{"id":83410,"date":"2025-10-14T07:55:35","date_gmt":"2025-10-14T07:55:35","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/?p=83410"},"modified":"2025-10-14T08:07:18","modified_gmt":"2025-10-14T08:07:18","slug":"outubro-e-o-mes-do-idoso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/en\/outubro-e-o-mes-do-idoso\/","title":{"rendered":"Outubro \u00e9 o M\u00eas do Idoso"},"content":{"rendered":"<div class=\"fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-1 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling\" style=\"--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;\" ><div class=\"fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start\" style=\"max-width:1288px;margin-left: calc(-0% \/ 2 );margin-right: calc(-0% \/ 2 );\"><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-0 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\" style=\"--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:0%;--awb-margin-bottom-large:0px;--awb-spacing-left-large:0%;--awb-width-medium:100%;--awb-spacing-right-medium:0%;--awb-spacing-left-medium:0%;--awb-width-small:100%;--awb-spacing-right-small:0%;--awb-spacing-left-small:0%;\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\"><div class=\"fusion-text fusion-text-1\"><p>Outubro \u00e9 o m\u00eas dedicado aos idosos \u2014 ou, para n\u00f3s da CCDR Centro, o m\u00eas de celebrar aqueles que carregam nas rugas as mais belas hist\u00f3rias, nas m\u00e3os o carinho mais genu\u00edno e no olhar a sabedoria que o tempo ensina.<\/p>\n<p>De acordo com o Centro de Informa\u00e7\u00e3o Europeia Jacques Delors (EUROCID), \u201co Dia Internacional do Idoso celebra-se anualmente a 1 de outubro. Este dia tem como objetivo destacar a import\u00e2ncia do idoso na sociedade, bem como consciencializar para as oportunidades e desafios do envelhecimento no nosso tempo\u201d. Em Portugal, contudo, outubro \u00e9 reconhecido como o m\u00eas do idoso.<\/p>\n<p>Na CCDR Centro, queremos que o Dia Internacional do Idoso seja mais do que uma data assinalada no calend\u00e1rio \u2014 que se transforme num convite \u00e0 reflex\u00e3o, ao respeito e \u00e0 gratid\u00e3o. Que possamos ver o envelhecer n\u00e3o como um fardo, mas como um privil\u00e9gio. Acreditamos que cada idoso \u00e9 um livro vivo, repleto de cap\u00edtulos de coragem, supera\u00e7\u00e3o e amor. Foram eles que abriram caminhos, transmitiram valores e mostraram, pelo exemplo, que o tempo n\u00e3o \u00e9 inimigo, mas um artista que molda a alma com ternura e for\u00e7a.<\/p>\n<p>N\u00e3o podemos esquecer que, \u201cdurante as pr\u00f3ximas tr\u00eas d\u00e9cadas, prev\u00ea-se que o n\u00famero de pessoas idosas em todo o mundo mais do que duplique, ultrapassando os 1,5 mil milh\u00f5es em 2050\u201d (EUROCID).<\/p>\n<p>Neste contexto, e tendo como inspira\u00e7\u00e3o o tema definido para 2025 \u2014 <em>\u201cAs Pessoas Idosas Impulsionam A\u00e7\u00f5es Locais e Globais: as Nossas Aspira\u00e7\u00f5es, o Nosso Bem-Estar e os Nossos Direitos\u201d<\/em> \u2014, iremos dar destaque ao projeto <a href=\"https:\/\/www.rostosdaaldeia.pt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>\u201cRostos da Aldeia\u201d<\/strong><\/a>, da Associa\u00e7\u00e3o Rostos da Aldeia liderado pela jornalista Lu\u00edsa Pinto, atrav\u00e9s da publica\u00e7\u00e3o de v\u00eddeos que evidenciam o papel transformador dos idosos na constru\u00e7\u00e3o de sociedades mais resilientes e equitativas.