Abertura do procedimento de classificação do Sítio Arqueológico da Senhora do Castelo
A Câmara Municipal de Vouzela deu início ao procedimento de classificação do Sítio Arqueológico da Senhora do Castelo, situado no Monte do Castelo, como Sítio de Interesse Municipal.
A proposta, deliberada pela Câmara Municipal de Vouzela em reunião ordinária de 15 de maio de 2026, foi aprovada por unanimidade pela Assembleia Municipal, em reunião realizada a 20 de junho de 2026.
O sítio arqueológico localiza-se no Monte do Castelo, União das Freguesias de Vouzela e Paços de Vilharigues, concelho de Vouzela, encontrando-se a área em vias de classificação identificada na respetiva planta de localização – Planta Senhora do Castelo
Com esta deliberação, o Município de Vouzela dá início ao procedimento administrativo de classificação do Sítio Arqueológico da Senhora do Castelo como Sítio de Interesse Municipal, nos termos da legislação em vigor.
Abertura do procedimento de classificação do Sítio Arqueológico da Senhora do Castelo
Abertura do procedimento de classificação do Sítio Arqueológico da Senhora do Castelo
A Câmara Municipal de Vouzela deu início ao procedimento de classificação do Sítio Arqueológico da Senhora do Castelo, situado no Monte do Castelo, como Sítio de Interesse Municipal.
A proposta, deliberada pela Câmara Municipal de Vouzela em reunião ordinária de 15 de maio de 2026, foi aprovada por unanimidade pela Assembleia Municipal, em reunião realizada a 20 de junho de 2026.
O sítio arqueológico localiza-se no Monte do Castelo, União das Freguesias de Vouzela e Paços de Vilharigues, concelho de Vouzela, encontrando-se a área em vias de classificação identificada na respetiva planta de localização – Planta Senhora do Castelo
Com esta deliberação, o Município de Vouzela dá início ao procedimento administrativo de classificação do Sítio Arqueológico da Senhora do Castelo como Sítio de Interesse Municipal, nos termos da legislação em vigor.
A Câmara Municipal de Vouzela deu início ao procedimento de classificação do Sítio Arqueológico da Senhora do Castelo, situado no Monte do Castelo, como Sítio de Interesse Municipal.
A proposta, deliberada pela Câmara Municipal de Vouzela em reunião ordinária de 15 de maio de 2026, foi aprovada por unanimidade pela Assembleia Municipal, em reunião realizada a 20 de junho de 2026.
O sítio arqueológico localiza-se no Monte do Castelo, União das Freguesias de Vouzela e Paços de Vilharigues, concelho de Vouzela, encontrando-se a área em vias de classificação identificada na respetiva planta de localização – Planta Senhora do Castelo
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- Categories: CulturaPublished On: 04/09/2026
A CCDR Centro apoia o DROP - Festival de Instrumentos de Sopro, um projeto da Luarky - Associação Cultural e Recreativa - no âmbito do programa Cultura ao Centro 2026 - Apoio à Ação Cultural, na medida 2 - Programação/Difusão. A iniciativa decorrerá entre 4 e 6 de setembro de 2026, no Parque de Almear, em Travassô, no concelho de Águeda, com entrada livre. Em 2026, o projeto será apresentado como DROP - Laboratório de Criação e Experimentação Sonora e colocará os instrumentos de sopro no centro de uma programação que integrará música, performances, histórias, oficinas, conversas, instalações sonoras e momentos de criação e participação. Ao longo dos três dias do festival, o programa incluirá espetáculos como "Love Against The Machine", "Anti_Medo", "Choro de Aveiro", "Roda de Choro Quinteto" e "Anima Dixie", bem como atividades dirigidas a crianças e famílias, de exploração da natureza e instalações sonoras. A edição de 2026 incluirá também a estreia da DROPestra, um projeto artístico que cruza música, teatro, movimento e criação visual, com uma presença particular dos instrumentos de sopro. A iniciativa dirige-se, entre outros públicos, a crianças e jovens ligados ao ensino da música, músicos, elementos de bandas filarmónicas e famílias. O projeto desenvolve também ações que articulam a programação cultural com as áreas da educação e do ambiente, nomeadamente através da leitura, da sensibilização ambiental, da reutilização de materiais e de atividades de contacto com a natureza. O projeto DROP desenvolve-se em colaboração com agentes culturais e entidades locais, valorizando a criação artística, a participação da comunidade e a diversidade da oferta cultural no concelho de Águeda. Através deste apoio, a CCDR Centro reforça a valorização dos agentes culturais da região e a dinamização cultural do território no âmbito do programa Cultura ao Centro 2026 - Apoio à Ação Cultural.
