Inquérito à satisfação dos residentes na Região Centro 2026: 69,9% das pessoas estão satisfeitas com a sua vida

Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 13/10/2026

O grau de satisfação dos residentes na Região Centro aumentou em 2026. Neste ano, 69,6% dos entrevistados consideraram-se globalmente satisfeitos, contra 68,7% da recolha anterior (2025) e 61,2% em 2013 (ano em que foi realizada a primeira inquirição na região). Esta é uma das conclusões da 12.ª edição do Inquérito à Satisfação dos Residentes na Região Centro, promovido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P., no âmbito da monitorização desenvolvida no Barómetro Centro de Portugal.

Esta edição do inquérito mostrou que, em 2026, 13,6% dos residentes estavam “muito satisfeitos”, 55,9% “satisfeitos”, 25,0% “não muito satisfeitos” e 5,5% “nada satisfeitos”. Face ao ano anterior, destaca-se o aumento da quota dos indivíduos “muito satisfeitos” (+1,4 pontos percentuais) e, em sentido contrário, a diminuição das quotas dos “satisfeitos” (-0,7 pontos percentuais), dos “não muito satisfeitos” (-0,1 pontos percentuais) e dos “nada satisfeitos” (-0,7 pontos percentuais), o que resultou num crescimento total da percentagem de inquiridos globalmente satisfeitos em 0,9 pontos percentuais.

Entre os principais motivos de satisfação destacam-se a qualidade de vida/ter um nível de vida estável, ter saúde e a vida familiar. Relativamente aos motivos de insatisfação, as dificuldades financeiras/custo de vida elevado, as remunerações e reformas baixas e o descontentamento com o Governo/políticas foram os três principais fatores de insatisfação apontados pelos inquiridos. De destacar ainda que, nesta inquirição, os preços da habitação/falta de acesso à habitação assumiram relevância como motivo de insatisfação.

O inquérito mostra que, globalmente, e ao contrário do que se verificou nas recolhas anteriores, os residentes ativos (empregados e desempregados) estão menos satisfeitos do que os inativos (estudantes, domésticos e reformados) e os homens menos satisfeitos do que as mulheres, embora os níveis de satisfação sejam bastante próximos. No que respeita aos residentes empregados, o grau de satisfação mostrou-se mais elevado nas profissões mais qualificadas. Os quadros superiores, os quadros médios e os profissionais liberais foram os que se apresentaram mais satisfeitos e, pelo contrário, os trabalhadores não qualificados e os empregados administrativos eram os mais insatisfeitos.

Tal como nas vagas anteriores, os mais jovens estão globalmente mais satisfeitos do que a população mais velha ainda que, nesta edição, as diferenças entre os grupos etárias mostraram-se menos acentuadas. O grau de satisfação é, também, tendencialmente mais elevado quanto mais elevadas forem as habilitações escolares dos inquiridos.

Nesta edição do Inquérito à Satisfação dos Residentes na Região Centro, foi novamente solicitado aos jovens, entre os 21 e os 34 anos, que indicassem os três principais fatores que valorizam num território para nele viverem. O fator preponderante identificado por estes jovens para se fixarem num território foi o custo de vida acessível (18,1%), seguido da proximidade à família e amigos (17,2%). Foram também valorizadas a segurança (16,8%), a facilidade de deslocação/mobilidade (15,5%), o acesso a saúde e educação (11,3%) e o emprego digno e devidamente remunerado (10,9%). Com menor relevância surgiram fatores como a oferta cultural e de espaços de lazer, a conectividade digital e, por último, o ambiente favorável ao empreendedorismo e inovação.

Para informações adicionais, consultar o estudo “Resultados do Inquérito à Satisfação dos Residentes na Região Centro 2026” ou o Barómetro Centro de Portugal.

Inquérito à satisfação dos residentes na Região Centro 2026: 69,9% das pessoas estão satisfeitas com a sua vida
Inquérito à satisfação dos residentes na Região Centro 2026: 69,9% das pessoas estão satisfeitas com a sua vida
Categories: Desenvolvimento regionalPublished On: 13/10/2026

O grau de satisfação dos residentes na Região Centro aumentou em 2026. Neste ano, 69,6% dos entrevistados consideraram-se globalmente satisfeitos, contra 68,7% da recolha anterior (2025) e 61,2% em 2013 (ano em que foi realizada a primeira inquirição na região). Esta é uma das conclusões da 12.ª edição do Inquérito à Satisfação dos Residentes na Região Centro, promovido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P., no âmbito da monitorização desenvolvida no Barómetro Centro de Portugal.

Esta edição do inquérito mostrou que, em 2026, 13,6% dos residentes estavam “muito satisfeitos”, 55,9% “satisfeitos”, 25,0% “não muito satisfeitos” e 5,5% “nada satisfeitos”. Face ao ano anterior, destaca-se o aumento da quota dos indivíduos “muito satisfeitos” (+1,4 pontos percentuais) e, em sentido contrário, a diminuição das quotas dos “satisfeitos” (-0,7 pontos percentuais), dos “não muito satisfeitos” (-0,1 pontos percentuais) e dos “nada satisfeitos” (-0,7 pontos percentuais), o que resultou num crescimento total da percentagem de inquiridos globalmente satisfeitos em 0,9 pontos percentuais.

Entre os principais motivos de satisfação destacam-se a qualidade de vida/ter um nível de vida estável, ter saúde e a vida familiar. Relativamente aos motivos de insatisfação, as dificuldades financeiras/custo de vida elevado, as remunerações e reformas baixas e o descontentamento com o Governo/políticas foram os três principais fatores de insatisfação apontados pelos inquiridos. De destacar ainda que, nesta inquirição, os preços da habitação/falta de acesso à habitação assumiram relevância como motivo de insatisfação.

