Estão abertas as candidaturas à iniciativa Empreendedor 50+ da Região Centro 2026
Entre 10 e 30 de abril decorre o período de candidaturas à 7.ª edição da iniciativa Empreendedor 50+ da Região Centro, promovida pela CCDR Centro.
Esta distinção anual visa reconhecer empreendedoras e empreendedores que tenham iniciado a sua primeira atividade empresarial com 50 ou mais anos na região, destacando-se também a importância do empreendedorismo sénior e o seu papel no envelhecimento ativo e saudável.
As candidaturas são apresentadas exclusivamente através das seguintes 25 entidades parceiras da iniciativa:
Associações Empresariais:
AEBB – Associação Empresarial da Beira Baixa
AIDA – Associação Industrial do Distrito de Aveiro
AIRO – Associação Empresarial da Região do Oeste
AIRV – Associação Empresarial da Região de Viseu
CEC – Conselho Empresarial do Centro/CCIC – Câmara de Comércio e Indústria do Centro
NERGA – Associação Empresarial da Região da Guarda
NERLEI – Associação Empresarial da Região de Leiria
NERSANT – Associação Empresarial da Região de Santarém
Comunidades Intermunicipais (CIM):
CIM da Beira Baixa
CIM da Região de Aveiro
CIM da Região de Coimbra
CIM da Região de Leiria
CIM das Beiras e Serra da Estrela
CIM do Médio Tejo
CIM do Oeste
CIM Viseu Dão Lafões
Parques de Ciência e Tecnologia:
Biocant Park
Coimbra iParque
Instituto Pedro Nunes (IPN)
Parkurbis – Parque de Ciência e Tecnologia da Covilhã
PCI · Creative Science Park Aveiro Region
TAGUSVALLEY – Parque de Ciência e Tecnologia
Outros Parceiros:
IEFP – Delegação Regional do Centro
Portugal Inovação Social
Turismo Centro de Portugal
Conhece alguém que se enquadre nestas condições? Contacte uma das entidades parceiras e ajude-nos a dar visibilidade a histórias inspiradoras de empreendedorismo sénior!
Consulte mais informações sobre a iniciativa here.

Entre 10 e 30 de abril decorre o período de candidaturas à 7.ª edição da iniciativa Empreendedor 50+ da Região Centro, promovida pela CCDR Centro.
Esta distinção anual visa reconhecer empreendedoras e empreendedores que tenham iniciado a sua primeira atividade empresarial com 50 ou mais anos na região, destacando-se também a importância do empreendedorismo sénior e o seu papel no envelhecimento ativo e saudável.
As candidaturas são apresentadas exclusivamente através das seguintes 25 entidades parceiras da iniciativa:
Associações Empresariais:
AEBB – Associação Empresarial da Beira Baixa
AIDA – Associação Industrial do Distrito de Aveiro
AIRO – Associação Empresarial da Região do Oeste
AIRV – Associação Empresarial da Região de Viseu
CEC – Conselho Empresarial do Centro/CCIC – Câmara de Comércio e Indústria do Centro
NERGA – Associação Empresarial da Região da Guarda
NERLEI – Associação Empresarial da Região de Leiria
NERSANT – Associação Empresarial da Região de Santarém
Comunidades Intermunicipais (CIM):
CIM da Beira Baixa
CIM da Região de Aveiro
CIM da Região de Coimbra
CIM da Região de Leiria
CIM das Beiras e Serra da Estrela
CIM do Médio Tejo
CIM do Oeste
CIM Viseu Dão Lafões
Parques de Ciência e Tecnologia:
Biocant Park
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Parkurbis – Parque de Ciência e Tecnologia da Covilhã
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Outros Parceiros:
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Portugal Inovação Social
Turismo Centro de Portugal
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Entre 10 e 30 de abril decorre o período de candidaturas à 7.ª edição da iniciativa Empreendedor 50+ da Região Centro, promovida pela CCDR Centro.
