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		<title>Vindima da casta Cercial do Polo de Inovação de Anadia</title>
		<link>https://www.ccdrc.pt/en/vindima-da-casta-cercial-do-polo-de-inovacao-de-anadia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tânia Moita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 09:20:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[A acontecer nos Polos]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura e Pescas]]></category>
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					<description><![CDATA[A vindima da casta Cercial do Polo de Inovação de Anadia – Estação Vitivinícola da Bairrada teve início hoje, 24 de agosto, dando continuidade ao trabalho desenvolvido no âmbito dos projetos em execução no Polo.   A Cercial é cultivada quase exclusivamente na região da Bairrada e distingue-se pela sua elevada acidez, superior à [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-1 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling" style="--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;" ><div class="fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start" style="max-width:1288px;margin-left: calc(-0% / 2 );margin-right: calc(-0% / 2 );"><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-0 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column" style="--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:0%;--awb-margin-bottom-large:0px;--awb-spacing-left-large:0%;--awb-width-medium:100%;--awb-spacing-right-medium:0%;--awb-spacing-left-medium:0%;--awb-width-small:100%;--awb-spacing-right-small:0%;--awb-spacing-left-small:0%;"><div class="fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column"><div class="fusion-text fusion-text-1"><div class="x_elementToProof" data-olk-copy-source="MessageBody">A vindima da casta Cercial do Polo de Inovação de Anadia – Estação Vitivinícola da Bairrada teve início hoje, 24 de agosto, dando continuidade ao trabalho desenvolvido no âmbito dos projetos em execução no Polo.</div>
<div data-olk-copy-source="MessageBody">&nbsp;</div>
<div class="x_elementToProof">A Cercial é cultivada quase exclusivamente na região da Bairrada e distingue-se pela sua elevada acidez, superior à da maioria das restantes castas brancas, com exceção da Arinto. Apresenta um período de maturação semelhante ao da Bical, embora ligeiramente mais tardio.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div class="x_elementToProof">Na Bairrada, é particularmente valorizada pela capacidade de manter uma elevada acidez mesmo no final da maturação. Esta característica torna-a especialmente adequada à produção de vinhos base para espumantes, sobretudo quando destinados a períodos de envelhecimento prolongados.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div class="x_elementToProof">A Cercial não deve ser confundida com outras castas que apresentam a mesma sinonímia, nomeadamente o Cerceal do Dão e o Sercial, também conhecido como Esgana-Cão, da Madeira.</div>
<div class="x_elementToProof">Tendo em conta o perfil da casta e a sua importância na produção de vinhos base para espumantes, a definição da data de vindima procurou preservar a sua elevada acidez e assegurar uma matéria-prima com características adequadas à elaboração de espumantes com potencial de evolução.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div class="x_elementToProof">A colheita integra o trabalho de seleção clonal desenvolvido em parceria com a PORVID (Associação Portuguesa para a Diversidade da Videira), que procura obter clones que conciliem maior qualidade e maior produtividade, valorizando as características enológicas próprias da Cercial.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div class="x_elementToProof">Acompanhe esta vindima e o trabalho de inovação desenvolvido no Polo de Inovação de Anadia!</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>
<div class="wp-block-image"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wpa-warning wpa-image-missing-alt alignnone size-full wp-image-92708" src="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/cerceal.jpg" alt="" width="1600" height="720" data-warning="Missing alt text" srcset="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/cerceal-18x8.jpg 18w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/cerceal-200x90.jpg 200w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/cerceal-400x180.jpg 400w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/cerceal-500x225.jpg 500w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/cerceal-600x270.jpg 600w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/cerceal-700x315.jpg 700w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/cerceal-768x346.jpg 768w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/cerceal-800x360.jpg 800w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/cerceal-1200x540.jpg 1200w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/cerceal-1536x691.jpg 1536w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/cerceal.jpg 1600w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></div>
</div>
<div class="x_elementToProof">&nbsp;</div>
</div></div></div></div></div>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Polo de Inovação de Anadia vindima casta bical</title>
		<link>https://www.ccdrc.pt/en/polo-de-inovacao-de-anadia-vindima-casta-bical/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tânia Moita]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 09:17:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[A acontecer nos Polos]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura e Pescas]]></category>
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					<description><![CDATA[A vindima da casta Bical do Polo de Inovação de Anadia – Estação Vitivinícola da Bairrada teve início hoje, 24 de agosto, dando continuidade ao trabalho desenvolvido no âmbito dos projetos em execução no Polo.   A Bical é cultivada sobretudo nas regiões vitivinícolas da Bairrada e do Dão, onde é também conhecida como “Borrado [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="x_elementToProof" data-olk-copy-source="MessageBody">A vindima da casta Bical do Polo de Inovação de Anadia – Estação Vitivinícola da Bairrada teve início hoje, 24 de agosto, dando continuidade ao trabalho desenvolvido no âmbito dos projetos em execução no Polo.</div>
<div data-olk-copy-source="MessageBody">&nbsp;</div>
<div class="x_elementToProof">A Bical é cultivada sobretudo nas regiões vitivinícolas da Bairrada e do Dão, onde é também conhecida como “Borrado das Moscas”, devido às pequenas pontuações características da película do bago. É uma casta de maturação precoce e com facilidade em atingir elevadas concentrações de açúcar, sendo o desavinho um dos seus principais problemas culturais.</div>
<div class="x_elementToProof">Apesar da precocidade, que poderia conduzir a um elevado teor alcoólico potencial, a elevada produtividade da Bical contribui para um maior equilíbrio entre o teor alcoólico e a acidez. A casta apresenta ainda reduzida sensibilidade à oxidação e capacidade para originar vinhos aromáticos, finos e com boa expressão alcoólica, características que lhe conferem particular aptidão para a produção de espumantes.&nbsp;Tendo em conta estas características e os requisitos para a produção de vinho base para espumante, a definição da data de vindima procurou assegurar o equilíbrio entre a maturação da uva e as suas características enológicas.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div class="x_elementToProof">A colheita integra o trabalho de seleção clonal desenvolvido em parceria com a PORVID (Associação Portuguesa para a Diversidade da Videira), que tem como objetivo obter clones que conciliem maior qualidade com níveis de produtividade superiores, valorizando as características da casta e o seu potencial para a produção de espumantes.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div class="x_elementToProof">Acompanhe esta vindima e o trabalho de inovação desenvolvido no Polo de Inovação de Anadia!</div>
<div>
<div class="wp-block-image">&nbsp;</div>
<div class="wp-block-image"><img decoding="async" class="wpa-warning wpa-image-missing-alt alignnone size-medium wp-image-92704" src="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/bical.jpg" alt="" width="1600" height="720" data-warning="Missing alt text" srcset="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/bical-18x8.jpg 18w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/bical-200x90.jpg 200w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/bical-400x180.jpg 400w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/bical-500x225.jpg 500w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/bical-600x270.jpg 600w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/bical-700x315.jpg 700w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/bical-768x346.jpg 768w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/bical-800x360.jpg 800w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/bical-1200x540.jpg 1200w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/bical-1536x691.jpg 1536w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/bical.jpg 1600w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></div>
</div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Polo de Inovação de Anadia reforça capacidade da Adega no âmbito do projeto &#8220;Espumante de Portugal&#8221;</title>
		<link>https://www.ccdrc.pt/en/polo-de-inovacao-de-anadia-reforca-capacidade-da-adega-no-ambito-do-projeto-espumante-de-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tânia Moita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 14:12:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[A acontecer nos Polos]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura e Pescas]]></category>
		<category><![CDATA[Informação]]></category>
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					<description><![CDATA[O Polo de Inovação de Anadia reforçou a capacidade experimental da sua Adega, através da aquisição de novos equipamentos destinados à microvinificação e à posterior espumantização, dando continuidade ao trabalho desenvolvido no âmbito do projeto “Espumante de Portugal”, em parceria com diversas entidades públicas e privadas. Os novos equipamentos já estão a ser utilizados [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-2 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling" style="--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;" ><div class="fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start" style="max-width:1288px;margin-left: calc(-0% / 2 );margin-right: calc(-0% / 2 );"><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-1 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column" style="--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:0%;--awb-margin-bottom-large:0px;--awb-spacing-left-large:0%;--awb-width-medium:100%;--awb-spacing-right-medium:0%;--awb-spacing-left-medium:0%;--awb-width-small:100%;--awb-spacing-right-small:0%;--awb-spacing-left-small:0%;"><div class="fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column"><div class="fusion-text fusion-text-2"><p class="x_elementToProof"><span data-olk-copy-source="MessageBody">O Polo de Inovação de Anadia reforçou a capacidade experimental da sua Adega, através da aquisição de novos equipamentos destinados à microvinificação e à posterior espumantização, dando continuidade ao trabalho desenvolvido no âmbito do projeto “Espumante de Portugal”, em parceria com diversas entidades públicas e privadas.</span></p>
