
O Programa Centro 2020 já aprovou 7276 projetos, que correspondem a 1597 milhões de euros! Já experimentou saber quantos foram aprovados no seu concelho?
Os Concelhos Leiria (522) e Coimbra (375) são os que contabilizam mais projetos aprovados e também as duas maiores fatias de financiamento, 104 e 112 milhões de euros, respetivamente.
O financiamento do Centro 2020 chega a 100 concelhos da região Centro. Consulte a lista de projetos aprovados pelo Programa Centro 2020 (dados a 30.11.2019), disponível no site do Centro 2020 em http://centro.portugal2020.pt/index.php/projetos-aprovados - que lhe permite fazer uma pesquisa por concelho e por áreas de investimento.


No terceiro trimestre de 2019, a taxa de desemprego da região Centro fixou-se nos 4,8%, valor bastante abaixo da média nacional (6,1%) e europeia (6,3%). Este valor reforça a posição do Centro enquanto região com a menor taxa de desemprego do país.
Estas são algumas das conclusões da última atualização do Barómetro do Centro de Portugal, já disponível no site da CCDRC.
O Barómetro do Centro de Portugal é um elemento de monitorização, produzido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, que tem como objetivo avaliar o progresso alcançado pela região Centro em termos de crescimento e competitividade, potencial humano, qualidade de vida, coesão e sustentabilidade ambiental e energética. Contempla um conjunto de 25 indicadores-chave, objeto de permanente atualização, que identificam tendências e lacunas de progresso, permitindo desenvolver eventuais ações corretivas e preventivas.

A Direção-Geral do Território (DGT) e as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR), em articulação com a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), organizam cinco sessões públicas de divulgação das novas normas e especificações técnicas para a cartografia topográfica vetorial e de imagem e sobre o novo regime jurídico da cartografia. Estas sessões serão realizadas na semana de 9 a 13 de dezembro, nas CCDR do Centro, Norte, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve, sendo que a primeira será em Coimbra.
Na sessão de 9 de dezembro, na CCDRC, será ainda apresentada a Infraestrutura de Dados Espaciais da Região Centro de Portugal – IDECENTRO, um sistema que reúne um conjunto de tecnologias, políticas, acordos institucionais e ferramentas que, proporcionando níveis de interoperabilidade elevados, facilitam a exploração, a partilha e o acesso a informação de natureza espacial entre diversas entidades produtoras e utilizadoras de dados.
Pode saber mais entrando no geoportal aberto ao público em idecentro.ccdrc.pt
Nestes eventos será também apresentado o novo geoportal do Sistema Nacional de Informação Geográfica (SNIG), cujo desenvolvimento foi concluído no primeiro semestre de 2019.
Estas sessões terão como destinatários todos os técnicos das CCDR, dos municípios e entidades intermunicipais que, no exercício das suas atividades profissionais, abordam os assuntos relacionados com a cartografia.
A sessão do dia 9 de dezembro será no auditório da CCDRC, em Coimbra. Por motivo de o número de pessoas inscritas ter atingido a capacidade da sala, as inscrições estão encerradas (atualizado a 3/12/2019).