<\/p>\n<p>O projeto <strong>\u201cRostos da Aldeia\u201d<\/strong> \u00e9 uma plataforma dedicada \u00e0 partilha de hist\u00f3rias positivas de todos aqueles que contribuem para contrariar o despovoamento, dando voz a pessoas \u2014 jovens e idosas \u2014 que lutam para o inverter.<\/p>\n<p>Com o objetivo de valorizar os territ\u00f3rios de baixa densidade, as aldeias de Portugal s\u00e3o o ponto de partida para promover exemplos \u00fanicos ligados \u00e0 boa hospitalidade, \u00e0 gastronomia de qualidade, \u00e0s artes e of\u00edcios, \u00e0s tradi\u00e7\u00f5es e \u00e0 cultura popular \u2014 exemplos que refor\u00e7am as conex\u00f5es humanas, econ\u00f3micas e sociais essenciais ao desenvolvimento rural sustent\u00e1vel e inclusivo.<\/p>\n<p><strong>Almalagu\u00eas, Coimbra<\/strong><\/p>\n<p>Pertencente ao munic\u00edpio de Coimbra, Almalagu\u00eas \u00e9 uma freguesia que combina uma rica heran\u00e7a cultural, tradi\u00e7\u00f5es artesanais e uma paisagem diversificada. Fundada h\u00e1 mais de mil anos por um \u00e1rabe, diz-se que foi ele quem trouxe para Almalagu\u00eas o primeiro tear, inaugurando uma atividade que ainda hoje \u00e9 das mais fortes na regi\u00e3o. Com um movimento associativo muito forte, e uma not\u00e1vel coes\u00e3o para preservar iguarias gastron\u00f3micas como o arroz doce ou os negalhos, as tecedeiras de Almalagu\u00eas e o Encontro de Gaiteiros que a freguesia organiza todos os anos tornaram esta aldeia um interessante destino de visita.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.rostosdaaldeia.pt\/coimbra\/almalagues\/\">https:\/\/www.rostosdaaldeia.pt\/coimbra\/almalagues\/<\/a><\/p>\n<p><strong>Cabreira<\/strong> <strong>do C\u00f4a, Guarda<\/strong><\/p>\n<p>Cabreira do C\u00f4a \u00e9 uma pequena aldeia do distrito da Guarda, localizada no extremo oeste do concelho de Almeida, j\u00e1 bem perto da fronteira com Espanha. Com uma altitude m\u00e9dia de 720 metros, fica numa encosta da margem direita da Ribeira das Cabras, aninhando-se num pequeno vale abrigado por pedras arredondadas. O pequeno povoado tem no centro a Igreja Matriz, considerada uma das mais belas e amplas de todo o concelho. Tal como a igreja, tamb\u00e9m as muitas \u201calminhas\u201d situadas nas encruzilhadas dos caminhos, e com relevante valor art\u00edstico, chegam at\u00e9 n\u00f3s em precioso estado de conserva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Mas, se o patrim\u00f3nio natural e edificado \u00e9 merecedor de refer\u00eancia e visita, o patrim\u00f3nio humano \u00e9 ainda de maior impacto. \u00c9 na aldeia de Cabreira que vivem h\u00e1 quase 25 anos muitos dos companheiros da ASTA &#8211; Associa\u00e7\u00e3o Socioterap\u00eautica de Almeida, mostrando como \u00e9 poss\u00edvel uma verdadeira inclus\u00e3o social de pessoas com multidefici\u00eancia.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.rostosdaaldeia.pt\/guarda\/cabreira\/\">https:\/\/www.rostosdaaldeia.pt\/guarda\/cabreira\/<\/a><\/p>\n<p><strong>Alcaide, Fund\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>O Alcaide \u00e9 uma das mais antigas povoa\u00e7\u00f5es da Serra da Gardunha, com uma longa hist\u00f3ria. Passou de pequeno lugar a aldeia, depois foi vila e sede de concelho. Com a cria\u00e7\u00e3o do concelho do Fund\u00e3o, que agora integra, passou a ser freguesia e voltou a ser uma aldeia, com cerca de 580 habitantes. Mas nunca deixou de ser uma aldeia importante, ber\u00e7o de figuras pol\u00edticas como Jo\u00e3o Franco, ministro de D. Carlos, ou Cunha Leal, deputado constituinte. O Alcaide integra a rede das Aldeias de Montanha, com os seus invernos rigorosos e ver\u00f5es escaldantes e \u00e9 considerada uma aldeia t\u00edpica Beir\u00e3, onde se pode desfrutar da natureza que rodeia a aldeia e da bel\u00edssima paisagem envolvente que alcan\u00e7a os aluvi\u00f5es da Cova da Beira e a majestosa Serra da Estrela. \u00c9 conhecida pela qualidade das suas cerejas e pela exuber\u00e2ncia dos seus cogumelos. Organiza o curioso Festival dos M\u00edscaros, em novembro, e a maior festa da aldeia realiza-se em honra de S\u00e3o Mac\u00e1rio, tr\u00eas semanas depois da P\u00e1scoa.