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- Categories: CulturaPublished On: 16/06/2026
A Direção-Geral das Artes (DGARTES) abriu a Linha de Financiamento Complementar às Bandas de Música e Filarmónicas, uma medida que pretende reforçar o contributo destas estruturas para a vida cultural, artística e comunitária dos territórios. Com uma dotação financeira global máxima de 700.000 euros, atribuída pela DGARTES e pelo Fundo de Fomento Cultural, esta linha visa apoiar iniciativas que promovam a formação, a capacitação e a qualificação artística, técnica e organizacional das bandas e filarmónicas, bem como a criação contemporânea, a renovação e diversificação do repertório, a circulação nacional e internacional e o acolhimento de espetáculos. O apoio contempla ainda ações de preservação e divulgação do património musical, incluindo conservação, tratamento, inventariação e disponibilização de partituras, manuscritos, livros de música, fotografias e registos audiovisuais associados ao percurso destas estruturas. De acordo com o aviso de abertura, esta linha apoia projetos e atividades nos domínios da criação, circulação nacional e internacional, formação, capacitação e qualificação, arquivo e documentação e programação, devendo a sua execução decorrer entre 1 de dezembro de 2026 e 31 de dezembro de 2027. O prazo para apresentação de propostas decorre até 3 de julho de 2026. A informação detalhada e os procedimentos de submissão podem ser consultados nos canais da DGARTES e no Balcão Artes. "Saiba como candidatar-se à Linha de Financiamento Complementar às Bandas de Música e Filarmónicas" Manual de candidatura Fotografia: DGARTES
- Categories: Cultura, InformaçãoPublished On: 15/06/2026
A CCDR Centro promoveu hoje, 15 de junho, em Celorico da Beira, mais uma sessão da iniciativa “Património ao Centro – À conversa com os arqueólogos da Região Centro”, desta vez dedicada ao Acompanhamento Arqueológico, reunindo especialistas, técnicos e participantes em torno de um tema central para a salvaguarda do património cultural. Integrada nas Jornadas Europeias da Arqueologia, a iniciativa decorreu em dois momentos complementares: durante a manhã, com uma visita técnica à Estação Arqueológica de São Gens, orientada pelos arqueólogos António Marques e Catarina Tente e, durante a tarde, com a sessão temática realizada no Auditório da Pousada do Inatel, em Linhares da Beira, com a participação dos arqueólogos da CCDR Centro Gertrudes Branco, Carlos Banha e Mauro Correia, bem como dos convidados Elisa Albuquerque, Marcos Osório, Filipe Pina e António Manuel Silva. Na sessão de abertura, Sofia Carreira, vice-presidente da CCDR Centro, sublinhou a importância deste ciclo de encontros enquanto espaço de proximidade, partilha e trabalho conjunto com o território, destacando que a instituição quer continuar a afirmar uma presença próxima dos municípios, dos profissionais e das comunidades. Na sua intervenção, assinalou ainda que já se encontram em preparação os próximos momentos da iniciativa, com novas sessões previstas para os próximos meses, reforçando a continuidade deste trabalho de contacto direto com o território. A responsável salientou também que esta proximidade traduz uma forma concreta de promover desenvolvimento, coesão e valorização das pessoas, reafirmando o compromisso da CCDR Centro com uma atuação próxima da realidade local e com a criação de espaços de reflexão sobre matérias centrais para a proteção e valorização do património cultural. A escolha de São Gens para esta edição conferiu especial significado à iniciativa. Situada a cerca de dois quilómetros a norte de Celorico da Beira, esta estação arqueológica constitui um local de elevado valor histórico e científico, revelando uma ocupação humana de longa duração. Promovida no âmbito do Património ao Centro, esta iniciativa deu continuidade à estratégia da CCDR Centro de aproximação aos profissionais e agentes que intervêm no território, favorecendo a reflexão conjunta, a divulgação de boas práticas e a valorização do património cultural da Região Centro.
