Projeto INcomum – Inovação e Conhecimento no MUNdo rural


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- Categories: Desenvolvimento Rural, Agroalimentar e PescasPublished On: 15/05/2026
No próximo dia 17 de maio assinala-se o Dia Mundial da Pastelaria, uma celebração dedicada à arte de criar doces que atravessam gerações, preservam tradições e refletem a identidade cultural dos povos. Em Portugal, a pastelaria ocupa um lugar de destaque na gastronomia nacional, sendo expressão de séculos de saber, criatividade e herança conventual e popular. A região Centro distingue-se particularmente pela extraordinária riqueza da sua doçaria tradicional. De norte a sul do território, multiplicam-se receitas antigas que continuam a ser preservadas e valorizadas, mantendo vivos sabores e técnicas artesanais únicas. Entre muitos exemplos emblemáticos encontram-se os tradicionais Ovos Moles de Aveiro, o célebre Pastel de Tentúgal e o reconhecido Pão de Ló de Ovar, verdadeiros símbolos da identidade gastronómica da região. Mas a doçaria do Centro vai muito além destes ícones. Em Coimbra, as Arrufadas e as delicadas Queijadas de Pereira revelam a influência conventual e popular que marcou a história da região, enquanto os Pastéis de Lorvão mantêm viva uma tradição secular. Já no interior, os Biscoitos da Guarda, os Cascoréis e as Nevadas de Penacova testemunham a autenticidade dos sabores ligados às aldeias e às tradições locais. Também os Biscoitos de Escalhão, os Biscoitos do Louriçal, as Barrigas de Freira, o Pastel de Feijão de Viseu e as Queijadas de Tentúgal demonstram a enorme diversidade doceira existente no Centro de Portugal. Estes doces são apenas um pequeno exemplo da riqueza e variedade da doçaria regional, património cultural de enorme valor que continua a afirmar-se como elemento distintivo da identidade da região. Cada receita transporta consigo histórias, costumes e memórias coletivas, refletindo o trabalho e a dedicação de gerações que souberam preservar este legado gastronómico ao longo do tempo. A CCDR Centro não podia deixar de se associar a esta efeméride, assinalando o Dia Mundial da Pastelaria como uma oportunidade para valorizar os profissionais do setor, promover a doçaria tradicional portuguesa e reforçar a importância da preservação da identidade cultural e gastronómica da região Centro.
- Categories: Agricultura e Pescas, InformaçãoPublished On: 14/05/2026
A Região Centro tem um papel determinante nos investimentos na área do mar, com um peso substancial nas candidaturas ao Programa Mar 2030. Salvador Malheiro, Secretário de Estado das Pescas e do Mar, e José Ribau Esteves, Presidente Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I. P. (CCDR Centro), apelam à execução eficiente deste instrumento financeiro da economia do Mar. O desafio foi deixado ontem, em Coimbra, na Sede da CCDR Centro, na sessão “Mar 2030 Mais Próximo”, promovida pela Autoridade de Gestão do Mar 2030 e pela CCDR Centro. A Gestora do Mar 2030, Dina Ferreira, salientou que «a Região Centro tem um papel determinante, porque é na Região Centro que estão a ser desenvolvidos os maiores investimentos produtivos, quer na transformação dos produtos de pesca quer na aquicultura». José Ribau Esteves, Presidente da CCDR Centro, destacou «a importância da economia e da cultura do Mar para a Região, apelando às entidades públicas e privadas que façam uma boa utilização deste instrumento financeiro, o que também permitirá a Portugal ter melhores condições políticas para negociar mais fundos europeus para esta área, no próximo quadro de Fundos Comunitários». O Secretário de Estado das Pescas e do Mar, Salvador Malheiro, «apelou à necessidade de executar com eficiência os 4200 projetos já aprovados, de forma a poder assegurar os 540 milhões de euros afetos ao Programa Mar 2030». Enalteceu a importância destas sessões, que se vão realizar em todas as regiões, «para aproximar os decisores dos beneficiários, ajudando na execução dos projetos». A sessão incluiu a apresentação da empresa Flatlantic, um caso de sucesso apoiado pelo Programa Mar 2030. Foi ainda apresentado o Manual do Beneficiário e aberto espaço para esclarecimento de dúvidas dos beneficiários do programa, nomeadamente os procedimentos aplicáveis para assegurar a plena execução dos seus projetos.