<div class="x_elementToProof">Os novos equipamentos já estão a ser utilizados na atual campanha vitivinícola. Estes equipamentos permitem experimentar diferentes estratégias e processos de vinificação à escala de adega, acompanhando de forma rigorosa as várias etapas e avaliando o seu impacto nas características dos vinhos obtidos. No âmbito do projeto, esta capacidade está a permitir estudar diferentes abordagens na produção de vinhos base para espumante, contribuindo para identificar as condições de vinificação mais adequadas às características de cada casta e ao perfil de vinho pretendido. A capacidade instalada poderá igualmente apoiar outros trabalhos de experimentação, investigação e desenvolvimento em diferentes tipologias de vinho.</div>
<div class="x_elementToProof">&nbsp;</div>
<div class="x_elementToProof">A&nbsp;<i>produção de um vinho base&nbsp;</i>para espumante exige cuidados específicos. Tendo em conta as características de cada casta e o perfil de vinho que se pretende obter, torna-se fundamental trabalhar em condições que permitam preservar a sanidade da matéria-prima e, simultaneamente, valorizar as suas características varietais.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div class="x_elementToProof">Um dos procedimentos utilizados é a passagem das uvas pela câmara de frio, durante um período de 12 a 24 horas. A redução da temperatura da matéria-prima antes da transformação contribui para preservar os aromas primários e a acidez, características particularmente importantes na definição do perfil dos vinhos base para espumante.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div class="x_elementToProof">Após este período, as uvas são submetidas à prensagem, utilizando valores de pressão definidos de acordo com as características físicas de cada casta, nomeadamente a resistência da película do bago e o rendimento esperado. O controlo desta etapa permite estudar a relação entre as condições de prensagem, a extração do mosto e a qualidade do vinho obtido, procurando minimizar a extração de compostos indesejáveis.</div>
<div class="x_elementToProof">Os mostos são posteriormente vinificados como vinhos brancos e submetidos a uma decantação estática, com temperatura controlada, durante aproximadamente 24 horas. Após a trasfega e separação das borras mais grosseiras, são inoculados com leveduras selecionadas, dando início à fermentação alcoólica.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div class="x_elementToProof">Durante a fermentação são realizados controlos regulares da densidade e da temperatura, permitindo acompanhar a evolução do processo e assegurar que este decorre de forma adequada e controlada. No final da fermentação alcoólica, os vinhos são novamente trasfegados e mantidos em condições de conservação que permitam preservar as suas características físico-químicas e organoléticas.</div>
<div class="x_elementToProof">Este trabalho permite ao Polo de Inovação de Anadia reforçar a sua capacidade de experimentação à escala de adega, criando condições para testar diferentes abordagens e avaliar o seu impacto na qualidade dos vinhos base. O objetivo é contribuir para um melhor conhecimento do comportamento das castas e para o desenvolvimento de estratégias de vinificação ajustadas à produção de espumantes de qualidade, com frescura, equilíbrio, acidez e expressão varietal.</div>
<div class="x_elementToProof">&nbsp;</div>
<div>Acompanhe o trabalho de experimentação e inovação desenvolvido no Polo de Inovação de Anadia, desde a vinha até à adega, contribuindo para o conhecimento e valorização das castas e dos vinhos da região.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>
<div class="wp-block-image"><img decoding="async" class="wpa-warning wpa-image-missing-alt alignnone size-full wp-image-92696" src="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/4.jpg" alt="" width="1000" height="750" data-warning="Missing alt text" srcset="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/4-16x12.jpg 16w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/4-200x150.jpg 200w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/4-400x300.jpg 400w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/4-500x375.jpg 500w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/4-600x450.jpg 600w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/4-700x525.jpg 700w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/4-768x576.jpg 768w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/4-800x600.jpg 800w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/4.jpg 1000w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></div>
</div>
<div class="x_elementToProof">&nbsp;</div>
<div>
<div class="wp-block-image"><img decoding="async" class="wpa-warning wpa-image-missing-alt alignnone size-full wp-image-92693" src="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/11.jpg" alt="" width="1000" height="750" data-warning="Missing alt text" srcset="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/11-16x12.jpg 16w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/11-200x150.jpg 200w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/11-400x300.jpg 400w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/11-500x375.jpg 500w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/11-600x450.jpg 600w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/11-700x525.jpg 700w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/11-768x576.jpg 768w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/11-800x600.jpg 800w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/11.jpg 1000w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></div>
</div>
</div></div></div></div></div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Colheita do grão do tremoço branco no Pólo de Inovação de Coimbra</title>
		<link>https://www.ccdrc.pt/en/colheita-do-grao-do-tremoco-branco-no-polo-de-inovacao-de-coimbra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tânia Moita]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 13:07:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[A acontecer nos Polos]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura e Pescas]]></category>
		<category><![CDATA[Informação]]></category>
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					<description><![CDATA[A colheita do grão de tremoço branco (Lupinus albus L.), da variedade “Misak”, realizada no Polo de Inovação de Coimbra - Unidade Experimental do Loreto, teve lugar no início de agosto, dando continuidade ao trabalho desenvolvido no âmbito da experimentação e valorização desta cultura no Polo. O tremoço branco é uma das espécies agrícolas mais [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-3 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling" style="--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;" ><div class="fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start" style="max-width:1288px;margin-left: calc(-0% / 2 );margin-right: calc(-0% / 2 );"><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-2 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column" style="--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:0%;--awb-margin-bottom-large:0px;--awb-spacing-left-large:0%;--awb-width-medium:100%;--awb-spacing-right-medium:0%;--awb-spacing-left-medium:0%;--awb-width-small:100%;--awb-spacing-right-small:0%;--awb-spacing-left-small:0%;"><div class="fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column"><div class="fusion-text fusion-text-3"><p class="x_elementToProof" data-olk-copy-source="MessageBody">A colheita do grão de tremoço branco (<i>Lupinus albus</i>&nbsp;L.), da variedade “Misak”, realizada no Polo de Inovação de Coimbra &#8211; Unidade Experimental do Loreto, teve lugar no início de agosto, dando continuidade ao trabalho desenvolvido no âmbito da experimentação e valorização desta cultura no Polo.</p>
<p class="x_elementToProof">O tremoço branco é uma das espécies agrícolas mais indicadas para a prática da fertilização verde (ou sideração). Integrado na família botânica Fabaceae (Leguminosas), apresenta a capacidade de fixar azoto atmosférico e contribuir para o enriquecimento do solo, permitindo uma redução significativa das necessidades de fertilização azotada da cultura seguinte.</p>
<p class="x_elementToProof">A variedade “Misak”, obtida através de um programa de melhoramento conduzido pelo ISA – Instituto Superior de Agronomia, é a principal variedade de tremoço recomendada para cultivo em Portugal.&nbsp;Encontra-se inscrita no Catálogo Nacional de Variedades, após ter sido testada e avaliada no Polo de Inovação de Coimbra, através da Rede Nacional de Ensaios (RNE).</p>
<p class="x_elementToProof">Nas condições dos solos agrícolas desta unidade experimental, o tremoço integra habitualmente uma rotação em que a cultura seguinte é o milho-grão. A sua utilização como cultura de fertilização verde permite estimar uma redução da fertilização azotada do milho entre 60 e 90 unidades de azoto, em anos de condições normais, representando uma importante vantagem agronómica, económica e ambiental.</p>
<p class="x_elementToProof">Este ano, contudo, as condições meteorológicas condicionaram o desenvolvimento do ciclo cultural. A forte pluviometria registada na região de Coimbra durante o último outono-inverno e o consequente alagamento dos terrenos agrícolas em todo o Vale do Baixo Mondego obrigaram à ressementeira do campo de multiplicação de semente em meados de março, numa data bastante tardia. Esta situação inviabilizou o plano cultural inicialmente previsto para os solos agrícolas do Polo.</p>
<p class="x_elementToProof">Para além do seu valor enquanto cultura de fertilização verde e das suas utilizações na alimentação humana e animal, a semente de tremoço branco apresenta ainda potencial para outras aplicações. Após processamento industrial, pode ser utilizada na produção de um biofungicida autorizado para a prevenção de importantes doenças fúngicas em culturas como os pomares, a vinha, o arroz, o tomateiro, a beringela e o morangueiro, assumindo particular interesse no contexto da Agricultura Biológica.</p>
<div class="wp-block-image"><img decoding="async" class="wpa-warning wpa-image-missing-alt alignnone size-full wp-image-92678" src="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/image.png" alt="" width="930" height="484" data-warning="Missing alt text" srcset="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/image-18x9.png 18w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/image-200x104.png 200w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/image-400x208.png 400w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/image-500x260.png 500w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/image-600x312.png 600w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/image-700x364.png 700w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/image-768x400.png 768w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/image-800x416.png 800w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/image.png 930w" sizes="(max-width: 930px) 100vw, 930px" /></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="wpa-warning wpa-image-missing-alt size-medium wp-image-92677" src="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/IMG20260821092122-3000x2250.jpg" alt="" width="3000" height="2250" data-warning="Missing alt text" /></p>
