Concurso Regional de Ideias de Negócio nas Escolas recebe Menção Honrosa nos European Enterprise Promotion Awards
A CCDR Centro foi distinguida com uma Menção Honrosa nos European Enterprise Promotion Awards, na categoria Investimento nas Competências de Empreendedorismo, com o Concurso Regional de Ideias de Negócio nas Escolas.
Este reconhecimento valoriza o trabalho desenvolvido desde 2014, em estreita colaboração com as Comunidades Intermunicipais da região Centro, na promoção do empreendedorismo junto da comunidade escolar. Ao longo de 10 edições, a iniciativa envolveu cerca de 1.000 alunos e mais de uma centena de professores de todo o território.
Inovador no modelo de competição faseada – municipal, intermunicipal e regional – este Concurso permite reconhecer os alunos em diferentes etapas e estimular o desenvolvimento dos projetos. Esta iniciativa contribui também para reforçar a ligação entre a escola, os professores e as entidades municipais, intermunicipais e regional, promovendo uma relação de maior proximidade e confiança com o setor público.
A Menção Honrosa agora atribuída constitui motivo de orgulho para toda a região e um incentivo adicional para continuar a investir na capacitação dos jovens enquanto cidadãos criativos, inovadores e com espírito empreendedor.


Concurso Regional de Ideias de Negócio nas Escolas recebe Menção Honrosa nos European Enterprise Promotion Awards
Concurso Regional de Ideias de Negócio nas Escolas recebe Menção Honrosa nos European Enterprise Promotion Awards
A CCDR Centro foi distinguida com uma Menção Honrosa nos European Enterprise Promotion Awards, na categoria Investimento nas Competências de Empreendedorismo, com o Concurso Regional de Ideias de Negócio nas Escolas.
Este reconhecimento valoriza o trabalho desenvolvido desde 2014, em estreita colaboração com as Comunidades Intermunicipais da região Centro, na promoção do empreendedorismo junto da comunidade escolar. Ao longo de 10 edições, a iniciativa envolveu cerca de 1.000 alunos e mais de uma centena de professores de todo o território.
Inovador no modelo de competição faseada – municipal, intermunicipal e regional – este Concurso permite reconhecer os alunos em diferentes etapas e estimular o desenvolvimento dos projetos. Esta iniciativa contribui também para reforçar a ligação entre a escola, os professores e as entidades municipais, intermunicipais e regional, promovendo uma relação de maior proximidade e confiança com o setor público.
A Menção Honrosa agora atribuída constitui motivo de orgulho para toda a região e um incentivo adicional para continuar a investir na capacitação dos jovens enquanto cidadãos criativos, inovadores e com espírito empreendedor.


A CCDR Centro foi distinguida com uma Menção Honrosa nos European Enterprise Promotion Awards, na categoria Investimento nas Competências de Empreendedorismo, com o Concurso Regional de Ideias de Negócio nas Escolas.
Este reconhecimento valoriza o trabalho desenvolvido desde 2014, em estreita colaboração com as Comunidades Intermunicipais da região Centro, na promoção do empreendedorismo junto da comunidade escolar. Ao longo de 10 edições, a iniciativa envolveu cerca de 1.000 alunos e mais de uma centena de professores de todo o território.
Inovador no modelo de competição faseada – municipal, intermunicipal e regional – este Concurso permite reconhecer os alunos em diferentes etapas e estimular o desenvolvimento dos projetos. Esta iniciativa contribui também para reforçar a ligação entre a escola, os professores e as entidades municipais, intermunicipais e regional, promovendo uma relação de maior proximidade e confiança com o setor público.
A Menção Honrosa agora atribuída constitui motivo de orgulho para toda a região e um incentivo adicional para continuar a investir na capacitação dos jovens enquanto cidadãos criativos, inovadores e com espírito empreendedor.


