{"id":70328,"date":"2025-01-17T10:12:29","date_gmt":"2025-01-17T10:12:29","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/?p=70328"},"modified":"2025-07-08T15:18:10","modified_gmt":"2025-07-08T15:18:10","slug":"aquicultura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/pt\/aquicultura\/","title":{"rendered":"Aquicultura"},"content":{"rendered":"<div class=\"fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-1 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling\" style=\"--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;\" ><div class=\"fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start\" style=\"max-width:1288px;margin-left: calc(-0% \/ 2 );margin-right: calc(-0% \/ 2 );\"><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-0 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\" style=\"--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:0%;--awb-margin-bottom-large:0px;--awb-spacing-left-large:0%;--awb-width-medium:100%;--awb-spacing-right-medium:0%;--awb-spacing-left-medium:0%;--awb-width-small:100%;--awb-spacing-right-small:0%;--awb-spacing-left-small:0%;\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\"><div class=\"fusion-text fusion-text-1\"><p>A Aquicultura consiste na cria\u00e7\u00e3o ou cultura de organismos aqu\u00e1ticos, aplicando t\u00e9cnicas concebidas para aumentar, para al\u00e9m das capacidades naturais do meio, a produ\u00e7\u00e3o dos referidos organismos.<\/p>\n<p>O contributo da aquicultura para o abastecimento global de peixes, crust\u00e1ceos e moluscos, tem aumentado a um ritmo de cerca de 8,8% ao ano, desde 1970. Em termos mundiais, a produ\u00e7\u00e3o de aquicultura equivale a cerca de metade de todo o peixe consumido no mundo, sendo a China o maior produtor mundial.<\/p>\n<p>A aquicultura nacional constitui uma importante alternativa \u00e0s formas tradicionais de abastecimento de pescado, sendo considerada um setor estrat\u00e9gico pelo Governo. A aquicultura portuguesa est\u00e1 bem posicionada para tirar partido de um mercado nacional grande consumidor de peixe e de um mercado comunit\u00e1rio altamente deficit\u00e1rio em produtos da pesca. Portugal possui uma tradi\u00e7\u00e3o de moluscicultura, produ\u00e7\u00e3o de peixes de \u00e1gua doce e salgada, uma tecnologia moderna, empres\u00e1rios empenhados e condi\u00e7\u00f5es geogr\u00e1ficas e clim\u00e1ticas, adequadas a estas atividades.<\/p>\n<p>De entre as principais &#8220;esp\u00e9cies&#8221; produzidas em aquicultura no nosso Pa\u00eds, os bivalves produzidos em regime extensivo representam uma parte significativa da produ\u00e7\u00e3o nacional. As estrat\u00e9gias de desenvolvimento da aquicultura incorporam muitas das recomenda\u00e7\u00f5es constantes de c\u00f3digos de pr\u00e1tica de aquicultura respons\u00e1vel, verificando-se que no nosso Pa\u00eds, as empresas e os profissionais deste subsetor, partilham o mesmo tipo de preocupa\u00e7\u00f5es e princ\u00edpios defendidos pelos seus cong\u00e9neres Europeus. S\u00e3o evidentes os esfor\u00e7os de coordena\u00e7\u00e3o entre as autoridades, para direcionar o desenvolvimento e a aplica\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas, regulamenta\u00e7\u00e3o e procedimentos, no sentido da sustentabilidade ambiental, econ\u00f3mica e social da atividade de aquicultura.<\/p>\n<p>Os objetivos para a aquicultura europeia visam criar emprego, disponibilizar aos consumidores produtos de qualidade e saud\u00e1veis, promover padr\u00f5es de salubridade e de bem-estar animal para as esp\u00e9cies cultivadas e assegurar o desenvolvimento ambientalmente equilibrado da atividade aqu\u00edcola. A aquicultura, desde que corretamente exercida, n\u00e3o deve ser considerada como uma amea\u00e7a ao ecossistema, nem o seu futuro hipotecado a favor de outras atividades utilizadoras das mesmas zonas costeiras.<\/p>\n<p>H\u00e1 indubitavelmente lugar para o desenvolvimento sustent\u00e1vel desta atividade numa perspetiva de gest\u00e3o integrada das zonas costeiras.<\/p>\n<p>Para esta finalidade consulte a informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel na&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.dgrm.mm.gov.pt\/web\/guest\/pesca-pp-licenciamento\">DGRM<\/a>&nbsp;ou no&nbsp;N\u00facleo de Pescas da Unidade de Desenvolvimento Rural e Agroalimentar.