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		<title>Madureiros: lugares onde a fruta ganhava tempo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Madalena Pimentel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 15:16:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[  Numa época em que a conservação da fruta dependia sobretudo das condições disponíveis na própria casa ou exploração agrícola, existiam espaços destinados a permitir que determinados frutos completassem o seu amadurecimento: os madureiros. A palavra designa o lugar onde se coloca a fruta para amadurecer. O madureiro podia assumir diferentes formas e integrar-se [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-1 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling" style="--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;" ><div class="fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start" style="max-width:1288px;margin-left: calc(-0% / 2 );margin-right: calc(-0% / 2 );"><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-0 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column" style="--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:0%;--awb-margin-bottom-large:0px;--awb-spacing-left-large:0%;--awb-width-medium:100%;--awb-spacing-right-medium:0%;--awb-spacing-left-medium:0%;--awb-width-small:100%;--awb-spacing-right-small:0%;--awb-spacing-left-small:0%;"><div class="fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column"><div class="fusion-text fusion-text-1"><div class="wp-block-image"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wpa-warning wpa-image-missing-alt size-full wp-image-93857" src="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/Madureiro.jpeg" alt="" width="1024" height="559" data-warning="Missing alt text" srcset="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/Madureiro-18x10.jpeg 18w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/Madureiro-200x109.jpeg 200w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/Madureiro-400x218.jpeg 400w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/Madureiro-500x273.jpeg 500w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/Madureiro-600x328.jpeg 600w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/Madureiro-700x382.jpeg 700w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/Madureiro-768x419.jpeg 768w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/Madureiro-800x437.jpeg 800w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/Madureiro.jpeg 1024w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Numa época em que a conservação da fruta dependia sobretudo das condições disponíveis na própria casa ou exploração agrícola, existiam espaços destinados a permitir que determinados frutos completassem o seu amadurecimento: os madureiros.</p>
<p>A palavra designa o lugar onde se coloca a fruta para amadurecer. O madureiro podia assumir diferentes formas e integrar-se nos espaços da habitação rural. Mais do que um simples local de armazenamento, estava associado a uma fase específica da utilização da fruta: o período entre a colheita e o momento adequado para o consumo.</p>
<p>Na Região Centro de Portugal, encontram-se referências ao madureiro no contexto da arquitetura e das práticas agrícolas tradicionais. Na região da Guarda, por exemplo, a descrição de casas rurais da Beira Interior refere varandas ou patamares cobertos, designados por balcões, que podiam ser utilizados como sequeiros de milho ou como madureiros de fruta, entre outras funções. Estes espaços articulavam as necessidades da produção agrícola com a organização da própria habitação.</p>
<p>A existência de madureiros, contudo, não deve ser entendida como uma prática exclusiva do Centro de Portugal. A palavra e a prática encontram-se documentadas noutras regiões portuguesas. No Minho, por exemplo, uma fonte lexicográfica descreve o madureiro como uma estrutura existente em muitas casas, destinada a colocar a fruta a amadurecer. O interesse do madureiro no contexto do Centro reside, portanto, na forma como esta prática se relaciona com as características da agricultura e da arquitetura rural de determinadas zonas da região.</p>
<p>A relação com a fruticultura regional é significativa. A Região Centro apresenta uma produção frutícola diversificada, com particular expressão da maçã, da pêra, do pêssego e da cereja. Segundo o Portal da Agricultura, a Beira Alta é reconhecida pela produção de maçã, enquanto a Beira Interior assume especial importância na produção de prunóideas e concentra uma parte significativa da produção nacional de cereja. No Oeste, por sua vez, a pera e a maçã têm uma expressão elevada, destacando-se a Pêra Rocha do Oeste e a Maçã de Alcobaça.</p>
<p>Entre os produtos de origem regional encontram-se a Maçã da Beira Alta IGP, cuja área geográfica abrange os distritos de Guarda e Viseu e os concelhos de Arganil, Oliveira do Hospital e Tábua, e a Maçã da Cova da Beira IGP, cuja produção está delimitada aos concelhos de Fundão, Covilhã, Belmonte e Manteigas. A Maçã Bravo de Esmolfe DOP, variedade originária de Esmolfe, no concelho de Penalva do Castelo, apresenta uma área geográfica de produção mais extensa, abrangendo concelhos dos distritos da Guarda, Castelo Branco, Coimbra e Viseu.</p>
<p>O madureiro ajuda, assim, a compreender uma dimensão menos visível da agricultura: a produção não terminava necessariamente no momento da colheita. Entre a apanha e o consumo existia uma fase de seleção, manuseamento e acompanhamento da fruta. O momento da colheita e as condições posteriores tinham influência na evolução do fruto e na sua conservação. No caso das maçãs e das peras, parâmetros como a firmeza e o teor de amido podem ser utilizados para avaliar o estado de maturação e determinar o momento adequado para a colheita.</p>
<p>Há também uma razão biológica para esta atenção ao tempo. Maçãs e peras são frutos climatéricos: depois de separados da árvore, continuam a desenvolver processos fisiológicos associados ao amadurecimento, incluindo alterações de textura, cor, aroma e composição. Esta característica ajuda a explicar por que razão o período posterior à colheita pode ser determinante para a qualidade do fruto.</p>
<p>Historicamente, o madureiro também podia apresentar problemas quando a fruta era colocada em condições inadequadas. Documentação agronómica portuguesa do início do século XX refere os chamados «pseudo-madureiros», onde maçãs e peras eram amontoadas sem os cuidados necessários. Segundo essa fonte, os frutos já danificados durante a apanha ficavam particularmente sujeitos ao desenvolvimento de fungos e a perdas significativas, sendo referidos danos consideráveis na produção da Beira Alta. A observação é importante porque mostra que o madureiro não era, por si só, uma garantia de boa conservação: a seleção, o manuseamento e as condições de colocação da fruta eram determinantes.</p>
<p>Hoje, a conservação de fruta destinada a períodos mais longos é realizada através de sistemas de pós-colheita com condições muito mais controladas. As centrais fruteiras podem recorrer a refrigeração, controlo da humidade e, consoante o fruto e a finalidade da conservação, a atmosferas controladas. As normas técnicas portuguesas recomendam, entre outras medidas, o rápido arrefecimento após a colheita, o controlo da temperatura e da humidade relativa e a gestão da composição da atmosfera de armazenamento.</p>
<p>O madureiro permanece, por isso, como uma referência do património agrícola e cultural associado às casas e explorações rurais. Mais do que uma tecnologia de conservação no sentido atual do termo, representa uma solução prática baseada nos recursos disponíveis, na observação dos frutos e no conhecimento dos seus ritmos de amadurecimento. No contexto do Centro de Portugal, a sua memória permite estabelecer uma ligação entre a arquitetura rural, a produção frutícola e os saberes associados à utilização da colheita.</p>
<p>Recuperar a memória dos madureiros é valorizar uma parte do conhecimento agrícola associado às casas, aos pomares e às comunidades rurais. É também reconhecer que, entre a árvore e a mesa, existe uma etapa de transformação e acompanhamento da fruta que a agricultura contemporânea continua a estudar, embora hoje disponha de meios técnicos muito diferentes.</p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<p>Direção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural.</p>
<p>Ministério da Agricultura. Fruticultura. Portal da Agricultura.</p>
<p>Silva, J. S. Tavares. (1916). Conservação da fruta. Brotéria, Série de Vulgarização Scientífica, XI. Brotéria.</p>
</div></div></div></div></div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Salada de almeirão: um sabor com tradição e memória</title>