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- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 30/10/2026
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I. P. (CCDR Centro) e a Universidade de Aveiro, beneficiário principal do projeto Interreg Europe TenConnecT, reuniram autoridades públicas nacionais e regionais, representantes do setor das infraestruturas, associações empresariais e partes interessadas da área da logística para debater de que forma o Corredor Atlântico pode gerar benefícios económicos e territoriais tangíveis. A lista de participantes do evento incluiu 25 nomes, em representação de 18 organizações. Sob o tema «Corredor Atlântico: das infraestruturas de trânsito aos benefícios tangíveis para a Região Centro», a apresentação de abertura analisou os objetivos do TenConnecT e o Plano de Trabalho do Corredor Atlântico para 2026. Foi dada especial atenção à utilização eficaz do investimento ferroviário, à linha da Beira Alta e às ligações transfronteiriças com Espanha, bem como às ligações entre os portos de Aveiro e da Figueira da Foz aos terminais interiores e às empresas regionais. O debate em plenário analisou a competitividade do transporte ferroviário de mercadorias, a interoperabilidade técnica, a capacidade dos comboios, a fiabilidade do serviço e os custos logísticos. Os participantes destacaram ainda a necessidade de uma melhor partilha de informação operacional, de coordenação transfronteiriça entre Portugal e Espanha e de infraestruturas adequadas de estacionamento de camiões e de apoio na zona de Vilar Formoso. Uma preocupação recorrente foi a necessidade de o investimento físico se traduzir em serviços atrativos para operadores e utilizadores. O workshop dividiu-se, em seguida, em dois grupos. O grupo das autoridades nacionais, regionais e locais que identificou três áreas prioritárias: integração digital com indicadores de desempenho mais claros; maior coordenação com Espanha; e estacionamento de camiões e instalações de apoio em Vilar Formoso. O grupo das empresas e da logística debateu a compatibilidade das infraestruturas e das unidades de carga, as ligações intermodais, a escala comercial necessária para sustentar os terminais e os serviços ferroviários, as operações da primeira e da última milha e a fiabilidade. Foi salientado que a conclusão de um projeto de infraestruturas não garante automaticamente uma melhor acessibilidade ou competitividade regional. O trabalho de acompanhamento deverá analisar a procura real, a capacidade útil, os custos operacionais, a fiabilidade, as emissões e os benefícios para as empresas e territórios. A Autoridade de Mobilidade e Transportes (AMT) disponibilizou posteriormente estudos e recursos de monitorização que poderão contribuir para uma avaliação baseada em dados concretos. A Universidade de Aveiro e a CCDR Centro irão analisar as contribuições com as partes interessadas e explorar melhorias políticas viáveis no âmbito do TenConnecT. As ações de acompanhamento específicas e as respetivas responsabilidades continuam sujeitas a discussão e validação pelas organizações relevantes. Consulte a Apresentação de Enquadramento aqui. Consulte a Agenda aqui.
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 15/10/2026
Na Região Centro foram concluídos 676 doutoramentos no ano letivo 2024/2025, o que representa um aumento de 26,4% em relação ao ano letivo anterior e estabelece um novo máximo histórico (superando o anterior registo mais elevado de 592 doutoramentos concluídos em 2012/2013). Este número corresponde a 24,1% do total de doutoramentos concluídos no país. Além disso, o número de doutorados por 1.000 habitantes da Região Centro com idade entre 25 e 34 anos aumentou para 2,53 em 2024/2025, alcançando o maior valor de toda a série histórica, passando a ser a região com mais doutorados por cada 1.000 habitantes a nível nacional. Estas são algumas das conclusões da última atualização do Barómetro do Centro de Portugal, que pode ser consultado aqui. Destaque também para a taxa de desemprego da região que, no segundo trimestre de 2026, se fixou nos 4,1%, diminuindo 0,8 pontos percentuais face ao trimestre anterior e permanecendo abaixo da média nacional de 5,3%. A taxa de desemprego no Centro manteve-se num valor historicamente baixo quando comparada com os registos das duas últimas décadas, sendo a segunda menor entre as regiões portuguesas, apenas atrás da Região Autónoma da Madeira. De salientar ainda o aumento da média do rendimento familiar por habitante na Região Centro que atingiu 9.867 euros em 2024, registando um acréscimo de, aproximadamente, 902 euros face a 2023. A dispersão concelhia do rendimento familiar por habitante na região voltou a registar um mínimo histórico, prosseguindo a tendência de redução das assimetrias regionais observada desde 2015, mantendo-se abaixo da média nacional. O Centro foi, assim, a segunda região com menores assimetrias intrarregionais, a seguir ao Algarve. Nesta edição, além da informação sobre os doutorados (ficha n.º 5), a taxa de desemprego (ficha n.º 15) e a dispersão do rendimento familiar (ficha n.º 22), foram ainda atualizados os indicadores referentes às exportações de bens (ficha n.º 1), e à satisfação dos residentes (ficha n.º 17). O Barómetro do Centro de Portugal é um elemento de monitorização, produzido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, que tem como objetivo avaliar o progresso alcançado pela Região Centro em termos de crescimento e competitividade, potencial humano, qualidade de vida, coesão e sustentabilidade ambiental e energética. Contempla um conjunto de 25 indicadores-chave, objeto de permanente atualização, que identificam tendências e lacunas de progresso, permitindo desenvolver eventuais ações corretivas e preventivas.
