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		<title>PROJECTO TENCONNECT: 3º Encontro Regional de Partes Interessadas debate Corredor Atlântico</title>
		<link>https://www.ccdrc.pt/pt/projecto-tenconnect-3o-encontro-regional-de-partes-interessadas-debate-corredor-atlantico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tânia Moita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2026 11:40:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento regional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I. P. (CCDR Centro) e a Universidade de Aveiro, beneficiário principal do projeto Interreg Europe TenConnecT, reuniram autoridades públicas nacionais e regionais, representantes do setor das infraestruturas, associações empresariais e partes interessadas da área da logística para debater de que forma o Corredor Atlântico pode [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-1 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling" style="--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;" ><div class="fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start" style="max-width:1288px;margin-left: calc(-0% / 2 );margin-right: calc(-0% / 2 );"><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-0 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column" style="--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:0%;--awb-margin-bottom-large:0px;--awb-spacing-left-large:0%;--awb-width-medium:100%;--awb-spacing-right-medium:0%;--awb-spacing-left-medium:0%;--awb-width-small:100%;--awb-spacing-right-small:0%;--awb-spacing-left-small:0%;"><div class="fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column"><div class="fusion-text fusion-text-1"><p>A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I. P. (CCDR Centro) e a Universidade de Aveiro, beneficiário principal do projeto Interreg Europe TenConnecT, reuniram autoridades públicas nacionais e regionais, representantes do setor das infraestruturas, associações empresariais e partes interessadas da área da logística para debater de que forma o Corredor Atlântico pode gerar benefícios económicos e territoriais tangíveis. A lista de participantes do evento incluiu 25 nomes, em representação de 18 organizações.</p>
<p>Sob o tema «Corredor Atlântico: das infraestruturas de trânsito aos benefícios tangíveis para a Região Centro», a apresentação de abertura analisou os objetivos do TenConnecT e o Plano de Trabalho do Corredor Atlântico para 2026. Foi dada especial atenção à utilização eficaz do investimento ferroviário, à linha da Beira Alta e às ligações transfronteiriças com Espanha, bem como às ligações entre os portos de Aveiro e da Figueira da Foz aos terminais interiores e às empresas regionais.</p>
<p>O debate em plenário analisou a competitividade do transporte ferroviário de mercadorias, a interoperabilidade técnica, a capacidade dos comboios, a fiabilidade do serviço e os custos logísticos. Os participantes destacaram ainda a necessidade de uma melhor partilha de informação operacional, de coordenação transfronteiriça entre Portugal e Espanha e de infraestruturas adequadas de estacionamento de camiões e de apoio na zona de Vilar Formoso. Uma preocupação recorrente foi a necessidade de o investimento físico se traduzir em serviços atrativos para operadores e utilizadores.</p>
<p>O workshop dividiu-se, em seguida, em dois grupos. O grupo das autoridades nacionais, regionais e locais que identificou três áreas prioritárias: integração digital com indicadores de desempenho mais claros; maior coordenação com Espanha; e estacionamento de camiões e instalações de apoio em Vilar Formoso. O grupo das empresas e da logística debateu a compatibilidade das infraestruturas e das unidades de carga, as ligações intermodais, a escala comercial necessária para sustentar os terminais e os serviços ferroviários, as operações da primeira e da última milha e a fiabilidade.</p>
<p>Foi salientado que a conclusão de um projeto de infraestruturas não garante automaticamente uma melhor acessibilidade ou competitividade regional. O trabalho de acompanhamento deverá analisar a procura real, a capacidade útil, os custos operacionais, a fiabilidade, as emissões e os benefícios para as empresas e territórios.</p>
<p>&nbsp;A Autoridade de Mobilidade e Transportes (AMT) disponibilizou posteriormente estudos e recursos de monitorização que poderão contribuir para uma avaliação baseada em dados concretos. A Universidade de Aveiro e a CCDR Centro irão analisar as contribuições com as partes interessadas e explorar melhorias políticas viáveis no âmbito do TenConnecT.</p>
<p>As ações de acompanhamento específicas e as respetivas responsabilidades continuam sujeitas a discussão e validação pelas organizações relevantes.</p>
<p>Consulte a Apresentação de Enquadramento <a href="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/TenConnecT_28out2026__3o-Encontro.pdf" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<p>Consulte a Agenda <a href="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/Agenda_TenConnecT_28_Outubro_2026-F-PT.pdf" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.&nbsp;</p>
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</div></div></div></div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Fim de semana de 23 a 25 de outubro de 2026</title>
		<link>https://www.ccdrc.pt/pt/fim-de-semana-de-23-a-25-de-outubro-de-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Madalena Pimentel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2026 09:09:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[Conheça os eventos culturais e artísticos em destaque de 23 a 25 de outubro de 2026. As sugestões culturais da CCDR Centro dão preferência a iniciativas promovidas ou protagonizadas por agentes culturais da região, realçando a diversidade artística e a vitalidade cultural do território. A seleção para o próximo fim-de-semana integra propostas que envolvem [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-2 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling" style="--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;" ><div class="fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start" style="max-width:1288px;margin-left: calc(-0% / 2 );margin-right: calc(-0% / 2 );"><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-1 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column" style="--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:0%;--awb-margin-bottom-large:0px;--awb-spacing-left-large:0%;--awb-width-medium:100%;--awb-spacing-right-medium:0%;--awb-spacing-left-medium:0%;--awb-width-small:100%;--awb-spacing-right-small:0%;--awb-spacing-left-small:0%;"><div class="fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column"><div class="fusion-text fusion-text-2"><p><em><strong>Conheça os eventos culturais e artísticos em destaque de 23 a 25 de outubro de 2026.</strong></em></p>
<p>As sugestões culturais da CCDR Centro dão preferência a iniciativas promovidas ou protagonizadas por agentes culturais da região, realçando a diversidade artística e a vitalidade cultural do território. A seleção para o próximo fim-de-semana integra propostas que envolvem diferentes linguagens, territórios e públicos, incentivando a participação cultural em vários municípios da Região Centro.</p>
<div style="width: 1288px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-94226-1" width="1288" height="725" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2025/10/SDF_23Out2026_site.mp4?_=1" /><a href="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2025/10/SDF_23Out2026_site.mp4">https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2025/10/SDF_23Out2026_site.mp4</a></video></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Pombal</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>22 a 26 de outubro</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Teatro-Cine de Pombal e outros espaços da cidade</strong></p>
<p><strong>5.º HaHaArt Film Festival</strong></p>
<p>Promovido pelo Cineclube de Pombal (CCP), em parceria com a Câmara Municipal de Pombal, o HaHaArt Film Festival regressa com uma programação dedicada ao cinema de comédia nacional e internacional. A sua quinta edição apresenta mais de 70 filmes, alargando a competição às longas-metragens e juntando esta secção ao concurso de curtas-metragens. O programa inclui também sessões especiais, encontros e atividades para diferentes públicos, explorando diversas abordagens ao humor cinematográfico. Entrada livre. Projeto apoiado pela CCDR Centro através do programa <a href="https://www.ccdrc.pt/pt/areas-de-atuacao/cultura/cultura-ao-centro/apoio-a-acao-cultural/">Cultura ao Centro 2026 – Apoio à Ação Cultural</a>, na Medida 2 – Programação/Difusão.</p>
<p><a href="https://hahaartfilmfestival.pt/">Mais informação</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Gouveia</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>22 a 25 de outubro</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Diferentes espaços de Gouveia</strong></p>
<p><strong>Congresso Internacional Artes e Imaginário Popular</strong></p>
<p>Promovido pelo Município de Gouveia, pelo Instituto de Gouveia &#8211; Escola Profissional e pela Intervenção &#8211; Associação para a Promoção e Divulgação Cultural -, o congresso dedica-se às expressões do imaginário popular e à sua presença na sociedade contemporânea. Cabeçudos, fantoches, gigantones, máscaras, rituais e teatro de sombras são alguns dos temas abordados num programa que inclui reflexão, partilha e atividades artísticas. A iniciativa aborda igualmente a relação destas manifestações com a educação, a cultura e o turismo.</p>
<p>O programa e as inscrições estão disponíveis junto da organização.</p>
<p><a href="https://associacaointervencao.pt/">Mais informação</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Belmonte</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>23 a 25 de outubro</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Monte do Bispo – Sede da Associação iN Monte Cultural e Recinto das Festas de Santa Luzia</strong></p>
<p><strong>Montefest’26 – Festival de Outono</strong></p>
<p>A Associação iN Monte Cultural está a organizar mais uma edição do Montefest, um festival que recupera lendas, contos populares e tradições associadas ao imaginário do outono. Ao longo de três dias, a localidade de Monte do Bispo será palco de música, dança, teatro e atividades comunitárias, como o Jantar das Bruxas e dos Zangões, a Ronda das Bruxas e o Ritual da Queimada. O programa inclui também o MercadiNho Pop-Up, dedicado a produtos locais e regionais. Projeto apoiado pela CCDR Centro através do programa <a href="https://www.ccdrc.pt/pt/areas-de-atuacao/cultura/cultura-ao-centro/apoio-a-acao-cultural/">Cultura ao Centro 2026 – Apoio à Ação Cultural</a>, na Medida 2 – Programação/Difusão.</p>
<p><a href="https://www.facebook.com/ainmc/">Facebook</a></p>
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<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Idanha-a-Nova</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>23 a 25 de outubro</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Aldeia Histórica de Monsanto</strong></p>
<p><strong>8.º Encontros MED – Mediterrâneo/Medieval</strong></p>
<p>Os Encontros MED regressam à Aldeia Histórica de Monsanto para três dias dedicados ao património musical mediterrânico e medieval. A iniciativa, organizada por O Corvo e a Raposa, conta com a participação do Ensemble MED e de entidades locais. O programa inclui oficinas, concertos e um jantar performativo que aproximam as tradições musicais da Península Ibérica, da Pérsia e da Geórgia. Destaque para a participação de Amélia Fonseca, fundadora e coordenadora das Adufeiras de Monsanto, que orientará oficinas sobre o cancioneiro tradicional da aldeia, bem como para a presença do grupo georgiano Ozurgeti Folk Ensemble e da percussionista iraniana Sara Fotros.</p>
<p>As oficinas custam 20 € e são gratuitas para os residentes do concelho de Idanha-a-Nova. Jantar performativo: 15 €. As inscrições estão sujeitas a confirmação.</p>
<p><a href="https://ensemblemed.pt/emed2026/">Mais informação</a></p>
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<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Castelo Branco</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>23 e 24 de outubro | 21h30</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Cine-Teatro Avenida</strong></p>
<p><strong>25.º Festival Entrelaços – Festival Internacional de Música Tradicional/Folk de Castelo Branco</strong></p>
<p>O Festival Entrelaços, organizado pelo grupo Musicalbi de Castelo Branco, celebra 25 edições dedicadas à música tradicional e folk. No dia 23, atuam Abril e Diabo a Sete e, no dia 24, Madressilva e Musicalbi. Criado em Castelo Branco em 1983, o grupo Musicalbi tem vindo a desenvolver um trabalho de recolha, interpretação e divulgação da música tradicional portuguesa, que volta a marcar presença nesta edição do festival.</p>
<p>Os bilhetes custam 7 € por dia ou 12 € para os dois dias. Entrada gratuita para crianças até aos 10 anos.</p>
<p><a href="https://cm-castelobranco.pt/municipe/programacao-cultural/detalhe-evento/?id=23513">Mais informação</a></p>
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<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Nelas</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>23 de outubro | 18h30</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Fundação Lapa do Lobo – Auditório Maria José Cunha</strong></p>
<p><strong>O Tempo das Árvores – Práticas de Diálogo entre Seres Humanos e Vegetais</strong></p>
<p>A Fundação Lapa do Lobo irá receber uma oficina integrada na residência artística da Fogo Lento, que será acolhida pela Amarelo Silvestre, em parceria com a própria Fundação. Partindo da relação entre seres humanos e árvores, a atividade propõe exercícios de observação, movimento e partilha, convidando os participantes a experimentarem outras formas de contacto com o mundo vegetal. A oficina integra o processo de investigação e criação desenvolvido durante a residência artística.</p>
<p>Duração: 90 minutos. Lotação: 20 participantes. A oficina dirige-se a artistas, professores, educadores, mediadores culturais e outros interessados.</p>
<p><a href="https://fundacaolapadolobo.pt/eventos/o-tempo-das-arvores-praticas-de-dialogo-entre-seres-humanos-e-vegetais-oficina/">Mais informação</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Viseu</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>23 de outubro | 19h09, 19h29, 19h49, 21h09, 21h29 e 21h49</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Ponto Cultural da Rua Direita – Antigo Orfeão de Viseu</strong></p>
<p><strong>Fiarada: O Fio | NOVe – Edição Especial</strong></p>
<p>Com produção da CEM Palcos, interpretação de Mariana Silva e encenação de Graeme Pulleyn, &#8220;Fiarada: O Fio&#8221; integra uma edição especial do projeto &#8221; NOVe – NOVos Tempos, NOVas Dramaturgias&#8221;. Partindo da Farsa de Inês Pereira, de Gil Vicente, a criação revisita temas como a liberdade, a escolha e a emancipação feminina. Com uma duração de apenas nove minutos, o espetáculo apresenta uma visão contemporânea das inquietações da personagem vicentina.</p>