Programa do evento na CCDR Centro
9h30-9h45 |Abertura
António Veiga Simão (CCDR Centro)
Mário Caetano (DGT)
9h45-10h30 | IDECENTRO - Infraestrutura de dados espaciais da Região Centro de Portugal
António Veiga Simão, CCDR Centro
Carlos Goulão, CCDR – Centro
10h30 -11h00 | Novo geoportal do Sistema Nacional de Informação Geográfica (SNIG)
Mário Caetano (DGT)
11h00 - 11h15 | Novo regime jurídico da cartografia
Mário Caetano (DGT)
11h15– 11h30 | As novas normas e especificações técnicas de cartografia topográfica
Paulo Patrício (DGT)
11h30-12h00 | Princípios orientadores para a produção e atualização de cartografia topográfica e Procedimentos e regras de homologação
Paulo Patrício (DGT)
12h00-13h00 | Debate
13h00 | Encerramento
Quatro municípios da região Centro (Coimbra, Aveiro, Leiria e Sobral de Monte Agraço) apresentam um poder de compra superior à média dos 308 municípios portugueses. Destes, destacam-se Coimbra e Aveiro por se situarem, desde 2009, nos 10 municípios com maior poder de compra do país, ocupando, respetivamente, a sétima e oitava posição no ranking nacional. Estas são algumas das conclusões da 13.ª edição do Estudo sobre o Poder de Compra Concelhio relativo a 2017 (EPCC 2017), divulgado no passado dia 12 de novembro, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) e que pode ser consultado em: INE/Publicações/Estudo sobre o Poder de Compra Concelhio - 2017
Este estudo visa caracterizar os municípios portugueses do ponto de vista do poder de compra manifestado nos territórios, numa aceção ampla de bem-estar material. Os dados disponibilizados, nesta edição, derivam de um modelo de análise fatorial a partir de 16 variáveis (relativizadas pela população residente) e resultam em três indicadores: Indicador per Capita (IpC), Percentagem de Poder de Compra (PPC) e Fator Dinamismo Relativo (FDR). Na construção destes indicadores foram consideradas variáveis como o rendimento bruto declarado para efeitos de IRS, o valor dos levantamentos nacionais e internacionais em caixas automáticas, o crédito à habitação concedido, o número de veículos ligeiros de passageiros vendidos, o valor dos contratos de compra e venda dos prédios urbanos, as diversas tipologias de impostos, entre outras.
O Indicador do Poder de Compra per Capita (IpC) pretende refletir o poder de compra manifestado regularmente, em termos per capita, nos diferentes municípios ou regiões, tendo por referência o valor de Portugal. Os resultados agora divulgados deste indicador continuam a apontar para um território nacional assimétrico. Neste sentido, a Área Metropolitana de Lisboa é novamente a única região NUTS II do país onde se verificam níveis de poder de compra per capita superior à média nacional (100), dado que, em contraste, as restantes seis regiões apresentam níveis de poder de compra manifestado aquém daquela média. Já o Centro mantém-se como a região com o nível de poder de compra mais baixo do Continente, evidenciando uma posição apenas mais favorável do que a observada nas regiões autónomas.
Em termos das assimetrias intra-regionais e à semelhança das duas edições anteriores deste estudo, nenhuma das sub-regiões NUTS III do Centro regista valores superiores à média do país (situação que apenas ocorreu nas Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto). Ainda assim, as quatro sub-regiões localizadas no litoral (região de Coimbra, região de Leiria, região de Aveiro e Oeste) verificaram os maiores níveis de poder de compra, ultrapassando o valor médio regional. Por contraste, as outras quatro NUTS III da região atingiram níveis do poder de compra abaixo da média nacional e regional: Médio Tejo, Beira Baixa, Viseu Dão Lafões e Beiras e Serra da Estrela. Esta última sub-região apresenta um poder de compra inferior a 80% do valor médio de Portugal, assumindo o quarto menor valor registado pelas NUTS III do país em termos de IpC.
Relativamente à distribuição do IpC por municípios, dos 308 municípios portugueses, apenas 32 se encontram acima da média nacional. No caso da região Centro, quatro municípios superam, simultaneamente, o valor da média nacional e regional: Coimbra (128,71), Aveiro (123,09), Leiria (103,43) e Sobral de Monte Agraço (103,37). Coimbra e Aveiro mantêm-se, desde 2009, nos 10 municípios com maior poder de compra do país, ocupando, respetivamente, a sétima e oitava posição no ranking nacional dos municípios. Em termos nacionais foi, como habitual, o município de Lisboa que apresentou o IpC mais elevado (219,63), o qual mais do que duplicou o índice nacional. Tal como na edição anterior deste estudo, seguiram-se os municípios do Porto e de Oeiras, com um IpC superior a 150. Também posicionados acima da média nacional encontram-se 12 dos 18 municípios capitais de distrito, dos quais três (Coimbra, Aveiro e Leiria) pertencem à região Centro. Esta distribuição aponta para uma relação positiva entre o grau de urbanização dos municípios e o poder de compra neles manifestado diariamente.