		<link>https://www.ccdrc.pt/en/salada-de-almeirao-um-sabor-com-tradicao-e-memoria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Madalena Pimentel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 15:04:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[  Entre os sabores que ajudam a contar a história gastronómica do Centro de Portugal, a salada de almeirão ocupa um lugar particular. A sua presença está documentada na alimentação tradicional da região do Pinhal, com especial expressão no concelho de Proença-a-Nova, onde continua a ser valorizada como parte da gastronomia local. A documentação histórica [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image"><img decoding="async" class="wpa-warning wpa-image-missing-alt alignnone size-full wp-image-93852" src="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/salada-almeirao.jpg" alt="" width="1920" height="1021" data-warning="Missing alt text" srcset="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/salada-almeirao-18x10.jpg 18w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/salada-almeirao-200x106.jpg 200w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/salada-almeirao-400x213.jpg 400w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/salada-almeirao-500x266.jpg 500w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/salada-almeirao-600x319.jpg 600w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/salada-almeirao-700x372.jpg 700w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/salada-almeirao-768x408.jpg 768w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/salada-almeirao-800x425.jpg 800w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/salada-almeirao-1200x638.jpg 1200w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/salada-almeirao-1536x817.jpg 1536w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/salada-almeirao.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entre os sabores que ajudam a contar a história gastronómica do Centro de Portugal, a salada de almeirão ocupa um lugar particular. A sua presença está documentada na alimentação tradicional da região do Pinhal, com especial expressão no concelho de Proença-a-Nova, onde continua a ser valorizada como parte da gastronomia local. A documentação histórica sobre a alimentação da Beira Interior refere o consumo de almeirão na chamada “zona do pinhal”, enquanto iniciativas gastronómicas recentes confirmam a continuidade desta tradição em Proença-a-Nova.</p>
<p>O almeirão é geralmente identificado botanicamente como Cichorium intybus L., espécie pertencente à família Asteraceae. Trata-se de uma planta herbácea perene, por vezes bienal, que ocorre em diferentes zonas da Europa e da região mediterrânica. Em Portugal, encontra-se associada, entre outros ambientes, a terrenos cultivados e espaços ruderais. A espécie é autóctone em Portugal continental e está amplamente registada no território nacional.</p>
<p>Na cozinha, são sobretudo as folhas tenras que são utilizadas. O seu sabor amargo é uma das características mais marcantes do almeirão e contribui para definir o perfil da salada. Na tradição gastronómica de Proença-a-Nova, pode ser servido de forma simples ou cortado em juliana e combinado com feijão-frade, acompanhando, por exemplo, pratos de peixe frito. Outras referências gastronómicas da região apresentam o almeirão associado a batata ou a feijão, confirmando a variedade de preparações existentes.</p>
<p>Esta forma de cozinhar enquadra-se numa tradição alimentar marcada pelo aproveitamento de produtos disponíveis localmente e pela combinação de hortaliças, leguminosas, pão e azeite. Um registo sobre a alimentação na Beira Interior refere expressamente o consumo de almeirão com feijões e azeite na “zona do pinhal”, incluindo a área de Proença-a-Nova, constituindo um testemunho da presença desta planta na alimentação regional durante o século XX.</p>
<p>A salada de almeirão mantém também uma presença ativa na promoção gastronómica local. Em 2025, o Município de Proença-a-Nova promoveu um Festival Gastronómico da Salada de Almeirão, realizado em vários restaurantes do concelho. A valorização desta especialidade ultrapassa também o contexto local. Em março de 2026, alunos do Curso Profissional de Técnico de Restaurante-Bar do Agrupamento de Escolas de Proença-a-Nova apresentaram e serviram Salada de Almeirão na Bolsa de Turismo de Lisboa, numa ação integrada no espaço do Turismo Centro de Portugal. A iniciativa associou a formação profissional à promoção da gastronomia e dos produtos endógenos do concelho.</p>
<p>Para quem visita o Centro de Portugal, e em particular a região do Pinhal, provar uma salada de almeirão é uma forma de conhecer uma expressão da gastronomia local que permanece presente nas mesas e nas iniciativas de promoção do território. Servida como acompanhamento ou integrada numa refeição tradicional, permite descobrir o sabor característico desta hortaliça e conhecer uma preparação que continua a fazer parte da identidade gastronómica de Proença-a-Nova e da região envolvente.</p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<p>Boieiro, M. (2022). Almeirão. Sociedade Portuguesa de Naturalogia.</p>
<p>Flora-On. (s.d.). Cichorium intybus L. Flora-On: Flora de Portugal.</p>
<p>Museu Virtual da Biodiversidade. (s.d.). Cichorium intybus Linnaeus. Universidade de Évora.</p>
<p>Reconquista. (2025, 9 de janeiro). Proença-a-Nova: Almeirão é o rei à mesa e janeiro. Reconquista.</p>
<p>Reconquista. (2026, 12 de março). Proença-a-Nova: Alunos brilham no Turismo do Centro na BTL. Reconquista.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fim de semana de 1 a 5 de outubro de 2026</title>
		<link>https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-1-a-5-de-outubro-de-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Madalena Pimentel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 14:50:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[Conheça os eventos culturais e artísticos em destaque de 1 a 5 de outubro. As sugestões culturais da CCDR Centro privilegiam iniciativas promovidas ou protagonizadas por agentes culturais da região e valorizam a diversidade artística e a vitalidade cultural do território. Para o próximo fim de semana e o feriado de 5 de outubro, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-2 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling" style="--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;" ><div class="fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start" style="max-width:1288px;margin-left: calc(-0% / 2 );margin-right: calc(-0% / 2 );"><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-1 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column" style="--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:0%;--awb-margin-bottom-large:0px;--awb-spacing-left-large:0%;--awb-width-medium:100%;--awb-spacing-right-medium:0%;--awb-spacing-left-medium:0%;--awb-width-small:100%;--awb-spacing-right-small:0%;--awb-spacing-left-small:0%;"><div class="fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column"><div class="fusion-text fusion-text-2"><p><em><strong>Conheça os eventos culturais e artísticos em destaque de 1 a 5 de outubro.</strong></em></p>
<p>As sugestões culturais da CCDR Centro privilegiam iniciativas promovidas ou protagonizadas por agentes culturais da região e valorizam a diversidade artística e a vitalidade cultural do território. Para o próximo fim de semana e o feriado de 5 de outubro, a seleção integra propostas que cruzam diferentes linguagens, territórios e públicos e incentivam a participação cultural em vários municípios da Região Centro.</p>
<div style="width: 1288px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-93843-1" width="1288" height="725" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2025/10/SDF_2SOut2026_site.mp4?_=1" /><a href="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2025/10/SDF_2SOut2026_site.mp4">https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2025/10/SDF_2SOut2026_site.mp4</a></video></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Idanha-a-Nova</strong></p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> 1 a 10 de outubro</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Espaços do concelho</p>
<p><strong>Festival de Teatro de Idanha-a-Nova</strong></p>
<p>Idanha-a-Nova recebe a <a href="https://ajidanha.com/">24.ª edição do Festival de Teatro</a>, com dez dias de programação dedicada às artes performativas. O encontro reúne grupos nacionais e internacionais e cruza teatro, formação, reflexão e outras expressões artísticas, e promove a criação, a partilha e o diálogo entre diferentes públicos e culturas.</p>
<p>Projeto apoiado pela CCDR Centro através do programa <a href="https://www.ccdrc.pt/en/areas-de-atuacao/cultura/cultura-ao-centro/apoio-a-acao-cultural/">Cultura ao Centro 2026 – Apoio à Ação Cultural</a>, na Medida 2 – Programação/Difusão.</p>
<p><a href="https://www.facebook.com/MunicipioIdanhaNova/posts/pfbid08ZZB1398GkT6euw6LEk5bquQKSBcrMw4JMpTRuJ8qsms6MpwKkC1kJpuoBjtVuhUl">Facebook</a> | <a href="https://www.instagram.com/ajidanhateatro/?hl=pt">Instagram</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Gouveia</strong></p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> 1 a 5 de outubro</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Melo e outros espaços do concelho</p>
<p><strong>Em Nome da Terra &#8211; Festival Literário de Gouveia</strong></p>
<p>A 5.ª edição do &#8220;Em Nome da Terra&#8221; regressa à aldeia natal de Vergílio Ferreira com mais de cinquenta convidados e uma programação que cruza a literatura, a música, a fotografia, a ilustração, a oralidade e a performance. Inspirado no romance &#8220;Na Tua Face&#8221;, o festival incluirá conversas com escritores, concertos, exposições, residências artísticas e atividades para escolas e famílias. Contará ainda com a participação da <a href="https://www.google.pt/goto?url=CAESTgHrOzAVcuZxc794tuu-wnGNhDVkZbFrAQTbvjLOZmb7AGuGVVNzmm_cszBfkjazHpk3_T975vHRnOZPs83hcXmj1WpCYvY7PY6qr2W4kg">ASTA &#8211; Teatro e Outras Artes</a>, que apresentará a performance literária &#8220;Ad Murmuratio&#8221;. As iniciativas que levam a literatura às casas, ruas e memórias dos habitantes, bem como a homenagem a Teolinda Gersão, reforçam a ligação entre criação artística, comunidade e território.</p>
