Edifício da Escola Secundária José Falcão assinala hoje 90 anos de história em Coimbra
Inaugurado em 1936, o edifício da Escola Secundária José Falcão, antigo Liceu Nacional Dr. Júlio Henriques e Liceu D. João III, constitui uma referência da arquitetura modernista portuguesa e um testemunho da história da educação em Coimbra. A passagem dos seus 90 anos é uma oportunidade para valorizar um património que permanece ligado à vida da cidade e de sucessivas gerações de alunos e professores.
Situado na Avenida D. Afonso Henriques, em Coimbra, o edifício da atual Escola Secundária José Falcão foi construído na década de 1930, num contexto de renovação dos equipamentos escolares em Portugal. O projeto, da autoria dos arquitetos Carlos Ramos, Jorge Segurado e Adelino Nunes, traduz a afirmação de uma nova linguagem arquitetónica, que procurava responder às necessidades do ensino através de espaços funcionais e de soluções construtivas modernas.
A organização dos espaços, a sobriedade decorativa e as amplas superfícies envidraçadas são algumas das características que distinguem este conjunto. A valorização da iluminação natural e a articulação dos diferentes volumes evidenciam uma conceção em que a arquitetura acompanha as funções educativas, conferindo ao edifício uma identidade própria no panorama da construção escolar portuguesa.
O seu interesse arquitetónico e cultural foi reconhecido pela classificação como Monumento de Interesse Público, através da Portaria n.º 241/2010, publicada em 31 de março. Esta proteção reconhece o valor do imóvel enquanto testemunho da arquitetura modernista e reforça a importância da sua salvaguarda.
Associado às vivências de alunos, docentes e trabalhadores, o edifício conserva uma memória coletiva que ultrapassa o seu valor arquitetónico. As salas de aula, os corredores e os espaços de convívio são lugares de aprendizagem e de encontro, onde se cruzam percursos individuais e a história da comunidade.
Ao assinalar os 90 anos deste edifício, cujo projeto original da década de 1930 se conserva no seu arquivo, a CCDR Centro sublinha o valor patrimonial deste exemplar de referência da arquitetura modernista portuguesa e o legado educativo que lhe está associado.


Edifício da Escola Secundária José Falcão assinala hoje 90 anos de história em Coimbra
Edifício da Escola Secundária José Falcão assinala hoje 90 anos de história em Coimbra
Inaugurado em 1936, o edifício da Escola Secundária José Falcão, antigo Liceu Nacional Dr. Júlio Henriques e Liceu D. João III, constitui uma referência da arquitetura modernista portuguesa e um testemunho da história da educação em Coimbra. A passagem dos seus 90 anos é uma oportunidade para valorizar um património que permanece ligado à vida da cidade e de sucessivas gerações de alunos e professores.
Situado na Avenida D. Afonso Henriques, em Coimbra, o edifício da atual Escola Secundária José Falcão foi construído na década de 1930, num contexto de renovação dos equipamentos escolares em Portugal. O projeto, da autoria dos arquitetos Carlos Ramos, Jorge Segurado e Adelino Nunes, traduz a afirmação de uma nova linguagem arquitetónica, que procurava responder às necessidades do ensino através de espaços funcionais e de soluções construtivas modernas.
A organização dos espaços, a sobriedade decorativa e as amplas superfícies envidraçadas são algumas das características que distinguem este conjunto. A valorização da iluminação natural e a articulação dos diferentes volumes evidenciam uma conceção em que a arquitetura acompanha as funções educativas, conferindo ao edifício uma identidade própria no panorama da construção escolar portuguesa.
O seu interesse arquitetónico e cultural foi reconhecido pela classificação como Monumento de Interesse Público, através da Portaria n.º 241/2010, publicada em 31 de março. Esta proteção reconhece o valor do imóvel enquanto testemunho da arquitetura modernista e reforça a importância da sua salvaguarda.
Associado às vivências de alunos, docentes e trabalhadores, o edifício conserva uma memória coletiva que ultrapassa o seu valor arquitetónico. As salas de aula, os corredores e os espaços de convívio são lugares de aprendizagem e de encontro, onde se cruzam percursos individuais e a história da comunidade.
Ao assinalar os 90 anos deste edifício, cujo projeto original da década de 1930 se conserva no seu arquivo, a CCDR Centro sublinha o valor patrimonial deste exemplar de referência da arquitetura modernista portuguesa e o legado educativo que lhe está associado.


Inaugurado em 1936, o edifício da Escola Secundária José Falcão, antigo Liceu Nacional Dr. Júlio Henriques e Liceu D. João III, constitui uma referência da arquitetura modernista portuguesa e um testemunho da história da educação em Coimbra. A passagem dos seus 90 anos é uma oportunidade para valorizar um património que permanece ligado à vida da cidade e de sucessivas gerações de alunos e professores.
Situado na Avenida D. Afonso Henriques, em Coimbra, o edifício da atual Escola Secundária José Falcão foi construído na década de 1930, num contexto de renovação dos equipamentos escolares em Portugal. O projeto, da autoria dos arquitetos Carlos Ramos, Jorge Segurado e Adelino Nunes, traduz a afirmação de uma nova linguagem arquitetónica, que procurava responder às necessidades do ensino através de espaços funcionais e de soluções construtivas modernas.
A organização dos espaços, a sobriedade decorativa e as amplas superfícies envidraçadas são algumas das características que distinguem este conjunto. A valorização da iluminação natural e a articulação dos diferentes volumes evidenciam uma conceção em que a arquitetura acompanha as funções educativas, conferindo ao edifício uma identidade própria no panorama da construção escolar portuguesa.
O seu interesse arquitetónico e cultural foi reconhecido pela classificação como Monumento de Interesse Público, através da Portaria n.º 241/2010, publicada em 31 de março. Esta proteção reconhece o valor do imóvel enquanto testemunho da arquitetura modernista e reforça a importância da sua salvaguarda.
Associado às vivências de alunos, docentes e trabalhadores, o edifício conserva uma memória coletiva que ultrapassa o seu valor arquitetónico. As salas de aula, os corredores e os espaços de convívio são lugares de aprendizagem e de encontro, onde se cruzam percursos individuais e a história da comunidade.
Ao assinalar os 90 anos deste edifício, cujo projeto original da década de 1930 se conserva no seu arquivo, a CCDR Centro sublinha o valor patrimonial deste exemplar de referência da arquitetura modernista portuguesa e o legado educativo que lhe está associado.







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