</div></div></div></div></div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Casas de Lavoura e Solares Beirões: património rural da Região Centro de Portugal</title>
		<link>https://www.ccdrc.pt/en/casas-de-lavoura-e-solares-beiroes-patrimonio-rural-da-regiao-centro-de-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria José Malheiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 08:17:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid ispermalink="false">https://www.ccdrc.pt/?p=92667</guid>

					<description><![CDATA[  Na Região Centro de Portugal, a paisagem rural conserva uma parte importante da história económica, social e arquitetónica das comunidades que a construíram. Entre campos agrícolas, aldeias, quintas e antigos caminhos, encontram-se diferentes formas de património que ajudam a compreender a relação entre território e modos de vida. Entre elas destacam-se as casas de lavoura [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image"><img decoding="async" class="wpa-warning wpa-image-missing-alt alignnone size-full wp-image-92662" src="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/Casa-de-Santa-Eulalia-dentro.jpg" alt="" width="1768" height="948" data-warning="Missing alt text" srcset="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/Casa-de-Santa-Eulalia-dentro-18x10.jpg 18w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/Casa-de-Santa-Eulalia-dentro-200x107.jpg 200w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/Casa-de-Santa-Eulalia-dentro-400x214.jpg 400w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/Casa-de-Santa-Eulalia-dentro-500x268.jpg 500w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/Casa-de-Santa-Eulalia-dentro-600x322.jpg 600w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/Casa-de-Santa-Eulalia-dentro-700x375.jpg 700w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/Casa-de-Santa-Eulalia-dentro-768x412.jpg 768w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/Casa-de-Santa-Eulalia-dentro-800x429.jpg 800w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/Casa-de-Santa-Eulalia-dentro-1200x643.jpg 1200w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/Casa-de-Santa-Eulalia-dentro-1536x824.jpg 1536w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/Casa-de-Santa-Eulalia-dentro.jpg 1768w" sizes="(max-width: 1768px) 100vw, 1768px" /></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span data-contrast="auto">Na Região Centro de Portugal, a paisagem rural conserva uma parte importante da história económica, social e arquitetónica das comunidades que a construíram. Entre campos agrícolas,&nbsp;aldeias, quintas e antigos caminhos, encontram-se diferentes formas de património que ajudam a compreender a relação entre território e modos de vida. Entre elas destacam-se as casas de lavoura e os solares rurais ou solares beirões.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}">&nbsp;</span></p>
<p><span data-contrast="auto">Embora correspondam a contextos sociais e funcionais distintos, ambos se relacionam com a organização da propriedade rural e com a exploração da terra. A casa de lavoura respondia às necessidades da família agrícola e da exploração, articulando, conforme os casos, habitação, armazenamento, criação de animais e outras atividades relacionadas com a produção. O solar rural, por sua vez, correspondia geralmente a uma residência de proprietários de maior estatuto económico e social, frequentemente integrada numa quinta e associada à administração da propriedade e à representação da família. A distinção entre estes tipos de edifício não deve, contudo, ser entendida como absoluta: a arquitetura rural portuguesa apresenta uma grande diversidade de soluções e sobreposições funcionais.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}">&nbsp;</span></p>
<p><span data-contrast="auto">A arquitetura rural beirã não pode ser separada das condições naturais, económicas e culturais do território. Nas Beiras, os materiais disponíveis localmente, o relevo, o clima e as atividades agrícolas contribuíram para a formação de soluções construtivas diversificadas. O Inquérito à Arquitetura Popular em Portugal, realizado entre 1955 e 1961 e publicado pela primeira vez em 1961, dedicou uma das suas seis zonas de estudo às Beiras, procurando documentar a arquitetura vernacular e a sua relação com as condições locais. O trabalho desenvolvido nessa região destacou a relação entre os povoados, o meio natural, a atividade agrícola e o emprego de materiais de fácil aprovisionamento local.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}">&nbsp;</span></p>
<p><span data-contrast="auto">Em determinadas áreas, encontram-se casas de dois pisos em que os espaços de habitação se articulam com dependências destinadas à atividade agrícola. Nalgumas soluções, as funções de apoio à exploração ocupavam o piso térreo, enquanto os espaços habitacionais se desenvolviam no piso superior. A esta organização podia associar-se palheiros, lojas, eiras, currais, arrecadações e outras construções de apoio. Não se trata, porém, de uma regra aplicável a toda a região: a arquitetura popular das Beiras apresenta diferentes soluções tipológicas, determinadas pelas condições locais e pela evolução histórica dos edifícios.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}">&nbsp;</span></p>
<p><span data-contrast="auto">Na Beira Baixa, essa diversidade é particularmente evidente. A utilização da pedra e de outros materiais de construção varia de acordo com as características geológicas e as tradições construtivas de cada área. O granito assume particular importância em vários territórios da Beira Interior, enquanto o xisto, o calcário, a terra e outros materiais surgem noutras zonas. A documentação produzida pelo Inquérito à Arquitetura Popular em Portugal evidencia&nbsp;precisamente a diversidade das soluções construtivas e a relação destas com os materiais disponíveis, o clima, o relevo e as atividades desenvolvidas pelas populações.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}">&nbsp;</span></p>
<p><span data-contrast="auto">A casa de lavoura é, assim, um testemunho de uma economia em que habitação, produção agrícola e criação de animais podiam estar estreitamente relacionadas. Mais do que um edifício isolado, deve ser entendida como parte de uma paisagem construída, na qual terrenos agrícolas, caminhos, muros, fontes, eiras e outras estruturas participavam na organização do território. A sua leitura permite compreender não apenas as formas de habitar, mas também a organização do trabalho e da produção agrícola.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}">&nbsp;</span></p>
<p><span data-contrast="auto">Os solares rurais introduzem outra dimensão nesta paisagem. Associados a famílias proprietárias e, frequentemente, a quintas agrícolas, assumiram funções de residência, administração da propriedade e representação social. A sua arquitetura podia integrar elementos como portais, brasões de armas, varandas, escadarias, capelas, jardins e dependências agrícolas. A casa nobre portuguesa, contudo, não corresponde a um único modelo arquitetónico, apresentando diferenças de escala, cronologia, implantação e expressão formal entre regiões e propriedades.&nbsp;</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}">&nbsp;</span></p>
<p><span data-contrast="auto">A Casa de Santa Eulália, em Santa Eulália, freguesia de Pindo, concelho de Penalva do Castelo, constitui um exemplo documentado da articulação entre residência, representação e exploração agrícola. A documentação oficial do património cultural identifica o conjunto como uma propriedade de carácter agrícola, constituída pela casa de habitação dos proprietários, respetiva capela, casa dos caseiros e diversas dependências de apoio, entre as quais um forno de pão, lagar de vinho e azeite, casa de moagem, estábulos, currais e arrecadações. A casa principal, de dois pisos, apresenta uma varanda voltada a sul e elementos associados ao estatuto dos proprietários, nomeadamente o brasão de armas. A documentação patrimonial refere que as características do conjunto corroboram a tradição de uma construção em meados do século XVIII, embora não existam certezas quanto às diferentes fases da sua construção. A Casa de Santa Eulália foi classificada como Monumento de Interesse Público em 2020, através da Portaria n.º 607/2020.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}">&nbsp;</span></p>
<p><span data-contrast="auto">Também o Solar dos Araújo Coutinho, em Vila da Ponte, concelho de Sernancelhe, demonstra a proximidade entre arquitetura senhorial e arquitetura rural. O edifício, que a documentação patrimonial situa no século XVII, encontra-se integrado numa quinta murada que inclui jardim, casas de caseiro e várias estruturas de apoio agrícola. Entre estas encontram-se lagares, eiras e um sistema hidráulico constituído por canais de pedra, tanques e uma nora destinada à irrigação da propriedade. A documentação oficial caracteriza o edifício como um exemplar representativo&nbsp;da casa nobre beirã e salienta a sua proximidade com a arquitetura rural tradicional. O imóvel foi classificado como Monumento de Interesse Público em 2013.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}">&nbsp;</span></p>
<p><span data-contrast="auto">Na zona de Mangualde, a Casa da Quinta da Cerca, situada em Guimarães de Tavares, constitui outro exemplo de casa nobre rural. A documentação patrimonial classifica-a como um solar rústico de uma tipologia comum na região das Beiras. O edifício, de dois pisos e planta irregular, apresenta uma organização em que as dependências de serviço ocupam o piso inferior e os salões nobres e áreas de habitação se encontram no piso superior. A simplicidade da composição exterior e a ausência de uma decoração arquitetónica abundante mostram que a arquitetura solarenga beirã não corresponde a um único modelo formal. Atualmente, o imóvel encontra-se classificado como Imóvel de Interesse Municipal.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}">&nbsp;</span></p>
<p><span data-contrast="auto">Estes exemplos ajudam a compreender que a expressão “solar beirão” abrange edifícios de diferentes épocas, escalas, características formais e relações com as propriedades agrícolas. Alguns apresentam uma expressão arquitetónica mais próxima da casa nobre; outros conservam uma relação particularmente evidente com estruturas e funções agrícolas. Em muitos casos, é precisamente essa articulação entre residência, propriedade e produção que lhes confere interesse enquanto património rural.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}">&nbsp;</span></p>
<p><span data-contrast="auto">Esta arquitetura deve, por isso, ser lida em conjunto com a paisagem. Uma casa de lavoura perde parte do seu significado quando desligada dos terrenos e das estruturas produtivas que lhe estavam associados; da mesma forma, um solar rural dificilmente pode ser compreendido sem considerar a quinta, os jardins, os espaços agrícolas e as construções de apoio que integravam a propriedade. O valor patrimonial reside muitas vezes nessa relação entre arquitetura e território.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}">&nbsp;</span></p>