Esta distinção anual visa reconhecer empreendedoras e empreendedores que tenham iniciado a sua primeira atividade empresarial com 50 ou mais anos na região, destacando-se também a importância do empreendedorismo sénior e o seu papel no envelhecimento ativo e saudável.
As candidaturas são apresentadas exclusivamente através das seguintes 25 entidades parceiras da iniciativa:
Associações Empresariais:
AEBB – Associação Empresarial da Beira Baixa
AIDA – Associação Industrial do Distrito de Aveiro
AIRO – Associação Empresarial da Região do Oeste
AIRV – Associação Empresarial da Região de Viseu
CEC – Conselho Empresarial do Centro/CCIC – Câmara de Comércio e Indústria do Centro
NERGA – Associação Empresarial da Região da Guarda
NERLEI – Associação Empresarial da Região de Leiria
NERSANT – Associação Empresarial da Região de Santarém
Comunidades Intermunicipais (CIM):
CIM da Beira Baixa
CIM da Região de Aveiro
CIM da Região de Coimbra
CIM da Região de Leiria
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CIM do Médio Tejo
CIM do Oeste
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Parques de Ciência e Tecnologia:
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- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 13/07/2026
Nos 100 municípios da Região Centro residiam 2,4 milhões de pessoas, em 2025, segundo as Estimativas de População Residente divulgadas recentemente pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), das quais 1,17 milhões eram homens (49%) e 1,24 milhões mulheres (51%). O Centro concentrava, assim, 21,1% da população residente em Portugal, mantendo o peso no total nacional registado nos dois anos anteriores. Comparativamente a 2024, a população do Centro cresceu 0,57% (ou seja, mais 13.611 pessoas do que no ano anterior), superando a variação nacional de 0,32%. Entre 2021 e 2025, o efetivo populacional da região aumentou 160.324 pessoas, traduzindo um acréscimo populacional de 7,1%. A população da Região Centro em 2025 é a segunda maior dos últimos 65 anos (tendo em consideração os valores dos últimos recenseamentos da população, ficando muito próxima dos valores registados em 1960. O acréscimo populacional no Centro, em 2025, resultou de um crescimento migratório (+1,13%) que mais do que compensou o decréscimo natural (-0,56%). Isto significa que o aumento do número de imigrantes foi superior ao de emigrantes e que superou o saldo natural negativo resultante dos óbitos serem superiores aos nados-vivos. Analisando a evolução populacional recente, observa-se que o crescimento migratório tem justificado, pelo menos desde 2021, o aumento da população residente no Centro (uma vez que o crescimento natural foi sempre negativo). Em 2025, o saldo migratório manteve-se positivo e com um crescimento acima de 1%, apesar de ter desacelerado face aos quatro anos anteriores (onde sobressaem os anos de 2022, 2023 e 2024 com fluxos migratórios excecionalmente elevados). Face ao ano anterior, o efetivo populacional cresceu na quase totalidade das sub-regiões do Centro, destacando-se o Médio Tejo (+0,88%), o Oeste (+0,86%), Viseu Dão Lafões (0,82%), a Região de Leiria (+0,68%) e a Região de Aveiro (+0,58%), com acréscimos simultaneamente acima das médias regional (0,57%) e nacional (0,32%). Ainda com aumentos populacionais superiores à média do país (mas abaixo da média da região) encontrava-se a Beira Baixa (+0,36%). Apenas nas Beiras e Serra da Estrela se registou um ligeiro decréscimo populacional (-0,17%). Assim, pode-se concluir que, em 2025, apesar de, em todas as sub-regiões do Centro, a taxa de crescimento natural ter sido negativa e a taxa de crescimento migratório positiva, apenas na sub-região Beiras e Serra da Estrela, o movimento migratório positivo não compensou a evolução negativa do saldo natural. Em 2025, as quatro sub-regiões do litoral - Região de Aveiro, Região de Coimbra, Região de Leiria e Oeste – concentravam 66,3% da população total do Centro, valor que aumenta para os 87,6% considerando o Médio Tejo e Viseu Dão Lafões. Os municípios mais populosos da região, com efetivos populacionais acima de 100.000 habitantes, continuam a ser Coimbra, Leiria e Viseu. Se consideramos também os municípios com mais de 50.000 habitantes, passaríamos a abranger mais 11 municípios: Torres Vedras, Aveiro, Figueira da Foz, Alcobaça, Caldas da Rainha, Castelo Branco, Ovar, Pombal, Covilhã, Alenquer e Águeda. Estes 14 municípios concentram praticamente metade da população regional (45,9%). Em 2025, 82 dos [...]