- Categories: Desenvolvimento Rural, Agroalimentar e PescasPublished On: 12/05/2026
O Dia Internacional da Sanidade Vegetal, celebrado anualmente a 12 de maio por iniciativa da Organização das Nações Unidas, constitui uma oportunidade estratégica para reforçar a consciencialização global sobre a importância da proteção das plantas enquanto elemento essencial da segurança alimentar, da sustentabilidade ambiental e do desenvolvimento económico. Instituída na sequência do Ano Internacional da Sanidade Vegetal, celebrado em 2020, esta efeméride visa mobilizar governos, instituições, setor produtivo e sociedade civil para a adoção de práticas capazes de prevenir a introdução e disseminação de pragas e doenças vegetais. As plantas representam cerca de 80% dos alimentos consumidos pela população mundial e desempenham um papel determinante na regulação da qualidade do ar, na conservação da biodiversidade e no equilíbrio dos ecossistemas. Neste contexto, torna-se fundamental assegurar a sua sanidade face a desafios crescentes, como as alterações climáticas, a intensificação das trocas comerciais internacionais e o aumento da circulação global de vegetais e produtos vegetais. Em Portugal, a celebração de 2026 assume especial relevância com a realização de um simpósio promovido pela Direção-Geral de Alimentação e Veterinária, no Auditório da Administração do Porto de Sines, dedicado à importância da inspeção fitossanitária na importação de vegetais e produtos vegetais. A iniciativa pretende evidenciar os riscos associados à introdução de organismos nocivos e reforçar a necessidade de sistemas eficazes de controlo, monitorização e prevenção fitossanitária. Importa recordar que, nos últimos anos, os temas associados ao Dia Internacional da Sanidade Vegetal têm refletido uma abordagem cada vez mais integrada e multidisciplinar. Em 2025, destacou-se a ligação entre sanidade vegetal e o conceito One Health, enquanto em 2024 foi valorizada a articulação entre saúde vegetal, comércio seguro e tecnologia digital. Esta evolução conceptual evidencia a crescente interdependência entre saúde humana, saúde animal e saúde ambiental, em consonância com as orientações da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura. Neste enquadramento, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, através da sua Unidade de Desenvolvimento Rural e Agroalimentar, associa-se à celebração desta efeméride, reconhecendo a importância estratégica da sanidade vegetal para o território regional. A sustentabilidade dos sistemas agrícolas, a valorização dos recursos endógenos e a proteção da biodiversidade constituem prioridades fundamentais para o desenvolvimento equilibrado e resiliente da região Centro. Ao assinalar esta data, a CCDR Centro reforça o seu compromisso com a disseminação de boas práticas fitossanitárias, a sensibilização dos agentes do território e o apoio a políticas públicas que promovam uma agricultura mais inovadora, sustentável e resiliente, contribuindo para a proteção do património natural e para o fortalecimento da segurança alimentar e ambiental. Referências Associação dos Jovens Agricultores de Portugal: ver aqui Convenção Internacional de Proteção das Plantas. (FAO): ver aqui Direção-Geral de Alimentação e Veterinária: ver aqui Nações Unidas. (2022) International Day of Plant Health: ver aqui Voz do Campo. Simpósio “Dia Internacional da Sanidade Vegetal – A importância da inspeção fitossanitária à importação”. Recuperado de: ver aqui
- Categories: Desenvolvimento Rural, Agroalimentar e PescasPublished On: 15/05/2026
