{"id":33641,"date":"2004-04-23T11:04:05","date_gmt":"2004-04-23T11:04:05","guid":{"rendered":""},"modified":"2023-10-27T12:27:07","modified_gmt":"2023-10-27T12:27:07","slug":"33641","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/en\/33641\/","title":{"rendered":"Noise"},"content":{"rendered":"<div class=\"fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-1 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling\" style=\"--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;\" ><div class=\"fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start\" style=\"max-width:1288px;margin-left: calc(-0% \/ 2 );margin-right: calc(-0% \/ 2 );\"><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-0 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\" style=\"--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:0%;--awb-margin-bottom-large:0px;--awb-spacing-left-large:0%;--awb-width-medium:100%;--awb-spacing-right-medium:0%;--awb-spacing-left-medium:0%;--awb-width-small:100%;--awb-spacing-right-small:0%;--awb-spacing-left-small:0%;\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\"><div class=\"fusion-text fusion-text-1\"><div class=\"searchbox\">\n<div class=\"value\">Data:&nbsp;&nbsp;<strong>sexta, 23 abril 2004<\/strong><\/div>\n<div class=\"value\">N\u00famero:&nbsp;<strong>145\/04<\/strong><\/div>\n<div class=\"value\">Respons\u00e1veis:&nbsp;&nbsp;<strong>Maria Jos\u00e9 Castanheira Neves<\/strong><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"article_content\">\n<div class=\"fulltext\">\n<p align=\"justify\">Ru\u00eddo; licenciamento ou autoriza\u00e7\u00e3o de edifica\u00e7\u00e3o; licenciamento ou autoriza\u00e7\u00e3o de utiliza\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<div align=\"justify\">&nbsp;<\/div>\n<p align=\"justify\">Em refer\u00eancia ao , e ao assunto mencionado em ep\u00edgrafe, temos a informar:<\/p>\n<p align=\"justify\">O decreto-lei n \u00ba 292\/2000, com a redac\u00e7\u00e3o dada pelo decreto-lei n \u00ba 259\/2002, de 23\/11, pretendeu enquadrar e dar resposta ao problema da polui\u00e7\u00e3o sonora, incluindo no seu \u00e2mbito de aplica\u00e7\u00e3o mat\u00e9rias de urbanismo e de ordenamento. Assim, o diploma aplica-se \u00e0s actividades ruidosas permanentes e tempor\u00e1rias suscept\u00edveis de causar incomodidade e entre elas destacamos, dado ser essa o \u00e2mbito da quest\u00e3o que nos formularam, a implanta\u00e7\u00e3o, constru\u00e7\u00e3o, reconstru\u00e7\u00e3o amplia\u00e7\u00e3o e utiliza\u00e7\u00e3o de edif\u00edcios. Mas, ao contr\u00e1rio do que parece pressupor a norma que regula o \u00e2mbito de aplica\u00e7\u00e3o deste diploma no que respeita \u00e0s mat\u00e9rias de urbanismo e de ordenamento, n\u00e3o s\u00e3o s\u00f3 as obras de edifica\u00e7\u00e3o e a respectiva utiliza\u00e7\u00e3o que est\u00e3o sujeitas a este decreto-lei mas tamb\u00e9m as opera\u00e7\u00f5es de loteamento e os empreendimentos tur\u00edsticos. Assim, os loteamentos e empreendimentos tur\u00edsticos que estiverem sujeitos a avalia\u00e7\u00e3o de impacto ambiental ( AIA ) ser\u00e3o objecto de aprecia\u00e7\u00e3o do cumprimento do diploma que estamos a analisar em sede da avalia\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio impacto ambiental.<\/p>\n<p align=\"justify\">O licenciamento destas opera\u00e7\u00f5es urban\u00edsticas, que n\u00e3o forem objecto de AIA, \u00e9 precedido da apresenta\u00e7\u00e3o de elementos justificativos do cumprimento do diploma e que s\u00e3o o extracto do mapa de ru\u00eddo ou, se este n\u00e3o existir, relat\u00f3rio sobre a recolha de dados ac\u00fasticos. Por sua vez o licenciamento de obras de edifica\u00e7\u00e3o exige a apresenta\u00e7\u00e3o de um projecto ac\u00fastico, que \u00e9 legalmente enquadrado como um dos projectos de especialidades. Esta exig\u00eancia est\u00e1, ali\u00e1s, de acordo com o disposto no ponto 5 do artigo 11 \u00ba da Portaria n \u00ba 1110\/2001, de 19\/08, que enuncia os diversos projectos de especialidades sendo um deles o projecto ac\u00fastico ( al\u00ednea j ). Consideramos, ainda, que a exig\u00eancia deste projecto de especialidade n\u00e3o se restringe aos licenciamentos sendo tamb\u00e9m aplic\u00e1vel \u00e0s autoriza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p align=\"justify\">Efectivamente, o artigo 12 \u00ba do citada Portaria prescreve que os pedidos de autoriza\u00e7\u00f5es devem ser instru\u00eddos com diversos elementos constantes dos pedidos de licenciamento e com os projectos de especialidades exig\u00edveis para os licenciamentos. Ora, se se exige projecto ac\u00fastico para os licenciamentos tamb\u00e9m tem que se exigir para as autoriza\u00e7\u00f5es, de acordo com o artigo 12 \u00ba da Portaria n \u00ba 1110\/2001, de 19\/08. Por \u00faltimo, os licenciamentos ou autoriza\u00e7\u00f5es de utiliza\u00e7\u00e3o ( bem como de abertura ou de funcionamento das actividades previstas no n \u00ba 2 do artigo 1 \u00ba ) carecem de pr\u00e9via certifica\u00e7\u00e3o do cumprimento do regime jur\u00eddico deste diploma. Esta certifica\u00e7\u00e3o pode ser efectuada de dois modos: &#8220;Pela pr\u00f3pria entidade licenciadora ou autorizadora; &#8221; Por meio de ensaios, inspec\u00e7\u00e3o ou vistoria ou vistoria a realizar por entidade ou empresa acreditada para este dom\u00ednio. Lembramos, ainda, que quando a lei emprega o verbo \u00ab poder \u00bb tal significa que estamos perante uma faculdade e n\u00e3o perante um dever. Quando se pretende que certo procedimento seja obrigat\u00f3rio utiliza-se precisamente o verbo \u00ab dever \u00bb<\/p>\n<p align=\"justify\">Maria Jos\u00e9 Castanheira Neves (Directora Regional da Administra\u00e7\u00e3o Local)<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p align=\"justify\">Ru\u00eddo; licenciamento ou autoriza\u00e7\u00e3o de edifica\u00e7\u00e3o; licenciamento ou autoriza\u00e7\u00e3o de utiliza\u00e7\u00e3o; <\/p>\n<div align=\"justify\">","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_eb_attr":"","inline_featured_image":false,"iawp_total_views":7,"footnotes":""},"categories":[357],"tags":[187],"class_list":["post-33641","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-pareceres-ate-2017","tag-text-layout"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33641","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33641"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33641\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":41734,"href":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33641\/revisions\/41734"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33641"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33641"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33641"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}