<p>Bilhetes a partir de 3 € | M/12 | Duração: 9 minutos.</p>
<p><a href="https://cempalcos.com/trabalhos/nove-46/?fbclid=IwY2xjawVFuyNleHRuA2FlbQIxMABwZG9mBWJyaWQRMUtWRHA5MWZIb3lNUkpBR2FzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEeFq0W0GHD1Wky4usw7CTvxLXMsLwjCsDC3nsTy6iDwLsaDPRR6rGVOYoZU30_aem_s_9zJTVdKrX02FbA6brFMw">Mais informação</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Aveiro</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>24 de outubro | 21h30</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Teatro Aveirense – Sala Principal</strong></p>
<p><strong>Uma Linha de Luz na Água</strong></p>
<p>A Associação Cultural Arte no Tempo, produz Uma Linha de Luz na Água, uma criação de João Reis e Nuno Aroso, com estreia marcada para o Teatro Aveirense. Este espetáculo marca o fim de uma trilogia artística, explorando a água como elemento de movimento, transformação e memória, através de uma composição que integra música, palavra, luz e espaço cénico. A produção conta com um texto original de Andreia C. Faria, com música de Chiyoko Szlavnics e Nuno Aroso, e com o desenho de luz e o espaço cénico da autoria de Pedro Fonseca.</p>
<p>Bilhetes: 7,50 € | M/6.</p>
<p><a href="https://www.teatroaveirense.pt/pt/evento/uma-linha-de-luz-na-agua/">Mais informação</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Ovar</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>24 de outubro | 21h30</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Centro de Arte de Ovar</strong></p>
<p><strong>33.º Festovar – Festival de Teatro de Ovar | Cambedo, 1946</strong></p>
<p>A Companhia de Teatro Água Corrente, de Ovar, que opera sob a marca Contacto, está a organizar a 33.ª edição do Festovar, que decorrerá até 21 de novembro, tendo como tema &#8220;Espelhando Mundos&#8221;. No sábado, será apresentada a peça &#8220;Cambedo, 1946&#8221;, da responsabilidade do Teatro de Balugas. Trata-se de uma criação que recupera a memória de uma aldeia transmontana que acolheu refugiados e resistentes ao franquismo. A peça revisita os acontecimentos de 1946 e a repressão exercida pelas ditaduras ibéricas através de uma narrativa teatral centrada na memória histórica.</p>
<p>Bilhetes: 5 € | M/12 | Duração: 60 minutos.</p>
<p><a href="https://www.contactovar.com/noticias/o-festovar-esta-de-volta">Mais informação</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Coimbra</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>24 de outubro | 21h30</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Convento São Francisco – Grande Auditório</strong></p>
<p><strong>Nós 19 – O Som de Todos!</strong></p>
<p>Cerca de 200 participantes dos 19 municípios da Região Centro sobem ao palco do Convento de São Francisco para um espetáculo de criação musical coletiva. O concerto é o resultado de um processo artístico partilhado entre as diferentes comunidades do território, reunindo pessoas de várias gerações, experiências e referências culturais.</p>
<p>A entrada é gratuita, mediante levantamento prévio de bilhete, e está limitada à lotação disponível. Será permitido adquirir um máximo de dois bilhetes por pessoa. Não são permitidas reservas.</p>
<p><a href="https://www.coimbraconvento.pt/pt/agenda/nos-19-o-som-de-todos/">Mais informação</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Lousã</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>24 de outubro | 21h30</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Teatro Municipal da Lousã – Caixa de Palco</strong></p>
<p><strong>16.º Festival Marionetas ao Centro | Bonecos de Santo Aleixo</strong></p>
<p>A 16.ª edição do Festival Marionetas ao Centro, organizada pela Companhia Marimbondo, apresenta a peça &#8220;Bonecos de Santo Aleixo”. Este espetáculo resgata uma tradição do teatro de marionetas português com raízes no Alentejo, caracterizada pela manipulação de bonecos de varão, humor e sátira popular. A apresentação integra um festival que tem vindo a divulgar diferentes formas de teatro de marionetas na Região de Coimbra.</p>
<p>Bilhetes: 5 € | M/12 | Duração: 60 minutos.</p>
<p><a href="https://tml.cm-lousa.pt/evento/bonecos-de-santo-aleixo/">Mais informação</a></p>
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<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Leiria</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>24 de outubro | 21h30</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Teatro Miguel Franco</strong></p>
<p><strong>31.º ACASO – Festival Internacional de Teatro | Medeia</strong></p>
<p>A companhia O Nariz – Teatro de Grupo, estreia a peça Medeia, numa coprodução com o Teatro José Lúcio da Silva. Partindo da tragédia de Séneca, esta criação revisita o mito de Medeia e as relações entre o amor, a cólera, a vingança e a irracionalidade. O espetáculo integra a 31.ª edição do festival, dedicada às artes cénicas e performativas.</p>
<p><a href="https://www.teatrojlsilva.pt/evento/medeia">Mais informação</a></p>
</div></div></div></div></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Património ao Centro dedica sessão ao Desenho na Arqueologia em Condeixa-a-Nova</title>
		<link>https://www.ccdrc.pt/pt/patrimonio-ao-centro-dedica-sessao-ao-desenho-na-arqueologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tânia Moita]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2026 18:44:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Informação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.ccdrc.pt/?p=94214</guid>

					<description><![CDATA[A CCDR Centro promove, no dia 5 de novembro de 2026, em Condeixa-a-Nova, a 5.ª edição da iniciativa «Património ao Centro – À conversa com os arqueólogos da Região Centro», dedicada à temática do Desenho na Arqueologia, associada às comemorações do Dia Mundial da Preservação Digital. A iniciativa tem início com uma visita guiada, conduzida [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-3 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling" style="--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;" ><div class="fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start" style="max-width:1288px;margin-left: calc(-0% / 2 );margin-right: calc(-0% / 2 );"><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-2 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column" style="--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:0%;--awb-margin-bottom-large:0px;--awb-spacing-left-large:0%;--awb-width-medium:100%;--awb-spacing-right-medium:0%;--awb-spacing-left-medium:0%;--awb-width-small:100%;--awb-spacing-right-small:0%;--awb-spacing-left-small:0%;"><div class="fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column"><div class="fusion-text fusion-text-3"><p>A CCDR Centro promove, no dia 5 de novembro de 2026, em Condeixa-a-Nova, a 5.ª edição da iniciativa «Património ao Centro – À conversa com os arqueólogos da Região Centro»,&nbsp;dedicada à temática do Desenho na Arqueologia, associada às comemorações do Dia Mundial da Preservação Digital.</p>
<div data-olk-copy-source="MessageBody">
<p>A iniciativa tem início com uma visita guiada, conduzida por Vítor Dias, diretor do Museu Nacional de Conímbriga, às Ruínas de Conímbriga, onde será possível visitar uma das mais importantes cidades romanas de Portugal.</p>
<p>O programa da tarde decorrerá no Auditório do Museu PO.RO.S &#8211; Museu Portugal Romano em Sicó e contará com uma sessão temática dedicada ao Desenho da Arqueologia, com a participação de José Augusto Dias, desenhador, César Figueiredo, licenciado em Arte e Comunicação e Mestre em Ilustração, Sónia Vicente, arqueóloga da CCDR Centro e Diogo Dias, arqueólogo da Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova.</p>
<p>Será ainda possível assistir à inauguração da exposição &#8220;Do Manual ao Digital: a Evolução do Registo Arqueológico&#8221;, uma produção da CCDR Centro em parceria com o Município de Condeixa-a-Nova.</p>
<p>A participação é gratuita, mediante inscrição obrigatória <a href="https://questionario.ccdrc.pt/index.php/353482?lang=pt">aqui</a>.</p>
<p>Para mais informações, contacte a Unidade de Cultura através do endereço eletrónico cultura.centro@ccdrc.pt ou do telefone 239 783 114.</p>
</div>
<div data-olk-copy-source="MessageBody"><strong>Programa</strong></div>
<div role="presentation"><strong>Visita guiada às Ruínas de Conímbriga</strong></div>
<div role="presentation"><strong>Sessão temática &#8220;Desenho na Arqueologia&#8221;</strong> &#8211; Auditório do Museu PO.RO.S &#8211; Museu Portugal Romano em Sicó</div>
<div role="presentation">Com José Augusto Dias (Desenhador), César Figueiredo (Licenciado em Arte e Comunicação, Mestre em Ilustração), Sónia Vicente (Arqueóloga CCDR Centro) e Diogo Dias (Arqueólogo da Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova).</div>
<div role="presentation"><strong>Inauguração da exposição &#8220;Do Manual ao Digital: a Evolução do Registo Arqueológico&#8221; &#8211; </strong>Sala de Oficinas do Museu PO.RO.S</div>
<div role="presentation">Exposição organizada e produzida pela CCDR Centro em parceria com o Município de Condeixa-a-Nova.</div>
</div></div></div></div></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Festival de Cinema na Beira regressa a Nelas de 6 a 8 de novembro</title>
		<link>https://www.ccdrc.pt/pt/festival-de-cinema-na-beira-regressa-a-nelas-de-6-a-8-de-novembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria José Malheiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2026 15:04:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Informação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.ccdrc.pt/?p=94204</guid>

					<description><![CDATA[O Festival de Cinema na Beira regressa a Nelas, de 6 a 8 de novembro, para a sua 4.ª edição, com o lema “PORTUGAL! Quem fomos. Quem somos. Quem queremos ser”. Promovido pela Ganso Manso - Associação Cultural, o festival conta com o apoio da CCDR Centro no âmbito do programa "Cultura ao Centro [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-4 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling" style="--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;" ><div class="fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start" style="max-width:1288px;margin-left: calc(-0% / 2 );margin-right: calc(-0% / 2 );"><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-3 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column" style="--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:0%;--awb-margin-bottom-large:0px;--awb-spacing-left-large:0%;--awb-width-medium:100%;--awb-spacing-right-medium:0%;--awb-spacing-left-medium:0%;--awb-width-small:100%;--awb-spacing-right-small:0%;--awb-spacing-left-small:0%;"><div class="fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column"><div class="fusion-text fusion-text-4"><div class="x_elementToProof">O Festival de Cinema na Beira regressa a Nelas, de 6 a 8 de novembro, para a sua 4.ª edição, com o lema “PORTUGAL! Quem fomos. Quem somos. Quem queremos ser”. Promovido pela Ganso Manso &#8211; Associação Cultural, o festival conta com o apoio da CCDR Centro no âmbito do programa &#8220;Cultura ao Centro 2026 &#8211; Apoio à Ação Cultural&#8221;, na Medida 2 &#8211; &#8220;Programação/Difusão&#8221;.&nbsp;A iniciativa apresenta uma programação de cinema português com entrada gratuita que inclui exibições, debates, encontros com cineastas e atividades dirigidas à comunidade escolar.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Sob a direção artística de Paulo MilHomens, o festival propõe uma reflexão sobre a história e a memória coletiva portuguesas através de obras cinematográficas que abordam temas como o colonialismo, a ditadura, as transformações sociais e políticas, bem como a identidade nacional. A programação inclui cinco longas-metragens: &#8220;A Herdade&#8221;, de Tiago Guedes; &#8220;Non, ou a Vã Glória de Mandar&#8221;, de Manoel de Oliveira; &#8220;Banzo&#8221;, de Margarida Cardoso; &#8220;Posto Avançado do Progresso&#8221;, de Hugo Vieira da Silva; e &#8220;Lavagante&#8221;, de Mário Barroso.</div>
<div class="x_elementToProof">
<p>Destaque para o debate &#8220;Portugal!&#8221;, agendado para 7 de novembro, após a exibição do filme &#8220;Non, ou a Vã Glória de Mandar&#8221;, que contará com a presença de Margarida Cardoso, Fernando Giestas e Odete Paiva.</p>
<div class="x_elementToProof">As sessões têm lugar no Cineteatro Municipal de Nelas e incluem momentos de conversa e debate com os realizadores e outros profissionais do cinema, oferecendo ao público a oportunidade de conhecer diferentes perspetivas sobre as obras apresentadas.&nbsp;</div>
</div>
<div class="x_elementToProof">&nbsp;</div>
<div class="x_elementToProof"><b>&nbsp;</b></div>
<div class="x_elementToProof"><b>Cinema, educação e participação cultural</b></div>
<div class="x_elementToProof">A edição de 2026 inclui também sessões destinadas aos alunos dos agrupamentos de escolas de Nelas e de Canas de Senhorim, com a participação prevista de cerca de 440 estudantes.&nbsp;Nestas sessões serão apresentadas três curtas-metragens portuguesas de animação: &#8220;O Homem do Lixo&#8221;, de Laura Gonçalves; &#8220;Ice Merchants&#8221;, de João Gonzalez; e &#8220;Tio Tomás &#8211; A Contabilidade dos Dias&#8221;, de Regina Pessoa.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div class="x_elementToProof">A iniciativa tem como objetivo proporcionar aos alunos contacto com diferentes linguagens cinematográficas, contribuindo para a formação de públicos e para o desenvolvimento da literacia visual.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div class="x_elementToProof">O programa inclui ainda duas masterclasses dedicadas à história do cinema em Portugal. A primeira decorrerá no dia 7 de novembro, às 10h30, com Manuel Guerra, na Fundação Lapa do Lobo. A segunda terá lugar no dia 8, também às 10h30, com Ana Patrícia Gonçalves, no Auditório dos Bombeiros Voluntários de Canas de Senhorim.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div class="x_elementToProof">Ao apoiar o Festival de Cinema na Beira, a CCDR Centro reforça o seu compromisso com a diversidade da oferta cultural, a formação de públicos e a dinamização cultural dos territórios da região Centro, valorizando o trabalho desenvolvido pelos agentes culturais locais.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>&nbsp;</div>
<div class="x_elementToProof"><b>Informações Úteis</b></div>
<div class="x_elementToProof">A participação nas atividades é gratuita, sendo que a entrada no Cineteatro Municipal de Nelas está sujeita à lotação da sala.</div>
<div class="x_elementToProof">Os interessados em mais informações ou efetuar reservas do Cine-Bus podem contactar a Fundação Lapa do Lobo através do número de telefone 232 671 084 ou do endereço de correio eletrónico: geral@fundacaolapadolobo.pt.</div>
<div class="x_elementToProof">&nbsp;</div>
<div>&nbsp;</div>
<div class="x_elementToProof"><b>Cine-Bus assegura transporte gratuito entre localidades</b></div>