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 13/10/2026
O grau de satisfação dos residentes na Região Centro aumentou em 2026. Neste ano, 69,6% dos entrevistados consideraram-se globalmente satisfeitos, contra 68,7% da recolha anterior (2025) e 61,2% em 2013 (ano em que foi realizada a primeira inquirição na região). Esta é uma das conclusões da 12.ª edição do Inquérito à Satisfação dos Residentes na Região Centro, promovido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P., no âmbito da monitorização desenvolvida no Barómetro Centro de Portugal. Esta edição do inquérito mostrou que, em 2026, 13,6% dos residentes estavam “muito satisfeitos”, 55,9% “satisfeitos”, 25,0% “não muito satisfeitos” e 5,5% “nada satisfeitos”. Face ao ano anterior, destaca-se o aumento da quota dos indivíduos “muito satisfeitos” (+1,4 pontos percentuais) e, em sentido contrário, a diminuição das quotas dos “satisfeitos” (-0,7 pontos percentuais), dos “não muito satisfeitos” (-0,1 pontos percentuais) e dos “nada satisfeitos” (-0,7 pontos percentuais), o que resultou num crescimento total da percentagem de inquiridos globalmente satisfeitos em 0,9 pontos percentuais. Entre os principais motivos de satisfação destacam-se a qualidade de vida/ter um nível de vida estável, ter saúde e a vida familiar. Relativamente aos motivos de insatisfação, as dificuldades financeiras/custo de vida elevado, as remunerações e reformas baixas e o descontentamento com o Governo/políticas foram os três principais fatores de insatisfação apontados pelos inquiridos. De destacar ainda que, nesta inquirição, os preços da habitação/falta de acesso à habitação assumiram relevância como motivo de insatisfação. O inquérito mostra que, globalmente, e ao contrário do que se verificou nas recolhas anteriores, os residentes ativos (empregados e desempregados) estão menos satisfeitos do que os inativos (estudantes, domésticos e reformados) e os homens menos satisfeitos do que as mulheres, embora os níveis de satisfação sejam bastante próximos. No que respeita aos residentes empregados, o grau de satisfação mostrou-se mais elevado nas profissões mais qualificadas. Os quadros superiores, os quadros médios e os profissionais liberais foram os que se apresentaram mais satisfeitos e, pelo contrário, os trabalhadores não qualificados e os empregados administrativos eram os mais insatisfeitos. Tal como nas vagas anteriores, os mais jovens estão globalmente mais satisfeitos do que a população mais velha ainda que, nesta edição, as diferenças entre os grupos etárias mostraram-se menos acentuadas. O grau de satisfação é, também, tendencialmente mais elevado quanto mais elevadas forem as habilitações escolares dos inquiridos. Nesta edição do Inquérito à Satisfação dos Residentes na Região Centro, foi novamente solicitado aos jovens, entre os 21 e os 34 anos, que indicassem os três principais fatores que valorizam num território para nele viverem. O fator preponderante identificado por estes jovens para se fixarem num território foi o custo de vida acessível (18,1%), seguido da proximidade à família e amigos (17,2%). Foram também valorizadas a segurança (16,8%), a facilidade de deslocação/mobilidade (15,5%), o acesso a saúde e educação (11,3%) e o emprego digno e devidamente remunerado (10,9%). Com menor relevância surgiram fatores como a oferta cultural e de espaços de lazer, a conectividade digital e, por último, o ambiente favorável ao empreendedorismo e inovação. Para informações [...]
