Taxa de desemprego na Região Centro diminui para 4,1%
No segundo trimestre de 2026, a taxa de desemprego na Região Centro fixou-se nos 4,1%, refletindo uma diminuição trimestral e homóloga, mantendo-se inferior à média nacional (de 5,3%). Os restantes indicadores do mercado de trabalho da região tiveram também uma evolução favorável. Assistiu-se, ainda, na região, a uma evolução positiva do comércio internacional de bens, com o crescimento homólogo real das saídas e das entradas de bens, bem como a um aumento das empresas constituídas e dos empréstimos concedidos às empresas. Em contraste, os indicadores do licenciamento de edifícios e a atividade turística observaram contrações homólogas neste trimestre. Já a inflação acelerou face aos trimestres anteriores, superando o registo nacional. Estas são algumas das conclusões do n.º 71 do “Centro de Portugal – Boletim Trimestral”, publicação que analisa a evolução conjuntural da Região Centro.
No segundo trimestre de 2026, o Produto Interno Bruto registou um crescimento homólogo real de 2,5%, justificado pelo contributo positivo da procura interna, que superou o contributo negativo da procura externa líquida. A taxa de desemprego nacional diminuiu para 5,3%, valor abaixo do observado nos períodos homólogo e anterior. Já o nível de preços aumentou para os 3,3%, tendo acelerado em relação ao mesmo trimestre de 2025 e ao trimestre anterior. A confiança dos consumidores piorou, enquanto o indicador de clima económico permaneceu positivo e superior ao trimestre homólogo. O euro valorizou face ao dólar na comparação com o período homólogo, ainda que se tenha verificado uma desaceleração significativa face ao trimestre anterior.
Relativamente à Região Centro, continuou a assistir-se a uma evolução favorável do mercado de trabalho, decorrente dos aumentos das taxas de atividade e de emprego e da diminuição do desemprego. O salário médio líquido mensal dos trabalhadores por conta de outrem voltou a aumentar face a igual período do ano anterior, o que se verifica há mais de dois anos consecutivos, embora a um ritmo mais moderado.
No setor empresarial regional registou-se uma diminuição homóloga nas ações de insolvência de empresas, por contraste com o país, onde se verificou um aumento significativo, e um aumento das empresas constituídas, invertendo a quebra registada no trimestre anterior. Os empréstimos concedidos às empresas aumentaram na região, reforçando a trajetória do trimestre anterior. Também o peso regional dos empréstimos vencidos no total dos concedidos aumentou, ainda que ligeiramente, face ao mesmo trimestre do ano de 2025. O setor da construção regional apresentou uma evolução homóloga positiva das obras concluídas, enquanto o licenciamento evoluiu negativamente, com exceção dos novos fogos para habitação familiar. Relativamente à evolução dos empréstimos à habitação em termos homólogos reais, o crédito concedido para habitação continuou a crescer, enquanto os empréstimos vencidos registaram uma nova quebra muito significativa.
Na atividade turística, os hóspedes, as dormidas e os proveitos dos estabelecimentos de alojamento turístico diminuíram na região em termos homólogos, contrariando a tendência nacional, mas prosseguindo a tendência de decréscimo que se tinha verificado no trimestre anterior. Já a estada média na região manteve-se inalterada face a igual período do ano anterior.
O comércio internacional de bens evoluiu positivamente na região, decorrente do crescimento homólogo real das saídas e das entradas de bens. A variação regional das saídas reflete o contributo positivo tanto do mercado intracomunitário, como do extracomunitário. Já a variação regional positiva das entradas de bens foi explicada pelo crescimento do mercado intracomunitário, uma vez que o mercado extracomunitário evoluiu negativamente. A nível nacional assistiu-se também a um aumento das saídas e das entradas de bens.
O Índice de Preços no Consumidor acelerou na Região Centro face ao trimestre homólogo e aos trimestres anteriores, superando o registo nacional. As compras em terminais de pagamento automático e a concessão de empréstimos para consumo aumentaram face a igual período do ano anterior na Região Centro e em Portugal, tendo os restantes indicadores representativos do consumo privado evoluído desfavoravelmente.