No próximo dia 17 de maio assinala-se o Dia Mundial da Pastelaria, uma celebração dedicada à arte de criar doces que atravessam gerações, preservam tradições e refletem a identidade cultural dos povos. Em Portugal, a pastelaria ocupa um lugar de destaque na gastronomia nacional, sendo expressão de séculos de saber, criatividade e herança conventual e popular. A região Centro distingue-se particularmente pela extraordinária riqueza da sua doçaria tradicional. De norte a sul do território, multiplicam-se receitas antigas que continuam a ser preservadas e valorizadas, mantendo vivos sabores e técnicas artesanais únicas. Entre muitos exemplos emblemáticos encontram-se os tradicionais Ovos Moles de Aveiro, o célebre Pastel de Tentúgal e o reconhecido Pão de Ló de Ovar, verdadeiros símbolos da identidade gastronómica da região. Mas a doçaria do Centro vai muito além destes ícones. Em Coimbra, as Arrufadas e as delicadas Queijadas de Pereira revelam a influência conventual e popular que marcou a história da região, enquanto os Pastéis de Lorvão mantêm viva uma tradição secular. Já no interior, os Biscoitos da Guarda, os Cascoréis e as Nevadas de Penacova testemunham a autenticidade dos sabores ligados às aldeias e às tradições locais. Também os Biscoitos de Escalhão, os Biscoitos do Louriçal, as Barrigas de Freira, o Pastel de Feijão de Viseu e as Queijadas de Tentúgal demonstram a enorme diversidade doceira existente no Centro de Portugal. Estes doces são apenas um pequeno exemplo da riqueza e variedade da doçaria regional, património cultural de enorme valor que continua a afirmar-se como elemento distintivo da identidade da região. Cada receita transporta consigo histórias, costumes e memórias coletivas, refletindo o trabalho e a dedicação de gerações que souberam preservar este legado gastronómico ao longo do tempo. A CCDR Centro não podia deixar de se associar a esta efeméride, assinalando o Dia Mundial da Pastelaria como uma oportunidade para valorizar os profissionais do setor, promover a doçaria tradicional portuguesa e reforçar a importância da preservação da identidade cultural e gastronómica da região Centro.
- Categories: Agricultura e Pescas, InformaçãoPublished On: 14/05/2026
A Região Centro tem um papel determinante nos investimentos na área do mar, com um peso substancial nas candidaturas ao Programa Mar 2030. Salvador Malheiro, Secretário de Estado das Pescas e do Mar, e José Ribau Esteves, Presidente Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I. P. (CCDR Centro), apelam à execução eficiente deste instrumento financeiro da economia do Mar. O desafio foi deixado ontem, em Coimbra, na Sede da CCDR Centro, na sessão “Mar 2030 Mais Próximo”, promovida pela Autoridade de Gestão do Mar 2030 e pela CCDR Centro. A Gestora do Mar 2030, Dina Ferreira, salientou que «a Região Centro tem um papel determinante, porque é na Região Centro que estão a ser desenvolvidos os maiores investimentos produtivos, quer na transformação dos produtos de pesca quer na aquicultura». José Ribau Esteves, Presidente da CCDR Centro, destacou «a importância da economia e da cultura do Mar para a Região, apelando às entidades públicas e privadas que façam uma boa utilização deste instrumento financeiro, o que também permitirá a Portugal ter melhores condições políticas para negociar mais fundos europeus para esta área, no próximo quadro de Fundos Comunitários». O Secretário de Estado das Pescas e do Mar, Salvador Malheiro, «apelou à necessidade de executar com eficiência os 4200 projetos já aprovados, de forma a poder assegurar os 540 milhões de euros afetos ao Programa Mar 2030». Enalteceu a importância destas sessões, que se vão realizar em todas as regiões, «para aproximar os decisores dos beneficiários, ajudando na execução dos projetos». A sessão incluiu a apresentação da empresa Flatlantic, um caso de sucesso apoiado pelo Programa Mar 2030. Foi ainda apresentado o Manual do Beneficiário e aberto espaço para esclarecimento de dúvidas dos beneficiários do programa, nomeadamente os procedimentos aplicáveis para assegurar a plena execução dos seus projetos.
