Subscreva o Pacto para a Economia Circular no Centro
Encontra-se aberto o período de subscrição da 3.ª edição do Pacto para a Economia Circular no Centro, uma iniciativa promovida pela CCDR Centro que se baseia no compromisso das entidades aderentes em desenvolver ações que contribuam para uma economia mais circular na região Centro.
Com o objetivo de reforçar a partilha e a capacitação, esta edição do Pacto será estruturada em Comunidades de Prática, dinamizadas pela CCDR Centro, permitindo às entidades subscritoras um trabalho mais colaborativo e orientado para os desafios específicos das suas áreas de intervenção.
A subscrição poderá ser efetuada até ao dia 15 de janeiro de 2026. Para aderir à iniciativa, basta preencher este formulário.
Junte-se ao compromisso pela circularidade na região Centro e acompanhe todas as novidades aqui.
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- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 16/01/2026
A região Centro apresentava, em 2025, um valor de 4,41 no Indicador Global de Avaliação (numa escala de 1 a 7), traduzindo uma ligeira melhoria no seu desempenho global face ao ano anterior (4,40). O Indicador Global de Avaliação tem como objetivo acompanhar a evolução da região numa perspetiva global do sucesso regional, permitindo uma leitura sintética e imediata do seu comportamento relativo face às restantes seis regiões portuguesas. Os resultados do indicador global encontram-se desagregados por cinco dimensões de análise e a sua atualização é feita anualmente. Relativamente a estas cinco dimensões, a região melhorou quantitativamente na “coesão” e no “crescimento e competitividade”, manteve-se estável na dimensão “qualidade de vida” e piorou nas dimensões “potencial humano” e “sustentabilidade ambiental e energética”. Face ao ano anterior, destacaram-se, pela evolução favorável, os indicadores que aferem as desigualdades na distribuição do rendimento na região e as assimetrias territoriais, cujas melhorias tiveram impacto positivo na dimensão “coesão”, bem como os indicadores relativos ao crescimento do Investimento Direto Estrangeiro e do peso do investimento em Investigação e Desenvolvimento no Produto Interno Bruto, que contribuíram para a melhoria na componente “crescimento e competitividade”. Pelo contrário, entre os indicadores com evoluções mais desfavoráveis, destaca-se a taxa de desemprego jovem, a taxa de variação da população residente e o peso da população jovem com formação superior, que contribuíram negativamente para a componente “potencial humano”, e a percentagem de energias renováveis no consumo final de energia elétrica e o consumo de energia primária no PIB, que tiveram impacto negativo na dimensão “sustentabilidade ambiental e energética”. Em 2025, o Centro manteve-se como a terceira região do país com melhor desempenho global, depois da Área Metropolitana de Lisboa e da região Norte. Na dimensão “coesão” subiu para a primeira posição da hierarquia nacional (na edição anterior, encontrava-se em terceiro), tendo mantido o primeiro lugar no “potencial humano”, o terceiro no “crescimento e competitividade” e a sétima posição no que respeita à “qualidade de vida”. No entanto, na “sustentabilidade ambiental e energética” desceu para a quinta posição da hierarquia nacional (em 2024, ocupava o quarto lugar). Os resultados obtidos pela região Centro continuam a evidenciar um desempenho muito positivo na educação e no emprego, traduzido pelos bons resultados de exames nacionais, pela crescente participação em atividades de aprendizagem ao longo da vida, pela elevada percentagem da população com formação superior e pela baixa taxa de desemprego. Destaca-se ainda um posicionamento favorável no que respeita ao investimento direto estrangeiro, à inovação e às exportações de bens. De salientar também, a capacidade de atração de população para a região, que tem permitido atenuar o declínio demográfico que se tinha vindo a verificar, bem como a redução das desigualdades na distribuição do rendimento e das assimetrias regionais. Ainda assim, persistem assimetrias territoriais e fragilidades ao nível da produtividade e da criação de riqueza, problemas estruturais da região Centro. Continuam ainda a evidenciar-se debilidades na área energética, no que respeita à emissão de gases com efeito de estufa e ao [...]