No PORTUGAL 2030, a 30 de junho de 2026, estavam aprovados 2,7 mil milhões de euros de fundos europeus, para financiamento de 4,2 mil milhões de euros de investimento elegível na Região Centro (trata-se apenas das operações com investimento integral no Centro). Estes apoios continuaram a destinar-se, sobretudo, à competitividade empresarial, cursos profissionais e mobilidade urbana sustentável. O programa regional CENTRO 2030 era responsável por 35,2% dos apoios aprovados e o programa temático PESSOAS 2030 por 35,1%. O FEDER continuava a ser, desde o trimestre anterior, o fundo mais expressivo na região, financiando 47,2% dos montantes aprovados, logo seguido do FSE+ com 41,0%.
Quanto ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), a 30 de junho de 2026, estavam aprovados 4.234,9 milhões de euros para aplicação na Região Centro, dos quais 4.082,7 milhões de euros estavam já contratados. Os projetos contratados totalizavam 101.577 e os pagamentos aos beneficiários ascendiam a 2.117,4 milhões de euros, o que corresponde a 51,9% do valor contratado.
Consult here a versão integral do “Centro de Portugal – Boletim Trimestral n.º 71”.
No segundo trimestre de 2026, a taxa de desemprego na Região Centro fixou-se nos 4,1%, refletindo uma diminuição trimestral e homóloga, mantendo-se inferior à média nacional (de 5,3%). Os restantes indicadores do mercado de trabalho da região tiveram também uma evolução favorável. Assistiu-se, ainda, na região, a uma evolução positiva do comércio internacional de bens, com o crescimento homólogo real das saídas e das entradas de bens, bem como a um aumento das empresas constituídas e dos empréstimos concedidos às empresas. Em contraste, os indicadores do licenciamento de edifícios e a atividade turística observaram contrações homólogas neste trimestre. Já a inflação acelerou face aos trimestres anteriores, superando o registo nacional. Estas são algumas das conclusões do n.º 71 do “Centro de Portugal – Boletim Trimestral”, publicação que analisa a evolução conjuntural da Região Centro.
No segundo trimestre de 2026, o Produto Interno Bruto registou um crescimento homólogo real de 2,5%, justificado pelo contributo positivo da procura interna, que superou o contributo negativo da procura externa líquida. A taxa de desemprego nacional diminuiu para 5,3%, valor abaixo do observado nos períodos homólogo e anterior. Já o nível de preços aumentou para os 3,3%, tendo acelerado em relação ao mesmo trimestre de 2025 e ao trimestre anterior. A confiança dos consumidores piorou, enquanto o indicador de clima económico permaneceu positivo e superior ao trimestre homólogo. O euro valorizou face ao dólar na comparação com o período homólogo, ainda que se tenha verificado uma desaceleração significativa face ao trimestre anterior.
Relativamente à Região Centro, continuou a assistir-se a uma evolução favorável do mercado de trabalho, decorrente dos aumentos das taxas de atividade e de emprego e da diminuição do desemprego. O salário médio líquido mensal dos trabalhadores por conta de outrem voltou a aumentar face a igual período do ano anterior, o que se verifica há mais de dois anos consecutivos, embora a um ritmo mais moderado.
No setor empresarial regional registou-se uma diminuição homóloga nas ações de insolvência de empresas, por contraste com o país, onde se verificou um aumento significativo, e um aumento das empresas constituídas, invertendo a quebra registada no trimestre anterior. Os empréstimos concedidos às empresas aumentaram na região, reforçando a trajetória do trimestre anterior. Também o peso regional dos empréstimos vencidos no total dos concedidos aumentou, ainda que ligeiramente, face ao mesmo trimestre do ano de 2025. O setor da construção regional apresentou uma evolução homóloga positiva das obras concluídas, enquanto o licenciamento evoluiu negativamente, com exceção dos novos fogos para habitação familiar. Relativamente à evolução dos empréstimos à habitação em termos homólogos reais, o crédito concedido para habitação continuou a crescer, enquanto os empréstimos vencidos registaram uma nova quebra muito significativa.
