{"id":18714,"date":"2016-06-28T17:51:22","date_gmt":"2016-06-28T17:51:22","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ccdrc.pt\/ren-2\/"},"modified":"2025-07-09T15:38:24","modified_gmt":"2025-07-09T15:38:24","slug":"ren-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/en\/ren-2\/","title":{"rendered":"National Ecological Reserve (REN) \u2013 Legal Framework"},"content":{"rendered":"<div class=\"fusion-fullwidth fullwidth-box fusion-builder-row-1 fusion-flex-container nonhundred-percent-fullwidth non-hundred-percent-height-scrolling\" style=\"--awb-border-radius-top-left:0px;--awb-border-radius-top-right:0px;--awb-border-radius-bottom-right:0px;--awb-border-radius-bottom-left:0px;\" ><div class=\"fusion-builder-row fusion-row fusion-flex-align-items-flex-start\" style=\"max-width:1288px;margin-left: calc(-0% \/ 2 );margin-right: calc(-0% \/ 2 );\"><div class=\"fusion-layout-column fusion_builder_column fusion-builder-column-0 fusion_builder_column_1_1 1_1 fusion-flex-column\" style=\"--awb-bg-size:cover;--awb-width-large:100%;--awb-margin-top-large:0px;--awb-spacing-right-large:0%;--awb-margin-bottom-large:0px;--awb-spacing-left-large:0%;--awb-width-medium:100%;--awb-spacing-right-medium:0%;--awb-spacing-left-medium:0%;--awb-width-small:100%;--awb-spacing-right-small:0%;--awb-spacing-left-small:0%;\"><div class=\"fusion-column-wrapper fusion-flex-justify-content-flex-start fusion-content-layout-column\"><div class=\"fusion-text fusion-text-1\"><p>Mar\u00e7o.2016<\/p>\n<p><strong>\u00cdNDICE DO ARTIGO<\/strong><\/p>\n<p>&#8211; <a href=\"#ENQUADRAMENTO HIST\u00d3RICO\" rel=\"alternate\">Enquadramento Hist\u00f3rico<\/a><\/p>\n<p>&#8211;<a href=\"#ENQUADRAMENTO LEGAL\" rel=\"alternate\"> Enquadramento legal \u2013 novo regime jur\u00eddico<\/a><\/p>\n<p>&#8211; <a href=\"#CONCEITOS E OBJETIVOS\" rel=\"alternate\">Conceitos e objetivos<\/a><\/p>\n<p>&#8211; <a href=\"#TIPOLOGIA DE \u00c1REAS\" rel=\"alternate\">Tipologia de \u00e1reas<\/a><\/p>\n<p>&#8211; <a href=\"#\u00c2MBITO DE DELIMITA\u00c7\u00c3O\" rel=\"alternate\">\u00c2mbito de delimita\u00e7\u00e3o<\/a><\/p>\n<p>&#8211; <a href=\"#ORIENTA\u00c7\u00d5ES ESTRAT\u00c9GICAS\" rel=\"alternate\">Orienta\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas de \u00e2mbito nacional e regional (OEANR)<\/a><\/p>\n<p>&#8211; <a href=\"#SIGLAS\" rel=\"alternate\">Siglas<\/a><\/p>\n<p><a id=\"ENQUADRAMENTO HIST\u00d3RICO\"><\/a>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>ENQUADRAMENTO HIST\u00d3RICO<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p>O <strong>Decreto-Lei n.\u00ba357\/75, de 8 de julho<\/strong>,<strong> foi o precursor do regime da REN<\/strong>, condicionando a autoriza\u00e7\u00e3o camar\u00e1ria de todas as pr\u00e1ticas de destrui\u00e7\u00e3o do revestimento vegetal que n\u00e3o tivessem fim agr\u00edcola, bem como as opera\u00e7\u00f5es de aterro ou escava\u00e7\u00e3o que conduzissem \u00e0 altera\u00e7\u00e3o do relevo natural e das camadas de solo ar\u00e1vel.<\/p>\n<p>Este Decreto-Lei veio a ser revogado posteriormente pelo <strong>Decreto-Lei n.\u00ba139\/89, de 28 de abril<\/strong>, no sentido de delimitar as a\u00e7\u00f5es sujeitas a autoriza\u00e7\u00e3o camar\u00e1ria, excecionando aquelas onde j\u00e1 estivesse assegurado a prossecu\u00e7\u00e3o do interesse p\u00fablico. Veio tamb\u00e9m harmonizar aquele diploma com o <strong>Decreto-Lei n.\u00ba175\/88, de 17 de maio<\/strong>, relativo ao regime legal espec\u00edfico para a\u00e7\u00f5es de arboriza\u00e7\u00e3o e rearboriza\u00e7\u00e3o com recurso a esp\u00e9cies florestais de r\u00e1pido crescimento, mat\u00e9ria que vinha sendo tratada no \u00e2mbito do referido diploma.<\/p>\n<p>A REN foi entretanto criada pelo <strong>Decreto-Lei n.