- Categories: Desenvolvimento regional, InformaçãoPublished On: 13/01/2026
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro) promove na quinta-feira, dia 15 de janeiro, às 14h30, em Castelo Branco, uma visita à INOVCLUSTER - Associação do Cluster Agro-Industrial do Centro e ao CATAA - Centro de Apoio Tecnológico Agroalimentar, no âmbito do Roteiro da Economia Circular na Região Centro, com o objetivo de mostrar práticas que contribuem para a sustentabilidade social e ambiental. Este Roteiro, integrado na Agenda de Economia Circular do Centro, tem como objetivo divulgar e valorizar boas práticas de economia circular desenvolvidas na região, através de um conjunto de visitas a entidades que subscreveram a 2.ª edição do Pacto para a Economia Circular no Centro. No âmbito da sua adesão ao Pacto, a INOVCLUSTER e o CATAA assumiram compromissos relacionados com a valorização de produtos alimentares endógenos, desenvolvimento de novos produtos e, ainda, com a sensibilização da comunidade para a importância da economia circular no setor agroalimentar. Esta edição do roteiro teve início a 21 de novembro de 2025 e terminará a 22 de janeiro de 2026, sendo de participação aberta a todos os interessados, mediante inscrição prévia. O programa completo e o formulário de inscrição encontram-se disponíveis em https://agendacircular.ccdrc.pt/roteiro-2-a-edicao. Entretanto continua a decorrer o período de subscrições para a 3.ª edição do Pacto para a Economia Circular do Centro. Todas as entidades regionais interessadas, poderão formalizar a sua adesão, até ao próximo dia 15 de janeiro de 2026, aqui.
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 09/01/2026
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro) disponibiliza uma nova ferramenta de monitorização e acompanhamento trimestral dos investimentos financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) na região Centro. Trata-se da sistematização da informação disponibilizada por este programa, apresentada de forma clara e concisa, que permite conhecer melhor a evolução das aprovações e da execução financeira do PRR, em diferentes escalas territoriais. Para além de sintetizar os principais agregados para a região Centro, são também apresentadas infografias para cada uma das oito sub-regiões, que incorporam alguma informação por município. Note-se, no entanto, que, sendo o PRR um programa nacional, existem projetos de implementação nacional, com montantes significativos de fundos aplicados em investimentos transversais ao país. Esses fundos não se encontram regionalizados, pelo que não são considerados nesta análise, sendo, apenas, monitorizados os projetos com investimentos aplicados diretamente na região Centro. No PRR, até 30 de setembro de 2025, estavam aprovados 3,8 mil milhões de euros para aplicação na região Centro, dos quais 3,7 mil milhões de euros estavam já contratados (tratam-se apenas de investimentos aplicados diretamente na Região Centro). Os projetos contratados totalizavam 71.982 e os pagamentos aos beneficiários ascendiam a 1,5 mil milhões de euros, o que corresponde a 40,6% do valor contratado. A dimensão Resiliência, associada a um aumento da capacidade de reação e de superação face a crises eminentes e aos desafios atuais e futuros, destaca-se pelo maior valor de montante contratado (2,8 mil milhões de euros), correspondendo a 77% do total contratado na região. Segue-se a dimensão da Transição Climática, com 664 milhões de euros contratados (18%) e a dimensão da Transição Digital, com 198,4 milhões de euros contratados (5%). Peso do montante contratado na região Centro por Dimensão (%) Destacam-se pelos elevados montantes contratados, os investimentos associados às Agendas/Alianças Mobilizadoras para a Inovação Empresarial (410 milhões de euros) e Agendas/Alianças Verdes para a Inovação Empresarial (390 milhões de euros), que, em conjunto, representam 21,6% do total contratado na região; os investimentos para projetos de descarbonização do setor industrial e empresarial (279 milhões de euros contratados, que representam 7,6% do total da região); e os investimentos destinados à renovação ou à construção de novas escolas na região (6,5%, que correspondem a 242 milhões de euros). Montantes contratados na região Centro por Tipologia de Investimentos (M€) Em termos sub-regionais destacam-se a Região de Coimbra e a Região de Aveiro como os territórios com maior montante contratado da região, concentrando 24,0% e 21,9%do total regional, respetivamente, sendo também estas duas sub-regiões que registaram os maiores valores contratados por habitante, superando os 2.000 euros por habitante. À escala municipal, destacam-se os municípios de Coimbra, Aveiro, Leiria, Águeda, Viseu, Ílhavo, Figueira da Foz, Marinha Grande, Estarreja e Guarda pelos elevados montantes contratados e pagos. Consulte aqui a versão integral da infografia.