<p>A entrada é livre, mas está limitada à lotação dos espaços.</p>
<p><a href="https://emnomedaterra.pt/edicao-2026/programa-2026/">More information</a> | <a href="https://www.facebook.com/photo?fbid=1571914091645855&amp;set=pcb.1571914201645844">Facebook</a> | <a href="https://www.instagram.com/p/Dd3mzB1jI2F/?img_index=1">Instagram</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Arganil</strong></p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> 2 a 4 de outubro</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Vários espaços de Barril de Alva</p>
<p><strong>Dias Abertos TRUST 2026</strong></p>
<p>Promovidos pela <a href="https://trust-collective.org/">Associação TRUST Collective</a>, os Dias Abertos assinalam o encerramento da 3.ª edição de Políticas e Práticas da Amizade, dedicada ao tema Vizinhanças. Ao longo de três dias, apresentações, performances, oficinas, música, cinema e conversas aproximam artistas, habitantes e visitantes em diferentes espaços de Barril de Alva. O programa partilha processos de criação desenvolvidos ao longo desta edição e inclui refeições e momentos de convívio que valorizam as relações entre práticas artísticas, comunidade e vida na aldeia.</p>
<p>Entrada livre.</p>
<p><a href="https://trust-collective.org/events/dias-abertos-trust-2026/">More information</a> | <a href="https://www.facebook.com/trustcollectivept/posts/pfbid0MyMX82Q8MXFRRK9jiP4cjKzfPJ5seZVU7wkLA7Xh8voHZ43CGA3LoPhWwsMtRgNAl">Facebook</a> | <a href="https://www.instagram.com/p/DdrufKckfZi/?img_index=1">Instagram</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Viseu</strong></p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> 2 a 5 de outubro</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Parque Aquilino Ribeiro e outros espaços da cidade</p>
<p><strong>Festival Outono Quente</strong></p>
<p>Promovida pela <a href="https://www.zunzum-ac.pt/">Zunzum &#8211; Associação Cultural</a>, sediada em Viseu, a 15.ª edição do Festival Outono Quente reúne teatro, música, histórias, oficinas e conversas, com propostas para diferentes públicos. Entre os destaques está a Marcha dos Sonhos: Os gigantes da Terra, criação coletiva com direção artística de Florbela Sá Cunha, que percorre as ruas da cidade na noite de 3 de outubro. A instalação Caminho do Bosque e o Mercado de Outono completam uma programação que valoriza a participação da comunidade e a produção local e regional.</p>
<p>Atividades gratuitas e pagas, conforme o programa.</p>
<p><a href="https://outonoquente.zunzum-ac.pt/">More information</a> | <a href="https://www.facebook.com/outonoquente/posts/pfbid02NYminpT11CoMwAAd9QBy9YZYyApvpWBGrLDuD9rttKXXapfm9C5K7tsMMu44A7ikl">Facebook</a> | <a href="https://www.instagram.com/p/DdKDnVqID6_/">Instagram</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Castelo Branco</strong></p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> 3 a 31 de outubro</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Vários espaços de Castelo Branco e Alcains</p>
<p><strong>Singular’26</strong></p>
<p>Promovido pela <a href="https://www.terceirapessoa.pt/">Terceira Pessoa</a>, estrutura artística de Castelo Branco, o Singular &#8211; Ciclo de Criação Artística Pluridisciplinar regressa a Castelo Branco e Alcains, de 3 a 31 de outubro, para a sua 7.ª edição. O programa reúne sete propostas de criação contemporânea nas áreas da instalação, teatro, performance e música, com apresentações em vários espaços culturais do concelho. O ciclo propõe o encontro entre diferentes linguagens artísticas e formas de olhar a memória, a identidade, a relação entre corpo e espaço e as transformações sociais e ambientais.</p>
<p><a href="https://www.terceirapessoa.pt/portfolio_page/singular-ciclo-de-criacao-artistica-pluridisciplinar/">More information</a> | <a href="https://www.facebook.com/terceirapessoa2012/posts/pfbid04r66Wm5tqRzg8CnFLtaLdMEzkkQ2EqqNBWjzP8ZUBEK5HVPc2VEKRqwf4Xmf36F1l">Facebook</a> | <a href="https://www.instagram.com/p/DdL8d2ejS6D/?img_index=1">Instagram</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Aveiro</strong></p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> 3 de outubro | 18h00</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Mercado do Peixe</p>
<p><strong>Serenata à Ria</strong></p>
<p>Promovido pela INATEL, com o apoio da Câmara Municipal de Aveiro, o espetáculo Serenata à Ria reúne música, imagem e pintura numa celebração da cultura e da paisagem da Ria de Aveiro. Conta com a participação da <a href="https://www.smsantacecilia.pt/">Orquestra da Sociedade Musical de Santa Cecília</a>, com arranjos e direção musical do maestro Victor Saudade, numa proposta que valoriza a expressão artística e a ligação ao território.</p>
<p><a href="https://www.inatel.pt/pt/delegacoes-inatel/aveiro/serenatas-a-ria/">More information</a> | <a href="https://www.facebook.com/photo?fbid=1750800516835617&amp;set=pb.100057170570896.-2207520000&amp;locale=pt_PT">Facebook</a> | <a href="https://www.instagram.com/p/DdoUmMAIdgM/">Instagram</a></p>
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
<p><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Pombal</strong></p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> 3 a 4 de outubro | 3 de outubro, 21h00; horário de 4 de outubro a consultar no programa</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Pavilhão das Atividades Económicas de Pombal</p>
<p><strong>XXXVIII Encontro de Bandas do Concelho de Pombal</strong></p>
<p>Organizado pela <a href="https://www.facebook.com/FilarmonicaVermoil/?locale=pt_PT">Sociedade Filarmónica Vermoilense</a>, o XXXVIII Encontro de Bandas do Concelho de Pombal reúne cerca de 250 músicos e várias formações filarmónicas do concelho. Participam a Filarmónica da Guia, a Sociedade Filarmónica Louriçalense, a Banda Filarmónica Ilhense, a Filarmónica Artística Pombalense e a Sociedade Filarmónica Vermoilense, anfitriã desta edição. No dia 4, o programa encerra com um concerto da Banda Sinfónica Portuguesa.</p>
<p>Entrada livre. M/6.</p>
<p><a href="https://www.cm-pombal.pt/visitar/eventos/evento-71/38-encontro-de-bandas-do-concelho-de-pombal">More information</a> | <a href="https://www.facebook.com/municipiopombal/posts/-nos-dias-3-e-4-de-outubro-de-2026-a-cidade-de-pombal-recebe-o-xxxviii-encontro-/1383039577372430/">Facebook</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Ílhavo</strong></p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> 3 de outubro | 21h30</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Laboratório das Artes – Teatro Vista Alegre</p>
<p><strong>Festival de Teatro João D’Almeida 2026</strong></p>
<p>Promovido pelo Grupo de Teatro Amador Ribalta da Vista Alegre, o Festival de Teatro João D’Almeida apresenta cinco espetáculos nas noites de sábado de outubro. A programação reúne o Teatro ATAL, de Lanheses, o ULTIMACTO Grupo de Teatro, de Cem Soldos, o Te Ato Grupo Teatro, de Leiria, o AVAI LAMA Grupo de Teatro, de Lama, e o Teatro RIBALTA, de Ílhavo. O festival valoriza a circulação de produções teatrais e o encontro entre grupos de diferentes territórios, com propostas que incluem <em>A pior aldeia de Portugal</em>, <em>A grande reunião</em>, <em>O amigo dedicado</em>, <em>As mulheres do Valentino José</em> e <em>Daqui fala o morto</em>.</p>
<p>Projeto apoiado pela CCDR Centro através do programa <a href="https://www.ccdrc.pt/en/areas-de-atuacao/cultura/cultura-ao-centro/apoio-a-acao-cultural/">Cultura ao Centro 2026 – Apoio à Ação Cultural</a>, na Medida 2 – Programação/Difusão.</p>
<p><a href="https://www.facebook.com/grupo.teatro.ribalta?locale=pt_BR">Facebook</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Trancoso</strong></p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> 3 de outubro | 21h30</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Convento de São Francisco</p>
<p><strong>Pardalitos do Mondego | Trovas Literárias – Festival Literário de Trancoso 2026</strong></p>
<p>Integrado no Trovas Literárias – Festival Literário de Trancoso 2026, o concerto apresenta os Pardalitos do Mondego, grupo de Fado de Coimbra. A atuação decorre no Convento de São Francisco e integra a programação do festival, que se realiza em Trancoso entre 2 e 4 de outubro.</p>
<p>Entrada livre.</p>
<p><a href="https://www.cm-trancoso.pt/evento/trovas-literarias-festival-literario-de-trancoso-2026/">More information</a> | <a href="https://www.facebook.com/photo/?fbid=122116926075435830&amp;set=a.122113715817435830">Facebook</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Santa Comba Dão</strong></p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> 3 de outubro | 21h30</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Casa da Cultura</p>
<p><strong>Carrossel </strong></p>
<p>Uma criação do <a href="https://www.acert.pt/acert/">Trigo Limpo teatro ACERT</a>, Carrossel assinala os 50 anos de percurso da estrutura cultural de Tondela. A chegada de uma nova atriz a uma companhia de teatro desencadeia um confronto entre a rotina e a mudança, numa reflexão sobre criação artística, vida em comunidade e os desafios de construir coletivamente. Com texto de Pedro Leitão e encenação de Graeme Pulleyn, o espetáculo tem o carrossel como elemento central da sua cenografia.</p>