\u00ba321\/83, de 5 de julho<\/strong>, referindo no seu pre\u00e2mbulo o intuito de <em>\u201csalvaguardar, em determinadas \u00e1reas, a estrutura biof\u00edsica necess\u00e1ria para que se possa realizar a explora\u00e7\u00e3o dos recursos e a utiliza\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio sem que sejam degradadas determinadas circunst\u00e2ncias e capacidades de que dependem a estabilidade e fertilidade das regi\u00f5es, bem como a perman\u00eancia de muitos dos seus valores econ\u00f3micos, sociais e culturais\u201d.<\/em> A REN integrava, pois, <em>\u201ctodas as \u00e1reas indispens\u00e1veis \u00e0 estabilidade ecol\u00f3gica do meio e \u00e0 utiliza\u00e7\u00e3o racional dos recursos naturais, tendo em vista o correto ordenamento do territ\u00f3rio\u201d.<\/em><\/p>\n<p>Tendo-se mostrado aconselh\u00e1vel reformular alguns aspetos do regime at\u00e9 ent\u00e3o vigente, mas mantendo os seus princ\u00edpios fundamentais, procedeu-se \u00e0 revoga\u00e7\u00e3o do Decreto-Lei n.\u00ba321\/83, operada pelo <strong>Decreto-Lei n.\u00ba93\/90, de 19 de mar\u00e7o<\/strong>,<strong> que consagra a REN como uma estrutura biof\u00edsica b\u00e1sica e diversificada<\/strong> que, atrav\u00e9s do condicionamento \u00e0 utiliza\u00e7\u00e3o de \u00e1reas com caracter\u00edsticas ecol\u00f3gicas espec\u00edficas, garante a prote\u00e7\u00e3o de ecossistemas e a perman\u00eancia e intensifica\u00e7\u00e3o dos processos biol\u00f3gicos indispens\u00e1veis ao enquadramento equilibrado das atividades humanas.<\/p>\n<p>Foi sobre este regime que foram produzidas a generalidade das cartas da REN, no \u00e2mbito da elabora\u00e7\u00e3o do PDM de 1.\u00aa gera\u00e7\u00e3o, com supervis\u00e3o articulada dos servi\u00e7os competentes.<\/p>\n<p>O <strong>Decreto-Lei n.\u00ba316\/90, de 13 de outubro<\/strong>, opera uma altera\u00e7\u00e3o como resultado da cria\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio do Ambiente e Recursos Naturais, passando a ser da compet\u00eancia dos Ministros do Planeamento e da Administra\u00e7\u00e3o do Territ\u00f3rio, da Agricultura, Pescas e Alimenta\u00e7\u00e3o, das Obras P\u00fablicas, Transportes e Comunica\u00e7\u00f5es, do Com\u00e9rcio e Turismo e do Ambiente e Recursos Naturais, a aprova\u00e7\u00e3o, por portaria, das \u00e1reas a integrar e a excluir da REN, ouvida uma comiss\u00e3o interministerial e a CM em causa.<\/p>\n<p>O <strong>Decreto-Lei n.\u00ba213\/92, de 12 de outubro<\/strong>, veio introduzir algumas altera\u00e7\u00f5es ao regime da REN, em particular \u00e0s exce\u00e7\u00f5es previstas no artigo 4.\u00ba do Decreto-Lei n.\u00ba 93\/90, nomeadamente na realiza\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es j\u00e1 previstas ou autorizadas \u00e0 data da entrada em vigor da portaria de aprova\u00e7\u00e3o da REN, as instala\u00e7\u00f5es de interesse para a defesa nacional, a realiza\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es de interesse p\u00fablico e de a\u00e7\u00f5es que, pela sua natureza e dimens\u00e3o, sejam insuscet\u00edveis de prejudicar o equil\u00edbrio ecol\u00f3gico das \u00e1reas da REN, nos casos em que n\u00e3o exista plano municipal de ordenamento do territ\u00f3rio.<\/p>\n<p>A mais profunda das altera\u00e7\u00f5es ao regime estabelecido pelo Decreto-Lei n.\u00ba 93\/90, foi no entanto a operada pelo <strong>Decreto-Lei n.\u00ba180\/2006, de 6 de setembro<\/strong>, o qual veio a \u201cconsagrar a possibilidade de viabilizar usos e a\u00e7\u00f5es que, por reconhecidamente n\u00e3o porem em causa a perman\u00eancia dos recursos, valores e processos ecol\u00f3gicos que a REN pretende preservar, se justificam plenamente para a manuten\u00e7\u00e3o e viabiliza\u00e7\u00e3o de atividades que podem e devem existir nestas \u00e1reas\u201d.<\/p>\n<p>A experi\u00eancia de aplica\u00e7\u00e3o do regime da REN, tal como \u00e9 estabelecido no Decreto-Lei n.\u00ba 93\/90, levou \u00e0 decis\u00e3o de empreender a sua revis\u00e3o, concretizada pelo <strong>Decreto-Lei n.\u00ba166\/2008, de 22 de agosto<\/strong>.