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 08/07/2026
Na mais recente edição do Índice Sintético de Desenvolvimento Regional, divulgada pelo Instituto Nacional de Estatística a 15 de junho de 2026, apenas cinco das 26 sub-regiões NUTS III do país superavam a média nacional, destacando-se, no Centro, a Região de Coimbra (101,09), que ocupava o terceiro lugar da hierarquia nacional, seguida da Região de Aveiro (100,97), no quarto lugar. A Grande Lisboa apresentava o índice mais elevado (107,83), seguindo-se a Área Metropolitana do Porto (103,10), ocupando o Alto Minho a quinta posição (100,49). Abaixo da média do país, mas bem posicionada na hierarquia nacional evidenciava-se também a Região de Leiria (7.ª posição, com um índice de 99,65). As sub-regiões Beiras e Serra da Estrela (96,61) e Médio Tejo (96,18) ocupavam a 12.ª e 13.º posição, respetivamente, seguindo-se o Oeste (95,35) e Viseu Dão Lafões (95,07), nas 15.ª e 16.ª posição, respetivamente. A Beira Baixa ocupava a 22.ª posição (92,67) entre as 26 sub-regiões do país. O Índice Sintético de Desenvolvimento Regional (ISDR) privilegia uma visão multidimensional do desenvolvimento regional, estruturando-o em três dimensões: competitividade, coesão e qualidade ambiental. O ISDR é calculado anualmente para as sub-regiões NUTS III do país, com base numa matriz de 65 indicadores estatísticos que, depois de tratados, originam quatro indicadores compósitos: competitividade, coesão, qualidade ambiental e índice global de desenvolvimento regional. Estes índices são apresentados por referência ao contexto nacional (Portugal = 100). No índice de competitividade, os resultados de 2024 voltaram a revelar que as sub-regiões com melhor desempenho se concentravam no litoral do Continente. A Região de Aveiro (com um índice de 106,84) era uma das três sub-regiões a superar a média nacional, posicionando-se na segunda posição da hierarquia nacional, atrás da Grande Lisboa (116,69), muito destacada das restantes, mas à frente da Área Metropolitana do Porto (106,64). Na Região Centro, seguia-se a Região de Coimbra (7.ª posição na hierarquia nacional – 94,92), a Região de Leiria (9.ª posição – 94,70) e as sub-regiões do Oeste (91,80), Viseu Dão Lafões (90,89) e Beiras e Serra da Estrela (90,30) nas 13.ª, 14.ª e 15.ª posição, respetivamente. A Beira Baixa era a NUTS III do Centro com o índice mais baixo (22.ª posição – 86,13). Na dimensão da coesão, os resultados refletem um retrato territorial um pouco mais equilibrado do que o observado para a competitividade, na medida em que nove sub-regiões superavam a média nacional, ainda que sejam maioritariamente territórios do litoral continental. A Região de Coimbra (106,20) apresentava o segundo melhor desempenho no índice de coesão, após a Grande Lisboa (108,80), posicionando-se à frente do Cávado (104,25), da Área Metropolitana do Porto (102,22), do Alentejo Central (102,20) e de mais três sub-regiões do Centro: o Médio Tejo (101,87 – 6.ª posição), a Região de Leiria (101,82 – 7.ª posição) e a Região de Aveiro (101,13 – 9.ª posição). A Beira Baixa voltava a apresentar o índice mais baixo entre as oito sub-regiões do Centro (90,58), situando-se na 20.ª posição da hierarquia nacional. No índice da qualidade ambiental, as sub-regiões com melhor [...]