Na atividade turística, os hóspedes, as dormidas e os proveitos dos estabelecimentos de alojamento turístico diminuíram na região em termos homólogos, contrariando a tendência nacional, mas prosseguindo a tendência de decréscimo que se tinha verificado no trimestre anterior. Já a estada média na região manteve-se inalterada face a igual período do ano anterior.
O comércio internacional de bens evoluiu positivamente na região, decorrente do crescimento homólogo real das saídas e das entradas de bens. A variação regional das saídas reflete o contributo positivo tanto do mercado intracomunitário, como do extracomunitário. Já a variação regional positiva das entradas de bens foi explicada pelo crescimento do mercado intracomunitário, uma vez que o mercado extracomunitário evoluiu negativamente. A nível nacional assistiu-se também a um aumento das saídas e das entradas de bens.
O Índice de Preços no Consumidor acelerou na Região Centro face ao trimestre homólogo e aos trimestres anteriores, superando o registo nacional. As compras em terminais de pagamento automático e a concessão de empréstimos para consumo aumentaram face a igual período do ano anterior na Região Centro e em Portugal, tendo os restantes indicadores representativos do consumo privado evoluído desfavoravelmente.

No PORTUGAL 2030, a 30 de junho de 2026, estavam aprovados 2,7 mil milhões de euros de fundos europeus, para financiamento de 4,2 mil milhões de euros de investimento elegível na Região Centro (trata-se apenas das operações com investimento integral no Centro). Estes apoios continuaram a destinar-se, sobretudo, à competitividade empresarial, cursos profissionais e mobilidade urbana sustentável. O programa regional CENTRO 2030 era responsável por 35,2% dos apoios aprovados e o programa temático PESSOAS 2030 por 35,1%. O FEDER continuava a ser, desde o trimestre anterior, o fundo mais expressivo na região, financiando 47,2% dos montantes aprovados, logo seguido do FSE+ com 41,0%.
Quanto ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), a 30 de junho de 2026, estavam aprovados 4.234,9 milhões de euros para aplicação na Região Centro, dos quais 4.082,7 milhões de euros estavam já contratados. Os projetos contratados totalizavam 101.577 e os pagamentos aos beneficiários ascendiam a 2.117,4 milhões de euros, o que corresponde a 51,9% do valor contratado.
Consult here a versão integral do “Centro de Portugal – Boletim Trimestral n.º 71”.
No segundo trimestre de 2026, a taxa de desemprego na Região Centro fixou-se nos 4,1%, refletindo uma diminuição trimestral e homóloga, mantendo-se inferior à média nacional (de 5,3%). Os restantes indicadores do mercado de trabalho da região tiveram também uma evolução favorável. Assistiu-se, ainda, na região, a uma evolução positiva do comércio internacional de bens, com o crescimento homólogo real das saídas e das entradas de bens, bem como a um aumento das empresas constituídas e dos empréstimos concedidos às empresas. Em contraste, os indicadores do licenciamento de edifícios e a atividade turística observaram contrações homólogas neste trimestre. Já a inflação acelerou face aos trimestres anteriores, superando o registo nacional. Estas são algumas das conclusões do n.º 71 do “Centro de Portugal – Boletim Trimestral”, publicação que analisa a evolução conjuntural da Região Centro.
No segundo trimestre de 2026, o Produto Interno Bruto registou um crescimento homólogo real de 2,5%, justificado pelo contributo positivo da procura interna, que superou o contributo negativo da procura externa líquida. A taxa de desemprego nacional diminuiu para 5,3%, valor abaixo do observado nos períodos homólogo e anterior. Já o nível de preços aumentou para os 3,3%, tendo acelerado em relação ao mesmo trimestre de 2025 e ao trimestre anterior. A confiança dos consumidores piorou, enquanto o indicador de clima económico permaneceu positivo e superior ao trimestre homólogo. O euro valorizou face ao dólar na comparação com o período homólogo, ainda que se tenha verificado uma desaceleração significativa face ao trimestre anterior.