<\/p>\n<p>Procurando uma melhor articula\u00e7\u00e3o da REN com outros regimes jur\u00eddicos, visando simplificar e agilizar os procedimentos de delimita\u00e7\u00e3o, ao introduzir maior celeridade e racionalidade nas altera\u00e7\u00f5es da delimita\u00e7\u00e3o da REN, o Governo:<\/p>\n<p>&#8211; Procedeu a uma <strong>altera\u00e7\u00e3o ao Decreto-Lei n.\u00ba 166\/2008, atrav\u00e9s da publica\u00e7\u00e3o do<\/strong> <strong>Decreto-Lei <\/strong><strong>n\u00ba239\/2012, de 2 de novembro<\/strong>, que entrou em vigor a 1 de dezembro de 2012;<\/p>\n<p>&#8211; Aprovou as <strong>orienta\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas de \u00e2mbito nacional e regional<\/strong>, que consubstanciam as diretrizes e crit\u00e9rios para a delimita\u00e7\u00e3o das \u00e1reas integradas na REN a n\u00edvel municipal, que foram publicadas pela <strong>RCM n\u00ba81\/2012, de 3 de outubro<\/strong>, republicada pela <strong>Declara\u00e7\u00e3o de Retifica\u00e7\u00e3o n\u00ba71\/2012, de 30 de novembro<\/strong>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"#Topo\" rel=\"alternate\"> (Voltar ao Topo)<\/a><\/p>\n<p><strong>ENQUADRAMENTO LEGAL \u2013 novo regime jur\u00eddico<a id=\"ENQUADRAMENTO LEGAL\"><\/a><\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p>O<strong><a href=\"http:\/\/www.ccdrc.pt\/index.php?option=com_docman&amp;task=doc_download&amp;gid=765&amp;Itemid=91&amp;lang=pt\"> Decreto-Lei n.\u00ba166\/2008<\/a>, de 22 de Agosto<\/strong>, retificado atrav\u00e9s da <strong>Declara\u00e7\u00e3o de Retifica\u00e7\u00e3o n.\u00ba63-B\/2008, de 21 de outubro<\/strong> e as altera\u00e7\u00f5es introduzidas pelo <strong>Decreto-Lei n\u00ba239\/2012, de 2 de novembro,<\/strong> <strong>estabelece o <span style=\"text-decoration: underline;\">novo regime jur\u00eddico da Reserva Ecol\u00f3gica Nacional (RJREN)<\/span>.<\/strong><\/p>\n<p>O <strong>Decreto-Lei n.\u00ba96\/2013, de 19 de julho<\/strong> procede ainda a uma segunda altera\u00e7\u00e3o ao RJREN, em mat\u00e9ria de compatibilidade das <strong>arboriza\u00e7\u00f5es e rearboriza\u00e7\u00f5es com o regime da REN<\/strong> (Art.\u00ba20.\u00ba).<\/p>\n<p>O <strong>Decreto-Lei n.\u00ba80\/2015, de 14 de maio<\/strong> \u2013 RJIGT \u2013 veio tamb\u00e9m alterar o regime da REN, substituindo a Comiss\u00e3o Nacional da REN pela Comiss\u00e3o Nacional do Territ\u00f3rio (CNT).<\/p>\n<p><strong>A Portaria n.\u00ba419\/2012, de 20 de dezembro<\/strong>, procede \u00e0 defini\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es e requisitos a que ficam sujeitos os <strong>usos e a\u00e7\u00f5es compat\u00edveis com o regime da REN<\/strong>, referidos nos n.\u00bas 2 e 3 do artigo 20.\u00ba do respetivo regime jur\u00eddico.<\/p>\n<p>Define tamb\u00e9m as situa\u00e7\u00f5es de usos ou a\u00e7\u00f5es considerados compat\u00edveis com os objetivos de prote\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica e ambiental e de preven\u00e7\u00e3o e redu\u00e7\u00e3o de riscos naturais de \u00e1reas integradas em REN, que carecem de parecer obrigat\u00f3rio e vinculativo da APA I.P., referido no n.\u00ba5 do artigo 22.\u00ba do RJREN.<\/p>\n<p>Em mat\u00e9ria de delimita\u00e7\u00e3o, o novo regime determina que a Delimita\u00e7\u00e3o da REN compreende dois n\u00edveis: um n\u00edvel estrat\u00e9gico &#8211; da responsabilidade da Comiss\u00e3o Nacional da REN (atual CNT) e das CCDR \u2013 e um n\u00edvel operativo \u2013 da responsabilidade das C\u00e2maras Municipais.<\/p>\n<p>Com a publica\u00e7\u00e3o da <strong>RCM n.\u00ba81\/2012, em 3 de outubro<\/strong> e da respetiva <strong>Declara\u00e7\u00e3o de Retifica\u00e7\u00e3o n.\u00ba71\/2012, de 30, de novembro<\/strong>, <strong>a delimita\u00e7\u00e3o da REN a n\u00edvel municipal passa a ter por base as orienta\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas de \u00e2mbito nacional e regional (OEANR)<\/strong>, referidas no seu anexo, para al\u00e9m dos crit\u00e9rios constantes do Anexo I do citado regime.