<p><span data-contrast="auto">Conhecer as casas de lavoura e os solares beirões é descobrir uma parte da história da Região Centro através da arquitetura e da paisagem. Cada edifício pode revelar formas de habitar, produzir, administrar a terra e organizar a vida familiar e comunitária. O seu estudo permite também compreender as transformações ocorridas no mundo rural&nbsp;português ao longo dos séculos.&nbsp;Preservar este património significa, por isso, conservar não apenas paredes, telhados ou elementos decorativos, mas também a relação entre casa, trabalho, propriedade e território. É essa relação que permite compreender uma parte da história rural das Beiras e valorizar a Região Centro através de um património ainda presente nas aldeias, quintas e paisagens do interior de Portugal.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}">&nbsp;</span></p>
<p><b><span data-contrast="auto">Referências</span></b><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}">&nbsp;</span></p>
<p><span data-contrast="auto">Afonso, J., Martins, F., &amp; Meneses, C. (Coords.). (2004).&nbsp;Arquitectura&nbsp;popular em Portugal (4.ª ed., 2 vols.). Centro Editor Livreiro da Ordem dos&nbsp;Arquitectos.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}">&nbsp;</span></p>
<p><span data-contrast="auto">André, P., &amp;&nbsp;Sambricio, C. (Coords.). (2016).&nbsp;Arquitectura&nbsp;popular: Tradição e vanguarda. DINÂMIA’CET-IUL.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}">&nbsp;</span></p>
<p><span data-contrast="auto">Azevedo, C. de. (1988). Solares portugueses: Introdução ao estudo da casa nobre (2.ª ed.). Livros Horizonte.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}">&nbsp;</span></p>
<p><span data-contrast="auto">Leal, J., &amp; Prista, M. (2021). Os arquitetos no campo: O Inquérito à Arquitetura Popular em Portugal no terreno. Etnográfica, 25(1), 257–283.&nbsp;</span><a href="https://doi.org/10.4000/etnografica.10073"><span data-contrast="none">https://doi.org/10.4000/etnografica.10073</span></a><span data-contrast="auto">&nbsp;</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}">&nbsp;</span></p>
<p><span data-contrast="auto">Património Cultural, I. P. (s.d.). Casa da Quinta da Cerca. Inventário do Património Imóvel.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}">&nbsp;</span></p>
<p><span data-contrast="auto">Património Cultural, I. P. (s.d.). Casa de Santa Eulália. Inventário do Património Imóvel.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}">&nbsp;</span></p>
<p><span data-contrast="auto">Património Cultural, I. P. (s.d.). Solar dos Araújo Coutinho. Inventário do Património Imóvel.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559740&quot;:360}">&nbsp;</span></p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sopas de Boda: uma tradição à mesa da Região Centro</title>
		<link>https://www.ccdrc.pt/en/sopas-de-boda-uma-tradicao-a-mesa-da-regiao-centro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria José Malheiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 07:25:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[  Na gastronomia da Região Centro de Portugal, há pratos que contam histórias para além dos ingredientes. As Sopas de Boda, associadas a Vila Velha de Ródão, no distrito de Castelo Branco, são um desses exemplos: uma preparação integrada na gastronomia tradicional da Beira Baixa e relacionada com as celebrações e os costumes alimentares [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-4 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling" style="--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;" ><div class="fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start" style="max-width:1288px;margin-left: calc(-0% / 2 );margin-right: calc(-0% / 2 );"><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-3 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column" style="--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:0%;--awb-margin-bottom-large:0px;--awb-spacing-left-large:0%;--awb-width-medium:100%;--awb-spacing-right-medium:0%;--awb-spacing-left-medium:0%;--awb-width-small:100%;--awb-spacing-right-small:0%;--awb-spacing-left-small:0%;"><div class="fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column"><div class="fusion-text fusion-text-4"><div class="wp-block-image"><img decoding="async" class="wpa-warning wpa-image-missing-alt alignnone size-full wp-image-92656" src="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/Sopa-de-Boda-dentro.jpg" alt="" width="2000" height="1200" data-warning="Missing alt text" srcset="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/Sopa-de-Boda-dentro-18x12.jpg 18w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/Sopa-de-Boda-dentro-200x120.jpg 200w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/Sopa-de-Boda-dentro-400x240.jpg 400w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/Sopa-de-Boda-dentro-500x300.jpg 500w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/Sopa-de-Boda-dentro-600x360.jpg 600w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/Sopa-de-Boda-dentro-700x420.jpg 700w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/Sopa-de-Boda-dentro-768x461.jpg 768w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/Sopa-de-Boda-dentro-800x480.jpg 800w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/Sopa-de-Boda-dentro-1200x720.jpg 1200w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/Sopa-de-Boda-dentro-1536x922.jpg 1536w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/Sopa-de-Boda-dentro.jpg 2000w" sizes="(max-width: 2000px) 100vw, 2000px" /></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na gastronomia da Região Centro de Portugal, há pratos que contam histórias para além dos ingredientes. As Sopas de Boda, associadas a Vila Velha de Ródão, no distrito de Castelo Branco, são um desses exemplos: uma preparação integrada na gastronomia tradicional da Beira Baixa e relacionada com as celebrações e os costumes alimentares das comunidades locais. O Município de Vila Velha de Ródão inclui as Sopas de Boda entre os pratos da gastronomia do concelho.</p>
<p>Apesar da designação, as Sopas de Boda não correspondem apenas à ideia atual de “sopa”. Trata-se de uma preparação em que o caldo resultante da cozedura da carne e dos enchidos é servido com massa e pão, enquanto a carne e os restantes componentes são apresentados à parte. A receita geralmente utiliza carne de borrego ou de cabrito, presunto, chouriço, sal, hortelã, pão caseiro e massa de cotovelos. A carne é cozida com um pedaço de presunto e um chouriço. Depois de a carne estar cozida, acrescentam-se a massa e um ramo de hortelã. O caldo e a massa são colocados sobre fatias finas de pão duro, sendo servidos à parte a carne, o presunto e os enchidos, cortados em pedaços.</p>
<p>Esta forma de confeção reúne vários elementos da cozinha tradicional da região: carne, enchidos, pão e massa numa mesma refeição. A utilização de pão duro, sobre o qual se deita o caldo, faz parte da própria preparação documentada da receita. O resultado é uma refeição composta pelo caldo, pela massa e pelo pão, acompanhados pela carne, pelo presunto e pelos enchidos.</p>
<p>A ligação às bodas e às ocasiões festivas não decorre apenas da designação. Um estudo etnográfico dedicado aos ritos de passagem em Rabacinas, no concelho de Proença-a-Nova, regista uma preparação designada localmente por sopas escaldadas. Segundo o testemunho recolhido pelos autores, este prato era associado às festas e aos casamentos, ocasiões em que se abatiam animais. O mesmo registo acrescenta que, em Vila Velha de Ródão, estas sopas eram conhecidas por “sopas de boda”. Os autores esclarecem que o trabalho resulta de recolhas etnográficas realizadas sobretudo nas décadas de 1980 e 1990 e que a realidade retratada corresponde, em grande medida, às décadas de 1920 a 1940; por isso, a fonte deve ser entendida como documentação de práticas e memórias de um contexto histórico específico, e não como descrição automática dos costumes atuais.</p>
<p>Mais do que uma receita, as Sopas de Boda estão associadas a uma dimensão de partilha e celebração. A documentação etnográfica relaciona preparações deste tipo com casamentos e festas, enquanto fontes municipais confirmam a continuidade da sua presença na gastronomia local. Em 2019, por exemplo, o Município de Vila Velha de Ródão registou a realização, em Sarnadas de Ródão, de um atelier gastronómico dedicado às “Sopas de Boda e Tigelada”, no âmbito do projeto Beira Baixa Cultural. A iniciativa apresentou as Sopas de Boda como um prato típico à base de carne de borrego ou cabrito, massa e pão.</p>
<p>Hoje, as Sopas de Boda continuam a fazer parte da identidade gastronómica de Vila Velha de Ródão. O prato reúne ingredientes e técnicas presentes na cozinha tradicional da Beira Baixa e estabelece uma ligação entre gastronomia e memória local. A sua presença em fontes municipais e em iniciativas de divulgação gastronómica demonstra que a receita continua a ser valorizada enquanto elemento do património alimentar do concelho.</p>
<p>Descobrir as Sopas de Boda é, por isso, conhecer uma tradição gastronómica de Vila Velha de Ródão em que pão, caldo, massa, carne e enchidos se encontram numa preparação associada à partilha e às celebrações. É também uma forma de conhecer, através da mesa, uma parte da história alimentar da Beira Baixa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<p>Henriques, F., Caninas, J. C., &amp; Gouveia, J. (2009). Baptizado, puberdade, casamento e morte em Rabacinas (Proença-a-Nova). AÇAFA On Line, 2. Associação de Estudos do Alto Tejo.</p>
<p>Município de Vila Velha de Ródão. (2019). Boletim Municipal de Vila Velha de Ródão, n.º 62. Município de Vila Velha de Ródão.</p>
<p>Município de Vila Velha de Ródão. (s.d.). Dados históricos: Gastronomia. Município de Vila Velha de Ródão.</p>
<p>Turismo Centro de Portugal. (s.d.). Receitas da Páscoa: Sopas de Boda. Turismo Centro de Portugal.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div></div></div></div></div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fim de semana de 14 a 16 de agosto de 2026</title>
		<link>https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-14-a-16-de-agosto-de-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tânia Moita]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 12:09:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[Conheça os eventos culturais e artísticos em destaque de 14 a 16 de agosto. As sugestões culturais da CCDR Centro privilegiam iniciativas promovidas ou protagonizadas por agentes culturais da região, evidenciando a diversidade artística e a vitalidade cultural do território. Para o próximo fim de semana, a seleção integra propostas que cruzam diferentes linguagens, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-5 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling" style="--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;" ><div class="fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start" style="max-width:1288px;margin-left: calc(-0% / 2 );margin-right: calc(-0% / 2 );"><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-4 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column" style="--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:0%;--awb-margin-bottom-large:0px;--awb-spacing-left-large:0%;--awb-width-medium:100%;--awb-spacing-right-medium:0%;--awb-spacing-left-medium:0%;--awb-width-small:100%;--awb-spacing-right-small:0%;--awb-spacing-left-small:0%;"><div class="fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column"><div class="fusion-text fusion-text-5"><p><em><strong>Conheça os eventos culturais e artísticos em destaque de 14 a 16 de agosto.</strong></em></p>