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 30/10/2026
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I. P. (CCDR Centro) e a Universidade de Aveiro, beneficiário principal do projeto Interreg Europe TenConnecT, reuniram autoridades públicas nacionais e regionais, representantes do setor das infraestruturas, associações empresariais e partes interessadas da área da logística para debater de que forma o Corredor Atlântico pode gerar benefícios económicos e territoriais tangíveis. A lista de participantes do evento incluiu 25 nomes, em representação de 18 organizações. Sob o tema «Corredor Atlântico: das infraestruturas de trânsito aos benefícios tangíveis para a Região Centro», a apresentação de abertura analisou os objetivos do TenConnecT e o Plano de Trabalho do Corredor Atlântico para 2026. Foi dada especial atenção à utilização eficaz do investimento ferroviário, à linha da Beira Alta e às ligações transfronteiriças com Espanha, bem como às ligações entre os portos de Aveiro e da Figueira da Foz aos terminais interiores e às empresas regionais. O debate em plenário analisou a competitividade do transporte ferroviário de mercadorias, a interoperabilidade técnica, a capacidade dos comboios, a fiabilidade do serviço e os custos logísticos. Os participantes destacaram ainda a necessidade de uma melhor partilha de informação operacional, de coordenação transfronteiriça entre Portugal e Espanha e de infraestruturas adequadas de estacionamento de camiões e de apoio na zona de Vilar Formoso. Uma preocupação recorrente foi a necessidade de o investimento físico se traduzir em serviços atrativos para operadores e utilizadores. O workshop dividiu-se, em seguida, em dois grupos. O grupo das autoridades nacionais, regionais e locais que identificou três áreas prioritárias: integração digital com indicadores de desempenho mais claros; maior coordenação com Espanha; e estacionamento de camiões e instalações de apoio em Vilar Formoso. O grupo das empresas e da logística debateu a compatibilidade das infraestruturas e das unidades de carga, as ligações intermodais, a escala comercial necessária para sustentar os terminais e os serviços ferroviários, as operações da primeira e da última milha e a fiabilidade. Foi salientado que a conclusão de um projeto de infraestruturas não garante automaticamente uma melhor acessibilidade ou competitividade regional. O trabalho de acompanhamento deverá analisar a procura real, a capacidade útil, os custos operacionais, a fiabilidade, as emissões e os benefícios para as empresas e territórios. A Autoridade de Mobilidade e Transportes (AMT) disponibilizou posteriormente estudos e recursos de monitorização que poderão contribuir para uma avaliação baseada em dados concretos. A Universidade de Aveiro e a CCDR Centro irão analisar as contribuições com as partes interessadas e explorar melhorias políticas viáveis no âmbito do TenConnecT. As ações de acompanhamento específicas e as respetivas responsabilidades continuam sujeitas a discussão e validação pelas organizações relevantes. Consulte a Apresentação de Enquadramento aqui. Consulte a Agenda aqui.