<p>Bilhetes: 5 € | Classificação etária: maiores de 12 anos.</p>
<p><a href="https://www.acert.pt/trigo-limpo/pecas/carrossel/">More information</a> | <a href="https://www.facebook.com/photo/?fbid=122241302498323440&amp;set=a.122099428028323440">Facebook</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Porto de Mós</strong></p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> 4 de outubro | 21h00</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Castelo de Porto de Mós</p>
<p><strong>Estações Efémeras</strong></p>
<p>Uma criação do Leirena Teatro, em coprodução com o Município de Porto de Mós, Estações Efémeras é um espetáculo-percurso que cruza teatro, circo contemporâneo e criação comunitária. Artistas profissionais e participantes da comunidade de Porto de Mós constroem uma proposta artística a partir da história, das memórias e dos espaços do Castelo. O público é convidado a percorrer este património e a descobrir novas perspetivas sobre o lugar, através do encontro entre criação artística e comunidade.</p>
<p>Entrada gratuita.</p>
<p><a href="https://www.municipio-portodemos.pt/pages/1290?event_id=4537">More information</a> | <a href="https://www.facebook.com/photo/?fbid=1725325856267676&amp;set=pb.100063708354421.-2207520000&amp;locale=pt_PT">Facebook</a> | <a href="https://www.instagram.com/p/Dd13ntIo3wL/">Instagram</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><strong> Penacova</strong></p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> 5 de outubro | 18h00</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Mosteiro de Lorvão</p>
<p><strong>Aurora &#8211; Concerto coral-sinfónico</strong></p>
<p>Integrado na 3.ª Bienal de Música do Mosteiro de Lorvão, o concerto Aurora reúne o Coro Vox et Communio, o Coro Misto da Universidade de Coimbra e a Associação de Saxofones do Dão. Promovido pelo Coro Vox Et Communio — Associação Cultural de Penacova, o projeto proporciona o encontro entre diferentes formações musicais num espaço patrimonial do concelho.</p>
<p>Projeto apoiado pela CCDR Centro através do programa <a href="https://www.ccdrc.pt/en/areas-de-atuacao/cultura/cultura-ao-centro/apoio-a-acao-cultural/">Cultura ao Centro 2026 – Apoio à Ação Cultural</a>, na Medida 2 – Programação/Difusão.</p>
<p>Entrada livre.</p>
<p><a href="https://www.cm-penacova.pt/noticias/mario-laginha-e-cabeca-de-cartaz-na-3-bienal-de-musica-de-lorvao">More information</a> | <a href="https://www.instagram.com/p/Ddjss_qOdUF/">Instagram</a></p>
</div></div></div></div></div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Documentação</title>
		<link>https://www.ccdrc.pt/en/documentacao-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Madalena Pimentel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 10:47:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid ispermalink="false">https://www.ccdrc.pt/?p=93773</guid>

					<description><![CDATA[Consulte nesta área a documentação do PROT Centro, incluindo os documentos do Programa, da Avaliação Ambiental Estratégica, da participação pública e da Comissão Consultiva.   Documentos do PROT Centro Resolução do Conselho de Ministros n.º 57/2026, de 23 de março PROT Centro   Documentos que acompanham o PROT Centro Diagnóstico Estratégico Relatório Ambiental Relatório [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-3 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling" style="--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;" ><div class="fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start" style="max-width:1288px;margin-left: calc(-0% / 2 );margin-right: calc(-0% / 2 );"><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-2 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column" style="--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:0%;--awb-margin-bottom-large:0px;--awb-spacing-left-large:0%;--awb-width-medium:100%;--awb-spacing-right-medium:0%;--awb-spacing-left-medium:0%;--awb-width-small:100%;--awb-spacing-right-small:0%;--awb-spacing-left-small:0%;"><div class="fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column"><div class="fusion-text fusion-text-3"><p>Consulte nesta área a documentação do PROT Centro, incluindo os documentos do Programa, da Avaliação Ambiental Estratégica, da participação pública e da Comissão Consultiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Documentos do PROT Centro</strong></p>
<p>Resolução do Conselho de Ministros n.º 57/2026, de 23 de março</p>
<p><a href="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/03/PROT-Centro_Versao-Final-1.pdf" target="_blank" rel="noopener">PROT Centro</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Documentos que acompanham o PROT Centro</strong></p>
<p>Diagnóstico Estratégico</p>
<p><a href="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2025/03/Relatorio-Ambiental.pdf" target="_blank" rel="noopener">Relatório Ambiental</a></p>
<p><a href="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2025/03/Relatorio-Ambiental-Resumo-Nao-Tecnico.pdf" target="_blank" rel="noopener">Relatório Ambiental – Resumo Não Técnico</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Public Participation</strong></p>
<p><a href="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2025/03/Aviso-Discussao-Publica-PROT-Centro.pdf" target="_blank" rel="noopener">Aviso do Período de Discussão Pública da Proposta do PROT Centro</a></p>
<p><a href="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2025/03/Relatorio-de-Ponderacao-da-Discussao-Publica.pdf" target="_blank" rel="noopener">Relatório de Ponderação da Discussão Pública</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Parecer Final da Comissão Consultiva</strong></p>
<p><a href="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2025/03/ParecerFinaldaComissaoConsultiva.pdf">Parecer Final da Comissão Consultiva</a></p>
<p><a href="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2025/03/Relatorio-de-Ponderacao-do-Parecer-CC.pdf" target="_blank" rel="noopener">Relatório de Ponderação do Parecer Final da Comissão Consultiva</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Outros Documentos</strong></p>
<p><a href="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2025/03/Anexo-Cartografico-1.pdf" target="_blank" rel="noopener">Anexo Cartográfico</a></p>
<p><a href="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2025/03/Referencial-Estrategico-Regional-1.pdf" target="_blank" rel="noopener">Referencial Estratégico Regional</a></p>
<p>Síntese do Exercício de Participação Alargada</p>
</div></div></div></div></div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Processo de elaboração e participação</title>
		<link>https://www.ccdrc.pt/en/processo-de-elaboracao-e-participacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Madalena Pimentel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 10:16:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[A elaboração do PROT Centro foi coordenada pela CCDR Centro e contou com o contributo de várias entidades da Região Centro, incluindo universidades, institutos politécnicos, autarquias, Comunidades Intermunicipais, entidades públicas, agentes económicos, especialistas e representantes da sociedade regional. O processo combinou trabalho técnico, conhecimento científico e participação institucional. Incluiu sessões de reflexão sobre temas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-4 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling" style="--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;" ><div class="fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start" style="max-width:1288px;margin-left: calc(-0% / 2 );margin-right: calc(-0% / 2 );"><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-3 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column" style="--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:0%;--awb-margin-bottom-large:0px;--awb-spacing-left-large:0%;--awb-width-medium:100%;--awb-spacing-right-medium:0%;--awb-spacing-left-medium:0%;--awb-width-small:100%;--awb-spacing-right-small:0%;--awb-spacing-left-small:0%;"><div class="fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column"><div class="fusion-text fusion-text-4"><p>A elaboração do <strong>PROT Centro</strong> foi coordenada pela <strong>CCDR Centro</strong> e contou com o contributo de várias entidades da Região Centro, incluindo universidades, institutos politécnicos, autarquias, Comunidades Intermunicipais, entidades públicas, agentes económicos, especialistas e representantes da sociedade regional.</p>
<p>O processo combinou trabalho técnico, conhecimento científico e participação institucional. Incluiu sessões de reflexão sobre temas relevantes para o futuro da região, análise de informação estatística, produção de cartografia e construção de cenários de apoio à definição da estratégia territorial.</p>
<p>A <strong>Comissão Consultiva do PROT Centro</strong> acompanhou formalmente a elaboração do Programa, reunindo representantes da administração central, dos municípios, das Comunidades Intermunicipais, de entidades setoriais, associações representativas, universidades e institutos politécnicos da região. Este foi o espaço institucional de análise, discussão e apresentação de contributos ao longo das várias fases do processo.</p>
<p>Foi também realizado um <strong>exercício de prospetiva regional</strong>, em simultâneo na Covilhã e em Leiria, que reuniu autarcas, responsáveis de instituições públicas, empresários, cientistas e outros representantes da região. Esta iniciativa permitiu recolher contributos sobre temas estruturantes para a definição da estratégia da Região Centro.</p>