- Categories: Desenvolvimento Rural, Agroalimentar e PescasPublished On: 12/05/2026
O Dia Internacional da Sanidade Vegetal, celebrado anualmente a 12 de maio por iniciativa da Organização das Nações Unidas, constitui uma oportunidade estratégica para reforçar a consciencialização global sobre a importância da proteção das plantas enquanto elemento essencial da segurança alimentar, da sustentabilidade ambiental e do desenvolvimento económico. Instituída na sequência do Ano Internacional da Sanidade Vegetal, celebrado em 2020, esta efeméride visa mobilizar governos, instituições, setor produtivo e sociedade civil para a adoção de práticas capazes de prevenir a introdução e disseminação de pragas e doenças vegetais. As plantas representam cerca de 80% dos alimentos consumidos pela população mundial e desempenham um papel determinante na regulação da qualidade do ar, na conservação da biodiversidade e no equilíbrio dos ecossistemas. Neste contexto, torna-se fundamental assegurar a sua sanidade face a desafios crescentes, como as alterações climáticas, a intensificação das trocas comerciais internacionais e o aumento da circulação global de vegetais e produtos vegetais. Em Portugal, a celebração de 2026 assume especial relevância com a realização de um simpósio promovido pela Direção-Geral de Alimentação e Veterinária, no Auditório da Administração do Porto de Sines, dedicado à importância da inspeção fitossanitária na importação de vegetais e produtos vegetais. A iniciativa pretende evidenciar os riscos associados à introdução de organismos nocivos e reforçar a necessidade de sistemas eficazes de controlo, monitorização e prevenção fitossanitária. Importa recordar que, nos últimos anos, os temas associados ao Dia Internacional da Sanidade Vegetal têm refletido uma abordagem cada vez mais integrada e multidisciplinar. Em 2025, destacou-se a ligação entre sanidade vegetal e o conceito One Health, enquanto em 2024 foi valorizada a articulação entre saúde vegetal, comércio seguro e tecnologia digital. Esta evolução conceptual evidencia a crescente interdependência entre saúde humana, saúde animal e saúde ambiental, em consonância com as orientações da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura. Neste enquadramento, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, através da sua Unidade de Desenvolvimento Rural e Agroalimentar, associa-se à celebração desta efeméride, reconhecendo a importância estratégica da sanidade vegetal para o território regional. A sustentabilidade dos sistemas agrícolas, a valorização dos recursos endógenos e a proteção da biodiversidade constituem prioridades fundamentais para o desenvolvimento equilibrado e resiliente da região Centro. Ao assinalar esta data, a CCDR Centro reforça o seu compromisso com a disseminação de boas práticas fitossanitárias, a sensibilização dos agentes do território e o apoio a políticas públicas que promovam uma agricultura mais inovadora, sustentável e resiliente, contribuindo para a proteção do património natural e para o fortalecimento da segurança alimentar e ambiental. Referências Associação dos Jovens Agricultores de Portugal: ver aqui Convenção Internacional de Proteção das Plantas. (FAO): ver aqui Direção-Geral de Alimentação e Veterinária: ver aqui Nações Unidas. (2022) International Day of Plant Health: ver aqui Voz do Campo. Simpósio “Dia Internacional da Sanidade Vegetal – A importância da inspeção fitossanitária à importação”. Recuperado de: ver aqui
- Categories: Desenvolvimento Rural, Agroalimentar e Pescas, InformaçãoPublished On: 12/05/2026
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro) promove, de 20 de abril a 31 de maio, a 2.ª edição do Concurso Regional das Hortas Escolares, «Super Horta Escolar», destinado às escolas do ensino pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino básico, com Hortas Escolares já instaladas e em manutenção no presente ano letivo. Esta iniciativa tem como objetivo valorizar as Hortas Escolares como um instrumento pedagógico de aprendizagem da alimentação, da natureza, da biodiversidade e do clima. Pretende-se reconhecer esta experiência educativa e proporcionar às Escolas e aos Alunos a motivação necessária para a existência das hortas em ambiente escolar. Através da mascote «Super Sementinha», os Alunos serão sensibilizados para a sustentabilidade e alimentação saudável, apreendendo conceitos de educação ambiental e nutricional e trabalhando o processo de cultivo de alimentos. Os Prémios são atribuídos em três categorias temáticas para cada nível de ensino: Horta Mais Sustentável – Para a Escola que adota práticas ecológicas, como compostagem, reutilização de materiais e cultivo de espécies autóctones. Horta com Maior Envolvimento da Comunidade – Destaca a horta que mais incentiva a participação ativa de Alunos, Professores, Pais e a Comunidade Local. Horta Mais Diversificada – Premeia a Escola com a maior variedade de culturas e com um aproveitamento eficiente do espaço e da produção. Para mais informação sobre o Concurso Regional das Hortas Escolares clique aqui .