<\/p>\n<p>&nbsp;(<a href=\"#Topo\" rel=\"alternate\">Voltar ao Topo)<\/a><\/p>\n<p><strong>CONCEITOS E OBJETIVOS<a id=\"CONCEITOS E OBJETIVOS\"><\/a><\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<em>Artigo 2.\u00ba do DL n.\u00ba166\/2008, de 22 de agosto<\/em><\/p>\n<p><strong>A REN:<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00c9 uma estrutura biof\u00edsica<\/strong> que integra o conjunto das \u00e1reas que, pelo valor e sensibilidade ecol\u00f3gicos ou pela exposi\u00e7\u00e3o e suscetibilidade perante riscos naturais, s\u00e3o objeto de prote\u00e7\u00e3o especial.<\/p>\n<p><strong>\u00c9 uma restri\u00e7\u00e3o de utilidade p\u00fablica<\/strong>, \u00e0 qual se aplica um regime territorial especial que estabelece um conjunto de condicionamentos \u00e0 ocupa\u00e7\u00e3o, uso e transforma\u00e7\u00e3o do solo, identificando os usos e as a\u00e7\u00f5es compat\u00edveis com os objetivos desse regime nos v\u00e1rios tipos de \u00e1reas.<\/p>\n<p><strong>Visa contribuir para a ocupa\u00e7\u00e3o e o uso sustent\u00e1veis do territ\u00f3rio<\/strong> e tem por objetivos:<\/p>\n<p>Proteger os recursos naturais \u00e1gua e solo, bem como salvaguardar sistemas e processos biof\u00edsicos associados ao litoral e ao ciclo hidrol\u00f3gico terrestre, que asseguram bens e servi\u00e7os ambientais indispens\u00e1veis ao desenvolvimento das atividades humanas;<\/p>\n<p>Prevenir e reduzir os efeitos da degrada\u00e7\u00e3o da recarga de aqu\u00edferos, dos riscos de inunda\u00e7\u00e3o mar\u00edtima, de cheias, de eros\u00e3o h\u00eddrica do solo e de movimentos de massa em vertentes, contribuindo para a adapta\u00e7\u00e3o aos efeitos das altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e acautelando a sustentabilidade ambiental e a seguran\u00e7a de pessoas e bens;<\/p>\n<p>Contribuir para a conectividade e a coer\u00eancia ecol\u00f3gica da Rede Fundamental de Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza;<\/p>\n<p>Contribuir para a concretiza\u00e7\u00e3o, a n\u00edvel nacional, das prioridades da Agenda Territorial da Uni\u00e3o Europeia nos dom\u00ednios ecol\u00f3gico e da gest\u00e3o transeuropeia de riscos naturais.<\/p>\n<p>&nbsp;(<a href=\"#Topo\" rel=\"alternate\">Voltar ao Topo)<\/a><\/p>\n<p><strong>TIPOLOGIA DE \u00c1REAS<a id=\"TIPOLOGIA DE \u00c1REAS\"><\/a><\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<em>Artigo 4.\u00ba do DL n.\u00ba166\/2008, de 22 de agosto<\/em><\/p>\n<p><strong>Com vista aos objetivos deste regime, s\u00e3o integradas na REN:<\/strong><\/p>\n<p>_ \u00c1reas de prote\u00e7\u00e3o do litoral:<\/p>\n<p>&#8211; Faixa mar\u00edtima de prote\u00e7\u00e3o costeira;<\/p>\n<p>&#8211; Praias;<\/p>\n<p>&#8211; Barreiras detr\u00edticas (restingas, barreiras, soldadas e ilhas-barreira);<\/p>\n<p>&#8211; T\u00f4mbolos;<\/p>\n<p>&#8211; Sapais;<\/p>\n<p>&#8211; Ilh\u00e9us e rochedos emersos no mar;<\/p>\n<p>&#8211; Dunas costeiras e dunas f\u00f3sseis;<\/p>\n<p>&#8211; Arribas e respetivas faixas de prote\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>&#8211; Faixa terrestre de prote\u00e7\u00e3o costeira;<\/p>\n<p>&#8211; \u00c1guas de transi\u00e7\u00e3o e respetivos leitos, margens e faixas de prote\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>_ \u00c1reas relevantes para a sustentabilidade do ciclo hidrol\u00f3gico terrestre:<\/p>\n<p>&#8211; Cursos de \u00e1gua e respetivos leitos e margens;<\/p>\n<p>&#8211; Lagoas, lagos e respetivos leitos, margens e faixas de prote\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>&#8211; Albufeiras que contribuam para a conectividade e coer\u00eancia ecol\u00f3gica da REN, com os respetivos leitos, margens e faixas de prote\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>&#8211; \u00c1reas estrat\u00e9gicas de prote\u00e7\u00e3o e recarga de aqu\u00edferos;<\/p>\n<p>_ \u00c1reas de preven\u00e7\u00e3o de riscos naturais:<\/p>\n<p>&#8211; Zonas adjacentes;<\/p>\n<p>&#8211; Zonas amea\u00e7adas pelo mar;<\/p>\n<p>&#8211; Zonas amea\u00e7adas pelas cheias;<\/p>\n<p>&#8211; \u00c1reas de elevado risco de eros\u00e3o h\u00eddrica do solo;<\/p>\n<p>&#8211; \u00c1reas de instabilidade de vertentes.