<div class="x_elementToProof">Uma das novidades desta edição é o Cine-Bus, um serviço de transporte gratuito disponibilizado em parceria com a Fundação Lapa do Lobo. Este serviço permite ao público deslocar-se entre as diferentes localidades do concelho e os locais onde decorrem as atividades.</div>
<div class="x_elementToProof">Esta iniciativa visa facilitar a participação do público nas atividades culturais programadas e reforçar a ligação entre as diferentes localidades abrangidas.</div>
<div class="x_elementToProof"><b>&nbsp;</b></div>
<div class="x_elementToProof"><b>Programa</b></div>
<div class="x_elementToProof"><b>6 de novembro | Sexta-feira</b></div>
<ul>
<li>Sessões de cinema de animação destinadas às escolas, durante o dia.</li>
<li>21h00 &#8211; <i>A Herdade</i>, de Tiago Guedes, seguida de conversa.</li>
</ul>
<div class="x_elementToProof"><b>7 de novembro | Sábado</b></div>
<ul>
<li>10h30 &#8211; Masterclass sobre História do Cinema em Portugal, com Manuel Guerra, na Fundação Lapa do Lobo.</li>
<li>15h30 &#8211; <i>Non, ou a Vã Glória de Mandar</i>, de Manoel de Oliveira, seguida do debate «Portugal!».</li>
<li>21h00 &#8211; <i>Banzo</i>, de Margarida Cardoso, seguida de conversa com a realizadora.</li>
</ul>
<div class="x_elementToProof"><b>8 de novembro | Domingo</b></div>
<ul>
<li>10h30 &#8211; Masterclass sobre História do Cinema em Portugal, com Ana Patrícia Gonçalves, no Auditório dos Bombeiros Voluntários de Canas de Senhorim.</li>
<li>15h30 &#8211; <i>Posto Avançado do Progresso</i>, de Hugo Vieira da Silva, seguida de conversa.</li>
<li>
<div role="presentation">18h30 &#8211; <i>Lavagante</i>, de Mário Barroso, seguida de conversa.</div>
</li>
</ul>
<div class="x_elementToProof">&nbsp;</div>
</div></div></div></div></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Rubrica &#8220;Elas Sabem. Elas Inovam&#8221; assinala Dia Nacional do AKIS</title>
		<link>https://www.ccdrc.pt/pt/rubrica-elas-sabem-elas-inovam-assinala-dia-nacional-do-akis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tânia Moita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 15:28:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Rural e Agroalimentar]]></category>
		<category><![CDATA[Informação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.ccdrc.pt/?p=94130</guid>

					<description><![CDATA[A 27 de outubro assinala-se o Dia Nacional do AKIS, o Sistema de Conhecimento e Inovação Agrícola (Agricultural Knowledge and Innovation System). O AKIS é a rede que liga agricultores, investigadores, técnicos, escolas, empresas e organizações do setor, para que o conhecimento circule nos dois sentidos: da ciência para o campo e do campo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-5 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling" style="--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;" ><div class="fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start" style="max-width:1288px;margin-left: calc(-0% / 2 );margin-right: calc(-0% / 2 );"><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-4 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column" style="--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:0%;--awb-margin-bottom-large:0px;--awb-spacing-left-large:0%;--awb-width-medium:100%;--awb-spacing-right-medium:0%;--awb-spacing-left-medium:0%;--awb-width-small:100%;--awb-spacing-right-small:0%;--awb-spacing-left-small:0%;"><div class="fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column"><div class="fusion-text fusion-text-5"><p>A 27 de outubro assinala-se o Dia Nacional do AKIS, o Sistema de Conhecimento e Inovação Agrícola (Agricultural Knowledge and Innovation System). O <a href="https://akisportugal.pt/" target="_blank" rel="noopener">AKIS</a> é a rede que liga agricultores, investigadores, técnicos, escolas, empresas e organizações do setor, para que o conhecimento circule nos dois sentidos: da ciência para o campo e do campo para a ciência. É um dos pilares da Política Agrícola Comum e uma ferramenta essencial para um desenvolvimento rural mais competitivo, sustentável e capaz de fixar pessoas no território. Para assinalar a data, a CCDR Centro apresenta a rubrica «Elas Sabem. Elas Inovam.». São oito mulheres da Região Centro que mostram, cada uma à sua maneira, como o conhecimento se transforma em inovação e a inovação em futuro para os territórios rurais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ana Rasteiro: da pequena exploração à produção moderna&nbsp;</strong></p>
<p>Ana Maria Rasteiro define-se como uma mulher dedicada ao trabalho, à evolução constante e ao crescimento profissional. Ao longo do seu percurso no setor pecuário, procurou sempre progredir através da dedicação, da persistência e da vontade de melhorar continuamente a atividade que escolheu para a sua vida.</p>
<p>A ligação à suinicultura surgiu da vontade de investir numa área que, na altura, apresentava oportunidades de crescimento. Na região de Leiria existia sobretudo atividade ligada à engorda de suínos, mas havia pouca produção de leitão. Foi precisamente aí que Ana decidiu apostar, iniciando um projeto de produção suína com apenas sete ou oito porcas reprodutoras. Com trabalho contínuo e uma visão de crescimento sustentado, a exploração foi evoluindo gradualmente.&nbsp;“Fui crescendo… um pavilhão de cada vez, uma exploração de cada vez.”</p>
<p>Ao longo dos anos, a empresa expandiu-se até atingir cerca de 700 reprodutoras distribuídas por diferentes unidades de produção. Para Ana Rasteiro, este crescimento representa não apenas uma conquista empresarial, mas também a concretização de um percurso construído com muito esforço e dedicação. Apesar das dificuldades inerentes ao setor pecuário, onde os lucros nem sempre são garantidos, sente-se realizada pelo caminho que conseguiu construir.</p>
<p>A gestão da exploração assenta em princípios de organização, divisão de tarefas e modernização constante. Ana considera fundamental que todos os elementos da equipa assumam responsabilidades e trabalhem em conjunto para garantir o bom funcionamento da produção. Paralelamente, procura acompanhar a evolução tecnológica e introduzir melhorias que permitam otimizar as condições de trabalho e de produção.</p>
<p>O bem-estar animal ocupa um lugar central na sua forma de gerir a atividade. A segurança, a sanidade e as boas condições de alojamento dos animais são prioridades permanentes, desde as reprodutoras até aos leitões. Destaca, por exemplo, a importância de boas maternidades dentro da exploração, capazes de assegurar conforto e condições adequadas para os animais durante todas as fases de produção.&nbsp;“A segurança e o bem-estar animal são fundamentais.”</p>
<p>Ao refletir sobre o papel da mulher na pecuária, Ana Rasteiro considera que as mulheres têm uma importância crescente no setor e que trazem uma sensibilidade particular ao trabalho com os animais e à gestão das explorações. Para si, a presença feminina representa uma mais-valia não apenas na pecuária, mas em todas as áreas profissionais.</p>
<p>Apesar de se tratar de um setor tradicionalmente exigente e associado aos homens, Ana afirma que sempre foi respeitada enquanto empresária. Ainda assim, acredita que as mulheres continuam a precisar de provar diariamente a sua capacidade de liderança, gestão e resistência num setor particularmente desafiante.&nbsp;“As mulheres são precisas na pecuária.”</p>
<p>Quando questionada sobre as características que considera fundamentais para o seu percurso, destaca sobretudo a resiliência, a persistência e a capacidade de nunca desistir perante as dificuldades. Assume-se como uma pessoa determinada e “teimosa”, qualidades que considera essenciais para o sucesso do projeto que construiu.</p>
<p>A vontade de melhorar continuamente continua a motivá-la diariamente. Ana procura inovar, modernizar os processos produtivos e lutar para que a empresa continue a crescer de forma sustentável e sólida.&nbsp;“Com muito trabalho e dedicação consegui sempre crescer.”</p>
<p>Para terminar, deixa uma mensagem de incentivo a todas as mulheres que desejam trabalhar ou investir na agricultura e na pecuária. Acredita que as mulheres têm capacidade para alcançar os seus objetivos em qualquer profissão, desde que lutem pelos seus sonhos com dedicação, coragem e persistência.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Catarina Manique: a paixão que dá vida ao queijo tradicional</strong></p>
<p>Conhecida como “A Agricultora do Fundão”, Catarina Manique cresceu ligada ao mundo rural e à tradição familiar agrícola. Desde muito pequena que o contacto com os animais e com a vida no campo fez parte do seu quotidiano, construindo uma relação profunda com a agricultura e a produção animal. O seu percurso profissional acabou por surgir de forma natural, mas também marcada por desafios pessoais importantes. Após terminar a escola, Catarina enfrentou uma leucemia, numa fase em que entrar no mercado de trabalho se tornava particularmente difícil. Foi então que decidiu juntar-se à mãe e investir na aquisição das primeiras cabras, dando início a um projeto que mais tarde se transformaria na Queijaria Faísca.&nbsp;“A paixão que se coloca no trabalho que desenvolvemos determina a qualidade do produto final.”</p>
<p>Inicialmente, a família produzia leite para vender a uma queijaria. No entanto, quando o preço pago pelo leite começou a baixar, surgiu a decisão de avançar com a produção própria de queijo, mantendo um processo tradicional e artesanal. Assim nasceu a Queijaria Faísca, baseada na valorização do produto local, do saber antigo e do respeito pelos animais.&nbsp;</p>
<p>Para Catarina, a qualidade do queijo começa muito antes da produção. O cuidado com a alimentação das cabras, as pastagens, o feno e o bem-estar animal são aspetos essenciais do trabalho diário. A produtora acredita que animais bem tratados produzem melhor leite e que isso se reflete diretamente no sabor e na identidade do queijo. Todo o processo é acompanhado de perto, desde a ordenha até à cura, mantendo uma relação direta entre a produção do leite e a transformação artesanal.&nbsp;“Se nós dermos boa alimentação aos animais, estes retribuem com melhor leite.”</p>
<p>O dia a dia na queijaria é exigente e feito de dedicação constante. Ordenhar, coalhar, salgar e acompanhar todas as fases da produção fazem parte de uma rotina intensa, desenvolvida “à moda antiga”, como Catarina gosta de referir. Para a produtora, é precisamente essa dedicação e o amor colocado no trabalho que tornam os seus queijos diferentes e especiais.&nbsp;Ao longo dos anos, Catarina Manique tem também refletido sobre o papel da mulher na agricultura. Considera que as mulheres sempre estiveram ligadas ao trabalho agrícola, embora apenas mais recentemente tenham começado a conquistar maior reconhecimento e visibilidade no setor. Ainda assim, acredita que persistem dificuldades e desigualdades, sobretudo no meio rural.&nbsp;“Ainda há menosprezo por parte dos homens em relação ao trabalho das mulheres.”</p>
<p>A própria Catarina sentiu, em diferentes momentos, obstáculos por ser mulher numa área tradicionalmente dominada por homens. Recorda situações de negociação na compra de animais e na venda dos produtos em que percebeu tentativas de desvalorização ou aproveitamento por parte de outros profissionais. Apesar disso, nunca deixou de lutar pelos seus objetivos, defendendo que as mulheres devem persistir nos seus sonhos e acreditar nas suas capacidades.</p>
<p>Para Catarina, a sensibilidade feminina desempenha também um papel importante no cuidado dos animais e na atenção dedicada aos produtos artesanais. Considera que as mulheres têm uma relação particularmente próxima e cuidadosa com os animais, algo que se traduz na qualidade do trabalho desenvolvido.</p>
<p>O futuro da produção artesanal em Portugal é visto com esperança, embora reconheça a necessidade de maior valorização dos produtos tradicionais e dos pequenos produtores. Deseja que haja mais apoio aos queijos artesanais e mais incentivo para que outras mulheres abracem projetos ligados à agricultura e à produção alimentar.&nbsp;“Sinto que devemos ser lutadoras, continuar sempre a lutar e nunca desistir dos nossos sonhos.”</p>
<p>A motivação que mantém Catarina Manique ligada ao projeto continua a ser a paixão pelos animais e pela vida no campo. Trabalhar diariamente com os animais representa não apenas uma profissão, mas a concretização de um sonho e de uma forma de vida profundamente enraizada na tradição, no respeito pela natureza e no amor pelo que faz.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Filipa Pato: entre tradição, ciência e intuição</strong></p>
<p>Filipa Pato apresenta-se, antes de mais, como alguém profundamente ligada à Bairrada, uma região que sempre a atraiu desde o nascimento. A sua identidade enquanto produtora resulta de um equilíbrio entre herança familiar e experiência internacional. Reconhece a influência determinante do pai, da mãe e dos avós no início do seu percurso, mas sublinha também a importância de ter vivido e trabalhado fora de Portugal, onde teve contacto com inúmeros produtores e diferentes formas de pensar o vinho. Essas vivências moldaram a sua abordagem atual, marcada por abertura, curiosidade e constante aprendizagem.</p>
<p>Formada em Engenharia Química, integrou o conhecimento científico com a prática agrícola e uma sensibilidade mais intuitiva e artística. Essa combinação reflete-se na forma como encara a produção de vinho: um processo que exige tanto rigor técnico como capacidade de observação e respeito pela natureza. Para si, trabalhar em sintonia com o ambiente é essencial. Defende que a natureza deve estar em equilíbrio e que o papel do produtor passa por observar atentamente o ecossistema, estudar as plantas e intervir de forma consciente e harmoniosa.&nbsp;“Trabalhar em biodinâmica é, acima de tudo, desenvolver a observação e estudar as plantas para perceber como agir em harmonia com todo o ecossistema.”</p>
<p>A sua filosofia de produção assenta na viticultura biodinâmica e na valorização da biodiversidade. Considera que a monocultura não é sustentável, apontando a policultura como solução para promover vinhas mais saudáveis. Não olha apenas para a videira, mas para todas as plantas que coexistem na vinha, entendendo que fazem parte de um sistema interdependente. Utiliza preparados naturais, como infusões de plantas – cavalinha, salgueiro, camomila, funcho, aloé vera, orégãos – para prevenir doenças como o míldio. Paralelamente, recorre à tecnologia, como drones e estações meteorológicas, para apoiar a tomada de decisão, demonstrando que tradição e inovação podem coexistir.&nbsp;“Não é só a videira que nos interessa, mas todas as plantas que vivem à volta da vinha e que contribuem para o equilíbrio e saúde do sistema.”</p>