<p>As sugestões culturais da CCDR Centro privilegiam iniciativas promovidas ou protagonizadas por agentes culturais da região, evidenciando a diversidade artística e a vitalidade cultural do território. Para o próximo fim de semana, a seleção integra propostas que cruzam diferentes linguagens, territórios e públicos, incentivando a participação cultural em vários municípios da Região Centro.</p>
<div style="width: 1288px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-92639-1" width="1288" height="725" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2025/10/SDF_14agosto2026_site.mp4?_=1" /><a href="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2025/10/SDF_14agosto2026_site.mp4">https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2025/10/SDF_14agosto2026_site.mp4</a></video></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Ovar</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> 14 a 16 de agosto<br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Furadouro</p>
<p><strong>FURA FESTIVAL</strong></p>
<p>O FURA FESTIVAL regressa ao Furadouro com três dias de programação cultural, recreativa e ambiental distribuída pela marginal e por outros espaços da praia. A componente artística inclui espetáculos de clown e artes de rua, concertos e a criação de dança <em>Pátria, Herança em Corpo</em>, da Sonhos de Violeta, associação de Ovar, cruzando cultura, comunidade e território costeiro.</p>
<p>O programa integra ainda experiências desportivas, um mercado urbano e uma ação de limpeza de praia.</p>
<p>Entrada livre. Algumas atividades requerem inscrição obrigatória.</p>
<p><a href="https://cultura.cm-ovar.pt/pt/menu/6650/fura-festival.aspx">More information</a> | <a href="https://www.facebook.com/ovarcultura/">Facebook</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Fundão</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> 14 a 16 de agosto<br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Pêro Viseu</p>
<p><strong>Pêro Viseu na Rua</strong></p>
<p>A 10.ª edição do <em>Pêro Viseu na Rua</em> leva música, artes circenses, teatro, fanfarra, artesanato, gastronomia e produtos regionais às ruas da freguesia. A abertura conta com a <a href="https://www.facebook.com/perovisense">Banda Filarmónica Perovisense</a>, formação centenária de Pêro Viseu, seguindo-se ao longo do fim de semana atuações de Trio Alcatifa, Jerónimo &amp; Cro-Magnon e Picadinhos da Concertina.</p>
<p>A iniciativa valoriza as tradições, a criatividade local e a participação da comunidade, incluindo também um espaço dedicado ao público infantil.</p>
<p><a href="https://www.cm-fundao.pt/index.php/home/destaques-final/1337-pero-viseu-na-rua-2026">More information</a> | <a href="https://www.facebook.com/photo/?fbid=1481686644002634&amp;set=a.320399300131380">Facebook</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Porto de Mós</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> 14 de agosto | 17h00<br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Castelo de Porto de Mós</p>
<p><strong>Memórias de Melancolia e Luz</strong></p>
<p>Integrado nas Comemorações da Batalha de Aljubarrota, o concerto <em>Memórias de Melancolia e Luz</em> apresenta um programa de música antiga no Castelo de Porto de Mós. A interpretação está a cargo de António Alves, cantor, e Fernando Espanhol, na guitarra-lute, numa proposta que cruza música, património e memória histórica.</p>
<p>Entrada gratuita. O acesso ao Castelo de Porto de Mós é gratuito durante todo o dia.</p>
<p><a href="https://www.facebook.com/photo?fbid=1496205722541600&amp;set=a.628910929271088">Facebook</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Tondela</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> 14 e 16 de agosto | 21h00<br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Monte Nossa Senhora da Esperança, Mouraz e Vila Nova da Rainha | Parque de Merendas, Caparrosa</p>
<p><strong>Carrossel – 50 Anos Trigo Limpo Teatro ACERT</strong></p>
<p>O CLDS-5G Tondela, em parceria com a <a href="http://www.acert.pt">ACERT – Associação Cultural e Recreativa de Tondela</a>, leva <em>Carrossel – 50 Anos Trigo Limpo Teatro ACERT</em> a diferentes comunidades do concelho, no âmbito das comemorações dos 50 anos do Trigo Limpo Teatro ACERT. As apresentações decorrem a 14 de agosto, em Mouraz e Vila Nova da Rainha, e a 16 de agosto, em Caparrosa.</p>
<p>A iniciativa aproxima o teatro das populações através de programação cultural descentralizada.</p>
<p>Entrada gratuita.</p>
<p><a href="https://www.acert.pt/trigo-limpo/pecas/carrossel/">More information</a> | <a href="https://www.facebook.com/photo/?fbid=1555839459662879&amp;set=a.209715430941962">Facebook</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Sertã</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> 15 e 16 de agosto | 10h30 às 12h30<br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Jardim da Casa Atelier Tullio Victorino, Cernache do Bonjardim | Junto ao Mercado Municipal de Pedrógão Pequeno</p>
<p><strong>Conta e Cria</strong></p>
<p>Promovidas pelo Município da Sertã, através do CLDS 5G <em>Sertã Envolve</em>, as oficinas <em>Conta e Cria</em> destinam-se a crianças dos 3 aos 10 anos e combinam leitura e criação artística. Dinamizadas por Sofia Branco, da MariUp, as sessões partem do livro <em>Vê o lado bom</em>, de Clare Welsh, convidando os participantes a explorar cores, materiais e diferentes formas de expressão.</p>
<p>Participação gratuita e limitada a 15 crianças por oficina, mediante inscrição.</p>
<p><a href="https://cm-serta.pt/comunicacao/agendaserta/formacao-atelier-oficinas/oficinas-conta-e-cria-regressam-em-agosto-2026">More information</a> | <a href="https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1050431177388254&amp;set=pb.100072641430937.-2207520000&amp;type=3">Facebook</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Figueira da Foz</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> 15 de agosto | 11h00, 14h00 e 15h00<br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Igreja do Mosteiro de Santa Maria de Seiça, Paião</p>
<p><strong>Maria Formiga e a Mesa Farta dos Professos</strong></p>
<p>Integrada na Feira d’Ano de Seiça, a peça <em>Maria Formiga e a Mesa Farta dos Professos</em> estreia no Mosteiro de Santa Maria de Seiça, cruzando teatro, património e memória local no próprio espaço que inspira a criação. Com dramaturgia e adaptação de Emanuel Rodrigues, a partir de textos originais da Divisão de Monumentos Históricos do Município da Figueira da Foz, o espetáculo recupera episódios e vivências associados ao quotidiano do antigo mosteiro cisterciense.</p>
<p>A criação propõe uma aproximação à história de Seiça através das artes performativas.</p>
<p>Entrada livre.</p>
<p><a href="https://www.facebook.com/photo/?fbid=1655226939976598&amp;set=a.327993976033241">Facebook</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Albergaria-a-Velha</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> 15 de agosto | 21h30<br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Monte da Senhora do Socorro</p>
<p><strong>41.º Festival Internacional de Folclore</strong></p>
<p>O 41.º Festival Internacional de Folclore reúne grupos de Portugal e Espanha numa noite dedicada à música, à dança e às tradições populares. Entre os participantes estão o <a href="https://www.facebook.com/grupofeav">Grupo Folclórico e Etnográfico de Albergaria-a-Velha</a>, o <a href="https://www.gfearzila.pt/inicio/">Grupo Folclórico e Etnográfico de Arzila</a>, de Coimbra, e o Grupo Folclórico de Crastovães, de Trofa, Águeda, a par de formações da Maia e de Espanha.</p>
<p>O encontro valoriza o património tradicional através da música, dos trajes, da dança e da participação comunitária.</p>
<p><a href="https://www.facebook.com/photo/?fbid=1504942221671765&amp;set=gm.1522640582946319">Facebook</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Figueiró dos Vinhos</strong><br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> 15 a 23 de agosto<br />
<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Vários espaços de Figueiró dos Vinhos</p>
<p><strong>Fazunchar — As Linhas que nos Vestem</strong></p>
<p>A 8.ª edição do Fazunchar propõe uma reflexão sobre identidade, memória e comunidade através de murais, escultura, residências artísticas, oficinas e projetos comunitários. A programação integra intervenções do Projecto Ruído, Francisco.co e Catarina Glam, residências de Nuno Miles e Pedro Guerra e atividades com Pitanga e A Avó Veio Trabalhar.</p>
<p>O festival inclui ainda visitas guiadas, conversas, um mercado de autor e concertos de Noiserv, Zarko, DJ ivo.i.am e Djs Demi Johns.</p>
<p><a href="https://fazunchar.pt/">More information</a> | <a href="https://www.facebook.com/fazunchar">Facebook</a> | <a href="https://www.instagram.com/fazunchar.fv">Instagram</a></p>
<h6>*******************************************************</h6>
<h6>Histórico</h6>
<p>https://www.ccdrc.pt/sugestoes-culturais-de-fim-de-semana-na-regiao-centro-2/</p>
<p><strong><a href="https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-7-a-9-de-agosto-de-2026/" target="_blank" rel="noopener">Fim de semana de 7 a 9 de agosto de 2026</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-30-de-julho-a-2-de-agosto-de-2026/" target="_blank" rel="noopener">Fim de semana de 30 de julho a 2 de agosto de 2026</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-24-a-26-de-julho-de-2026/" target="_blank" rel="noopener">Fim de Semana de&nbsp;24 a 26 de julho de 2026</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-16-a-19-de-julho-de-2026/" target="_blank" rel="noopener">Fim de semana de 16 a 19 de julho de 2026</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-10-a-12-de-julho-de-2026/" target="_blank" rel="noopener">Fim de semana de 10 a 12 de julho de 2026</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-3-a-5-de-julho-de-2026/" target="_blank" rel="noopener">Fim de semana de 3 a 5 de julho de 2026</a></strong></p>
<p><a href="https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-26-a-28-de-junho-de-2026/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fim de semana de 26 a 28 de junho de 2026</strong></a></p>
<p><strong><a href="https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-17-a-21-de-junho-de-2026/" target="_blank" rel="noopener">Fim de semana de 17 a 19 de junho de 2026</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-12-a-14-de-junho-de-2026/" target="_blank" rel="noopener">Fim de semana de 12 a 14 de junho de 2026</a></strong></p>
<p><a href="https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-4-a-7-de-junho-de-2026/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fim de semana de 4 a 7 de junho de 2026</strong></a></p>
<p><a href="https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-29-a-31-de-maio-de-2026-2/" target="_blank" rel="noopener"><b>Fim de semana de 29 a 31 de maio de 2026</b></a></p>
<p><strong><a href="https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-21-a-24-de-maio-de-2026/" target="_blank" rel="noopener">Fim de semana de 21 a 24 de maio de 2026</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-14-a-17-de-maio-de-2026/" target="_blank" rel="noopener">Fim de semana de 14 a 17 de maio de 2026</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-8-a-10-de-maio-de-2026/" target="_blank" rel="noopener">Fim de semana de 8 a 10 de maio de 2026</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-30-de-abril-a-3-de-maio-de-2026/" target="_blank" rel="noopener">Fim de semana de 30 de abril a 3 de maio de 2026</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-24-a-26-de-abril-de-2026/" target="_blank" rel="noopener">Fim de semana de 24 a 26 de abril de 2026</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-17-a-19-de-abril-de-2026/" target="_blank" rel="noopener">Fim de semana de 17 a 19 de abril de 2026</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-10-a-12-de-abril-de-2026/" target="_blank" rel="noopener">Fim de semana de 10 a 12 de abril de 2026</a></strong></p>