<\/p>\n<p>&nbsp;(<a href=\"#Topo\" rel=\"alternate\">Voltar ao Topo)<\/a><\/p>\n<p><strong>\u00c2MBITO DE DELIMITA\u00c7\u00c3O<a id=\"\u00c2MBITO DE DELIMITA\u00c7\u00c3O\"><\/a><\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<em>Artigo 5.\u00ba do DL n.\u00ba166\/2008, de 22 de agosto<\/em><\/p>\n<p>A <strong>delimita\u00e7\u00e3o da REN<\/strong> compreende dois n\u00edveis:<\/p>\n<ul>\n<li>N\u00edvel estrat\u00e9gico<\/li>\n<li>N\u00edvel operativo<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>N\u00edvel estrat\u00e9gico \u2013 <\/strong>Com a publica\u00e7\u00e3o da <strong>RCM n.\u00ba81\/2012, em 3 de outubro<\/strong> e da respetiva <strong>Declara\u00e7\u00e3o de Retifica\u00e7\u00e3o n.\u00ba71\/2012, de 30, de novembro<\/strong>, a delimita\u00e7\u00e3o da REN a n\u00edvel municipal passa a ter por base as orienta\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas de \u00e2mbito nacional e regional (OEANR), referidas no seu <strong>anexo<\/strong>, bem como os crit\u00e9rios constantes do <strong>Anexo I<\/strong> do <strong>Decreto-Lei n.\u00ba166\/2008, de 22 de agosto<\/strong>, na reda\u00e7\u00e3o dada pela 1.\u00aa altera\u00e7\u00e3o a este diploma, pelo <strong>Decreto-Lei n.\u00ba 239\/2012, de 2 de novembro<\/strong> (art.\u00ba 5.\u00ba, n.\u00ba 3).<\/p>\n<p><strong>N\u00edvel operativo \u2013 <\/strong>\u00c9 concretizado atrav\u00e9s da delimita\u00e7\u00e3o em <strong>carta <\/strong><strong>de \u00e2mbito municipal<\/strong>, das<strong> \u00e1reas integradas na REN<\/strong>, tendo por base as orienta\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas de \u00e2mbito nacional e regional (OEANR) e de acordo com os crit\u00e9rios constantes do citado Anexo I.<\/p>\n<p><strong>A delimita\u00e7\u00e3o a n\u00edvel municipal das \u00e1reas integradas na REN \u00e9 obrigat\u00f3ria<\/strong>.<\/p>\n<p>At\u00e9 \u00e0 altera\u00e7\u00e3o das delimita\u00e7\u00f5es municipais da REN, para adapta\u00e7\u00e3o \u00e0s OEANR, aprovadas pela Resolu\u00e7\u00e3o de Conselho de Ministros n.\u00ba81\/2012, de 3 de outubro, na reda\u00e7\u00e3o dada ao seu anexo pela Declara\u00e7\u00e3o de Retifica\u00e7\u00e3o n.\u00ba71\/2012, de 30 de Novembro, continuam a vigorar as delimita\u00e7\u00f5es efetuadas ao abrigo do Decreto-Lei n.\u00ba93\/90, de 19.03 (Art.\u00ba43.\u00ba, n.\u00ba 2).<\/p>\n<p>&nbsp;(<a href=\"#Topo\" rel=\"alternate\">Voltar ao Topo)<\/a><\/p>\n<p><strong>ORIENTA\u00c7\u00d5ES ESTRAT\u00c9GICAS DE \u00c2MBITO NACIONAL E REGIONAL (OEANR)<a id=\"ORIENTA\u00c7\u00d5ES ESTRAT\u00c9GICAS\"><\/a><\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p><em>Artigos 7\u00ba e 8\u00ba do <strong><a href=\"http:\/\/www.ccdrc.pt\/index.php?option=com_docman&amp;task=doc_download&amp;gid=765&amp;Itemid=91&amp;lang=pt\">DL n.\u00ba166\/2008<\/a><\/strong> de 22 de Agosto<\/em><\/p>\n<p><strong>RCM n.\u00ba81\/2012<\/strong><\/p>\n<p>Nos termos do n.\u00ba5 do RJREN, foram aprovadas, pela RCM n.\u00ba81\/2012, as <strong>Orienta\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas de \u00e2mbito nacional e regional<\/strong> <strong>que consubstanciam as diretrizes e crit\u00e9rios para a delimita\u00e7\u00e3o das \u00e1reas integradas na REN a n\u00edvel municipal.