<p>O seu trabalho é também marcado por uma forte componente experimental. Todos os anos testa novas abordagens, sustentadas por investigação e consulta de bibliografia especializada. Conta com uma equipa jovem e diversa, composta por homens e mulheres, que partilha desta sensibilidade e compromisso com práticas sustentáveis.&nbsp;Enquanto mulher na agricultura, reconhece que ainda existem desafios significativos, sobretudo em Portugal, onde considera persistir uma cultura marcada por algum machismo. Refere que, embora exporte cerca de 90% dos seus vinhos e não sinta tanto essa diferença no estrangeiro, a realidade nacional ainda apresenta obstáculos, especialmente na conciliação entre vida profissional e pessoal. Destaca a importância de uma estrutura familiar sólida para conseguir gerir as múltiplas responsabilidades de mãe, empresária e agricultora.&nbsp;“Ainda é muito difícil ser mulher na agricultura em Portugal, sobretudo pela necessidade de conciliar a vida profissional com a pessoal, sem que exista sempre uma estrutura de apoio.”</p>
<p>Apesar das dificuldades, acredita que a perspetiva feminina traz uma sensibilidade particular à relação com a natureza, algo que considera uma mais-valia para o setor. Defende que as mulheres devem ser mais respeitadas, tanto no plano pessoal como profissional, e vê na sua ligação à terra uma forma especial de compreender e cuidar dos ecossistemas.</p>
<p>O futuro, para si, passa por continuar a inovar sem perder a ligação à tradição. Mantém uma forte crença na casta Baga e identifica-se mais como agricultora do que apenas viticultora. Valoriza profundamente a possibilidade de produzir e consumir alimentos de qualidade, diretamente da terra, algo que considera um privilégio raro. Nesse sentido, ambiciona diversificar a sua produção, dedicando-se também à criação de animais e ao cultivo de legumes, com o objetivo de oferecer mais produtos saudáveis.&nbsp;“Vejo-me mais como agricultora do que apenas como viticultora, porque produzir, colher e consumir alimentos de qualidade diretamente da terra é um privilégio sem preço.”</p>
<p>A motivação diária vem dessa ligação íntima à natureza e da vontade de continuar a aprender e a evoluir. Para Filipa Pato, o reconhecimento do papel das mulheres na agricultura é fundamental para um setor mais justo e sustentável, onde o contributo feminino seja plenamente valorizado.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Luísa Cruz: tradição, gestão e futuro na agropecuária</strong></p>
<p>Luísa Cruz trabalha desde muito nova na área agropecuária, um percurso construído pela paixão pelo mundo rural e pelo gosto em trabalhar com animais. O interesse surgiu muito cedo e acompanhou-a ao longo da vida, influenciando também o seu percurso académico. Formou-se em Agronomia e foi conciliando os estudos com o trabalho diário na exploração familiar, consolidando progressivamente a sua ligação ao setor pecuário.</p>
<p>A exploração onde trabalha pertence à família há cerca de cinquenta anos e representa uma herança construída ao longo de várias gerações. Luísa foi crescendo dentro deste ambiente, acompanhando a evolução da atividade e participando ativamente no desenvolvimento da exploração. Ao longo do tempo, o projeto foi sendo ampliado e modernizado, procurando melhorar as condições de produção, a gestão da atividade e, sobretudo, o bem-estar animal.&nbsp;“Sem bem-estar não há produção, sem produção não há lucro.”</p>
<p>Para Luísa Cruz, o princípio mais importante na gestão da exploração é precisamente o cuidado com os animais. A sanidade, a higiene e as boas condições de vida dos bovinos são elementos essenciais do trabalho diário. Acredita que tratar os animais da melhor forma possível não é apenas uma questão ética, mas também uma condição fundamental para garantir a qualidade da produção e a sustentabilidade económica da exploração.</p>
<p>A alimentação dos animais é acompanhada por nutricionistas especializados, procurando assegurar uma dieta equilibrada que permita maximizar a produção de forma saudável. Paralelamente, a exploração trabalha em conjunto com médicos veterinários, sobretudo na prevenção de doenças e no acompanhamento sanitário dos bovinos. Para Luísa, o bem-estar animal exige uma gestão rigorosa, conhecimento técnico e atenção permanente às necessidades dos animais.</p>
<p>Ao refletir sobre o papel da mulher na agricultura, Luísa considera que as mulheres sempre foram a verdadeira “espinha dorsal” do mundo rural. Apesar de muitas vezes o homem surgir como figura principal da exploração, acredita que as mulheres estiveram sempre presentes no trabalho agrícola, assumindo responsabilidades fundamentais, ainda que nem sempre reconhecidas.&nbsp;“A mulher sempre foi a espinha dorsal da agricultura.”</p>
<p>Na sua perspetiva, o papel feminino tem vindo a evoluir de forma positiva. Hoje, muitas mulheres já não ocupam apenas funções secundárias ou de apoio, sendo também proprietárias, gestoras e sócias das explorações agrícolas. Ainda assim, reconhece que persistem desigualdades e dificuldades, sobretudo no reconhecimento profissional e na valorização do trabalho feminino.&nbsp;A própria Luísa sentiu, em diferentes momentos, a necessidade de provar constantemente a sua posição e competência por ser mulher. Recorda situações em organismos públicos em que teve dificuldade em ser reconhecida como gerente da exploração, sentindo que precisava de demonstrar continuamente a sua legitimidade enquanto responsável pelo negócio.&nbsp;“Tive muitas vezes de provar que também era gerente.”</p>
<p>Para enfrentar os desafios do setor agropecuário, Luísa acredita que são fundamentais características como dedicação, coragem e gosto pelo trabalho. Defende igualmente a importância da formação contínua e da atualização de conhecimentos, sobretudo numa atividade que exige adaptação constante às novas exigências técnicas, ambientais e económicas.&nbsp;A mãe foi a sua principal inspiração ao longo do percurso profissional e pessoal. É nela que reconhece o maior exemplo de trabalho, persistência e dedicação ao mundo agrícola, valores que continua a aplicar diariamente na exploração.</p>
<p>Quanto ao futuro da pecuária em Portugal, Luísa considera essencial encontrar um equilíbrio entre produção, sustentabilidade ambiental e bem-estar animal. Acredita que a agricultura moderna terá de ser cada vez mais responsável e consciente da necessidade de proteger os recursos naturais, conciliando produtividade com respeito pela natureza.&nbsp;Na sua opinião, as mulheres terão um papel determinante na modernização da agricultura portuguesa, contribuindo com sensibilidade, atenção ao detalhe e capacidade de gestão. Contudo, alerta que ainda existe um caminho importante a percorrer no combate à desigualdade salarial e na valorização da voz das mulheres no setor agrícola.&nbsp;“Há que haver mais valorização do papel da mulher.”</p>
<p>Para Luísa Cruz, reconhecer o trabalho feminino na agricultura é essencial para construir um futuro mais justo, equilibrado e sustentável, onde homens e mulheres possam contribuir em igualdade para o desenvolvimento do mundo rural.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mafalda Perdigão: a arte de produzir e de comunicar o vinho</strong></p>
<p>Mafalda Perdigão apresenta-se como enóloga, produtora de vinho e comunicadora apaixonada pelo universo vínico. Mais do que produzir vinho, gosta de partilhar conhecimento e ensinar a provar, acompanhando todo o percurso do vinho “desde a vinha, à adega, à mesa”. Para Mafalda, o mundo do vinho ainda carece de maior maturidade e proximidade com o consumidor, algo que sempre procurou contrariar através da sua forma simples e acessível de comunicar.</p>
<p>A ligação ao vinho começou muito cedo, em Viseu, cidade onde nasceu e cresceu. O interesse surgiu de forma natural, sobretudo após o pai adquirir vinhas na região do Dão. As vindimas, inicialmente vividas como uma brincadeira de infância, transformaram-se gradualmente numa paixão e, mais tarde, numa profissão. Embora em criança não imaginasse seguir este caminho, o gosto pelo campo e pelo vinho foi-se consolidando até abraçar definitivamente o projeto familiar. A partir de 2012, dedicou-se inteiramente à produção vínica.&nbsp;“Participávamos nas vindimas como brincadeira, que se transformou em paixão.”</p>
<p>O percurso académico teve um papel fundamental na construção da sua identidade profissional. Mafalda frequentou a Escola Superior Agrária de Santarém, onde procurou aprofundar os conhecimentos técnicos ligados ao mundo do vinho, e posteriormente licenciou-se na UTAD. Paralelamente, acompanhava de perto o trabalho desenvolvido pelo pai nas vinhas e na adega. Para a enóloga, a combinação entre o conhecimento empírico adquirido em casa e a formação universitária permitiu-lhe compreender melhor os processos de produção, questionar métodos tradicionais e acompanhar a evolução do setor vitivinícola.</p>
<p>O Dão ocupa um lugar muito especial na sua vida pessoal e profissional. Mafalda afirma que o Dão “está no seu coração” e assume a região como o seu berço e principal referência enquanto enóloga. Atualmente, trabalha exclusivamente com vinhos do Dão e considera que parte da sua missão passa precisamente por divulgar e valorizar esta região.&nbsp;Na sua perspetiva, o terroir do Dão é único e facilmente reconhecível. Rodeada por serras, a região beneficia de uma frescura natural muito característica, marcada também pela mineralidade das águas e dos solos, elementos que se refletem diretamente na identidade dos vinhos produzidos. Para Mafalda, um grande vinho deve ter autenticidade e transmitir claramente o território de onde vem. Mais do que um vinho tecnicamente bem executado, é importante que exista identidade e ligação ao lugar.&nbsp;“Quando falamos de vinhos, temos que ter vinhos com identidade.”</p>
<p>Foi precisamente da vontade de aproximar o vinho das pessoas que nasceu o projeto Enoteller. Mafalda identificou uma lacuna na comunicação e na partilha de conhecimento sobre vinho e percebeu que muitas pessoas viam este universo como demasiado técnico e inacessível. O projeto surgiu então com o objetivo de comunicar o vinho de forma simples, descomplicada e próxima, permitindo que qualquer pessoa possa compreender e desfrutar do prazer do vinho sem receios ou formalismos.</p>
<p>Ao refletir sobre o papel da mulher na agricultura e na enologia, Mafalda considera que a presença feminina é fundamental. Acredita que a sensibilidade, a atenção ao detalhe e o cuidado são características que fazem diferença tanto na produção como na comunicação do vinho. Reconhece, contudo, que durante muitos anos as mulheres tiveram menor visibilidade no setor, embora considere que a sociedade tem evoluído positivamente nesse sentido.</p>
<p>Apesar dessa evolução, Mafalda enfrentou desafios importantes ao longo do seu percurso. Um dos maiores foi conquistar credibilidade junto de profissionais mais antigos num meio tradicionalmente dominado por homens. Sendo jovem e mulher, sentiu frequentemente dificuldade em ser levada a sério, sobretudo quando procurava implementar mudanças ou introduzir novas abordagens de produção. Com persistência e calma, foi conseguindo demonstrar o seu valor e afirmar-se profissionalmente.&nbsp;“Com calma e persistência consegui implementar as minhas ideias nos vinhos que produzo.”</p>
<p>Outro desafio marcante foi a relação profissional com o próprio pai. Mafalda admite que foi importante conquistar o reconhecimento não apenas como filha, mas também enquanto profissional capaz de tomar decisões e liderar projetos no setor vínico.</p>
<p>As alterações climáticas representam atualmente uma das maiores preocupações da vitivinicultura. Mafalda reconhece que os impactos já são visíveis nas vinhas e que o principal desafio passa por garantir a saúde da videira para assegurar a qualidade do vinho. Acredita que o setor terá inevitavelmente de se reinventar e adaptar às novas realidades climáticas.&nbsp;“Com amor, dedicação e trabalho não há sonhos impossíveis.”</p>
<p>Para terminar, Mafalda Perdigão deixa uma mensagem de valorização coletiva e de esperança. Considera que todas as pessoas envolvidas na produção do vinho têm importância fundamental e acredita que, com amor, dedicação e trabalho, não existem sonhos impossíveis. A paixão pelo que faz continua a ser a principal força motriz do seu percurso.</p>
<div class="video-shortcode"><iframe title="Dia Nacional do AKIS 2026" width="1288" height="725" src="https://www.youtube.com/embed/T2t1j1qvJms?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Marije Passos: da Holanda aos olivais de Portugal</strong></p>
<p>Marije Passos vive em Condeixa há cerca de dez anos e define o seu percurso em Portugal como uma transformação profunda, marcada pelo contacto com a terra, com o azeite e com a vida rural. Natural da Holanda, chegou ao país através da família do marido, mas foi a ligação inesperada ao olival que acabou por mudar completamente o rumo da sua vida profissional e pessoal.</p>
<p>Tudo começou por influência do sogro, que lançou a ideia de cuidar de um olival com cerca de 500 oliveiras. Na altura, apanhar azeitona era uma experiência totalmente nova para Marije e para o marido, algo distante da realidade em que tinham crescido. No entanto, aquilo que começou como uma curiosidade acabou rapidamente por se transformar numa paixão pelo mundo da oliveira, da azeitona e do azeite. A partir desse momento decidiram investir no projeto, adquirindo mais terrenos e expandindo gradualmente a produção. Com o tempo, abriram também as portas ao turismo, promovendo provas de azeite e experiências ligadas ao património rural da região.&nbsp;“O amor pela azeitona e pelo azeite transformou-se numa forma de vida.”</p>
<p>Para Marije, trabalhar com a terra significa aceitar que a natureza tem sempre a última palavra. Apesar de admitir que gosta de controlar os processos, reconhece que a agricultura exige capacidade de adaptação constante e criatividade para enfrentar os desafios do clima e da produção agrícola. A preocupação com a sustentabilidade e com o futuro está muito presente no seu trabalho diário, sobretudo na proteção da natureza, no apoio aos produtores locais e na valorização dos alimentos de proximidade.</p>
<p>A ligação entre a produção de azeite, a biodiversidade e a preservação do património rural é, para si, essencial. Acredita que os espaços rurais e o património tradicional são hoje elementos fundamentais para atrair visitantes e aproximar as pessoas do mundo agrícola. Ao mesmo tempo, procura implementar práticas sustentáveis no projeto Passeite, defendendo que a reutilização e o respeito pelos recursos naturais devem fazer parte da agricultura do futuro.&nbsp;“Eu quero que os meus filhos tenham um futuro num planeta agradável.”</p>
<p>Marije considera que a sensibilidade feminina contribui de forma significativa para uma agricultura mais consciente e sustentável. Na sua perspetiva, muitas mulheres revelam uma preocupação especial com a proteção da natureza, o cuidado ambiental e a criação de soluções mais equilibradas para o futuro. Apesar das dificuldades associadas à inovação agrícola, sobretudo pelos elevados custos técnicos e financeiros, procura introduzir novas abordagens no olival. Um dos exemplos é a integração de ovelhas nos terrenos agrícolas, associando a produção de azeite ao aproveitamento da lã e à diversificação sustentável da exploração.</p>