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 07/07/2026
No primeiro trimestre de 2026, os edifícios concluídos aumentaram 4,2% na Região Centro, em termos homólogos, superando a evolução nacional de 1,5% e prosseguindo o crescimento dos dois trimestres precedentes. Também o mercado de trabalho, as saídas de bens do comércio internacional e os créditos concedidos às empresas e para habitação e consumo observaram evoluções homólogas favoráveis. Em contraste, as constituições e ações de insolvência de empresas, os indicadores do licenciamento e a atividade turística observaram contrações homólogas neste trimestre. Já a inflação acelerou face ao trimestre homólogo e aos trimestres anteriores. Estas são algumas das conclusões do n.º 70 do “Centro de Portugal – Boletim Trimestral”, publicação que analisa a evolução conjuntural da região Centro. No primeiro trimestre de 2026, o Produto Interno Bruto registou um crescimento homólogo real de 2,3%, justificado pelo contributo positivo da procura interna que superou o contributo negativo da procura externa líquida. A taxa de desemprego nacional foi de 6,1%, valor acima do observado no período anterior, mas inferior ao do período homólogo. Já o nível de preços permaneceu nos 2,2%, tendo desacelerado em relação ao mesmo trimestre de 2025. A confiança dos consumidores piorou, enquanto o indicador de clima económico permaneceu positivo e superou o valor do trimestre homólogo. O euro reforçou a valorização face ao dólar registada nos trimestres anteriores, contrariando a depreciação verificada no período homólogo. Relativamente à Região Centro, continuou a assistir-se a uma evolução favorável do mercado de trabalho regional, decorrente dos aumentos das taxas de atividade e de emprego e da diminuição do desemprego. Já o salário médio líquido mensal dos trabalhadores por conta de outrem voltou a aumentar face a igual período do ano anterior, o que se verifica há mais de dois anos consecutivos. No setor empresarial regional registaram-se diminuições homólogas nas constituições e nas ações de insolvência de empresas, por contraste com o país, que aumentou em ambas as variáveis. Os empréstimos concedidos às empresas aumentaram na região, o que já não sucedia desde meados de 2021. Também o peso regional dos empréstimos vencidos no total dos concedidos aumentou face ao mesmo trimestre do ano de 2025. O setor da construção regional apresentou uma evolução homóloga positiva das obras concluídas, com exceção dos novos fogos para habitação familiar, enquanto o licenciamento evoluiu negativamente. A nível nacional, todos os indicadores das obras concluídas evoluíram favoravelmente, por contraste com o licenciamento que decresceu. Relativamente à evolução dos empréstimos à habitação em termos homólogos reais, o crédito concedido para habitação continuou a acelerar, enquanto os empréstimos vencidos registaram nova quebra significativa. Na atividade turística, os hóspedes, as dormidas e os proveitos dos estabelecimentos de alojamento turístico diminuíram na região, contrariando a tendência de crescimento que se verificava nos trimestres anteriores. Já a estada média na região manteve-se inalterada face a igual período do ano anterior. O comércio internacional de bens evoluiu positivamente na região, decorrente do crescimento homólogo real das saídas e das entradas de bens. A variação regional das saídas reflete o contributo positivo tanto do [...]