<\/p>\n<h2>Mais informa\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/www.ifap.pt\/portal\/promar-continente\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">ProMar<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.mar2020.pt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Mar2020<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/www.dgrm.mm.gov.pt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Dire\u00e7\u00e3o-Geral de Recursos Naturais, Seguran\u00e7a e Servi\u00e7os Mar\u00edtimos (DGRM)<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<h2>Documenta\u00e7\u00e3o relacionada| Mar, Pescas e Aquicultura<\/h2>\n<p><strong><u>Aquicultura<\/u><\/strong><\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/www.ccdrc.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/plano_estrategico_aquicultura_2014_2020.pdf\">Plano Estrat\u00e9gico para a Aquicultura Portuguesa<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>O plano de a\u00e7\u00e3o da Estrat\u00e9gia Nacional para o MAR 2014-2020 que p\u00f5e em execu\u00e7\u00e3o esta estrat\u00e9gia adota como objetivo no dom\u00ednio da aquicultura &#8220;o fomento desta atividade em linha com o crescimento do consumo&#8230;&#8221;, nomeadamente, com vista ao equil\u00edbrio e alinhamento da produ\u00e7\u00e3o com as necessidades de consumo.<\/p>\n<p><strong><u>Outros<\/u><\/strong><\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/www.ccdrc.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/peixes_agua_doce_portugal.pdf\">Peixes de \u00c1gua Doce de Portugal<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>&#8220;A fauna ictiol\u00f3gica das nossas \u00e1guas interiores \u00e9 muito pobre comparada com a de outros pa\u00edses da Europa. \u00c9 poss\u00edvel que mais algumas esp\u00e9cies venham ser registadas, mas o que parece fora de d\u00favida, \u00e9 que ser\u00e3o bem raras, o que n\u00e3o sucede nesses pa\u00edses em que vivem, para poderem ter escapado aos pescadores ou \u00e1s investiga\u00e7\u00f5es dos naturalistas. &#8220;. Boletim do Minist\u00e9rio da Agricultura<\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/www.ccdrc.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/guia_pratico_pescas.pdf\">Guia pr\u00e1tico &#8211; Pescas<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>Esta publica\u00e7\u00e3o apresenta breves informa\u00e7\u00f5es sobre os principais aspetos da evolu\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica no dom\u00ednio das pescas durante a \u00faltima legislatura. S\u00e3o tamb\u00e9m analisados os desafios que a pol\u00edtica das pescas ir\u00e1 enfrentar no futuro mais pr\u00f3ximo. Por \u00faltimo, s\u00e3o brevemente apresentadas as op\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis em termos de per\u00edcia interna e externa assegurada pelo Departamento Tem\u00e1tico B.<\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/www.ccdrc.pt\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/historiabacalhau_outrashistorias.pdf\">Hist\u00f3ria do Bacalhau e Outras Hist\u00f3rias<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>A hist\u00f3ria do Bacalhau est\u00e1 ligada aos prim\u00f3rdios da nossa nacionalidade. Nesta obra \u00e9-nos dada uma panor\u00e2mica da epopeia mar\u00edtima dos portugueses, particularmente na regi\u00e3o de Aveiro, em busca do &#8220;fiel amigo&#8221;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1451,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_eb_attr":"","inline_featured_image":false,"iawp_total_views":12,"footnotes":""},"categories":[172],"tags":[],"class_list":["post-70328","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/70328","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1451"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=70328"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/70328\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":80450,"href":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/70328\/revisions\/80450"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=70328"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=70328"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=70328"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}