apresentavam um desempenho acima da média regional nos quatro índices compósitos.
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Na mais recente edição do Índice Sintético de Desenvolvimento Regional, divulgada pelo Instituto Nacional de Estatística a 15 de junho de 2026, apenas cinco das 26 sub-regiões NUTS III do país superavam a média nacional, destacando-se, no Centro, a Região de Coimbra (101,09), que ocupava o terceiro lugar da hierarquia nacional, seguida da Região de Aveiro (100,97), no quarto lugar. A Grande Lisboa apresentava o índice mais elevado (107,83), seguindo-se a Área Metropolitana do Porto (103,10), ocupando o Alto Minho a quinta posição (100,49). Abaixo da média do país, mas bem posicionada na hierarquia nacional evidenciava-se também a Região de Leiria (7.ª posição, com um índice de 99,65). As sub-regiões Beiras e Serra da Estrela (96,61) e Médio Tejo (96,18) ocupavam a 12.ª e 13.º posição, respetivamente, seguindo-se o Oeste (95,35) e Viseu Dão Lafões (95,07), nas 15.ª e 16.ª posição, respetivamente. A Beira Baixa ocupava a 22.ª posição (92,67) entre as 26 sub-regiões do país.

No índice de competitividade, os resultados de 2024 voltaram a revelar que as sub-regiões com melhor desempenho se concentravam no litoral do Continente. A Região de Aveiro (com um índice de 106,84) era uma das três sub-regiões a superar a média nacional, posicionando-se na segunda posição da hierarquia nacional, atrás da Grande Lisboa (116,69), muito destacada das restantes, mas à frente da Área Metropolitana do Porto (106,64). Na Região Centro, seguia-se a Região de Coimbra (7.ª posição na hierarquia nacional – 94,92), a Região de Leiria (9.ª posição – 94,70) e as sub-regiões do Oeste (91,80), Viseu Dão Lafões (90,89) e Beiras e Serra da Estrela (90,30) nas 13.ª, 14.ª e 15.ª posição, respetivamente. A Beira Baixa era a NUTS III do Centro com o índice mais baixo (22.ª posição – 86,13).

Na dimensão da coesão, os resultados refletem um retrato territorial um pouco mais equilibrado do que o observado para a competitividade, na medida em que nove sub-regiões superavam a média nacional, ainda que sejam maioritariamente territórios do litoral continental. A Região de Coimbra (106,20) apresentava o segundo melhor desempenho no índice de coesão, após a Grande Lisboa (108,80), posicionando-se à frente do Cávado (104,25), da Área Metropolitana do Porto (102,22), do Alentejo Central (102,20) e de mais três sub-regiões do Centro: o Médio Tejo (101,87 – 6.ª posição), a Região de Leiria (101,82 – 7.ª posição) e a Região de Aveiro (101,13 – 9.ª posição). A Beira Baixa voltava a apresentar o índice mais baixo entre as oito sub-regiões do Centro (90,58), situando-se na 20.ª posição da hierarquia nacional.

No índice da qualidade ambiental, as sub-regiões com melhor desempenho concentravam-se sobretudo no interior do Continente e nas Regiões Autónomas, refletindo uma imagem territorial tendencialmente simétrica à da competitividade e que sugere um aumento progressivo da qualidade ambiental do litoral para o interior. De salientar que, neste índice, 15 das 26 sub-regiões do país superavam a média nacional, com as Beiras e Serra da Estrela a ocupar a sexta posição da hierarquia nacional (106,22), liderada pela Região Autónoma dos Açores (113,84). Acima da média nacional e pertencente ao Centro, encontrava-se ainda três sub-regiões: a Região de Leiria (10.ª posição – 102,80), a Região de Coimbra (12.ª posição – 102,46) e a Beira Baixa (13.ª posição – 102,11). A Região de Aveiro, que é a quarta sub-região mais competitiva do país, apresentava-se nesta dimensão com o pior desempenho a nível nacional (26.ª posição – 94,31).

Em suma, através do comportamento diferenciado das sub-regiões nas três dimensões do desenvolvimento, que refletem o seu carácter multidimensional e a sua complexidade, torna-se, assim, patente a diversidade territorial existente na região. A dimensão da competitividade apresentava a maior disparidade regional, concentrando-se os melhores desempenhos no litoral do Continente. O índice de coesão reflete um território um pouco mais equilibrado, ainda que os melhores resultados se verificassem novamente nas sub-regiões do litoral. Já as sub-regiões do interior continuavam a destacar-se pela qualidade ambiental, que tende a melhorar do litoral para o interior da Região Centro, evidenciando-se uma disparidade territorial menor na qualidade ambiental do que a observada para a competitividade e a coesão.

Assim, conjugando a análise das várias dimensões consideradas, verifica-se que, em 2024, nenhuma sub-região do Centro apresentava um desempenho acima da média nacional simultaneamente nos quatro índices compósitos. A Região de Aveiro e a Região de Coimbra situavam-se acima da média nacional no índice global, estando aquém daquele referencial num dos índices parciais. No extremo oposto, com desempenhos abaixo da média nacional nos quatro índices, encontravam-se as sub-regiões Oeste e Viseu Dão Lafões. A Região de Coimbra e a Região de Leiria apresentavam um desempenho acima da média regional nos quatro índices compósitos.
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