CCDR Centro presente nos European Ocean Days2025
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDR Centro) está presente nos European Ocean Days2025, que decorrem em Bruxelas entre os dias 3 e 7 de Março.
Este evento procura ser uma plataforma relevante para a troca de ideias, para discussão de desafios futuros, exploração de soluções inovadoras e criação de estratégias para ações concretas. Será também trazido à discussão o European Ocean Pact, um quadro de referência em preparação para todas as políticas da UE relacionadas com o oceano.
O projeto A-AAGORA, do qual a CCDR Centro é parceira, aprovado no Horizonte Europa, no âmbito da Missão “Recuperar o nosso oceano, mares e águas até 2030” marca presença nesta semana, tanto através do stand de divulgação do projeto, como pela participação em vários momentos do programa.



CCDR Centro presente nos European Ocean Days2025
CCDR Centro presente nos European Ocean Days2025
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDR Centro) está presente nos European Ocean Days2025, que decorrem em Bruxelas entre os dias 3 e 7 de Março.
Este evento procura ser uma plataforma relevante para a troca de ideias, para discussão de desafios futuros, exploração de soluções inovadoras e criação de estratégias para ações concretas. Será também trazido à discussão o European Ocean Pact, um quadro de referência em preparação para todas as políticas da UE relacionadas com o oceano.
O projeto A-AAGORA, do qual a CCDR Centro é parceira, aprovado no Horizonte Europa, no âmbito da Missão “Recuperar o nosso oceano, mares e águas até 2030” marca presença nesta semana, tanto através do stand de divulgação do projeto, como pela participação em vários momentos do programa.



A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDR Centro) está presente nos European Ocean Days2025, que decorrem em Bruxelas entre os dias 3 e 7 de Março.
Este evento procura ser uma plataforma relevante para a troca de ideias, para discussão de desafios futuros, exploração de soluções inovadoras e criação de estratégias para ações concretas. Será também trazido à discussão o European Ocean Pact, um quadro de referência em preparação para todas as políticas da UE relacionadas com o oceano.
O projeto A-AAGORA, do qual a CCDR Centro é parceira, aprovado no Horizonte Europa, no âmbito da Missão “Recuperar o nosso oceano, mares e águas até 2030” marca presença nesta semana, tanto através do stand de divulgação do projeto, como pela participação em vários momentos do programa.



Também poderá gostar de…
Também poderá gostar…
Também poderá gostar…
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 15/10/2026
Na Região Centro foram concluídos 676 doutoramentos no ano letivo 2024/2025, o que representa um aumento de 26,4% em relação ao ano letivo anterior e estabelece um novo máximo histórico (superando o anterior registo mais elevado de 592 doutoramentos concluídos em 2012/2013). Este número corresponde a 24,1% do total de doutoramentos concluídos no país. Além disso, o número de doutorados por 1.000 habitantes da Região Centro com idade entre 25 e 34 anos aumentou para 2,53 em 2024/2025, alcançando o maior valor de toda a série histórica, passando a ser a região com mais doutorados por cada 1.000 habitantes a nível nacional. Estas são algumas das conclusões da última atualização do Barómetro do Centro de Portugal, que pode ser consultado aqui. Destaque também para a taxa de desemprego da região que, no segundo trimestre de 2026, se fixou nos 4,1%, diminuindo 0,8 pontos percentuais face ao trimestre anterior e permanecendo abaixo da média nacional de 5,3%. A taxa de desemprego no Centro manteve-se num valor historicamente baixo quando comparada com os registos das duas últimas décadas, sendo a segunda menor entre as regiões portuguesas, apenas atrás da Região Autónoma da Madeira. De salientar ainda o aumento da média do rendimento familiar por habitante na Região Centro que atingiu 9.867 euros em 2024, registando um acréscimo de, aproximadamente, 902 euros face a 2023. A dispersão concelhia do rendimento familiar por habitante na região voltou a registar um mínimo histórico, prosseguindo a tendência de redução das assimetrias regionais observada desde 2015, mantendo-se abaixo da média nacional. O Centro foi, assim, a segunda região com menores assimetrias intrarregionais, a seguir ao Algarve. Nesta edição, além da informação sobre os doutorados (ficha n.º 5), a taxa de desemprego (ficha n.º 15) e a dispersão do rendimento familiar (ficha n.º 22), foram ainda atualizados os indicadores referentes às exportações de bens (ficha n.º 1), e à satisfação dos residentes (ficha n.º 17). O Barómetro do Centro de Portugal é um elemento de monitorização, produzido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, que tem como objetivo avaliar o progresso alcançado pela Região Centro em termos de crescimento e competitividade, potencial humano, qualidade de vida, coesão e sustentabilidade ambiental e energética. Contempla um conjunto de 25 indicadores-chave, objeto de permanente atualização, que identificam tendências e lacunas de progresso, permitindo desenvolver eventuais ações corretivas e preventivas.