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.rostosdaaldeia.pt\/castelo-branco\/alcaide\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.rostosdaaldeia.pt\/castelo-branco\/alcaide\/<\/a><\/p>\n<p><strong>Figueir\u00f3 e Freixo da Serra, Gouveia<\/strong><\/p>\n<p>Est\u00e3o no territ\u00f3rio mais afastado da sede do concelho, Gouveia, e desde 2013 que s\u00e3o uma freguesia una, mas tanto Figueir\u00f3 da Serra como Freixo da Serra possuem uma identidade pr\u00f3pria que merece bem uma visita. Na aldeia de Figueir\u00f3 da Serra destaque para a curiosidade de, em tempos, ter sido sede da Ordem de Malta, e para a Capela de Santa Euf\u00e9mia onde existem dois pain\u00e9is atribu\u00eddos ao conhecido pintor do s\u00e9culo XV, Nuno Gon\u00e7alves. Em Freixo da Serra, um destaque para o Museu do Freixo, um antigo forno comunit\u00e1rio que se tornou uma esp\u00e9cie de casa de mem\u00f3ria onde \u00e9 poss\u00edvel conhecer tradi\u00e7\u00f5es e hist\u00f3rias de toda a regi\u00e3o.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.rostosdaaldeia.pt\/guarda\/figueiro-freixo-da-serra\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.rostosdaaldeia.pt\/guarda\/figueiro-freixo-da-serra\/<\/a><\/p>\n<p><strong>Manhouce, S\u00e3o Pedro do Sul<\/strong><\/p>\n<p>A freguesia de Manhouce \u00e9 uma das maiores do concelho de S\u00e3o Pedro do Sul. Situa-se em pleno maci\u00e7o da Serra da Gralheira, numa zona lim\u00edtrofe entre a Beira Litoral e a Beira Alta, e sempre soube equilibrar o isolamento proporcionado pelo ambiente serrano com os visitantes que a atravessavam desde o tempo dos romanos. Com uma riqueza etnogr\u00e1fica de assinalar, Manhouce \u00e9 tamb\u00e9m terra de assinal\u00e1veis atrativos naturais, como o famoso Po\u00e7o Negro, e iguarias gastron\u00f3micas &#8211; a vitela de Laf\u00f5es apascenta-se por aqui.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.rostosdaaldeia.pt\/viseu\/manhouce\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.rostosdaaldeia.pt\/viseu\/manhouce\/<\/a><\/p>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><strong>Jarmelo, Guarda<\/strong><\/p>\n<p>Jarmelo&nbsp;\u00e9 uma antiga&nbsp;<a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Vila\">vila<\/a>&nbsp;e sede de&nbsp;<a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Munic%C3%ADpio\">munic\u00edpio<\/a>&nbsp;<a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Portugal\">portugu\u00eas<\/a>, estatuto que perdeu em&nbsp;<a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/1855\">1855<\/a>, ano em que foi extinto e o seu territ\u00f3rio integrado no concelho (atual munic\u00edpio) da&nbsp;<a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Guarda\">Guarda<\/a>. As primeiras refer\u00eancias ao Jarmelo reportam \u00e0 Idade do Bronze. Em 1143, ano em que Portugal desenhou as suas fronteiras e D. Afonso Henriques assinou o tratado de Zamora, tamb\u00e9m rubricou a 1\u00aa Carta e Foral ao Jarmelo. Foi castro romano, vila medieval, sede de concelho. As reformas administrativas foram fragmentando o territ\u00f3rio e, hoje em dia, as pequenas aldeias espalham-se por mais do que uma freguesia. Reza a lenda que um dos executantes do assass\u00ednio de In\u00eas de Castro era de Jarmelo. Segundo a lenda D. Pedro I mandou destruir a vila de Jarmelo. Mas t\u00eam uma entidade pr\u00f3pria e, at\u00e9, uma ra\u00e7a aut\u00f3ctone: a vaca Jarmelista.