<\/strong><\/p>\n<p><strong>As orienta\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas resultaram de um processo partilhado entre<\/strong>:<\/p>\n<p>&#8211; A ex-Comiss\u00e3o Nacional da REN (CNREN)<\/p>\n<p>&#8211; A Autoridade Nacional da \u00c1gua<\/p>\n<p>&#8211; As Comiss\u00f5es de Coordena\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Regional (CCDR)<\/p>\n<p>&#8211; As extintas Administra\u00e7\u00f5es das Regi\u00f5es Hidrogr\u00e1ficas<\/p>\n<p>&#8211; Articula\u00e7\u00e3o com os munic\u00edpios<\/p>\n<p>&#8211; Participa\u00e7\u00e3o de especialistas com experi\u00eancia cient\u00edfica relevante<\/p>\n<p><strong>As orienta\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas compreendem<\/strong>:<\/p>\n<p>&#8211; As <strong>diretrizes e os crit\u00e9rios para a delimita\u00e7\u00e3o das \u00e1reas da REN a n\u00edvel municipal<\/strong><\/p>\n<p>&#8211; S\u00e3o acompanhadas por um <strong>esquema nacional de refer\u00eancia<\/strong>.<\/p>\n<p>O esquema nacional de refer\u00eancia inclui a representa\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica das principais componentes de prote\u00e7\u00e3o dos sistemas e processos biof\u00edsicos, dos valores a salvaguardar e dos riscos a prevenir.<\/p>\n<p><strong>Diretrizes para a delimita\u00e7\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<p>Ao n\u00edvel das orienta\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas assumem <strong>particular relevo<\/strong> as seguintes <span style=\"text-decoration: underline;\">diretrizes para a delimita\u00e7\u00e3o<\/span> referidas na <strong>sec\u00e7\u00e3o II da RCM n\u00ba81\/2012<\/strong>, retificada pela Declara\u00e7\u00e3o de Retifica\u00e7\u00e3o n\u00ba71\/2012:<\/p>\n<p>&#8211; O regime da REN articula-se com o regime dos planos municipais (PM), quer no \u00e2mbito das respetivas classifica\u00e7\u00e3o e qualifica\u00e7\u00e3o do solo e estabelecimento de regimes de salvaguarda de recursos e valores naturais quer atrav\u00e9s da pondera\u00e7\u00e3o da necessidade de exclus\u00e3o de \u00e1reas prevista nos n.\u00bas 2 e 3 do artigo 9.\u00ba do Decreto -Lei n.\u00ba166\/2008, de 22 de agosto (n.\u00ba2).<\/p>\n<p>&#8211; A altera\u00e7\u00e3o da delimita\u00e7\u00e3o da REN na totalidade do territ\u00f3rio municipal configura uma reavalia\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio \u00e0 luz do regime jur\u00eddico vigente, considerando as tipologias de \u00e1rea integradas na REN constantes do artigo 4.\u00ba do RJREN, as diretrizes e os crit\u00e9rios para a delimita\u00e7\u00e3o que configuram estas orienta\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas de \u00e2mbito nacional e regional e a melhor informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel (n.\u00ba3).<\/p>\n<p>&#8211; Por ocasi\u00e3o de uma nova delimita\u00e7\u00e3o da REN devem ser consideradas todas as \u00e1reas que garantam os objetivos que a REN visa assegurar, incluindo as \u00e1reas exclu\u00eddas no procedimento de delimita\u00e7\u00e3o inicial que se encontrem nas condi\u00e7\u00f5es previstas no artigo 18.\u00ba do respetivo regime jur\u00eddico e que ainda n\u00e3o tenham sido objeto de reintegra\u00e7\u00e3o (n.\u00ba4).<\/p>\n<p>&#8211; Na pondera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas a excluir da REN deve considerar-se a dimens\u00e3o relativa da \u00e1rea afeta \u00e0 tipologia sobre a qual incide a proposta de exclus\u00e3o na REN municipal e a relev\u00e2ncia desta na \u00e1rea total do concelho (n.\u00ba5).<\/p>\n<p>&#8211; Nas \u00e1reas urbanas consolidadas, que correspondam \u00e0 defini\u00e7\u00e3o constante do Decreto Regulamentar n.\u00ba9\/2009, de 29 de maio, a delimita\u00e7\u00e3o das \u00e1reas integradas na REN a n\u00edvel municipal incide, somente, nas \u00e1reas com escala e relev\u00e2ncia que ainda desempenhem fun\u00e7\u00f5es que lhes confiram valor e sensibilidade ecol\u00f3gicos, ou que se perspetive que as possam vir a desempenhar, e ou que contribuam para a conectividade e coer\u00eancia ecol\u00f3gica (n.\u00ba6).<\/p>\n<p>&#8211; Em \u00e1reas urbanas consolidadas, a pondera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas a excluir da REN prevista nos n.