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 13/10/2026
O grau de satisfação dos residentes na Região Centro aumentou em 2026. Neste ano, 69,6% dos entrevistados consideraram-se globalmente satisfeitos, contra 68,7% da recolha anterior (2025) e 61,2% em 2013 (ano em que foi realizada a primeira inquirição na região). Esta é uma das conclusões da 12.ª edição do Inquérito à Satisfação dos Residentes na Região Centro, promovido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P., no âmbito da monitorização desenvolvida no Barómetro Centro de Portugal. Esta edição do inquérito mostrou que, em 2026, 13,6% dos residentes estavam “muito satisfeitos”, 55,9% “satisfeitos”, 25,0% “não muito satisfeitos” e 5,5% “nada satisfeitos”. Face ao ano anterior, destaca-se o aumento da quota dos indivíduos “muito satisfeitos” (+1,4 pontos percentuais) e, em sentido contrário, a diminuição das quotas dos “satisfeitos” (-0,7 pontos percentuais), dos “não muito satisfeitos” (-0,1 pontos percentuais) e dos “nada satisfeitos” (-0,7 pontos percentuais), o que resultou num crescimento total da percentagem de inquiridos globalmente satisfeitos em 0,9 pontos percentuais. Entre os principais motivos de satisfação destacam-se a qualidade de vida/ter um nível de vida estável, ter saúde e a vida familiar. Relativamente aos motivos de insatisfação, as dificuldades financeiras/custo de vida elevado, as remunerações e reformas baixas e o descontentamento com o Governo/políticas foram os três principais fatores de insatisfação apontados pelos inquiridos. De destacar ainda que, nesta inquirição, os preços da habitação/falta de acesso à habitação assumiram relevância como motivo de insatisfação. O inquérito mostra que, globalmente, e ao contrário do que se verificou nas recolhas anteriores, os residentes ativos (empregados e desempregados) estão menos satisfeitos do que os inativos (estudantes, domésticos e reformados) e os homens menos satisfeitos do que as mulheres, embora os níveis de satisfação sejam bastante próximos. No que respeita aos residentes empregados, o grau de satisfação mostrou-se mais elevado nas profissões mais qualificadas. Os quadros superiores, os quadros médios e os profissionais liberais foram os que se apresentaram mais satisfeitos e, pelo contrário, os trabalhadores não qualificados e os empregados administrativos eram os mais insatisfeitos. Tal como nas vagas anteriores, os mais jovens estão globalmente mais satisfeitos do que a população mais velha ainda que, nesta edição, as diferenças entre os grupos etárias mostraram-se menos acentuadas. O grau de satisfação é, também, tendencialmente mais elevado quanto mais elevadas forem as habilitações escolares dos inquiridos. Nesta edição do Inquérito à Satisfação dos Residentes na Região Centro, foi novamente solicitado aos jovens, entre os 21 e os 34 anos, que indicassem os três principais fatores que valorizam num território para nele viverem. O fator preponderante identificado por estes jovens para se fixarem num território foi o custo de vida acessível (18,1%), seguido da proximidade à família e amigos (17,2%). Foram também valorizadas a segurança (16,8%), a facilidade de deslocação/mobilidade (15,5%), o acesso a saúde e educação (11,3%) e o emprego digno e devidamente remunerado (10,9%). Com menor relevância surgiram fatores como a oferta cultural e de espaços de lazer, a conectividade digital e, por último, o ambiente favorável ao empreendedorismo e inovação. Para informações [...]