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- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 08/07/2026
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- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 07/07/2026
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- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 06/07/2026
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro) promove, no próximo dia 7 de julho de 2026, pelas 15h00, uma visita técnica à empresa Balbino & Faustino, Lda., localizada na Zona Industrial do Casal da Areia, em Alcobaça. Esta será a primeira de um ciclo de visitas promovidas no âmbito do Pacto para a Economia Circular no Centro, as quais visam dar a conhecer projetos e boas práticas de economia circular desenvolvidos pelas entidades subscritoras da 3.ª edição do Pacto, promovendo a partilha de conhecimento, a inspiração e a replicação de soluções inovadoras na Região Centro. A Balbino & Faustino, Lda., empresa dedicada ao fabrico e comercialização de derivados de madeira e componentes para a indústria do mobiliário, assumiu um conjunto de compromissos relevantes no âmbito da sua adesão ao Pacto, entre os quais se destacam o alargamento do âmbito da certificação ISO 14001, o desenvolvimento da Declaração Ambiental de Produto (DAP), a melhoria da eficiência energética das suas instalações, a criação de uma Ilha de Biodiversidade e a promoção de ações de sensibilização ambiental dirigidas à comunidade. A visita proporcionará aos participantes a oportunidade de conhecer, no terreno, as iniciativas implementadas pela empresa e de contactar com soluções concretas que demonstram como a inovação, a eficiência na utilização dos recursos e a valorização de materiais podem contribuir para acelerar a transição para uma economia mais circular e sustentável. Este roteiro de visitas integra o plano de atividades do Pacto para a Economia Circular no Centro, uma iniciativa coordenada pela CCDR Centro que reúne atualmente 210 entidades comprometidas com a implementação de ações concretas de economia circular até dezembro de 2027, reforçando a cooperação entre empresas, instituições de ensino superior, centros de investigação, entidades da administração pública e outras organizações da região. Mais informações sobre o Pacto para a Economia Circular no Centro podem ser consultadas em https://pactoec.ccdrc.pt/
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 13/07/2026
Nos 100 municípios da Região Centro residiam 2,4 milhões de pessoas, em 2025, segundo as Estimativas de População Residente divulgadas recentemente pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), das quais 1,17 milhões eram homens (49%) e 1,24 milhões mulheres (51%). O Centro concentrava, assim, 21,1% da população residente em Portugal, mantendo o peso no total nacional registado nos dois anos anteriores. Comparativamente a 2024, a população do Centro cresceu 0,57% (ou seja, mais 13.611 pessoas do que no ano anterior), superando a variação nacional de 0,32%. Entre 2021 e 2025, o efetivo populacional da região aumentou 160.324 pessoas, traduzindo um acréscimo populacional de 7,1%. A população da Região Centro em 2025 é a segunda maior dos últimos 65 anos (tendo em consideração os valores dos últimos recenseamentos da população, ficando muito próxima dos valores registados em 1960. O acréscimo populacional no Centro, em 2025, resultou de um crescimento migratório (+1,13%) que mais do que compensou o decréscimo natural (-0,56%). Isto significa que o aumento do número de imigrantes foi superior ao de emigrantes e que superou o saldo natural negativo resultante dos óbitos serem superiores aos nados-vivos. Analisando a evolução populacional recente, observa-se que o crescimento migratório tem justificado, pelo menos desde 2021, o aumento da população residente no Centro (uma vez que o crescimento natural foi sempre negativo). Em 2025, o saldo migratório manteve-se positivo e com um crescimento acima de 1%, apesar de ter desacelerado face aos quatro anos anteriores (onde sobressaem os anos de 2022, 2023 e 2024 com fluxos migratórios excecionalmente elevados). Face ao ano anterior, o efetivo populacional cresceu na quase totalidade das sub-regiões do Centro, destacando-se o Médio Tejo (+0,88%), o Oeste (+0,86%), Viseu Dão Lafões (0,82%), a Região de Leiria (+0,68%) e a Região de Aveiro (+0,58%), com acréscimos simultaneamente acima das médias regional (0,57%) e nacional (0,32%). Ainda com aumentos populacionais superiores à média do país (mas abaixo da média da região) encontrava-se a Beira Baixa (+0,36%). Apenas nas Beiras e Serra da Estrela se registou um ligeiro decréscimo populacional (-0,17%). Assim, pode-se concluir que, em 2025, apesar de, em todas as sub-regiões do Centro, a taxa de crescimento natural ter sido negativa e a taxa de crescimento migratório positiva, apenas na sub-região Beiras e Serra da Estrela, o movimento migratório positivo não compensou a evolução negativa do saldo natural. Em 2025, as quatro sub-regiões do litoral - Região de Aveiro, Região de Coimbra, Região de Leiria e Oeste – concentravam 66,3% da população total do Centro, valor que aumenta para os 87,6% considerando o Médio Tejo e Viseu Dão Lafões. Os municípios mais populosos da região, com efetivos populacionais acima de 100.000 habitantes, continuam a ser Coimbra, Leiria e Viseu. Se consideramos também os municípios com mais de 50.000 habitantes, passaríamos a abranger mais 11 municípios: Torres Vedras, Aveiro, Figueira da Foz, Alcobaça, Caldas da Rainha, Castelo Branco, Ovar, Pombal, Covilhã, Alenquer e Águeda. Estes 14 municípios concentram praticamente metade da população regional (45,9%). Em 2025, 82 dos [...]