\u00bas 2 e 3 do artigo 9.\u00ba do RJREN, deve considerar a afeta\u00e7\u00e3o da \u00e1rea REN a outros regimes ou planos em vigor, vocacionados para a gest\u00e3o de risco, como sejam os planos de gest\u00e3o de riscos de inunda\u00e7\u00f5es, bem como a respetiva regulamenta\u00e7\u00e3o adotada pelo Plano Municipal ou Programa Especial (n.\u00ba7).<\/p>\n<p>&#8211; A delimita\u00e7\u00e3o das \u00e1reas integradas na REN a n\u00edvel municipal pode apresentar sobreposi\u00e7\u00e3o de tipologias (n.\u00ba8).<\/p>\n<p>&#8211; A delimita\u00e7\u00e3o da REN a n\u00edvel municipal deve ser adequadamente documentada, incluindo a explicita\u00e7\u00e3o das fontes de informa\u00e7\u00e3o utilizadas (n.\u00ba9).<\/p>\n<p>&#8211; A delimita\u00e7\u00e3o da REN deve evoluir em paralelo com a disponibilidade de informa\u00e7\u00e3o que permita delimita\u00e7\u00f5es mais rigorosas (e.g. conhecimento mais rigoroso acerca da recarga e descarga de aqu\u00edferos resultante de modelos num\u00e9ricos de escoamento subterr\u00e2neo) ou maiores certezas sobre certos fen\u00f3menos (e.g. efeitos das altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e respetivos cen\u00e1rios) privilegiando -se para o efeito os mecanismos de din\u00e2mica dos instrumentos de gest\u00e3o territorial (n.\u00ba10).<\/p>\n<p>&#8211; A informa\u00e7\u00e3o relativa \u00e0 delimita\u00e7\u00e3o das \u00e1reas integradas na REN a n\u00edvel municipal deve ser fornecida em suporte digital e formato vetorial, identificando as diferentes tipologias de \u00e1rea que a comp\u00f5em, tendo em vista a sua integra\u00e7\u00e3o em sistemas de informa\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica nacionais e regionais (n.\u00ba13).<\/p>\n<p>&#8211; As delimita\u00e7\u00f5es da REN de cada munic\u00edpio devem ter em considera\u00e7\u00e3o as delimita\u00e7\u00f5es efetuadas nos territ\u00f3rios confinantes, de modo a garantir a conectividade e continuidade geogr\u00e1fica intrarregional e inter-regional (n.\u00ba15).<\/p>\n<p>&#8211; A generaliza\u00e7\u00e3o e agrega\u00e7\u00e3o das manchas resultantes da aplica\u00e7\u00e3o dos crit\u00e9rios de delimita\u00e7\u00e3o devem seguir par\u00e2metros ponderados a n\u00edvel regional, a desenvolver pelas CCDR em fun\u00e7\u00e3o do contexto de aplica\u00e7\u00e3o, assegurando congru\u00eancia intrarregional. Estes par\u00e2metros s\u00e3o explicitados na mem\u00f3ria descritiva e justificativa que acompanha as cartas da REN (n.\u00ba16).<\/p>\n<p>Na delimita\u00e7\u00e3o da REN a n\u00edvel municipal aplicam-se as regras estabelecidas pelo <strong>Decreto-Lei n.\u00ba141\/2014, de 19 de setembro<\/strong>, bem como no <strong>Regulamento n.\u00ba142\/2016, de 9 de fevereiro<\/strong>, que veio estabelecer as normas e especifica\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas da <strong>cartografia topogr\u00e1fica e topogr\u00e1fica de imagem<\/strong> a utilizar na elabora\u00e7\u00e3o, altera\u00e7\u00e3o e revis\u00e3o dos planos territoriais e na cartografia tem\u00e1tica que da\u00ed resulte.<\/p>\n<p>&nbsp;(<a href=\"#Topo\" rel=\"alternate\">Voltar ao Topo)&nbsp; <\/a><\/p>\n<p><strong>SIGLAS<a id=\"SIGLAS\"><\/a><\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Sigla<\/strong><strong>Designa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<table width=\"581\">\n<caption>Lista de Siglas e Suas Designa\u00e7\u00f5es no Contexto da Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica e Planeamento Territorial em Portugal<\/caption>\n<thead>\n<tr>\n<th width=\"77\"><strong>Sigla<\/strong><\/th>\n<th width=\"498\"><strong>Designa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/th>\n<\/tr>\n<\/thead>\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"77\">ANMP<\/td>\n<td width=\"498\">Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Munic\u00edpios Portugueses<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"77\">APA, I.P.