- Categories: CulturaPublished On: 15/06/2026
A CCDR Centro apoia o projeto “Ecos do Zêzere”, promovido pela AAVAL — Associação Artística, em Valhelhas, no âmbito do programa Cultura ao Centro 2026 — Apoio à Ação Cultural, na Medida 1 — Criação Artística/Produção. A iniciativa decorre entre 18 e 21 de junho de 2026 e propõe uma residência artística centrada na música, com destaque para a percussão, a gaita-de-foles e as concertinas. O projeto integra momentos de criação colaborativa, participação comunitária e valorização do território, culminando numa apresentação pública no dia 20 de junho, em Valhelhas. Sob o mote “Onde o Zêzere bate ao ritmo dos bombos”, a programação do dia 20 de junho inclui um Encontro de Bombos, gaita-de-foles e concertinas, com a participação dos Roncos do Diabo, do Rancho Folclórico Flor do Campo — Souropires e baile com Ângelo Brás. A iniciativa integra ainda a criação da Bota Rota, escultura em madeira associada à memória da mata centenária ardida em 2022. O projeto envolve entidades e agentes locais, incluindo a Comunidade Local dos Baldios de Valhelhas, a EPSVAL — Associação Sport Vale do Zêzere, a Junta de Freguesia de Valhelhas e a Estrela da Manhã Unipessoal, Lda. No dia 21 de junho, está prevista uma ação comunitária de limpeza e valorização de espaços da freguesia, em ligação com a componente de cidadania e valorização do território prevista no projeto. Com este apoio, a CCDR Centro reforça o seu contributo para a dinamização cultural da região Centro, valorizando projetos promovidos por agentes culturais locais e a diversidade da oferta cultural nos territórios.
- Categories: CulturaPublished On: 16/06/2026
A Direção-Geral das Artes (DGARTES) abriu a Linha de Financiamento Complementar às Bandas de Música e Filarmónicas, uma medida que pretende reforçar o contributo destas estruturas para a vida cultural, artística e comunitária dos territórios. Com uma dotação financeira global máxima de 700.000 euros, atribuída pela DGARTES e pelo Fundo de Fomento Cultural, esta linha visa apoiar iniciativas que promovam a formação, a capacitação e a qualificação artística, técnica e organizacional das bandas e filarmónicas, bem como a criação contemporânea, a renovação e diversificação do repertório, a circulação nacional e internacional e o acolhimento de espetáculos. O apoio contempla ainda ações de preservação e divulgação do património musical, incluindo conservação, tratamento, inventariação e disponibilização de partituras, manuscritos, livros de música, fotografias e registos audiovisuais associados ao percurso destas estruturas. De acordo com o aviso de abertura, esta linha apoia projetos e atividades nos domínios da criação, circulação nacional e internacional, formação, capacitação e qualificação, arquivo e documentação e programação, devendo a sua execução decorrer entre 1 de dezembro de 2026 e 31 de dezembro de 2027. O prazo para apresentação de propostas decorre até 3 de julho de 2026. A informação detalhada e os procedimentos de submissão podem ser consultados nos canais da DGARTES e no Balcão Artes. "Saiba como candidatar-se à Linha de Financiamento Complementar às Bandas de Música e Filarmónicas" Manual de candidatura Fotografia: DGARTES
- Categories: Cultura, InformaçãoPublished On: 15/06/2026
A CCDR Centro promoveu hoje, 15 de junho, em Celorico da Beira, mais uma sessão da iniciativa “Património ao Centro – À conversa com os arqueólogos da Região Centro”, desta vez dedicada ao Acompanhamento Arqueológico, reunindo especialistas, técnicos e participantes em torno de um tema central para a salvaguarda do património cultural. Integrada nas Jornadas Europeias da Arqueologia, a iniciativa decorreu em dois momentos complementares: durante a manhã, com uma visita técnica à Estação Arqueológica de São Gens, orientada pelos arqueólogos António Marques e Catarina Tente e, durante a tarde, com a sessão temática realizada no Auditório da Pousada do Inatel, em Linhares da Beira, com a participação dos arqueólogos da CCDR Centro Gertrudes Branco, Carlos Banha e Mauro Correia, bem como dos convidados Elisa Albuquerque, Marcos Osório, Filipe Pina e António Manuel Silva. Na sessão de abertura, Sofia Carreira, vice-presidente da CCDR Centro, sublinhou a importância deste ciclo de encontros enquanto espaço de proximidade, partilha e trabalho conjunto com o território, destacando que a instituição quer continuar a afirmar uma presença próxima dos municípios, dos profissionais e das comunidades. Na sua intervenção, assinalou ainda que já se encontram em preparação os próximos momentos da iniciativa, com novas sessões previstas para os próximos meses, reforçando a continuidade deste trabalho de contacto direto com o território. A responsável salientou também que esta proximidade traduz uma forma concreta de promover desenvolvimento, coesão e valorização das pessoas, reafirmando o compromisso da CCDR Centro com uma atuação próxima da realidade local e com a criação de espaços de reflexão sobre matérias centrais para a proteção e valorização do património cultural. A escolha de São Gens para esta edição conferiu especial significado à iniciativa. Situada a cerca de dois quilómetros a norte de Celorico da Beira, esta estação arqueológica constitui um local de elevado valor histórico e científico, revelando uma ocupação humana de longa duração. Promovida no âmbito do Património ao Centro, esta iniciativa deu continuidade à estratégia da CCDR Centro de aproximação aos profissionais e agentes que intervêm no território, favorecendo a reflexão conjunta, a divulgação de boas práticas e a valorização do património cultural da Região Centro.