- Categories: Desenvolvimento Rural, Agroalimentar e PescasPublished On: 15/05/2026
No próximo dia 17 de maio assinala-se o Dia Mundial da Pastelaria, uma celebração dedicada à arte de criar doces que atravessam gerações, preservam tradições e refletem a identidade cultural dos povos. Em Portugal, a pastelaria ocupa um lugar de destaque na gastronomia nacional, sendo expressão de séculos de saber, criatividade e herança conventual e popular. A região Centro distingue-se particularmente pela extraordinária riqueza da sua doçaria tradicional. De norte a sul do território, multiplicam-se receitas antigas que continuam a ser preservadas e valorizadas, mantendo vivos sabores e técnicas artesanais únicas. Entre muitos exemplos emblemáticos encontram-se os tradicionais Ovos Moles de Aveiro, o célebre Pastel de Tentúgal e o reconhecido Pão de Ló de Ovar, verdadeiros símbolos da identidade gastronómica da região. Mas a doçaria do Centro vai muito além destes ícones. Em Coimbra, as Arrufadas e as delicadas Queijadas de Pereira revelam a influência conventual e popular que marcou a história da região, enquanto os Pastéis de Lorvão mantêm viva uma tradição secular. Já no interior, os Biscoitos da Guarda, os Cascoréis e as Nevadas de Penacova testemunham a autenticidade dos sabores ligados às aldeias e às tradições locais. Também os Biscoitos de Escalhão, os Biscoitos do Louriçal, as Barrigas de Freira, o Pastel de Feijão de Viseu e as Queijadas de Tentúgal demonstram a enorme diversidade doceira existente no Centro de Portugal. Estes doces são apenas um pequeno exemplo da riqueza e variedade da doçaria regional, património cultural de enorme valor que continua a afirmar-se como elemento distintivo da identidade da região. Cada receita transporta consigo histórias, costumes e memórias coletivas, refletindo o trabalho e a dedicação de gerações que souberam preservar este legado gastronómico ao longo do tempo. A CCDR Centro não podia deixar de se associar a esta efeméride, assinalando o Dia Mundial da Pastelaria como uma oportunidade para valorizar os profissionais do setor, promover a doçaria tradicional portuguesa e reforçar a importância da preservação da identidade cultural e gastronómica da região Centro.
- Categories: Agricultura e Pescas, InformaçãoPublished On: 14/05/2026
A Região Centro tem um papel determinante nos investimentos na área do mar, com um peso substancial nas candidaturas ao Programa Mar 2030. Salvador Malheiro, Secretário de Estado das Pescas e do Mar, e José Ribau Esteves, Presidente Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I. P. (CCDR Centro), apelam à execução eficiente deste instrumento financeiro da economia do Mar. O desafio foi deixado ontem, em Coimbra, na Sede da CCDR Centro, na sessão “Mar 2030 Mais Próximo”, promovida pela Autoridade de Gestão do Mar 2030 e pela CCDR Centro. A Gestora do Mar 2030, Dina Ferreira, salientou que «a Região Centro tem um papel determinante, porque é na Região Centro que estão a ser desenvolvidos os maiores investimentos produtivos, quer na transformação dos produtos de pesca quer na aquicultura». José Ribau Esteves, Presidente da CCDR Centro, destacou «a importância da economia e da cultura do Mar para a Região, apelando às entidades públicas e privadas que façam uma boa utilização deste instrumento financeiro, o que também permitirá a Portugal ter melhores condições políticas para negociar mais fundos europeus para esta área, no próximo quadro de Fundos Comunitários». O Secretário de Estado das Pescas e do Mar, Salvador Malheiro, «apelou à necessidade de executar com eficiência os 4200 projetos já aprovados, de forma a poder assegurar os 540 milhões de euros afetos ao Programa Mar 2030». Enalteceu a importância destas sessões, que se vão realizar em todas as regiões, «para aproximar os decisores dos beneficiários, ajudando na execução dos projetos». A sessão incluiu a apresentação da empresa Flatlantic, um caso de sucesso apoiado pelo Programa Mar 2030. Foi ainda apresentado o Manual do Beneficiário e aberto espaço para esclarecimento de dúvidas dos beneficiários do programa, nomeadamente os procedimentos aplicáveis para assegurar a plena execução dos seus projetos.