<p>Após a consolidação da proposta, o PROT Centro foi submetido a <strong>discussão pública</strong>, assegurando a participação dos cidadãos, entidades e demais interessados. Os contributos recebidos nesse âmbito foram analisados e ponderados em relatório próprio.</p>
<p>Desta forma, o <strong>PROT Centro</strong> foi construído com base em <strong>conhecimento técnico, participação institucional, discussão pública e contributos regionais</strong>, procurando refletir diferentes perspetivas sobre o desenvolvimento e a organização do território da Região Centro.</p>
</div></div></div></div></div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Avaliação Ambiental Estratégica</title>
		<link>https://www.ccdrc.pt/en/avaliacao-ambiental-estrategica-4/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Madalena Pimentel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 10:08:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid ispermalink="false">https://www.ccdrc.pt/?p=93805</guid>

					<description><![CDATA[O PROT Centro foi sujeito a Avaliação Ambiental Estratégica ao abrigo do Regime Jurídico da Avaliação Ambiental Estratégica, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 232/2007, de 15 de junho, na sua redação atual. A Avaliação Ambiental Estratégica (AAE) integrou o processo de elaboração do PROT Centro e acompanhou a definição da sua estratégia territorial. Este procedimento [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-5 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling" style="--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;" ><div class="fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start" style="max-width:1288px;margin-left: calc(-0% / 2 );margin-right: calc(-0% / 2 );"><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-4 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column" style="--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:0%;--awb-margin-bottom-large:0px;--awb-spacing-left-large:0%;--awb-width-medium:100%;--awb-spacing-right-medium:0%;--awb-spacing-left-medium:0%;--awb-width-small:100%;--awb-spacing-right-small:0%;--awb-spacing-left-small:0%;"><div class="fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column"><div class="fusion-text fusion-text-5"><p>O <strong>PROT Centro</strong> foi sujeito a <strong>Strategic Environmental Assessment</strong> ao abrigo do Regime Jurídico da Avaliação Ambiental Estratégica, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 232/2007, de 15 de junho, na sua redação atual.</p>
<p>A <strong>Avaliação Ambiental Estratégica (AAE)</strong> integrou o processo de elaboração do PROT Centro e acompanhou a definição da sua estratégia territorial. Este procedimento permitiu considerar, desde a fase de preparação do Programa, as questões ambientais e de sustentabilidade relevantes para a Região Centro.</p>
<p>A AAE centrou-se nas Opções Estratégicas, no Modelo Territorial e nas Normas Orientadoras do PROT Centro, procurando identificar os principais efeitos ambientais associados à sua implementação. Teve também em conta as oportunidades e os riscos que podem influenciar a concretização da estratégia regional e a qualidade ambiental do território.</p>
<p>Para orientar a AAE, foram definidos seis <strong>Fatores Críticos para a Decisão</strong>:</p>
<p>• Inovação e competitividade;</p>
<p>• Coesão e gestão territorial;</p>
<p>• Neutralidade carbónica;</p>
<p>• Proteção e valorização da biodiversidade e dos solos;</p>
<p>• Recursos hídricos;</p>
<p>• Riscos naturais e tecnológicos.</p>
<p>A partir destes fatores, foram analisadas as condições de partida da Região Centro, os efeitos esperados da implementação do PROT Centro e as recomendações necessárias para reforçar os efeitos positivos e prevenir ou reduzir riscos ambientais.</p>
<p>Os resultados da Avaliação Ambiental Estratégica encontram-se sistematizados no <strong>Relatório Ambiental</strong> e no <strong>Resumo Não Técnico</strong>, que permitem consultar, respetivamente, a avaliação técnica realizada e uma síntese acessível ao público em geral.</p>
</div></div></div></div></div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Operacionalização da Estratégia</title>
		<link>https://www.ccdrc.pt/en/operacionalizacao-da-estrategia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Madalena Pimentel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 10:01:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid ispermalink="false">https://www.ccdrc.pt/?p=93798</guid>

					<description><![CDATA[O PROT Centro não se limita a definir uma estratégia territorial. Integra também uma componente de operacionalização, que estabelece os instrumentos necessários para apoiar a concretização, o acompanhamento e a avaliação das opções definidas para a Região Centro. Esta componente inclui o Programa de Execução, as Normas Orientadoras, o Modelo de Governação e o [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-6 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling" style="--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;" ><div class="fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start" style="max-width:1288px;margin-left: calc(-0% / 2 );margin-right: calc(-0% / 2 );"><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-5 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column" style="--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:0%;--awb-margin-bottom-large:0px;--awb-spacing-left-large:0%;--awb-width-medium:100%;--awb-spacing-right-medium:0%;--awb-spacing-left-medium:0%;--awb-width-small:100%;--awb-spacing-right-small:0%;--awb-spacing-left-small:0%;"><div class="fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column"><div class="fusion-text fusion-text-6"><p>O PROT Centro não se limita a definir uma estratégia territorial. Integra também uma componente de operacionalização, que estabelece os instrumentos necessários para apoiar a concretização, o acompanhamento e a avaliação das opções definidas para a Região Centro.</p>
<p>Esta componente inclui o <strong>Programa de Execução,</strong> as <strong>Normas Orientadoras</strong>, o <strong>Modelo de Governação</strong> e o <strong>Sistema de Monitorização e Avaliação</strong>.</p>
<p>O <strong>Programa de Execução</strong> assume um papel central na passagem da estratégia à prática. Reúne projetos piloto, subprojetos e ações específicas que procuram testar novas abordagens, soluções e formas de cooperação em territórios concretos da Região Centro. Estes projetos estão associados às Opções Estratégicas de Base Territorial e permitem ensaiar modelos de intervenção com impacto regional, avaliáveis e, sempre que adequado, replicáveis noutros contextos territoriais.</p>
<p>No total, o Programa de Execução integra <strong>25 projetos piloto, 15 subprojetos e 8 ações específicas</strong>, abrangendo diferentes domínios de intervenção, níveis de responsabilidade e graus de maturidade.</p>
<p>Os projetos encontram-se organizados de acordo com a entidade promotora, o nível de envolvimento das entidades responsáveis e o respetivo grau de desenvolvimento, distinguindo-se entre projetos de âmbito nacional, projetos da responsabilidade da CCDR Centro, projetos desenvolvidos em parceria com a CCDR Centro e projetos de iniciativa de terceiros, incluindo CIM, municípios e outras entidades públicas ou privadas.</p>
<p>Os projetos piloto previstos no Programa de Execução, bem como as suas eventuais replicações noutros territórios, podem vir a ser reconhecidos como <strong>Projetos de Interesse Regional (PIR)</strong>. Este estatuto distingue iniciativas com relevância estratégica para a Região Centro e pressupõe a demonstração da sua capacidade de concretização, bem como a respetiva avaliação e aprovação pela comissão a constituir para o efeito.</p>
<p>As <strong>Normas Orientadoras</strong> estabelecem o quadro de referência para a gestão e uso do território, dando sequência ao diagnóstico, aos objetivos estratégicos e às Opções Estratégicas de Base Territorial do PROT Centro.</p>
<p>Organizam-se em:</p>
<p>&#8211; Normas Gerais, aplicáveis ao conjunto do território regional. Definem orientações para as entidades públicas com intervenção na concretização do Modelo Territorial e estão estruturadas de acordo com os sistemas estruturantes do Modelo Territorial — Económico, Social, Natural, Mobilidade e Energia e Urbano —, bem como com os riscos e vulnerabilidades e o próprio Modelo Territorial;</p>
<p>&#8211; <strong>Normas para os Instrumentos de Gestão Territorial</strong>, dirigidas à articulação do PROT Centro com os programas e planos territoriais. Incluem normas gerais e específicas, aplicáveis aos diferentes domínios de intervenção do planeamento territorial, contribuindo para assegurar a concretização do Modelo Territorial nos instrumentos de âmbito intermunicipal e municipal.</p>
<p>O <strong>Modelo de Governação</strong> define a estrutura organizativa do PROT Centro, composta por órgãos operacionais, consultivos e de avaliação.</p>
<p>O órgão operacional tem por missão monitorizar, avaliar e assegurar a execução do Programa, com base <strong>no Sistema de Monitorização e Avaliação (SMA),</strong> através de um <strong>Gabinete</strong> a criar especificamente para esse fim. Compete ainda a este Gabinete operacionalizar e promover o <strong>Programa de Execução</strong>, bem como desenvolver competências em matéria de planeamento territorial estratégico.</p>