- Categories: Cultura, InformaçãoPublished On: 04/09/2026
A CCDR Centro promove, no dia 28 de setembro de 2026, em Leiria, mais uma sessão da iniciativa «Património ao Centro – À conversa com os arqueólogos da Região Centro», dedicada à temática do Espólio Arqueológico e integrada nas Jornadas Europeias do Património de 2026. A iniciativa começa com uma visita guiada ao Abrigo do Lagar Velho, no Vale do Lapedo, um local de reconhecida importância arqueológica. O ponto de encontro será no Museu de Leiria. Durante a tarde, realiza-se uma visita guiada às reservas do Museu de Leiria, dedicada ao depósito e à gestão de espólio arqueológico, seguindo-se uma mesa-redonda para reflexão e debate sobre esta temática. A sessão contará com a participação de Mauro Correia, arqueólogo da CCDR Centro, Ana Sofia Gomes, arqueóloga do Património Cultural, I.P., e Vânia Carvalho, arqueóloga da Câmara Municipal de Leiria. Promovido no âmbito da iniciativa Património ao Centro, este encontro dá continuidade à estratégia de aproximação da CCDR Centro aos profissionais de arqueologia que desenvolvem a sua atividade na região, promovendo a partilha de conhecimento, a sensibilização para a proteção do património cultural e a divulgação de boas práticas. A participação é gratuita, mediante inscrição obrigatória aqui. Para mais informações, contacte a CCDR Centro através do endereço eletrónico gaac@ccdrc.pt ou do telefone 239 701 391. Programa 10h00–12h30 Visita guiada ao Abrigo do Lagar Velho, no Vale do Lapedo Ponto de encontro: Museu de Leiria 12h30–14h30 Almoço livre 14h30–16h30 Sessão temática «Espólio Arqueológico» Visita guiada às reservas do Museu de Leiria – depósito de espólio arqueológico Mesa-redonda com: Mauro Correia, arqueólogo da CCDR Centro; Ana Sofia Gomes, arqueóloga do Património Cultural, I.P.; Vânia Carvalho, arqueóloga da Câmara Municipal de Leiria. Local: Museu de Leiria
- Categories: CulturaPublished On: 01/09/2026
Uma sondagem arqueológica realizada no âmbito da requalificação de uma habitação na Rua do Castelo, no Centro Histórico do Sabugal, permitiu identificar um fosso defensivo associado à cerca da antiga vila. Escavada diretamente no substrato rochoso, a estrutura apresenta um perfil em “V”, com cerca de 2,50 metros de profundidade e uma abertura máxima de 3,50 metros. A descoberta surgiu num local onde a presença desta estrutura não era esperada. “Tratou-se de uma descoberta que nos causou alguma surpresa”, explicaram os arqueólogos Marcos Osório e Paulo Pernadas, do Gabinete de Arqueologia e Museologia da Câmara Municipal do Sabugal. A surpresa deveu-se, sobretudo, ao facto de o fosso se encontrar relativamente afastado do castelo e numa área que, pela elevada pendente da encosta voltada para o vale do rio Côa, apresenta já condições naturais de defesa. Apesar da localização inesperada, existia uma pista histórica para a possível presença de um fosso. Em 1509, Duarte d’Armas representou, no Livro das Fortalezas, junto ao pano exterior da muralha, uma linha horizontal que poderá assinalar a existência de um fosso associado à barbacã da cerca da vila. Da sondagem à descoberta A sondagem de diagnóstico começou por ocupar uma área de dois por dois metros. A identificação de um grande empedrado levou, no entanto, ao seu alargamento para poente. A poucos centímetros da superfície surgiu o substrato rochoso. À medida que os trabalhos avançaram, os arqueólogos verificaram que a rocha apresentava uma inclinação em direção ao interior da sondagem, levantando a hipótese da existência de uma estrutura escavada no terreno. Foi necessário ampliar novamente