- Categories: Desenvolvimento Rural, Agroalimentar e PescasPublished On: 12/05/2026
O Dia Internacional da Sanidade Vegetal, celebrado anualmente a 12 de maio por iniciativa da Organização das Nações Unidas, constitui uma oportunidade estratégica para reforçar a consciencialização global sobre a importância da proteção das plantas enquanto elemento essencial da segurança alimentar, da sustentabilidade ambiental e do desenvolvimento económico. Instituída na sequência do Ano Internacional da Sanidade Vegetal, celebrado em 2020, esta efeméride visa mobilizar governos, instituições, setor produtivo e sociedade civil para a adoção de práticas capazes de prevenir a introdução e disseminação de pragas e doenças vegetais. As plantas representam cerca de 80% dos alimentos consumidos pela população mundial e desempenham um papel determinante na regulação da qualidade do ar, na conservação da biodiversidade e no equilíbrio dos ecossistemas. Neste contexto, torna-se fundamental assegurar a sua sanidade face a desafios crescentes, como as alterações climáticas, a intensificação das trocas comerciais internacionais e o aumento da circulação global de vegetais e produtos vegetais. Em Portugal, a celebração de 2026 assume especial relevância com a realização de um simpósio promovido pela Direção-Geral de Alimentação e Veterinária, no Auditório da Administração do Porto de Sines, dedicado à importância da inspeção fitossanitária na importação de vegetais e produtos vegetais. A iniciativa pretende evidenciar os riscos associados à introdução de organismos nocivos e reforçar a necessidade de sistemas eficazes de controlo, monitorização e prevenção fitossanitária. Importa recordar que, nos últimos anos, os temas associados ao Dia Internacional da Sanidade Vegetal têm refletido uma abordagem cada vez mais integrada e multidisciplinar. Em 2025, destacou-se a ligação entre sanidade vegetal e o conceito One Health, enquanto em 2024 foi valorizada a articulação entre saúde vegetal, comércio seguro e tecnologia digital. Esta evolução conceptual evidencia a crescente interdependência entre saúde humana, saúde animal e saúde ambiental, em consonância com as orientações da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura. Neste enquadramento, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, através da sua Unidade de Desenvolvimento Rural e Agroalimentar, associa-se à celebração desta efeméride, reconhecendo a importância estratégica da sanidade vegetal para o território regional. A sustentabilidade dos sistemas agrícolas, a valorização dos recursos endógenos e a proteção da biodiversidade constituem prioridades fundamentais para o desenvolvimento equilibrado e resiliente da região Centro. Ao assinalar esta data, a CCDR Centro reforça o seu compromisso com a disseminação de boas práticas fitossanitárias, a sensibilização dos agentes do território e o apoio a políticas públicas que promovam uma agricultura mais inovadora, sustentável e resiliente, contribuindo para a proteção do património natural e para o fortalecimento da segurança alimentar e ambiental. Referências Associação dos Jovens Agricultores de Portugal: ver aqui Convenção Internacional de Proteção das Plantas. (FAO): ver aqui Direção-Geral de Alimentação e Veterinária: ver aqui Nações Unidas. (2022) International Day of Plant Health: ver aqui Voz do Campo. Simpósio “Dia Internacional da Sanidade Vegetal – A importância da inspeção fitossanitária à importação”. Recuperado de: ver aqui





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