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 16/01/2026
A região Centro apresentava, em 2025, um valor de 4,41 no Indicador Global de Avaliação (numa escala de 1 a 7), traduzindo uma ligeira melhoria no seu desempenho global face ao ano anterior (4,40). O Indicador Global de Avaliação tem como objetivo acompanhar a evolução da região numa perspetiva global do sucesso regional, permitindo uma leitura sintética e imediata do seu comportamento relativo face às restantes seis regiões portuguesas. Os resultados do indicador global encontram-se desagregados por cinco dimensões de análise e a sua atualização é feita anualmente. Relativamente a estas cinco dimensões, a região melhorou quantitativamente na “coesão” e no “crescimento e competitividade”, manteve-se estável na dimensão “qualidade de vida” e piorou nas dimensões “potencial humano” e “sustentabilidade ambiental e energética”. Face ao ano anterior, destacaram-se, pela evolução favorável, os indicadores que aferem as desigualdades na distribuição do rendimento na região e as assimetrias territoriais, cujas melhorias tiveram impacto positivo na dimensão “coesão”, bem como os indicadores relativos ao crescimento do Investimento Direto Estrangeiro e do peso do investimento em Investigação e Desenvolvimento no Produto Interno Bruto, que contribuíram para a melhoria na componente “crescimento e competitividade”. Pelo contrário, entre os indicadores com evoluções mais desfavoráveis, destaca-se a taxa de desemprego jovem, a taxa de variação da população residente e o peso da população jovem com formação superior, que contribuíram negativamente para a componente “potencial humano”, e a percentagem de energias renováveis no consumo final de energia elétrica e o consumo de energia primária no PIB, que tiveram impacto negativo na dimensão “sustentabilidade ambiental e energética”. Em 2025, o Centro manteve-se como a terceira região do país com melhor desempenho global, depois da Área Metropolitana de Lisboa e da região Norte. Na dimensão “coesão” subiu para a primeira posição da hierarquia nacional (na edição anterior, encontrava-se em terceiro), tendo mantido o primeiro lugar no “potencial humano”, o terceiro no “crescimento e competitividade” e a sétima posição no que respeita à “qualidade de vida”. No entanto, na “sustentabilidade ambiental e energética” desceu para a quinta posição da hierarquia nacional (em 2024, ocupava o quarto lugar). Os resultados obtidos pela região Centro continuam a evidenciar um desempenho muito positivo na educação e no emprego, traduzido pelos bons resultados de exames nacionais, pela crescente participação em atividades de aprendizagem ao longo da vida, pela elevada percentagem da população com formação superior e pela baixa taxa de desemprego. Destaca-se ainda um posicionamento favorável no que respeita ao investimento direto estrangeiro, à inovação e às exportações de bens. De salientar também, a capacidade de atração de população para a região, que tem permitido atenuar o declínio demográfico que se tinha vindo a verificar, bem como a redução das desigualdades na distribuição do rendimento e das assimetrias regionais. Ainda assim, persistem assimetrias territoriais e fragilidades ao nível da produtividade e da criação de riqueza, problemas estruturais da região Centro. Continuam ainda a evidenciar-se debilidades na área energética, no que respeita à emissão de gases com efeito de estufa e ao [...]
- Categories: Desenvolvimento regional, InformaçãoPublished On: 13/01/2026
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro) promove na quinta-feira, dia 15 de janeiro, às 14h30, em Castelo Branco, uma visita à INOVCLUSTER - Associação do Cluster Agro-Industrial do Centro e ao CATAA - Centro de Apoio Tecnológico Agroalimentar, no âmbito do Roteiro da Economia Circular na Região Centro, com o objetivo de mostrar práticas que contribuem para a sustentabilidade social e ambiental. Este Roteiro, integrado na Agenda de Economia Circular do Centro, tem como objetivo divulgar e valorizar boas práticas de economia circular desenvolvidas na região, através de um conjunto de visitas a entidades que subscreveram a 2.ª edição do Pacto para a Economia Circular no Centro. No âmbito da sua adesão ao Pacto, a INOVCLUSTER e o CATAA assumiram compromissos relacionados com a valorização de produtos alimentares endógenos, desenvolvimento de novos produtos e, ainda, com a sensibilização da comunidade para a importância da economia circular no setor agroalimentar. Esta edição do roteiro teve início a 21 de novembro de 2025 e terminará a 22 de janeiro de 2026, sendo de participação aberta a todos os interessados, mediante inscrição prévia. O programa completo e o formulário de inscrição encontram-se disponíveis em https://agendacircular.ccdrc.pt/roteiro-2-a-edicao. Entretanto continua a decorrer o período de subscrições para a 3.ª edição do Pacto para a Economia Circular do Centro. Todas as entidades regionais interessadas, poderão formalizar a sua adesão, até ao próximo dia 15 de janeiro de 2026, aqui.