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 15/10/2026
Na Região Centro foram concluídos 676 doutoramentos no ano letivo 2024/2025, o que representa um aumento de 26,4% em relação ao ano letivo anterior e estabelece um novo máximo histórico (superando o anterior registo mais elevado de 592 doutoramentos concluídos em 2012/2013). Este número corresponde a 24,1% do total de doutoramentos concluídos no país. Além disso, o número de doutorados por 1.000 habitantes da Região Centro com idade entre 25 e 34 anos aumentou para 2,53 em 2024/2025, alcançando o maior valor de toda a série histórica, passando a ser a região com mais doutorados por cada 1.000 habitantes a nível nacional. Estas são algumas das conclusões da última atualização do Barómetro do Centro de Portugal, que pode ser consultado aqui. Destaque também para a taxa de desemprego da região que, no segundo trimestre de 2026, se fixou nos 4,1%, diminuindo 0,8 pontos percentuais face ao trimestre anterior e permanecendo abaixo da média nacional de 5,3%. A taxa de desemprego no Centro manteve-se num valor historicamente baixo quando comparada com os registos das duas últimas décadas, sendo a segunda menor entre as regiões portuguesas, apenas atrás da Região Autónoma da Madeira. De salientar ainda o aumento da média do rendimento familiar por habitante na Região Centro que atingiu 9.867 euros em 2024, registando um acréscimo de, aproximadamente, 902 euros face a 2023. A dispersão concelhia do rendimento familiar por habitante na região voltou a registar um mínimo histórico, prosseguindo a tendência de redução das assimetrias regionais observada desde 2015, mantendo-se abaixo da média nacional. O Centro foi, assim, a segunda região com menores assimetrias intrarregionais, a seguir ao Algarve. Nesta edição, além da informação sobre os doutorados (ficha n.º 5), a taxa de desemprego (ficha n.º 15) e a dispersão do rendimento familiar (ficha n.º 22), foram ainda atualizados os indicadores referentes às exportações de bens (ficha n.º 1), e à satisfação dos residentes (ficha n.º 17). O Barómetro do Centro de Portugal é um elemento de monitorização, produzido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, que tem como objetivo avaliar o progresso alcançado pela Região Centro em termos de crescimento e competitividade, potencial humano, qualidade de vida, coesão e sustentabilidade ambiental e energética. Contempla um conjunto de 25 indicadores-chave, objeto de permanente atualização, que identificam tendências e lacunas de progresso, permitindo desenvolver eventuais ações corretivas e preventivas.
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 13/10/2026
O grau de satisfação dos residentes na Região Centro aumentou em 2026. Neste ano, 69,6% dos entrevistados consideraram-se globalmente satisfeitos, contra 68,7% da recolha anterior (2025) e 61,2% em 2013 (ano em que foi realizada a primeira inquirição na região). Esta é uma das conclusões da 12.ª edição do Inquérito à Satisfação dos Residentes na Região Centro, promovido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P., no âmbito da monitorização desenvolvida no Barómetro Centro de Portugal. Esta edição do inquérito mostrou que, em 2026, 13,6% dos residentes estavam “muito satisfeitos”, 55,9% “satisfeitos”, 25,0% “não muito satisfeitos” e 5,5% “nada satisfeitos”. Face ao ano anterior, destaca-se o aumento da quota dos indivíduos “muito satisfeitos” (+1,4 pontos percentuais) e, em sentido contrário, a diminuição das quotas dos “satisfeitos” (-0,7 pontos percentuais), dos “não muito satisfeitos” (-0,1 pontos percentuais) e dos “nada satisfeitos” (-0,7 pontos percentuais), o que resultou num crescimento total da percentagem de inquiridos globalmente satisfeitos em 0,9 pontos percentuais. Entre os principais motivos de satisfação destacam-se a qualidade de vida/ter um nível de vida estável, ter saúde e a vida familiar. Relativamente aos motivos de insatisfação, as dificuldades financeiras/custo de vida elevado, as remunerações e reformas baixas e o descontentamento com o Governo/políticas foram os três principais fatores de insatisfação apontados pelos inquiridos. De destacar ainda que, nesta inquirição, os preços da habitação/falta de acesso à habitação assumiram relevância como motivo de insatisfação. O inquérito mostra que, globalmente, e ao contrário do que se verificou nas recolhas anteriores, os residentes ativos (empregados e desempregados) estão menos satisfeitos do que os inativos (estudantes, domésticos e reformados) e os homens menos satisfeitos do que as mulheres, embora os níveis de satisfação sejam bastante próximos. No que respeita aos residentes empregados, o grau de satisfação mostrou-se mais elevado nas profissões mais qualificadas. Os quadros superiores, os quadros médios e os profissionais liberais foram os que se apresentaram mais satisfeitos e, pelo contrário, os trabalhadores não qualificados e os empregados administrativos eram os mais insatisfeitos. Tal como nas vagas anteriores, os mais jovens estão globalmente mais satisfeitos do que a população mais velha ainda que, nesta edição, as diferenças entre os grupos etárias mostraram-se menos acentuadas. O grau de satisfação é, também, tendencialmente mais elevado quanto mais elevadas forem as habilitações escolares dos inquiridos. Nesta edição do Inquérito à Satisfação dos Residentes na Região Centro, foi novamente solicitado aos jovens, entre os 21 e os 34 anos, que indicassem os três principais fatores que valorizam num território para nele viverem. O fator preponderante identificado por estes jovens para se fixarem num território foi o custo de vida acessível (18,1%), seguido da proximidade à família e amigos (17,2%). Foram também valorizadas a segurança (16,8%), a facilidade de deslocação/mobilidade (15,5%), o acesso a saúde e educação (11,3%) e o emprego digno e devidamente remunerado (10,9%). Com menor relevância surgiram fatores como a oferta cultural e de espaços de lazer, a conectividade digital e, por último, o ambiente favorável ao empreendedorismo e inovação. Para informações [...]