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 12/10/2026
No segundo trimestre de 2026, a taxa de desemprego na Região Centro fixou-se nos 4,1%, refletindo uma diminuição trimestral e homóloga, mantendo-se inferior à média nacional (de 5,3%). Os restantes indicadores do mercado de trabalho da região tiveram também uma evolução favorável. Assistiu-se, ainda, na região, a uma evolução positiva do comércio internacional de bens, com o crescimento homólogo real das saídas e das entradas de bens, bem como a um aumento das empresas constituídas e dos empréstimos concedidos às empresas. Em contraste, os indicadores do licenciamento de edifícios e a atividade turística observaram contrações homólogas neste trimestre. Já a inflação acelerou face aos trimestres anteriores, superando o registo nacional. Estas são algumas das conclusões do n.º 71 do “Centro de Portugal – Boletim Trimestral”, publicação que analisa a evolução conjuntural da Região Centro. No segundo trimestre de 2026, o Produto Interno Bruto registou um crescimento homólogo real de 2,5%, justificado pelo contributo positivo da procura interna, que superou o contributo negativo da procura externa líquida. A taxa de desemprego nacional diminuiu para 5,3%, valor abaixo do observado nos períodos homólogo e anterior. Já o nível de preços aumentou para os 3,3%, tendo acelerado em relação ao mesmo trimestre de 2025 e ao trimestre anterior. A confiança dos consumidores piorou, enquanto o indicador de clima económico permaneceu positivo e superior ao trimestre homólogo. O euro valorizou face ao dólar na comparação com o período homólogo, ainda que se tenha verificado uma desaceleração significativa face ao trimestre anterior. Relativamente à Região Centro, continuou a assistir-se a uma evolução favorável do mercado de trabalho, decorrente dos aumentos das taxas de atividade e de emprego e da diminuição do desemprego. O salário médio líquido mensal dos trabalhadores por conta de outrem voltou a aumentar face a igual período do ano anterior, o que se verifica há mais de dois anos consecutivos, embora a um ritmo mais moderado. No setor empresarial regional registou-se uma diminuição homóloga nas ações de insolvência de empresas, por contraste com o país, onde se verificou um aumento significativo, e um aumento das empresas constituídas, invertendo a quebra registada no trimestre anterior. Os empréstimos concedidos às empresas aumentaram na região, reforçando a trajetória do trimestre anterior. Também o peso regional dos empréstimos vencidos no total dos concedidos aumentou, ainda que ligeiramente, face ao mesmo trimestre do ano de 2025. O setor da construção regional apresentou uma evolução homóloga positiva das obras concluídas, enquanto o licenciamento evoluiu negativamente, com exceção dos novos fogos para habitação familiar. Relativamente à evolução dos empréstimos à habitação em termos homólogos reais, o crédito concedido para habitação continuou a crescer, enquanto os empréstimos vencidos registaram uma nova quebra muito significativa. Na atividade turística, os hóspedes, as dormidas e os proveitos dos estabelecimentos de alojamento turístico diminuíram na região em termos homólogos, contrariando a tendência nacional, mas prosseguindo a tendência de decréscimo que se tinha verificado no trimestre anterior. Já a estada média na região manteve-se inalterada face a igual período do ano anterior. O comércio [...]