<p>O percurso em Portugal não esteve, contudo, isento de dificuldades. Marije recorda que os primeiros anos foram particularmente desafiantes, tanto por ser mulher como por ser estrangeira num setor tradicionalmente masculino. Sentiu inicialmente resistência por parte de muitos consumidores portugueses, que demonstravam desconfiança em comprar azeite produzido por uma holandesa, vinda de um país sem tradição oleícola.&nbsp;“Nenhum português queria comprar azeite a uma estrangeira.”</p>
<p>Com persistência, dedicação e trabalho diário, conseguiu conquistar a confiança das pessoas e afirmar o valor do projeto. Hoje sente orgulho por provar que é possível sobreviver e crescer através de uma pequena produção familiar, baseada na autenticidade e na qualidade.</p>
<p>A integração em Portugal trouxe também desafios relacionados com a língua, a legislação e os processos burocráticos. Marije reconhece que compreender as leis e os mecanismos de financiamento foi uma das maiores barreiras iniciais, destacando a importância do apoio do marido nesse processo. Por isso, aconselha outras mulheres migrantes que desejem construir uma vida na agricultura em Portugal a aprenderem bem a língua e a conhecerem profundamente a legislação, como forma de facilitar a integração e o acesso às oportunidades existentes.&nbsp;Apesar das dificuldades, continua profundamente fascinada pelo mundo do azeite e pelos fenómenos da natureza. O facto de cada colheita ser diferente, de cada azeite ter características únicas de ano para ano, continua a inspirá-la diariamente e a reforçar a paixão pelo trabalho que desenvolve.&nbsp;“Nenhum azeite é igual de ano para ano, e é isso que torna tudo tão incrível.”</p>
<p>Para Marije Passos, o mais importante é nunca desistir perante as dificuldades do caminho. Acredita que, com apoio, persistência e paixão pelo que se faz, é possível criar raízes, construir projetos sustentáveis e encontrar um lugar de pertença, mesmo longe do país de origem.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Paula Simões: Ciência, Ensino e Agricultura</strong></p>
<p>Paula Simões gosta de ser reconhecida sobretudo como professora de fruticultura da Escola Superior Agrária de Castelo Branco, uma função que considera profundamente enriquecedora pela proximidade aos jovens, ao ensino e à constante aquisição de conhecimento. A sua ligação à agricultura construiu-se ao longo de décadas de trabalho na investigação, na experimentação agrícola e na formação técnica, sempre com o objetivo de aproximar o conhecimento científico das necessidades reais dos produtores.</p>
<p>O percurso profissional começou no Ministério da Agricultura, numa área ligada à experimentação agrícola. Desde cedo, Paula encontrou motivação na possibilidade de testar novas técnicas, implementar processos inovadores e contribuir para a modernização da produção agrícola. Para si, a agricultura representa uma riqueza fundamental, tanto económica como social, sendo essencial garantir que os agricultores tenham acesso ao conhecimento necessário para evoluir e melhorar os seus sistemas de produção.</p>
<p>Um dos projetos mais marcantes do seu percurso foi o trabalho desenvolvido no Bloco da Meimoa, na Cova da Beira, associado à introdução do regadio e à modernização agrícola da região. A criação de uma Quinta Piloto permitiu demonstrar, na prática, novas formas de cultivo, novos sistemas de rega e a introdução da mecanização agrícola através de alfaias modernas. O projeto procurava aproximar os agricultores da inovação, mostrando que determinadas técnicas podiam aumentar a produtividade e melhorar as condições de trabalho.&nbsp;“A investigação, a experimentação e a implementação são fundamentais para garantir vantagens aos produtores.”</p>
<p>Entre as principais mudanças implementadas estiveram a rotação de culturas, a mecanização das explorações e a modernização dos sistemas de rega. Paula Simões recorda que muitos agricultores aderiram às novas práticas quando perceberam que estas lhes permitiam trabalhar mais área com menos esforço e melhores resultados. Contudo, sublinha que qualquer inovação precisa de ser acompanhada de formação e demonstração prática para que possa ser verdadeiramente aceite e aplicada.</p>
<p>Ao longo da sua carreira, dedicou-se sobretudo às culturas das prunóideas, em especial ao pessegueiro e à cerejeira. O que mais a atrai nestas culturas é a sua elevada exigência técnica e agronómica. A instalação de um pomar implica investimentos a longo prazo e um conhecimento profundo sobre poda, rega, tratamentos fitossanitários e colheita. Para Paula, a diversidade e a complexidade destas culturas tornam a fruticultura um desafio permanente.&nbsp;Nas últimas décadas, assistiu a profundas transformações técnicas na produção frutícola da Beira Interior. Recorda, por exemplo, que nos anos 90 a mobilização dos solos nos pomares era uma prática comum, algo que praticamente desapareceu hoje em dia. O mesmo aconteceu com a poda da cerejeira, que anteriormente quase não era realizada e atualmente é considerada essencial para aumentar a produção e melhorar a qualidade dos frutos.&nbsp;“O conhecimento deve avançar em função da necessidade do agricultor.”</p>
<p>A gestão da rega é outra das áreas que considera fundamentais para o futuro da agricultura, sobretudo num contexto de alterações climáticas e crescente escassez de água. Paula defende que a interligação entre investigação, experimentação, ensino e implementação no terreno é indispensável para garantir a sustentabilidade e a evolução do setor agrícola.</p>
<p>Enquanto editora da revista AGROTEC, assumiu também um papel importante na divulgação técnico-científica junto de agricultores e técnicos agrícolas. Para Paula Simões, produzir conhecimento científico só faz sentido se esse conhecimento chegar efetivamente ao setor produtivo e contribuir para melhorar as práticas agrícolas e a qualidade das explorações.&nbsp;Ao refletir sobre o papel da mulher na agricultura, Paula considera que as mulheres sempre tiveram uma presença determinante no mundo rural, particularmente nas explorações familiares, onde o trabalho agrícola assenta muitas vezes numa lógica de complementaridade entre homens e mulheres. Contudo, acredita que esse contributo nem sempre foi devidamente valorizado.&nbsp;“A mulher teve um papel silencioso, mas fundamental na agricultura.”</p>
<p>Apesar da importância do trabalho feminino, continua a existir desigualdade salarial e menor reconhecimento das mulheres no setor agrícola. Paula recorda que, no início da sua carreira, chegou mesmo a ser rejeitada numa entrevista de emprego apenas por ser mulher. Foi-lhe dito diretamente que procuravam um homem para a função, uma realidade que demonstra as dificuldades enfrentadas pelas mulheres em áreas tradicionalmente masculinas.</p>
<p>Ao longo dos anos, acredita que a evolução tecnológica ajudou também a criar maior igualdade no trabalho agrícola. Dá como exemplo as tesouras elétricas utilizadas na poda, que reduziram a exigência física da tarefa e permitiram às mulheres desempenhar funções que anteriormente eram quase exclusivas dos homens.&nbsp;Para as jovens mulheres que desejam seguir carreira na agronomia, investigação ou desenvolvimento rural, Paula Simões deixa uma mensagem clara: é necessário saber, persistir e resistir. Considera que a formação, o conhecimento e a determinação são fundamentais para enfrentar os desafios do setor agrícola.</p>
<p>As alterações climáticas representam atualmente uma das maiores preocupações da agricultura. Paula alerta para a crescente ocorrência de fenómenos extremos e imprevisíveis, defendendo a necessidade de desenvolver práticas mais resilientes, técnicas de poupança de água e sistemas produtivos capazes de responder às novas exigências ambientais.&nbsp;“Valorizar o trabalho feminino é contribuir para a sustentabilidade.”</p>
<p>Para terminar, Paula Simões defende que reconhecer e valorizar o trabalho das mulheres na agricultura é essencial para construir um setor mais sustentável, justo e equilibrado. Considera igualmente importante garantir igualdade de oportunidades, respeito pela paridade e condições para que mais mulheres possam assumir posições de liderança no mundo rural e agrícola.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sofia Costa: o Arroz Carolino, o valor da terra e da tradição</strong></p>
<p>Sofia Costa cresceu ligada ao mundo agrícola e ao cultivo do arroz carolino no Baixo Mondego, numa atividade profundamente enraizada na história da sua família. O trabalho no campo foi-lhe transmitido pelas avós, pelos pais e pelo irmão, numa vivência familiar marcada pela proximidade à terra e pela continuidade geracional do saber agrícola. Paralelamente ao trabalho agrícola, Sofia construiu também um percurso académico ligado à Engenharia Agropecuária, na Escola Superior Agrária de Coimbra, desenvolvendo igualmente interesse pelas áreas da contabilidade e da gestão, competências que hoje aplica na exploração familiar.</p>
<p>O gosto pela agricultura nasceu precisamente das experiências e vivências transmitidas pelos pais e pelas gerações anteriores. Desde cedo acompanhou de perto o trabalho da família, observando a dedicação das avós no trabalho agrícola e o papel essencial que desempenhavam na subsistência diária. Esse contacto contínuo com a terra foi determinante para construir a sua ligação emocional ao arroz e ao mundo rural.&nbsp;“O saber agrícola foi incutido pela família.”</p>
<p>Na organização familiar, cada elemento desempenhava um papel importante. Sofia acompanhou sobretudo a mãe na área da gestão, dos recursos humanos e da organização da exploração, enquanto o irmão trabalhou mais diretamente no terreno ao lado do pai. Ainda assim, destaca que o projeto agrícola sempre foi vivido como um trabalho coletivo, construído pela colaboração e dedicação de toda a família.</p>
<p>Ao refletir sobre o papel da mulher na agricultura, Sofia considera que o contributo feminino sempre foi fundamental, embora muitas vezes pouco reconhecido. Acredita que as mulheres continuam a precisar de provar constantemente a sua competência para serem valorizadas, mesmo desempenhando funções essenciais dentro das explorações agrícolas.&nbsp;“A mulher tem que se esforçar mais para ser valorizada.”</p>
<p>Recorda que, antigamente, a produção de arroz era muito mais exigente fisicamente, envolvendo trabalhos manuais intensos, desde a plantação até à colheita. A modernização agrícola e a mecanização transformaram profundamente a cultura do arroz, facilitando muitas tarefas e permitindo um acompanhamento mais eficiente da produção. Contudo, Sofia sublinha que a evolução tecnológica exige também formação, estudo e capacidade de adaptação para acompanhar as novas exigências do setor.</p>
<p>A produção da família desenvolve-se no vale do Arunca, integrado na região do Baixo Mondego, território que considera determinante para a qualidade do arroz carolino. As características do solo, o clima e a maturação lenta do arroz conferem ao produto propriedades únicas, que fazem do carolino do Baixo Mondego uma referência da gastronomia portuguesa.</p>
<p>A ligação entre agricultura e cozinha sempre esteve muito presente na história familiar. Sofia recorda o papel das mulheres da família, particularmente da mãe, na preservação das receitas tradicionais associadas ao arroz carolino. A mãe é conhecida pela confeção do arroz doce e dos tradicionais arrozes caldosos servidos a quem visita a casa da família, mantendo viva a ligação entre o trabalho agrícola e a mesa portuguesa.&nbsp;“Quem visita a nossa casa é sempre servido com um arroz caldoso.”</p>
<p>Para Sofia Costa, a gastronomia é uma forma importante de preservar a memória do trabalho agrícola e de valorizar os produtos produzidos localmente. Através das receitas tradicionais, mantém-se viva a identidade cultural associada ao arroz e às comunidades rurais do Baixo Mondego.</p>
<p>Apesar da evolução do setor, Sofia reconhece que continuam a existir desafios importantes para as mulheres agricultoras. Considera que muitas vezes a mulher precisa de assumir múltiplas funções simultaneamente, conciliando trabalho agrícola, gestão familiar e responsabilidades profissionais, frequentemente com pouco apoio. Ainda assim, acredita que as novas gerações já encaram de forma mais natural a presença feminina em cargos de chefia e liderança no mundo rural.</p>
<p>O arroz tornou-se também uma escola de vida e de resiliência. Sofia acredita que a própria cultura agrícola ensina a enfrentar dificuldades, a resistir aos desafios e a adaptar-se constantemente às mudanças.&nbsp;“O arroz ensina-nos a ser resilientes.”</p>
<p>Para o futuro, defende uma agricultura mais igualitária, onde o papel da mulher seja assumido de forma natural e reconhecido sem reservas. Considera importante retirar a mulher dos bastidores e aceitar plenamente a sua capacidade de liderança e decisão no setor agrícola. Ao olhar para o seu percurso, identifica palavras como humildade, sinceridade, gosto pela profissão e resiliência como os valores que melhor representam a mulher agricultora que é hoje.</p>
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			</item>
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		<title>Monumento dedicado ao Barco Moliceiro valoriza Património Cultural Imaterial da Região de Aveiro</title>
		<link>https://www.ccdrc.pt/pt/monumento-dedicado-ao-barco-moliceiro-valoriza-patrimonio-cultural-imaterial-da-regiao-de-aveiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tânia Moita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 08:06:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Informação]]></category>
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					<description><![CDATA[O escultor Alves André venceu o concurso público para a conceção do monumento artístico "Barco Moliceiro: Arte da Carpintaria Naval da Região de Aveiro", promovido pela Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (CIRA). A iniciativa presta homenagem ao barco moliceiro, um património cultural imaterial que está inscrito na Lista do Património Cultural Imaterial que Necessita [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O escultor Alves André venceu o concurso público para a conceção do monumento artístico &#8220;<a href="https://www.regiaodeaveiro.pt/comunicacao/noticias/noticia/dia-da-regiao-de-aveiro-assinala-37-anos-de-trabalho-conjunto-com-novos-projetos-digitais-salvaguarda-do-moliceiro-e-foco-no-desenvolvimento-regional">Barco Moliceiro: Arte da Carpintaria Naval da Região de Aveiro</a>&#8220;, promovido pela Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (CIRA). A iniciativa presta homenagem ao barco moliceiro, um património cultural imaterial que está inscrito na <a href="https://www.regiaodeaveiro.pt/comunicacao/noticias/noticia/unesco-inscreve-o-barco-moliceiro-como-patrimonio-cultural-imaterial-da-humanidade">Lista do Património Cultural Imaterial que Necessita de Salvaguarda Urgente da UNESCO</a>.</p>
<p>A apresentação do projeto vencedor decorreu no âmbito das comemorações do Dia da Região de Aveiro, a 16 de outubro de 2026, e destacou a importância cultural do barco moliceiro e dos saberes tradicionais associados à sua construção e decoração.</p>