<\/td>\n<td width=\"498\">Ag\u00eancia Portuguesa do Ambiente<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"77\">ARH<\/td>\n<td width=\"498\">Administra\u00e7\u00e3o da Regi\u00e3o Hidrogr\u00e1fica<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"77\">CCDR<\/td>\n<td width=\"498\">Comiss\u00e3o de Coordena\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Regional<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"77\">CCDRC<\/td>\n<td width=\"498\">Comiss\u00e3o de Coordena\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Regional do Centro<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"77\">CCDRN<\/td>\n<td width=\"498\">Comiss\u00e3o de Coordena\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Regional do Norte<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"77\">CCDRLVT<\/td>\n<td width=\"498\">Comiss\u00e3o de Coordena\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"77\">CCDRA<\/td>\n<td width=\"498\">Comiss\u00e3o de Coordena\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Regional do Alentejo<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"77\">CCDRALG<\/td>\n<td width=\"498\">Comiss\u00e3o de Coordena\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Regional do Algarve<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"77\">CNREN<\/td>\n<td width=\"498\">Comiss\u00e3o Nacional da Reserva Ecol\u00f3gica Nacional<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"77\">CNT<\/td>\n<td width=\"498\">Comiss\u00e3o Nacional do Territ\u00f3rio<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"77\">DGOTDU<\/td>\n<td width=\"498\">Direc\u00e7\u00e3o-Geral do Ordenamento do Territ\u00f3rio e do Desenvolvimento Urbano<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"77\">DGT<\/td>\n<td width=\"498\">Dire\u00e7\u00e3o-Geral do Territ\u00f3rio<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"77\">DOTCN<\/td>\n<td width=\"498\">Divis\u00e3o do Ordenamento do Territ\u00f3rio e da Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"77\">DSOT<\/td>\n<td width=\"498\">Directorate of Territorial Planning Services<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"77\">ICNB<\/td>\n<td width=\"498\">Instituto da Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza e da Biodiversidade<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"77\">ICNF<\/td>\n<td width=\"498\">Instituto da Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza e das Florestas<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"77\">INAG<\/td>\n<td width=\"498\">Instituto da \u00c1gua<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"77\">PMOT<\/td>\n<td width=\"498\">Plano Municipal de Ordenamento do Territ\u00f3rio<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"77\">PDM<\/td>\n<td width=\"498\">Plano Diretor Municipal<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"77\">RCM<\/td>\n<td width=\"498\">Resolu\u00e7\u00e3o de Conselho de Ministros<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"77\">REN<\/td>\n<td width=\"498\">National Ecological Reserve<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_eb_attr":"","inline_featured_image":false,"iawp_total_views":51,"footnotes":""},"categories":[172],"tags":[],"class_list":["post-18714","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18714","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18714"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18714\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":80669,"href":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18714\/revisions\/80669"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18714"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18714"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ccdrc.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18714"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}