O inquérito mostra que, globalmente, e ao contrário do que se verificou nas recolhas anteriores, os residentes ativos (empregados e desempregados) estão menos satisfeitos do que os inativos (estudantes, domésticos e reformados) e os homens menos satisfeitos do que as mulheres, embora os níveis de satisfação sejam bastante próximos. No que respeita aos residentes empregados, o grau de satisfação mostrou-se mais elevado nas profissões mais qualificadas. Os quadros superiores, os quadros médios e os profissionais liberais foram os que se apresentaram mais satisfeitos e, pelo contrário, os trabalhadores não qualificados e os empregados administrativos eram os mais insatisfeitos.

Tal como nas vagas anteriores, os mais jovens estão globalmente mais satisfeitos do que a população mais velha ainda que, nesta edição, as diferenças entre os grupos etárias mostraram-se menos acentuadas. O grau de satisfação é, também, tendencialmente mais elevado quanto mais elevadas forem as habilitações escolares dos inquiridos.

Nesta edição do Inquérito à Satisfação dos Residentes na Região Centro, foi novamente solicitado aos jovens, entre os 21 e os 34 anos, que indicassem os três principais fatores que valorizam num território para nele viverem. O fator preponderante identificado por estes jovens para se fixarem num território foi o custo de vida acessível (18,1%), seguido da proximidade à família e amigos (17,2%). Foram também valorizadas a segurança (16,8%), a facilidade de deslocação/mobilidade (15,5%), o acesso a saúde e educação (11,3%) e o emprego digno e devidamente remunerado (10,9%). Com menor relevância surgiram fatores como a oferta cultural e de espaços de lazer, a conectividade digital e, por último, o ambiente favorável ao empreendedorismo e inovação.

Para informações adicionais, consultar o estudo “Resultados do Inquérito à Satisfação dos Residentes na Região Centro 2026” ou o Barómetro Centro de Portugal.

O grau de satisfação dos residentes na Região Centro aumentou em 2026. Neste ano, 69,6% dos entrevistados consideraram-se globalmente satisfeitos, contra 68,7% da recolha anterior (2025) e 61,2% em 2013 (ano em que foi realizada a primeira inquirição na região). Esta é uma das conclusões da 12.ª edição do Inquérito à Satisfação dos Residentes na Região Centro, promovido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P., no âmbito da monitorização desenvolvida no Barómetro Centro de Portugal.

Esta edição do inquérito mostrou que, em 2026, 13,6% dos residentes estavam “muito satisfeitos”, 55,9% “satisfeitos”, 25,0% “não muito satisfeitos” e 5,5% “nada satisfeitos”. Face ao ano anterior, destaca-se o aumento da quota dos indivíduos “muito satisfeitos” (+1,4 pontos percentuais) e, em sentido contrário, a diminuição das quotas dos “satisfeitos” (-0,7 pontos percentuais), dos “não muito satisfeitos” (-0,1 pontos percentuais) e dos “nada satisfeitos” (-0,7 pontos percentuais), o que resultou num crescimento total da percentagem de inquiridos globalmente satisfeitos em 0,9 pontos percentuais.

Entre os principais motivos de satisfação destacam-se a qualidade de vida/ter um nível de vida estável, ter saúde e a vida familiar. Relativamente aos motivos de insatisfação, as dificuldades financeiras/custo de vida elevado, as remunerações e reformas baixas e o descontentamento com o Governo/políticas foram os três principais fatores de insatisfação apontados pelos inquiridos. De destacar ainda que, nesta inquirição, os preços da habitação/falta de acesso à habitação assumiram relevância como motivo de insatisfação.

O inquérito mostra que, globalmente, e ao contrário do que se verificou nas recolhas anteriores, os residentes ativos (empregados e desempregados) estão menos satisfeitos do que os inativos (estudantes, domésticos e reformados) e os homens menos satisfeitos do que as mulheres, embora os níveis de satisfação sejam bastante próximos. No que respeita aos residentes empregados, o grau de satisfação mostrou-se mais elevado nas profissões mais qualificadas. Os quadros superiores, os quadros médios e os profissionais liberais foram os que se apresentaram mais satisfeitos e, pelo contrário, os trabalhadores não qualificados e os empregados administrativos eram os mais insatisfeitos.

Tal como nas vagas anteriores, os mais jovens estão globalmente mais satisfeitos do que a população mais velha ainda que, nesta edição, as diferenças entre os grupos etárias mostraram-se menos acentuadas. O grau de satisfação é, também, tendencialmente mais elevado quanto mais elevadas forem as habilitações escolares dos inquiridos.

Nesta edição do Inquérito à Satisfação dos Residentes na Região Centro, foi novamente solicitado aos jovens, entre os 21 e os 34 anos, que indicassem os três principais fatores que valorizam num território para nele viverem. O fator preponderante identificado por estes jovens para se fixarem num território foi o custo de vida acessível (18,1%), seguido da proximidade à família e amigos (17,2%). Foram também valorizadas a segurança (16,8%), a facilidade de deslocação/mobilidade (15,5%), o acesso a saúde e educação (11,3%) e o emprego digno e devidamente remunerado (10,9%). Com menor relevância surgiram fatores como a oferta cultural e de espaços de lazer, a conectividade digital e, por último, o ambiente favorável ao empreendedorismo e inovação.

Para informações adicionais, consultar o estudo “Resultados do Inquérito à Satisfação dos Residentes na Região Centro 2026” ou o Barómetro Centro de Portugal.