As sub-regiões do litoral da região Centro continuam a concentrar mais de 10% do poder de compra nacional
O indicador Percentagem de Poder de Compra (PPC) deriva do IpC e do peso demográfico de cada unidade territorial. Este pretende avaliar o grau de concentração do poder de compra nacional através do peso do poder de compra de cada território no total do país (100%). De acordo com os dados agora divulgados deste indicador, a região Centro concentra 19,1% do poder de compra manifestado a nível nacional, sendo que cerca de 13% está localizado apenas nas quatro sub-regiões do litoral: região de Coimbra, região de Aveiro, Oeste e região de Leiria. Dos municípios da região, Coimbra e Leiria são novamente os que evidenciaram a maior percentagem de poder de compra no total nacional (1,7% e 1,3%, respetivamente), situando-se nas 12.ª e 19.ª posições no ranking dos 308 municípios portugueses.
As regiões NUTS II Área Metropolitana de Lisboa e Norte concentravam dois terços do poder de compra nacional, com, respetivamente, quatro (Lisboa, Sintra, Oeiras e Cascais) e três (Porto, Vila Nova de Gaia e Matosinhos) municípios a representarem, em conjunto, mais de um quarto do poder de compra do país e individualmente mais de 2% desse valor.
Os resultados deste indicador sugerem que o poder de compra se encontra associado à dimensão urbana dos municípios e, assim, territorialmente muito concentrado.
Nazaré e Óbidos permanecem como os municípios da região Centro onde o efeito sazonal da atividade turística teve maior influência no poder de compra
Por último, o indicador Fator Dinamismo Relativo (FDR) reflete o poder de compra de manifestação irregular, geralmente sazonal, e que está relacionado com os fluxos populacionais induzidos pela atividade turística. O presente indicador pretende assim traduzir a tendência que subsiste, sobretudo de dinâmica comercial, depois de retirada a influência do poder de compra manifestado regularmente nos territórios. Nesta análise evidencia-se a região Algarve com 12 municípios a apresentarem um FDR superior a 1. Na região Centro com um FDR acima de 1 encontram-se os municípios da Nazaré e Óbidos, ambos na sub-região Oeste (situação que se verifica desde da 6.ª edição deste estudo). Porém, isto não significa que, na maioria dos municípios da região Centro, a atividade turística seja irrelevante, mas apenas que o seu efeito vem diluído pelo significativo poder de compra manifestado diariamente nesses territórios.
A informação referente à série do Indicador do Poder de Compra per Capita encontra-se disponível no domínio “CENTRO” da plataforma “DataCentro – Informação para a Região”, o qual pode ser consultado em http://datacentro.ccdrc.pt
Em julho deste ano foram publicadas as novas normas e especificações técnicas para a cartografia topográfica vetorial e de imagem (Aviso 11918/2019, de 24 de julho) e em agosto foi publicado o novo regime jurídico da cartografia (DL 130/2019, de 30 de agosto). A Direção-Geral do Território (DGT) está a terminar a elaboração de um conjunto de documentos relacionados com cartografia, nomeadamente um documento orientador sobre produção e atualização de cartografia e outro sobre os procedimentos e regras referentes à homologação de cartografia topográfica.
Com o objetivo de apresentar os instrumentos legais e os documentos acima referidos e clarificar eventuais dúvidas que possam existir na sua interpretação, a Direção-Geral do Território (DGT) e as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR), em articulação com a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), estão a organizar cinco sessões públicas de divulgação e esclarecimentos. Para além das temáticas acima referidas, nestes eventos será também apresentado o novo geoportal do Sistema Nacional de Informação Geográfica (SNIG), cujo desenvolvimento foi concluído no primeiro semestre de 2019.
Nestas sessões pretende-se promover um debate alargado sobre as matérias abordadas com os participantes. Estas sessões terão como destinatários preferenciais todos os técnicos das CCDRs, dos municípios e entidades intermunicipais que, no exercício das suas atividades profissionais, abordam os assuntos relacionados com a cartografia.
Antes das sessões a DGT disponibilizará versões preliminares dos documentos “Princípios orientadores para a produção e atualização de cartografia topográfica” e “Procedimentos e regras de homologação” com o objetivo de auscultar a comunidade e recolher contributos para poder produzir as versões finais antes do final do ano. Estes documentos quando estiverem terminados serão disponibilizados nesta página.





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