<p>Intitulada &#8220;RIAFLEXUS&#8221;, a proposta vencedora consiste numa escultura de 5,5 metros de altura que estabelece uma ligação simbólica ao barco moliceiro e à arte da carpintaria naval.&nbsp;A estrutura vertical evoca a silhueta da embarcação a deslizar sobre as águas da Ria de Aveiro, enquanto a parte inferior evoca as ferramentas tradicionais utilizadas pelos artesãos na construção naval.&nbsp;Está prevista a instalação de réplicas do monumento nos 11 municípios que integram a Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro.</p>
<p><strong>Um património de saberes e técnicas tradicionais</strong></p>
<p>A arte da carpintaria naval da Região de Aveiro, mais concretamente a construção de barcos moliceiros, integra conhecimentos, técnicas e práticas tradicionais associados à construção e decoração destas embarcações, que estão profundamente ligadas à história e à identidade cultural da ria de Aveiro.</p>
<p>O barco moliceiro distingue-se pelas suas características construtivas e pelos seus painéis decorativos pintados, que incluem elementos figurativos e inscrições associadas à cultura local.&nbsp;A transmissão destes conhecimentos entre gerações é uma parte fundamental deste património cultural imaterial.</p>
<p>A sua inscrição, desde dezembro de 2025, na <a href="https://unescoportugal.mne.gov.pt/pt/temas/proteger-o-nosso-patrimonio-e-promover-a-criatividade/patrimonio-cultural-imaterial-em-portugal">Lista do Património Cultural Imaterial que Necessita de Salvaguarda Urgente da UNESCO</a> reconhece o valor cultural desta prática e evidencia a necessidade de assegurar a continuidade dos conhecimentos e das técnicas a ela associados.</p>
<p>No âmbito das suas competências na área da Cultura, a CCDR Centro reconhece a importância de valorizar, divulgar e salvaguardar o património cultural imaterial, enquanto expressão da identidade e da diversidade cultural da Região Centro. A publicação &#8220;<a href="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2024/03/Saber-Ser-Saber-Fazer_web.pdf">Saber Ser, Saber Fazer &#8211; O Património Cultural Imaterial da Região Centro de Portugal</a>&#8221; centra-se, precisamente, na valorização dos saberes e práticas tradicionais do território e permite aprofundar os conhecimentos sobre a diversidade do património cultural imaterial regional e a importância da sua transmissão às gerações futuras.</p>
<div class="wp-block-image"><img decoding="async" class="wpa-warning wpa-image-missing-alt alignnone size-full wp-image-94163" src="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/CIRA_DiaDaRegiao_MonumentoMoliceiro.png" alt="" width="1048" height="1501" data-warning="Missing alt text" srcset="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/CIRA_DiaDaRegiao_MonumentoMoliceiro-8x12.png 8w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/CIRA_DiaDaRegiao_MonumentoMoliceiro-200x286.png 200w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/CIRA_DiaDaRegiao_MonumentoMoliceiro-400x573.png 400w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/CIRA_DiaDaRegiao_MonumentoMoliceiro-500x716.png 500w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/CIRA_DiaDaRegiao_MonumentoMoliceiro-600x859.png 600w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/CIRA_DiaDaRegiao_MonumentoMoliceiro-700x1003.png 700w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/CIRA_DiaDaRegiao_MonumentoMoliceiro-768x1100.png 768w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/CIRA_DiaDaRegiao_MonumentoMoliceiro-800x1146.png 800w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/CIRA_DiaDaRegiao_MonumentoMoliceiro.png 1048w" sizes="(max-width: 1048px) 100vw, 1048px" /></div>
<p>Fotografias: <a href="https://www.regiaodeaveiro.pt/">Região de Aveiro</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fim de semana de 16 a 18 de outubro de 2026</title>
		<link>https://www.ccdrc.pt/pt/fim-de-semana-de-16-a-18-de-outubro-de-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Madalena Pimentel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 13:36:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.ccdrc.pt/?p=94154</guid>

					<description><![CDATA[Conheça os eventos culturais e artísticos em destaque de 16 a 18 de outubro. As sugestões culturais da CCDR Centro dão preferência a iniciativas promovidas ou protagonizadas por agentes culturais da região, realçando a diversidade artística e a vitalidade cultural do território. A seleção para o próximo fim de semana integra propostas que envolvem diferentes [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Conheça os eventos culturais e artísticos em destaque de 16 a 18 de outubro.</strong></em></p>
<p>As sugestões culturais da CCDR Centro dão preferência a iniciativas promovidas ou protagonizadas por agentes culturais da região, realçando a diversidade artística e a vitalidade cultural do território. A seleção para o próximo fim de semana integra propostas que envolvem diferentes linguagens, territórios e públicos, incentivando a participação cultural em vários municípios da Região Centro.</p>
<div style="width: 1288px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-94154-2" width="1288" height="725" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2025/10/SDF_16Out2026_site-1.mp4?_=2" /><a href="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2025/10/SDF_16Out2026_site-1.mp4">https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2025/10/SDF_16Out2026_site-1.mp4</a></video></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Santa Comba Dão</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>16 de outubro | 21h30</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Pinheiro de Ázere</p>
<p><strong>Quianda do Moliço &#8211; Ensemble Clarinet Talents de Aveiro</strong></p>
<p>O Ensemble Clarinet Talents de Aveiro apresenta a estreia mundial de &#8220;Quianda do Moliço&#8221;, uma obra do compositor Daniel Amaro inspirada na lenda do barco moliceiro, nas casas da Costa Nova e nas salinas de Aveiro. Este projeto da ArtTalents Association é o resultado de uma residência artística na Universidade de Aveiro, que aproxima a criação musical, o ensino especializado e a comunidade local.</p>
<p>Projeto apoiado pela CCDR Centro através do programa <a href="https://www.ccdrc.pt/pt/areas-de-atuacao/cultura/cultura-ao-centro/apoio-a-acao-cultural/">Cultura ao Centro 2026 &#8211; Apoio à Ação Cultural</a>, na Medida 1 &#8211; Criação.</p>
<p><a href="https://www.bol.pt/Comprar/Bilhetes/187007-quianda_do_molico_ensable_de_clarinet_talents_aveiro-casa_da_cultura_de_santa_comba_dao/">Reserva de Bilhetes</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Celorico da Beira</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>16 de outubro | 19h00 e 21h00</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>17 de outubro | 15h00</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Solar do Queijo e Igreja da Misericórdia, em Celorico da Beira; Junta de Freguesia de Linhares da Beira</p>
<p><strong>Mulheres Rurais &#8211; exposições e concerto</strong></p>
<p>O Município de Celorico da Beira, em parceria com a Geradora &#8211; Cooperativa Integral, CRL, assinala o Dia Internacional das Mulheres Rurais com duas exposições e um concerto dedicados aos seus saberes e contributos para as comunidades e os territórios. No dia 16, o Solar do Queijo recebe, às 19h00, a exposição &#8220;Mulheres Rurais &#8211; A Força da Terra&#8221;, que inclui uma degustação. Às 21h00, a Igreja da Misericórdia acolhe o concerto &#8220;Artes da Terra &#8211; Coro do Povo Canta à Mulher Geradora&#8221;. No dia seguinte, a partir das 15h, a programação prossegue em Linhares da Beira com a exposição intercalar &#8220;Mulheres Rurais &#8211; Fiadeiras do Futuro&#8221;. Projeto apoiado pela CCDR Centro através do programa <a href="https://www.ccdrc.pt/pt/areas-de-atuacao/cultura/cultura-ao-centro/apoio-a-acao-cultural/">Cultura ao Centro 2026 &#8211; Apoio à Ação Cultural</a>.</p>
<p><a href="https://www.cm-celoricodabeira.pt/evento/dia-internacional-das-mulheres-rurais">Mais informação</a> | <a href="https://www.facebook.com/photo/?fbid=1608404581329681&amp;set=a.323360693167416">Facebook</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Arganil</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>17 de outubro | 15h00</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Biblioteca Alberto Martins de Carvalho, Côja</p>
<p><strong>Homenagem a Nunes Pereira &#8211; “Pelourinhos &#8211; Símbolos de Poder”</strong></p>
<p>Côja acolhe uma sessão de homenagem a monsenhor Nunes Pereira, que incluirá o lançamento do livro “Pelourinhos &#8211; Símbolos de Poder. Desenhos de Nunes Pereira&#8221;. Esta iniciativa integra as comemorações do 120.º aniversário do nascimento e do 25.º aniversário da morte do artista. As celebrações são coordenadas pelo Seminário Maior de Coimbra e pelo Museu Nacional de Machado de Castro, em colaboração com vários municípios da região e com a CCDR Centro, entre outras entidades.</p>
<p><a href="https://agencia.ecclesia.pt/portal/events/coimbra-livro-inedito-de-monsenhor-nunes-pereira-vai-ser-apresentado-em-coja">Mais informação</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Leiria</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>17 de outubro | 18h00</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Igreja de São Pedro</p>
<p><strong>CPB World Music &#8211; Ecos de Leiria</strong></p>
<p>O projeto &#8220;Ecos de Leiria&#8221; recebe o CPB World Music num concerto integrado no ciclo &#8220;Fora de Tempo&#8221;, organizado pela Câmara Municipal de Leiria e produzido pela Inzart Associação Cultural e In Music by Michael Faustino. O trio de clarinete, percussão e piano explora sonoridades de Cabo Verde, Portugal e Brasil, estabelecendo um diálogo entre a morna, o fado e o choro.</p>
<p>M/3. Entrada gratuita mediante inscrição prévia.</p>
<p><a href="https://leiriagenda.cm-leiria.pt/pt/agenda/cpb-world-music">Mais informação</a> | <a href="https://forms.gle/62whS7c4qxRurFXE9">Inscrições</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Anadia</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>17 de outubro | 21h00</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Cineteatro de Anadia</p>
<p><strong>Sons do Brasil &#8211; Orquestra das Beiras e Gileno Santana</strong></p>
<p>A Orquestra das Beiras e o trompetista Gileno Santana apresentam &#8220;Sons do Brasil&#8221;, um concerto integrado nas comemorações do Dia da Região de Aveiro. O programa inclui clássicos da música brasileira como &#8220;Garota de Ipanema&#8221;, &#8220;Carinhoso&#8221; e &#8220;Aquarela do Brasil&#8221;, num espetáculo que celebra os laços culturais entre Portugal e o Brasil.</p>
<p>Entrada gratuita.</p>
<p><a href="https://www.facebook.com/Orquestra.das.Beiras/posts/dia-da-regi%C3%A3o-de-aveiro-sons-do-brasil-ofb-gileno-santana-cineteatro-de-anadia/1713989064064574/">Facebook</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Figueira da Foz</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>17 de outubro | 21h30</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Grande Auditório do CAE &#8211; Centro de Artes e Espetáculos</p>
<p><strong>Orquestrae III &#8211; Filarmónica dos Carvalhais de Lavos e Sociedade Filarmónica Paionense com Tatanka</strong></p>
<p>Na sua terceira temporada, o projeto Orquestrae reúne Tatanka com a Filarmónica dos Carvalhais de Lavos e a Sociedade Filarmónica Paionense, duas formações do concelho da Figueira da Foz. O concerto propõe um encontro entre o repertório do músico e a tradição filarmónica local, com novas sonoridades para as canções apresentadas.</p>
<p>M/6. Bilhete: 15 €.</p>
<p><a href="https://www.cm-figfoz.pt/pages/1012?event_id=1678">Mais informação</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Manteigas</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>17 de outubro | 21h30</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Auditório do Centro Cívico de Manteigas</p>
<p><strong>SouReal &#8211; Um Mar Sem Varandas</strong></p>
<p>A DesActo &#8211; Associação Cultural apresenta &#8220;Um Mar Sem Varandas&#8221;, uma criação coletiva da equipa do projeto SouReal, com uma ideia original de Ana Freire da Silva e Pedro Leitão. Este espetáculo, que cruza teatro e dança, é um drama poético e absurdo que aborda a repressão emocional, o peso das regras e a busca da liberdade individual. As atrizes e as bailarinas representam, respetivamente, as dimensões consciente e subconsciente das personagens, numa narrativa que explora a relação com os sonhos.</p>
<p>M/14.</p>
<p><a href="https://cm-manteigas.pt/agenda-de-eventos/soureal-um-mar-sem-varandas">Mais informação</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Ílhavo</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>17 de outubro | 21h30</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Fábrica das Ideias</p>
<p><strong>Rhapsody in Blue</strong> <strong>&#8211; Orquestra Filarmónica Gafanhense </strong></p>
<p>A Orquestra Filarmónica Gafanhense propõe um programa centrado na&nbsp;<em>Rhapsody in Blue</em>, a obra mais icónica de George Gershwin, traçando uma linha de influência e afinidade entre três dos mais marcantes compositores do século XX. A sofisticação tímbrica e harmónica de Maurice Ravel encontra eco na linguagem de Gershwin, que estabeleceu uma singular ponte entre a música erudita, o jazz e a cultura urbana americana. Leonard Bernstein, herdeiro dessa síntese estética, viria mais tarde a expandi-la numa escrita vibrante e profundamente comunicativa, aproximando a sala de concertos da cultura popular, expressão maior de uma linguagem magistralmente condensada &nbsp;em&nbsp;<em>Symphonic Dances from West Side Story</em>.</p>
<p>M/6.</p>
<p><a href="https://www.23milhas.pt/evento/rhapsody-in-blue/">Mais informação</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Soure</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>17 de outubro | 21h00 &#8211; Alfarelos</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>18 de outubro | 16h00 &#8211; Granja do Ulmeiro</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Associação Instrução e Recreio 1.º de Maio Alfarelense; Associação de Granja do Ulmeiro &#8211; Cultura, Desporto e Recreio</p>
<p><strong>Ciclo de Teatro do Concelho de Soure &#8211; “Mar”</strong></p>
<p>O grupo Parras da Vinha vai apresentar &#8220;Mar&#8221;, de Miguel Torga, com uma adaptação para o Canto da Sereia, e haverá sessões em Alfarelos e na Granja do Ulmeiro. As apresentações integram o Ciclo de Teatro do Município de Soure, que leva espetáculos concebidos, encenados e interpretados por grupos locais às freguesias do concelho. Esta iniciativa valoriza a criação teatral e o associativismo locais, aproximando a programação cultural das populações.</p>
<p>Entrada gratuita.</p>
<p><a href="https://cm-soure.pt/ciclo-de-teatro-do-concelho-de-soure-2">Mais informação</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Mortágua</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>17 de outubro | 21h00</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>18 de outubro | 10h30 e 16h00</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Centro de Animação Cultural de Mortágua e Biblioteca Municipal</p>
<p><strong>Mortágua Jazz Fest’26</strong></p>