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 12/10/2026
No segundo trimestre de 2026, a taxa de desemprego na Região Centro fixou-se nos 4,1%, refletindo uma diminuição trimestral e homóloga, mantendo-se inferior à média nacional (de 5,3%). Os restantes indicadores do mercado de trabalho da região tiveram também uma evolução favorável. Assistiu-se, ainda, na região, a uma evolução positiva do comércio internacional de bens, com o crescimento homólogo real das saídas e das entradas de bens, bem como a um aumento das empresas constituídas e dos empréstimos concedidos às empresas. Em contraste, os indicadores do licenciamento de edifícios e a atividade turística observaram contrações homólogas neste trimestre. Já a inflação acelerou face aos trimestres anteriores, superando o registo nacional. Estas são algumas das conclusões do n.º 71 do “Centro de Portugal – Boletim Trimestral”, publicação que analisa a evolução conjuntural da Região Centro. No segundo trimestre de 2026, o Produto Interno Bruto registou um crescimento homólogo real de 2,5%, justificado pelo contributo positivo da procura interna, que superou o contributo negativo da procura externa líquida. A taxa de desemprego nacional diminuiu para 5,3%, valor abaixo do observado nos períodos homólogo e anterior. Já o nível de preços aumentou para os 3,3%, tendo acelerado em relação ao mesmo trimestre de 2025 e ao trimestre anterior. A confiança dos consumidores piorou, enquanto o indicador de clima económico permaneceu positivo e superior ao trimestre homólogo. O euro valorizou face ao dólar na comparação com o período homólogo, ainda que se tenha verificado uma desaceleração significativa face ao trimestre anterior. Relativamente à Região Centro, continuou a assistir-se a uma evolução favorável do mercado de trabalho, decorrente dos aumentos das taxas de atividade e de emprego e da diminuição do desemprego. O salário médio líquido mensal dos trabalhadores por conta de outrem voltou a aumentar face a igual período do ano anterior, o que se verifica há mais de dois anos consecutivos, embora a um ritmo mais moderado. No setor empresarial regional registou-se uma diminuição homóloga nas ações de insolvência de empresas, por contraste com o país, onde se verificou um aumento significativo, e um aumento das empresas constituídas, invertendo a quebra registada no trimestre anterior. Os empréstimos concedidos às empresas aumentaram na região, reforçando a trajetória do trimestre anterior. Também o peso regional dos empréstimos vencidos no total dos concedidos aumentou, ainda que ligeiramente, face ao mesmo trimestre do ano de 2025. O setor da construção regional apresentou uma evolução homóloga positiva das obras concluídas, enquanto o licenciamento evoluiu negativamente, com exceção dos novos fogos para habitação familiar. Relativamente à evolução dos empréstimos à habitação em termos homólogos reais, o crédito concedido para habitação continuou a crescer, enquanto os empréstimos vencidos registaram uma nova quebra muito significativa. Na atividade turística, os hóspedes, as dormidas e os proveitos dos estabelecimentos de alojamento turístico diminuíram na região em termos homólogos, contrariando a tendência nacional, mas prosseguindo a tendência de decréscimo que se tinha verificado no trimestre anterior. Já a estada média na região manteve-se inalterada face a igual período do ano anterior. O comércio [...]