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.rostosdaaldeia.pt\/guarda\/jarmelo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.rostosdaaldeia.pt\/guarda\/jarmelo\/<\/a><\/p>\n<p><strong>Campo Benfeito, Castro Daire<\/strong><\/p>\n<p>Situada a pouco mais de mil metros de altitude, a aldeia serrana de Campo Benfeito \u00e9 local de visita anual para os amantes do Festival Altitudes, organizado pelo Teatro Regional da Serra do Montemuro. E \u00e9 tamb\u00e9m destino dos que apreciam as pe\u00e7as de vestu\u00e1rio em tecidos tradicionais (como o burel, o linho, a l\u00e3, o algod\u00e3o) confecionados com um toque de ousadia e modernidade pelas mulheres que integram a cooperativa Capuchinhas. Uma aldeia que merece ser conhecida n\u00e3o s\u00f3 pelo seu patrim\u00f3nio cultural e edificado, mas, sobretudo, pelas suas gentes.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.rostosdaaldeia.pt\/viseu\/campo-benfeito\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.rostosdaaldeia.pt\/viseu\/campo-benfeito\/<\/a><\/p>\n<p><strong>Ferraria de S\u00e3o Jo\u00e3o, Penela<\/strong><\/p>\n<p>Localizada no concelho de Penela, a aldeia de Ferraria de S\u00e3o Jo\u00e3o integra a rede das Aldeias do Xisto, engrossando o n\u00facleo da Serra da Lous\u00e3. Tem pouco mais de 40 casas, e muitas permanecem desabitadas; mas h\u00e1 qualquer coisa especial em Ferraria, que tem permitido a chegada de novos habitantes. Pode ser a sua beleza natural (um anfiteatro de casas emoldurado por uma crista montanhosa), as suas tradi\u00e7\u00f5es seculares, as novas ofertas tur\u00edsticas. E, com certeza, a resili\u00eancia das suas gentes.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.rostosdaaldeia.pt\/coimbra\/ferraria-de-sao-joao\/\">https:\/\/www.rostosdaaldeia.pt\/coimbra\/ferraria-de-sao-joao\/<\/a><\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias:<\/strong><\/p>\n<p>EUROCID: <a href=\"https:\/\/eurocid.mne.gov.pt\/eventos\/dia-internacional-do-idoso\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/eurocid.mne.gov.pt\/eventos\/dia-internacional-do-idoso<\/a><\/p>\n<p>Rostos da Aldeia: <a href=\"https:\/\/www.rostosdaaldeia.pt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.rostosdaaldeia.pt\/<\/a><\/p>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1451,"featured_media":83419,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_eb_attr":"","inline_featured_image":false,"iawp_total_views":8,"footnotes":""},"categories":[763],"tags":[],"class_list":["post-83410","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-desenvolvimento-rural-agroalimentar-e-pescas"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/83410","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1451"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=83410"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/83410\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":83414,"href":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/83410\/revisions\/83414"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/83419"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=83410"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=83410"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=83410"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}