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 15/10/2026
Na Região Centro foram concluídos 676 doutoramentos no ano letivo 2024/2025, o que representa um aumento de 26,4% em relação ao ano letivo anterior e estabelece um novo máximo histórico (superando o anterior registo mais elevado de 592 doutoramentos concluídos em 2012/2013). Este número corresponde a 24,1% do total de doutoramentos concluídos no país. Além disso, o número de doutorados por 1.000 habitantes da Região Centro com idade entre 25 e 34 anos aumentou para 2,53 em 2024/2025, alcançando o maior valor de toda a série histórica, passando a ser a região com mais doutorados por cada 1.000 habitantes a nível nacional. Estas são algumas das conclusões da última atualização do Barómetro do Centro de Portugal, que pode ser consultado aqui. Destaque também para a taxa de desemprego da região que, no segundo trimestre de 2026, se fixou nos 4,1%, diminuindo 0,8 pontos percentuais face ao trimestre anterior e permanecendo abaixo da média nacional de 5,3%. A taxa de desemprego no Centro manteve-se num valor historicamente baixo quando comparada com os registos das duas últimas décadas, sendo a segunda menor entre as regiões portuguesas, apenas atrás da Região Autónoma da Madeira. De salientar ainda o aumento da média do rendimento familiar por habitante na Região Centro que atingiu 9.867 euros em 2024, registando um acréscimo de, aproximadamente, 902 euros face a 2023. A dispersão concelhia do rendimento familiar por habitante na região voltou a registar um mínimo histórico, prosseguindo a tendência de redução das assimetrias regionais observada desde 2015, mantendo-se abaixo da média nacional. O Centro foi, assim, a segunda região com menores assimetrias intrarregionais, a seguir ao Algarve. Nesta edição, além da informação sobre os doutorados (ficha n.º 5), a taxa de desemprego (ficha n.º 15) e a dispersão do rendimento familiar (ficha n.º 22), foram ainda atualizados os indicadores referentes às exportações de bens (ficha n.º 1), e à satisfação dos residentes (ficha n.º 17). O Barómetro do Centro de Portugal é um elemento de monitorização, produzido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, que tem como objetivo avaliar o progresso alcançado pela Região Centro em termos de crescimento e competitividade, potencial humano, qualidade de vida, coesão e sustentabilidade ambiental e energética. Contempla um conjunto de 25 indicadores-chave, objeto de permanente atualização, que identificam tendências e lacunas de progresso, permitindo desenvolver eventuais ações corretivas e preventivas.
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 13/10/2026
O grau de satisfação dos residentes na Região Centro aumentou em 2026. Neste ano, 69,6% dos entrevistados consideraram-se globalmente satisfeitos, contra 68,7% da recolha anterior (2025) e 61,2% em 2013 (ano em que foi realizada a primeira inquirição na região). Esta é uma das conclusões da 12.ª edição do Inquérito à Satisfação dos Residentes na Região Centro, promovido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P., no âmbito da monitorização desenvolvida no Barómetro Centro de Portugal. Esta edição do inquérito mostrou que, em 2026, 13,6% dos residentes estavam “muito satisfeitos”, 55,9% “satisfeitos”, 25,0% “não muito satisfeitos” e 5,5% “nada satisfeitos”. Face ao ano anterior, destaca-se o aumento da quota dos indivíduos “muito satisfeitos” (+1,4 pontos percentuais) e, em sentido contrário, a diminuição das quotas dos “satisfeitos” (-0,7 pontos percentuais), dos “não muito satisfeitos” (-0,1 pontos percentuais) e dos “nada satisfeitos” (-0,7 pontos percentuais), o que resultou num crescimento total da percentagem de inquiridos globalmente satisfeitos em 0,9 pontos percentuais. Entre os principais motivos de satisfação destacam-se a qualidade de vida/ter um nível de vida estável, ter saúde e a vida familiar. Relativamente aos motivos de insatisfação, as dificuldades financeiras/custo de vida elevado, as remunerações e reformas baixas e o descontentamento com o Governo/políticas foram os três principais fatores de insatisfação apontados pelos inquiridos. De destacar ainda que, nesta inquirição, os preços da habitação/falta de acesso à habitação assumiram relevância como motivo de insatisfação. O inquérito mostra que, globalmente, e ao contrário do que se verificou nas recolhas anteriores, os residentes ativos (empregados e desempregados) estão menos satisfeitos do que os inativos (estudantes, domésticos e reformados) e os homens menos satisfeitos do que as mulheres, embora os níveis de satisfação sejam bastante próximos. No que respeita aos residentes empregados, o grau de satisfação mostrou-se mais elevado nas profissões mais qualificadas. Os