<p>Adicionalmente, este órgão deve promover a articulação entre os instrumentos de gestão territorial a nível nacional, regional e local, assegurando a coerência e a complementaridade das intervenções em matéria de ordenamento do território, bem como garantir uma interação eficaz com os principais intervenientes.</p>
<div class="wp-block-image"><img decoding="async" class="wpa-warning wpa-image-missing-alt size-full wp-image-93799 aligncenter" src="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/quadro_prot_operacionalizacao.png" alt="" width="732" height="402" data-warning="Missing alt text" srcset="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/quadro_prot_operacionalizacao-18x10.png 18w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/quadro_prot_operacionalizacao-200x110.png 200w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/quadro_prot_operacionalizacao-400x220.png 400w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/quadro_prot_operacionalizacao-500x275.png 500w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/quadro_prot_operacionalizacao-600x330.png 600w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/quadro_prot_operacionalizacao-700x384.png 700w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/quadro_prot_operacionalizacao.png 732w" sizes="(max-width: 732px) 100vw, 732px" /></div>
<div>&nbsp;</div>
<div>O <strong>Sistema de Monitorização e Avaliação</strong> constitui a base técnico-informativa do modelo de governação do PROT Centro. Organiza um conjunto integrado e intencionalmente reduzido de indicadores-chave, estruturados de acordo com os cinco sistemas do PROT Centro e com o Modelo Territorial.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Este sistema permite acompanhar a evolução das dinâmicas territoriais, o desenvolvimento do sistema de gestão territorial e a execução dos projetos piloto previstos no Programa de Execução. Ao mesmo tempo, apoia a tomada de decisão, a avaliação de resultados e a introdução de ajustamentos sempre que necessário.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>O Sistema de Monitorização e Avaliação articula-se com outros sistemas de monitorização existentes a nível nacional, regional e local, incluindo o Observatório do Ordenamento do Território e do Urbanismo e a plataforma DataCentro, e constitui uma base de suporte à elaboração do Relatório do Estado do Ordenamento do Território do PROT Centro.</div>
</div></div></div></div></div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Modelo Territorial</title>
		<link>https://www.ccdrc.pt/en/modelo-territorial-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Madalena Pimentel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 09:40:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid ispermalink="false">https://www.ccdrc.pt/?p=93791</guid>

					<description><![CDATA[O Modelo Territorial assenta num modelo de desenvolvimento policêntrico, que valoriza a diversidade territorial da região e reforça as complementaridades entre centros urbanos, territórios rurais e áreas de baixa densidade. Reconhece que a Região Centro integra realidades territoriais distintas, com recursos, dinâmicas e desafios próprios, procurando potenciar relações de cooperação e interdependência entre os [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-7 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling" style="--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;" ><div class="fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start" style="max-width:1288px;margin-left: calc(-0% / 2 );margin-right: calc(-0% / 2 );"><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-6 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column" style="--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:0%;--awb-margin-bottom-large:0px;--awb-spacing-left-large:0%;--awb-width-medium:100%;--awb-spacing-right-medium:0%;--awb-spacing-left-medium:0%;--awb-width-small:100%;--awb-spacing-right-small:0%;--awb-spacing-left-small:0%;"><div class="fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column"><div class="fusion-text fusion-text-7"><p>O <strong>Modelo Territorial</strong> assenta num modelo de desenvolvimento policêntrico, que valoriza a diversidade territorial da região e reforça as complementaridades entre centros urbanos, territórios rurais e áreas de baixa densidade.</p>
<p>Reconhece que a Região Centro integra realidades territoriais distintas, com recursos, dinâmicas e desafios próprios, procurando potenciar relações de cooperação e interdependência entre os diferentes territórios.</p>
<p>O PROT Centro organiza o território em três grandes sistemas territoriais:</p>
<p>• <strong>Sistema Territorial do Litoral</strong>, que integra os subsistemas da Região de Aveiro, da Região de Coimbra e da Região de Leiria. Representa um eixo de forte concentração urbana, económica, industrial, logística, científica e de serviços, com um papel relevante na ligação entre o Norte e o Sul do país e na projeção externa da Região Centro.</p>
<p>•<strong> Sistema Territorial de Transição</strong>, que integra os subsistemas de Viseu Dão Lafões, Tábua &#8211; Oliveira do Hospital &#8211; Seia &#8211; Gouveia e Pinhal Interior. Desempenha uma função de charneira entre o litoral e o interior, sendo essencial para reforçar as relações urbano-rurais, valorizar os recursos endógenos, qualificar a base económica e contrariar processos de perda demográfica e fragilidade territorial.</p>
<p>•<strong> Sistema Territorial do Interior</strong>, estruturado pelo eixo urbano Guarda &#8211; Covilhã &#8211; Fundão &#8211; Castelo Branco e pelos territórios envolventes. Assume um papel estratégico na consolidação dos territórios de baixa densidade, na articulação transfronteiriça e na valorização dos recursos naturais, produtivos, científicos e urbanos do interior da Região Centro.</p>
<p>O<strong> Modelo Territorial</strong> identifica ainda a importância dos <strong>eixos de estruturação regional e inter-regional</strong>, que reforçam as ligações entre territórios, apoiam a cooperação entre centros urbanos e contribuem para organizar recursos, ganhar escala e afirmar a Região Centro nos contextos nacional, ibérico e europeu. Estes eixos incluem:</p>
<p>•<strong> Eixo Atlântico</strong>, associado à estruturação litoral e à articulação da Região Centro com o Norte, a Área Metropolitana de Lisboa e os principais corredores nacionais e internacionais;</p>
<p>• <strong>Eixo Aveiro &#8211; Viseu &#8211; Guarda</strong>, que reforça a ligação transversal entre o litoral, a transição e o interior, com especial relevância para a articulação com Espanha;</p>
<p>• <strong>Eixo Figueira da Foz &#8211; Coimbra &#8211; Covilhã</strong>, que estrutura uma ligação transversal entre o litoral, o centro da região e a Beira Interior;</p>
<p>• <strong>Eixo Marinha Grande &#8211; Leiria &#8211; Castelo Branco</strong>, que reforça a articulação entre o litoral sul da Região Centro, o Pinhal Interior e a Beira Baixa;</p>
<p>• <strong>Rota do Mar, do Vinho e da Montanha</strong>, enquanto eixo de valorização territorial associado aos recursos naturais, culturais, paisagísticos e turísticos;</p>
<p>• <strong>Rota do Bronze</strong>, enquanto eixo de valorização patrimonial, cultural e territorial.</p>
<div class="wp-block-image"><img decoding="async" class="wpa-warning wpa-image-missing-alt size-full wp-image-93792 aligncenter" src="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/mapa_prot_modeloterritorial.png" alt="" width="776" height="1130" data-warning="Missing alt text" srcset="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/mapa_prot_modeloterritorial-8x12.png 8w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/mapa_prot_modeloterritorial-200x291.png 200w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/mapa_prot_modeloterritorial-400x582.png 400w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/mapa_prot_modeloterritorial-500x728.png 500w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/mapa_prot_modeloterritorial-600x874.png 600w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/mapa_prot_modeloterritorial-700x1019.png 700w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/mapa_prot_modeloterritorial-768x1118.png 768w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/mapa_prot_modeloterritorial.png 776w" sizes="(max-width: 776px) 100vw, 776px" /></div>
</div></div></div></div></div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estratégia para a Região Centro</title>
		<link>https://www.ccdrc.pt/en/estrategia-para-a-regiao-centro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Madalena Pimentel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 09:09:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid ispermalink="false">https://www.ccdrc.pt/?p=93777</guid>