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 09/01/2026
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro) disponibiliza uma nova ferramenta de monitorização e acompanhamento trimestral dos investimentos financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) na região Centro. Trata-se da sistematização da informação disponibilizada por este programa, apresentada de forma clara e concisa, que permite conhecer melhor a evolução das aprovações e da execução financeira do PRR, em diferentes escalas territoriais. Para além de sintetizar os principais agregados para a região Centro, são também apresentadas infografias para cada uma das oito sub-regiões, que incorporam alguma informação por município. Note-se, no entanto, que, sendo o PRR um programa nacional, existem projetos de implementação nacional, com montantes significativos de fundos aplicados em investimentos transversais ao país. Esses fundos não se encontram regionalizados, pelo que não são considerados nesta análise, sendo, apenas, monitorizados os projetos com investimentos aplicados diretamente na região Centro. No PRR, até 30 de setembro de 2025, estavam aprovados 3,8 mil milhões de euros para aplicação na região Centro, dos quais 3,7 mil milhões de euros estavam já contratados (tratam-se apenas de investimentos aplicados diretamente na Região Centro). Os projetos contratados totalizavam 71.982 e os pagamentos aos beneficiários ascendiam a 1,5 mil milhões de euros, o que corresponde a 40,6% do valor contratado. A dimensão Resiliência, associada a um aumento da capacidade de reação e de superação face a crises eminentes e aos desafios atuais e futuros, destaca-se pelo maior valor de montante contratado (2,8 mil milhões de euros), correspondendo a 77% do total contratado na região. Segue-se a dimensão da Transição Climática, com 664 milhões de euros contratados (18%) e a dimensão da Transição Digital, com 198,4 milhões de euros contratados (5%). Peso do montante contratado na região Centro por Dimensão (%) Destacam-se pelos elevados montantes contratados, os investimentos associados às Agendas/Alianças Mobilizadoras para a Inovação Empresarial (410 milhões de euros) e Agendas/Alianças Verdes para a Inovação Empresarial (390 milhões de euros), que, em conjunto, representam 21,6% do total contratado na região; os investimentos para projetos de descarbonização do setor industrial e empresarial (279 milhões de euros contratados, que representam 7,6% do total da região); e os investimentos destinados à renovação ou à construção de novas escolas na região (6,5%, que correspondem a 242 milhões de euros). Montantes contratados na região Centro por Tipologia de Investimentos (M€) Em termos sub-regionais destacam-se a Região de Coimbra e a Região de Aveiro como os territórios com maior montante contratado da região, concentrando 24,0% e 21,9%do total regional, respetivamente, sendo também estas duas sub-regiões que registaram os maiores valores contratados por habitante, superando os 2.000 euros por habitante. À escala municipal, destacam-se os municípios de Coimbra, Aveiro, Leiria, Águeda, Viseu, Ílhavo, Figueira da Foz, Marinha Grande, Estarreja e Guarda pelos elevados montantes contratados e pagos. Consulte aqui a versão integral da infografia.