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 08/07/2026
Na mais recente edição do Índice Sintético de Desenvolvimento Regional, divulgada pelo Instituto Nacional de Estatística a 15 de junho de 2026, apenas cinco das 26 sub-regiões NUTS III do país superavam a média nacional, destacando-se, no Centro, a Região de Coimbra (101,09), que ocupava o terceiro lugar da hierarquia nacional, seguida da Região de Aveiro (100,97), no quarto lugar. A Grande Lisboa apresentava o índice mais elevado (107,83), seguindo-se a Área Metropolitana do Porto (103,10), ocupando o Alto Minho a quinta posição (100,49). Abaixo da média do país, mas bem posicionada na hierarquia nacional evidenciava-se também a Região de Leiria (7.ª posição, com um índice de 99,65). As sub-regiões Beiras e Serra da Estrela (96,61) e Médio Tejo (96,18) ocupavam a 12.ª e 13.º posição, respetivamente, seguindo-se o Oeste (95,35) e Viseu Dão Lafões (95,07), nas 15.ª e 16.ª posição, respetivamente. A Beira Baixa ocupava a 22.ª posição (92,67) entre as 26 sub-regiões do país. O Índice Sintético de Desenvolvimento Regional (ISDR) privilegia uma visão multidimensional do desenvolvimento regional, estruturando-o em três dimensões: competitividade, coesão e qualidade ambiental. O ISDR é calculado anualmente para as sub-regiões NUTS III do país, com base numa matriz de 65 indicadores estatísticos que, depois de tratados, originam quatro indicadores compósitos: competitividade, coesão, qualidade ambiental e índice global de desenvolvimento regional. Estes índices são apresentados por referência ao contexto nacional (Portugal = 100). No índice de competitividade, os resultados de 2024 voltaram a revelar que as sub-regiões com melhor desempenho se concentravam no litoral do Continente. A Região de Aveiro (com um índice de 106,84) era uma das três sub-regiões a superar a média nacional, posicionando-se na segunda posição da hierarquia nacional, atrás da Grande Lisboa (116,69), muito destacada das restantes, mas à frente da Área Metropolitana do Porto (106,64). Na Região Centro, seguia-se a Região de Coimbra (7.ª posição na hierarquia nacional – 94,92), a Região de Leiria (9.ª posição – 94,70) e as sub-regiões do Oeste (91,80), Viseu Dão Lafões (90,89) e Beiras e Serra da Estrela (90,30) nas 13.ª, 14.ª e 15.ª posição, respetivamente. A Beira Baixa era a NUTS III do Centro com o índice mais baixo (22.ª posição – 86,13). Na dimensão da coesão, os resultados refletem um retrato territorial um pouco mais equilibrado do que o observado para a competitividade, na medida em que nove sub-regiões superavam a média nacional, ainda que sejam maioritariamente territórios do litoral continental. A Região de Coimbra (106,20) apresentava o segundo melhor desempenho no índice de coesão, após a Grande Lisboa (108,80), posicionando-se à frente do Cávado (104,25), da Área Metropolitana do Porto (102,22), do Alentejo Central (102,20) e de mais três sub-regiões do Centro: o Médio Tejo (101,87 – 6.ª posição), a Região de Leiria (101,82 – 7.ª posição) e a Região de Aveiro (101,13 – 9.ª posição). A Beira Baixa voltava a apresentar o índice mais baixo entre as oito sub-regiões do Centro (90,58), situando-se na 20.ª posição da hierarquia nacional. No índice da qualidade ambiental, as sub-regiões com melhor [...]