					<description><![CDATA[Uma Região Centro competitiva, sustentável, inclusiva e capaz de responder aos desafios do futuro, que valoriza a diversidade dos seus territórios e mobiliza os seus recursos para reforçar a competitividade, a coesão e a qualidade de vida. A estratégia do PROT Centro assenta na valorização da diversidade territorial da Região Centro e no reforço [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-8 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling" style="--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;" ><div class="fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start" style="max-width:1288px;margin-left: calc(-0% / 2 );margin-right: calc(-0% / 2 );"><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-7 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column" style="--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:0%;--awb-margin-bottom-large:0px;--awb-spacing-left-large:0%;--awb-width-medium:100%;--awb-spacing-right-medium:0%;--awb-spacing-left-medium:0%;--awb-width-small:100%;--awb-spacing-right-small:0%;--awb-spacing-left-small:0%;"><div class="fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column"><div class="fusion-text fusion-text-8"><p><em>Uma Região Centro competitiva, sustentável, inclusiva e capaz de responder aos desafios do futuro, que valoriza a diversidade dos seus territórios e mobiliza os seus recursos para reforçar a competitividade, a coesão e a qualidade de vida.</em></p>
<p>A <strong>estratégia do PROT Centro</strong> assenta na valorização da diversidade territorial da Região Centro e no reforço das complementaridades entre os seus diferentes territórios, articulando competitividade, coesão e sustentabilidade numa visão integrada de desenvolvimento regional.</p>
<p>Esta estratégia decorre da leitura das dinâmicas económicas, sociais, ambientais e territoriais da Região Centro e tem como objetivos reforçar a competitividade, a inovação e a internacionalização da economia regional; promover a coesão territorial e a valorização dos territórios de<span style="color: #3366ff;"> mais</span> baixa densidade; criar condições para atrair e fixar população, <span style="color: #3366ff;">para contrariar o declínio demográfico estrutural</span>; qualificar o acesso a serviços; valorizar os recursos naturais, a biodiversidade e a paisagem; <span style="color: #3366ff;">aumentar a capacidade de adaptação</span> às alterações climáticas e aos riscos <span style="color: #3366ff;">naturais e tecnológicos</span>; reforçar a conectividade física e digital; promover a transição energética; e consolidar e reforçar o sistema urbano policêntrico da <span style="color: #3366ff;">Central Region</span>.</p>
<p>A estratégia estrutura-se em torno de <strong>sete Desafios Transversais</strong>, que identificam as principais questões estratégicas que atravessam os diversos domínios de desenvolvimento da Região Centro:</p>
<p>• Afirmar o posicionamento estratégico da Região e a sua projeção nas redes globais;</p>
<p>• Responder aos desafios da demografia;</p>
<p>• Responder às alterações climáticas;</p>
<p>• Impulsionar a economia do conhecimento, a circularidade e a reindustrialização;</p>
<p>• Promover redes e competências digitais;</p>
<p>• Fomentar a governação, a descentralização e a participação pública;</p>
<p>• Estimular a identidade territorial e o multiculturalismo.</p>
<p>A partir dos Desafios Transversais, o PROT Centro define <strong>29 Opções Estratégicas de Base Territorial (OEBT)</strong>, que traduzem a estratégia regional em prioridades de intervenção e orientações para a ação. Estas opções articulam o quadro estratégico nacional, designadamente o Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território e os programas setoriais com incidência territorial, com a territorialização das estratégias da CCDR Centro para a Região Centro.</p>
<p>As<strong> OEBT</strong> respondem aos desafios transversais identificados e encontram-se organizadas em cinco sistemas estruturantes — <strong>Económico, Social, Natural, Mobilidade e Energia e Urbano</strong>:</p>
<p>• <strong>Sistema Económico</strong>, orientado para a competitividade, a inovação, a qualificação da base económica, o turismo e a valorização dos territórios de baixa densidade;</p>
<p>• <strong>Sistema Social</strong>, centrado na resposta demográfica, no acesso à saúde, habitação, educação, cultura, serviços e qualidade de vida;</p>
<p>• <strong>Sistema Natural</strong>, dirigido à valorização dos recursos naturais, da biodiversidade, dos recursos hídricos, do solo, da floresta, do litoral e da prevenção de riscos;</p>
<p>•<strong> Sistema de Mobilidade e Energia</strong>, focado na acessibilidade, conectividade, mobilidade sustentável, logística, transição energética, eficiência e literacia energética;</p>
<p>• <strong>Sistema Urbano</strong>, orientado para a sustentabilidade urbana, a cooperação interurbana e rural-urbana e a integração dos centros urbanos nas redes nacionais e globais.</p>
<p>Esta organização permite articular, numa mesma estratégia, as dimensões económica, social, ambiental, urbana, energética e de mobilidade, assegurando uma abordagem integrada das necessidades e oportunidades da Região Centro.</p>
<p>A estratégia do PROT Centro materializa-se, assim, num <strong>Modelo Territorial</strong>, que traduz espacialmente as opções estratégicas e as prioridades de desenvolvimento da Região Centro.</p>
<div class="wp-block-image"><img decoding="async" class="wpa-warning wpa-image-missing-alt size-full wp-image-93778 aligncenter" src="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/prot_quadro_estr.png" alt="" width="712" height="527" data-warning="Missing alt text" srcset="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/prot_quadro_estr-16x12.png 16w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/prot_quadro_estr-200x148.png 200w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/prot_quadro_estr-400x296.png 400w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/prot_quadro_estr-500x370.png 500w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/prot_quadro_estr-600x444.png 600w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/prot_quadro_estr-700x518.png 700w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/prot_quadro_estr.png 712w" sizes="(max-width: 712px) 100vw, 712px" /></div>
<p>&nbsp;</p>
</div></div></div></div></div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Visita a Cava de Viriato abriu ciclo Património ao Centro &#8211; Construções de uma Identidade</title>
		<link>https://www.ccdrc.pt/en/visita-a-cava-de-viriato-abriu-ciclo-patrimonio-ao-centro-construcoes-de-uma-identidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tânia Moita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 14:39:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<guid ispermalink="false">https://www.ccdrc.pt/?p=93827</guid>

					<description><![CDATA[A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I. P. (CCDR Centro) promoveu, em parceria com a Secção Regional do Centro da Ordem dos Arquitetos, uma visita técnica à Cava de Viriato, em Viseu, que contou com a participação de 22 pessoas. A visita, conduzida pelos arquitetos Gonçalo Byrne e Iñaki Zoilo, marcou [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-9 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling" style="--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;" ><div class="fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start" style="max-width:1288px;margin-left: calc(-0% / 2 );margin-right: calc(-0% / 2 );"><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-8 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column" style="--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:0%;--awb-margin-bottom-large:0px;--awb-spacing-left-large:0%;--awb-width-medium:100%;--awb-spacing-right-medium:0%;--awb-spacing-left-medium:0%;--awb-width-small:100%;--awb-spacing-right-small:0%;--awb-spacing-left-small:0%;"><div class="fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column"><div class="fusion-text fusion-text-9"><p>A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I. P. (CCDR Centro) promoveu, em parceria com a Secção Regional do Centro da Ordem dos Arquitetos, uma visita técnica à Cava de Viriato, em Viseu, que contou com a participação de 22 pessoas. A visita, conduzida pelos arquitetos Gonçalo Byrne e Iñaki Zoilo, marcou o início da edição de 2026 do ciclo &#8220;Património ao Centro -Construções de uma Identidade&#8221;.</p>
<p>A visita proporcionou a oportunidade de conhecer as opções que orientaram a intervenção neste espaço patrimonial e de explorar a relação entre arquitetura, paisagem e cidade, permitindo uma reflexão sobre a preservação do monumento e as condições para que este possa ser apreciado e compreendido pelo público.</p>
<p>Gonçalo Byrne salientou a importância de compreender a Cava de Viriato no seu contexto territorial e paisagístico, para além dos elementos construídos. Segundo o arquiteto, o monumento é um testemunho da transformação da paisagem pela ação humana, sendo importante comunicar a sua escala e significado a quem o visita e utiliza.</p>
<p>O arquiteto explicou que a intervenção visou combater a erosão e valorizar o espaço de fruição pública num contexto urbano com uma forte ligação à natureza. Gonçalo Byrne sublinhou também a necessidade de tornar o conhecimento sobre este património mais acessível, de modo a permitir aos visitantes compreenderem a sua história e a dimensão da herança que representa.&nbsp;Neste sentido, o arquiteto afirmou que o projeto está incompleto e salientou a importância do centro de interpretação, ainda por concretizar, como instrumento de mediação entre o monumento e o público.</p>