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 30/10/2026
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I. P. (CCDR Centro) e a Universidade de Aveiro, beneficiário principal do projeto Interreg Europe TenConnecT, reuniram autoridades públicas nacionais e regionais, representantes do setor das infraestruturas, associações empresariais e partes interessadas da área da logística para debater de que forma o Corredor Atlântico pode gerar benefícios económicos e territoriais tangíveis. A lista de participantes do evento incluiu 25 nomes, em representação de 18 organizações. Sob o tema «Corredor Atlântico: das infraestruturas de trânsito aos benefícios tangíveis para a Região Centro», a apresentação de abertura analisou os objetivos do TenConnecT e o Plano de Trabalho do Corredor Atlântico para 2026. Foi dada especial atenção à utilização eficaz do investimento ferroviário, à linha da Beira Alta e às ligações transfronteiriças com Espanha, bem como às ligações entre os portos de Aveiro e da Figueira da Foz aos terminais interiores e às empresas regionais. O debate em plenário analisou a competitividade do transporte ferroviário de mercadorias, a interoperabilidade técnica, a capacidade dos comboios, a fiabilidade do serviço e os custos logísticos. Os participantes destacaram ainda a necessidade de uma melhor partilha de informação operacional, de coordenação transfronteiriça entre Portugal e Espanha e de infraestruturas adequadas de estacionamento de camiões e de apoio na zona de Vilar Formoso. Uma preocupação recorrente foi a necessidade de o investimento físico se traduzir em serviços atrativos para operadores e utilizadores. O workshop dividiu-se, em seguida, em dois grupos. O grupo das autoridades nacionais, regionais e locais que identificou três áreas prioritárias: integração digital com indicadores de desempenho mais claros; maior coordenação com Espanha; e estacionamento de camiões e instalações de apoio em Vilar Formoso. O grupo das empresas e da logística debateu a compatibilidade das infraestruturas e das unidades de carga, as ligações intermodais, a escala comercial necessária para sustentar os terminais e os serviços ferroviários, as operações da primeira e da última milha e a fiabilidade. Foi salientado que a conclusão de um projeto de infraestruturas não garante automaticamente uma melhor acessibilidade ou competitividade regional. O trabalho de acompanhamento deverá analisar a procura real, a capacidade útil, os custos operacionais, a fiabilidade, as emissões e os benefícios para as empresas e territórios. A Autoridade de Mobilidade e Transportes (AMT) disponibilizou posteriormente estudos e recursos de monitorização que poderão contribuir para uma avaliação baseada em dados concretos. A Universidade de Aveiro e a CCDR Centro irão analisar as contribuições com as partes interessadas e explorar melhorias políticas viáveis no âmbito do TenConnecT. As ações de acompanhamento específicas e as respetivas responsabilidades continuam sujeitas a discussão e validação pelas organizações relevantes. Consulte a Apresentação de Enquadramento aqui. Consulte a Agenda aqui.
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 15/10/2026
Na Região Centro foram concluídos 676 doutoramentos no ano letivo 2024/2025, o que representa um aumento de 26,4% em relação ao ano letivo anterior e estabelece um novo máximo histórico (superando o anterior registo mais elevado de 592 doutoramentos concluídos em 2012/2013). Este número corresponde a 24,1% do total de doutoramentos concluídos no país. Além disso, o número de doutorados por 1.000 habitantes da Região Centro com idade entre 25 e 34 anos aumentou para 2,53 em 2024/2025, alcançando o maior valor de toda a série histórica, passando a ser a região com mais doutorados por cada 1.000 habitantes a nível nacional. Estas são algumas das conclusões da última atualização do Barómetro do Centro de Portugal, que pode ser consultado aqui. Destaque também para a taxa de desemprego da região que, no segundo trimestre de 2026, se fixou nos 4,1%, diminuindo 0,8 pontos percentuais face ao trimestre anterior e permanecendo abaixo da média nacional de 5,3%. A taxa de desemprego no Centro manteve-se num valor historicamente baixo quando comparada com os registos das duas últimas décadas, sendo a segunda menor entre as regiões portuguesas, apenas atrás da Região Autónoma da Madeira. De salientar ainda o aumento da média do rendimento familiar por habitante na Região Centro que atingiu 9.867 euros em 2024, registando um acréscimo de, aproximadamente, 902 euros face a 2023. A dispersão concelhia do rendimento familiar por habitante na região voltou a registar um mínimo histórico, prosseguindo a tendência de redução das assimetrias regionais observada desde 2015, mantendo-se abaixo da média nacional. O Centro foi, assim, a segunda região com menores assimetrias intrarregionais, a seguir ao Algarve. Nesta edição, além da informação sobre os doutorados (ficha n.º 5), a taxa de desemprego (ficha n.º 15) e a dispersão do rendimento familiar (ficha n.º 22), foram ainda atualizados os indicadores referentes às exportações de bens (ficha n.º 1), e à satisfação dos residentes (ficha n.º 17). O Barómetro do Centro de Portugal é um elemento de monitorização, produzido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, que tem como objetivo avaliar o progresso alcançado pela Região Centro em termos de crescimento e competitividade, potencial humano, qualidade de vida, coesão e sustentabilidade ambiental e energética. Contempla um conjunto de 25 indicadores-chave, objeto de permanente atualização, que identificam tendências e lacunas de progresso, permitindo desenvolver eventuais ações corretivas e preventivas.
- Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 13/10/2026
O grau de satisfação dos residentes na Região Centro aumentou em 2026. Neste ano, 69,6% dos entrevistados consideraram-se globalmente satisfeitos, contra 68,7% da recolha anterior (2025) e 61,2% em 2013 (ano em que foi realizada a primeira inquirição na região). Esta é uma das conclusões da 12.ª edição do Inquérito à Satisfação dos Residentes na Região Centro, promovido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P., no âmbito da monitorização desenvolvida no Barómetro Centro de Portugal. Esta edição do inquérito mostrou que, em 2026, 13,6% dos residentes estavam “muito satisfeitos”, 55,9% “satisfeitos”, 25,0% “não muito satisfeitos” e 5,5% “nada satisfeitos”. Face ao ano anterior, destaca-se o aumento da quota dos indivíduos “muito satisfeitos” (+1,4 pontos percentuais) e, em sentido contrário, a diminuição das quotas dos “satisfeitos” (-0,7 pontos percentuais), dos “não muito satisfeitos” (-0,1 pontos percentuais) e dos “nada satisfeitos” (-0,7 pontos percentuais), o que resultou num crescimento total da percentagem de inquiridos globalmente satisfeitos em 0,9 pontos percentuais. Entre os principais motivos de satisfação destacam-se a qualidade de vida/ter um nível de vida estável, ter saúde e a vida familiar. Relativamente aos motivos de insatisfação, as dificuldades financeiras/custo de vida elevado, as remunerações e reformas baixas e o descontentamento com o Governo/políticas foram os três principais fatores de insatisfação apontados pelos inquiridos. De destacar ainda que, nesta inquirição, os preços da habitação/falta de acesso à habitação assumiram relevância como motivo de insatisfação. O inquérito mostra que, globalmente, e ao contrário do que se verificou nas recolhas anteriores, os residentes ativos (empregados e desempregados) estão menos satisfeitos do que os inativos (estudantes, domésticos e reformados) e os homens menos satisfeitos do que as mulheres, embora os níveis de satisfação sejam bastante próximos. No que respeita aos residentes empregados, o grau de satisfação mostrou-se mais elevado nas profissões mais qualificadas. Os quadros superiores, os quadros médios e os profissionais liberais foram os que se apresentaram mais satisfeitos e, pelo contrário, os trabalhadores não qualificados e os empregados administrativos eram os mais insatisfeitos. Tal como nas vagas anteriores, os mais jovens estão globalmente mais satisfeitos do que a população mais velha ainda que, nesta edição, as diferenças entre os grupos etárias mostraram-se menos acentuadas. O grau de satisfação é, também, tendencialmente mais elevado quanto mais elevadas forem as habilitações escolares dos inquiridos. Nesta edição do Inquérito à Satisfação dos Residentes na Região Centro, foi novamente solicitado aos jovens, entre os 21 e os 34 anos, que indicassem os três principais fatores que valorizam num território para nele viverem. O fator preponderante identificado por estes jovens para se fixarem num território foi o custo de vida acessível (18,1%), seguido da proximidade à família e amigos (17,2%). Foram também valorizadas a segurança (16,8%), a facilidade de deslocação/mobilidade (15,5%), o acesso a saúde e educação (11,3%) e o emprego digno e devidamente remunerado (10,9%). Com menor relevância surgiram fatores como a oferta cultural e de espaços de lazer, a conectividade digital e, por último, o ambiente favorável ao empreendedorismo e inovação. Para informações [...]





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