a área intervencionada para procurar a extremidade oposta da depressão. A identificação de um novo desnível no substrato rochoso, formando uma superfície inclinada e simétrica, permitiu confirmar a presença do fosso. O seu interior encontrava-se preenchido por uma grande concentração de pedras, sobretudo de xisto, mas também de granito, algumas de grandes dimensões. Foram igualmente identificados fragmentos de telha e de cerâmica de cronologia moderna, sobretudo nos níveis mais superficiais. Os dados recolhidos indicam que o enchimento do fosso terá ocorrido progressivamente. Algumas das pedras de maiores dimensões poderão ter sido lançadas deliberadamente para o seu interior, embora não seja possível determinar se pertenciam à antiga barbacã, entretanto desaparecida, ou se provinham de outras construções demolidas nas proximidades. Quando perdeu a sua função defensiva, o fosso tornou-se obsoleto. A sua colmatação poderá ter respondido à necessidade de eliminar um risco para quem habitava esta zona ou de criar espaços destinados à circulação ou ao cultivo. Um obstáculo com 2,50 metros de profundidade A conclusão da escavação permitiu conhecer melhor a configuração desta estrutura defensiva. Com um perfil em “V”, cerca de 2,50 metros de profundidade e 3,50 metros de abertura máxima, o fosso foi escavado diretamente na rocha. As paredes laterais apresentam uma inclinação acentuada em direção ao fundo, tornando a base mais estreita do que a abertura à superfície. Esta configuração fazia do fosso um obstáculo físico significativo à aproximação e à transposição da linha exterior de defesa da vila. Quanto à sua cronologia, os [...]
- Categories: CulturaPublished On: 04/09/2026
A CCDR Centro apoia o DROP - Festival de Instrumentos de Sopro, um projeto da Luarky - Associação Cultural e Recreativa - no âmbito do programa Cultura ao Centro 2026 - Apoio à Ação Cultural, na medida 2 - Programação/Difusão. A iniciativa decorrerá entre 4 e 6 de setembro de 2026, no Parque de Almear, em Travassô, no concelho de Águeda, com entrada livre. Em 2026, o projeto será apresentado como DROP - Laboratório de Criação e Experimentação Sonora e colocará os instrumentos de sopro no centro de uma programação que integrará música, performances, histórias, oficinas, conversas, instalações sonoras e momentos de criação e participação. Ao longo dos três dias do festival, o programa incluirá espetáculos como "Love Against The Machine", "Anti_Medo", "Choro de Aveiro", "Roda de Choro Quinteto" e "Anima Dixie", bem como atividades dirigidas a crianças e famílias, de exploração da natureza e instalações sonoras. A edição de 2026 incluirá também a estreia da DROPestra, um projeto artístico que cruza música, teatro, movimento e criação visual, com uma presença particular dos instrumentos de sopro. A iniciativa dirige-se, entre outros públicos, a crianças e jovens ligados ao ensino da música, músicos, elementos de bandas filarmónicas e famílias. O projeto desenvolve também ações que articulam a programação cultural com as áreas da educação e do ambiente, nomeadamente através da leitura, da sensibilização ambiental, da reutilização de materiais e de atividades de contacto com a natureza. O projeto DROP desenvolve-se em colaboração com agentes culturais e entidades locais, valorizando a criação artística, a participação da comunidade e a diversidade da oferta cultural no concelho de Águeda. Através deste apoio, a CCDR Centro reforça a valorização dos agentes culturais da região e a dinamização cultural do território no âmbito do programa Cultura ao Centro 2026 - Apoio à Ação Cultural.