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 07/07/2026
No primeiro trimestre de 2026, os edifícios concluídos aumentaram 4,2% na Região Centro, em termos homólogos, superando a evolução nacional de 1,5% e prosseguindo o crescimento dos dois trimestres precedentes. Também o mercado de trabalho, as saídas de bens do comércio internacional e os créditos concedidos às empresas e para habitação e consumo observaram evoluções homólogas favoráveis. Em contraste, as constituições e ações de insolvência de empresas, os indicadores do licenciamento e a atividade turística observaram contrações homólogas neste trimestre. Já a inflação acelerou face ao trimestre homólogo e aos trimestres anteriores. Estas são algumas das conclusões do n.º 70 do “Centro de Portugal – Boletim Trimestral”, publicação que analisa a evolução conjuntural da região Centro. No primeiro trimestre de 2026, o Produto Interno Bruto registou um crescimento homólogo real de 2,3%, justificado pelo contributo positivo da procura interna que superou o contributo negativo da procura externa líquida. A taxa de desemprego nacional foi de 6,1%, valor acima do observado no período anterior, mas inferior ao do período homólogo. Já o nível de preços permaneceu nos 2,2%, tendo desacelerado em relação ao mesmo trimestre de 2025. A confiança dos consumidores piorou, enquanto o indicador de clima económico permaneceu positivo e superou o valor do trimestre homólogo. O euro reforçou a valorização face ao dólar registada nos trimestres anteriores, contrariando a depreciação verificada no período homólogo. Relativamente à Região Centro, continuou a assistir-se a uma evolução favorável do mercado de trabalho regional, decorrente dos aumentos das taxas de atividade e de emprego e da diminuição do desemprego. Já o salário médio líquido mensal dos trabalhadores por conta de outrem voltou a aumentar face a igual período do ano anterior, o que se verifica há mais de dois anos consecutivos. No setor empresarial regional registaram-se diminuições homólogas nas constituições e nas ações de insolvência de empresas, por contraste com o país, que aumentou em ambas as variáveis. Os empréstimos concedidos às empresas aumentaram na região, o que já não sucedia desde meados de 2021. Também o peso regional dos empréstimos vencidos no total dos concedidos aumentou face ao mesmo trimestre do ano de 2025. O setor da construção regional apresentou uma evolução homóloga positiva das obras concluídas, com exceção dos novos fogos para habitação familiar, enquanto o licenciamento evoluiu negativamente. A nível nacional, todos os indicadores das obras concluídas evoluíram favoravelmente, por contraste com o licenciamento que decresceu. Relativamente à evolução dos empréstimos à habitação em termos homólogos reais, o crédito concedido para habitação continuou a acelerar, enquanto os empréstimos vencidos registaram nova quebra significativa. Na atividade turística, os hóspedes, as dormidas e os proveitos dos estabelecimentos de alojamento turístico diminuíram na região, contrariando a tendência de crescimento que se verificava nos trimestres anteriores. Já a estada média na região manteve-se inalterada face a igual período do ano anterior. O comércio internacional de bens evoluiu positivamente na região, decorrente do crescimento homólogo real das saídas e das entradas de bens. A variação regional das saídas reflete o contributo positivo tanto do [...]





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