- Categories: CulturaPublished On: 15/06/2026
A CCDR Centro apoia o projeto “Ecos do Zêzere”, promovido pela AAVAL — Associação Artística, em Valhelhas, no âmbito do programa Cultura ao Centro 2026 — Apoio à Ação Cultural, na Medida 1 — Criação Artística/Produção. A iniciativa decorre entre 18 e 21 de junho de 2026 e propõe uma residência artística centrada na música, com destaque para a percussão, a gaita-de-foles e as concertinas. O projeto integra momentos de criação colaborativa, participação comunitária e valorização do território, culminando numa apresentação pública no dia 20 de junho, em Valhelhas. Sob o mote “Onde o Zêzere bate ao ritmo dos bombos”, a programação do dia 20 de junho inclui um Encontro de Bombos, gaita-de-foles e concertinas, com a participação dos Roncos do Diabo, do Rancho Folclórico Flor do Campo — Souropires e baile com Ângelo Brás. A iniciativa integra ainda a criação da Bota Rota, escultura em madeira associada à memória da mata centenária ardida em 2022. O projeto envolve entidades e agentes locais, incluindo a Comunidade Local dos Baldios de Valhelhas, a EPSVAL — Associação Sport Vale do Zêzere, a Junta de Freguesia de Valhelhas e a Estrela da Manhã Unipessoal, Lda. No dia 21 de junho, está prevista uma ação comunitária de limpeza e valorização de espaços da freguesia, em ligação com a componente de cidadania e valorização do território prevista no projeto. Com este apoio, a CCDR Centro reforça o seu contributo para a dinamização cultural da região Centro, valorizando projetos promovidos por agentes culturais locais e a diversidade da oferta cultural nos territórios.
- Categories: CulturaPublished On: 12/06/2026
Numa época em que se discute a desinformação e as fake news, em que são conhecidas as dificuldades e desafios que os órgãos de comunicação social e a imprensa enfrentam, encontra-se em fase de pós-produção um documentário sobre o Jornal do Fundão, fundado em 1964 e uma das publicações periódicas mais antigas e duradouras do país. A partir deste “centro” de difusão, um órgão de informação regional/ local, com uma história de resistência durante o Estado Novo e de persistência, nos nossos dias, é protagonista no documentário de arquivo “Voz de Todos — Jornal do Fundão, do cineasta Manuel Mozos, com estreia prevista para o final deste ano. O Jornal do Fundão integra a lista de Publicações Periódicas apoiadas pela CCDR Centro, no âmbito dos Incentivos do Estado à Leitura de Publicações Periódicas. A imprensa local e regional desempenha um contributo exemplar no acesso dos cidadãos à informação e enquanto instrumento de difusão e coesão territorial.