<p><a href="https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-1-a-4-de-abril-de-2026/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fim de semana de 1 a 4 de abril de 2026</strong></a></p>
<p><strong><a href="https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-26-a-29-de-marco-de-2026/" target="_blank" rel="noopener">Fim de semana de 26 a 29 de março de 2026</a></strong></p>
<p><a href="https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-19-a-22-de-marco-de-2026/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fim de semana de 19 a 22 de março de 2026</strong></a></p>
<p><strong><a href="https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-13-a-15-de-marco-de-2026/" target="_blank" rel="noopener">Fim de semana de 13 a 15 de março de 2026</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-6-a-8-de-marco-de-2026/" target="_blank" rel="noopener">Fim de semana de 6 a 8 de março de 2026</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-26-a-28-de-fevereiro-de-2026/" target="_blank" rel="noopener">Fim de semana de 26 a 28 de fevereiro de 2026</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-19-a-23-de-fevereiro-de-2026/" target="_blank" rel="noopener">Fim de semana de 19 a 23 de fevereiro de 2026</a></strong></p>
<p><a href="https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-6-a-8-de-fevereiro-de-2026/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fim de semana de 6 a 8 de fevereiro de 2026</strong></a></p>
<p><strong><a href="https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-28-de-janeiro-a-2-de-fevereiro-de-2026/" target="_blank" rel="noopener">Fim de semana de 28 de janeiro a 2 de fevereiro de 2026</a></strong></p>
<p><a href="https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-23-a-25-de-janeiro-de-2026/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fim de semana de 23 a 25 de janeiro de 2026</strong></a></p>
<p><strong><a href="https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-16-a-18-de-janeiro-de-2026/" target="_blank" rel="noopener">Fim de semana de 16 a 18 de janeiro de 2026</a></strong></p>
<p><a href="https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-9-a-11-de-janeiro-de-2026/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fim de semana de 9 a 11 de janeiro de 2026</strong></a></p>
<p><strong><a href="https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-25-a-28-de-dezembro-de-2025/" target="_blank" rel="noopener">Fim de semana de 25 a 28 de dezembro de 2025</a></strong></p>
<p><a href="https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-18-a-23-de-dezembro-de-2025/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fim de semana de 18 a 23 de dezembro de 2025</strong></a></p>
<p><strong><a href="https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-11-a-14-de-dezembro-de-2025/" target="_blank" rel="noopener">Fim de semana de 11 a 14 de dezembro de 2025</a></strong></p>
<p><a href="https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-5-a-7-de-dezembro-de-2025/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fim de semana de 5 a 8 de dezembro de 2025</strong></a></p>
<p class="articlesh1"><strong><a href="https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-28-de-novembro-a-1-de-dezembro/" target="_blank" rel="noopener">Fim de semana de 28 de novembro a 1 de dezembro</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-20-a-23-de-novembro-de-2025/" target="_blank" rel="noopener">Fim de semana de 20 a 23 de novembro de 2025</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-13-a-16-de-novembro-de-2025/" target="_blank" rel="noopener">Fim de semana de 13 a 16 de novembro de 2025</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-6-a-9-de-novembro-de-2025/" target="_blank" rel="noopener">Fim de Semana de 6 a 9 de novembro de 2025</a></strong></p>
<p class="articlesh1"><strong><a href="https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-31-de-outubro-a-2-de-novembro-de-2025/" target="_blank" rel="noopener">Fim de semana de 31 de outubro a 2 de novembro de 2025</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-24-e-26-de-outubro-de-2025/" target="_blank" rel="noopener">Fim de semana de 24 e 26 de outubro de 2025</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.ccdrc.pt/en/fim-de-semana-de-18-e-19-de-outubro-de-2025/" target="_blank" rel="noopener">Fim de semana de 18 e 19 de outubro de 2025</a></strong></p>
</div></div></div></div></div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vindima da casta Fernão Pires já começou no Polo de Inovação de Anadia</title>
		<link>https://www.ccdrc.pt/en/vindima-da-casta-fernao-pires-maria-gomes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria José Malheiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 07:22:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[A acontecer nos Polos]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura e Pescas]]></category>
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					<description><![CDATA[A vindima da parcela de 1 hectare de Fernão Pires (Maria Gomes) do Polo de Inovação de Anadia - Estação Vitivinícola da Bairrada teve início hoje, 18 de agosto, dando continuidade ao trabalho desenvolvido no âmbito dos projetos em execução no Polo.   A Fernão Pires, conhecida na região da Bairrada como Maria Gomes, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-6 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling" style="--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;" ><div class="fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start" style="max-width:1288px;margin-left: calc(-0% / 2 );margin-right: calc(-0% / 2 );"><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-5 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column" style="--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:0%;--awb-margin-bottom-large:0px;--awb-spacing-left-large:0%;--awb-width-medium:100%;--awb-spacing-right-medium:0%;--awb-spacing-left-medium:0%;--awb-width-small:100%;--awb-spacing-right-small:0%;--awb-spacing-left-small:0%;"><div class="fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column"><div class="fusion-text fusion-text-6"><div class="x_elementToProof">A vindima da parcela de 1 hectare de Fernão Pires (Maria Gomes) do Polo de Inovação de Anadia &#8211; Estação Vitivinícola da Bairrada teve início hoje, 18 de agosto, dando continuidade ao trabalho desenvolvido no âmbito dos projetos em execução no Polo.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div class="x_elementToProof">A Fernão Pires, conhecida na região da Bairrada como Maria Gomes, é uma das castas brancas de maior expressão em Portugal, assumindo particular relevância nos concelhos de Anadia, Mealhada e Oliveira do Bairro, onde representa mais de metade do encepamento branco.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div class="x_elementToProof">É uma casta de maturação precoce, produtiva e de fácil acumulação de açúcar, mas que também apresenta uma rápida perda de acidez à medida que avança a maturação. Em condições de menor disponibilidade hídrica, pode ainda ocorrer o enrugamento dos bagos, com impacto no seu valor enológico.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div class="x_elementToProof">Tendo em conta estas características e, em particular, a produção de vinho base para espumante, a estratégia passa por realizar a vindima numa fase de maturação ligeiramente mais precoce. O objetivo é obter menor graduação alcoólica e uma acidez mais marcada, preservando simultaneamente a expressão aromática característica da casta.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div class="x_elementToProof">Esta abordagem permitirá produzir uma matéria-prima adequada à elaboração de um vinho base para espumante, procurando assegurar frescura, equilíbrio, acidez e um perfil aromático elegante, essenciais para a posterior produção de espumante.</div>
<div class="x_elementToProof">Acompanhe esta vindima e o trabalho de inovação desenvolvido no Polo de Inovação de Anadia!</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>
<div class="wp-block-image"><img decoding="async" class="wpa-warning wpa-image-missing-alt alignnone size-full wp-image-92626" src="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/IMG_8875-scaled.jpeg" alt="" width="2560" height="1920" data-warning="Missing alt text" srcset="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/IMG_8875-16x12.jpeg 16w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/IMG_8875-200x150.jpeg 200w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/IMG_8875-400x300.jpeg 400w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/IMG_8875-500x375.jpeg 500w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/IMG_8875-600x450.jpeg 600w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/IMG_8875-700x525.jpeg 700w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/IMG_8875-768x576.jpeg 768w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/IMG_8875-800x600.jpeg 800w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/IMG_8875-1200x900.jpeg 1200w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/IMG_8875-1536x1152.jpeg 1536w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/IMG_8875-scaled.jpeg 2560w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></div>
<div class="wp-block-image"><img decoding="async" class="wpa-warning wpa-image-missing-alt alignnone size-fusion600 wp-image-92628" src="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/IMG_8872-scaled.jpeg" alt="" width="2560" height="1920" data-warning="Missing alt text" srcset="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/IMG_8872-16x12.jpeg 16w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/IMG_8872-200x150.jpeg 200w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/IMG_8872-400x300.jpeg 400w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/IMG_8872-500x375.jpeg 500w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/IMG_8872-600x450.jpeg 600w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/IMG_8872-700x525.jpeg 700w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/IMG_8872-768x576.jpeg 768w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/IMG_8872-800x600.jpeg 800w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/IMG_8872-1200x900.jpeg 1200w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/IMG_8872-1536x1152.jpeg 1536w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/IMG_8872-scaled.jpeg 2560w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></div>
</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>&nbsp;</div>
</div></div></div></div></div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Socalcos e muros de pedra seca: identidades da paisagem no Centro de Portugal</title>