quadros superiores, os quadros médios e os profissionais liberais foram os que se apresentaram mais satisfeitos e, pelo contrário, os trabalhadores não qualificados e os empregados administrativos eram os mais insatisfeitos. Tal como nas vagas anteriores, os mais jovens estão globalmente mais satisfeitos do que a população mais velha ainda que, nesta edição, as diferenças entre os grupos etárias mostraram-se menos acentuadas. O grau de satisfação é, também, tendencialmente mais elevado quanto mais elevadas forem as habilitações escolares dos inquiridos. Nesta edição do Inquérito à Satisfação dos Residentes na Região Centro, foi novamente solicitado aos jovens, entre os 21 e os 34 anos, que indicassem os três principais fatores que valorizam num território para nele viverem. O fator preponderante identificado por estes jovens para se fixarem num território foi o custo de vida acessível (18,1%), seguido da proximidade à família e amigos (17,2%). Foram também valorizadas a segurança (16,8%), a facilidade de deslocação/mobilidade (15,5%), o acesso a saúde e educação (11,3%) e o emprego digno e devidamente remunerado (10,9%). Com menor relevância surgiram fatores como a oferta cultural e de espaços de lazer, a conectividade digital e, por último, o ambiente favorável ao empreendedorismo e inovação. Para informações [...]
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 12/10/2026
No segundo trimestre de 2026, a taxa de desemprego na Região Centro fixou-se nos 4,1%, refletindo uma diminuição trimestral e homóloga, mantendo-se inferior à média nacional (de 5,3%). Os restantes indicadores do mercado de trabalho da região tiveram também uma evolução favorável. Assistiu-se, ainda, na região, a uma evolução positiva do comércio internacional de bens, com o crescimento homólogo real das saídas e das entradas de bens, bem como a um aumento das empresas constituídas e dos empréstimos concedidos às empresas. Em contraste, os indicadores do licenciamento de edifícios e a atividade turística observaram contrações homólogas neste trimestre. Já a inflação acelerou face aos trimestres anteriores, superando o registo nacional. Estas são algumas das conclusões do n.º 71 do “Centro de Portugal – Boletim Trimestral”, publicação que analisa a evolução conjuntural da Região Centro. No segundo trimestre de 2026, o Produto Interno Bruto registou um crescimento homólogo real de 2,5%, justificado pelo contributo positivo da procura interna, que superou o contributo negativo da procura externa líquida. A taxa de desemprego nacional diminuiu para 5,3%, valor abaixo do observado nos períodos homólogo e anterior. Já o nível de preços aumentou para os 3,3%, tendo acelerado em relação ao mesmo trimestre de 2025 e ao trimestre anterior. A confiança dos consumidores piorou, enquanto o indicador de clima económico permaneceu positivo e superior ao trimestre homólogo. O euro valorizou face ao dólar na comparação com o período homólogo, ainda que se tenha verificado uma desaceleração significativa face ao trimestre anterior. Relativamente à Região Centro, continuou a assistir-se a uma evolução favorável do mercado de trabalho, decorrente dos aumentos das taxas de atividade e de emprego e da diminuição do desemprego. O salário médio líquido mensal dos trabalhadores por conta de outrem voltou a aumentar face a igual período do ano anterior, o que se verifica há mais de dois anos consecutivos, embora a um ritmo mais moderado. No setor empresarial regional registou-se uma diminuição homóloga nas ações de insolvência de empresas, por contraste com o país, onde se verificou um aumento significativo, e um aumento das empresas constituídas, invertendo a quebra registada no trimestre anterior. Os empréstimos concedidos às empresas aumentaram na região, reforçando a trajetória do trimestre anterior. Também o peso regional dos empréstimos vencidos no total dos concedidos aumentou, ainda que ligeiramente, face ao mesmo trimestre do ano de 2025. O setor da construção regional apresentou uma evolução homóloga positiva das obras concluídas, enquanto o licenciamento evoluiu negativamente, com exceção dos novos fogos para habitação familiar. Relativamente à evolução dos empréstimos à habitação em termos homólogos reais, o crédito concedido para habitação continuou a crescer, enquanto os empréstimos vencidos registaram uma nova quebra muito significativa. Na atividade turística, os hóspedes, as dormidas e os proveitos dos estabelecimentos de alojamento turístico diminuíram na região em termos homólogos, contrariando a tendência nacional, mas prosseguindo a tendência de decréscimo que se tinha verificado no trimestre anterior. Já a estada média na região manteve-se inalterada face a igual período do ano anterior. O comércio [...]