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 06/01/2026
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro) promove quinta-feira, dia 8 de janeiro, às 14h30, uma visita à Saint Gobain Portugal, S.A., em Pombal, no âmbito do Roteiro da Economia Circular na Região Centro, com o objetivo de mostrar práticas que contribuem para a sustentabilidade social e ambiental. Este Roteiro, integrado na Agenda de Economia Circular do Centro, tem como objetivo divulgar e valorizar boas práticas de economia circular desenvolvidas na região, através de um conjunto de visitas a entidades que subscreveram a 2.ª edição do Pacto para a Economia Circular no Centro. No âmbito da sua adesão ao Pacto, a Saint Gobain Portugal, S.A. assumiu compromissos relacionados com a redução de utilização de materiais virgens, eliminação de embalagens não recicláveis e a diminuição de emissões de CO2 associadas ao Scope 3. Esta visita permitirá, assim, conhecer o modo como os princípios da economia circular se articulam com o domínio dos materiais, tooling e tecnologias de produção, evidenciando práticas que contribuem para a sustentabilidade social e ambiental. Esta edição do roteiro teve início a 21 de novembro de 2025 e terminará a 22 de janeiro de 2026, sendo de participação aberta a todos os interessados, mediante inscrição prévia. O programa completo e o formulário de inscrição encontram-se disponíveis em https://agendacircular.ccdrc.pt/roteiro-2-a-edicao. Entretanto está já a decorrer o período de subscrições para a 3.ª edição do Pacto para a Economia Circular do Centro. Todas as entidades regionais interessadas, poderão formalizar a sua adesão, até ao próximo dia 15 de janeiro de 2026, aqui .
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 16/01/2026
A região Centro apresentava, em 2025, um valor de 4,41 no Indicador Global de Avaliação (numa escala de 1 a 7), traduzindo uma ligeira melhoria no seu desempenho global face ao ano anterior (4,40). O Indicador Global de Avaliação tem como objetivo acompanhar a evolução da região numa perspetiva global do sucesso regional, permitindo uma leitura sintética e imediata do seu comportamento relativo face às restantes seis regiões portuguesas. Os resultados do indicador global encontram-se desagregados por cinco dimensões de análise e a sua atualização é feita anualmente. Relativamente a estas cinco dimensões, a região melhorou quantitativamente na “coesão” e no “crescimento e competitividade”, manteve-se estável na dimensão “qualidade de vida” e piorou nas dimensões “potencial humano” e “sustentabilidade ambiental e energética”. Face ao ano anterior, destacaram-se, pela evolução favorável, os indicadores que aferem as desigualdades na distribuição do rendimento na região e as assimetrias territoriais, cujas melhorias tiveram impacto positivo na dimensão “coesão”, bem como os indicadores relativos ao crescimento do Investimento Direto Estrangeiro e do peso do investimento em Investigação e Desenvolvimento no Produto Interno Bruto, que contribuíram para a melhoria na componente “crescimento e competitividade”. Pelo contrário, entre os indicadores com evoluções mais desfavoráveis, destaca-se a taxa de desemprego jovem, a taxa de variação da população residente e o peso da população jovem com formação superior, que contribuíram negativamente para a componente “potencial humano”, e a percentagem de energias renováveis no consumo final de energia elétrica e o consumo de energia primária no PIB, que tiveram impacto negativo na dimensão “sustentabilidade ambiental e energética”. Em 2025, o Centro manteve-se como a terceira região do país com melhor desempenho global, depois da Área Metropolitana de Lisboa e da região Norte. Na dimensão “coesão” subiu para a primeira posição da hierarquia nacional (na edição anterior, encontrava-se em terceiro), tendo mantido o primeiro lugar no “potencial humano”, o terceiro no “crescimento e competitividade” e a sétima posição no que respeita à “qualidade de vida”. No entanto, na “sustentabilidade ambiental e energética” desceu para a quinta posição da hierarquia nacional (em 2024, ocupava o quarto lugar). Os resultados obtidos pela região Centro continuam a evidenciar um desempenho muito positivo na educação e no emprego, traduzido pelos bons resultados de exames nacionais, pela crescente participação em atividades de aprendizagem ao longo da vida, pela elevada percentagem da população com formação superior e pela baixa taxa de desemprego. Destaca-se ainda um posicionamento favorável no que respeita ao investimento direto estrangeiro, à inovação e às exportações de bens. De salientar também, a capacidade de atração de população para a região, que tem permitido atenuar o declínio demográfico que se tinha vindo a verificar, bem como a redução das desigualdades na distribuição do rendimento e das assimetrias regionais. Ainda assim, persistem assimetrias territoriais e fragilidades ao nível da produtividade e da criação de riqueza, problemas estruturais da região Centro. Continuam ainda a evidenciar-se debilidades na área energética, no que respeita à emissão de gases com efeito de estufa e ao [...]