		<link>https://www.ccdrc.pt/en/socalcos-e-muros-de-pedra-seca-identidades-da-paisagem-no-centro-de-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria José Malheiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 12:44:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[  Nas encostas do Centro de Portugal, os socalcos e os muros de pedra seca testemunham uma longa adaptação das comunidades ao relevo. Estas estruturas permitiram criar áreas agrícolas em terrenos inclinados, controlar o escoamento superficial e conservar o solo. Nas serras do Açor e da Estrela e no Maciço de Sicó, a construção recorreu [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image"><img decoding="async" class="wpa-warning wpa-image-missing-alt alignnone size-full wp-image-92614" src="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/terras-de-sico_muros-de-pedra-seca1900.600.jpg" alt="" width="1900" height="600" data-warning="Missing alt text" srcset="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/terras-de-sico_muros-de-pedra-seca1900.600-18x6.jpg 18w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/terras-de-sico_muros-de-pedra-seca1900.600-200x63.jpg 200w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/terras-de-sico_muros-de-pedra-seca1900.600-400x126.jpg 400w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/terras-de-sico_muros-de-pedra-seca1900.600-500x158.jpg 500w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/terras-de-sico_muros-de-pedra-seca1900.600-600x189.jpg 600w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/terras-de-sico_muros-de-pedra-seca1900.600-700x221.jpg 700w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/terras-de-sico_muros-de-pedra-seca1900.600-768x243.jpg 768w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/terras-de-sico_muros-de-pedra-seca1900.600-800x253.jpg 800w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/terras-de-sico_muros-de-pedra-seca1900.600-1200x379.jpg 1200w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/terras-de-sico_muros-de-pedra-seca1900.600-1536x485.jpg 1536w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/terras-de-sico_muros-de-pedra-seca1900.600.jpg 1900w" sizes="(max-width: 1900px) 100vw, 1900px" /></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nas encostas do Centro de Portugal, os socalcos e os muros de pedra seca testemunham uma longa adaptação das comunidades ao relevo. Estas estruturas permitiram criar áreas agrícolas em terrenos inclinados, controlar o escoamento superficial e conservar o solo. Nas serras do Açor e da Estrela e no Maciço de Sicó, a construção recorreu aos materiais disponíveis localmente. O xisto é característico de grande parte da Serra do Açor, enquanto o granito tem uma presença dominante na Serra da Estrela. No Maciço de Sicó, as rochas calcárias jurássicas definem a geologia e a paisagem.</p>
<p>Um socalco é uma parcela de terreno agrícola criada numa vertente através da sua regularização e sustentada, frequentemente, por um muro. A sucessão destas plataformas reduz o declive efetivo das áreas cultivadas e permite reter solo que, de outro modo, seria mais facilmente mobilizado pela água. Na construção em pedra seca, as pedras são dispostas sem argamassa. A estabilidade depende da preparação da base, da seleção e do encaixe dos elementos, da geometria do muro e da forma como este responde às cargas do terreno. A própria estrutura permite a passagem de água, reduzindo a acumulação de pressão no tardoz do muro.</p>
<p>Os terraços agrícolas desempenham, assim, uma função de conservação do solo e de gestão da água. Ao interromperem a continuidade da vertente, podem reduzir a velocidade do escoamento superficial, favorecer a infiltração e reter sedimentos. Estudos experimentais realizados no Mediterrâneo demonstram que a degradação dos muros de pedra seca pode aumentar significativamente as perdas de solo. Num estudo realizado no Chipre, por exemplo, a degradação dos muros esteve associada a um aumento de 3,8 vezes da perda de solo.</p>
<p>No Centro de Portugal, o projeto TERRISC estudou especificamente estas relações nas serras do Açor e da Estrela, analisando a estrutura, o estado de conservação e o funcionamento das paisagens de socalcos. Foram desenvolvidos estudos de campo nos concelhos de Arganil, Oliveira do Hospital e Seia.</p>
<p>Os socalcos não resultam de uma intervenção única. São o produto de sucessivas transformações das encostas, associadas às necessidades agrícolas, aos recursos disponíveis e aos conhecimentos técnicos das comunidades. A construção e manutenção dos muros exigiam conhecimento do terreno, das propriedades da pedra e do comportamento da água. Este saber era transmitido localmente e integrado num sistema mais amplo, que incluía parcelas agrícolas, caminhos, linhas de água, sistemas de rega e outras estruturas associadas à exploração do território. Por isso, um muro de pedra seca não deve ser entendido apenas como um elemento construtivo. A sua importância resulta também da relação com a parcela, a encosta e os usos que lhe deram origem.</p>
<p>A transformação das economias rurais, sobretudo a partir da segunda metade do século XX, contribuiu para o abandono de parte das áreas agrícolas de montanha. A diminuição da atividade agrícola e da manutenção regular das estruturas favoreceu a degradação de muitos socalcos e muros. Quando um muro perde estabilidade, pequenas ruturas podem evoluir para colapsos. A sua degradação modifica a circulação da água e pode aumentar a mobilização de solo. A investigação experimental sobre terraços agrícolas confirma que a conservação dos muros é relevante para limitar a erosão. Esta questão assume particular importância em áreas sujeitas a incêndios. A remoção ou redução da cobertura vegetal pode aumentar o escoamento superficial e a erosão após episódios de precipitação intensa. Os socalcos podem contribuir para atenuar esses processos, mas a sua eficácia depende do estado de conservação, das características da vertente, do solo e da intensidade da precipitação. A relação não deve, por isso, ser entendida como uma proteção automática contra os efeitos dos incêndios.</p>
<p>A pedra seca é também uma técnica e um conhecimento tradicional. A seleção da pedra, a preparação da base, a disposição dos blocos e a criação de condições adequadas de drenagem exigem experiência e conhecimento das características do local. Este saber-fazer tem hoje reconhecimento patrimonial. Em 2026, a manifestação “Arte da construção dos muros em pedra seca no Maciço Calcário de Sicó” foi inscrita no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial, na categoria de processos e técnicas tradicionais de “Arquitetura e Construção”. A prática abrange a região de Sicó-Alvaiázere, nos distritos de Leiria e Coimbra, e mantém-se ativa tanto na construção de novos muros como na reabilitação de estruturas existentes.</p>
<p>O caso de Sicó mostra que a pedra seca não pertence apenas ao passado. O conhecimento tradicional continua a ser mobilizado e adaptado às necessidades atuais, mantendo a relação entre técnica construtiva, matéria-prima e território.</p>
<p>Os socalcos e os muros de pedra seca constituem uma infraestrutura tradicional de adaptação das encostas. Foram desenvolvidos a partir da experiência acumulada pelas comunidades rurais e continuam a responder a questões atuais de conservação do solo, gestão da água e valorização da paisagem. Entre o Açor, a Estrela e Sicó, estas estruturas permitem compreender como as comunidades transformaram o relevo sem deixar de depender das suas características naturais. São, simultaneamente, elementos de uma paisagem agrícola, testemunhos de práticas construtivas e expressão de um conhecimento local que permanece relevante para a gestão do território.</p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<p>Cunha, L., &amp; Dimuccio, L. A. (2014). Formas e processos cársicos nos maciços calcários do Centro de Portugal: O caso particular do Maciço de Sicó. Revista Brasileira de Geomorfologia, 15(4). <a href="https://doi.org/10.20502/rbg.v15i4.542">https://doi.org/10.20502/rbg.v15i4.542</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Melancia do Ladoeiro: um produto ligado à terra e à identidade de Idanha-a-Nova</title>
		<link>https://www.ccdrc.pt/en/melancia-do-ladoeiro-um-produto-ligado-a-terra-e-a-identidade-de-idanha-a-nova/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria José Malheiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 12:10:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[  No Ladoeiro, freguesia do concelho de Idanha-a-Nova, a melancia faz parte da paisagem agrícola e da identidade local. Associada à Campina de Idanha, a sua produção ganhou expressão ao longo dos anos e tornou-se uma das referências da agricultura e da gastronomia deste território. A Melancia do Ladoeiro é um produto que se afirma [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image"><img decoding="async" class="wpa-warning wpa-image-missing-alt alignnone size-full wp-image-92604" src="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/Foto_Melancia-do-Ladoeiro1900.600.jpg" alt="" width="1900" height="600" data-warning="Missing alt text" srcset="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/Foto_Melancia-do-Ladoeiro1900.600-18x6.jpg 18w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/Foto_Melancia-do-Ladoeiro1900.600-200x63.jpg 200w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/Foto_Melancia-do-Ladoeiro1900.600-400x126.jpg 400w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/Foto_Melancia-do-Ladoeiro1900.600-500x158.jpg 500w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/Foto_Melancia-do-Ladoeiro1900.600-600x189.jpg 600w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/Foto_Melancia-do-Ladoeiro1900.600-700x221.jpg 700w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/Foto_Melancia-do-Ladoeiro1900.600-768x243.jpg 768w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/Foto_Melancia-do-Ladoeiro1900.600-800x253.jpg 800w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/Foto_Melancia-do-Ladoeiro1900.600-1200x379.jpg 1200w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/Foto_Melancia-do-Ladoeiro1900.600-1536x485.jpg 1536w, https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/Foto_Melancia-do-Ladoeiro1900.600.jpg 1900w" sizes="(max-width: 1900px) 100vw, 1900px" /></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>No Ladoeiro, freguesia do concelho de Idanha-a-Nova, a melancia faz parte da paisagem agrícola e da identidade local. Associada à Campina de Idanha, a sua produção ganhou expressão ao longo dos anos e tornou-se uma das referências da agricultura e da gastronomia deste território.</p>
<p>A Melancia do Ladoeiro é um produto que se afirma pela ligação à terra onde é produzido. Mais do que um fruto de verão, representa uma atividade agrícola com presença na comunidade e uma relação próxima entre produtores, território e consumidores. A produção de melancia integra uma paisagem agrícola marcada pela diversidade e pela tradição hortofrutícola. Ao longo dos anos, diferentes variedades têm sido cultivadas na região, contribuindo para a diversidade do produto e para a sua presença na economia e na cultura alimentar local.</p>
<p>A relação entre a melancia e o Ladoeiro ultrapassa, por isso, a dimensão agrícola. O produto tornou-se também um elemento de promoção do território e de valorização dos seus produtores. O Município de Idanha-a-Nova associa a Melancia do Ladoeiro à Campina de Idanha e à identidade agrícola do concelho, promovendo-a através de iniciativas que aproximam o produto da comunidade e de quem visita a região. Esta ligação ganha particular expressão no Festival da Melancia do Ladoeiro, um dos momentos de maior visibilidade do produto. O evento reúne produtores, população e visitantes em torno da melancia, integrando mercado de produtores, gastronomia, concursos, demonstrações culinárias, animação e outras atividades.</p>