<p>Por seu turno, Iñaki Zoilo explicou que a intervenção deve ser entendida como um projeto de espaço público, em que a proteção do património se articula com as condições de acesso, utilização e compreensão do local. O arquiteto destacou a importância de criar condições para que este espaço possa ser experienciado no presente sem que se perca a sua complexidade histórica.</p>
<p>A dimensão pedagógica foi outro aspeto abordado: para além da preservação, a intervenção visa facilitar a leitura das diferentes camadas da história do local e aproximar o património das formas contemporâneas de utilização do espaço público.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Um ciclo dedicado às diferentes dimensões do património</strong></p>
<p>Inserido nas comemorações do Dia Mundial da Arquitetura, o ciclo &#8220;Património ao Centro &#8211; Construções de uma Identidade&#8221; apresenta diferentes tipos de intervenções de várias épocas, distribuídas pela Região Centro. A programação reúne autores com percursos consolidados e jovens arquitetos, através de projetos já reconhecidos por outras entidades.</p>
<p>A primeira sessão, que decorreu na Cava de Viriato, permitiu abordar a escala urbana e a paisagem cultural. No dia 10 de outubro, a programação prossegue no Centro Interpretativo do Cereal, em Penela, com os arquitetos Eduardo Arnaut e Less Almeida. Esta visita, cujos participantes serão recebidos no Espinhal, permitirá explorar a ligação entre património e agricultura.</p>
<p>O ciclo termina, a 17 de outubro, na Burel Factory, em Manteigas, com o arquiteto Pedro Brígida. Nesta sessão, serão abordados o património industrial e a dimensão imaterial associada à lã e aos saberes da sua transformação.</p>
<p>A participação nas próximas visitas é gratuita, mas requer <a href="https://www.ccdrc.pt/en/ccdr-centro-promove-patrimonio-ao-centro-construcoes-de-uma-identidade/">inscrição prévia</a>.</p>
<p>Através desta iniciativa, a CCDR Centro visa valorizar e divulgar o património regional, partilhando conhecimentos sobre intervenções que relacionam a arquitetura, a paisagem, a memória e a vivência dos lugares.</p>
<p><a href="https://www.ccdrc.pt/en/ccdr-centro-promove-patrimonio-ao-centro-construcoes-de-uma-identidade/">Consulte o programa e as informações sobre as próximas visitas</a>.</p>
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</div></div></div></div></div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>CCDR Centro adere à ESRA e atualiza Estratégia Regional para os Semicondutores e a Microeletrónica</title>
		<link>https://www.ccdrc.pt/en/ccdr-centro-atualiza-estrategia-regional-para-os-semicondutores-e-a-microeletronica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tânia Moita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 09:02:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informação]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho Diretivo da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDR Centro) aprovou, na sua reunião de 30 de setembro de 2026, a nova versão da Estratégia para os Semicondutores e Microeletrónica da Regiao Centro. Fruto de um processo participativo e continuado com instituições de ensino superior, empresas, unidades de investigação e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-10 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling" style="--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;" ><div class="fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start" style="max-width:1288px;margin-left: calc(-0% / 2 );margin-right: calc(-0% / 2 );"><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-9 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column" style="--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:0%;--awb-margin-bottom-large:0px;--awb-spacing-left-large:0%;--awb-width-medium:100%;--awb-spacing-right-medium:0%;--awb-spacing-left-medium:0%;--awb-width-small:100%;--awb-spacing-right-small:0%;--awb-spacing-left-small:0%;"><div class="fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column"><div class="fusion-text fusion-text-10"><div data-olk-copy-source="MessageBody">O Conselho Diretivo da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDR Centro) aprovou, na sua reunião de 30 de setembro de 2026, a nova versão da <a href="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/10/CCDRC-Estrategia-para-os-Semicondutores-e-Microeletronica-da-Regiao-Centro30092026-.pdf" target="_blank" rel="noopener">Estratégia para os Semicondutores e Microeletrónica da Regiao Centro</a>. Fruto de um processo participativo e continuado com instituições de ensino superior, empresas, unidades de investigação e as associações Inova-Ria e TICE.PT, o documento consolida a primeira versão, aprovada em dezembro de 2024, e concretiza as ações para a sua implementação.</div>
<div data-olk-copy-source="MessageBody">&nbsp;</div>
<div>Deste trabalho resulta um ecossistema organizado em seis Hubs Tecnológicos (AMPERE, EmbedAll, MiRI-HUB, QuantuM, SCAPE e GreenUpPCB), distribuídos pela Região Centro, com especializações que vão da fotónica integrada e da validação pós-silício às radiofrequências, às tecnologias quânticas e à economia circular.</div>
<div>Os Hubs são suportados por ações transversais, que visam formar e atrair quadros especializados, apoiar a criação de startups, atrair investimento e despertar nos estudantes do ensino secundário o interesse pelo setor dos semicondutores e microeletrónica.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Com um modelo de governação próprio, a Estratégia reforça o papel da Região Centro no setor dos semicondutores e da microeletrónica em Portugal, alinhando-se com as prioridades nacionais e europeias.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div><b>Adesão à ESRA – European Semiconductor Regions Alliance</b></div>
<div><b>CCDR Centro subscreve posição da ESRA sobre o European Chips Act 2.0</b></div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Na mesma reunião do Conselho Diretivo foi deliberada a subscrição pela CCDR Centro da posição da <i>European Semiconductor Regions Alliance</i> (ESRA) sobre o European Chips Act 2.0, reforçando o compromisso da Região Centro com o desenvolvimento do setor dos semicondutores na Europa.&nbsp;A Região Centro é membro fundador da ESRA, criada em 2023, que reúne atualmente 43 Regiões Europeias com atividade no setor dos semicondutores.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>A posição da ESRA valoriza o papel das regiões na governação europeia dos semicondutores e apoia o selo «Região Europeia de Excelência em Semicondutores», previsto na proposta do <i>European Chips Act 2.0,</i> com condições de acesso adaptadas às diferentes organizações territoriais dos Estados-Membros. Entre as prioridades estão o acesso das empresas, sobretudo das PME, a infraestruturas tecnológicas e linhas-piloto, a continuidade do financiamento no próximo quadro financeiro europeu e a formação de profissionais especializados. Destaca ainda a fotónica como área de aposta específica.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Ao subscrever esta posição, a CCDR Centro reforça as orientações da Estratégia para os Semicondutores e a Microeletrónica da Região Centro e reafirma o seu alinhamento com as prioridades europeias para o setor.</div>
<div>A participação na ESRA dá maior visibilidade às competências da Região Centro e abre oportunidades de cooperação entre as empresas e entidades de investigação da região e os seus congéneres europeus.</div>
</div></div></div></div></div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Inovação e Desenvolvimento</title>
		<link>https://www.ccdrc.pt/en/inovacao-e-desenvolvimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Madalena Pimentel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 11:07:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid ispermalink="false">https://www.ccdrc.pt/?p=93707</guid>

					<description><![CDATA[A CCDR Centro coordena e assegura a gestão das ações de experimentação aplicada, demonstração, inovação e divulgação dos Centros de Experimentação/Polos de Inovação, promovendo a articulação funcional entre os diferentes polos, grupos e entidades parceiras. Assegura também a execução dos projetos e a manutenção das unidades experimentais, bem como apoia a atualização do património vitícola [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A CCDR Centro coordena e assegura a gestão das ações de experimentação aplicada, demonstração, inovação e divulgação dos Centros de Experimentação/Polos de Inovação, promovendo a articulação funcional entre os diferentes polos, grupos e entidades parceiras. Assegura também a execução dos projetos e a manutenção das unidades experimentais, bem como apoia a atualização do património vitícola e as ações de reconversão e cadastro da vinha, em articulação com as entidades competentes.</p>
<p>Promove ainda o desenvolvimento e a inovação dos setores produtivos regionais, nomeadamente nos domínios agrícola e vitivinícola, assegurando o respetivo apoio técnico especializado em complemento das capacidades técnicas existentes em cada território e setor. Promove a transferência e divulgação de conhecimento junto dos agricultores e das suas organizações, fomentando a adoção de sistemas agrícolas modernos e sustentáveis e desenvolve ações de cooperação com entidades regionais e instituições do sistema científico e tecnológico, contribuindo para a inovação e difusão do conhecimento no setor.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
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