Relativamente à Região Centro, continuou a assistir-se a uma evolução favorável do mercado de trabalho, decorrente dos aumentos das taxas de atividade e de emprego e da diminuição do desemprego. O salário médio líquido mensal dos trabalhadores por conta de outrem voltou a aumentar face a igual período do ano anterior, o que se verifica há mais de dois anos consecutivos, embora a um ritmo mais moderado.
No setor empresarial regional registou-se uma diminuição homóloga nas ações de insolvência de empresas, por contraste com o país, onde se verificou um aumento significativo, e um aumento das empresas constituídas, invertendo a quebra registada no trimestre anterior. Os empréstimos concedidos às empresas aumentaram na região, reforçando a trajetória do trimestre anterior. Também o peso regional dos empréstimos vencidos no total dos concedidos aumentou, ainda que ligeiramente, face ao mesmo trimestre do ano de 2025. O setor da construção regional apresentou uma evolução homóloga positiva das obras concluídas, enquanto o licenciamento evoluiu negativamente, com exceção dos novos fogos para habitação familiar. Relativamente à evolução dos empréstimos à habitação em termos homólogos reais, o crédito concedido para habitação continuou a crescer, enquanto os empréstimos vencidos registaram uma nova quebra muito significativa.
Na atividade turística, os hóspedes, as dormidas e os proveitos dos estabelecimentos de alojamento turístico diminuíram na região em termos homólogos, contrariando a tendência nacional, mas prosseguindo a tendência de decréscimo que se tinha verificado no trimestre anterior. Já a estada média na região manteve-se inalterada face a igual período do ano anterior.
O comércio internacional de bens evoluiu positivamente na região, decorrente do crescimento homólogo real das saídas e das entradas de bens. A variação regional das saídas reflete o contributo positivo tanto do mercado intracomunitário, como do extracomunitário. Já a variação regional positiva das entradas de bens foi explicada pelo crescimento do mercado intracomunitário, uma vez que o mercado extracomunitário evoluiu negativamente. A nível nacional assistiu-se também a um aumento das saídas e das entradas de bens.
O Índice de Preços no Consumidor acelerou na Região Centro face ao trimestre homólogo e aos trimestres anteriores, superando o registo nacional. As compras em terminais de pagamento automático e a concessão de empréstimos para consumo aumentaram face a igual período do ano anterior na Região Centro e em Portugal, tendo os restantes indicadores representativos do consumo privado evoluído desfavoravelmente.

No PORTUGAL 2030, a 30 de junho de 2026, estavam aprovados 2,7 mil milhões de euros de fundos europeus, para financiamento de 4,2 mil milhões de euros de investimento elegível na Região Centro (trata-se apenas das operações com investimento integral no Centro). Estes apoios continuaram a destinar-se, sobretudo, à competitividade empresarial, cursos profissionais e mobilidade urbana sustentável. O programa regional CENTRO 2030 era responsável por 35,2% dos apoios aprovados e o programa temático PESSOAS 2030 por 35,1%. O FEDER continuava a ser, desde o trimestre anterior, o fundo mais expressivo na região, financiando 47,2% dos montantes aprovados, logo seguido do FSE+ com 41,0%.
Quanto ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), a 30 de junho de 2026, estavam aprovados 4.234,9 milhões de euros para aplicação na Região Centro, dos quais 4.082,7 milhões de euros estavam já contratados. Os projetos contratados totalizavam 101.577 e os pagamentos aos beneficiários ascendiam a 2.117,4 milhões de euros, o que corresponde a 51,9% do valor contratado.
Consult here a versão integral do “Centro de Portugal – Boletim Trimestral n.º 71”.





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