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 22/09/2026
Casa de Artes e Cultura do Tejo, em Vila Velha de Ródão, recebe, até dia 15 de novembro de 2026, a Exposição de Fotografia do IX Prémio Internacional Santiago Castelo 2025 - EUROACE, uma iniciativa que volta a colocar a fotografia ao serviço da valorização do património, da cultura e da identidade partilhada entre o Centro, Alentejo e a Extremadura (Espanha). Esta exposição, promovida pela Eurorregião EUROACE (Alentejo, Centro de Portugal e Extremadura) e pela Associação para a Unesco da Extremadura, é composta pelas obras finalistas do concurso de 2025 e dá testemunho da riqueza do património natural e cultural do vasto território da EUROACE, com paisagens tão diversas, espaços patrimoniais e bens imateriais de relevância incontestável. O Prémio Internacional de Fotografia Santiago Castelo, criado em 2017 pelo Centro Unesco de Extremadura e que homenageia o jornalista e poeta extremenho Santiago Castelo, assume, desde 2019, o território singular da Eurorregião EUROACE como matriz e espaço de acolhimento da expressão criativa associada à fotografia. Na sessão de inauguração intervieram representantes das várias entidades parceiras desta iniciativa, designadamente António Carmona, Presidente da Câmara Municipal de Vila Velha de Ródão, Carla Coimbra, Diretora de Planeamento e Desenvolvimento Regional da CCDR Centro, Myriam Navas Reyes, Coordinadora del Plan de Fomento de la Lectura de Extremadura e Esteban Cortijo, da Asociación de Extremadura para la UNESCO. A cerimónia contou igualmente com a presença de António Veiga, de Olivença, vencedor desta edição do Prémio, que teve oportunidade de partilhar a sua ligação à fotografia e dar as notas pessoais sobre a obra distinguida pelo júri. A fotografia, afirma-se, neste contexto, e, através da sua leitura singular e enriquecedora do nosso património natural e cultural, como elemento significativo na cooperação transfronteiriça e no diálogo cultural dos nossos territórios. A iniciativa é promovida no âmbito da colaboração entre a CCDR Centro, I.P., a CCDR Alentejo, I.P., a Junta da Extremadura, a Asociación de Extremadura para la UNESCO e o Município Vila Velha de Ródão, integrando as atividades do projeto GIT EUROACE COM VIDA, cofinanciado pelo Programa Interreg VI-A Espanha–Portugal 2021–2027. A exposição tem entrada gratuita e pode ser visitada até dia 15 de novembro, nos dias úteis entre as 9h e as 17h30, na Casa de Artes e Cultura do Tejo. Fotos: José Pio
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 15/10/2026
Na Região Centro foram concluídos 676 doutoramentos no ano letivo 2024/2025, o que representa um aumento de 26,4% em relação ao ano letivo anterior e estabelece um novo máximo histórico (superando o anterior registo mais elevado de 592 doutoramentos concluídos em 2012/2013). Este número corresponde a 24,1% do total de doutoramentos concluídos no país. Além disso, o número de doutorados por 1.000 habitantes da Região Centro com idade entre 25 e 34 anos aumentou para 2,53 em 2024/2025, alcançando o maior valor de toda a série histórica, passando a ser a região com mais doutorados por cada 1.000 habitantes a nível nacional. Estas são algumas das conclusões da última atualização do Barómetro do Centro de Portugal, que pode ser consultado aqui. Destaque também para a taxa de desemprego da região que, no segundo trimestre de 2026, se fixou nos 4,1%, diminuindo 0,8 pontos percentuais face ao trimestre anterior e permanecendo abaixo da média nacional de 5,3%. A taxa de desemprego no Centro manteve-se num valor historicamente baixo quando comparada com os registos das duas últimas décadas, sendo a segunda menor entre as regiões portuguesas, apenas atrás da Região Autónoma da Madeira. De salientar ainda o aumento da média do rendimento familiar por habitante na Região Centro que atingiu 9.867 euros em 2024, registando um acréscimo de, aproximadamente, 902 euros face a 2023. A dispersão concelhia do rendimento familiar por habitante na região voltou a registar um mínimo histórico, prosseguindo a tendência de redução das assimetrias regionais observada desde 2015, mantendo-se abaixo da média nacional. O Centro foi, assim, a segunda região com menores assimetrias intrarregionais, a seguir ao Algarve. Nesta edição, além da informação sobre os doutorados (ficha n.