<p>A valorização da Melancia do Ladoeiro conheceu também um importante passo em 2018, quando o Município de Idanha-a-Nova anunciou o registo da marca e a intenção de avançar com um processo de qualificação com Denominação de Origem Protegida (DOP). Este processo refletia a vontade de reforçar a identidade do produto, a sua ligação ao território e a valorização da sua origem.</p>
<p>A força da Melancia do Ladoeiro está, assim, na relação entre produto, território e comunidade. A sua produção, a dedicação dos agricultores e a continuidade das iniciativas que lhe são dedicadas contribuem para manter viva uma tradição agrícola que faz parte da identidade do Ladoeiro.</p>
<p>Para quem visita a região durante a época da melancia, conhecer este produto é também uma forma de descobrir o território através dos seus sabores e da sua agricultura. É uma oportunidade para contactar com os produtores locais, conhecer a paisagem da Campina de Idanha e experimentar um produto que ganhou um lugar próprio na identidade do Ladoeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<p>Município de Idanha-a-Nova. (2018, 18 de julho). Melancia do Ladoeiro a caminho da certificação DOP. Município de Idanha-a-Nova</p>
<p>Rodrigues, I. C. N. (2013). Avaliação de parâmetros de qualidade em melancia cultivada na região do Ladoeiro [Dissertação de mestrado, Instituto Politécnico de Castelo Branco]. Repositório Científico do Instituto Politécnico de Castelo Branco. Repositório Científico do IPCB</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reposição da Legalidade</title>
		<link>https://www.ccdrc.pt/en/reposicao-da-legalidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Madalena Pimentel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 08:38:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid ispermalink="false">https://www.ccdrc.pt/?p=92534</guid>

					<description><![CDATA[A reposição da legalidade constitui uma vertente essencial da atividade de fiscalização, visando fazer cessar situações de desconformidade com as disposições legais e regulamentares aplicáveis e restabelecer, sempre que legalmente exigível, a situação existente antes da prática da infração. Sempre que, no âmbito das ações de fiscalização, sejam detetadas intervenções, usos ou atividades ilegais, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-7 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling" style="--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;" ><div class="fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start" style="max-width:1288px;margin-left: calc(-0% / 2 );margin-right: calc(-0% / 2 );"><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-6 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column" style="--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:0%;--awb-margin-bottom-large:0px;--awb-spacing-left-large:0%;--awb-width-medium:100%;--awb-spacing-right-medium:0%;--awb-spacing-left-medium:0%;--awb-width-small:100%;--awb-spacing-right-small:0%;--awb-spacing-left-small:0%;"><div class="fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column"><div class="fusion-text fusion-text-7"><p>A reposição da legalidade constitui uma vertente essencial da atividade de fiscalização, visando fazer cessar situações de desconformidade com as disposições legais e regulamentares aplicáveis e restabelecer, sempre que legalmente exigível, a situação existente antes da prática da infração.</p>
<p>Sempre que, no âmbito das ações de fiscalização, sejam detetadas intervenções, usos ou atividades ilegais, podem ser determinadas, pelas entidades competentes e nos termos previstos nos respetivos regimes jurídicos, as medidas necessárias à reposição da legalidade, incluindo a cessação de atividades ou utilizações, a remoção ou demolição de obras e estruturas, a recuperação dos terrenos e a reposição das condições ambientais ou territoriais afetadas.</p>
<p>Estas medidas têm natureza distinta do procedimento contraordenacional e da aplicação de coimas ou sanções acessórias, podendo ser adotadas independentemente da existência ou do desenvolvimento de procedimento sancionatório, nos termos da legislação aplicável.</p>
<p>No âmbito das suas atribuições, a CCDR Centro, acompanha e promove a adoção das medidas de reposição da legalidade que sejam da sua competência, articulando a sua atuação com os municípios, as forças de segurança e as demais entidades com competências específicas em razão da matéria.</p>
</div></div></div></div></div>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Procedimentos concursais a decorrer</title>
		<link>https://www.ccdrc.pt/en/procedimentos-concursais-a-decorrer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Madalena Pimentel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 14:29:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[Faça a sua candidatura no site de recrutamento online da CCDR Centro   Aviso n.º 19602/2026/2 - Lista de Conclusão com sucesso do período experimental na carreira de técnico superior de vários trabalhadores ****************************************************************************** Abertura de procedimento concursal para provimento de um cargo de direção intermédia de 1.º grau, para diretor da Unidade de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-8 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling" style="--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;" ><div class="fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start" style="max-width:1288px;margin-left: calc(-0% / 2 );margin-right: calc(-0% / 2 );"><div class="fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-7 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column" style="--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:0%;--awb-margin-bottom-large:0px;--awb-spacing-left-large:0%;--awb-width-medium:100%;--awb-spacing-right-medium:0%;--awb-spacing-left-medium:0%;--awb-width-small:100%;--awb-spacing-right-small:0%;--awb-spacing-left-small:0%;"><div class="fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column"><div class="fusion-text fusion-text-8"><h5><em><a href="https://recrutamento.ccdrc.pt/" target="_blank" rel="noopener">Faça a sua candidatura no site de recrutamento online da CCDR Centro</a></em></h5>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/08/Aviso-n.o-19602_2026_2.pdf">Aviso n.º 19602/2026/2</a> &#8211; Lista de Conclusão com sucesso do período experimental na carreira de técnico superior de vários trabalhadores</p>
<p>******************************************************************************</p>
<p>Abertura de procedimento concursal para provimento de um cargo de direção intermédia de 1.º grau, para diretor da Unidade de Agricultura e Pescas.</p>
<p><a href="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/02/Aviso_Diretor-UAP.pdf" target="_blank" rel="noopener">Aviso Integral</a></p>
<p><a href="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/02/Aviso-extrato-UAP.pdf" target="_blank" rel="noopener">Aviso extrato</a></p>
<p><a href="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/02/Ata-1_Ata-Metodos_Seleccao_Unidade-Agricultura-e-Pescas_assinado.pdf" target="_blank" rel="noopener">Ata 1</a></p>
<p><a href="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/02/BEP-OE202602-0420.pdf">BEP OE202602/0420</a></p>
<p>******************************************************************************</p>
<p>Abertura de procedimento concursal para provimento de um cargo de direção intermédia de 1.º grau, para diretor da Unidade de Desenvolvimento Rural e Agroalimentar.</p>
<p><a href="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/02/Aviso_Diretor-UDRA.pdf" target="_blank" rel="noopener">Aviso Integral</a></p>
<p><a href="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/02/Aviso-extrato-UDRA.pdf" target="_blank" rel="noopener">Aviso extrato</a></p>
<p><a href="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/02/Ata-1_Ata-Metodos_Seleccao_Unidade-Desenvolvimento-Rural-e-Agroalimentar_assinado.pdf" target="_blank" rel="noopener">Ata 1</a></p>
<p><a href="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/02/BEP-OE202602-0423.pdf" target="_blank" rel="noopener">BEP OE202602/0423</a></p>
<p>******************************************************************************</p>
<p><span data-olk-copy-source="MailCompose">A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro,I.P. (CCDR Centro) torna público a abertura de procedimento concursal para provimento de um cargo de direção intermédia de 2.º grau, para chefe da Divisão de Apoio ao Conselho Diretivo.</span></p>
<p><a href="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/01/Aviso-Concurso-DACD-Chefe-de-divisao.pdf" target="_blank" rel="noopener">Aviso Integral</a></p>
<p><a href="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/01/Extrato.pdf" target="_blank" rel="noopener">Aviso Extrato</a></p>
<p><a href="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/01/ATA-1-concurso-DACD-chefe-divisao_VF_signed_signed.pdf" target="_blank" rel="noopener">Ata 1</a></p>
<p><a href="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2026/01/Publicacao-BEP.pdf" target="_blank" rel="noopener">BEP OE202601/0137</a></p>
<p>******************************************************************************</p>
<p><span data-olk-copy-source="MailCompose">A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro,I.P. (CCDR Centro) torna público a abertura de procedimento concursal para provimento de um cargo de direção intermédia de 2.º grau, para chefe da Divisão de Comunicação.</span></p>
<div><a href="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2025/12/Aviso-Concurso-DC-1.pdf" target="_blank" rel="noopener">Aviso Integral</a></div>
<div>&nbsp;</div>
<div><a href="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2025/12/Extrato-1.pdf" target="_blank" rel="noopener">Aviso Extrato</a></div>
<div>&nbsp;</div>
<div><a href="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2025/12/ATA-1-concurso-DC-chefe-divisão_VF_signed_signed_signed.pdf" target="_blank" rel="noopener">Ata n.º1</a></div>
<div>&nbsp;</div>
<div><a href="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2025/12/Aviso-BEP-2.pdf" target="_blank" rel="noopener">BEP &#8211; OE202512/0632</a></div>
<div>&nbsp;</div>
<div>******************************************************************************</div>
<p>A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro,I.P., torna público a abertura de procedimento concursal para provimento de um cargo de direção intermédia de 2.º grau, para chefe da Divisão de Auditoria</p>
<p><a href="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2025/12/Aviso-Integral.pdf">Aviso Integral</a></p>
<p><a href="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2025/12/Extrato-DR.pdf">Aviso extrato</a></p>
<p><a href="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2025/12/Ata-1.pdf">Ata 1</a></p>
<p><a href="https://www.ccdrc.pt/wp-content/uploads/2025/12/Publicacao-BEP.pdf" target="_blank" rel="noopener">BEP OE202512/0067</a></p>
</div></div></div></div></div>]]></content:encoded>
					
		
		
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