- Categories: Cultura, InformaçãoPublished On: 04/09/2026
A CCDR Centro promove, no dia 28 de setembro de 2026, em Leiria, mais uma sessão da iniciativa «Património ao Centro – À conversa com os arqueólogos da Região Centro», dedicada à temática do Espólio Arqueológico e integrada nas Jornadas Europeias do Património de 2026. A iniciativa começa com uma visita guiada ao Abrigo do Lagar Velho, no Vale do Lapedo, um local de reconhecida importância arqueológica. O ponto de encontro será no Museu de Leiria. Durante a tarde, realiza-se uma visita guiada às reservas do Museu de Leiria, dedicada ao depósito e à gestão de espólio arqueológico, seguindo-se uma mesa-redonda para reflexão e debate sobre esta temática. A sessão contará com a participação de Mauro Correia, arqueólogo da CCDR Centro, Ana Sofia Gomes, arqueóloga do Património Cultural, I.P., e Vânia Carvalho, arqueóloga da Câmara Municipal de Leiria. Promovido no âmbito da iniciativa Património ao Centro, este encontro dá continuidade à estratégia de aproximação da CCDR Centro aos profissionais de arqueologia que desenvolvem a sua atividade na região, promovendo a partilha de conhecimento, a sensibilização para a proteção do património cultural e a divulgação de boas práticas. A participação é gratuita, mediante inscrição obrigatória aqui. Para mais informações, contacte a CCDR Centro através do endereço eletrónico gaac@ccdrc.pt ou do telefone 239 701 391. Programa 10h00–12h30 Visita guiada ao Abrigo do Lagar Velho, no Vale do Lapedo Ponto de encontro: Museu de Leiria 12h30–14h30 Almoço livre 14h30–16h30 Sessão temática «Espólio Arqueológico» Visita guiada às reservas do Museu de Leiria – depósito de espólio arqueológico Mesa-redonda com: Mauro Correia, arqueólogo da CCDR Centro; Ana Sofia Gomes, arqueóloga do Património Cultural, I.P.; Vânia Carvalho, arqueóloga da Câmara Municipal de Leiria. Local: Museu de Leiria
- Categories: CulturaPublished On: 01/09/2026
Uma sondagem arqueológica realizada no âmbito da requalificação de uma habitação na Rua do Castelo, no Centro Histórico do Sabugal, permitiu identificar um fosso defensivo associado à cerca da antiga vila. Escavada diretamente no substrato rochoso, a estrutura apresenta um perfil em “V”, com cerca de 2,50 metros de profundidade e uma abertura máxima de 3,50 metros. A descoberta surgiu num local onde a presença desta estrutura não era esperada. “Tratou-se de uma descoberta que nos causou alguma surpresa”, explicaram os arqueólogos Marcos Osório e Paulo Pernadas, do Gabinete de Arqueologia e Museologia da Câmara Municipal do Sabugal. A surpresa deveu-se, sobretudo, ao facto de o fosso se encontrar relativamente afastado do castelo e numa área que, pela elevada pendente da encosta voltada para o vale do rio Côa, apresenta já condições naturais de defesa. Apesar da localização inesperada, existia uma pista histórica para a possível presença de um fosso. Em 1509, Duarte d’Armas representou, no Livro das Fortalezas, junto ao pano exterior da muralha, uma linha horizontal que poderá assinalar a existência de um fosso associado à barbacã da cerca da vila. Da sondagem à descoberta A sondagem de diagnóstico começou por ocupar uma área de dois por dois metros. A identificação de um grande empedrado levou, no entanto, ao seu alargamento para poente. A poucos centímetros da superfície surgiu o substrato rochoso. À medida que os trabalhos avançaram, os arqueólogos verificaram que a rocha apresentava uma inclinação em direção ao interior da sondagem, levantando a hipótese da existência de uma estrutura escavada no terreno. Foi necessário ampliar novamente a área intervencionada para procurar a extremidade oposta da depressão. A identificação de um novo desnível no substrato rochoso, formando uma superfície inclinada e simétrica, permitiu confirmar a presença do fosso. O seu interior encontrava-se preenchido por uma grande concentração de pedras, sobretudo de xisto, mas também de granito, algumas de grandes dimensões. Foram igualmente identificados fragmentos de telha e de cerâmica de cronologia moderna, sobretudo nos níveis mais superficiais. Os dados recolhidos indicam que o enchimento do fosso terá ocorrido progressivamente. Algumas das pedras de maiores dimensões poderão ter sido lançadas deliberadamente para o seu interior, embora não seja possível determinar se pertenciam à antiga barbacã, entretanto desaparecida, ou se provinham de outras construções demolidas nas proximidades. Quando perdeu a sua função defensiva, o fosso tornou-se obsoleto. A sua colmatação poderá ter respondido à necessidade de eliminar um risco para quem habitava esta zona ou de criar espaços destinados à circulação ou ao cultivo. Um obstáculo com 2,50 metros de profundidade A conclusão da escavação permitiu conhecer melhor a configuração desta estrutura defensiva. Com um perfil em “V”, cerca de 2,50 metros de profundidade e 3,50 metros de abertura máxima, o fosso foi escavado diretamente na rocha. As paredes laterais apresentam uma inclinação acentuada em direção ao fundo, tornando a base mais estreita do que a abertura à superfície. Esta configuração fazia do fosso um obstáculo físico significativo à aproximação e à transposição da linha exterior de defesa da vila. Quanto à sua cronologia, os [...]