º 5), a taxa de desemprego (ficha n.º 15) e a dispersão do rendimento familiar (ficha n.º 22), foram ainda atualizados os indicadores referentes às exportações de bens (ficha n.º 1), e à satisfação dos residentes (ficha n.º 17). O Barómetro do Centro de Portugal é um elemento de monitorização, produzido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, que tem como objetivo avaliar o progresso alcançado pela Região Centro em termos de crescimento e competitividade, potencial humano, qualidade de vida, coesão e sustentabilidade ambiental e energética. Contempla um conjunto de 25 indicadores-chave, objeto de permanente atualização, que identificam tendências e lacunas de progresso, permitindo desenvolver eventuais ações corretivas e preventivas.
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 13/10/2026
O grau de satisfação dos residentes na Região Centro aumentou em 2026. Neste ano, 69,6% dos entrevistados consideraram-se globalmente satisfeitos, contra 68,7% da recolha anterior (2025) e 61,2% em 2013 (ano em que foi realizada a primeira inquirição na região). Esta é uma das conclusões da 12.ª edição do Inquérito à Satisfação dos Residentes na Região Centro, promovido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P., no âmbito da monitorização desenvolvida no Barómetro Centro de Portugal. Esta edição do inquérito mostrou que, em 2026, 13,6% dos residentes estavam “muito satisfeitos”, 55,9% “satisfeitos”, 25,0% “não muito satisfeitos” e 5,5% “nada satisfeitos”. Face ao ano anterior, destaca-se o aumento da quota dos indivíduos “muito satisfeitos” (+1,4 pontos percentuais) e, em sentido contrário, a diminuição das quotas dos “satisfeitos” (-0,7 pontos percentuais), dos “não muito satisfeitos” (-0,1 pontos percentuais) e dos “nada satisfeitos” (-0,7 pontos percentuais), o que resultou num crescimento total da percentagem de inquiridos globalmente satisfeitos em 0,9 pontos percentuais. Entre os principais motivos de satisfação destacam-se a qualidade de vida/ter um nível de vida estável, ter saúde e a vida familiar. Relativamente aos motivos de insatisfação, as dificuldades financeiras/custo de vida elevado, as remunerações e reformas baixas e o descontentamento com o Governo/políticas foram os três principais fatores de insatisfação apontados pelos inquiridos. De destacar ainda que, nesta inquirição, os preços da habitação/falta de acesso à habitação assumiram relevância como motivo de insatisfação. O inquérito mostra que, globalmente, e ao contrário do que se verificou nas recolhas anteriores, os residentes ativos (empregados e desempregados) estão menos satisfeitos do que os inativos (estudantes, domésticos e reformados) e os homens menos satisfeitos do que as mulheres, embora os níveis de satisfação sejam bastante próximos. No que respeita aos residentes empregados, o grau de satisfação mostrou-se mais elevado nas profissões mais qualificadas. Os quadros superiores, os quadros médios e os profissionais liberais foram os que se apresentaram mais satisfeitos e, pelo contrário, os trabalhadores não qualificados e os empregados administrativos eram os mais insatisfeitos. Tal como nas vagas anteriores, os mais jovens estão globalmente mais satisfeitos do que a população mais velha ainda que, nesta edição, as diferenças entre os grupos etárias mostraram-se menos acentuadas. O grau de satisfação é, também, tendencialmente mais elevado quanto mais elevadas forem as habilitações escolares dos inquiridos. Nesta edição do Inquérito à Satisfação dos Residentes na Região Centro, foi novamente solicitado aos jovens, entre os 21 e os 34 anos, que indicassem os três principais fatores que valorizam num território para nele viverem. O fator preponderante identificado por estes jovens para se fixarem num território foi o custo de vida acessível (18,1%), seguido da proximidade à família e amigos (17,2%). Foram também valorizadas a segurança (16,8%), a facilidade de deslocação/mobilidade (15,5%), o acesso a saúde e educação (11,3%) e o emprego digno e devidamente remunerado (10,9%). Com menor relevância surgiram fatores como a oferta cultural e de espaços de lazer, a conectividade digital e, por último, o ambiente favorável ao empreendedorismo e inovação. Para informações [...]