- Categories: Desenvolvimento regional, InformaçãoPublished On: 13/01/2026
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro) promove na quinta-feira, dia 15 de janeiro, às 14h30, em Castelo Branco, uma visita à INOVCLUSTER - Associação do Cluster Agro-Industrial do Centro e ao CATAA - Centro de Apoio Tecnológico Agroalimentar, no âmbito do Roteiro da Economia Circular na Região Centro, com o objetivo de mostrar práticas que contribuem para a sustentabilidade social e ambiental. Este Roteiro, integrado na Agenda de Economia Circular do Centro, tem como objetivo divulgar e valorizar boas práticas de economia circular desenvolvidas na região, através de um conjunto de visitas a entidades que subscreveram a 2.ª edição do Pacto para a Economia Circular no Centro. No âmbito da sua adesão ao Pacto, a INOVCLUSTER e o CATAA assumiram compromissos relacionados com a valorização de produtos alimentares endógenos, desenvolvimento de novos produtos e, ainda, com a sensibilização da comunidade para a importância da economia circular no setor agroalimentar. Esta edição do roteiro teve início a 21 de novembro de 2025 e terminará a 22 de janeiro de 2026, sendo de participação aberta a todos os interessados, mediante inscrição prévia. O programa completo e o formulário de inscrição encontram-se disponíveis em https://agendacircular.ccdrc.pt/roteiro-2-a-edicao. Entretanto continua a decorrer o período de subscrições para a 3.ª edição do Pacto para a Economia Circular do Centro. Todas as entidades regionais interessadas, poderão formalizar a sua adesão, até ao próximo dia 15 de janeiro de 2026, aqui.
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 09/01/2026
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro) disponibiliza uma nova ferramenta de monitorização e acompanhamento trimestral dos investimentos financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) na região Centro. Trata-se da sistematização da informação disponibilizada por este programa, apresentada de forma clara e concisa, que permite conhecer melhor a evolução das aprovações e da execução financeira do PRR, em diferentes escalas territoriais. Para além de sintetizar os principais agregados para a região Centro, são também apresentadas infografias para cada uma das oito sub-regiões, que incorporam alguma informação por município. Note-se, no entanto, que, sendo o PRR um programa nacional, existem projetos de implementação nacional, com montantes significativos de fundos aplicados em investimentos transversais ao país. Esses fundos não se encontram regionalizados, pelo que não são considerados nesta análise, sendo, apenas, monitorizados os projetos com investimentos aplicados diretamente na região Centro. No PRR, até 30 de setembro de 2025, estavam aprovados 3,8 mil milhões de euros para aplicação na região Centro, dos quais 3,7 mil milhões de euros estavam já contratados (tratam-se apenas de investimentos aplicados diretamente na Região Centro). Os projetos contratados totalizavam 71.982 e os pagamentos aos beneficiários ascendiam a 1,5 mil milhões de euros, o que corresponde a 40,6% do valor contratado. A dimensão Resiliência, associada a um aumento da capacidade de reação e de superação face a crises eminentes e aos desafios atuais e futuros, destaca-se pelo maior valor de montante contratado (2,8 mil milhões de euros), correspondendo a 77% do total contratado na região. Segue-se a dimensão da Transição Climática, com 664 milhões de euros contratados (18%) e a dimensão da Transição Digital, com 198,4 milhões de euros contratados (5%). Peso do montante contratado na região Centro por Dimensão (%) Destacam-se pelos elevados montantes contratados, os investimentos associados às Agendas/Alianças Mobilizadoras para a Inovação Empresarial (410 milhões de euros) e Agendas/Alianças Verdes para a Inovação Empresarial (390 milhões de euros), que, em conjunto, representam 21,6% do total contratado na região; os investimentos para projetos de descarbonização do setor industrial e empresarial (279 milhões de euros contratados, que representam 7,6% do total da região); e os investimentos destinados à renovação ou à construção de novas escolas na região (6,5%, que correspondem a 242 milhões de euros). Montantes contratados na região Centro por Tipologia de Investimentos (M€) Em termos sub-regionais destacam-se a Região de Coimbra e a Região de Aveiro como os territórios com maior montante contratado da região, concentrando 24,0% e 21,9%do total regional, respetivamente, sendo também estas duas sub-regiões que registaram os maiores valores contratados por habitante, superando os 2.000 euros por habitante. À escala municipal, destacam-se os municípios de Coimbra, Aveiro, Leiria, Águeda, Viseu, Ílhavo, Figueira da Foz, Marinha Grande, Estarreja e Guarda pelos elevados montantes contratados e pagos. Consulte aqui a versão integral da infografia.





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