- Categories: CulturaPublished On: 17/08/2026
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro) apoia o projeto “Crónicas de Fataunços: Memória, Património e Comunidade”, promovido pela Associação Cultural Desportiva e Recreativa Doutor Amorim Girão, no âmbito do Cultura ao Centro 2026 - Apoio à Ação Cultural, Medida 1 - Criação Artística/Produção. A primeira apresentação pública realiza-se no dia 5 de setembro, em Fataunços, no concelho de Vouzela. De caráter multidisciplinar, o projeto valoriza o património histórico, arqueológico e cultural de Fataunços através da articulação entre tradição oral, teatro comunitário, recriação histórica, música e dança de inspiração medieval. A iniciativa integra, entre outros elementos, a representação da Lenda da Caninha Verde de Fataunços e a recriação da Pisa da Uva, estabelecendo uma ligação entre a memória da comunidade, o património local e práticas tradicionais associadas ao território. A apresentação pública do projeto insere-se na IV Recriação Histórica da Pisa da Uva, que decorre na Lagareta da Tapada e no Parque de Merendas da Cheira, em Fataunços. O projeto envolve habitantes da comunidade na concretização das atividades e dirige-se também a crianças e jovens, produtores e artesãos e visitantes, contribuindo para a valorização da memória e do património cultural local. Com este apoio, a CCDR Centro reforça a valorização dos agentes culturais da região e a dinamização da oferta cultural nos territórios da Região Centro.
- Categories: CulturaPublished On: 04/09/2026
A CCDR Centro apoia o DROP - Festival de Instrumentos de Sopro, um projeto da Luarky - Associação Cultural e Recreativa - no âmbito do programa Cultura ao Centro 2026 - Apoio à Ação Cultural, na medida 2 - Programação/Difusão. A iniciativa decorrerá entre 4 e 6 de setembro de 2026, no Parque de Almear, em Travassô, no concelho de Águeda, com entrada livre. Em 2026, o projeto será apresentado como DROP - Laboratório de Criação e Experimentação Sonora e colocará os instrumentos de sopro no centro de uma programação que integrará música, performances, histórias, oficinas, conversas, instalações sonoras e momentos de criação e participação. Ao longo dos três dias do festival, o programa incluirá espetáculos como "Love Against The Machine", "Anti_Medo", "Choro de Aveiro", "Roda de Choro Quinteto" e "Anima Dixie", bem como atividades dirigidas a crianças e famílias, de exploração da natureza e instalações sonoras. A edição de 2026 incluirá também a estreia da DROPestra, um projeto artístico que cruza música, teatro, movimento e criação visual, com uma presença particular dos instrumentos de sopro. A iniciativa dirige-se, entre outros públicos, a crianças e jovens ligados ao ensino da música, músicos, elementos de bandas filarmónicas e famílias. O projeto desenvolve também ações que articulam a programação cultural com as áreas da educação e do ambiente, nomeadamente através da leitura, da sensibilização ambiental, da reutilização de materiais e de atividades de contacto com a natureza. O projeto DROP desenvolve-se em colaboração com agentes culturais e entidades locais, valorizando a criação artística, a participação da comunidade e a diversidade da oferta cultural no concelho de Águeda. Através deste apoio, a CCDR Centro reforça a valorização dos agentes culturais da região e a dinamização cultural do território no âmbito do programa Cultura ao Centro 2026 - Apoio à Ação Cultural.
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