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 12/10/2026
No segundo trimestre de 2026, a taxa de desemprego na Região Centro fixou-se nos 4,1%, refletindo uma diminuição trimestral e homóloga, mantendo-se inferior à média nacional (de 5,3%). Os restantes indicadores do mercado de trabalho da região tiveram também uma evolução favorável. Assistiu-se, ainda, na região, a uma evolução positiva do comércio internacional de bens, com o crescimento homólogo real das saídas e das entradas de bens, bem como a um aumento das empresas constituídas e dos empréstimos concedidos às empresas. Em contraste, os indicadores do licenciamento de edifícios e a atividade turística observaram contrações homólogas neste trimestre. Já a inflação acelerou face aos trimestres anteriores, superando o registo nacional. Estas são algumas das conclusões do n.º 71 do “Centro de Portugal – Boletim Trimestral”, publicação que analisa a evolução conjuntural da Região Centro. No segundo trimestre de 2026, o Produto Interno Bruto registou um crescimento homólogo real de 2,5%, justificado pelo contributo positivo da procura interna, que superou o contributo negativo da procura externa líquida. A taxa de desemprego nacional diminuiu para 5,3%, valor abaixo do observado nos períodos homólogo e anterior. Já o nível de preços aumentou para os 3,3%, tendo acelerado em relação ao mesmo trimestre de 2025 e ao trimestre anterior. A confiança dos consumidores piorou, enquanto o indicador de clima económico permaneceu positivo e superior ao trimestre homólogo. O euro valorizou face ao dólar na comparação com o período homólogo, ainda que se tenha verificado uma desaceleração significativa face ao trimestre anterior. Relativamente à Região Centro, continuou a assistir-se a uma evolução favorável do mercado de trabalho, decorrente dos aumentos das taxas de atividade e de emprego e da diminuição do desemprego. O salário médio líquido mensal dos trabalhadores por conta de outrem voltou a aumentar face a igual período do ano anterior, o que se verifica há mais de dois anos consecutivos, embora a um ritmo mais moderado. No setor empresarial regional registou-se uma diminuição homóloga nas ações de insolvência de empresas, por contraste com o país, onde se verificou um aumento significativo, e um aumento das empresas constituídas, invertendo a quebra registada no trimestre anterior. Os empréstimos concedidos às empresas aumentaram na região, reforçando a trajetória do trimestre anterior. Também o peso regional dos empréstimos vencidos no total dos concedidos aumentou, ainda que ligeiramente, face ao mesmo trimestre do ano de 2025. O setor da construção regional apresentou uma evolução homóloga positiva das obras concluídas, enquanto o licenciamento evoluiu negativamente, com exceção dos novos fogos para habitação familiar. Relativamente à evolução dos empréstimos à habitação em termos homólogos reais, o crédito concedido para habitação continuou a crescer, enquanto os empréstimos vencidos registaram uma nova quebra muito significativa. Na atividade turística, os hóspedes, as dormidas e os proveitos dos estabelecimentos de alojamento turístico diminuíram na região em termos homólogos, contrariando a tendência nacional, mas prosseguindo a tendência de decréscimo que se tinha verificado no trimestre anterior. Já a estada média na região manteve-se inalterada face a igual período do ano anterior. O comércio [...]





Deixar comentário ou sugestão