<p>Promovido pelo Município de Mortágua, o Mortágua Jazz Fest&#8217;26 inclui concertos e atividades participativas dedicadas ao jazz. No sábado, às 21h00, o Centro de Animação Cultural recebe o Combo MJF. No domingo, às 10h30, a Biblioteca Municipal acolhe uma sessão de ioga jazz, conduzida por Rita Alves, com música ao vivo de Rui Veiga e Luís Formiga. Às 16h00, o Centro de Animação Cultural recebe o projeto do baterista viseense Miguel Rodrigues, Azul Piscina, com Miguel Meirinho ao piano e Demian Cabaud no contrabaixo, num concerto que cruza composição e improvisação.</p>
<p>Yoga Jazz: participação gratuita mediante inscrição limitada. Concerto dos Azul Piscina: bilhete a 5 €; duração: 60 minutos; recomendado para todos os públicos.</p>
<p><a href="https://www.cm-mortagua.pt/evento/mortagua-jazz-fest-2026">Mais informação</a>| <a href="https://mortagua.bol.pt/Comprar/Bilhetes/186369-mortagua_jazz_fest_azul_piscina-c_a_c_mortagua/">Bilhetes para Azul Piscina</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Seia</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>18 de outubro | 15h30</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Cineteatro da Casa Municipal da Cultura de Seia</p>
<p><strong>Filarmonias &#8211; Sociedade Musical Estrela da Beira</strong></p>
<p>A Sociedade Musical Estrela da Beira, de Santa Marinha, atuará na Casa Municipal da Cultura de Seia no âmbito do ciclo &#8220;Filarmonias&#8221;. O concerto destaca uma formação do concelho e a tradição filarmónica local, com uma proposta dirigida a diferentes gerações.</p>
<p>M/3. Entrada gratuita, sujeita à lotação da sala.</p>
<p><a href="https://www.facebook.com/photo?fbid=1895644608077900&amp;set=a.775132866795752">Facebook</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Covilhã</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>18 de outubro | 16h00</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Teatro Municipal da Covilhã</p>
<p><strong>Sempre a Construir o Futuro &#8211; Concerto comemorativo</strong></p>
<p>No âmbito das comemorações do Sindicato dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios, Vestuário e Calçado da Beira Interior, a Banda da Covilhã apresenta um concerto com Carlota Matias, Margarida Geraldes, Maria Branco, Renato Folgado, Rúben de Matos e Tó Duarte. Esta iniciativa assinala os 145 anos da associação de classe, os 90 anos do sindicato e os 85 anos da greve de 1941, numa homenagem à memória operária da região.</p>
<p>Bilhete: 2 €. Estão disponíveis na Ticketline, no Teatro Municipal da Covilhã, na sede do sindicato e junto dos delegados e dirigentes sindicais.</p>
<p><a href="http://www.bandadacovilha.pt/?cix=destaque351619&amp;curr=819&amp;lang=1">Mais informação</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Visita promovida pela CCDR Centro à Burel Factory destacou a valorização do património industrial de Manteigas</title>
		<link>https://www.ccdrc.pt/pt/visita-promovida-pela-ccdr-centro-a-burel-factory-destacou-a-valorizacao-do-patrimonio-industrial-de-manteigas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tânia Moita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 08:44:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.ccdrc.pt/?p=94139</guid>

					<description><![CDATA[A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I. P. (CCDR Centro) promoveu, em parceria com a Secção Regional do Centro da Ordem dos Arquitectos, uma visita técnica à Burel Factory, em Manteigas, no dia 17 de outubro, no âmbito do ciclo “Património ao Centro - Construções de uma Identidade”. Acompanhados pelo arquiteto [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-6 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling" style="--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;" ><div class="fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start" style="max-width:1288px;margin-left: calc(-0% / 2 );margin-right: calc(-0% / 2 );"><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-5 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column" style="--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:0%;--awb-margin-bottom-large:0px;--awb-spacing-left-large:0%;--awb-width-medium:100%;--awb-spacing-right-medium:0%;--awb-spacing-left-medium:0%;--awb-width-small:100%;--awb-spacing-right-small:0%;--awb-spacing-left-small:0%;"><div class="fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column"><div class="fusion-text fusion-text-6"><p>A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I. P. (CCDR Centro) promoveu, em parceria com a Secção Regional do Centro da Ordem dos Arquitectos, uma visita técnica à Burel Factory, em Manteigas, no dia 17 de outubro, no âmbito do ciclo “Património ao Centro &#8211; Construções de uma Identidade”.</p>
<p>Acompanhados pelo arquiteto Pedro Brígida e pela proprietária Isabel Costa, os participantes puderam conhecer os desafios enfrentados na intervenção num espaço industrial, bem como um projeto que associa a continuidade da produção à preservação das máquinas, das técnicas e dos saberes associados à transformação da lã.</p>
<p>Pedro Brígida destacou, entre os principais desafios do projeto, o prazo disponível para intervir numa fábrica em funcionamento e as limitações orçamentais. O arquiteto salientou também a necessidade de compreender as especificidades da atividade industrial, dos equipamentos e sistemas aos percursos de produção, a fim de poder responder às exigências funcionais do espaço.</p>
<p>A intervenção exigiu, por conseguinte, um processo de aprendizagem sobre a organização da fábrica e o funcionamento dos respetivos dispositivos, num contexto em que as opções arquitetónicas tiveram de ser articuladas com as necessidades da produção.</p>
<p>Isabel Costa realçou o compromisso do projeto com a recuperação do património e a valorização da lã como recurso local. Destacou ainda a importância da continuidade das técnicas, das máquinas e do conhecimento ancestral, aliada à inovação e à procura de soluções mais sustentáveis. Na sua opinião, este percurso contribui para valorizar a indústria e a vida no interior do país.</p>
<p><strong>Da Lanifícios Império à Burel Factory</strong></p>
<p>A história da Burel Factory está ligada à dos Lanifícios Império, que foram fundados em Manteigas em 1947. Em 2011, a recuperação da fábrica, que se encontrava em situação de insolvência, permitiu não só dar continuidade à atividade, como também preservar um valioso património industrial, que incluía teares, cardas e outros equipamentos históricos.</p>
<p>O projeto manteve máquinas do século XIX e recuperou padrões de antigos livros de desenho. A transmissão de conhecimentos entre os mestres dos teares e os trabalhadores mais novos foi também uma parte importante da recuperação, tendo como objetivo assegurar a continuidade dos saberes associados à produção.</p>
<p>O burel, um tecido tradicional de lã associado à Serra da Estrela, passou a apresentar novas cores e aplicações contemporâneas. Para além de produtos de decoração e vestuário, a marca desenvolve soluções para a arquitetura de interiores, como revestimentos e painéis acústicos. Esta diversificação articula a herança têxtil com o design e novas utilizações do material.</p>
<p>A visita a Manteigas permitiu abordar a preservação do património industrial através da sua utilização produtiva e da transmissão dos conhecimentos que lhe conferem significado.</p>
<p><strong>Ciclo encerra com homenagem em Coimbra</strong></p>
<p>Após as visitas à Cava de Viriato, em Viseu, e ao Centro Interpretativo do Cereal, em Penela, a sessão na Burel Factory aprofundou a relação entre a arquitetura, o património industrial e os saberes associados à lã.</p>
<p>O ciclo de 2026 do programa &#8220;Património ao Centro &#8211; Construções de uma Identidade&#8221; termina no dia 24 de outubro, às 15h, no Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, em Coimbra, com uma cerimónia de homenagem aos arquitetos Alexandre Alves Costa e Sérgio Fernández, organizada pela CCDR Centro e pelo Património Cultural, I. P. A cerimónia está aberta à comunidade, mediante inscrição.</p>
<p>Através desta iniciativa, a CCDR Centro reforça a valorização e a divulgação do património regional, partilhando experiências que associam a recuperação dos espaços à preservação da memória, dos saberes e das atividades dos territórios.</p>
<p><a href="https://www.ccdrc.pt/pt/ccdr-centro-e-patrimonio-cultural-homenageiam-arquitetos-alexandre-alves-costa-e-sergio-fernandez/" target="_blank" rel="noopener">Saiba mais sobre a homenagem aos arquitetos Alexandre Alves Costa e Sergio Fernandez</a>.</p>
<div class="wp-block-image"><img decoding="async" class="wpa-warning wpa-image-missing-alt alignnone size-full wp-image-94145" src="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/b1.jpg" alt="" width="2048" height="1536" data-warning="Missing alt text" srcset="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/b1-16x12.jpg 16w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/b1-200x150.jpg 200w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/b1-400x300.jpg 400w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/b1-500x375.jpg 500w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/b1-600x450.jpg 600w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/b1-700x525.jpg 700w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/b1-768x576.jpg 768w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/b1-800x600.jpg 800w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/b1-1200x900.jpg 1200w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/b1-1536x1152.jpg 1536w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/b1.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /></div>
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<div class="wp-block-image"><img decoding="async" class="wpa-warning wpa-image-missing-alt alignnone size-full wp-image-94141" src="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/b5.jpg" alt="" width="2048" height="1536" data-warning="Missing alt text" srcset="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/b5-16x12.jpg 16w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/b5-200x150.jpg 200w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/b5-400x300.jpg 400w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/b5-500x375.jpg 500w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/b5-600x450.jpg 600w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/b5-700x525.jpg 700w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/b5-768x576.jpg 768w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/b5-800x600.jpg 800w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/b5-1200x900.jpg 1200w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/b5-1536x1152.jpg 1536w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/b5.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /></div>
<div>&nbsp;</div>
<div class="wp-block-image"><img decoding="async" class="wpa-warning wpa-image-missing-alt alignnone size-full wp-image-94143" src="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/b3.jpg" alt="" width="2048" height="1536" data-warning="Missing alt text" srcset="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/b3-16x12.jpg 16w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/b3-200x150.jpg 200w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/b3-400x300.jpg 400w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/b3-500x375.jpg 500w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/b3-600x450.jpg 600w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/b3-700x525.jpg 700w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/b3-768x576.jpg 768w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/b3-800x600.jpg 800w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/b3-1200x900.jpg 1200w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/b3-1536x1152.jpg 1536w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/b3.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /></div>
</div></div></div></div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Unidade de Saúde</title>
		<link>https://www.ccdrc.pt/pt/unidade-de-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Madalena Pimentel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 11:38:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.ccdrc.pt/?p=94131</guid>

					<description><![CDATA[À Unidade de Saúde compete: 1 — Na área do Planeamento de Infraestruturas e Equipamentos de Saúde: Identificar e planear o investimento em infraestruturas e grandes equipamentos de saúde, assegurando uma distribuição regional equilibrada e coerente com as necessidades demográficas, epidemiológicas e territoriais, promovendo a equidade no acesso em todo o território nacional, em articulação com [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-7 fusion-flex-container has-pattern-background has-mask-background nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling" style="--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;" ><div class="fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start" style="max-width:1288px;margin-left: calc(-0% / 2 );margin-right: calc(-0% / 2 );"><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-6 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column" style="--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:0%;--awb-margin-bottom-large:0px;--awb-spacing-left-large:0%;--awb-width-medium:100%;--awb-order-medium:0;--awb-spacing-right-medium:0%;--awb-spacing-left-medium:0%;--awb-width-small:100%;--awb-order-small:0;--awb-spacing-right-small:0%;--awb-spacing-left-small:0%;"><div class="fusion-column-wrapper fusion-column-has-shadow fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column"><div class="fusion-text fusion-text-7"><p data-olk-copy-source="MessageBody">À Unidade de Saúde compete:</p>
<p data-olk-copy-source="MessageBody">1&nbsp;—&nbsp;Na área do Planeamento de Infraestruturas e Equipamentos de Saúde:</p>
<ul>
<li data-olk-copy-source="MessageBody">Identificar e planear o investimento em infraestruturas e grandes equipamentos de saúde, assegurando uma distribuição regional equilibrada e coerente com as necessidades demográficas, epidemiológicas e territoriais, promovendo a equidade no acesso em todo o território nacional, em articulação com a Direção Executiva do Serviço Nacional de Saúde, I. P. (DE-SNS, I. P.);</li>
<li data-olk-copy-source="MessageBody">Acompanhar, a nível regional, a programação, a apresentação, a elegibilidade e a execução das candidaturas a fundos comunitários destinadas a investimentos em saúde, assegurando a articulação com os instrumentos de planeamento territorial, as prioridades regionais e os objetivos estratégicos do Serviço Nacional de Saúde (SNS);</li>
<li data-olk-copy-source="MessageBody">Colaborar e apoiar iniciativas no domínio da partilha de instalações, meios e equipamentos de saúde pelas populações dos Territórios Transfronteiriços, em articulação com as entidades do SNS, a exemplo do projeto 112 transfronteiriço;</li>