- Categories: CulturaPublished On: 16/06/2026
A Direção-Geral das Artes (DGARTES) abriu a Linha de Financiamento Complementar às Bandas de Música e Filarmónicas, uma medida que pretende reforçar o contributo destas estruturas para a vida cultural, artística e comunitária dos territórios. Com uma dotação financeira global máxima de 700.000 euros, atribuída pela DGARTES e pelo Fundo de Fomento Cultural, esta linha visa apoiar iniciativas que promovam a formação, a capacitação e a qualificação artística, técnica e organizacional das bandas e filarmónicas, bem como a criação contemporânea, a renovação e diversificação do repertório, a circulação nacional e internacional e o acolhimento de espetáculos. O apoio contempla ainda ações de preservação e divulgação do património musical, incluindo conservação, tratamento, inventariação e disponibilização de partituras, manuscritos, livros de música, fotografias e registos audiovisuais associados ao percurso destas estruturas. De acordo com o aviso de abertura, esta linha apoia projetos e atividades nos domínios da criação, circulação nacional e internacional, formação, capacitação e qualificação, arquivo e documentação e programação, devendo a sua execução decorrer entre 1 de dezembro de 2026 e 31 de dezembro de 2027. O prazo para apresentação de propostas decorre até 3 de julho de 2026. A informação detalhada e os procedimentos de submissão podem ser consultados nos canais da DGARTES e no Balcão Artes. "Saiba como candidatar-se à Linha de Financiamento Complementar às Bandas de Música e Filarmónicas" Manual de candidatura Fotografia: DGARTES
- Categories: Cultura, InformaçãoPublished On: 15/06/2026
A CCDR Centro promoveu hoje, 15 de junho, em Celorico da Beira, mais uma sessão da iniciativa “Património ao Centro – À conversa com os arqueólogos da Região Centro”, desta vez dedicada ao Acompanhamento Arqueológico, reunindo especialistas, técnicos e participantes em torno de um tema central para a salvaguarda do património cultural. Integrada nas Jornadas Europeias da Arqueologia, a iniciativa decorreu em dois momentos complementares: durante a manhã, com uma visita técnica à Estação Arqueológica de São Gens, orientada pelos arqueólogos António Marques e Catarina Tente e, durante a tarde, com a sessão temática realizada no Auditório da Pousada do Inatel, em Linhares da Beira, com a participação dos arqueólogos da CCDR Centro Gertrudes Branco, Carlos Banha e Mauro Correia, bem como dos convidados Elisa Albuquerque, Marcos Osório, Filipe Pina e António Manuel Silva. Na sessão de abertura, Sofia Carreira, vice-presidente da CCDR Centro, sublinhou a importância deste ciclo de encontros enquanto espaço de proximidade, partilha e trabalho conjunto com o território, destacando que a instituição quer continuar a afirmar uma presença próxima dos municípios, dos profissionais e das comunidades. Na sua intervenção, assinalou ainda que já se encontram em preparação os próximos momentos da iniciativa, com novas sessões previstas para os próximos meses, reforçando a continuidade deste trabalho de contacto direto com o território. A responsável salientou também que esta proximidade traduz uma forma concreta de promover desenvolvimento, coesão e valorização das pessoas, reafirmando o compromisso da CCDR Centro com uma atuação próxima da realidade local e com a criação de espaços de reflexão sobre matérias centrais para a proteção e valorização do património cultural. A escolha de São Gens para esta edição conferiu especial significado à iniciativa. Situada a cerca de dois quilómetros a norte de Celorico da Beira, esta estação arqueológica constitui um local de elevado valor histórico e científico, revelando uma ocupação humana de longa duração. Promovida no âmbito do Património ao Centro, esta iniciativa deu continuidade à estratégia da CCDR Centro de aproximação aos profissionais e agentes que intervêm no território, favorecendo a reflexão conjunta, a divulgação de boas práticas e a valorização do património cultural da Região Centro.
- Categories: CulturaPublished On: 15/06/2026
A CCDR Centro apoia o projeto “Ecos do Zêzere”, promovido pela AAVAL — Associação Artística, em Valhelhas, no âmbito do programa Cultura ao Centro 2026 — Apoio à Ação Cultural, na Medida 1 — Criação Artística/Produção. A iniciativa decorre entre 18 e 21 de junho de 2026 e propõe uma residência artística centrada na música, com destaque para a percussão, a gaita-de-foles e as concertinas. O projeto integra momentos de criação colaborativa, participação comunitária e valorização do território, culminando numa apresentação pública no dia 20 de junho, em Valhelhas. Sob o mote “Onde o Zêzere bate ao ritmo dos bombos”, a programação do dia 20 de junho inclui um Encontro de Bombos, gaita-de-foles e concertinas, com a participação dos Roncos do Diabo, do Rancho Folclórico Flor do Campo — Souropires e baile com Ângelo Brás. A iniciativa integra ainda a criação da Bota Rota, escultura em madeira associada à memória da mata centenária ardida em 2022. O projeto envolve entidades e agentes locais, incluindo a Comunidade Local dos Baldios de Valhelhas, a EPSVAL — Associação Sport Vale do Zêzere, a Junta de Freguesia de Valhelhas e a Estrela da Manhã Unipessoal, Lda. No dia 21 de junho, está prevista uma ação comunitária de limpeza e valorização de espaços da freguesia, em ligação com a componente de cidadania e valorização do território prevista no projeto. Com este apoio, a CCDR Centro reforça o seu contributo para a dinamização cultural da região Centro, valorizando projetos promovidos por agentes culturais locais e a diversidade da oferta cultural nos territórios.




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