<li data-olk-copy-source="MessageBody">Colaborar com a DE-SNS, I. P., a nível regional, no âmbito do apoio técnico a prestar às instituições e serviços prestadores de cuidados de saúde, bem como da respetiva avaliação.</li>
</ul>
<p data-olk-copy-source="MessageBody">2 — Na área de Política de Saúde e Saúde Pública:</p>
<p data-olk-copy-source="MessageBody">Integrar a perspetiva da saúde nas políticas regionais de desenvolvimento económico, social, ambiental e territorial, incluindo a implementação de metodologias de avaliação de impacto em saúde, assegurando a coerência com as orientações nacionais e os objetivos de saúde pública;</p>
<p data-olk-copy-source="MessageBody">Desenvolver estratégias regionais para a saúde sustentável, alinhadas com o Plano Nacional de Saúde e com os Planos Locais de Saúde, sob orientação técnica da Direção-Geral da Saúde (DGS);</p>
<p data-olk-copy-source="MessageBody">Contribuir para a contextualização territorial e operacionalização dos programas nacionais de saúde, garantindo a sua adaptação às especificidades regionais, sob orientação da DGS e em coordenação com as estruturas de saúde de âmbito local;</p>
<p data-olk-copy-source="MessageBody">Participar na preparação e resposta a emergências de saúde pública a nível regional, em articulação com as autoridades de saúde e com a proteção civil;</p>
<p data-olk-copy-source="MessageBody">Promover e apoiar a dinamização de campanhas regionais de promoção da saúde e de prevenção da doença, incluindo iniciativas de literacia em saúde e de promoção de estilos de vida saudáveis, em parceria com as estruturas de saúde de âmbito local, as autarquias, instituições do setor social e demais entidades relevantes;</p>
<p data-olk-copy-source="MessageBody">f) Promover e apoiar iniciativas regionais de prevenção e promoção da saúde mental, em articulação com as redes e programas nacionais existentes; Portaria n.º 240/2026/1 17/281.ª série N.º 104 29-05-2026</p>
<p data-olk-copy-source="MessageBody">g) Promover a cooperação transfronteiriça na área da saúde, designadamente através de programas europeus e dos acordos de cooperação estabelecidos entre o Estado Português e o Reino de Espanha ou com as respetivas regiões autónomas.</p>
</div></div></div></div></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Competências</title>
		<link>https://www.ccdrc.pt/pt/competencias-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Madalena Pimentel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 10:37:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.ccdrc.pt/?p=94124</guid>

					<description><![CDATA[Consultar o artigo 14.º dos Estatutos da CCDR Centro, I. P., aprovados pela Portaria n.º 240/2026/1, de 29 de maio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Consultar o artigo 14.º dos Estatutos da CCDR Centro, I. P., aprovados pela <a href="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/06/Portarian.o-24020261de-29-de-maio_estatutosccdrc.pdf" target="_blank" rel="noopener">Portaria n.º 240/2026/1, de 29 de maio</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Áreas de intervenção</title>
		<link>https://www.ccdrc.pt/pt/areas-de-intervencao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Madalena Pimentel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 08:47:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.ccdrc.pt/?p=94108</guid>

					<description><![CDATA[Planeamento de infraestruturas e equipamentos de saúde Contribuir para o planeamento dos investimentos em infraestruturas e grandes equipamentos de saúde, promovendo uma distribuição territorial equilibrada, adequada às necessidades da população e coerente com os instrumentos de planeamento regional e as prioridades do Serviço Nacional de Saúde. Política de saúde e saúde pública Promover a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-8 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling" style="--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;" ><div class="fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start" style="max-width:1288px;margin-left: calc(-0% / 2 );margin-right: calc(-0% / 2 );"><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-7 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column" style="--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:0%;--awb-margin-bottom-large:0px;--awb-spacing-left-large:0%;--awb-width-medium:100%;--awb-spacing-right-medium:0%;--awb-spacing-left-medium:0%;--awb-width-small:100%;--awb-spacing-right-small:0%;--awb-spacing-left-small:0%;"><div class="fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column"><div class="fusion-text fusion-text-8"><p><strong>Planeamento de infraestruturas e equipamentos de saúde</strong></p>
<p>Contribuir para o planeamento dos investimentos em infraestruturas e grandes equipamentos de saúde, promovendo uma distribuição territorial equilibrada, adequada às necessidades da população e coerente com os instrumentos de planeamento regional e as prioridades do Serviço Nacional de Saúde.</p>
<p><strong>Política de saúde e saúde pública</strong></p>
<p>Promover a integração da dimensão da saúde nas políticas de desenvolvimento económico, social, ambiental e territorial (“Saúde em todas as Políticas”), contribuindo para a concretização das estratégias e operacionalização dos programas nacionais de saúde à escala regional. Participar em iniciativas internacionais com impacte em saúde populacional, nomeadamente transfronteiriças e no âmbito de organismos e entidades internacionais de Saúde Pública (como é o caso da OMS Europa).</p>
<p><strong>Promoção e proteção da saúde e prevenção da doença</strong></p>
<p>Desenvolver, apoiar e acompanhar iniciativas regionais de promoção da saúde e de prevenção da doença ajustadas ao ciclo de vida, designadamente no âmbito da literacia em saúde, adoção de estilos de vida saudáveis, promoção do envelhecimento ativo e saudável e <span style="text-decoration: line-through;">a</span> promoção da saúde mental, em articulação com as entidades e estruturas competentes, nacionais e locais, intra e extra setoriais.</p>
<p>Colaborar com as agências nacionais (DGS/INSA) e internacionais (HERA) de preparação e resposta em saúde pública, mediante a participação em estruturas operativas de âmbito nacional e internacional e a cocriação de planos de contingência de âmbito nacional (visando a sua operacionalização a nível regional).</p>
<p><strong>Articulação institucional e cooperação</strong></p>
<p>Promover a cooperação entre entidades com responsabilidades na área da Saúde, reforçando a articulação entre as políticas públicas, as necessidades territoriais e os recursos disponíveis. Apoiar, igualmente, iniciativas de cooperação transfronteiriça e internacional/europeia no domínio da promoção e proteção da saúde, em estreita articulação extra-setorial.</p>
</div></div></div></div></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>CCDR Centro e Património Cultural homenageiam arquitetos Alexandre Alves Costa e Sergio Fernandez</title>
		<link>https://www.ccdrc.pt/pt/ccdr-centro-e-patrimonio-cultural-homenageiam-arquitetos-alexandre-alves-costa-e-sergio-fernandez/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tânia Moita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 10:16:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Informação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.ccdrc.pt/?p=94097</guid>

					<description><![CDATA[O Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, em Coimbra, acolhe, no próximo dia 24 de outubro, pelas 15h00, uma homenagem aos arquitetos Alexandre Alves Costa e Sergio Fernandez, autores do projeto de recuperação e valorização daquele monumento, que contará com a presença da Ministra da Cultura, Margarida Balseiro Lopes. Promovida pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-9 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling" style="--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;" ><div class="fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start" style="max-width:1288px;margin-left: calc(-0% / 2 );margin-right: calc(-0% / 2 );"><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-8 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column" style="--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:0%;--awb-margin-bottom-large:0px;--awb-spacing-left-large:0%;--awb-width-medium:100%;--awb-spacing-right-medium:0%;--awb-spacing-left-medium:0%;--awb-width-small:100%;--awb-spacing-right-small:0%;--awb-spacing-left-small:0%;"><div class="fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column"><div class="fusion-text fusion-text-9"><p>O Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, em Coimbra, acolhe, no próximo dia 24 de outubro, pelas 15h00, uma homenagem aos arquitetos Alexandre Alves Costa e Sergio Fernandez, autores do projeto de recuperação e valorização daquele monumento, que contará com a presença da Ministra da Cultura, Margarida Balseiro Lopes. Promovida pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro) e pelo Património Cultural, I.P., em parceria com a Secção Regional Centro da Ordem dos Arquitectos, a iniciativa integra o ciclo “Património ao Centro &#8211; Construções de uma Identidade”.</p>
<p>A homenagem pretende reconhecer o contributo excecional de Alexandre Alves Costa e de Sergio Fernandez para a valorização do património cultural, para o ensino da arquitetura e para a construção de uma cultura arquitetónica profundamente ligada à história, ao território e à identidade coletiva.</p>
<p>A iniciativa integra as comemorações do Dia Mundial da Arquitetura e inclui uma sessão evocativa com testemunhos de reconhecidos académicos e especialistas, bem como uma visita guiada ao Mosteiro de Santa Clara-a-Velha e ao seu Centro Interpretativo, uma obra de referência na reabilitação do património português, distinguida internacionalmente e apontada como exemplo de boas práticas de conservação e valorização patrimonial.</p>
<p>Com esta iniciativa, a CCDR Centro e o Património Cultural, I.P. reafirmam o compromisso com a salvaguarda, valorização e divulgação do património cultural, promovendo simultaneamente a reflexão sobre o papel da arquitetura na construção da identidade dos territórios e das comunidades.</p>
<p>A cerimónia é aberta à comunidade, mas sujeita a inscrição <a href="https://forms.gle/tNxVtJAcfRE898zY9" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.&nbsp;</p>
<p><strong>Programa</strong></p>
<p>24 de outubro de 2026 l 15h00</p>
<p>Auditório do Centro Interpretativo do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, Coimbra</p>
<p>14h30 | Receção dos Convidados</p>
<p>15h00 |Início da sessão | Intervenções institucionais</p>
<p>&#8211; Presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Ana Abrunhosa</p>
<p>&#8211; Presidente CCDR Centro, José Ribau Esteves</p>
<p>&#8211; Ministra da Cultura, Margarida Balseiro Lopes</p>
<p>15h30 | Elogio académico:</p>
<p>Tributo a Alexandre Alves Costa &#8211; José António Bandeirinha</p>
<p>Tributo a Sergio Fernandez &#8211; Jorge Figueira</p>
<p>Tributo à obra de reabilitação do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha &#8211; Luís Miguel Correia</p>
<p>Breve alocução:</p>
<p>Alexandre Alves Costa</p>
<p>Luísa Lousan, sobrinha de Sergio Fernandez</p>
<p>17h00 | Visita Guiada ao Centro Interpretativo e ao Mosteiro de Santa Clara-a-Velha</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Breve biografia dos homenageados</strong></p>
<p><strong>&nbsp;</strong><strong>Alexandre Alves Costa</strong></p>
<p>Alexandre Alves Costa nasceu no Porto em 1939, estagiou no LNEC, com Nuno Portas e diplomou-se em arquitetura na Escola de Belas-Artes do Porto em 1966. Colaborou com Álvaro Siza e prestou serviço na Câmara Municipal do Porto. Exerce atividade docente desde 1972 nas áreas de Projeto e da História da Arquitetura Portuguesa. É Professor Catedrático da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto.</p>
<p>A Reabilitação do Convento de Santa Clara-a-Velha valeu-lhe o galardão Europa Nostra, o mais importante prémio europeu para intervenções no património edificado. O seu trabalho sobre o envolvimento político da arquitetura em Portugal, no dealbar da democracia, está documentado numa exposição organizada pela Embaixada de Portugal nos Estados Unidos, pela plataforma cultural Dupont Underground e pelo Museu da Cidade (Porto), na galeria Dupont Circle, em Washington DC.</p>
<p>É membro do Conselho Nacional de Cultura (Secção do Património Arquitetónico), do Conselho Municipal de Cultura da Câmara Municipal do Porto (desde 2021) e do Conselho Geral da Fundação Marques da Silva.&nbsp; Tem vindo a ser agraciado com múltiplas distinções, entre as quais se destaca o Grau de Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada (2006), a Medalha de Ouro da Cidade de Vila Nova de Gaia (2013) e a Medalha de Mérito (Grau Ouro) da Câmara Municipal do Porto (2021).</p>
<p>Com Fernando Távora e Domingos Tavares, foi um dos professores que pertenceu à Comissão Instaladora do Curso de Arquitetura na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra. Também com Fernando Távora, cria as matrizes a partir das quais esta área do saber — a Arquitetura Portuguesa — ganha consistência, solidez e projeção internacional, em suma, as razões pelas quais hoje se afirma como proposta futurante. Daí também, a escola que ajudou a fundar em Coimbra ter desenvolvido tanta e tão reconhecida investigação nessa área.</p>
<p><strong>Sergio Fernandez</strong></p>
<p>Sergio Fernandez (1937-2026) nasceu na cidade do Porto. Diplomou-se em Arquitetura em 1965, na Escola Superior de Belas Artes do Porto. Foi Professor Emérito da Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto, onde exerceu os cargos de Vice-Presidente do Conselho Diretivo (1988-1994) e Diretor do Centro de Estudos (1990-1997). Entre 1997 e 2005, foi também regente da disciplina de Projeto I do curso de Arquitetura da Universidade do Minho.</p>
<p>A sua prova de agregação à FAUP, Percurso: Arquitetura Portuguesa, 1930/1974, publicada em 1988, tornou-se uma obra de consulta indispensável para investigadores e estudiosos da arquitetura portuguesa contemporânea.</p>
<p>Na década de 1970 fundou o Atelier 15 com Alexandre Alves da Costa, parceria que deu origem a uma vasta e reconhecida obra arquitetónica, amplamente publicada e distinguida. Em 2008, ambos receberam o Prémio AICA/MC (Associação Internacional de Críticos de Arte/Ministério da Cultura), que reconheceu a qualidade e contemporaneidade das suas propostas arquitetónicas, o rigor das intervenções sobre o património construído e o notável contributo para o ensino da arquitetura. Foi igualmente agraciado com a Medalha de Ouro da Cidade de Vila Nova de Gaia (2013) e distinguido como Sócio Honorário da Ordem dos Arquitetos.</p>
<p>Figura maior da arquitetura portuguesa contemporânea e referência incontornável da denominada «Escola do Porto», Sergio Fernandez deixou um legado marcante como arquiteto, professor, investigador e ensaísta, influenciando várias gerações de arquitetos e contribuindo decisivamente para o estudo, valorização e reabilitação do património arquitetónico português.</p>
</div></div></div></div></div>
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